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	<title>Profissionais TI - Pra quem respira informação &#187; Miriam Vasco</title>
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	<description>Pra quem respira informação</description>
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		<title>Inovar na Gestão é URGENTE &#8211; Parte 3</title>
		<link>http://www.profissionaisti.com.br/2009/10/inovar-na-gestao-e-urgente-parte-3/</link>
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		<pubDate>Thu, 01 Oct 2009 17:12:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Miriam Vasco</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Governança de TI]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[TI]]></category>

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		<description><![CDATA[Continuação parte 2 INOVAÇÃO E A NOVA ADMINISTRAÇÃO O que será da Gestão dos Gestores do século 21? É inevitável! E será abrupto! Dizem os especialistas. Em menos de 20 anos, veremos transformados os atuais modelos de administração, criados e cultuados há quase 6 décadas. Seja com Taylor em 1890, ou com Alfred P. Sloan [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><a href="http://www.profissionaisti.com.br/2009/09/inovar-na-gestao-e-urgente-parte-2/">Continuação parte 2</a></em></p>
<p><strong><em>INOVAÇÃO E A NOVA ADMINISTRAÇÃO</em></strong></p>
<p><strong><em><br />
</em></strong></p>
<p><strong><em>O que será  da Gestão dos Gestores do século 21?</em></strong></p>
<p><strong><em>É inevitável! E será abrupto!</em></strong> Dizem os especialistas.</p>
<p><strong><em>Em menos de 20 anos, </em></strong>veremos transformados os atuais modelos de administração, criados e cultuados há <strong><em>quase 6 décadas.</em></strong></p>
<p>Seja com Taylor em 1890, ou com Alfred P. Sloan em 1920, ou Peter Drucker e Marvin Bower no século 20, pós 2. guerra mundial, essas revoluções que levaram <strong><em>50 anos</em></strong> desde o nascimento até a consolidação, <strong><em>não terão espelho no século 21.</em></strong></p>
<p>E o que mais<em> </em><strong><em>preocupa é que:</em></strong></p>
<ul>
<li><em>décadas de práticas de tomada de decisão</em></li>
<li><em>desenhos organizacionais e</em></li>
<li><em>abordagens de recursos humanos</em></li>
</ul>
<p>Não oferecem esperança real (garantia) de que as empresas conseguirão evitar o enorme/doloroso sofrimento das <strong><em>Reestruturações:</em></strong></p>
<p><strong><em>&#8220;A Nova Administração&#8221;.</em></strong></p>
<p>Como já dissemos <strong><em>o atual modelo de Gestão do passado século 20</em></strong>, que dá ênfase a:</p>
<ul>
<li><em>Hierarquia</em></li>
<li><em>Capital e</em></li>
<li><em>Trabalho</em></li>
</ul>
<p>Apresenta <strong><em>resultados negativos simultâneos:</em></strong></p>
<p><strong><em>a)Não satisfaz a necessidade corporativa de enfatizar a colaboração e a criação de riqueza pelos empregados talentosos</em></strong></p>
<p><strong><em>b)E gera complexidade desnecessária que funciona exatamente na contra-mão a essas metas centrais/corporativas.</em></strong></p>
<p>Estamos na <strong><em>Era Digital, a Globalização crescente e a ampla convergência da Tecnologia</em></strong>, trarão consequentemente <strong><em>menos previsibilidades.</em></strong></p>
<p><strong><em>Nota:</em></strong> <strong><em>Globalidade,</em></strong> qual é o seu <strong><em>QG,</em></strong> ou seja, <strong><em>o seu quociente de Globalidade? </em></strong></p>
<p>Somente modelos, <strong><em>novos modelos de administração, modelos inovadores de gestão e organização, poderão trazer alento e proporcionarão a real vantagem competitiva às organizações.</em></strong></p>
<p><strong><em>Aguardem:</em></strong></p>
<p><strong><em>1)INOVAÇÃO E A NOVA ADMINISTRAÇÃO</em></strong></p>
<p><em>&#8230;Continuação &#8211; Parte 4 e Final</em></p>
<p><em>Últimos tópicos</em> que serão abordados <strong><em>nesse item 1:</em></strong></p>
<ul>
<li><em>O que o Google tem com a Inovação?</em></li>
<li><em>Porque o Google é visto como uma empresa inovadora?</em></li>
<li><em>O Google está  num limite perigoso?</em></li>
<li><em>Parte final: Conclusão e considerações finais do item 1</em></li>
</ul>
<p><strong><em>E</em></strong></p>
<p><strong><em>2)UMA GERAÇÃO DE NOVOS CONSUMIDORES?</em></strong></p>
<p><strong><em>3)SMART: CIDADES INTELIGENTES X EMPRESAS INTELIGENTES.</em></strong></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Inovar na Gestão é URGENTE! &#8211; Parte 2</title>
		<link>http://www.profissionaisti.com.br/2009/09/inovar-na-gestao-e-urgente-parte-2/</link>
		<comments>http://www.profissionaisti.com.br/2009/09/inovar-na-gestao-e-urgente-parte-2/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 03 Sep 2009 12:12:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Miriam Vasco</dc:creator>
				<category><![CDATA[Governança de TI]]></category>
		<category><![CDATA[Tendências]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão]]></category>
		<category><![CDATA[Inovar]]></category>

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		<description><![CDATA[Continuação parte 1&#8230; O que será essa nova Era e qual a sua Arquitetura? Cada empresa deveria desenhar uma Arquitetura, um Plano Mestre, que pudesse incluir: o principal indicador de desempenho o retorno sobre o investimento ou a rentabilidade por empregado ou empregado-parceiro aplicar o modelo de processo &#8220;stage-gate&#8221; de etapas sucessivas, no qual cada [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong><a title="Leia a parte 1 deste artigo!" href="http://www.profissionaisti.com.br/2009/08/inovar-na-gestao-e-urgente-parte-1/">Continuação parte 1&#8230;</a></strong></em></p>
<p><strong>O que será  essa nova Era e qual a sua Arquitetura?</strong></p>
<p>Cada empresa deveria desenhar uma  Arquitetura, um Plano Mestre, que pudesse incluir:</p>
<ul type="DISC">
