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	<title>Profissionais TI - Pra quem respira informação &#187; Cezar Taurion</title>
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	<description>Pra quem respira informação</description>
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		<title>Nas Nuvens: Linux em Cloud Computing</title>
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		<pubDate>Wed, 05 May 2010 12:53:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cezar Taurion</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Software Livre]]></category>
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		<description><![CDATA[Outro dia estava conversando com um amigo sobre o Linux, sistema que fará 20 anos no ano que vem. O Linux já representa hoje uma força econômica considerável, com um ecossistema estimado em 25 bilhões de dólares. Está em praticamente todos os lugares. Quando fazemos uma pesquisa no Google ou lemos um livro no Kindle [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Outro dia estava conversando com um amigo sobre o Linux, sistema que fará 20 anos no ano que vem. O Linux já representa hoje uma força econômica considerável, com um ecossistema estimado em 25 bilhões de dólares. Está em praticamente todos os lugares. Quando fazemos uma pesquisa no Google ou lemos um livro no Kindle é o Linux que roda nos bastidores.</p>
<p>O Linux demonstrou de forma inequívoca o potencial do desenvolvimento de sistemas de forma colaborativa, que é o cerne do modelo Open Source. Seria praticamente impossível para qualquer empresa de software, sózinha, criar um sistema operacional de seu porte e complexidade. Estima-se que o custo de desenvolvimento de uma distribuição como a Fedora 9, com seus mais de 204 milhões de linhas de código  corresponda a quase 11 bilhões de dólares. Para chegar ao kernel 2.6.30 (mais de 11 milhões de linhas de código) o investimento seria de mais de 1,4 bilhão de dólares.</p>
<p>Para se ter uma idéia do volume de trabalho em cima do kernel, nos ultimos 4 anos e meio, a média foi de 6.422 novas linhas de código adicionadas por dia, além de outras 1.687 alteradas e 3.285 removidas. Do 2.6.24 ao 2.6.30 a média subiu para 10.923 linhas de código adicionadas por dia. Quem teria cacife financeiro para sustentar, por si, um empreendimento bilionário destes?</p>
<p>Portanto, o Linux é uma força no presente. É usado não apenas em web servers e print servers, mas a cada dia vemos mais e mais aplicações core das empresas operando em plataformas Linux. A IBM, por exemplo, consolidou seu ambiente de computação interno (seus sistemas internos) em plataformas mainframe System Z, rodando Linux.</p>
<p>O Linux ainda tem muito espaço para crescer. É bem provavel que vejamos uma migração mais intensa de ambientes Unix como Solaris e HP-UX para Linux, devido a incerteza quanto ao futuro destas plataformas. Qual será o futuro dos servidores Solaris sob a nova administração de uma empresa de software como a Oracle, que não conhece os meandros dos modelos econômicos do setor de hardware?</p>
<p>E as plataformas baseadas em Itanium? Manter uma linha de processadores demanda muito investimento e é necessário que haja escala suficiente para haver retorno financeiro. Em comparação com a linha Xeon, o Itanium não é um produto de alto volume para a Intel. Embora a Intel não publique o seu volume de produção, analistas de indústria estimavam que em 2007  o ritmo de produção era de  200.000 processadores por ano. Segundo o Gartner, em 2007 o número de servidores Itanium vendidos foi de 55.000. Número muito pequeno quando comparado com os 417.000 servidores RISC (da familia Power da IBM e das demais tecnologias) e os 8,4 milhões de servidores x86.</p>
<p>Mas, e o futuro? Com as mudanças que já estão acontecendo, como a crescente disseminação da computação móvel e o modelo de computação em nuvem (Cloud Computing), como o Linux se posiciona?</p>
<p>É uma resposta fácil. O Linux, que não conseguiu muito espaço nos desktops está se posicionando como plataforma dominante na computação móvel, como smartphones, netbooks e tablets. No seu último ano fiscal que se encerrou em 30 de junho do ano passado, a Microsoft pela primeira vez reconheceu em seu relatório para os acionistas que os sistemas Linux para máquinas cliente, basicamente netbooks, da Red Hat e Canonical seriam ameaças ao seu negócio. Anteriormente, só havia reconhecido a ameaça do Linux nos servidores. O relatório está em <a href="http://tinyurl.com/kr723z">http://tinyurl.com/kr723z</a><strong>. </strong>Também nos smartphones está claro que o sistema Windows, que dominou a era dos desktops não conseguiu decolar na computação móvel, com o Windows Mobile perdendo espaço a cada dia.</p>
