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	<title>Profissionais TI - Pra quem respira informação &#187; Marco Aurélio Neuwiem</title>
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	<description>Pra quem respira informação</description>
	<lastBuildDate>Sun, 12 Feb 2012 12:27:26 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Business Model Generation: uma visão geral para te encantar!</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Jan 2012 11:22:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marco Aurélio Neuwiem</dc:creator>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Metodologias]]></category>
		<category><![CDATA[BMG]]></category>
		<category><![CDATA[Business Model Generation]]></category>
		<category><![CDATA[Negócios]]></category>

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		<description><![CDATA[Dia desses estava numa festa de família e um amigo (que tem o empreendedorismo na veia) comentou sobre um novo modelo de negócios que ele estava usando para um de seus negócios: o Business Model Generation. Assim como grande parte de meus amigos que trabalham com TI (por isso estou publicando este artigo no PTI) [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Dia desses estava numa festa de família e <strong><a href="http://br.linkedin.com/in/alessandrostupp">um amigo</a></strong> (que tem o empreendedorismo na veia) comentou sobre um novo modelo de negócios que ele estava usando para um de seus negócios: o <strong><a href="http://www.businessmodelgeneration.com/" target="_blank">Business Model Generation</a></strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Assim como grande parte de meus amigos que trabalham com TI (por isso estou publicando este artigo no PTI) estou cheio de idéias e nem sempre consigo organizá-las adequadamente, e pensei que o <strong>BMG</strong> poderia me ajudar &#8211; Hoje tenho certeza disso e quero que você também possa usufruir as benesses deste modelo.</p>
<h3 style="text-align: justify;">Mas então vamos falar sobre o Business Model Generation</h3>
<p style="text-align: justify;">O BMG é um modelo de <strong>plano de negócios visual</strong>, simples assim.</p>
<p style="text-align: justify;">Falar é mais difícil do que visualizar (como o método prega) assim, segue a visualização do Canvas (mais a frente falarei mais sobre o Canvas):</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter" style="vertical-align: middle;" src="http://www.businessmodelgeneration.com/images/canvas_hero.png" alt="Canvas" width="550" height="461" /></p>
<p style="text-align: justify;">Como eu sei que você vai gostar de usar o <a href="http://www.businessmodelgeneration.com/downloads/business_model_canvas_poster.pdf" target="_blank">BMG aproveite e faça o download do PDF em boa resolução para impressão</a>. Recomendo que faças a impressão num birô de impressão em <em>tamanho A3</em>.</p>
<p style="text-align: justify;">E pra facilitar ainda mais o entendimento, <a href="http://www.youtube.com/watch?v=QoAOzMTLP5s&amp;feature=player_embedded">este vídeo abaixo é matador</a>:</p>
<p style="text-align: center;"><iframe frameborder="0" height="379" src="http://www.youtube.com/embed/QoAOzMTLP5s" width="460"></iframe></p>
<p style="text-align: justify;">Quase <span style="text-decoration: underline;">500 (co)autores</span> participaram da criação da ferramenta, que foi uma publicação própria, <strong>sem</strong> auxilio de editoras. Note que a própria criação do método é feita de uma forma inovadora: estas pessoas <strong>PAGARAM</strong> para participar da construção do método.</p>
<p style="text-align: justify;">Sério, eles <span style="text-decoration: underline;">pagaram para escrever</span> e você provavelmente não entendeu o por quê eles fizeram isso, certo?<br />
Dá <a href="http://www.youtube.com/watch?v=ynQasjpBTCk" target="_blank">uma olhada nesse vídeo aqui</a> que tem algumas &#8216;pistas&#8217;.</p>
<p style="text-align: justify;">O livro é um dos mais procurados em <a href="http://www.amazon.com/Business-Model-Generation-Visionaries-Challengers/dp/0470876417/ref=sr_1_1?s=books&amp;ie=UTF8&amp;qid=1325078321&amp;sr=1-1" target="_blank">diversas categorias no <strong>Amazon.com</strong></a>:</p>
<ol style="text-align: justify;">
<li>Systems &amp; Planning</li>
<li>Small Business &amp; Entrepreneurship</li>
<li>Business Management</li>
</ol>
<p style="text-align: justify;">Não à toa empresas como <a href="http://www.3m.com/" target="_blank">3M</a>, <a href="http://www.pwc.com/">PwC</a>, <a href="http://www.deloitte.com.br/">Deloitte</a>, <a href="http://www.ibm.com">IBM </a>entre outras gigantes estão usando o BMG.</p>
<p style="text-align: justify;">O livro (que <a href="http://www.amazon.com/Business-Model-Generation-Visionaries-Challengers/dp/0470876417/ref=sr_1_1?s=books&amp;ie=UTF8&amp;qid=1325078321&amp;sr=1-1">pode ser <strong>adquirido</strong> na Amazon.com</a> por um preço mais barato do que a <a href="http://www.businessmodelgeneration.com/downloads/businessmodelgeneration_preview.pdf" target="_blank">impressão do <strong>preview</strong></a> em birô) é fantástico, e feito num formato totalmente visual &#8211; Para quem, assim como eu, precisa &#8216;ver as coisas&#8217; o livro é um tapa na cara. Ele começa te fazendo algumas perguntas:</p>
<ul>
<li>Você tem um espírito empreendedor?</li>
<li>Você fica pensando emcomo criar valor e gerar novos negócios e transformar sua empresa?</li>
<li>Você está buscando formas inovadoras de fazer negócios para acabar com os velhos modos? <strong>Se sim</strong>, então aqui tem uma boa quantidade de informação sobre como fazer isso.</li>
</ul>
<h3 style="text-align: justify;">Sobre o Business Model Canvas</h3>
<p style="text-align: justify;">O <strong>BMC</strong>, é uma ferramenta de gestão estratégica e empreendedora. Ele permite que você para descrever, design, desafio, inventar, e pivô seu modelo de negócio e está dividida em 9 importantes partes que eu descrevo na sequência e devem ser preenchidas e pesquisadas para que o BMC seja completo (<em>para ser mais fiel à publicação manterei os títulos em inglês</em>).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Customer Segments</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Este bloco de informações define quais são os diferentes grupos de pessoas (ou empresas) que um organização se propõem a atingir. Este bloco deve responder:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Para quem nós criamos valor?</li>
<li>Quais são nossos clientes mais importantes?</li>
</ul>
<div style="text-align: justify;">Para mim, junto do próximo bloco (<em>Value Propositions</em>) este é um dos mais ignorados nas empresas que avalio: preocupam-se em demasia com o produto e esquece-se de um planejamento sobre <strong>quem irá consumir</strong> e <strong>quais os problemas</strong> este produto resolverá?</div>
<p style="text-align: justify;"><strong>Value Propositions</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Este bloco se propõem a descrever o conjunto de produtos e/ou serviços que criam valor para um determinado segmento de clientes. Deve responder:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Para quem nós criamos valor?</li>
<li>Quais problemas de nossos clientes estamos ajudando a resolver?</li>
<li>Quais necessidades estamos atendendo?</li>
<li>Quais os conjuntos de produtos/serviços que estamos oferecendo para cada segmento de clientes?</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><strong>Channels</strong></p>