<li>o principal<em><strong> indicador    de desempenho</strong></em></li>
<li>o retorno sobre o investimento    ou <em><strong>a rentabilidade por empregado ou empregado-parceiro</strong></em></li>
<li>aplicar o modelo de processo &#8220;stage-gate&#8221; de etapas sucessivas, no qual <em><strong>cada    etapa deve ser superada com sucesso antes de passar para a próxima</strong></em></li>
<li><em><strong>e    administrar os riscos de Inovar!</strong></em></li>
</ul>
<p>Porque, o que realmente freia a  <em><strong>Inovação, é o Risco!</strong></em></p>
<p>Os CEO´s costumam se aterrorizar diante  da possibilidade de uma ruptura organizacional.</p>
<p>Por que? Quais os riscos iminentes?</p>
<ul type="DISC">
<li>-<em><strong>Como garantir</strong></em> a capacidade de alcançar os objetivos de lucros no período determinado?</li>
<li>-<em><strong>Como se defender</strong></em> da ameaça na continuidade da sua gestão no cargo/empresa?</li>
<li>-<em><strong>Como ampliar</strong></em> a <strong><em>Inovação </em></strong>sem assumir riscos excessivos?</li>
</ul>
<p><em><strong>Reinventar a Gestão</strong></em> exige coragem para fincar objetivos aparentemente ambiciosos. Mas a  tarefa de redesenhar as velhas práticas da administração será  mais evolutiva do que revolucionária. Ninguém pega uma empresa  grande e complexa e muda tudo simultaneamente.</p>
<p><em><strong>Mas,  é só coragem e desenho de nova arquitetura?  É suficiente?</strong></em></p>
<p>Acima de tudo, é preciso <em><strong>disciplina  e trabalho</strong></em> para migrar de um modelo de gestão para outro.</p>
<p>A maioria dos pesquisadores não acredita  que as empresas considerem óbvio que seja preciso <em><strong>experimentar  com a Gestão</strong></em>. Não é só uma experiência científica, então  é necessário estabelecer limites muito claros, e que tipos de riscos  estamos dispostos a assumir, e termos capacidade para controlar, e a  parte mais complicada é motivar as pessoas a embarcar  nessas experimentações,<em><strong> entender rapidamente os efeitos, corrigir  e mudar o rumo rapidamente também.</strong></em></p>
<p>Para colocar em jogo qualquer<em><strong> Inovação</strong></em>, e acompanhar seu desenvolvimento, são necessários  alguns recursos.</p>
<p><em><strong>Inovação </strong></em>só vai gerar riqueza quando se estender a toda a organização, ou  seja, <em><strong>permear o operacional e o estratégico</strong></em>.</p>
<p>As idéias sobre como nos organizar  para o <em><strong>século 21</strong></em>, já chegaram à maturidade. Se há  dez anos atrás, tínhamos dúvidas sobre globalização, hoje a maioria  das empresas e pessoas estão potencialmente preparadas para <em><strong>Inovar</strong></em>.</p>
<p>Mas, temos algumas perguntas a fazer,  mesmo que o CEO leve a <em><strong>Inovação</strong></em> muito a sério, e essas  perguntas devem ser feitas de baixo para cima:</p>
<ul type="DISC">
<li>de que maneira <em><strong>você    foi treinado como inovador nos negócios?</strong></em></li>
<li><em><strong>que investimentos    fez a empresa</strong></em> para ensiná-lo a <em><strong>Inovar</strong></em>?</li>
<li>se você tem uma idéia    nova, <em><strong>quantas barreiras/burocracia você    tem que vencer</strong></em> para conseguir um pequeno aumento de verba para    as experimentações?</li>
<li>quanto tempo você tem que    dedicar das suas horas de trabalho para conseguir levar sua idéia de <em><strong> Inovação </strong></em>à prova? <em><strong>Considera fácil conseguir a aprovação?</strong></em></li>
<li>está <em><strong>medindo isso    por seu desempenho na Inovação</strong></em>, ou pela Inovação da sua equipe de trabalho? Da sua empresa?</li>
<li>e tem certeza de que se    analisar os processos de gestão da sua empresa, oferecendo algum plano    de <em><strong>Inovação, receberá    ajuda para esse trabalho?</strong></em></li>
</ul>
<p>As respostas a essas perguntas definirá  o <em><strong>quão disposta está a atual administração em realmente  Inovar</strong></em>, ou até mesmo descobrir uma brecha entre a retórica  da Inovação e a</p>
<p><em><strong>Inovação genuína.</strong></em></p>
<p>Resumindo:</p>
<p>Houve mais <em><strong>integração economica  nos últimos 30 anos</strong></em>, do que em 10 mil anos de história da  humanidade.</p>
<p>E a organização das empresas ficou  um passo atrás, bem atrás de acompanhar essa evolução mundial, <em><strong>até  porque a mudança é uma transformação</strong></em> que ainda não  sabemos a real dimensão, ou seja, <em><strong>não temos comparativos.</strong></em></p>
<p>Porém, é evidente que criará  riqueza, mas não é mais só feita de <em><strong>capital e trabalho</strong></em>.</p>
<p><em><strong>O que  é diferente?</strong></em></p>
<p>As <em><strong>idéias estão sendo monetizadas</strong></em> e as condições são mais propícias para <em><strong>gerar produtos e serviços  que antes não existiam</strong></em>.</p>
<p><em><strong>Concluindo:</strong></em></p>
<p>O exemplo, dos dois maiores executivos  da <em><strong>Li &amp; Fung</strong></em>, empresa de Hong Kong, uma das maiores  exportadoras do mundo, explicam os benefícios <em><strong>de um novo tipo  de Arquitetura organizacional, ágil e confiável, desenhada  em torno da idéia de “orquestrar” recursos alheios</strong></em>.</p>
<p>Vejam, <em><strong>essa  é uma nova máxima</strong></em>, que está nascendo nesse <em><strong>novo modelo  de Gestão do século 21</strong></em>.</p>
<p><em><strong>Conectar e Colaborar para INOVAR!</strong></em></p>
<p>&#8220;A convergência da tecnologia, globalização  e outras forças transformaram radicalmente a maneira de trabalhar&#8221;.  Diz Thomas Friedman.</p>
<p>A geografia, ainda que não seja irrelevante,  já não representa grande obstáculo, e as empresas podem estender  a todo o planeta suas operações de fabricação e outros processos  de negócios.</p>
<p>Essa dispersão da cadeia de fornecimento  cria enormes oportunidades para as empresas que entendem as vantagens  de competir baseadas em Conectar e Colaborar!</p>