<p>E quanto aos servidores? Nestas máquinas o Linux está altamente alinhado com as tendências de virtualização e  cloud computing. Alguns pontos positivos sobre o Linux chamam a atenção, quando falamos em cloud. Primeiro, o Linux opera em praticamente qualquer plataforma de hardware, o que facilita o provisionamento, alocação e gerenciamento de recursos computacionais em nuvem. Podemos criar desde uma nuvem baseada em plataforma x86 como o Google até nuvens em mainframes IBM, aproveitando o alto  throughput e facilidade de virtualização destas máquinas. O custo de licenciamento é outro fator interessante. Embora existam distribuições licenciadas, um provedor de infraestrutura em nuvem, pelo grande  numero de servidores que deverá dispor (falamos aqui em milhares ou dezenas de milhares de máquinas), poderá adotar, pela escala, versões Linux não comerciais. Virtualização é outro plus do Linux, com diversas tecnologias disponiveis como Xen (base da arquitetura de cloud da Amazon) e KVM.</p>
<p>Hoje, se olharmos Linux em cloud já vemos seu uso como base tecnológica da nuvem do Google, da Amazon, do Force.com do Salesforce e de startups como 3Tera (recém adquirida pela CA), Elastra e Mosso, entre outros. E com certeza seu uso se alastrará pelas futuras ofertas de nuvens.</p>
<p>Fonte: <a href="http://computingonclouds.wordpress.com/2010/04/08/linux-em-cloud-computing" target="_blank">Blog Nas Nuvens</a></p>
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		<title>Mais um pouco de Cloud Computing</title>
		<link>http://www.profissionaisti.com.br/2010/02/mais-um-pouco-de-cloud-computing/</link>
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		<pubDate>Tue, 23 Feb 2010 09:00:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cezar Taurion</dc:creator>
				<category><![CDATA[Computação em nuvem]]></category>
		<category><![CDATA[Tendências]]></category>
		<category><![CDATA[Cloud Computing]]></category>
		<category><![CDATA[TI]]></category>

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		<description><![CDATA[Nas duas últimas semanas participei de algumas entrevistas com a mídia abordando Cloud Computing. E este mesmo tema foi assunto dominante de algumas reuniões com executivos de empresas clientes. A conclusão óbvia é que o tema está bombando. Que tal então, resumirmos um pouco do que debatemos? Na minha opinião, Cloud Computing vai se tornar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nas duas últimas semanas participei de algumas entrevistas com a mídia abordando Cloud Computing. E este mesmo tema foi assunto dominante de algumas reuniões com executivos de empresas clientes. A conclusão óbvia é que o tema está bombando. Que tal então, resumirmos um pouco do que debatemos?</p>
<p>Na minha opinião, <a href="http://www.profissionaisti.com.br/category/computacao-em-nuvem/">Cloud Computing</a> vai se tornar mainstream em 3 a 5 anos, mas enquanto isso muitas pedras terão que ser retiradas do caminho. Hoje, por exemplo, ainda não vejo uma clara percepção de seus benefícios e mesmo restrições por parte de muitos executivos de TI. A percepção de valor da computação em nuvem ainda não está clara para muita gente.</p>
<p>O problema deste ainda &#8220;desconhecimento&#8221; é a possibilidade de empresas embarcarem em projetos de cloud que poderão ser custosos em tempo e  investimento, sem conseguirem obter os resultados desejados. Aliás, já vimos este filme antes. Quando o cliente-servidor surgiu, várias empresas afoitadamente desligaram seus mainframes, sem uma estratégia adequada para uso e gestão da computação distribuida. O resultado foi um TCO muito alto e inesperado…</p>
<p>O que venho abordando nas reuniões é que o valor da computação em nuvem seja claramente percebido, antes de iniciar qualquer projeto mais abrangente. Disparar um projeto de prova de conceito (proof-of-concept) é uma boa estratégia para se consolidar estas percepções. Recomendo, portanto, um projeto POC.</p>
<p>Venho observando também que os executivos de TI tendem, na média, a serem mais cautelosos que os executivos das áreas de negócio quanto ao uso da computação em nuvem. Sua percepção de valor muitas vezes concentra-se na redução de custos (infra e suporte) e de capex (investimentos em capital). Em muitas das conversas identifiquei que nem sempre estão buscando serem proativos na estratégia de cloud.</p>
<p>Por sua vez, os usuários com quem venho falando mostram-se mais animados e olham a computação em nuvem (principalmente Software-as-a-Service ou SaaS e Infrastructure-as-a-Service ou IaaS) como uma boa alternativa para conseguirem mais agilidade e flexibilidade para seus projetos de TI. Provavelmente, alguns destes executivos estão mais concentrados em obter resultados de curto prazo e nem sempre consideram adequadamente os problemas típicos de TI, como a integração entre os sistemas em nuvem e os legados, ou mesmo a possibilidade de um “platform lock-in”  devido a atual ausência de padrões de interoperabilidade entre as nuvens.</p>
<p>Uma dúvida sempre presente é a possibilidade da computação em nuvem permitir o processamento de aplicações de negócios, como ERP e outros sistemas. Claro que aplicações que não demandam integração, em princípio, não apresentarão maiores problemas para rodarem em nuvens. Serão as primeiras a rodarem em nuvem. Uma olhada rápida no diretório do Force.com (AppExchange) já nos mostra diversas aplicações interessantes e para mim é apenas a ponta do iceberg do que veremos nos próximos anos. Neste diretório vocês verão, inclusive, uma solução da Totvs, para gestão de frotas. Interessante vermos que o Force.com já aponta novas funcionalidades provocada pela flexibilidade gerada pela computação em nuvem, como a sinergia entre aplicações de negócios e as redes sociais. É o exemplo o “Chatter”, plataforma que pemite aos usuários do Force.com a compartilharem aplicações de negócios, como um CRM,  com redes sociais, criando SRM (Social Relationship Management)</p>