<p style="text-align: justify;">De que formas sua empresa/negócio se comunica e atinge os diferentes segmentos? Como é entregue cada uma das proposições de valor?<br />
Além disso:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Por quais canais nossos diferentes segmentos de clientes desejam ser ouvidos?</li>
<li>Quais nós usamos?</li>
<li>Como estes canais estão integrados?</li>
<li>Quais funcionam melhor para cada segmento de clientes?</li>
<li>Quais os mais eficientes (sob a visão de custos)?</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><strong>Customer Relationships</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Qual a relação que sua empresa estabelece com cada um dos segmentos de clientes?<br />
Saiba também:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Qual o tipo de relação cada um dos segmentos de clientes esperam que mantenhamos com eles?</li>
<li>Quais nós já temos?</li>
<li>Quanto custa cada um?</li>
<li>Qual a integração com o restante do modelo de negócios?</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><strong>Revenue Streams</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Este bloco representa a(s) forma(s) que o negócio gera receita a partir de cada um dos segmentos de clientes.<br />
Descubra :</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Por que valor nossos clientes estão dispostos a pagar?</li>
<li>Pelo que eles atualmente estão pagando?</li>
<li>Como eles estão pagando?</li>
<li>Como eles gostariam de pagar?</li>
<li>Como cada receita contribui para o resultado geral?</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><strong>Key Resources</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Este bloco de informações descreve quais são os principais recursos para que o modelo de negócios opere.<br />
Entenda:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Quais recursos nossas proposições de valor exigem?</li>
<li>Quais recursos são exigidos pelos nossos canais de distribuição?</li>
<li>E quais recursos são exigidos para manter o relacionamento com nossos clientes?</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><strong>Key Activities</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Neste conjunto é evidenciado quais as principais atividades precisam ser realizadas para que o modelo de negócios funcionar.<br />
As principais perguntas a serem respondidas são:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Quais as principais atividades que precisamos realizar para entregar nossa proposta de valor?</li>
<li>E por nossos Canais?</li>
<li>E por nosso tipo de relacionamento com clientes?</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><strong>Key Partnerships</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Este bloco descreve como a rede de fornecedores e parceiros é composta para que o negócio rode.<br />
Você deverá saber:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Quem são os principais parceiros?</li>
<li>Quem são nossos fornecedores principais?</li>
<li>Quais recursos estamos adquirindo de nossos parceiros?</li>
<li>Quais as principais atividades são executadas pelos parceiros?</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><strong>Cost Structure</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Quanto custa operar todo o negócio.<br />
Procure:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Quais são os custos mais importantes no modelo de negócios?</li>
<li>Quais os principais recursos mais caros?</li>
<li>Quais as principais atividades mais onerosas?</li>
</ul>
<h3 style="text-align: justify;">Os resultados</h3>
<p style="text-align: justify;">Podem ser surpreendentes ao preencher o Canvas:</p>

<a href='http://www.profissionaisti.com.br/2012/01/business-model-generation-uma-visao-geral-para-te-encantar/amazon-canvas/' title='Amazon-Canvas'><img width="150" height="150" src="http://www.profissionaisti.com.br/wp-content/uploads/2011/12/Amazon-Canvas-150x150.png" class="attachment-thumbnail" alt="Amazon-Canvas" title="Amazon-Canvas" /></a>
<a href='http://www.profissionaisti.com.br/2012/01/business-model-generation-uma-visao-geral-para-te-encantar/canvas/' title='canvas'><img width="150" height="150" src="http://www.profissionaisti.com.br/wp-content/uploads/2011/12/canvas-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="canvas" title="canvas" /></a>
<a href='http://www.profissionaisti.com.br/2012/01/business-model-generation-uma-visao-geral-para-te-encantar/fifa-world-cup-2010/' title='FIFA-World-Cup-2010'><img width="150" height="150" src="http://www.profissionaisti.com.br/wp-content/uploads/2011/12/FIFA-World-Cup-2010-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="FIFA-World-Cup-2010" title="FIFA-World-Cup-2010" /></a>
<a href='http://www.profissionaisti.com.br/2012/01/business-model-generation-uma-visao-geral-para-te-encantar/nespresso_businnes_model/' title='nespresso_businnes_model'><img width="150" height="150" src="http://www.profissionaisti.com.br/wp-content/uploads/2011/12/nespresso_businnes_model-150x150.png" class="attachment-thumbnail" alt="nespresso_businnes_model" title="nespresso_businnes_model" /></a>

<p style="text-align: justify;">Por fim: use o BMG da forma que você achar mais interessante, <a href="http://www.bizrevolution.com.br/bizrevolution/2011/12/como-fazer-um-planejamento-estrat%C3%A9gico-com-9-perguntas-.html" target="_blank">incluindo como o pessoal da da <strong>BizRevolution</strong></a>.</p>
<p style="text-align: justify;">E nunca é demais lembrar que ao preencher você pode:</p>
<ol style="text-align: justify;">
<li>Use os &#8220;Sticky Notes&#8221; (mais conhecidos como Post-It) para construir os blocos de ideias: as idéias precisam de mobilidade assim ficará fácil movê-las de lugar</li>
<li>Escreva mas PRINCIPALMENTE desenhe. Lembra daquela expressão &#8220;Entendeu ou quer que eu desenhe?&#8221;. A minha resposta sempre é DESENHE.</li>
<li>Use cores nos Sticky Notes agrupando por temas (segmento de clientes, por exemplo).</li>
<li>Crie alternativas. Não se apaixone pela primeira idéia.</li>
<li>Crie uma estória com seu plano de negócios.</li>
<li>Mapeie com o Canvas todos os negócios que você julgar como relevantes e importantes. Você aprenderá pelo exemplo dos melhores.</li>
</ol>
<div style="text-align: justify;">Boa sorte e boa aventura!!!</div>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>A Mobilidade e o potencial de transformação nos negócios</title>
		<link>http://www.profissionaisti.com.br/2011/09/a-mobilidade-e-o-potencial-de-transformacao-nos-negocios/</link>
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		<pubDate>Fri, 02 Sep 2011 19:12:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marco Aurélio Neuwiem</dc:creator>
				<category><![CDATA[Governança de TI]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia Móvel]]></category>
		<category><![CDATA[Mobilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Negócios]]></category>

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		<description><![CDATA[Na semana passada tive o privilégio de participar de um evento direcionado à uma centena de CIOS do Brasil no qual o tema que poderíamos escolher era livre. Mais do que simplesmente apresentar a empresa que trabalho, ou o grupo, eu gostaria de falar sobre algo que eu realmente gosto e tenho paixão, e mais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Na semana passada tive o privilégio de <a href="http://www.it4cio.com/portalIT4CIO/index.php?lang=pt" target="_blank">participar de um evento direcionado à uma centena de CIOS do Brasil</a> no qual o tema que poderíamos escolher era livre.</p>