<p>Dois verbos, que a Li &amp; Fung conjugou  com perfeição.</p>
<p>A empresa produz mais de US$9bilhões  em vestuário, brinquedos e outros bens para marcas famosas do mundo,  <em><strong>e o faz sem ter uma só unidade fabril!</strong></em></p>
<p><em><strong>Qual o segredo?</strong></em> Já que  temos uma &#8220;orquestra&#8221;: Quem são os Maestros?</p>
<p>A nova estratégia consiste basicamente  em substituir a infra-estrutura convencional e milhares de funcionários  por uma REDE fluida de fornecedores, em  condições de fabricar e entregar quase tudo, em qualquer lugar.</p>
<p>O segredo? A habilidade de &#8220;orquestrar  essa rede!&#8221;.</p>
<p><em><strong>Três papeis estão em jogo:</strong></em></p>
<p>Combinando <em><strong>escala e agilidade</strong></em>,  cada maestro deve deixar de pensar que sua empresa é o centro do universo  e colocar o foco na REDE.</p>
<p>E responderá por <em><strong>três  papéis</strong></em>:</p>
<ol>
<li>desenhar e gerenciar  a rede;</li>
<li>liderar e controlar  pelo empowerment, como não são donos dos meios de produção, os maestros  necessitam de um estilo de liderança e condução baseado na combinação  de delegação de poder com confiança;</li>
<li>integrar e organizar  os recursos da rede (que é o que cria valor) estendendo os limites  entre as funções da empresa, quer para transportar o processo de fabricação  a outros mercados, quer para identificar novas oportunidades de vendas.</li>
</ol>
<p><strong><em>Fornecedores vitais</em></strong></p>
<p>A concorrência em um mundo plano,  não é entre empresas! <em><strong>E sim entre Redes!</strong></em></p>
<p><em><strong>A cadeia de fornecimento</strong></em>,  cuja superioridade emerge de um sólido conjunto de fornecedores, e  tem importância decisiva!</p>
<p><em><strong>Numa linguagem típica de TI</strong></em>,  em outras palavras:</p>
<p>São Equipes multidisciplinares</p>
<p><em><strong>Se o estilo de gerenciar equipes  muda</strong></em>, e já mudou, sabemos disso, a globalização de projetos,  <em><strong>o outsourcing, o multisourcing</strong></em> (tendências embora polêmicas,  em crescimento) também ditarão a terceirização do gerenciamento,  mas precisaremos manter o CONTROLE dessa nova maneira  de fazer com que uma equipe (que muitos dos seus integrantes nem se  conhecem fisicamente) trabalhem para alcançar um objetivo comum.  (Vide ferramentas/plataformas já desenvolvidas, e sendo comercializadas  por grandes fornecedores de TI).</p>
<p><em><strong>Isso  é uma realidade</strong></em>, no nosso dia a dia, gerentes de projetos  “remotos” que gerenciam projetos de qualquer natureza, sentados  em algum lugar no mundo, ou home-office, muitas vezes dotados de um  “script” , gerenciando desde pequenos até grandes projetos de grandes  empresas que nunca dormem.</p>
<p>Se <em><strong>o estilo de liderança muda</strong></em>,  muitos pontos terão que ser revisados, adequados, até mesmo <em><strong> inventados</strong></em>, e não há nada mais perturbador do que uma equipe,  seja ela regional, nacional, mundial, fisica ou virtual, mas que não  aceitem a liderança estabelecida, um membro desse tipo de equipe derruba  um técnico muito mais facilmente, em poucas horas.</p>
<p><strong>Pessoas, Liderança e Tecnologia</strong></p>
<p><em><strong>O tripé  continua vivo!</strong></em></p>
<p><em><strong>A Era pode ser Digital, mas o  tripé é o mesmo!</strong></em></p>
<p><em><strong>O que fazer?</strong></em></p>
<p>Não se constroem resultados positivos,  sem que <em><strong>Pessoas aceitem suas lideranças</strong></em>.</p>
<p><em><strong>Isso não muda na Era Digital!</strong></em></p>
<p>Então, qual será  o novo estilo de liderar Pessoas num processo Colaborativo pela web? Ou dentro de um espaço físico da empresa? Ou em projetos fragmentados  entre empresas pelo mundo, numa rede? Ou um misto disso tudo?</p>
<p><em><strong>Colaboração</strong></em>, ferramentas  auto geridas, o poder da internet e a velocidade das mudanças  <em><strong>vão criar uma nova maneira de Liderar!</strong></em></p>
<p>E é nova mesmo. Não temos modelo  de comparação para referência. É experimentação e ajuste.</p>
<p>Se a hierarquia como conhecemos hoje  está em transformação, e parece que nesse ponto há convergência  de percepção, qual é o novo modelo? Ainda não sabemos, <em><strong>mas  está em construção.</strong></em></p>
<p>Times globalizados, disciplinarmente  conectados, interdependentes, quer sejam cientistas, gurus,  analistas, executores, gestores e ainda novas profissões que estão  sendo incorporados nesse novo mundo, dia a dia, motivados e dirigidos  para alcançar resultados comuns, será um desafio excitante e vai transformar  as relações economia-empresa-patrão-empregado em uma equação que não deve demorar mais  do que 5 a 10 anos.</p>
<p>Quer dizer, em poucos anos poderemos  testemunhar uma organização de pessoas, empresas empregados, totalmente  nova, reformulada, ajudando a melhorar a qualidade de vidas das  pessoas, das cidades, através de novas tecnologias, nova ordem social,  novas redes e novos maestros.</p>
<p>Aqui, já acontecem alguns movimentos  como, das parcerias com &#8220;funcionários globais&#8221;, talentos  recrutados em qualquer lugar do mundo e com bagagens, formação e experiências  globais e quem sabe, um embrião para resolver o problema  das cidades urbanas, metropolitanas, transito caótico, vida &#8220;enlouquecida&#8221;.</p>
<p><em><strong>Atenção para não confundir &#8220;simplicidade de viver&#8221; com tecnologia!</strong></em></p>
<p>Como já dizia Aristóteles: &#8220;Realizamos  negócios afim de poder desfrutar do ócio&#8221;.</p>
<p>A partir do século XVI, ócio vira  problema. (Revolução Industrial).</p>
<p><em><strong>Ócio =  não trabalho = representa  entrave no desenvolvimento produtivo.</strong></em></p>