<p>Mas as aplicações que demandam integração com outros sistemas, principalmente sistemas legados que operam fora do modelo de cloud computing, devem ainda serem vistos com cuidado redobrado. De qualquer maneira já temos muitos casos de sucesso em CRM (exemplo do Salesforce) e algumas primeiras iniciativas de sistemas ERP (Compiere, um sistema open source, NetSuite e a brasileira Zipline). Na minha opinião a adoção de ERP no modelo de computação em nuvem será adotado, em princípio, por empresas de pequeno porte, devido a sua alta sensibilidade à custos. Cloud Computing tem a possibilidade de mudar de forma radical a maneira como as pequenas empresas adquirem e usam tecnologia. Em vez de equipes pequenas e subdimensionadas, com poucos servidores, nem sempre configurados e gerenciados da forma mais adequada, poderão ter como unico staff seu próprio gestor de TI e com toda a infra de hardware e software residindo em nuvens públicas.</p>
<p>Já as grandes corporações não deverão adotar de forma entusiástica o modelo de computação em nuvem para seus sistemas ERP, pelo menos nos próximos 3 anos. Depois, só bola de cristal…mas, não será fantasioso vermos os principais fornecedores de ERP oferecendo versões em nuvem ao lado do modelo tradicional, on-premise. A estratégia deles será, naturalmente, fazer uma migração lenta e gradual. Uma disrupção afeta seus modelos de negócio atuais e como os seus clientes, grandes corporações, também não são adeptas de rupturas, o acordo tácito entre as duas partes vai direcionar o ritmo de adoção da computação em nuvem para estas suites.</p>
<p>Algumas conclusões…Primeiro computação em nuvem não deve ser vista apenas pela ótica de redução de custos, mas os benefícios potenciais das áreas de TI permitirem mais agilidade e flexibilidade aos usuários devem ser considerados com atenção.</p>
<p>Outra conclusão: as áreas de TI não devem ignorar ou subestimar a  pressão que os usuários, logo que perceberem o valor da computação em nuvem farão.</p>
<p>Quanto aos ERP. A situação de hoje não pode ser cristalizada, como em uma foto. A evolução do mercado e a mitigação de eventuais problemas que impedem uma empresa de migrar para um ERP corporativo em nuvem vai acontecendo a cada dia. Sugestão: olhar o cenário dos sistemas ERP em nuvem não como uma foto mas como um webcast.</p>
<p>E finalmente: computação em nuvem não deve ser um projeto específico de TI nem exclusivo dos usuários, de forma independente. É uma mudança no modelo computacional da empresa e portanto, um projeto corporativo. E, importantíssimo, não pode haver desconexão entre TI e seus usuários.</p>
<p>Fonte: <a href="http://computingonclouds.wordpress.com/2010/02/11/mais-um-pouco-de-cloud-computing/" target="_blank">Blog Nas Nuvens</a></p>
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		<title>Cloud Computing: Google ou Amazon?</title>
		<link>http://www.profissionaisti.com.br/2010/02/cloud-computing-google-ou-amazon/</link>
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		<pubDate>Mon, 08 Feb 2010 11:33:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cezar Taurion</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Em um dos inúmeros eventos de Cloud Computing em que apresentei uma palestra, surgiu uma pergunta interessante por parte de um CIO de uma pequena empresa: &#8220;Na minha opinião, qual seria a melhor opção em Cloud Computing, Amazon ou Google?&#8221;. A resposta é simples: “depende do que se pretende fazer com computação em nuvem, porque [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em um dos inúmeros eventos de Cloud Computing em que apresentei uma palestra, surgiu uma pergunta interessante por parte de um CIO de uma pequena empresa: &#8220;Na minha opinião, qual seria a melhor opção em Cloud Computing, Amazon ou Google?&#8221;.</p>
<p>A resposta é simples: “depende do que se pretende fazer com computação em nuvem, porque Amazon e Google tem propostas de cloud computing muito diferentes”.</p>
<p>O Google oferece o Google Applications, oferta de SaaS e o Google Application Engine (GAE,  <a href="http://www.appengine.google.com/">www.appengine.google.com</a> ), que é um serviço de PaaS (Platform-as-a-Service). A Amazon oferece um serviço de IaaS (infrastructure-as-a-Service), chamado de AWS (Amazon Web Services, <a href="http://aws.amazon.com/">http://aws.amazon.com/</a>) que é uma oferta de recursos de infraestrutura. Na Amazon para se conseguir elasticidade automática e um serviço de PaaS é necessário utilizar componentes adicionais oriundos outros fornecedores. Estes componentes são fornecidos como AMI (Amazon Machine Image), como o IBM WebSphere sMash, para desenvolvimento de aplicações situacionais (<a href="http://tinyurl.com/y9m2tha">http://tinyurl.com/y9m2tha</a>). A Amazon criou um ecossistema de parceiros que disponibilizam diversos recursos complementares à sua oferta. Existem cerca de 450.000 desenvolvedores gravitando em torno deste ecossistema. Assim, por exemplo, quando se desjea facilidades de elasticidade automática pode-se recorrer à RightScale (<a href="http://www.rightscale.com/">http://www.rightscale.com/</a> ) ou Elastra (<a href="http://www.elastra.com/">http://www.elastra.com/</a>). A IBM disponibiliza diversos softwares como AMI na Amazon, cuja lista completa e instruções para download podem ser obtidas no developerWorks Cloud Computing Resource Center em <a href="http://tinyurl.com/ycounhf">http://tinyurl.com/ycounhf</a> .</p>
