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	<title>Profissionais TI - Pra quem respira informação &#187; Certificação</title>
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	<description>Pra quem respira informação</description>
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		<title>Novas regras para o exame de certificação para Scrum Master (CSM)</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Jan 2012 15:27:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Profissionais TI</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Certificação]]></category>
		<category><![CDATA[Metodologias]]></category>
		<category><![CDATA[scrum]]></category>

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		<description><![CDATA[Desde 1º de Janeiro de 2012 estão valendo as novas regras para o exame de certificação para Scrum Master (CSM), de acordo com o comunicado da ScrumAlliance.org. O objetivo é o de tornar o processo mais rigoroso. Assim, as novas regras são: O Content Outline and Learning Objectives &#8211; a base para a estrutura e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Desde 1º de Janeiro de 2012 estão valendo as novas regras para o exame de certificação para Scrum Master (CSM), de acordo com o comunicado da ScrumAlliance.org. O objetivo é o de tornar o processo mais rigoroso.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Assim, as novas regras são:</strong></p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>O Content Outline and Learning Objectives &#8211; a base para a estrutura e conteúdo do novo exame de CSM &#8211; está disponível para download no site da <a href="http://scrumalliance.org/" target="_blank">Scrum Alliance</a>.</li>
<li>Todos os candidatos que prestarem o exame até o dia 31 de Março de 2012 serão automaticamente aprovados.</li>
<li>A partir de 1º de Abril de 2012, os candidatos serão aprovados ou não de acordo com o seu desempenho no exame.</li>
<li>A partir de 1º de Abril de 2012, os candidatos terão 60 dias para duas (2) tentativas gratuitas de aprovação. Após este período de 60 dias, o candidato deve pagar US$25 por tentativa. Após três (3) tentativas sem aprovação, é recomendado que o candidato faça um outro treinamento de CSM antes que sejam permitidas novas tentativas.</li>
<li>O novo exame terá 35 questões, sem limite de tempo. Os candidatos poderão marcar questões, mudar as respostas das questões e até mesmo interromper o exame, retornando a ele posteriormente dentro do prazo de 60 dias.</li>
<li>Ao final do exame, o candidato verá as questões respondidas incorretamente. A lista de opções não será exibida. Isto para encorajar os candidatos que não passarem na primeira tentativa revejam o conteúdo do curso antes de uma nova tentativa.</li>
<li>Candidatos que não sejam aprovados na primeira tentativa podem refazer o teste imediatamente (não é necessário um período mínimo) ou a qualquer momento dentro do período de 60 dias.</li>
<li>Depois de aprovado, o candidato pode renovar sua credencial a cada dois anos. A <a href="http://www.profissionaisti.com.br/tag/scrum/">Scrum</a> Alliance criará até Janeiro de 2013 o programa de Professional Development Units (PDUs). Os CSMs deverão obter estes PDUs para manter suas <a href="http://www.profissionaisti.com.br/certificacoes/">certificações</a>.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Maiores detalhes sobre o programa de PDUs serão informados em breve.</p>
<p style="text-align: justify;">Informações por <a href="http://adaptworks.com.br" target="_blank">adaptworks.co</a><wbr><a href="http://adaptworks.com.br" target="_blank">m.br</a><br />
</wbr></p>
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		<title>Certificação OCA e OCP no Oracle Database 10G e 11G</title>
		<link>http://www.profissionaisti.com.br/2011/11/certificacao-oca-e-ocp-no-oracle-database-10g-e-11g/</link>
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		<pubDate>Thu, 24 Nov 2011 14:52:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Prado</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Certificação]]></category>
		<category><![CDATA[OCA]]></category>
		<category><![CDATA[OCP]]></category>
		<category><![CDATA[Oracle]]></category>

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		<description><![CDATA[Olá pessoal, No artigo de hoje compartilharei com vocês 2 apresentações que montei sobre as Certificações OCA e OCP nos Bancos de Dados Oracle 10G e 11G. Cada apresentação contempla uma versão (10G ou 11G) do Oracle Database e comenta sobre os principais pontos que devem ser considerados no processo de preparação para a certificação: [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Olá pessoal,</p>
<p style="text-align: justify;">No artigo de hoje compartilharei com vocês 2 apresentações que montei sobre as Certificações <strong>OCA</strong> e <strong>OCP</strong> nos Bancos de Dados Oracle 10G e 11G. Cada apresentação contempla uma versão (10G ou 11G) do Oracle Database e comenta sobre os principais pontos que devem ser considerados no processo de preparação para a certificação:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Caminho para obter a certificação;</li>
<li>Exames necessários;</li>
<li>Como efetuar o agendamento e pagamento dos exames;</li>
<li>Conhecimentos necessários;</li>
<li>Treinamentos indicados;</li>
<li>Dicas para estudos.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">As apresentações estão disponíveis para download no blog <a href="http://www.fabioprado.net">www.fabioprado.net</a>, <em>Meu Sky Drive</em> (ver painel direito superior do blog), pasta <em>Oracle</em> -&gt; <em>Apresentacoes</em>, arquivos <span style="color: #ff0000;"><strong>Certificacao_OCA_OCP_10G</strong>.pdf</span> e <strong><span style="color: #ff0000;">Certificacao_OCA_OCP_11G.pdf</span></strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Estou negociando uma parceria com a empresa Capitani IT Solutions (<a href="http://www.capitani.com.br">www.capitani.com.br</a>) para fazer palestras gratuitas (com duração aproximada de 3 horas) sobre Certificação no Oracle Database a partir do ano de 2012. Também escrevi um artigo bem mais detalhado sobre este assunto para a revista SQL Magazine, que deverá ser publicado na edição do mês 12/2011. Empresas que tiverem interesse em assistir uma apresentação IN-COMPANY, entrem em contato no e-mail <a href="mailto:fbifabio@gmail.com">fbifabio@gmail.com</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">[]s</p>
<p style="text-align: justify;">Referência: <a href="http://www.fabioprado.net/2011/11/certificacao-oca-e-ocp-no-oracle.html">http://www.fabioprado.net/2011/11/certificacao-oca-e-ocp-no-oracle.html</a>.</p>
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		</item>
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		<title>Como se preparar para certificação LPI</title>
		<link>http://www.profissionaisti.com.br/2011/11/como-se-preparar-para-certificacao-lpi/</link>
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		<pubDate>Tue, 08 Nov 2011 16:19:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marta Vuelma</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Certificação]]></category>
		<category><![CDATA[Software Livre]]></category>
		<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[LPI]]></category>

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		<description><![CDATA[Falando sobre certificação Se você parou para ler este texto eu suponho que: deseja obter a certificação LPI está tentando entender por que se fala tanto em certificação (principalmente Linux) já tem esta certificação e está tentando obter um nível mais elevado Mesmo que você não se enquadre em nenhuma das situações acima, de alguma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3 style="text-align: justify;">Falando sobre certificação</h3>
<p style="text-align: justify;">Se você parou para ler este texto eu suponho que:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>deseja obter a certificação LPI</li>
<li>está tentando entender por que se fala tanto em certificação (principalmente Linux)</li>
<li>já tem esta certificação e está tentando obter um nível mais elevado</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Mesmo que você não se enquadre em nenhuma das situações acima, de alguma maneira veio parar aqui, então espero que tire proveito deste documento. O texto é longo mas realmente existem muitos assuntos a tratar. Boa leitura.<img title="More..." src="http://martavuelma.wordpress.com/wp-includes/js/tinymce/plugins/wordpress/img/trans.gif" alt="" /></p>
<p style="text-align: justify;">Antes de mais nada, preciso fazer alguns esclarecimentos.</p>