<p>A dimensão do Lazer na estratégia  da humanização vai além da <strong>tríade</strong>: <strong>d</strong>escanso,  <strong>d</strong>ivertimento, <strong>d</strong>esenvolvimento: os 3D´s.</p>
<p>Não seremos mais <em><strong>indivíduos  estandardizados</strong></em>.</p>
<p>O investimento no singular se torna fundamental para a sobrevivência do indivíduo, e para o desenvolvimento  de uma comunicação viva com os outros homens. Não esqueça  disso.</p>
<p>Trata-se de<strong><em> um momento de regressão  sem precedentes</em></strong>. Falar do SIMPLES, vamos  cultuar o SIMPLES. Não tem jeito. Temos que dar alguns passos  para &#8220;trás&#8221;. Se é que podemos chamar de para &#8220;trás&#8221;.</p>
<p>Fontes e Referências</p>
<p><strong>Victor Fung, William Fung e  Yoram Wind:</strong> Competing in a Flat World</p>
<p><strong>Gary Hamel e Lowell Bryan:</strong> Sobre Inovação e Administração/Gestão</p>
<p><strong>Thomas Friedman</strong>: Jornalista, escritor, colunista do  jornal The New York Times /Escritor do livro O Mundo é Plano</p>
<p><strong>Rubens Ricupero</strong>: Embaixador e ex-ministro da Fazenda / Sobre Crise e Administração</p>
<p><strong>Revista  PIB</strong></p>
<p><strong>Trendzoom  – Click</strong></p>
<p><strong>IBM  – Smart Planet</strong></p>
<p><strong>Nicholas Carr:</strong> é autor do livro The Big Switch: Rewiring  the World. Foi editor-chefe da revista Harward Business Review</p>
<p><strong>Danilo Santos  de Miranda</strong>: Diretor do Depto Regional  SESC no estado de SP</p>
<p><strong>Dany-Robert Dufour</strong>: Filósofo francês autor do &#8220;Divino  Mercado&#8221;</p>
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		<item>
		<title>Inovar na gestão é urgente &#8211; Parte 1</title>
		<link>http://www.profissionaisti.com.br/2009/08/inovar-na-gestao-e-urgente-parte-1/</link>
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		<pubDate>Wed, 05 Aug 2009 09:00:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Miriam Vasco</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Governança de TI]]></category>
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		<category><![CDATA[TI]]></category>

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		<description><![CDATA[Trataremos de 3 temas interelacionados, em 3 artigos, assim divididos: Inovação e a nova Administração Uma geração de Novos Consumidores? SMART: Cidades Inteligentes x Empresas Inteligentes Inovação e a nova Administração O assunto, o tema &#8220;Inovação&#8221; é quase uma mania mundial. E o que é essa tal Inovação? Quais são as noções fundamentais de Inovação [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Trataremos de 3 temas interelacionados, em 3 artigos, assim divididos: </p>
<ol>
<li><strong>Inovação e a nova Administração</strong></li>
<li><strong>Uma geração de Novos Consumidores?</strong></li>
<li><strong>SMART: Cidades Inteligentes x Empresas Inteligentes</strong></li>
</ol>
<p><strong>Inovação e a nova Administração</strong></p>
<p>O assunto, o tema <strong>&#8220;Inovação&#8221;</strong> é quase uma mania mundial.</p>
<p>E o que é essa tal <strong>Inovação</strong>?</p>
<p>Quais são as noções fundamentais de Inovação que a sua empresa utiliza, enxerga, valoriza?</p>
<p>Como disse <em><strong>Scott Cutter VP da Bolsa de Nova York</strong></em>:</p>
<p> &#8211; &#8220;A Inovação vai ser importante para atrair investimentos&#8221;.</p>
<p><strong>Primeiro</strong>, vamos explorar um exemplo:</p>
<p>Você não pode mudar o DNA de um quadrúpede para bípede. Você até pode treinar a habilidade de fazer um quadrúpede ficar sobre 2 patas por alguns instantes, mas quando ele fica sozinho, ou seja, na maior parte do tempo, voltará a ficar sobre 4 patas. É o DNA desse animal.</p>
<p>Traduzindo para o mundo corporativo: é a sua Vocação, é o DNA da sua empresa. </p>
<p>Levando para a visão empresarial, para a <strong><em>Gestão</em></strong>, para a <em><strong>Administração, uma pergunta é inevitável</strong></em>:</p>
<p>&#8220;Com que objetivo se &#8220;inventou&#8221; a Administração?&#8221;.</p>
<p>Se voltarmos na história, no ano de 1890 com Taylor, seu pioneiro, o objetivo evidente era:</p>
<p>-Encontrar um <em><strong>método perfeitamente repetível</strong></em>, que permitisse trabalhar numa escala sempre crescente e com uma eficiência constantemente superior.</p>
<p>Era a necessidade da atividade fabril <strong><em>(Revolução Industrial)</em></strong> do chão de fábrica, exigindo produção em linha de montagem.</p>
<p>Hoje porém, para as empresas, os desafios são outros e distintos:</p>
<ul>
<li><strong>Como</strong> construir organizações ágeis que se adaptem à velocidade das mudanças globais?</li>
<li><strong>Como</strong> mobilizar e monetizar a imaginação de cada funcionário diariamente?</li>
<li><strong>Como</strong> criar empresas atraentes para se trabalhar? </li>
</ul>
<p>Claramente, vemos que é impossível enfrentar esses desafios sem que reinventemos nosso centenário modelo de Gestão. </p>
<p>E, se olharmos de outro lado, que vem na mesma direção, e fizermos a pergunta:</p>
<p><strong>- Qual o impacto da tecnologia e da globalização nas empresas?</strong> </p>
<p>Sem muitas reflexões, chegamos a uma conclusão simples:</p>
<p><strong><em>A tecnologia e a globalização</em></strong> estão dando lugar a oportunidades que <strong><em>não existiam</em></strong>. </p>
<p>Em outras palavras, os problemas enfrentados pelas organizações diante do avanço desenfreado da tecnologia e a inevitável globalização, é porque essas organizações não foram desenhadas para funcionar nesse novo mundo, a <strong>Era Digital</strong>. </p>
<p>E que a <strong><em>Internet</em></strong> mudou a Sociedade, não há duvidas. </p>
<p>O que ainda resiste, e talvez os modelos de gestão, além de mudar tenham que sofrer pela experimentação nunca antes testada, é que esse novo marco, a Internet, a Era Digital, vai exigir mudar drasticamente a forma de:</p>
<ul>
<li>Organizar</li>
<li>Liderar</li>