<p style="text-align: justify;">Mais do que simplesmente apresentar a <a href="http://www.tridmen.com.br">empresa que trabalho</a>, ou o <a href="http://www.teclogica.com.br">grupo</a>, eu gostaria de falar sobre algo que eu realmente gosto e tenho paixão, e mais do que isso, que minha fluência fosse realmente um diferencial na apresentação &#8211; Assim resolvi escolher falar sobre o <strong>potencial de transformação</strong> que as empresas tem percebido ao adotar a <em>mobilidade</em>, num termo que definimos: <strong>Mobilidade Corporativa</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Resolvemos abordar o tema dividindo as discussões em 2 diferentes etapas, que compartilho e comento abaixo:</p>
<h3 style="text-align: justify;">1.Maturidade na adoção de Mobilidade Corporativa</h3>
<p style="text-align: justify;">Definir um estágio de evolução de uma corporação na adoção da Mobilidade Coporativa pode não ser o melhor termo. Escolhemos expor que os processos de negócio da corporação é que realmente representam esta maturidade, e, como reflexo, a tecnologia é uma imagem perfeita (imagem x domínio).</p>
<p style="text-align: justify;">Acompanhem no gráfico abaixo:</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.profissionaisti.com.br/wp-content/uploads/2011/09/mobilidade-maturidade.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-19270" title="mobilidade-maturidade" src="http://www.profissionaisti.com.br/wp-content/uploads/2011/09/mobilidade-maturidade-300x249.jpg" alt="" width="300" height="249" /></a>Para não limitar a idéia, eu exploro 3 regiões limítrofes com exemplos bastante práticos e de fácil visualização, contudo, antes de adentrar nos exemplos, pondere sobre o próprio gráfico:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Eixo X
<ul>
<li>Representa os processos de negócio da empresa</li>
<li> A mobilidade está relacionada a extensão destes processos de negócio para fora dos limites da empresa</li>
</ul>
</li>
<li>Eixo Y
<ul>
<li>Uso da tecnologia na visão da organização: Operacional, Tático ou Estratégico</li>
</ul>
</li>
<li>Eixo virtual Z
<ul>
<li>Atributos dos processos de negócio: Relevância, Complexidade e Necessidade</li>
</ul>
</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><strong>1.1. Estágio Elementar (Nível 1)</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Num estágio elementar uma corporação leva um processo de negócio ao campo da forma mais elementar possível: adotando um celular corporativo. Nesta exemplificação eu adotei o exemplo de um vendedor que vai à campo e, estando no cliente, liga para o backoffice com seu celular para obter informações de crédito sobre o cliente que ele visita no momento.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>1.2. Estágio Intermediário (Nível 3)</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Neste estágio, que é bastante comum no Brasil, a operação é refletida com uma aplicação que realiza um sincronismo de dados em diferentes momentos do período, sem contudo permanecer on-line. Uma operação de força de vendas é um exemplo bastante real para este estágio.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>1.3. Estágio Avançado (Nível 5)</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Quando: a necessidade, complexidade e a relevância de um processo de negócio são extremos, ou seja, oferecem grande impacto para a empresa o reflexo imediato é a composição de mix de tenoclogias que pode incluir:</p>
<ol style="text-align: justify;">
<li>Informações em tempo real (incluindo conexão via satélite)</li>
<li>Georreferenciamento</li>
<li>Multimidia</li>
<li>Realidade aumentada</li>
</ol>
<h3 style="text-align: justify;">2.Mas como podemos adotar estas tecnologias?</h3>
<p style="text-align: justify;">A tecnologia tem um aspecto que, para mim, é o mais interessante: <strong>não tem limites</strong> &#8211; Quanto mais pensamos a respeito mais formas de uso encontramos para cada uma delas.</p>
<p style="text-align: justify;">A idéia do gráfico abaixo é justamente esta: dar uma dimensão sobre como podemos, ou melhor, como as corporações podem adotar a mobilidade corporativa para seus negócios:</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.profissionaisti.com.br/wp-content/uploads/2011/09/mobilidade-onde-adotar.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-19271" title="mobilidade-onde-adotar" src="http://www.profissionaisti.com.br/wp-content/uploads/2011/09/mobilidade-onde-adotar-252x300.jpg" alt="" width="252" height="300" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">E assim ficamos com exemplos bastante práticos de uso:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li><strong>Área de Vendas</strong>
<ul>
<li>Informações em tempo real gerando maior satisfação para consumidores e por consequência gerando maior fidelidade e maiores margens de rentabilidade</li>
</ul>
</li>
<li><strong>Área de Serviços e Suporte</strong>
<ul>
<li>Automação de equipes de campo que consequentemente operam numa maior eficiência e conseguem atingir maiores índices de satisfação com clientes e menores riscos perante órgãos regulatórios</li>
</ul>
</li>
<li><strong>Área de Recursos Humanos</strong>
<ul>
<li>Eu acredito que poucas áreas de uma corporação tem recebido tão pouca atenção quanto a de desenvolvimento humano, e note que ela pode se beneficiar de aprovações em workflow, <a href="http://www.tridmen.com.br/site/pt_br/solucoes.php?show=1">como um produto que conheço</a>, para utilizar o tempo de forma mais eficiente.</li>
<li>Outra oportunidade de grande interesse é adotar a mobilidade para gerar e difundir conhecimento, <a href="http://www.thinkingapps.com.br/?page_id=119">há algumas soluções interessantes</a> para cobrir esta necessidade</li>
</ul>
</li>
<li><strong>Área de TI</strong>
<ul>
<li>Por mais estranho? que pareça, sim a área de ti também pode (e tem) adotado soluções na busca de níveis superiores de operação: monitoramento à distância e operação do parque de TI através de tablets que criam além de maior eficiência operacional também geram maior produtividade</li>
</ul>
</li>
<li><strong>Área de Varejo</strong>
<ul>
<li>Pra mim uma das que mais se beneficia da adoção de mobilidade: por se tratar de um negócio onde as margens são extremamente apertadas, qualquer geração de fidelidade com consumidores através de informação em tempo real (bom saber onde nossa compra está no exato momento, certo?) ou mesmo um uso mais eficiente de estoque propiciam maiores margens</li>
</ul>
</li>
<li><strong>Outras áreas</strong>
<ul>
<li>De forma geral todas as áreas de uma empresa podem obter maior eficiência e produtividade, além de gerar maior fidelidade com consumidores através do uso de informações em tempo real e respostas mais ágeis às necessidades crescentes</li>
</ul>
</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Tudo muito lindo, muito bonito, mas você pode pensar:  mas e os números? Onde realmente as empresas tem adotado a mobilidade corporativa? Ok, ok, vamos aos números, e eles existem justamente para demonstrar onde/como as coisas acontecem.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo o pequisa realizada pelo Forrester, Enterprise and SMB Networks and Telecommunications Survey, North America and Europe, Q1 2010, a visão geral é a seguinte:</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.profissionaisti.com.br/wp-content/uploads/2011/09/mobilidade-beneficios.png"><img class="aligncenter size-medium wp-image-19278" title="mobilidade-beneficios" src="http://www.profissionaisti.com.br/wp-content/uploads/2011/09/mobilidade-beneficios-300x142.png" alt="" width="300" height="142" /></a><strong>Resumindo:</strong></p>