<p style="text-align: justify;">O que vou expressar aqui são comentários, experiências pessoais, sugestões, conselhos, dicas e ideias que eu usei durante a minha preparação para LPI. São o resultado de um longo tempo de estudo e preparação que poderão abreviar seu caminho para o estudo, já indicando os materiais mais adequados e outros “macetes”. No entanto, nada do que eu digo aqui é “uma verdade incontestável”. Não existem receitas prontas para levá-lo à certificação. Nem nada que alguém disser poderá poupá-lo de muito estudo e prática dos assuntos aprendidos. Por isso, seja realista: se sua intenção é certificar-se, comece a estudar já! E saiba que terá de encarar o processo de preparação com seriedade e disciplina. Se não fizer isso não chegará a lugar algum.</p>
<h3 style="text-align: justify;">Por que as certificações de TI são tão valorizadas?</h3>
<p style="text-align: justify;">Dizer que o mercado de TI é dinâmico, vasto e complexo já virou clichê. Já faz parte da cartilha de qualquer profissional da área. O que realmente tira o sono destas pessoas é uma pergunta simples: como posso provar que realmente tenho conhecimento na área onde estou ou pretendo trabalhar? Toda vez que uma empresa contrata alguém, independente do que está escrito no currículo ou da experiência que este alguém afirma ter, o empregador está assumindo um risco. É possível que tudo dê certo entre os envolvidos neste binômio. Mas pode não ser assim.</p>
<p style="text-align: justify;">Certificação tem a ver com “aumentar a chance de que o profissional corresponda à expectativa técnica da empresa”. Sabemos que o sucesso na carreira depende também de muitos outros fatores pessoais, objetivos, da empresa, etc. A grande questão é que se somos capazes de provar que dominamos um assunto, diminuímos as variáveis ligadas ao insucesso.</p>
<p style="text-align: justify;">E é justamente por isso que a esmagadora maioria de fabricantes de software ou instituições relacionadas criaram as certificações. O objetivo é permitir ao profissional provar o que realmente sabe.</p>
<p style="text-align: justify;">Certificação não é garantia de emprego, fama e retorno financeiro. É um requisito muito desejável (para não dizer obrigatório) que pode diferenciá-lo de tantos outros que estejam competindo pela mesma vaga. É um forte apoio na hora da decisão de quem vai ser contratado. Considere que você é um empresário e está diante de um grupo de técnicos com currículos e experiências muito semelhantes. Mas um deles possui certificação técnica voltada para a atividade que ele irá desenvolver. Quem você contrataria?</p>
<h3 style="text-align: justify;">O que é a LPI?</h3>
<p style="text-align: justify;">O texto do tópico a seguir foi extraído de: <a href="http://www.lpibrasil.com.br/empresa/o_que.php" target="_blank">http://www.lpibrasil.com.br/empresa/o_que.php</a></p>
<p style="text-align: justify;">O <em>Linux Professional Institute</em> &#8211; LPI &#8211; é uma organização sem fins lucrativos, sediada na Califórnia &#8211; USA e constituída em 1999 pela comunidade Linux, e, desde então, desenvolve de forma acessível um programa de certificação em sistemas GNU/Linux reconhecido internacionalmente por empresas, empregadores e profissionais de TI.</p>
<p style="text-align: justify;">A certificação LPI está entre as 10 mais procuradas do mundo por profissionais da área de Tecnologia da Informação, segundo o site Certcities.com, especializado no assunto.</p>
<p style="text-align: justify;">Certificar-se é uma forma de atestar conhecimentos profissionais, ou seja, validar a eficiência de alguém em determinado assunto.<br />
A principal vantagem da LPI sobre outras certificações Linux é a neutralidade de distribuição, pois as provas do LPI são baseadas no <em>Linux Standard Base</em>, um conjunto de normas que mantém a compatibilidade entre as diferentes versões e distribuições do sistema operacional. A certificação LPI é, portanto, independente da distribuição.</p>
<p style="text-align: justify;">O LPI é reconhecido como a primeira organização do mundo a defender e ajudar o uso profissional do Linux, <em>Open Source e <a href="http://www.profissionaisti.com.br/category/software-livre/">Free Software</a></em>. Os exames de certificação do LPI são aplicados em milhares de lugares no mundo, em vários idiomas e com o apoio de empresários, fabricantes e instrutores.</p>
<p style="text-align: justify;">O programa de exames do LPI é aplicado mundialmente por intermédio da Pearson VUE e da Thomson Prometric em seus centros de certificação e está também disponível na forma de exames tradicionais, aplicados em papel.</p>
<h3 style="text-align: justify;">Por onde começar?</h3>
<p style="text-align: justify;">Antes de mais nada, decidir por obter uma certificação significa decidir por adicionar um diferencial ao seu currículo. E Isso requer dedicação e responsabilidade. Sendo assim, estruturar e seguir um plano de estudos é fundamental. Dentro deste plano deve estar definido quando e onde estudar, horários, materiais que serão utilizados, etc. Vou falar em mais detalhes sobre o material mais a frente neste documento.</p>
<p style="text-align: justify;">Considero necessário dizer neste momento que quando estamos nos preparando para um processo como este, estamos também nos aprimorando em nossa área de atuação e adquirindo um grande volume de conhecimento. O que quero dizer com isso é que obter um título de certificação é uma oportunidade de ampliar muito nosso horizonte e não só de passar em uma prova.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>LPI-ID</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Uma etapa importante da preparação para a LPI é a criação do LPI-ID. Esse número é que identificará o candidato todas as vezes que for necessário agendar uma prova ou acessar o site da LPI para verificar o status ou comprovar sua certificação. O LPI-ID pode ser criado aqui: <a href="https://cs.lpi.org/caf/Xamman/register" target="_blank">https://cs.lpi.org/caf/Xamman/register</a>.</p>
<h3 style="text-align: justify;">Onde fazer as provas</h3>
<p style="text-align: justify;">Após isso é importante localizar um centro autorizado VUE ou Prometric na sua cidade ou arredores onde serão realizadas as provas. Nos endereços a seguir você pode pesquisar pelo melhor local: <a href="http://www.vue.com/" target="_blank">http://www.vue.com/</a> e <a href="http://www.prometric.com/" target="_blank">http://www.prometric.com</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">No Brasil, a LPI também oferece oportunidades especiais de realização da prova em eventos específicos, como é o caso do Forum Internacional do Software Livre em Porto Alegre (<a href="http://softwarelivre.org/fisl11" target="_blank">http://softwarelivre.org/fisl11</a>).</p>
<p style="text-align: justify;">O agendamento das provas se dá diretamente no site da VUE ou Prometric. Para fazer o pagamento é necessário possuir um cartão de crédito internacional.</p>
<h3 style="text-align: justify;">Organização dos níveis</h3>
<p style="text-align: justify;">A LPI dispõe atualmente de 3 níveis de certificação, conforme abaixo. Para atingir o nível 2 é necessário possui o nível 1. O mesmo se aplica para o nível 3 que requer os 2 anteriores.</p>
<p style="text-align: justify;">A certificação nível 1 é voltada para uso, configuração e manutenção de uma máquina local conectada à rede. Para obter o LPIC-1 é necessário realizar 2 provas (117-101 e 117-102). Cada prova custa US$ 160,00.</p>
<p style="text-align: justify;">A certificação nível 2 é focada na manutenção e configuração de ambientes de servidor. Para obter o LPIC-2 também é preciso atingir os objetivos em 2 provas (117-201 e 117-202) de igual valor das anteriores.</p>
<p style="text-align: justify;">A certificação de nível 3 é o topo da pirâmide, conhecida como Senior Level Linux Professional . Para obter o LPIC-3 é necessário realizar uma prova base (117-301 – Core, US$ 260,00) e uma ou mais provas de especialidade (LPI-302 &#8211; Mixed Environment, LPI-303 – Security, LPI 304 &#8211; Virtualization and High Availability), cada uma pelo mesmo valor da primeira deste nível. Em breve espera-se que seja divulgada a nova prova LPI 305 &#8211; Mail and Messaging Services. Também existe uma proposta de instituir a LPI-306 – Web Services, mas ainda não há nada definido para esta última.</p>
<h3 style="text-align: justify;">Aplicação das provas</h3>
<p style="text-align: justify;">Para os candidatos que realizam as provas em centros autorizados VUE ou Prometric, as mesmas são realizadas no computador e o resultado é conhecido no momento da finalização do exame. As provas podem ter 60 questões para serem respondidas em 90 minutos ou (como ocorreu comigo na 117-201) 80 questões para 120 minutos. Ao responder cada questão é possível marcar para revisão no final da prova assim como é possível voltar para questões anteriores durante o andamento da prova.</p>