<li>Atribuir recursos</li>
<li>Planejar</li>
<li>Controlar e</li>
<li>Motivar.</li>
</ul>
<p><strong><em>Resumindo: A nova Tecnologia vai modificar a Gestão!</em></strong> </p>
<p>Ou seja, os procedimentos de <strong><em>Administração</em></strong> como hoje conhecemos, vão mudar!</p>
<p>E essa é uma <strong><em>dura</em></strong> realidade para a maioria dos CEO´s, CFO´s, COO`,s e todos os C´s.</p>
<p>Se olharmos históricamente, os grandes avanços tecnológicos sempre precederam profundas mudanças organizacionais, entre elas, as relacionadas à <strong><em>Gestão</em></strong>.</p>
<p>Agora a aplicação das mudanças não vai mais levar 100 anos, como no passado, mas será necessário “desativar” muitos postulados da Administração tradicional.</p>
<p>Lembram do velho modelo?</p>
<p>O velho modelo era:</p>
<p><strong>&#8220;Como fazer com que as pessoas cumpram as metas organizacionais?&#8221;</strong></p>
<p>Hoje nos perguntamos:</p>
<p> &#8211; Como construir organizações que despertem e inspirem:</p>
<ul>
<li>Criatividade</li>
<li>Paixão e</li>
<li>Iniciativa? </li>
</ul>
<p>E o mais excitante:</p>
<p>- Não é possível <strong>IMPOR</strong> essas capacidades às Pessoas! (e o RH? o tradicional RH? morre ou se transforma, e dá espaço para o coaching? qual será seu novo papel?) </p>
<p>A <strong><em>imaginação e o compromisso</em></strong> são valores que as pessoas escolhem trazer para o trabalho todos os dias, ou não! </p>
<p>Os pais da Administração desde 1890 com Taylor, que deram inicio a esse modelo de gestão do século 20, que alcançou maturidade a partir de 1960/70, e que prevaleceu mundialmente, levou <strong><em>50/60 anos para se consolidar</em></strong>. </p>
<p>Hoje, estamos na fase inicial da <strong><em>nova Era</em></strong>, as primeiras etapas darão um novo desenho organizacional e que na linha do tempo, encontraremos problemas ainda não identificados. </p>
<p>E o que é mais importante:</p>
<p>- O que às vezes são consideradas Inovações nas organizações, mas que de repente fracassam na sua aplicação, deve-se ao fato de que se chocam com as próprias barreiras organizações atuais, que por seu modelo, desenho, fundamentos, impedem a Inovação plena, articulada dentro e fora da empresa, <strong><em>num ecosistema ainda não integrado a um novo modelo para funcionar</em></strong>. </p>
<p>E porque o modelo de Administração pode mudar de maneira tão radical na próxima década?</p>
<ol>
<li><strong>o impacto da nova tecnologia</strong> com ferramentas poderosas para coordenar o esforço humano;</li>
<li><strong>uma demanda cres</strong>cente para que as empresas se adaptem e sejam Inovadoras, além de atraentes no local de trabalho;</li>
<li><strong>a influência da 1. geração</strong> que cresceu ao “embalo” da web, que chamamos de Geração Y. Essa geração considera que as contribuições só deveriam ser julgadas em função de méritos e não de cargos hierárquicos ou de credenciais anteriores. </li>
</ol>
<p>Esse modelo tradicional do século 20, baseado em hierarquias rompeu-se, não é efetivo para organizar o tipo de trabalho dessa nova geração, que não reconhece valor nesse modelo, porque nasceram e aprenderam a se organizar e se auto-gerir em comunidades virtuais e criaram critérios subjetivos com base no próprio conhecimento adquirido em contextos dinâmicos.</p>
<p><strong><em>É uma nova forma de organizar, e é global.</em></strong></p>
<p>E na <strong><em>Era Digital</em></strong> são essas as pessoas que geram riqueza!</p>
<p>Esse é um novo valor:</p>
<p>- <strong><em>Colaboração</em></strong>, pelo pensamento entre si. </p>
<p>As empresas que permitem a esses profissionais<strong><em> canalizar seu poder mental coletivo inteligente</em></strong>, conseguem obter mais lucros e se posicionam no mercado com sucesso. </p>
<p>As empresas tendem a abrir espaço para os funcionários &#8220;fora da caixa&#8221;.</p>
<p><strong><em>&#8220;Até em viagens não seja previsível&#8230;&#8221; Rui Porto, da Alpargatas.</em></strong></p>
<p>A palavra é <strong><em>Interdisciplinar</em></strong>. </p>
<p>E pode independer de local físico, ou seja, as empresas poderão ter profissionais 100% virtuais ligados aos seus quadros de colaboradores, quer sejam operacionais ou cientistas.</p>
<p>Vamos criar organizações onde talentos podem ser incorporados on demand a projetos onde seu conhecimento seja reconhecido como diferencial e será pago por isso, sem que essa empresa precise manter uma fábrica de talentos.</p>
<p>A relação <strong><em>economia-empresa-patrão-empregado está se transformando</em></strong>.</p>
<p>O segredo é criar um &#8220;ambiente&#8221; (físico ou virtual, ou misto) que <strong><em>otimize o desempenho do capital humano</em></strong>. </p>
<p>A combinação de <strong><em>tecnologia e talento</em></strong> é um catalisador poderoso e <strong><em>cria valor</em></strong>!</p>
<p>Porém, para isso, na<strong><em> Era Digital</em></strong> é preciso <strong><em>&#8220;abandonar&#8221;</em></strong> algumas crenças da administração tradicional para realmente aproveitar o que essa nova Era, esse novo modelo traz de valor, de riqueza e que seja perceptível.</p>
<p>Há de se destacar também que, a tradição que estabeleceu que estratégia fosse assunto só de executivos seniores, está com dias contados.</p>
<p>As pessoas muito talentosas, não precisam, e é provável que não tolerem, um modelo de gestão explicitamente hierárquico.</p>
<p>A tarefa de gestão tende a transcender os gestores, e estará incorporada aos sistemas.</p>
<p><strong><em>É uma nova ordem organizacional e social.</em></strong></p>
<p>A idéia de hierarquia, não vai demorar muitos anos, será considerada antiquada.</p>
<p>Outro segredo:</p>
<p>-Consiste em harmonizar o fluxo de infinitas decisões individuais e canaliza-las numa <strong><em>Rede coletora</em></strong>, como uma auto-estrada, natural e simples para que os indivíduos possam trabalhar sozinhos, ou em pares, em comunidades e &#8220;controlados&#8221; pela web, na web.</p>