<p>Um dos recentes anúncios da Amazon foi a facilidade de se criar Virtual Private Clouds, usando a sua nuvem pública. Este recurso, chamado VPC, é uma demanda de empresas que questionam questões de segurança em nuvens públicas, e que pode ser visto em <a href="http://aws.amazon.com/vpc/">http://aws.amazon.com/vpc/</a>.</p>
<p>Já a proposta de valor do GAE é permitir que desenvolvedores criem aplicações Web muito rapidamente (em suas estações de trabalho) e as coloquem para operar na nuvem do Google. O custo para rodar a aplicação é “free”, sim, grátis, até cinco milhões de page views por mês. A partir deste volume, é cobrado um valor por recursos computacionais utilizados.</p>
<p>O GAE permite que os desenvolvedores construam e testem suas aplicações em um ambiente simulado (como Linux e Windows), que suportem versões das linguagens Python e Java. Para colocar o aplicativo em produção usa-se um script de upload que transfere o código fonte para os servidores da nuvem do Google, de onde a aplicação rodará. O GAE utiliza a mesma infraestrutura de hardware e software do engine de buscas do Google. Os desenvolvedores não tem acesso direto a estes recursos, pois existe uma camada de interface entre a aplicação e a nuvem. Os recursos disponiveis à aplicação são o Big Table (mecanismo de persistência não relacional), Google File System (sistema de arquivos distribuidos) e uma variante do Linux adaptada pelo Google. O site IBM developerWorks disponibiliza diversos artigos sobre  como usar o GAE. Vejam em <a href="http://tinyurl.com/yde7qk9">http://tinyurl.com/yde7qk9</a> .</p>
<p>Estima-se que existam mais de 300.000 desenvolvedores gravitando em torno do GAE, mas as aplicações que estão sendo atualmente escritas são de pequeno porte, departamentais.  Embora a nuvem do Google permita que uma aplicação possa escalar de forma automática para milhões de  page views e milhares de usuários, os temores quanto às condições de segurança, disponibilidade e privacidade de nuvens abertas, como a do Google, são ainda fatores restritivos.  Assim, na minha opinião, e o que respondi a ele com relação ao GAE é considerar esta alternativa apenas para novas aplicações de pequeno porte, escritas em Java ou Python, desenvolvidas por equipes pequenas, estilo “agile development”. Deverão ser aplicações stand-alone (embutidas em si mesmo, sem integração com aplicações legadas). Nem pensar em considerar o GAE para migrar aplicações corporativas legadas, que constituam a base do suporte ao negócio.</p>
<p>Por sua vez recomendo a nuvem da Amazon para aplicações “one-way”, aquelas que voce vai usar uma ou pouquissimas vezes e para as quais não compensa contratar mais recursos computacionais. Também pode ser usada como infraestrutura para pequenas empresas que não tem budgets para manter uma estrutura fisica de TI interna ou mesmo para aplicações situacionais de grandes empresas que não tenham necessidade de maiores integrações com sistemas legados. O AWS permite utilização de aplicações convencionais, pois na prática simplesmente simula servidores fisicos através de virtualização. Entretanto, ainda não está adequada para suportar aplicações de missão critica da maioria das grandes empresas.</p>
<p>No developerWorks vocês podem ver diversos artigos sobre o uso da AWS da Amazon. Recomendo olhar a série de papers &#8220;Cloud Computing with Amazon Web Services&#8221;, no site IBM developerWorks, em  <a href="http://tinyurl.com/ya7lop2">http://tinyurl.com/ya7lop2</a> .</p>
<p>Em resumo,  vimos que Amazon e GAE tem aplicabilidades diferentes e não são necessariamente excludentes. Podemos até utilizar simultaneamente as duas alternativas.</p>
<p>Fonte: <a href="http://computingonclouds.wordpress.com/2010/02/02/google-ou-amazon/" target="_blank">Blog Nas Nuvens</a></p>
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		<title>Privacidade em Cloud Computing</title>
		<link>http://www.profissionaisti.com.br/2009/10/privacidade-em-cloud-computing/</link>
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		<pubDate>Tue, 20 Oct 2009 10:59:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cezar Taurion</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Segurança]]></category>