<p style="text-align: justify;">Em situações especiais também são realizadas provas escritas (como no FISL). Mesmo para as pessoas que sentem-se mais à vontade com este tipo de avaliação, o tempo para se conhecer o resultado pode ser desestimulante. Pode levar de 15 a 45 dias para chegar o resultado.</p>
<p style="text-align: justify;">As provas do nível 1 estão disponíveis em português ou inglês. Do nível 2 em diante, somente inglês está disponível.</p>
<p style="text-align: justify;">Existem questões com uma única resposta certa, várias respostas certas, completar e digitar comandos. Sempre que existe mais de uma resposta certa, isso é indicado na questão.</p>
<p style="text-align: justify;">O score mínimo necessário para ser aprovado é 500 pontos. O valor total da prova é 800. As questões tem diferentes pesos conforme o tópico a que se relacionam. Isso tudo pode ser consultado no link informado mais adiante.</p>
<h3 style="text-align: justify;">Material de estudo</h3>
<p style="text-align: justify;">Muito bem, você já decidiu que vai se dedicar ao LPI-1 e trilhar este longo mas recompensador caminho da <a href="http://www.profissionaisti.com.br/certificacoes/">certificação</a>. A próxima dúvida óbvia é por onde começar a estudar. É neste momento que é preciso ter em mente que não existe nenhum material que contenha absolutamente tudo que é preciso estudar para passar nas provas.</p>
<p style="text-align: justify;">Se você espera comprar um livro de 500 ou 1000 páginas que será seu único material de estudo, recomendo rever seus conceitos. É comum encontrarmos em fóruns discussões sem fim sobre este ou aquele título. Críticas muito positivas ou terrivelmente negativas sobre este ou aquele autor. Esqueça isso! O programa de estudo para a LPI pode ser consultado aqui: <a href="http://www.lpi.org/eng/certification" target="_blank">http://www.lpi.org/eng/certification</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">Existem ótimos autores que publicaram livros que representam excelentes roteiros de estudo. Alguns mais completos, outros menos. Mas nenhum deles é definitivo e deve ser acompanhado de outras fontes e muita prática dos tópicos aprendidos.</p>
<p style="text-align: justify;">Possui um computador com Linux para testar os comandos é muito importante. A maioria de nós aprende e fixa muito mais rapidamente aquilo que executa. Também existem aqueles (como eu) que precisam escrever, fazer resumos, desenhos, etc., para gravar melhor. A escolha do método de estudo varia de pessoa para pessoa. O imprescindível é identificar o seu método e praticá-lo.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando você for utilizar material disponível na Internet é preciso ter cuidado se o mesmo está atualizado de acordo com as provas. Por exemplo, as provas atuais são focadas no kernel 2.6.</p>
<p style="text-align: justify;">O mesmo cuidado acima se aplica aos livros. Como o programa da LPI foi reformulado em 2009, é preciso observar a data de publicação dos livros para que atendam este novo programa.</p>
<h3 style="text-align: justify;">Sugestão de material</h3>
<p style="text-align: justify;">Levando em consideração o que foi dito acima, segue uma breve lista de sugestões de material para estudo. Lembre-se: escolha o que lhe for mais interessante e complemente com outras fontes de material alternativo e atualizado.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Livros específicos para certificação</strong></p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Certificação Linux – Uirá Ribeiro – 2ª Edição &#8211; <a href="http://www.certificacaolinux.com.br/" target="_blank">http://www.certificacaolinux.com.br/ </a>(Neste link também existe um simulado para as provas do nível 1 e um mapa mental muito úteis.)</li>
<li>Certificação LPI-1 – Luciano Siqueira – 3ª Edição &#8211; <a href="http://www.linuxnewmedia.com.br/shopping/livro/certificacaeo_lpi_1_3_edicaeo" target="_blank">http://www.linuxnewmedia.com.br/shopping/livro/certificacaeo_lpi_1_3_edicaeo</a></li>
<li>Certificação LPI-2 – Luciano Siqueira – 2ª Edição &#8211; <a href="http://www.linuxnewmedia.com.br/shopping/livro/certificacaeo_lpi_2_2a_edicaeo">http://www.linuxnewmedia.com.br/shopping/livro/certificacaeo_lpi_2_2a_edicaeo</a></li>
<li>LPI Linux Certification in a Nutshell &#8211; Adam Haeder, Stephen Addison Schneiter, Bruno Gomes Pessanha, James Stanger &#8211; 3<sup>rd</sup> Edition &#8211; <a href="http://oreilly.com/catalog/9780596804886/">http://oreilly.com/catalog/9780596804886/</a></li>
<li>LPIC-1: Linux Professional Institute Certification Study Guide: (Exams 101 and 102) &#8211; Roderick W. Smith – 2ª Edition &#8211; <a href="http://www.sybex.com/WileyCDA/SybexTitle/LPIC-1-Linux-Professional-Institute-Certification-Study-Guide-Exams-101-and-102-2nd-Edition.productCd-0470404833.html">http://www.sybex.com/WileyCDA/SybexTitle/LPIC-1-Linux-Professional-Institute-Certification-Study-Guide-Exams-101-and-102-2nd-Edition.productCd-0470404833.html</a></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><strong>Outros títulos complementares e recomendados</strong></p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Linux: o Guia Essencial &#8211; Siever, Weber, Figgins, Love &amp; Robbins – 5º Edição</li>
<li>Linux &#8211; Guia do Administrador do Sistema – Rubem Ferreira &#8211; 2ª Edição</li>
<li>Manual Completo do Linux &#8211; Guia do Administrador &#8211; Evi Nemeth e outros &#8211; 2ª Edição</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><strong>Simulados</strong></p>
<ul style="text-align: justify;">
<li><a href="http://www.testking.com/" target="_blank">http://www.testking.com</a></li>
<li><a href="http://armbrust.eti.br/">http://armbrust.eti.br/</a></li>
<li><a href="http://www.stato.blog.br/wordpress/simulados/open/lpi201/index.html">http://www.stato.blog.br/wordpress/simulados/open/lpi201/index.html</a></li>
<li><a href="http://www.penguintutor.com/certification.php" target="_blank">http://www.penguintutor.com/certification.php</a></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><strong>Sites recomendados</strong></p>
<ul style="text-align: justify;">
<li><a href="http://www.vivaolinux.com.br/">http://www.vivaolinux.com.br</a></li>
<li><a href="http://br-linux.org/">http://br-linux.org/</a></li>
<li><a href="http://www.ibm.com/developerworks/linux/library/l-lpic1-v3-map/index.html">http://www.ibm.com/developerworks/linux/library/l-lpic1-v3-map/index.html</a></li>
<li><a href="http://www.guiafoca.org/">http://www.guiafoca.org/</a></li>
<li><a href="http://www.linuxquestions.org/questions/">http://www.linuxquestions.org/questions/</a></li>
<li><a href="http://searchenterpriselinux.techtarget.com/">http://searchenterpriselinux.techtarget.com/</a></li>
<li><a title="Site do Prof. Uirá Ribeiro sobre Certificação LPI" href="http://www.certificacaolinux.com.br/certificacao.htm" target="_blank">http://www.certificacaolinux.com.br/certificacao.htm</a></li>
</ul>
<h3 style="text-align: justify;">Considerações finais</h3>
<p style="text-align: justify;">A intenção deste documento é auxiliar àqueles que pretendem se certificar em <a href="http://www.profissionaisti.com.br/tag/linux">Linux</a>. Tenho certeza que muitos terão sugestões e inúmeras perguntas vão surgir. Fique à vontade para perguntar e sugerir. Com isso poderei tornar as informações aqui contidas mais úteis e eficazes para todos. Participe e auxilie no aprimoramento deste artigo.</p>
<p style="text-align: justify;">Para finalizar, agradeço a todos os alunos e amigos que já me perguntaram alguma coisa sobre LPI. Foram as perguntas de vocês que me levaram a escrever este texto.</p>
<p style="text-align: justify;">Bons estudos e boa prova!<br />
Marta Vuelma &#8211; <a href="http://twitter.com/MartaVuelma" target="_blank">@MartaVuelma</a></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Artigo publicado em: Meu Blog (<a href="http://martavuelma.wordpress.com" target="_blank">martavuelma.wordpress.com</a>) e <a href="http://www.vivaolinux.com.br" target="_blank">Viva o Linux</a></em></p>
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		<title>Faculdade ou Certificação?</title>
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		<pubDate>Fri, 21 Oct 2011 10:55:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Guerra Fernando C. G. D.</dc:creator>
				<category><![CDATA[Acadêmicos]]></category>
		<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Certificação]]></category>
		<category><![CDATA[Faculdade]]></category>

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		<description><![CDATA[Olá leitores, seguem minhas considerações acerca do assunto Faculdade x Certificação. Existe uma discussão que vem se prolongando há muitos anos e que nunca terá fim, pois encontramos profissionais de sucesso com e sem faculdade e ao mesmo tempo com e sem certificação. Neste caso deixo aos amigos leitores a minha opinião e experiência aos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Olá leitores, seguem minhas considerações acerca do assunto Faculdade x Certificação.</p>