<ol style="text-align: justify;">
<li>3/4 dos entrevistados tem visto a mobilidade como forma de alcançar maior produtividade</li>
<li>65% tem visto como principal benefício a maior velocidade na tomada de decisões</li>
<li>Quase metade vê os problemas de seus clientes sendo resolvidos mais rapidamente</li>
<li>42% enxergam o aumento da satisfação do cliente como principal benefício</li>
</ol>
<p style="text-align: justify;">Há outras possíveis conclusões com base no gráfico, mas a grande verdade é que a mobilidade corporativa está aí do seu lado: o que você e sua empresa farão para aproveitar esta oportunidade?</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Missão e Visão em empresas de tecnologia: você deveria atentar para as afirmações da sua empresa?</title>
		<link>http://www.profissionaisti.com.br/2010/08/missao-e-visao-em-empresas-de-tecnologia-voce-deveria-atentar-para-as-afirmacoes-da-sua-empresa/</link>
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		<pubDate>Mon, 02 Aug 2010 11:14:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marco Aurélio Neuwiem</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Papinho de TI]]></category>
		<category><![CDATA[Empresa]]></category>
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		<category><![CDATA[Visão]]></category>

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		<description><![CDATA[A Missão de empresa pode ser sintetizada como uma “declaração de propósitos ampla e duradoura, que individualiza e distingue a razão de ser da organização”, ou seja, aquilo cria o senso de individualidade, de exclusividade, numa organização e dá sentido para sua existência. Além disso, revela o real motivo da existência da empresa orientando todos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Missão de empresa pode ser sintetizada como uma “<em><strong>declaração de propósitos ampla e duradoura, que individualiza e distingue a razão de ser da organização</strong></em>”, ou seja, aquilo cria o senso de individualidade, de exclusividade, numa organização e dá sentido para sua existência. Além disso, revela o real motivo da existência da empresa orientando todos os que se relacionam com ela sobre como ela é, diria que é seu DNA.</p>
<p>Já a Visão revela aonde a empresa quer chegar, dando a orientação sobre qual direção ela seguirá no futuro (ou pelo menos espera seguir), resumidamente: é a linha de horizonte da organização.</p>
<p>Montei uma coletânea de missões e visões de algumas empresas de tecnologia que ajudará no raciocínio que compartilho, acompanhe:</p>
<blockquote>
<h3>Adobe</h3>
<p>To help people communicate better.</p>
<h3>Oracle</h3>
<p>Simplify Speed Information Delivery with Integrated Systems and a Single Database.</p>
<h3>Google</h3>
<p>To organize the world&#8217;s information and make it universally accessible and useful.</p>
<h3>Microsoft</h3>
<p>At Microsoft, our mission and values are to help people and business throughout the world to realize their full potential.</p>
<h3>CANONICAL</h3>
<p>To create software platforms that compete with the best but are free to use, share and develop.</p>
<h3>Motorola</h3>
<p>To be the leading product provider of innovative products that meets the expanding needs of customers around the world.</p>
<h3>SAP</h3>
<p>Our vision is for companies of all sizes to see clearly, think clearly, and act clearly so that they can close the gap between strategy and execution and become best-run businesses.</p>
<h3>Xerox</h3>
<p>Through the world&#8217;s leading technology and services in business process and document management, we&#8217;re at the heart of enterprises small to large, giving our clients the freedom to focus on what matters most: their real business.</p>
<h3>IBM</h3>
<p>At IBM, we strive to lead in the invention, development and manufacture of the industry&#8217;s most advanced information technologies, including computer systems, software, storage systems and microelectronics.</p>
<p>We translate these advanced technologies into value for our customers through our professional solutions, services and consulting businesses worldwide.</p>
<h3>DELL</h3>
<p>Dell&#8217;s mission is to be the most successful Computer Company in the world at delivering the best customer experience in markets we serve. In doing so, Dell will meet customer expectations of:</p>
<ul>
<li>Highest quality</li>
<li>Leading technology</li>
<li>Competitive pricing</li>
<li>Individual and company      accountability</li>
<li>Best-in-class service and      support</li>
<li>Flexible customization      capability</li>
<li>Superior corporate citizenship</li>
<li>Financial stability</li>
</ul>
</blockquote>
<p>Das mais simples (como a da Oracle que é um reflexo da sua atuação) às mais elaboradas como a da DELL é possível perceber que algumas delas realmente fazem o que se propõem:</p>
<ul>
<li><strong>Adobe</strong>: seus produtos como Acrobat, Photoshop e Flash ainda que não tenham como foco melhorar a comunicação o faz simplesmente por existirem;</li>
<li><strong>Oracle</strong>: há sinônimo mais límpido de banco de dados do que este nome?</li>
<li><strong>Google</strong>: quem é mesmo que organizou (ou pelo menos ainda tenta) toda as informações disponibilizadas na web de forma inteligente?</li>
<li><strong>Microsoft</strong>: esta empresa,  que cria ferramentas do porte do Excel, me lembra o Red Bull (<em>que te dá asas</em>) haja visto que já vi planilhas controlando até o apontamento de bicos de postos de gasolina, posso creditar algum valor que ela auxilia na liberação do potencial de muitas pessoas.</li>
<li><strong>Canonical</strong>: Ubuntu, lembra algo?</li>
<li><strong>SAP</strong>: me parece que a SAP foi muito inteligente ao resumir o que um ERP (e seus ‘agregados’) fazem por uma empresa.</li>
<li><strong>Xerox</strong>: praticamente é um resumo de como terceirizar atividades que não estão no core da maioria das empresas;</li>
<li><strong>IBM</strong>: com a temática de ‘planeta mais inteligente’ concordo que ela até extrapola sua missão.</li>
<li><strong>DELL</strong>: quem mesmo aproveitou um nicho de mercado que muitas empresas estão tentando abocanhar hoje? Conseguir-se-ia isto sem uma visão clara de quão importante é a experiência do consumidor?</li>
</ul>
<p>Minha reflexão parte do ponto em que a Missão poderia (deveria?) ser adotada como apoio para as decisões da empresa, e assim, deixo alguns questionamentos que apenas você pode responder para si mesmo:</p>
<ol>
<li>Minha empresa age de acordo com sua Missão / Visão?</li>
<li>Eu ajo de acordo com a Missão / Visão da minha organização?</li>
<li>Aquilo que a empresa almeja está de acordo com aquilo que quero para minha vida?</li>
<li>No mundo de hoje faz sentido batalhar por esta Missão?</li>
<li>E no cenário de amanhã? A Visão faz sentido para você?</li>
</ol>
<p>Se para qualquer uma das perguntas você permanece em dúvidas para responder, ou respondeu negativamente pense se realmente a sua organização age de acordo com a Missão ou Visão, ou então, repense em como permanecer no mesmo <em>Statu Quo</em>.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Profissionais de TI e Profissionais do Futebol: tudo a ver!</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Dec 2009 11:31:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marco Aurélio Neuwiem</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Futebol]]></category>
		<category><![CDATA[TI]]></category>