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		<description><![CDATA[Há poucas semanas levantei diversos posts abordando a questão da segurança em tempos de cloud computing. Hoje pretendo explorar outro assunto correlato que é a privacidade na computação em nuvem. Indiscutivelmente que com o advento da Web 2.0 e todas as suas tecnologias como blogs, microblogs, wikis, etc, nossa pegada digital já está se espalhando [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.profissionaisti.com.br/wp-content/uploads/2009/10/zenith-infotech-virtualized-cloud-computing.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-4492" style="margin-left: 5px; margin-right: 5px;" title="Cloud Computing!" src="http://www.profissionaisti.com.br/wp-content/uploads/2009/10/zenith-infotech-virtualized-cloud-computing-300x200.jpg" alt="Cloud Computing!" width="300" height="200" /></a>Há poucas semanas levantei diversos posts abordando a questão da segurança em tempos de cloud computing. Hoje pretendo explorar outro assunto correlato que é a privacidade na <a href="http://www.profissionaisti.com.br/category/computacao-em-nuvem/">computação em nuvem</a>.</p>
<p>Indiscutivelmente que com o advento da Web 2.0 e todas as suas tecnologias como blogs, microblogs, wikis, etc, nossa pegada digital já está se espalhando em terabytes de informação por dezenas de sites diferentes. E cresce à cada novo serviço que usamos!</p>
<p>O advento do modelo de computação em nuvem vai acelerar esta tendência. Será cada vez mais fácil criar novos serviços, uma vez que a barreira da infraestrutura deixa de existir. Vejamos o exemplo do Twitter. Já temos novas alternativas como o <a href="http://meme.yahoo.com/home/" target="_blank">Meme do Yahoo</a> e o <a href="http://woofertime.com/" target="_blank">Woofer</a>. O Meme vai além dos 140 caracteres do Twitter: permite compartilhamento de qualquer tipo de conteúdo multimídia, como texto, vídeo, áudio e fotos. O <a href="http://www.profissionaisti.com.br/2009/08/cansado-dos-140-caracteres-disponiveis-no-twitter-conheca-o-woofer/">Woofer</a>, por sua vez, vai no caminho inverso do Twitter: os textos devem ter no minimo 1400 caracteres. Neste ritmo em breve teremos outros lançamentos.</p>
<p>Com cloud computing não estamos mais limitados à capacidade física dos nossos PCs e notebooks: temos agora acesso ilimitado à capacidade computacional e armazenamento. Podemos guardar milhares e milhares de documentos e fotos e acessá-los, via Internet, de qualquer dispositivo, desde um notebook a um celular. Podemos usar qualquer software e criar novos aplicativos (as mashup applications) com alguns poucos cliques do mouse.E compartilhar tudo isso muito facilmente.</p>
<p>Mas, e a nossa privacidade? Vamos explorar um pouco mais este assunto. O grau de privacidade e segurança que queremos vai depender de nossa intenção em não compartilhar informações e com as regras, procedimentos e políticas adotadas pelos provedores de serviços Web 2.0 e de cloud computing que usamos. Dependendo do provedor da nuvem e seu tipo (pública ou privada, por exemplo) teremos maior ou menor grau de risco quanto à nossa privacidade.</p>
<p>Um exemplo que pode ser ou não preocupante:  Quando uma informação é armazenada em uma nuvem, em última instância será armazenada em um servidor e um dispositivo de armazenamento residente em algum local físico, que pode ser em outro país, sujeito à legislações diferentes. Além disso, por razões técnicas esta informação poderá migrar de um servidor para outro servidor, ambos em países diferentes. Nada impede que a lei de um destes países permita o acesso à estas informações armazenadas, mesmo sem consentimento de seu “dono”. Por exemplo, a legislação antiterrorista ou de combate à pedofilía em diversos paises permite o acesso a informações pessoais, sem aviso prévio,  em caso de evidências legais de atos criminosos.</p>
<p>Outro ponto interessante é que usamos as nuvens públicas e seus serviços sem prestar atenção aos seus contratos de uso, isto é, quando existirem estes contratos. Para usuários finais, dificilmente vemos contratos de uso de serviços prestados por nuvens. E quando existem, são condições impostas pelos provedores, que podem se dar ao direito de mudar as cláusulas sem aviso. A privacidade pode deixar de existir se uma cláusula constar que a propriedade da informação armazenada na nuvem será do provedor. Neste caso, ele poderá usar e divulgar aquela belissima foto tirada por você em alguma ação de marketing sem aviso prévio.</p>
<p>A questão é que o conceito de computação em nuvem é recente e a legislação em vigor ainda mal entendeu a Internet. Ainda está no paradigma da época em que os PCs viviam isolados e no máximo se trocava disquetes. Apreender para investigação forense um PC cujo conteúdo estará nas nuvens será totalmente irrelevante. E como obter as informações de discos rígidos virtuais, espalhados por diversos provedores de nuvens?</p>
<p>Que será necessário fazer? Bem, de forma “arrogante” algumas poucas sugestões:</p>
<p>a)     Desenvolver novas práticas e políticas de segurança e privacidade que contemplem o paradigma da computação em nuvem.</p>
<p>b)     Rever a legislação que aborda privacidade e segurança eletrônica de modo que o modelo de nuvem seja considerado.</p>
<p>c)     Nós, usuários de nuvens públicas, devemos estar alertas quanto as consequencias de seu uso e dos termos dos seus contratos de serviço.</p>
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		<title>Simple Cloud API &#8211; Aplicações PHP em nuvens computacionais</title>
		<link>http://www.profissionaisti.com.br/2009/10/simple-cloud-api-aplicacoes-php-em-nuvens-computacionais/</link>