<p style="text-align: justify;">Existe uma discussão que vem se prolongando há muitos anos e que nunca terá fim, pois encontramos profissionais de sucesso com e sem faculdade e ao mesmo tempo com e sem certificação. Neste caso deixo aos amigos leitores a minha opinião e experiência aos iniciantes que talvez possuam uma situação financeira restrita e que tenham que escolher entre umas delas neste momento da sua vida.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas uma coisa tem que ficar clara ao leitor: o mercado de trabalho exige que o profissional possua tanto a faculdade como a certificação, pois ambas se complementam e possuem finalidades diferentes.</p>
<p style="text-align: justify;">A faculdade tem como principal objetivo ampliar o campo de visão do aluno e o tornar um &#8220;questionador&#8221;, cabe ao interessado procurar outras fontes de informação para complementar o que é aprendido na academia, pois o que nos é fornecido pelos professores é apenas uma pequena fração do que de fato existe sobre o tema estudado e que pode ou não estar tendencioso ao que o instrutor acredita. Esta é uma das razões da palavra &#8220;questionar&#8221; se encontrar como foco, além de estar fundamentado por pesquisas científicas.</p>
<p style="text-align: justify;">A certificação complementa o estudo e cria especialistas por área de atuação, mas sem informações de mercado e conhecimento de outras linhas de pesquisa fornecidas pela academia pode deixar o profissional bitolado com uma visão limitada do todo.</p>
<p style="text-align: justify;">Desta forma, cabe ao estudante saber criticar a academia, as certificações e ao mercado de trabalho que influência nesta grande discussão, para refletir no momento em que se encontra profissionalmente e para avaliar prós e contras de ambas, a fim de realizar a escolha correta de acordo com o seu objetivo de vida.</p>
<p style="text-align: justify;">Se o leitor se encontra em início de carreira recomendaria optar pela certificação, pois a mesma possibilita ao novato ter acesso a atuar rapidamente na área de seu interesse, desta forma ele poderá validar se realmente é este o seu desejo profissional. A opção pela certificação inicialmente poderá ou não possibilitar ganhos financeiros rapidamente. Mesmo assim a recomendaria até que o iniciante aumentasse o seu grau de maturidade para poder avaliar o caminho que se pretende seguir.</p>
<p style="text-align: justify;">Gostaria de lembrar ao leitor que a faculdade se torna obrigatória em qualquer área de atuação e não existe certificação que a substitua. Um acadêmico com ou sem experiência de mercado pode ou não colocar um profissional certificado na parede ao questioná-lo por possuir uma visão sistêmica, algo que o estudo da certificação não possibilita. A academia existe para criar questionadores e não treinar os profissionais em produtos de mercado.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas indiferente da certificação ou faculdade, cabe ao estudante correr atrás dos seus sonhos para ampliar seus conhecimentos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Somente existe uma receita para o sucesso profissional.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Receita de sucesso = estudo + experiência + maturidade + acreditar em você + trabalho + trabalho + trabalho + aprendizado contínuo.</em></p>
<p style="text-align: justify;">Fica aos leitores um texto de um profissional com Faculdade + Certificações.</p>
<p style="text-align: justify;">Obrigado aos que chegaram até o final deste texto. Deixe seu comentário! Aceito recomendações para continuar o debate em textos futuros.</p>
<p style="text-align: justify;">Um abraço e até a próxima.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Como obter a certificação Oracle Certified Professional (OCP)?</title>
		<link>http://www.profissionaisti.com.br/2011/09/como-obter-a-certificacao-oracle-certified-professional-ocp/</link>
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		<pubDate>Wed, 21 Sep 2011 11:55:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Prado</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Certificação]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[OCP]]></category>
		<category><![CDATA[Oracle]]></category>

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		<description><![CDATA[Olá pessoal, Antes de lerem este artigo, sugiro que leiam outro artigo que escrevi sobre como obter as certificações Oracle Database 10G (Entendendo o Programa de Certificação Oracle Database 10G). Atualmente ele é o artigo mais lido e mais comentado no meu blog, que orienta sobre o caminho completo para obter as certificações OCA, OCP e OCM, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Olá pessoal,</p>
<p style="text-align: justify;">Antes de lerem este artigo, sugiro que leiam outro artigo que escrevi sobre como obter as certificações Oracle Database 10G (<a href="http://www.profissionaisti.com.br/2011/04/entendendo-o-programa-de-certificacao-oracle-database-10g/">Entendendo o Programa de Certificação Oracle Database 10G</a>). Atualmente ele é o artigo mais lido e mais comentado no meu blog, que orienta sobre o caminho completo para obter as certificações OCA, OCP e OCM, e que contém várias dicas de materiais de estudo.</p>
<p style="text-align: justify;">Decidi escrever este artigo agora porque passei no exame <strong>1Z0-043</strong>, por isso <strong>este</strong> é o melhor momento para eu escrever sobre como obter a certificação <strong>OCP Database 10G</strong>. Ressalto que ainda não sou OCP, pois tenho que aguardar uma resposta de aprovação da Oracle, sobre o último passo para tirar esta certificação que é a submissão de um formulário (através do site da <a href="http://www.vue.com/oracle" target="_blank">VUE</a>) informando que eu fiz um treinamento oficial Oracle.</p>
<div style="text-align: justify;">
<p>O que vou escrever abaixo é um pouco da minha experiência, alguns comentários e o que fiz para alcançar esta certificação.</p>
</div>
<div style="text-align: justify;">
<p>Não quero assustar ninguém, mas meu primeiro comentário sobre a certificação <strong>OCP Database 10G </strong>é que esta foi a certificação <em>mais difícil</em> que eu já obtive até hoje. Se vocês olharem na página <a href="http://www.fabioprado.net/p/sobre-mim.html" target="_blank">SOBRE</a> do meu blog verão que possuo algumas certificações <em>Microsoft</em> e para mim nenhuma delas foi tão difícil quanto a de OCP. O exame para a certificação de MCP no Windows Server 2003 (08/2006), por exemplo, eu fiz sem ter nenhuma experiência com Windows Server 2003 e ainda assim acho que ele foi mais fácil que o exame 1Z0-043.</p>
</div>
<div style="text-align: justify;">
<p><em> </em>Minha primeira dica para quem está buscando a certificação OCP é: estude muito! <em>Não economize esforços em estudos</em>. De preferência não busque esta <a href="http://www.profissionaisti.com.br/certificacoes/">certificação</a> sem ter experiência com administração de Bancos de Dados <a href="http://www.treinaweb.com.br/curso/oracle" target="_blank">Oracle</a>. Se você não tem experiência, o caminho para a certificação OCA não é tão difícil, pois podemos comparar os conhecimentos necessários para fazer os exames de OCA como os conhecimentos de um <strong>DBA Júnior</strong>. Porém, para obter a certificação OCP, é mais díficil passar no exame 1Z0-043 sem ter experiência prévia, pois podemos comparar os conhecimentos necessários para este exame com os conhecimentos de um <strong>DBA Sênior.</strong><strong> </strong><strong> </strong></p>
</div>
<div style="text-align: justify;">
<p><strong> </strong>Segue abaixo um resumo do meu caminho e conhecimentos que adquiri para obter a certificação OCP:</p>
</div>
<ol style="text-align: justify;">
<li><strong> </strong>Estou trabalhando há 4 anos com Administração de Bancos de Dados Oracle;</li>
<li><strong></strong>Há pouco mais de 1 ano tirei a Certificação <strong>OCA</strong> e comecei a dar aulas de Administração de Bancos de Dados <a href="http://www.treinaweb.com.br/curso/oracle" target="_blank">Oracle</a>;</li>
<li><strong></strong>Leio quase todos os dias a documentação online da Oracle em <a href="http://tahiti.oracle.com/" target="_blank">http://tahiti.oracle.com/</a> e muitos artigos sobre Oracle que pesquiso aleatóriamente no Google;</li>
<li><strong></strong>Estudei apostilas da Self Test Software (1Z0-042 e 1Z0-043) e o guia de estudos da Sybex <em>OCP: Oracle 10g Administration II.</em></li>
</ol>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;">