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		<description><![CDATA[Dia desses estava vendo SporTV, por conta de um tempo extra que fui premiado por causa de uma catapora aos 30 anos (ok,ok, é coisa de criança mas eu achei que já havia pego e quando meu filho apareceu eu estava &#8216;tranquilo&#8217; &#8211; mas nem tanto) e num desses momentos de folga forçada acabei por [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Dia desses estava vendo <strong>SporTV</strong>, por conta de um <em>tempo extra </em>que fui premiado por causa de uma catapora aos 30 anos (ok,ok, é coisa de criança mas eu achei que já havia pego e quando meu filho apareceu eu estava &#8216;tranquilo&#8217; &#8211; mas nem tanto) e num desses momentos de <em>folga forçada </em>acabei por aproveitar o tempo e ver um programa no referido canal onde o astro do futebol, <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%B3crates_Brasileiro_Sampaio_de_Souza_Vieira_de_Oliveira">Sócrates</a>, comentava sobre a carreira de futebolistas. (não, eu não estou falando do filósofo mas apesar disso este brasileiro <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%B3crates">não deixa a desejar ao grego</a>)</p>
<p>Na entrevista, o brasileiro comentava sobre a carreira daqueles que participam do cenário de futebol mundial, e, a determinada altura da entrevista, ele comentou algo que me chamou muita atenção &#8211; De forma que imediatamente fiz uma analogia a carreira daqueles que se aventuram na área de TI.</p>
<p>Eis o que o &#8216;<strong>mestre</strong>&#8216; comentou sobre o que se necessita para criar uma boa carreira no ambiente futebolistico:</p>
<p><strong>1) Talento</strong></p>
<p><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Talento_%28aptid%C3%A3o%29">Segundo uma parábola bíblica</a>:</p>
<p>Algumas pessoas receberam valores diferentes de seu senhor, e sem que soubessem que isso iria acontecer, foram chamadas a prestar contas algum tempo depois.</p>
<p>As que receberam quantidades maiores de talentos, trabalharam com eles, <em><strong>gerando lucro</strong></em>. A que recebeu apenas um talento, com medo do rigor de seu senhor, preferiu enterrá-lo para entregar tal e qual lhe foi confiado, sendo severamente repreendida no dia da prestação de contas. Segundo a parábola, mesmo os que recebem poucos talentos têm o dever de fazê-los prosperar e produzir outros.</p>
<p>Atualmente, usa-se o termo talento para designar habilidades inatas das pessoas, ou capacidade natural para realizar determinadas atividades. Um outro significado do termo é a habilidade extraordinária que algumas pessoas têm para realizar suas atividades diárias, ao ponto de merecerem <em><strong>honra especial</strong></em>.</p>
<p>E é sobre esta &#8216;honra especial&#8217; que gostaria de comentar: pare e pense a respeito de quais honras você e os produtos de seu trabalho merecem ser festejados. Quais são as honras e produtos que merecem atenção especial? Quais produtos que você entrega são dignos de uma honraria diferenciada?</p>
<p>Um código? Uma classe? Uma interface especial? Não importa! Desde que realmente seu trabalho traga diferença para aqueles que estão com você na empreitada de ser <em><strong>mais do que simplesmente mais um</strong></em>.</p>
<p><strong>2) Oportunidades</strong></p>
<p><a href="http://www.google.com.br/search?hl=pt-BR&amp;client=firefox-a&amp;rls=org.mozilla%3Aen-US%3Aofficial&amp;hs=aNr&amp;q=oportunidades&amp;btnG=Pesquisar&amp;meta=&amp;aq=f&amp;oq=">Segundo o Google</a>, oportunidades são uma vasta variedade de momentos para ser feliz e aproveitar o momento.</p>
<p>Porém, para um jogador de futebol, assim como para um PTI (Profissional de TI) OPORTUNIDADE <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Custo_de_oportunidade">significa renunciar a uma série de opções</a> excludentes. Ou seja, tendo em vista inúmeras oportunidades possíveis qual a que ofertará o melhor retorno dado que todas são excludentes (a opção por uma delas incorre na recusa das outras).</p>
<p>De fato, ao longo de uma década de oportunidades (algumas vezes desperdiçadas, outras extremamente bem aproveitadas) tive o privilégio de entender que em alguns momentos erramos e outros acertamos &#8211; E com isto teremos de sobreviver as mazelas que nos acompanharão o resto da vida.</p>
<p>Mas o ponto aqui, jorra sobre um questionamento: você está aproveitando as oportunidades que o campeonato apresenta com a máxima eficiência possível? Difícil de responder? Concordo. Mas filosofar a respeito é fundamental para que chegue a conclusão correta. Quem sabe inclusive marcar um gol de placa.</p>
<p>Aliás, este término de campeonato brasileiro de 2009 foi pródigo em demonstrar que um gol especial pode fazer toda a diferença, que  o diga <a href="http://www.youtube.com/watch?v=9mfS175b5fw">Diego Souza que marcou um dos mais belos gols do campeonato brasileiros de todos os tempos</a>. E você? Qual seu melhor gol no seu trabalho? Tá bom, antes que você me pergunte eu NÃO sou palmeirense, mas de fato este gol foi antológico &#8211; e acredito que ele tem muito a ensinar sobre <strong>REALMENTE APROVEITAR UMA OPORTUNIDADE</strong>.</p>
<p><strong>3) Maturação</strong></p>
<p>Sim, há coisas que nada além do tempo podem fazer com que você seja melhor &#8211; Uma delas, talvez a mais importante é a <strong>maturação</strong>, ou seja, a propriedade do amadurecimento que nos faz, como seres humanos, sermos capazes de cumprir  nossa missão (tendo em vista o <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Matura%C3%A7%C3%A3o">âmbito biológico a reprodução</a>, no âmbito profissional cumprir nossas mais complexas e dificies missões).</p>
<p>Dentro de uma visão psicológica, diz-se o ser humano maduro, aquele que tem uma grande experiência de vida e uma visão melhor dessa no seu sentido filosófico. A maturação, nesse sentido, pode ocorrer após ou durante uma crise psicológica, desencadeada, geralmente, por algum evento importante na vida do indivíduo.</p>
<p>Pois bem, quais são os traumas que te acopanham ao longo do desenvolvimento profissional? E mais importante que isso: quais deles te fazem um profissional melhor do que eras?</p>
<p>Quantos Gols foram resultado de uma grande &#8216;dividida&#8217; que te permitiu progredir a fim de marcar um &#8216;<strong>gol de placa</strong>&#8216;?</p>
<p>E, é desta forma, desejando que marques um verdadeiro gol de placa que finalizo este post: seja como um grande &#8216;zagueirão&#8217;, seja como um grande &#8216;artilheiro&#8217;, espero que penses a respeito desta analogia com futebol e faça de 2010 um ano de <a href="http://www.fifa.com/worldcup/index.html">Copa do Mundo</a>: <em>marque seu melhor gol e seja o artilheiro de sua carreira profissional!</em></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Negociação em TI: o aprendizado é contínuo &#8211; Sempre!</title>
		<link>http://www.profissionaisti.com.br/2009/09/negociacao-em-ti-o-aprendizado-e-continuo-sempre/</link>
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		<pubDate>Mon, 28 Sep 2009 08:00:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marco Aurélio Neuwiem</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Papinho de TI]]></category>
		<category><![CDATA[Aprendizado]]></category>
		<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[TI]]></category>

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		<description><![CDATA[Negociar é uma arte. Planejar, mais ainda. Note que, conforme este post do Ricardo Farah, há alguns pontos de muita atenção, a saber: Informe-se: sobre as &#8216;suas&#8217; coisas e as &#8216;coisas da outra parte&#8217; Planeje: uma boa regra é determinar 15% do tempo previsto da negociação para o planejamento dela Priorize - Quais pontos devem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Negociar é uma arte.</strong></p>