<p>Longe de se considerar isso uma &#8220;baderna&#8221;, um &#8220;caos&#8221;.</p>
<p>É uma <strong><em>nova ordem social</em></strong>, que foi sendo construída sem percebermos, <strong><em>pela tecnologia, pela internet</em></strong>.</p>
<p>Esses princípios do novo modelo de gestão do <strong><em>século 21</em></strong>, já são claros.</p>
<p>As ferramentas de criatividade serão distribuidas amplamente nas organizações.</p>
<p>As idéias competirão em pé  de igualdade.</p>
<p>As estratégias se desenvolverão de baixo para cima, de lado e em paralelo, sem geografia, e até mesmo as diferenças culturais serão “costuradas”.</p>
<p>O poder será definido pela idoneidade e não pela posição hierárquica.</p>
<p>Porém, ainda estamos a uma distância considerável e a viagem será bem longa.</p>
<p>É claro que, o atual modelo de Gestão, que não mais atende integralmente as necessidades das organizações, não vai acabar da noite para o dia, pois os atuais gestores terão dificuldades e resistirão a mudar suas práticas convencionais, assim como hábitos e dogmas que nunca antes se animaram a questionar.</p>
<p>Richard Florida, diz em seu livro &#8220;The Rise of the Criative Class&#8221; que as <strong><em>&#8220;batalhas mais dolorosas nos próximos 15 a 20 anos, colocarão as forças da organização em confronto com as forças da criatividade&#8221;</em></strong>.</p>
<p>Já que, um modelo não renderá ao outro, sem oferecer resistência.</p>
<p><strong><em>Podem esperar!</em></strong></p>
<p>Na verdade, não precisamos pensar em &#8220;deslizar&#8221; de uma &#8220;Era&#8221; para outra, mas será preciso <strong><em>Saltar</em></strong>!</p>
<p>Acontecerá uma nova revolução mental.</p>
<p>Algumas empresas vão liderar essa revolução e outras seguirão, mas a administração desse novo século não se reinventará sem um processo traumático e sem assumir riscos! </p>
<p><strong><em>O que será  essa nova Era e qual a sua Arquitetura?</em></strong></p>
<p>&#8230;Continua na Parte 2. </p>
<p><strong><span style="color: #ff0000;">Forneceremos ampla bibliografia para pesquisa.</span></strong></p>
<p><strong><span style="color: #ff0000;">Fontes e Referências:</span></strong> </p>
<ul>
<li>Gary Hamel e Lowell Bryan &#8211; Sobre Inovação e Administração/Gestão </li>
<li>Rubens Ricupero embaixador e ex-ministro da Fazenda &#8211; Sobre Crise e Administração </li>
<li>Trendzoom – AgenciaClick</li>
<li>Nicholas Carr &#8211; é autor do livro The Big Switch: Rewiring the World. Foi editor-chefe da revista Harward Business Review</li>
</ul>
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		<item>
		<title>Parte 3 &#8211; Perfil do CIO: uma equação!</title>
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		<pubDate>Tue, 30 Jun 2009 10:00:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Miriam Vasco</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Governança de TI]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[CIO]]></category>
		<category><![CDATA[Perfil]]></category>

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		<description><![CDATA[Leia primeira e a segunda parte desta série que aborda O Perfil do CIO. 2) a psicologia Pode ser confundida com RH, com o feminino, e talvez a mulher tenha esse sentido mais apurado por instinto maternal, mas é fundamental para &#8220;tratar&#8221; pessoas e entender que as mesmas pessoas são os funcionários / profissionais. O [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Leia <a title="Parte 1 - O Perfil do CIO: uma equação!" href="http://www.profissionaisti.com.br/2009/06/o-perfil-do-cio-uma-equacao-parte-1/">primeira</a> e a <a title="Parte 2 - O Perfil do CIO: uma equação!" href="http://www.profissionaisti.com.br/2009/06/parte-2-o-perfil-do-cio-uma-equacao/">segunda</a> parte desta série que aborda O Perfil do CIO.</p>
<p>2) <strong>a psicologia</strong></p>
<p>Pode ser confundida com RH, com o feminino, e talvez a mulher tenha esse sentido mais apurado por instinto maternal, mas é fundamental para &#8220;tratar&#8221; pessoas e entender que as mesmas pessoas são os funcionários / profissionais.</p>
<p>O que isso quer dizer?</p>
<p>Quer dizer que antes de enxergar um profissional na sua frente, perceba um ser humano. Fácil não?</p>
<p>Não, não é fácil.</p>
<p>Mas NUNCA esqueça, são PESSOAS que fazem sua estratégia construir ou destruir! Fracassar ou ter Sucesso!</p>
<p>E por último, falando da mulher profissional, e considerando que a mulher tenha na sua natureza atributos naturais um pouco mais desenvolvidos que o homem como, mais conciliadora, matriarcal e colaborativa, que atributos ela traz na bagagem como CIO?</p>
<p>Eu apostaria num atributo da natureza intrínseca da mulher, que vem do seu âmago, que realmente tem um peso considerável: &#8220;O cuidado&#8221;</p>
<p>E o que é &#8220;cuidado&#8221;?</p>
<p>Mulheres tem habilidades que interessa nunca revelar.<br />
Mulheres são dotadas de coragem e fibra extraordinária, e sendo assim, podem ser meigas e misteriosas ao mesmo tempo. É um dom natural que inclui amor incondicional e sacrifícios, os mesmos que ela dedica sem qualquer hesitação aos filhos, à familia.</p>
<p>Mulheres são &#8220;forjadas&#8221; no dia a dia da batalha!<br />
E ainda, como dizia Coco Chanel, Visionário é quem sabe interpretar os desejos mais profundos das pessoas, não importa o sexo.</p>
<p>Concluindo, uma boa dose de NEXO, os nexialistas, aqueles que buscam as respostas para as questões e apresentam soluções inéditas e INTEGRADAS. O Integrador.</p>
<p>Sem esquecer do CIO homem ou CIO mulher, mulheres e homens convivem todos os dias nas organizações.</p>
<p>O importante é saber dosar e OUSAR.</p>
<p>Se uma empresa incentiva e motiva pessoas, retém talentos, agrega pela polêmica (divergências é sangue para uma organização sadia e duradoura) e apoia a Integração, o trabalho do CIO é entender e buscar a melhor tecnologia, suportar as demandas da empresa com o melhor time (pode ser interno, externo, ou misto) e o melhor orçamento. Para isso, respeitando sempre a Maturidade de TI x A Cultura da Organização.</p>