<p>Quanto aos exames da Oracle, um alerta: muitas questões são bem complexas, algumas são quase <em>pegadinhas</em>!  O exame 1Z0-043 possui 70 questões que devem ser respondidas em 90  minutos. Existem muitas questões sobre recuperação de dados com RMAN,  Flashback e recuperações não-críticas, tais como recuperar um logfile  (não atual) e um tablespace temporário. Eu terminei o exame faltando  menos de 5 minutos para o tempo final. Este tempo restante acabei usando  para fazer revisões em algumas questões que eu respondi com dúvidas!</p>
<p><em> </em>Bom pessoal, já falei um pouco sobre o que eu queria compartilhar e aproveito para informar que a partir de agora vou escrever um artigo bem completo sobre este assunto, que provavelmente será publicado na <em>SQL Magazine 92</em>. Por hoje é só!</p>
<p>[]s</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.fabioprado.net/2011/08/certificacao-ocp-como-obter-esta.html" target="_blank">http://www.fabioprado.net/2011/08/certificacao-ocp-como-obter-esta.html</a></p>
</div>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Troubleshooting em Redes Cisco para Iniciantes</title>
		<link>http://www.profissionaisti.com.br/2011/09/troubleshooting-em-redes-cisco-para-iniciantes/</link>
		<comments>http://www.profissionaisti.com.br/2011/09/troubleshooting-em-redes-cisco-para-iniciantes/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 16 Sep 2011 18:09:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lex</dc:creator>
				<category><![CDATA[Certificação]]></category>
		<category><![CDATA[Infraestrutura]]></category>
		<category><![CDATA[Redes]]></category>
		<category><![CDATA[CCNA]]></category>
		<category><![CDATA[Cisco]]></category>
		<category><![CDATA[Troubleshooting]]></category>

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		<description><![CDATA[Olá pessoal, Hoje vamos falar um pouco sobre um tema que assusta muitos técnicos e engenheiros no início de suas carreiras com redes Cisco &#8211; o troubleshooting. No mundo ideal sua rede iria operar continuamente sem nenhum tipo de problema, mas no mundo real todos nós sabemos que isso é impossível. Cedo ou tarde você [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Olá pessoal,</p>
<p style="text-align: justify;">Hoje vamos falar um pouco sobre um tema que assusta muitos técnicos e engenheiros no início de suas carreiras com redes Cisco &#8211; o troubleshooting.</p>
<p style="text-align: justify;">No mundo ideal sua rede iria operar continuamente sem nenhum tipo de problema, mas no mundo real todos nós sabemos que isso é impossível. Cedo ou tarde você terá que enfrentar o desafio de identificar e isolar a causa de um problema de mal funcionamento em sua rede e resolver o problema no melhor tempo possível. Por isso é muito importante para todo engenheiro de redes conhecer algumas técnicas e comandos específicos para ajudar nessa tarefa.</p>
<p style="text-align: justify;">Nos próximos parágrafos vamos mostrar alguns comandos básicos, mas extremamente úteis, que você deve ter em mente sempre que for realizar o troubleshooting em uma rede operando com roteadores e/ou switches Cisco. Os comandos que veremos são:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Ping</li>
<li>Traceroute</li>
<li>Telnet</li>
<li>Show interfaces</li>
<li>Show ip interface</li>
<li>Show ip route</li>
<li>Show running-config</li>
<li>Show startup-config</li>
</ul>
<h3 style="text-align: justify;">O comando Ping</h3>
<p style="text-align: justify;">O ping opera na camada de rede e utiliza os serviços do protocolo ICMP. Esse é o primeiro comando que você deve utilizar em uma processo de troubleshooting.</p>
<p style="text-align: justify;">Com o ping você poderá testar um host remoto enviando mensagens de &#8220;echo request&#8221; e recebendo de volta as mensagens de &#8220;echo reply&#8221;. É importante ter em mente que o fato do host remoto estar ativo não significa que ele está funcionando corretamente, por isso o ping deve ser utilizado logo no início da sua investigação.</p>
<p style="text-align: justify;">Além do mais, o comando ping oferece uma série de opções avançadas que podem lhe ajudar. Por exemplo, você pode fazer o ping com diferentes protocolos de rede. Também é possível configurar o número exato de requisições de ping que serão transmitidas, a quantidade de dados que será transmitida, especificar se será permitido fragmentar o pacote ou não e muitas outras opções.</p>
<p style="text-align: justify;">Nos equipamentos Cisco utilizar o ping é muito simples, basta usar o comando ping mais o endereço do host remoto que você quer testar, por exemplo, para &#8220;pingar&#8221; o host com endereço 192.168.1.2 utilize o comando abaixo:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #339966;"><span style="font-family: courier new,courier;">BR#ping 192.168.1.2</span></span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #339966;"><span style="font-family: courier new,courier;">Type escape sequence to abort.<br />
Sending 5, 100-byte ICMP Echos to 192.168.1.2, timeout is 2 seconds:<br />
!!!!!<br />
Success rate is 100 percent (5/5), round-trip min/avg/max = 28/31/32 ms</span></span></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Para utilizar as opções avançadas do ping basta digitar ping  e seguir o prompt.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #339966;"><span style="font-family: courier new,courier;">BR#ping<br />
Protocol [ip]:<br />
Target IP address: 192.168.1.2<br />
Repeat count [5]: 50<br />
Datagram size [100]: 1500<br />
Timeout in seconds [2]:<br />
Extended commands [n]:<br />
Sweep range of sizes [n]:<br />
Type escape sequence to abort.<br />
Sending 50, 1500-byte ICMP Echos to 192.168.1.2, timeout is 2 seconds:<br />
!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!<br />
Success rate is 100 percent (50/50), round-trip min/avg/max = 76/76/100 ms</span></span></strong></p>
<h3 style="text-align: justify;">O comando Traceroute</h3>
<p style="text-align: justify;">O comando traceroute mostra o caminho fim-a-fim que o pacote segue até o seu destino final. Similar ao ping, ele utiliza o protocolo ICMP. Esse comando é muito útil para identificar gargalos na rede, abaixo segue uma saída típica do traceroute.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #339966;"><span style="font-family: courier new,courier;">Router#traceroute 192.168.1.2<br />
Type escape sequence to abort.<br />
Tracing the route to 192.168.1.2</span></span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #339966;"><span style="font-family: courier new,courier;">1   10.0.0.2        6 msec    6 msec    1 msec<br />
2   192.168.1.2     4 msec    9 msec    10 msec<br />
Router#</span></span></strong></p>
<h3 style="text-align: justify;">O comando Telnet</h3>
<p style="text-align: justify;">Utilize o comando telnet para testar o funcionamento até a camada de aplicação entre o host de origem e do destino. Claro que para utilizar esse comando nos equipamentos Cisco devemos antes ter configurado os equipamentos para aceitarem conexões telnet. A utilização é bem simple, basta digitar telnet e o endereço ip de destino. Se tudo estiver ok, será aberto a seção de telnet e você poderá acessar o equipamento remoto.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #339966;"><span style="font-family: courier new,courier;">BR#telnet 192.168.1.2<br />
Trying 192.168.1.2 &#8230;</span></span></strong></p>
<h3 style="text-align: justify;">O comando Show Interfaces</h3>
<p style="text-align: justify;">O comando show interfaces mostra todas as interfaces disponíveis em um roteador ou switch Cisco. Você também pode utilizar esse comando para exibir os detalhes de uma interface específica, bastando adicionar o nome da interface logo em seguida do comando.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: courier new,courier;"><strong><span style="color: #339966;">Router#show interfaces</span></strong> <span style="color: #ff0000;">(mostra os detalhes de todas as interfaces)</span><br />
<span style="color: #339966;"><strong>Router#show interfaces fast0/0</strong></span> <span style="color: #ff0000;">(mostra os detalhes somente da interface fast0/0)</span></span></p>
<p style="text-align: justify;">Esse comando é extremamente útil pois pode revelar problemas da camada 1 e 2. Além do mais também exibe detalhes como endereço MAC, endereço IP, método de encapsulamento e estatísticas de erros. Veja abaixo um exemplo da saída desse comando.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #339966;"><strong><span style="font-family: courier new,courier;">BR#show interfaces s0/0/0<br />
Serial0/0/0 is up, line protocol is up<br />
Hardware is GT96K Serial<br />
Description: BR002495RA001AGE SE0/0/0 &#8211; MPLS TELEFONICA<br />
MTU 1500 bytes, BW 512 Kbit/sec, DLY 20000 usec,<br />
reliability 255/255, txload 17/255, rxload 11/255<br />
Encapsulation PPP, LCP Open, multilink Open<br />
Link is a member of Multilink bundle Multilink1, loopback not set<br />