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		<pubDate>Fri, 16 Oct 2009 12:26:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cezar Taurion</dc:creator>
				<category><![CDATA[Computação em nuvem]]></category>
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		<category><![CDATA[PHP]]></category>

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		<description><![CDATA[Ainda estamos bem distantes do cenário ideal onde poderemos trocar de fornecedores de cloud de forma fácil, sem aprisonamentos forçados como existente hoje. Mas um passo importante nesta direção foi dado quando a Zend Technologies, apoiada pela IBM e a Microsoft (quem diria…) lançaram um projeto open source chamado Simple Cloud API ou por extenso, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ainda estamos bem distantes do cenário ideal onde poderemos trocar de fornecedores de cloud de forma fácil, sem aprisonamentos forçados como existente hoje. Mas um passo importante nesta direção foi dado quando a Zend Technologies, apoiada pela IBM e a Microsoft (quem diria…) lançaram um projeto open source chamado Simple Cloud API ou por extenso, Simple API for Cloud Application Services (<a style="color: #0066cc; text-decoration: none;" href="http://www.simplecloud.org/" target="_blank">http://www.simplecloud.org/</a>). A proposta deste projeto é criar um conjunto de APIs abertos que poderão ser usados pelos desenvolvedores para escreverem aplicações em <strong><a href="http://www.profissionaisti.com.br/tag/php/">PHP</a></strong> em <a href="http://www.profissionaisti.com.br/category/computacao-em-nuvem/">nuvens computacionais</a> diversas.</p>
<p style="font-size: 1.05em;">Desta forma o desenvolvedor escreve apenas uma API e pode usar o mesmo programa em diversas nuvens. As nuvens que estão sendo consideradas nesta primeira versão são as da Amazon (Amazon AWS), Azure da Microsoft, Nirvanix Storage Delivery Network (<a style="color: #0066cc; text-decoration: none;" href="http://www.nirvanix.com/" target="_blank">http://www.nirvanix.com/</a>) e Rackspace Cloud Files (<a style="color: #0066cc; text-decoration: none;" href="http://www.rackspacecloud.com/" target="_blank">http://www.rackspacecloud.com/</a>).</p>
<p style="font-size: 1.05em;">Inicialmente está orientada à linguagem <a href="http://www.profissionaisti.com.br/tag/php/">PHP</a>, mas no futuro deverá ampliar-se para outras linguagens como Java, Python e Perl.</p>
<p style="font-size: 1.05em;">Fonte: <a href="http://computingonclouds.wordpress.com/2009/10/14/open-cloud-api/" target="_blank">Blog Nas Nuvens</a></p>
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		<title>Apresentações em PowerPoint: friend or foe?</title>
		<link>http://www.profissionaisti.com.br/2009/09/apresentacoes-em-powerpoint-friend-or-foe/</link>
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		<pubDate>Tue, 29 Sep 2009 09:00:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cezar Taurion</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Dia-a-Dia]]></category>
		<category><![CDATA[Papinho de TI]]></category>
		<category><![CDATA[Apresentação]]></category>
		<category><![CDATA[Microsoft]]></category>
		<category><![CDATA[PowerPoint]]></category>

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		<description><![CDATA[Há alguns meses, levantei no meu blog um post sobre o uso de PowerPoint em apresentações e nas universidades. Vejam em https://www.ibm.com/developerworks/mydeveloperworks/blogs/ctaurion/tags/powerpoint. De lá para cá com dezenas de novas apresentações feitas e muitas outras vistas, volto hoje com alguns novos insights, que quero compartilhar com vocês. O assunto merece ser discutido mais exaustivamente. Continuo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="size-full wp-image-4212 alignleft" style="margin-left: 5px; margin-right: 5px;" title="Powerpoint - Friend or Foe?" src="http://www.profissionaisti.com.br/wp-content/uploads/2009/09/logo_powerpoint.jpg" alt="Powerpoint - Friend or Foe?" width="268" height="113" /></p>
<p>Há alguns meses, levantei no meu blog um post sobre o uso de PowerPoint em apresentações e nas universidades. Vejam em <a href="https://www.ibm.com/developerworks/mydeveloperworks/blogs/ctaurion/tags/powerpoint">https://www.ibm.com/developerworks/mydeveloperworks/blogs/ctaurion/tags/powerpoint</a>.</p>
<p>De lá para cá com dezenas de novas apresentações feitas e muitas outras vistas, volto hoje com alguns novos insights, que quero compartilhar com vocês. O assunto merece ser discutido mais exaustivamente. Continuo questionando se os <strong>slides em PowerPoint</strong> são realmente a melhor forma de transmitir conhecimentos e idéias&#8230; Seu uso está tão arraigado que  praticamente não apresentamos nenhuma ideia se não tivermos um conjunto de slides desenhados em PP e exibidos em uma tela na parede. Algumas estimativas apontam que a sociedade gera e exibe trilhões de slides PP a cada ano!</p>
<p>Por um lado, fazer slides em PP é muito fácil. Talvez esteja aí um dos problemas: é fácil demais&#8230; E é fácil fazer as coisas erradas. Cai-se na tentação de fazermos slides que se tornam verdadeiras obras de arte, com bonitos efeitos visuais, mas sem conteúdo.</p>