<p>O que vemos também é que há muita, muita tecnologia, porém a maximização do uso é deficiente. Há sem dúvida, desperdício de funcionalidades, pessoas e dinheiro.</p>
<p>E lembre-se, CIO não é função fim, é função meio. Estamos na adolescência dos Sistemas de Informação. Paradigmas serão quebrados e a ERA Pós Tesarac está chegando, com a transformação de modelos econômicos e sociais já fortemente abalados.</p>
<p>Se tentássemos fazer uma equação do que é necessário para o melhor Perfil de um CIO:</p>
<p><strong><em>CIO = Visão + Ousadia + Coragem e Nexo = Integrador<br />
CIO tem que ter Conteúdo, Comunicar, Interagir e Integrar!<br />
Um Evangelista!</em></strong></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Parte 1 &#8211; O Perfil do CIO: uma equação!</title>
		<link>http://www.profissionaisti.com.br/2009/06/o-perfil-do-cio-uma-equacao-parte-1/</link>
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		<pubDate>Thu, 25 Jun 2009 11:50:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Miriam Vasco</dc:creator>
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		<category><![CDATA[CIO]]></category>
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		<description><![CDATA[Olá pessoal, Vamos falar um pouco sobre o tão &#8220;discutido&#8221; atualmente: Perfil do CIO, e na segunda e terceira parte do artigo, apresentar uma &#8220;equação&#8221;. Geralmente, o que se procura para compor um bom Perfil para um CIO inclui ou considera: Formação: Graduação em Ciência da computação ou Engenharia de software ou Sistemas de informação. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá pessoal,</p>
<p>Vamos falar um pouco sobre o tão &#8220;discutido&#8221; atualmente: <em><strong>Perfil do CIO</strong></em>, e na segunda e terceira parte do artigo, apresentar uma <em><strong>&#8220;equação&#8221;.</strong></em></p>
<p>Geralmente, o que se procura para compor um bom Perfil para um CIO inclui ou considera:</p>
<ul>
<li><strong>Formação:</strong> Graduação em Ciência da computação ou Engenharia de software ou Sistemas de informação. E um MBA numa escola renomada.</li>
<li><strong>Qualificações e Habilidades:</strong> capacidade de liderança, conhecimento do negócio e estratégia, muito mais do que habilidades técnicas.</li>
</ul>
<p>Se todas essas principais exigências, já não podem ser consideradas pouca coisa, imagine num mundo globalizado onde alguém advindo do mundo da tecnologia tenha também que gerar resultados, enfrentar crises, dificuldades, problemas de comunicação, relacionamento, fazer parte do board da empresa e <a title="Papinho de TI: Alinhando TI aos negócios!" href="http://www.profissionaisti.com.br/2009/05/papinho-de-ti-alinhando-ti-aos-negocios/">Alinhar TI ao Negócio</a>. Como?</p>
<p>O que é esse tal de <em><strong>Valor de TI para o negócio?</strong></em> Porque se fala tanto em <em><strong>MBA?</strong></em><br />
Fico me perguntando, que negócio é esse que inventaram e falam em &#8220;<a title="Papinho de TI: Alinhando TI aos negócios!" href="http://www.profissionaisti.com.br/2009/05/papinho-de-ti-alinhando-ti-aos-negocios/">Alinhar TI ao Negócio</a>&#8220;?</p>
<p>Li numa matéria outro dia, e quero me solidarizar com esse pensamento:</p>
<p>&#8220;Curiosamente os cursos de graduação e os MBA&#8217;s de TI ainda apregoam o &#8220;alinhamento&#8221; da TI aos negócios. Se admitimos que alinhar é preciso, <em><strong>admitimos igualmente que andamos em descompasso com a área de negócios</strong></em> e essa é uma equação perversa para a TI que precisa envidar esforços vigorosos para entender o que está se passando e o que dela é esperado&#8221;.</p>
<p>Lembrar que não é o CIO, nem tampouco a área de TI, que define <em><strong>o destino ou as diretrizes da organização,</strong></em> mas sim é suporte, apoio à essas decisões, cabendo a TI a busca da melhor tecnologia e gerir o ambiente para atender as <em><strong>&#8220;Demandas do Negócio&#8221;.</strong></em></p>
<p>E o quem é esse <em><strong>novo CIO </strong></em>que se procura?</p>
<p>Se estão falando no novo CIO, um perfil mais moderno, e considerando que o CIO não necessariamente precise conhecer as técnicas de TI, mas sim ser um estrategista e deixar a tecnologia para o CTO, o que então esse novo CIO precisa incorporar?</p>
<p>E porque também alguns afirmam que <em><strong>CIO mulher </strong></em>tem mais sucesso no exercício da função?</p>
<p>Levando em consideração que a natureza masculina e feminina tem diferenças viscerais, podemos dizer que sim, porque se complementam, porém eu digo que mais <em><strong>dois ingredientes </strong></em>estão sendo esquecidos, e que podem ser masculino ou feminino.</p>
<p>Vamos tentar, resumidamente, responder essas questões, tão discutidas todos o dias nas mais diversas mídias especializadas no <strong>próximo post, aguarde!</strong></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Parte 2 &#8211; O Perfil do CIO: uma equação!</title>
		<link>http://www.profissionaisti.com.br/2009/06/parte-2-o-perfil-do-cio-uma-equacao/</link>
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		<pubDate>Thu, 25 Jun 2009 11:43:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Miriam Vasco</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Governança de TI]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[CIO]]></category>
		<category><![CDATA[Perfil]]></category>

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		<description><![CDATA[Leia a primeira parte desta série que aborda O Perfil do CIO. Os dois ingredientes: que é bem maior do que simplesmente Comunicação, Relacionamento com as áreas de negócios. Vem da capacidade de realmente &#8220;investigar&#8221; a necessidade, o problema na sua base, na essência. 1) o espírito investigativo, Vou dar um exemplo prático: Se um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a title="Parte 1 - O Perfil do CIO: uma equação!" href="http://www.profissionaisti.com.br/2009/06/o-perfil-do-cio-uma-equacao-parte-1/">Leia a primeira parte desta série que aborda O Perfil do CIO</a>.</p>