Keepalive set (10 sec)<br />
CRC checking enabled<br />
Last input 00:00:00, output 00:00:00, output hang never<br />
Last clearing of &#8220;show interface&#8221; counters 00:22:56<br />
Input queue: 0/75/0/0 (size/max/drops/flushes); Total output drops: 0<br />
Queueing strategy: fifo<br />
Output queue: 0/40 (size/max)<br />
30 second input rate 23000 bits/sec, 61 packets/sec<br />
30 second output rate 35000 bits/sec, 71 packets/sec<br />
45930 packets input, 4312759 bytes, 0 no buffer<br />
Received 0 broadcasts, 0 runts, 0 giants, 0 throttles<br />
0 input errors, 0 CRC, 0 frame, 0 overrun, 0 ignored, 0 abort<br />
49398 packets output, 3817210 bytes, 0 underruns<br />
0 output errors, 0 collisions, 1 interface resets<br />
3 unknown protocol drops<br />
9 unknown protocol drops<br />
0 output buffer failures, 0 output buffers swapped out<br />
0 carrier transitions<br />
DCD=up  DSR=up  DTR=up  RTS=up  CTS=up</span></strong></span></p>
<p style="text-align: justify;">Logo na primeira linha vemos o detalhe mais importante &#8211; &#8220;<span style="color: #ff0000;">Serial0/0/0 is up, line protocol is up (connected)</span>&#8220;. A primeira parte refere-se a camada 1 e mostra que a interface está &#8220;up&#8221; e operando. A segunda parte refere-se a camada 2, &#8220;line protocol is up&#8221; nos diz que temos conectividade também na camada 2. Existem 04 possíveis saídas que podemos encontrar:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li><strong>Serial0/0/0 is up, line protocol is up:</strong> Camadas 1 e 2 funcionando perfeitamente.</li>
</ul>
<ul style="text-align: justify;">
<li><strong>Serial0/0/0 is down, line protocol is down:</strong> Essa saída indica problema na camada física. Pode ser, por exemplo, cabo desconetaco nessa interface ou na interface remota.</li>
</ul>
<ul style="text-align: justify;">
<li><strong>Serial0/0/0 is up, line protocol is down:</strong> Nesse caso a camada física está ok, mas a camada de enlace não. Possíveis razões para isso podem ser problema na configuração do encapsulamento ou clock rate.</li>
</ul>
<ul style="text-align: justify;">
<li><strong>Serial0/0/0 is administratively down, line protocol is down:</strong> Essa saída indica que a sua interface foi localmente colocada no estado de shutdown. Entre na configuração da interface e dê um &#8220;no shutdown&#8221;.</li>
</ul>
<h3 style="text-align: justify;">O comando Show IP Interfaces</h3>
<p style="text-align: justify;">O comando show ip interfaces vai lhe mostrar detalhes da configuração da camada 3 nas interfaces. Com esse comando você poderá ver o endereço IP e a máscara configurada em uma interface, se existe alguma access list aplicada e outras informações básicas.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #339966;"><strong><span style="font-family: courier new,courier;">Router#sh ip interface<br />
FastEthernet0/0 is administratively down, line protocol is down (disabled)<br />
Internet protocol processing disabled<br />
FastEthernet0/1 is administratively down, line protocol is down (disabled)<br />
Internet protocol processing disabled<br />
Serial0/0/0 is up, line protocol is up (connected)<br />
Internet address is 10.0.0.1/8<br />
Broadcast address is 255.255.255.255<br />
Address determined by setup command<br />
MTU is 1500<br />
Helper address is not set<br />
Directed broadcast forwarding is disabled<br />
Outgoing access list is not set<br />
Inbound  access list is not set<br />
Proxy ARP is enabled<br />
Security level is default<br />
Split horizon is enabled<br />
ICMP redirects are always sent<br />
ICMP unreachables are always sent<br />
ICMP mask replies are never sent<br />
IP fast switching is disabled<br />
IP fast switching on the same interface is disabled<br />
IP Flow switching is disabled<br />
IP Fast switching turbo vector<br />
IP multicast fast switching is disabled<br />
IP multicast distributed fast switching is disabled<br />
Router Discovery is disabled<br />
IP output packet accounting is disabled<br />
IP access violation accounting is disabled<br />
TCP/IP header compression is disabled<br />
RTP/IP header compression is disabled<br />
Probe proxy name replies are disabled<br />
Policy routing is disabled<br />
Network address translation is disabled<br />
WCCP Redirect outbound is disabled<br />
WCCP Redirect exclude is disabled<br />
BGP Policy Mapping is disabled<br />
Vlan1 is administratively down, line protocol is down<br />
Internet protocol processing disabled</span></strong></span></p>
<h3 style="text-align: justify;">O comando Show IP Route</h3>
<p style="text-align: justify;">Utilize o comando show ip route para investigar detalhes das rotas configuradas no seu roteador. Tenha sempre em mente que o roteador só consegue enviar pacotes para rotas listadas em sua tabela de rotas. É possível que uma rota tenha sido removida da tabela de roteamento por isso é muito importante utilizar o comando &#8220;show running config&#8221; em conjunto com o &#8220;show ip route&#8221; para verificar possíveis inconsistências.</p>
<p style="text-align: justify;">Abaixo uma saída do comando show ip route</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #339966;"><strong><span style="font-family: courier new,courier;">Router#show ip route<br />
Codes: C &#8211; connected, S &#8211; static, R &#8211; RIP, M &#8211; mobile, B &#8211; BGP<br />
D &#8211; EIGRP, EX &#8211; EIGRP external, O &#8211; OSPF, IA &#8211; OSPF inter area<br />
N1 &#8211; OSPF NSSA external type 1, N2 &#8211; OSPF NSSA external type 2<br />
E1 &#8211; OSPF external type 1, E2 &#8211; OSPF external type 2<br />
i &#8211; IS-IS, su &#8211; IS-IS summary, L1 &#8211; IS-IS level-1, L2 &#8211; IS-IS level-2<br />
ia &#8211; IS-IS inter area, * &#8211; candidate default, U &#8211; per-user static route<br />
o &#8211; ODR, P &#8211; periodic downloaded static route</span></strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #339966;"><strong><span style="font-family: courier new,courier;">Gateway of last resort is 168.42.18.237 to network 0.0.0.0</span></strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #339966;"><strong><span style="font-family: courier new,courier;">168.142.0.0/24 is subnetted, 1 subnets<br />
C       168.142.16.0 is directly connected, GigabitEthernet0/0.1<br />
168.6.0.0/32 is subnetted, 1 subnets<br />
C       168.6.30.228 is directly connected, Loopback0<br />
168.37.0.0/24 is subnetted, 1 subnets<br />
C       168.37.8.0 is directly connected, GigabitEthernet0/0.15<br />
168.42.0.0/16 is variably subnetted, 6 subnets, 2 masks<br />
S       168.42.254.4/30 [1/0] via 192.168.116.237<br />
S       168.42.254.0/30 [1/0] via 192.168.116.237<br />
C       168.42.18.236/30 is directly connected, Multilink1<br />
C       168.42.18.237/32 is directly connected, Multilink1<br />
S       168.42.2.0/30 [254/0] via 168.42.18.237<br />
S       168.42.4.0/30 [254/0] via 168.42.18.237<br />
168.43.0.0/20 is subnetted, 1 subnets<br />
C       168.43.208.0 is directly connected, Tunnel1<br />
B    10.0.0.0/8 [20/0] via 168.42.18.237, 00:22:53<br />
192.168.116.0/30 is subnetted, 1 subnets<br />
C       192.168.116.236 is directly connected, GigabitEthernet0/1<br />
B*   0.0.0.0/0 [20/0] via 168.42.18.237, 00:22:53<br />
B    128.0.0.0/2 [20/0] via 168.42.18.237, 00:22:53</span></strong></span></p>
<h3 style="text-align: justify;">Os comandos Show Running-Config e Show Startup-Config</h3>
<p style="text-align: justify;">Utilize o show running config para exibir a configuração completa em operação no seu equipamento Cisco. Estudando a configuração do dispositivo você pode identificar a causa do problema. Já o comando show startup-config irá mostrar a configuração que será carregada no próximo reload do equipamento.</p>
<p style="text-align: justify;">Veja abaixo uma parte da saída típica do &#8220;show run&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #339966;"><span style="font-family: courier new,courier;">BR#sh run<br />
Building configuration&#8230;</span></span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #339966;"><span style="font-family: courier new,courier;">Current configuration : 30164 bytes<br />
!<br />
! No configuration change since last restart<br />
!<br />
version 12.4<br />
service timestamps debug datetime msec localtime show-timezone<br />
service timestamps log datetime msec localtime show-timezone<br />
service password-encryption<br />
!<br />
hostname BR002495RA001AGE<br />
!<br />
boot-start-marker<br />
boot system flash:c2800nm-ipvoicek9-mz.124-15.T8.bin<br />
boot-end-marker<br />
!<br />
card type e1 0 2<br />
logging buffered 100000<br />
logging persistent url flash:/ size 2000000 filesize 500000<br />
&#8211;More&#8211;</span></span></strong></p>
<h3 style="text-align: justify;">Por fim, confie em seus instintos</h3>