<p><em><strong>Planejar, mais ainda. </strong></em></p>
<p>Note que, <a href="http://carreiras.empregos.com.br/comunidades/mid/artigos/051205-arte_negociar.shtm">conforme este post do Ricardo Farah</a>, há alguns pontos de muita atenção, a saber:</p>
<ol>
<li><strong>Informe-se</strong>: sobre as &#8216;suas&#8217; coisas e as &#8216;coisas da outra parte&#8217;</li>
<li><strong>Planeje</strong>: uma boa regra é determinar 15% do tempo previsto da negociação para o planejamento dela</li>
<li><strong>Priorize </strong>- Quais pontos devem ser discutido em quais momentos?</li>
<li>O que você está disposto a <strong>conceder</strong>? Até que ponto? Lembre-se da MAPUANA: Melhor Alternativa para um Acordo Não Viável</li>
<li>Atente para a <strong>periferia</strong>: Quem são os reais concorrentes da disputa?</li>
<li><strong>Empatia</strong>: como se sentiria na posição do outro negociador? Quais seriam suas reações?</li>
<li>Qual <strong>valor percebido </strong>pela outra parte das minhas concessões?</li>
<li><strong>Condicione</strong>: if($tenho_de_conceder== INEVITAVEL) { $q_receberei_em_troca = &#8216;tem de ser importante&#8217;;}</li>
<li><strong>Ganha x Ganha</strong>: Quanto estou disposto a chegar num acordo bom para todos?</li>
</ol>
<p>De qualquer forma, como <em>somos seres de TI</em>, e, naturalmente lógicos / racionais, por diversas vezes deixamos de lado, ou nos esquecemos que em qualquer situação desta natureza, há muitos pontos que não deveriam ser avaliados apenas como nosso espírito racional &#8211; Agindo assim, deixamos de aproveitar inumeras oportunidades.</p>
<p><a href="http://br.hsmglobal.com/notas/54660-emo%C3%A7%C3%B5es-mais-inteligente-e-assumi-las?utm_source=news_mkt&amp;utm_medium=news_mkt&amp;utm_content=news_mkt_emocoes-mais-inteligente-e-assumi-las&amp;utm_campaign=news_mkt">Daniel Shapiro</a>, relata que há pontos críticos a serem trabalhados num momento de negociação, a saber:</p>
<ol>
<li><strong>Apreciação</strong>: Pergunte-se &#8211; Quanto realmente entendo o que a outra parte está me afirmando? E não deixe-se levar por suas desconfianças infundadas.</li>
<li><strong>Afiliação</strong>: Quão importante e forte é o elo que construi para este, ou neste, momento com esta pessoa?</li>
<li><strong>Autonomia</strong>: Quais decisões posso tomar sem comprometer meu negócio? Ambos tem a mesma prerrogativa?</li>
<li><strong>Status</strong>: Sei reconhecer os predicados / atributos que a outra parte se fez mostrar?</li>
<li><strong>Papel</strong>: estou realmente cumprindo meu papel ao executar este processo?</li>
</ol>
<p>Lembre-se: você negocia o tempo todo &#8211; Seja com as pessoas da área de negócio, seja com a área de TI &#8211; mesmo ao pleitear uma pequena mudança de escopo num pequeno projeto e estar atento aos pontos relatados aqui pode gerar bons créditos.</p>
<p>Pra finalizar, tenha em mente que &#8216;hipotecar o futuro&#8217; pode comprometer todo o negócio, e, em assim sendo, você terá de ter em mente, sempre, que uma troca hoje não poderá comprometer o futuro &#8211; Nem o seu, nem do projeto e menos ainda o da sua empresa.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>What is a Browser?</title>
		<link>http://www.profissionaisti.com.br/2009/06/what-is-a-browser/</link>
		<comments>http://www.profissionaisti.com.br/2009/06/what-is-a-browser/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 19 Jun 2009 01:32:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marco Aurélio Neuwiem</dc:creator>
				<category><![CDATA[Humor]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeos]]></category>

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		<description><![CDATA[Essa é rápida e rasteira, mas muito interessante, dá uma olhada nesse video do YT: Respostas que acredito que ocorreriam com maior frequência se fosse no Brasil: Me ajuda! Um mecanismo de busca Google? Terra? G1? Navegador é a mesma coisa que internet]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Essa é rápida e rasteira, mas muito interessante, dá uma olhada nesse video do YT:</p>
<p><object width="425" height="350" data="http://www.youtube.com/v/o4MwTvtyrUQ" type="application/x-shockwave-flash"><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/o4MwTvtyrUQ" /></object></p>
<p>Respostas que acredito que ocorreriam com maior frequência se fosse no Brasil:</p>
<ul>
<li>Me ajuda!</li>
<li>Um mecanismo de busca</li>
<li>Google?</li>
<li>Terra?</li>
<li>G1?</li>
<li>Navegador é a mesma coisa que internet</li>
</ul>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Por quê o LinkedIn é bacanetz?</title>
		<link>http://www.profissionaisti.com.br/2009/05/por-que-o-linkedin-e-bacanetz/</link>
		<comments>http://www.profissionaisti.com.br/2009/05/por-que-o-linkedin-e-bacanetz/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 30 May 2009 02:54:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marco Aurélio Neuwiem</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Dia-a-Dia]]></category>
		<category><![CDATA[Emprego]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[LinkedIn]]></category>
		<category><![CDATA[Redes Sociais]]></category>

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		<description><![CDATA[Tudo bem, para os mais &#8216;hypes&#8217; o LinkedIn é compreenssível e tem sua utilidade mas, para aqueles que ainda não tem seu perfil, por lá pode ser que seja necessário um &#8220;empurrãozinho&#8221; e é nisto que penso quando escrevo este post. Redes sociais já não significam novidade prá ninguém, vide o sucesso esmagador que Orkut [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tudo bem, para os mais &#8216;hypes&#8217; o LinkedIn é compreenssível e tem sua utilidade mas, para aqueles que ainda não tem seu perfil, por lá pode ser que seja necessário um &#8220;<em>empurrãozinho</em>&#8221; e é nisto que penso quando escrevo este post.</p>
<p><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Rede_social">Redes sociais </a>já não significam novidade prá ninguém, vide o sucesso esmagador que Orkut e Facebook criam em torno de suas abordagens de manter (ou criar) a comunicação entre grupos homogêneos, e, em alguns casos, heterogêneos.</p>
<p>Mas, <em><strong>IMHO</strong></em>, o LinkedIn, tem um algo muito especial, ele segmenta esse público com foco muito específico na vida profissional de seus participantes &#8211; E apenas isso tem gerado fortes vantagens competitivas ao negócio da empresa.</p>
<p><strong>Primeiro, sobre o que rola na web</strong></p>
<p>A revista exame publcou um artigo muito interessante que trata sobre como <a href="http://portalexame.abril.com.br/carreira/como-usar-internet-obter-emprego-473516.html">usar a internet para prospectar um bom emprego</a>. Neste artigo há uma série (interessantes) de ferramentas que podem ser utilizadas na busca de uma recolocação profissional e o destaque fica por conta das ferramentas nacionais como <a href="http://www.indica.com.br/">Indica</a>, <a href="http://www.alludere.com/">Alludere</a> e <a href="http://www.linkedin.com/static?key=tour_flash">LinkedIn</a>.</p>
<p>Parece-me que o mais interessante (por enquanto) é o LinkedIn (aliás, se quiser conhecer o <a href="http://www.linkedin.com/in/neuwiem">perfil deste que escreve confira aqui</a>) visto que tem um foco muito interessante em manter o relacionamento dos que o usufruem e cria um ambiente potencialmente forte de relacionamentos profissionais.</p>