<p>O nome original do <strong>PowerPoint era Presenter</strong>, que descreve exatamente para o que ele foi escrito: fazer apresentações. Não para dar aulas. É ótimo para uma apresentação de vendas, mas dificilmente gera uma boa aula. O fluxo de informações em uma apresentação PP é one way, do apresentador para a audiência. Não existe espaço para interatividade.</p>
<p>Claro que muitas vezes esta linearidade é positiva: uma apresentação de vendas. Os objetivos destas apresentações são claras: mostrar uma idéia, e persuadir a platéia que a idéia é boa, sem deixar margem para maiores questionamentos. Questionamentos atrapalham o ciclo de vendas&#8230; Mas, em aulas é terrível. Uma aula linear, sem interatividade? Uma aula em PP dificilmente ajuda os estudantes a pensarem por si mesmos. Eles ouvem passivamente o que é falado e visualizado na tela. O modelo de apresentação PP impõe a lógica e a organização de idéias do apresentador, que não necessariamente serão as mesmas dos alunos. Esta imposição é prejudicial ao processo de aprendizado. Não tenho dados científicos para comprovar minha intuição, mas assistir passivamente uma aula em PP deve gerar a mesma intensidade elétrica no cérebro que a gerada quando assistimos a um programa banal na TV.</p>
<p>Também por ser fácil, temos outro problema do mau uso PP: excesso de slides. É fácil ceder a tentação de fazer mais uma figura, colocar mais textos explicativos. Aliás, muitas vezes estes textos estão lá principalmente para ajudar o palestrante e não para a platéia lê-lo. Alguém que vê durante uma hora e meia uma apresentação com dezenas de slides cheios de figuras que se movem  e com textos e mais textos, dificilmente conseguirá absorver seu conteúdo. Temos uma capacidade limitada de absorver informações e se excedermos esta capacidade o excesso será apenas ruído&#8230;O ruído aparece pelo numero excessivo de slides ou pelo excesso de textos em um slide.</p>
<p>Um teste fácil para sabermos se o conteúdo da apresentação é relevante é quando no meio da palestra as pessoas saem para atender ao celular. Voltam alguns slides depois e continuam prestando atenção. Ou pelo menos demonstram estar prestando atenção&#8230;.Ora, se houvesse conteúdo importante e que sua falta prejudicasse a continuidade da absorção do conhecimento, ele simplesmente não conseguiria mais prestar atenção. Se o que ele perdeu foi irrelevante, ele pode continuar sentado e ver os demais slides como se não tivesse perdido nada.</p>
<p>Outro mau uso é o excessivo numero de bullets ou frases curtas que pretendem passar as idéias principais. Tem um case interessante que foi a investigação feita pela NASA do acidente que vitimou um space shuttle. A investigação apontou como um dos culpados a apresentação em PP feita pelos especialistas da NASA para descrever a situação e definir os procedimentos de emergência. O excesso de bullets aninhados acabou fazendo com que as causas principais não fossem devidamente destacadas e identificadas, e a tragédia acabou acontecendo.</p>
<p>E uma do piores vícios das apresentações PP é o apresentador ler o texto dos slides. Ou ele não domina o assunto e está lendo para não ficar em um silencio incômodo ou ele acredita que a platéia é constituída de analfabetos que não sabem ler. Jogo de cores inadequadas é outro erro comum. Vemos as vezes combinações que parecem fruto de daltonismo, porque as cores não combinam umas com as outras.</p>
<p>Enfim, mostrar muitos slides não vai transformar uma má apresentação em boa e não vai transformar um mau apresentador em um bom apresentador. O PP é auxiliar da palestra e não o seu cerne. As idéias e a organização da apresentação é que fazem que a palestra seja boa ou ruim. E, para aulas, ainda tenho muitas desconfianças se o PP não deveria ser limitado ao mínimo necessário&#8230;Então, temos muito o que debater!</p>
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		<title>Algumas tecnologias que merecem atenção!</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Sep 2009 08:00:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cezar Taurion</dc:creator>
				<category><![CDATA[Computação em nuvem]]></category>
		<category><![CDATA[Tendências]]></category>
		<category><![CDATA[Cloud Computing]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologias]]></category>

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		<description><![CDATA[Computação em nuvem vai provocar uma revolução no software. Nos próximos anos os desenvolvedores deverão aprender a usar com proficiência um novo stack de software. Hoje basicamente falamos no stack LAMP, que envolve Linux, Apache, linguagens como Perl/PHP e Python e o bancos de dados MySQL. Mas, o que a computação em nuvem vai nos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Computação em nuvem vai provocar uma revolução no software. Nos próximos anos os desenvolvedores deverão aprender a usar com proficiência um novo stack de software. Hoje basicamente falamos no stack LAMP, que envolve Linux, Apache, linguagens como Perl/PHP e Python e o bancos de dados MySQL.</p>