<p style="text-align: justify;">Isolar a causa de um mal funcionamento na rede não é uma tarefa fácil, em muitos casos serão necessárias horas de investigação até chegar na causa raiz do problema.</p>
<p style="text-align: justify;">Persistência, paciência e coragem são qualidades que podem lhe ajudar nessas horas. As vezes o problema está bem na sua frente e você só vai notá-lo depois de alguns neurônios queimados.</p>
<p style="text-align: justify;">O importante é não desanimar e seguir em frente&#8230; claro que não podemos esquecer da parte técnica: conheça bem seu equipamento, suas facilidades, recursos e os conceitos teóricos que estão por trás de toda a tecnologia.</p>
<p style="text-align: justify;">Um grande abraço e até breve&#8230;</p>
<hr style="width: 100%;" />
<p style="text-align: justify;">Fonte: <a title="www.dltec.com.br/blog" href="http://www.dltec.com.br/blog/redes-cisco/2011/09/16/troubleshooting-em-redes-cisco-para-iniciantes/" target="_blank">www.dltec.com.br/blog</a></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Ninguém nasce competente</title>
		<link>http://www.profissionaisti.com.br/2011/08/ninguem-nasce-competente/</link>
		<comments>http://www.profissionaisti.com.br/2011/08/ninguem-nasce-competente/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 12 Aug 2011 10:59:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Denis Ferrari</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Certificação]]></category>
		<category><![CDATA[Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>

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		<description><![CDATA[Competência, segundo o dicionário informal, é a capacidade de mobilizar conhecimentos, valores e decisões para agir de modo pertinente numa determinada situação. A competência de um profissional é formada com o tempo, não existem atalhos. Todo profissional deve decidir como aplicar o seu tempo hoje para colher louros no futuro. Na empresa onde trabalho atualmente, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Competência, segundo o <a href="http://www.dicionarioinformal.com.br/buscar.php?palavra=compet%EAncia" target="_blank">dicionário informal</a>, é a capacidade de mobilizar conhecimentos, valores e decisões para agir de modo pertinente numa determinada situação. <strong>A competência de um profissional é formada com o tempo, não existem atalhos</strong>. Todo profissional deve decidir como aplicar o seu tempo hoje para colher louros no futuro.</p>
<p style="text-align: justify;">Na empresa onde trabalho atualmente, por exemplo, para um profissional participar de um projeto web terá de conhecer: <a href="http://www.heroisdati.com/desenvolvimento-web-o-que-todo-desenvolvedor-web-deveria-saber/?refer=pti" target="_blank">HTML, Web Standards, CSS, Tableless, Java Script, Java Script não-obstrutivo</a>, C#, <a href="http://www.heroisdati.com/tdd-para-iniciantes-para-quem-quer-comecar-e-nao-sabe-como/?refer=pti" target="_blank">TDD</a>, Web Forms ou MVC, <a href="http://www.heroisdati.com/persistencia-plugavel/?refer=pti" target="_blank">EF ou NHibernate</a> e <a href="http://www.heroisdati.com/herocast-aquele-das-tres-regras-da-poo/?refer=pti" target="_blank">POO</a> dentre outras coisas. Não há como obter todo esse conhecimento da noite para o dia. <strong>Qualquer pessoa que deseja atuar na área de desenvolvimento deve investir seu tempo (e possivelmente seu dinheiro) na obtenção de conhecimento</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar de não ser mandatório, percebemos alguns passos comuns na jornada da competência, vejam:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Inicialmente, o profissional sabe uma <span style="text-decoration: underline;">única forma de executar</span> uma determinada tarefa. Geralmente, essa forma consiste em aplicar uma tecnologia.</li>
<li>Após algum estudo, o profissional já conhece <span style="text-decoration: underline;">outras formas de executar</span> uma mesma tarefa. Está apto a usar algumas tecnologias e até arrisca criar as suas. Ele também evolui na <a href="http://www.heroisdati.com/herocast-abrir-pendencia-e-notificar-por-e-mail/?refer=pti" target="_blank">forma de aplicar a tecnologia</a>, tomando alguns cuidados básicos que suas experiências anteriores lhe ensinaram.</li>
<li>Avançando um pouco no tempo, o profissional não só sabe várias formas de executar uma mesma tarefa, mas também <span style="text-decoration: underline;">avaliar qual é a melhor forma para o contexto em questão</span>, ou seja, ele possui discernimento para tomar decisões.</li>
<li><strong>Um profissional maduro sabe a <a href="http://www.youtube.com/watch?v=6qJdzWeDPGE" target="_blank">real motivação</a> por trás de cada ação envolvida no desenvolvimento de uma atividade</strong>, ou seja, ele não faz nada por fazer.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Qualquer profissional terá que trilhar um caminho de aprendizado longo até tornar-se competente. É importante frisar que o investimento do tempo deve se basear em qualidade, não em quantidade. Passar cinco anos exercendo as mesmas atividades, sem encarar desafios e novas experiências é subutilizar seu tempo e sua capacidade intelectual.</p>
<p style="text-align: justify;">Cada profissional deve trilhar seu caminho na busca pela competência, mas existem alguns meios comuns que observamos ajudar na formação dos profissionais, são eles:</p>
<h3 style="text-align: justify;">A Graduação</h3>
<p style="text-align: justify;">É um investimento de longo prazo. Demanda tempo, dinheiro e muita dedicação.</p>
<p style="text-align: justify;">As faculdades tentam inserir o aluno em um ambiente de conhecimento, onde ele não só ficará imerso em disciplinas importantes da nossa área, mas também terá um mar de oportunidades, basta saber aproveitá-las.</p>
<p style="text-align: justify;">O maior benefício da graduação, em minha opinião, está em toda a experiência que ela proporciona. Interagimos não só com os colegas de classe, mas também com professores e profissionais da área que estão inseridos de alguma forma no meio acadêmico.</p>
<h3 style="text-align: justify;">Certificações</h3>
<p style="text-align: justify;">Sou averso ao mercado de certificações, mas não nego sua utilidade como meio de obtenção de conhecimento.</p>
<p style="text-align: justify;">Estudar para uma prova de certificação pode ser um bom guia para aprender uma tecnologia ou processo. Algumas certificações não exigem curso, sendo necessário apenas realizar um exame que ateste o conhecimento do candidato.</p>
<p style="text-align: justify;">As provas da Microsoft, por exemplo, dividem-se em provas técnicas e profissionais. As provas técnicas atestam se o candidato domina uma determinada tecnologia, já as profissionais, testam a capacidade de decisão do candidato, verificando se ele sabe qual tecnologia é melhor em cada situação.</p>
<h3 style="text-align: justify;">Participação em projetos</h3>
<p style="text-align: justify;"><strong>O conhecimento, sem aplicação prática, pode ser prejudicial em nossa área</strong>. Participar de projetos reais é uma ótima maneira de testar suas habilidades e adquirir experiência.</p>
<p style="text-align: justify;">Projetos que tenham membros mais experientes possibilitam uma ótima troca. Além do próprio mercado de trabalho, podemos encontrar vários projetos no mundo Open Source, com código de alta qualidade construído por pessoas muito competentes.</p>
<p style="text-align: justify;">Construir um projeto pessoal também é uma forma válida de aplicação do conhecimento, mas devemos ter cuidado, pois o maior mérito de um profissional é saber trabalhar em equipe.</p>
<p style="text-align: justify;">É importante lembrar que nenhum dos meios apresentados aqui, por si só, atestam competência. <strong>A competência é construída com a junção de várias experiências, não apenas uma</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Enfim, acredito que <strong>nossa competência é montada com base em decisões de longo prazo</strong>. Aprender todo o necessário para ser um bom profissional exige tempo, dedicação e muita disciplina.</p>
<p style="text-align: justify;">Valorize o seu tempo e use-o da melhor forma.</p>
<p style="text-align: justify;">Artigo originalmente publicado em <a href="http://www.heroisdati.com/">heroisdati</a>.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Certificação Profissional vale a pena?</title>
		<link>http://www.profissionaisti.com.br/2011/07/certificacao-profissional-vale-a-pena/</link>
		<comments>http://www.profissionaisti.com.br/2011/07/certificacao-profissional-vale-a-pena/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 07 Jul 2011 11:29:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Emerson Dorow</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Certificação]]></category>