<p><strong>Segundo, sobre minha experiência com a ferramenta</strong></p>
<p>Mantenho um perfil no LinkedIn desde dos tempos em que me enjoeei do Orcuti (www.orkut.com) &#8211; Creio que isto seja racível a qualquer um que se preocupa com sua carreira profissional: Orcuti não tem fins profissionais e não chega a ser razoável se for subvertido para tal finalidade. Lá se vão pelo menos 2 anos &#8211; Naqueles tempos o LinkedIn não passava de &#8216;míseros&#8217; 10 milhões de usuários, o que me leva a crer que cheguei tarde. Hoje são mais de 40 milhões de perfis.</p>
<p>Tá, então o que estou escrevendo refere-se a encontrar um &#8216;<strong>Mundo de Oportunidades</strong>&#8216; simplesmente por fazer parte de &#8216;um site&#8217; &#8211; Não, definitivamente não é isso que quero dizer. O que quero comentar é sobre o potencial que a feramenta tem de aproximar pessoas com interesses profissionais em comum e com isso potencializar a geração de oportunidades. Nada além.</p>
<p>Como bom Account Manager (assim espero) que sou, participo de algumas comunidades no LinkedIn, e numa delas tenho uma experiência muito boa: <a href="http://www.linkedin.com/groups?gid=63912">IT Sales Executives</a>. Essa comunidade, que foi criada pelo <a href="http://www.linkedin.com/profile?viewProfile=&amp;key=442318&amp;authToken=ycuK&amp;authType=name&amp;trk=grp_qa_askr">Luis Figueiredo</a> (em tempo, gente boníssima a figura) mantem seu foco nos profissionais que trabalham com vendas de produtos e serviços em Tecnologia da Informação, ou seja tudo a ver com o a gente aqui do PTI.</p>
<p>Pois bem, dia desses o Luis promoveu um evento para que as pessoas que participam da comunidade se encontrassem (fisicamente, claro) e como eu estava em São Paulo (capital) fiz questão de participar. Eis que, o Luis conseguiu a participação da <a href="http://www.linkedin.com/in/silviabassi">Silvia Bassi</a> (que é Presidente do Now!Digital, antigo IDG now!) para falar sobre como as mídias sociais tem influenciado o comportamento das pessoas e sua influência no mercado. Simplesmente sensacional. Aliás, se quiser ver a apresentação (que expõem pouco ou quase nada do que ela falou, <a href="http://www.slideshare.net/silviabassi/silviabassi-encontro-ti-executives">veja por aqui</a>).</p>
<p>Além de contar com uma presença extasiante (Silvia) fomos brindados com a oportunidade de manter contato com pessoas que tratam dos mesmos assuntos que um Executivo de TI trata, mantendo uma conversa franca e aberta a respeito das dificuldades e oportunidades da área.</p>
<p>Em tempo, no evento, a única pessoa de fora de São Paulo fui eu, mas Santa Catarina recebeu elogios veementes da Silvia sobre a participação nas mídias &#8216;alternativas&#8217;.</p>
<p>Por fim, de fato creio que muitas coisas devem mudar no relacionamento ocasionadas pelas Redes Sociais e a isto só tenho uma únia coisa a dizer: <strong>fique de olho</strong>.</p>
<p>Forte abraço!</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Uma TIC motivada pelo Caos?</title>
		<link>http://www.profissionaisti.com.br/2009/04/uma-tic-motivada-pelo-caos/</link>
		<comments>http://www.profissionaisti.com.br/2009/04/uma-tic-motivada-pelo-caos/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 13 Apr 2009 17:31:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marco Aurélio Neuwiem</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Governança de TI]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.profissionaisti.com.br/?p=2061</guid>
		<description><![CDATA[Caos? é CAOS é algo que, com relativa frequência, nos deparamos quando inseridos neste contexto chamado TIC (Tecnologia da Informação e Comunicações). Definições singelas para caos, incluem mas não se limitam: (Mitologia) espaço limitado e amorfo que precedeu à criação do cosmo. (Figurado) confusão, desordem. Do que pode-se concluir que sendo anterior ao cosmo &#8220;já [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-2062" style="border: 0pt none; margin: 6px;" src="http://www.profissionaisti.com.br/wp-content/uploads/2009/04/caos.jpg" alt="caos" width="283" height="233" />Caos? é <strong>CAOS </strong>é algo que, com relativa frequência, nos deparamos quando inseridos neste contexto chamado TIC (Tecnologia da Informação e Comunicações).</p>
<p>Definições singelas para <a href="http://pt.wiktionary.org/wiki/Caos">caos</a>, incluem mas não se limitam:</p>
<ul>
<li>(<em><strong>Mitologia</strong></em>) espaço limitado e amorfo que precedeu à criação do cosmo.</li>
<li>(<em><strong>Figurado</strong></em>) confusão, desordem.</li>
</ul>
<p>Do que pode-se concluir que sendo anterior ao cosmo &#8220;já estava&#8221; por estas bandas a longa data, ou para simplificar: confusão.</p>
<p>De certa forma, a TIC propicia isso quando aborda determinados assuntos de forma relapsa, como exemplifica o Fernando no post &#8220;<a href="http://bitites.blogspot.com/2008/03/porque-que-nas-ti-este-caos.html">Porque é que nas TI é este caos?</a>&#8220;. Neste post, alguns pontos chamam a atenção para a origem do problema, sendo os principais:</p>
<ol>
<li>A imaturidade da indústria</li>
<li>A velocidade da evolução tecnológica</li>
<li>A falta de recursos humanos</li>
<li>O risco relativamente reduzido</li>
<li>A iliteracia informática</li>
<li>O caos que gera a ordem</li>
</ol>
<p>Sendo este último uma visão que, por mais distorcida que possa parecer, não deixa de ter crédito.</p>
<p>Não raro somos brindados com situações conflitantes e, quase cômicas, se não fossem trágicas. O caso que Marcos Junqueira comenta, no post: &#8220;<a href="http://www.marcosjunqueira.com/blogs/-/blogs/o-caos-caotico?_33_redirect=%2Fblog%2F-%2Fblogs%2Fo-caos-caotico">O Caos Caótico</a>&#8221; não é único, talvez seja apenas um bom significante para alguns de nossos ícones.</p>
<p>Claro que, uma boa parte disto pode ser <a href="http://www.timaster.com.br/revista/materias/main_materia.asp?codigo=743&amp;pag=2">creditada aos próprios profissionais que compõem a &#8216;classe&#8217;</a> mas isso seria imputar uma responsabilidade que pode ter como origem a entidade chamada &#8216;corporação&#8217; e não efetivamente nos que a compõem.</p>
<p>Tomarei um exemplo que, se não explica nada além do que lemos, dá uma noção de origens para o que discutimos:</p>
<blockquote><p><a href="http://www.itweb.com.br/noticias/index.asp?cod=56426&amp;utm_source=newsletter_20090413&amp;utm_medium=email&amp;utm_content=ticker_Magneti%20Marelli%20previu%20colapso%20e%20investiu%20em%20e-mail&amp;utm_campaign=ITWebDirect&amp;__akacao=134403&amp;__akcnt=4c108757&amp;__akvkey=ffca">Magneti Marelli previu colapso e investiu em e-mail</a></p>
<p>Quanto tempo os funcionário de sua empresa conseguem ficar sem o serviço de correio eletrônico? Mesmo não sendo a aplicação de missão mais crítica no ambiente corporativo, a ferramenta tornou-se crucial no dia-a-dia. A fabricante de componentes automotivos do grupo Fiat, Magneti Marelli, quase viveu na pele os problemas que um colapso de seus sistemas de e-mail poderiam causar.</p>
<p>A elevada demanda de comunicação com clientes, fornecedores e entre as suas unidades fabris começou a &#8220;pregar peças&#8221; à área de TI da companhia em meados de 2006. O volume de mensagens trocadas pelos 2,3 mil usuários do serviço passou a ocasionar paradas frequentes do serviço. A companhia utilizava o Exchange 5.5 e, na época, a Microsoft sinalizava a descontinuidade da versão. &#8220;Ficamos com receio de que aquilo pudesse acabar em um crash e não teríamos mais contingência ou suporte&#8221;, sintetiza Marcos Tadeu Rolim de Goes, CIO da Magneti Marelli.</p>