<p>Mas, o que a computação em nuvem vai nos trazer? Além do  Hadoop,  projeto open source baseado no conceito do MapReduce, que é a técnica de programação usada pelo Google para implementar suas aplicações em Cloud (<a href="http://labs.google.com/papers/mapreduce.html">http://labs.google.com/papers/mapreduce.html</a> e <a href="http://hadoop.apache.org/">http://hadoop.apache.org/</a>), devemos prestar atenção ao  lighttpd (<a href="http://www.lighttpd.net/">http://www.lighttpd.net/</a>) , um webserver que já turbina sites de alta demanda como Youtube, e o banco de dados distribuído MogileFS (<a href="http://www.danga.com/mogilefs/">http://www.danga.com/mogilefs/</a>). Todos são projetos open source.</p>
<p>Vale a pena estudá-los.</p>
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		<title>Alguém tem uma boa definição para Cloud Computing?</title>
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		<pubDate>Tue, 22 Sep 2009 11:56:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cezar Taurion</dc:creator>
				<category><![CDATA[Computação em nuvem]]></category>
		<category><![CDATA[Tendências]]></category>
		<category><![CDATA[Cloud Computing]]></category>
		<category><![CDATA[Computação]]></category>
		<category><![CDATA[Nuvem]]></category>

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		<description><![CDATA[Quando pesquisando para escrever o livro sobre Cloud Computing descobri que existem dezenas de definições diferentes. É um paradigma ainda em evolução e portanto nada mais natural que suas definições ainda não estejam bem claras. Aliás, na computação em nuvem, suas definições, atributos e características, bem como as suas tecnologias de sustentação ainda vão evoluir [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-849" style="margin-left: 5px; margin-right: 5px;" title="Cloud Computing!" src="http://www.profissionaisti.com.br/wp-content/uploads/2009/01/cloud_computing.jpg" alt="Cloud Computing!" width="180" height="228" />Quando pesquisando para escrever o <a title="Concorra ao livro!" href="http://www.profissionaisti.com.br/2009/09/sorteio-de-exemplares-do-livro-cloud-computing-de-cezar-taurion-participe/">livro sobre <strong>Cloud Computing</strong></a> descobri que existem dezenas de definições diferentes. É um paradigma ainda em evolução e portanto nada mais natural que suas definições ainda não estejam bem claras. Aliás, na computação em nuvem, suas definições, atributos e características, bem como as suas tecnologias de sustentação ainda vão evoluir muito e se modificar com o tempo.</p>
<p>Já vivemos isso antes. Basta olhar para a Internet em 1999, dez anos atrás. Alguém imaginava que ela seria como hoje? Tivemos a fase de empolgação, o estouro da bolha, a descrença e agora vemos que ela é a base das comunicações do planeta. Mas, ninguém imagina mais um mundo sem a Internet.</p>
<p>Mas, voltando a Cloud Computing. Aliás, o termo em português que eu adoto é Computação em Nuvem, embora também vejamos  outros termos como Computação nas Nuvens ou Computação na Nuvem…De qualquer maneira, é um ecossistema que compreende vários modelos de negócio, centenas de fonecedores e diferentes nichos de mercado. É um paradigma bem abrangente e muito mais amplo que simplesmente infraestrutura como serviços.</p>
<p>Querem um exemplo? Bem, como modelos de serviços, além de infraestrutura como serviços  (IaaS), podemos ter também Platform-as-a-Service (PaaS) e Software-as-a-Service (SaaS). Além disso, se olharmos pelo prisma dos modelos de entrega, as nuvens podem ser públicas (as mais conhecidas, como a nuvem do Google ou Amazon), mas também privadas (operada por uma única empresa), comunitárias (compartilhadas por um conjunto de empresas) ou híbridas (um mix de nuvens públicas e privadas).</p>
<p>Indo mais além…Uma &#8220;cloud&#8221; ou &#8220;nuvem&#8221; é um conceito abstrato e portanto não se compra como um produto. É construída. E para construí-la precisamos de muito mais esforços em serviços que só adqurindo tecnologias.  Como o ecossistema que envolve Cloud Computing é amplo, surgem diversos fornecedores com definições diferentes e muitas vezes discrepantes entre si. Rotular seus produtos e serviços como Cloud é hoje uma ação comum de marketing. Qualquer produto ou serviço hoje é “cloud”…Um simples hosting de servidores passa a ser chamado de oferta de Cloud Computing!</p>
<p>Enfim, hoje ainda temos muito mais interesse que ações ocorrendo no mundo da Computação em Nuvem. Mas, à medida que os conceitos forem se firmando, as tecnologias evoluindo e os casos de sucesso se disseminando, mais e mais veremos as ações se concretizando.</p>
<p>Adotar o conceito de nuvem é uma trilha a ser perecorrida passo a passo. É uma evolução gradual, não se acorda em &#8220;nuvem&#8221; de um dia para o outro. O primeiro passo? Entender os conceitos e separar o que é puro hype da realidade. Cloud Computing não é hype, tem substância.</p>
<p>Siga o <a title="Siga o PTI!" href="http://twitter.com/profissionaisti">Profissionais TI no Twitter</a> e concorra ao livro <strong><a title="Concorra ao livro!" href="http://www.profissionaisti.com.br/2009/09/sorteio-de-exemplares-do-livro-cloud-computing-de-cezar-taurion-participe/">Cloud Computing</a></strong> mencionado neste artigo.</p>
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