<p><strong><em></em></strong></p>
<p><strong><em></em></strong></p>
<p><strong><em>Os dois ingredientes:</em></strong> que é bem maior do que simplesmente Comunicação, Relacionamento com as áreas de negócios.</p>
<p>Vem da capacidade de realmente <em><strong>&#8220;investigar&#8221;</strong></em> a necessidade, o problema na sua base, na essência.</p>
<p>1) <strong>o espírito investigativo</strong>,</p>
<p>Vou dar um exemplo prático:<br />
Se um diretor ou presidente de empresa não souber o que está acontecendo na portaria da sua empresa, ele pode estar longe de saber o que está realmente acontecendo na sua empresa.</p>
<p>Eu não vou revelar o nome da empresa, mas eu estava na recepção de uma grande organização, aguardando o diretor com quem eu teria uma reunião.</p>
<p>E fiquei sentada por mais de 1 hora ali, atendi há duas chamadas desse diretor que ligava no meu celular relatando que estava num engarrafamento, mais um daqueles tradicionais de SP. Porém, enquanto estive sentada, pude perceber o entra e sai de funcionários, parceiros, fornecedores e todo tipo de pessoas trafegando livremente.<br />
E fiquei atenta as conversas porque me chamou a atenção os comentários.</p>
<p>Depois de mais ou menos 30 minutos, eu não tinha mais dúvidas, algo de muito errado estava acontecendo. E eu fiquei no mínimo preocupada, assustada com a conclusão que cheguei.</p>
<p>Decorridos não mais de dois meses dessa nossa conversa, a empresa estava falida! Amplamente divulgada na mídia e com grande impacto na sociedade.</p>
<p>Eu não estou dizendo que o diretor não sabia da real situação, estou simplesmente alertando para o fato de que se uma empresa vai mal, os primeiros a saber são os funcionários, principalmente da portaria, da fabrica, do almoxarifado, da contabilidade, ou seja, onde a informação chega de maneira limpa, sem <em><strong>&#8220;EDIÇÃO&#8221;, </strong></em>digamos assim, ou mais popularmente a &#8220;Radio Peão&#8221; não falha.</p>
<p>É nessa linha que construo a tese (por vezes comprovada) de que um CIO deve também praticar esse exercício de coletar informações em vários lugares ao mesmo tempo e não apenas em salas de reunião.</p>
<p>Um boa e tranquila conversa com quem realmente &#8220;vive&#8221; a necessidade, o processo, o problema, pode trazer mais resultado do que meses de &#8220;4 paredes&#8221; tentando &#8220;adivinhar&#8221; o que o usuário precisa.</p>
<p>Outro ponto relevante, é que não percebemos quase nunca: Não avaliamos os processos como realmente eles são, <em><strong>e SIM como gostaríamos que fossem. </strong></em>Um erro de percursso que pode custar o fracasso.</p>
<p>O status de diretor para o CIO, algumas vezes o afasta do simples, daquilo que é mais natural, das praticas mais básicas, aquelas que estão debaixo do nariz. É comum se deixar envolver pelas tarefas e pressões do dia a dia.<br />
E mais, não é só de portaria que vive um CIO.</p>
<p>Porque, se compete ao CIO alinhar tecnologia com a estrategia da empresa, então nada mais lógico que ele CIO, pratique o mesmo exercicio circulando na empresa.</p>
<p>Lembram da fábula do empresário que se disfarçava de &#8220;mendigo&#8221; e passava todo dia pela manhã na portaria da sua empresa para saber realmente o que acontecia? Como seria tratado? Como eram tratados os clientes?</p>
<p><em><strong>Mais um exemplo prático:</strong></em><br />
Um Presidente de uma grande companhia, que não tinha Paixão por TI, mas considerava um mal necessário, proibia TI de instalar qualquer sistema no seu computador.</p>
<p>O então CIO desafiado por essa atitude decidiu &#8220;investigar&#8221; como esse Presidente se munia de informações para gerir o seu negócio, uma vez que não tinha as informações disponíveis na forma de sistema.</p>
<p>E seguiu uma lógica, que não vale aqui detalhar, mas que lhe rendeu entender <em><strong>COMO</strong></em> esse Presidente colhia as informações.</p>
<p>Pode assim então, estruturar um &#8220;dashboard&#8221;, e não sem muitas dificuldades, apresentar para esse Presidente que no primeiro instante pediu para que esse CIO se retirasse da sala dele, mas no minuto seguinte com alguma hesitação, concordou em olhar por 5 minutos. Concedeu 5 minutos para o CIO.</p>
<p>Também resumindo: essa apresentação de 5 minutos se tornou uma longa e produtiva 3 horas de demonstração do que a tecnologia podia fazer pelo negócio, ou simplesmente responder aos desejos básicos daquele gestor. E também rendeu ao CIO um lugar de honra no board, atuando diretamente em conjunto com as estrategias da empresa, com o homens que decidem o caminho, as diretrizes e até mesmo podendo mapear qual a melhor tecnologia, como usar a TI para realmente <em><strong>Suportar e Conduzir as decisões,</strong></em> mas sem falar de tecnologia e sim na linguagem dos executivos, porque é a linguagem que eles entendem.</p>
<p>Não tem a menor importância se o problema será resolvido com BPM ou SOA, ou os dois, se será construída em plataforma JAVA ou .NET, com uma equipe de 5 funcionários CLT ou uma empresa terceirizada, se&#8230;.. o que realmente os executivos querem é uma solução inteligente, rápida, eficaz e dentro de um orçamento viável.</p>
<p>Nenhum MBA ensina mais do que &#8220;usuários&#8221; estratégicos, polêmicos, formadores de opinião, seja na controladoria, na recepção, na expedição, na tesouraria, eles estão em toda parte. É só observar, investigar, <em><strong>ANOTAR</strong></em> e o CIO vai se surpreender com o resultado final.</p>
<p><em><strong>Continua&#8230;</strong></em></p>
]]></content:encoded>
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