<p>A preocupação do executivo quase se transformou em pesadelo em duas ocasiões. &#8220;<strong>Uma quarta-feira à tarde o sistema parou, retornando apenas na segunda-feira</strong>&#8220;, revela o CIO, que sintetiza: &#8220;<strong>Foi o caos</strong>&#8220;. A segunda situação, menos crítica, ocorreu numa sexta-feira pela manhã, com o sistema se restabelecendo nas 24 horas seguintes. &#8220;<strong>Tivemos problemas na base de todas as mensagens. Fizemos backup e o disco travou. Perdemos acesso às mensagens armazenadas</strong>&#8220;. Foi o momento do basta.</p></blockquote>
<p>Note que tomo o exemplo apenas para direcionar o fundamento da origem, poderia ter adotado inúmeros <a href="http://cio.uol.com.br/estrategias/2007/10/17/idgnoticia.2007-10-17.5573133785/">outros </a>- mas confesso que este me chamou a atenção em especial por ser um press release recente (data de: 13/04/2009).</p>
<p>Finalizando, uma última definição para caos que creio feche com o exposto:</p>
<p><em>&#8220;criação molecular incessante e <strong>continuamente em transmutação </strong>de genes que subvertem o sistema caórdico (caos + ordem) <strong>para transcender mudanças.</strong>&#8220;</em></p>
<p>E a dúvida fica: &#8220;é assim que caminha a humanidade?&#8221;</p>
<p><em>Forte abraço!<br />
</em></p>
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		<title>Quanto vale um software? Apenas seu custo?</title>
		<link>http://www.profissionaisti.com.br/2009/03/quanto-vale-um-software/</link>
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		<pubDate>Tue, 17 Mar 2009 17:21:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marco Aurélio Neuwiem</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Tendências]]></category>

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		<description><![CDATA[Quando me refiro a valor não primo pelo seu tamanho e sim por um ponto que muitas vezes deixamos de considerar: na visão do comprador, quais os reais benefícios? O valor, é uma propriedade (algumas vezes intangível), diferente do preço. Acompanhe o raciocício do Sandro Magaldi no livro &#8220;Vendas 3.0&#8220;: Resumindo a imagem, a luz [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quando me refiro a valor não primo pelo seu tamanho e sim por um ponto que muitas vezes deixamos de considerar: na visão do comprador, quais os reais benefícios?</p>
<p>O valor, é uma propriedade (algumas vezes intangível), diferente do preço. Acompanhe o raciocício do <a href="http://www.via6.com/sandro12135">Sandro Magaldi </a>no livro &#8220;<a href="http://www.relativa.com.br/livros_template.asp?Codigo_Produto=114594">Vendas 3.0</a>&#8220;:</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1650" src="http://www.profissionaisti.com.br/wp-content/uploads/2009/03/valor.jpg" alt="valor" width="527" height="173" />Resumindo a imagem, a luz de TI, o valor de um software é o resultado da subtração das percepções de benefícios de uma proposta quando COMPARADAS com as OFERTAS CONCORRENTES MENOS o prêmio que se paga para aquisição da referida oferta (PREÇO).</p>
<p>Ainda segundo o mesmo missivista, há 5 atributos que influenciam diretamente o conceito de valor, sendo:</p>
<p><strong>1) Quem define o valor é o cliente.</strong><br />
Ao invés de focar nas características de determinado software, foquemos nos benefícios que ele traz para o contexto (negócio) do cliente. Dizer que determinado software &#8216;roda&#8217; na plataforma Java pode não ser a melhor forma de informar que o mesmo tem boa independência de sistema operacional.</p>
<p><strong>2) O valor é mutável.<br />
</strong>Há muitos anos a opção por uma plataforma de código aberto poderia não ser uma escolha segura. Hoje, em função inclusive da crise financeira que acomete o mundo, talvez seja uma das melhores.</p>
<p><strong>3) O valor deve ser percebido pelo cliente.<br />
</strong>Certificar-se de que a mensagem foi recebida adequadamente pelo cliente é primaz.</p>
<p><strong>4) O valor é relativo ao contexto.<br />
</strong>Para um Analista de Negócio, Java pode ser uma ótima opção em função de suas características, para um Gerente de Informática pode não ser já que a empresa planeja migrar para a plataforma Microsoft.</p>
<p><strong>5) O valor deve ser único.<br />
</strong>Aqui a <a href="http://www.institutoinovacao.com.br/internas/inovacao/idioma/1"><strong>Inovação</strong></a> é o ponto chave: sem a percepção de inovação por parte do cliente, como uma proposição de software poderia ser única e diferenciada?</p>
<blockquote><p>Em verdade, a criação de uma proposta de software com valor, pelo que considerado neste post, deve levar o cliente para dentro do universo de possibilidades que oferta-se a ele, e, quando não proibitivo, permitir que seja avaliado exaustivamente opções encontradas no mercado a fim de possibilitar comparações próximas para que não se cometa o erro crasso de comparar &#8220;<a href="http://br.answers.yahoo.com/question/index?qid=20060627045320AAQT1cg">alhos com bugalhos</a>&#8220;.</p></blockquote>
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		<title>Blumenau, Google e a escola &#8220;ponto com&#8221;</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Feb 2009 17:09:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marco Aurélio Neuwiem</dc:creator>
				<category><![CDATA[Google]]></category>
		<category><![CDATA[Governo]]></category>

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		<description><![CDATA[Ipsis literis do Jornal de Santa Catarina: Chegou a hora da escola.com Escolas municipais vão oferecer aos alunos a oportunidade de compartilhar conhecimento através da internet ISABELA KIESEL BLUMENAU &#8211; Hoje é dia de voltar às aulas nas escolas públicas. E, para aumentar o entrosamento entre professores e alunos, os colégios municipais estão aderindo a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ipsis literis do Jornal de Santa Catarina:</p>
<p><strong>Chegou a hora da escola.com</strong><br />
Escolas municipais vão oferecer aos alunos a oportunidade de compartilhar conhecimento através da internet<br />
ISABELA KIESEL</p>
<p>BLUMENAU &#8211; Hoje é dia de voltar às aulas nas escolas públicas. E, para aumentar o entrosamento entre professores e alunos, os colégios municipais estão aderindo a um novo canal de comunicação: os e-mails compartilhados. <strong>Através de uma parceria com a Google</strong>, a prefeitura está cadastrando gratuitamente contas de <strong>20 mil usuários</strong>. Com a nova ferramenta, os estudantes vão poder tirar dúvidas, organizar trabalhos e compartilhar conhecimento através da internet. Em função de reparos que precisam ser feitos com a saída de desabrigados, o ano letivo em 20 unidades municipais e estaduais começa dia 4 de março.</p>
<p>– Antes, as aulas de Educação Física eram um atrativo para os alunos. <strong>Hoje, a tecnologia é o que atrai</strong>. E nada mais importante do que usar a tecnologia disponível para gerar conhecimento – afirma Adilson Tironi, gerente de tecnologias educacionais do município.</p>
<p>A fiscalização do conteúdo que circular pela rede, diz Tironi, ficará com a Secretaria Municipal de Educação. A Google, segundo ele, coloca à disposição um ambiente administrativo para controle de acessos.</p>
<blockquote><p>Interessante que o poder público atente para as possibilidades de difusão da tecnologia através de parcerias (?) que tem tudo para agregar grande valor para o ambiente educacional. Sucesso à PMB na empreitada.</p></blockquote>
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