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		<description><![CDATA[Olá caros leitores! Decidi escrever este post, após acompanhar algumas discussões que vem ocorrendo na lista itsmf-br (Yahoo). Nesta lista só tem feras como Roberto Cohen, Ricardo Mansur, e outros menos conhecidos (para mim), mas não menos conhecedores quando o assunto é TI. Comecei de verdade a refletir este post no ônibus voltando para o trabalho [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Olá caros leitores!</p>
<p style="text-align: justify;">Decidi escrever este post, após acompanhar algumas discussões que vem ocorrendo na lista itsmf-br (Yahoo). Nesta lista só tem feras como Roberto Cohen, Ricardo Mansur, e outros menos conhecidos (para mim), mas não menos conhecedores quando o assunto é TI.</p>
<p style="text-align: justify;">Comecei de verdade a refletir este post no ônibus voltando para o trabalho após fazer a prova de certificação ISO 20.000 Foundation, o que me deixou muito feliz. Isto foi resultado de muito estudo e dedicação.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas ao mesmo tempo em que eu estava cheio de felicidade com o &#8220;feito&#8221;, comecei a me questionar: &#8220;E aí, valeu a pena? O que esta certificação agregará para meu conhecimento? Quanto meu salário vai aumentar por causa disso?&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">Para mim, o certificado é apenas a ponta de cima do iceberg, a cereja do bolo. O que me interessa na certificação é o aprendizado que acabo adquirindo sobre o assunto, que considero a parte debaixo do iceberg. O fato de ter que fazer uma prova para validar o conhecimento, me força a dar uma estudadinha a mais, sendo que normalmente não faria isto. Porém, nada ensina mais do que a prática. Não adianta ter a certificação sem a prática. Como diria Confúcio: &#8220;Se escuto esqueço, se faço aprendo&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">No processo de seleção para novos colaboradores que participo, ganha ponto quem tem <a href="http://www.profissionaisti.com.br/certificacoes/">certificação</a>. Porém, após contratado a pessoa precisa render o esperado, caso contrário se torna igual &#8220;aos outros&#8221;. Resumindo, na minha visão a certificação abre portas e dá um know-how para o profissional. Mas é a prática e os resultados que irão definir qual caminho o profissional irá seguir: do sucesso ou insucesso. As certificações abrem portas, mas é o conhecimento e as habilidades do profissional que manterão estas portas abertas e abrirão outras.</p>
<p style="text-align: justify;">Respondendo a pergunta que eu mesmo fiz: <em>E aí, valeu a pena? O que esta certificação agregará para meu conhecimento? Quanto meu salário vai aumentar por causa disso?</em> Valeu sim, pois foi mais um conhecimento adquirido em <a href="http://www.profissionaisti.com.br/2011/05/introducao-ao-gerenciamento-de-servicos-em-ti/">Gestão de Serviços em TI</a> além do ITIL, e quando alguém falar em ISO 20.000, vou saber do que estão falando, e em alguns casos serei até referência no assunto pois outros não sabem do que se refere. Aumento salarial por causa disto? Não fiz a certificação esperando um “aumento” em curto prazo. Em longo prazo, este conhecimento adquirido, junto com o esforço do dia-a-dia serei com certeza recompensado.</p>
<p style="text-align: justify;">E você caro leitor, concorda comigo, discorda? Deixe seu comentário!</p>
<p style="text-align: justify;">Um abraço e até mais.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: <a href="http://www.governancadeti.com/2011/07/certificacao-profissional-–-vale-a-pena" target="_blank">Blog Governança de TI</a></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Crie cenários de redes mais complexas com o simulador GNS3</title>
		<link>http://www.profissionaisti.com.br/2011/05/crie-cenarios-de-redes-mais-complexas-com-o-simulador-gns3/</link>
		<comments>http://www.profissionaisti.com.br/2011/05/crie-cenarios-de-redes-mais-complexas-com-o-simulador-gns3/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 30 May 2011 12:16:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lex</dc:creator>
				<category><![CDATA[Certificação]]></category>
		<category><![CDATA[Redes]]></category>
		<category><![CDATA[CCNA]]></category>
		<category><![CDATA[gns3]]></category>

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		<description><![CDATA[Olá pessoal, Hoje estamos aqui com uma ótima dica de simulador para aqueles que estão se preparando para algum exame de certificação da Cisco. Vamos falar sobre o GNS3. Todos conhecem o Packet Tracer, que na minha opinião é um excelente simulador e deve ser utilizado por todos aqueles que estão começando seus estudos ou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Olá pessoal,</p>
<p style="text-align: justify;">Hoje estamos aqui com uma ótima dica de simulador para aqueles que estão se preparando para algum exame de certificação da Cisco. Vamos falar sobre o <a href="http://www.gns3.net/">GNS3</a>.</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter" title="gns3-4" src="http://www.dltec.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/05/gns3-4.png" alt="" width="300" height="88" /></p>
<p style="text-align: justify;">Todos conhecem o Packet Tracer, que na minha opinião é um excelente simulador e deve ser utilizado por todos aqueles que estão começando seus estudos ou se preparando para o exame do <a title="Qual o mercado de trabalho para um profissional certificado CCNA?" href="http://www.profissionaisti.com.br/2011/04/qual-o-mercado-de-trabalho-para-um-profissional-certificado-ccna/">CCNA</a>. No entanto, para aqueles que estão estudando para um nível mais avançado o Packet Tracer não atende a todas as necessidades, pois cenários de redes mais complexas não podem ser criados no Packet Tracer.</p>
<p style="text-align: justify;">Então, se você está estudando para algum exame Cisco depois do <a title="Qual o mercado de trabalho para um profissional certificado CCNA?" href="http://www.profissionaisti.com.br/2011/04/qual-o-mercado-de-trabalho-para-um-profissional-certificado-ccna/">CCNA</a> quais caminhos pode tomar:</p>
<ol style="text-align: justify;">
<li>Montar um lab próprio, com equipamentos reais, em sua casa. Para aqueles que possuem uma boa situação financeira até pode ser um bom caminho, mas no final o custo acaba não sendo nada barato.</li>
<li>Procurar por empresas que aluguem laboratórios para estudo. Essa pode ser uma tarefa dificil, pois aqui no Brasil esse tipo de serviço não é muito comum, além da incoveniência de ter que estudar com hora marcada e tempo de acesso limitado.</li>
<li>Essa é a minha preferida &#8211; utilizar o simulador de redes GNS3.</li>
</ol>
<h3 style="text-align: justify;">Mas o que é o GNS3?</h3>
<p style="text-align: justify;">O simulador GNS3 é um software grátis (isso mesmo, grátis), open source, e que pode ser baixado e utilizado livremente. O GNS3 funciona com imagens IOS da <a title="Como conseguir aumento de salário com Certificações Cisco" href="http://www.profissionaisti.com.br/2011/03/como-conseguir-aumento-de-salario-com-certificacoes-cisco/">Cisco</a> reais, que são emuladas através de um programa chamado <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Dynamips" target="_blank">Dynamips</a>. Podemos dizer que o GNS3 é a interface gráfica para o Dynamips, que é o programa que faz todo o trabalho pesado de emular os equipamentos utilizando IOS reais da Cisco.</p>
<p style="text-align: justify;">Com sua interface gráfica intuitiva e bem fácil de se utilizar o GNS3 se mostra como uma poderosa ferramenta, capaz de emular redes complexas e que pode ser utilizada por todos aqueles que estejam em busca de uma certificação avançada da Cisco.</p>
<h3 style="text-align: justify;">O que podemos fazer com o GNS3</h3>
<p style="text-align: justify;">De acordo com o website do GNS3 veja algumas das características desse poderoso simulador:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Design de topologias de redes complexas</li>
<li>Emulação de muitas plataformas de roteadores Cisco router e PIX firewall</li>
<li>Simulação de switches ethernet simples, ATM e Frame Relay</li>
<li>Conexão da rede simulado com o mundo real</li>
<li>Captura de pacotes utilizando o Wireshark</li>
</ul>
<h3 style="text-align: justify;">Plataformas Suportadas pelo GNS3</h3>
<p style="text-align: justify;">Na lista a seguir, citamos algumas das plataformas atualmente suportadas pelo GNS3. Como você pode notar, podemos utilizar uma grande quantidade de equipamentos para construir topologias complexas com o GNS3.</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>1710, 1720, 1721, 1750, 1751, 1760</li>
<li>2610, 2610XM, 2611, 2611XM, 2620, 2620XM, 2621, 2621XM, 2650XM, 2651XM, 2691</li>
<li>3620, 3640, 3660, 3725, 3745</li>
<li>7200</li>
</ul>
<h3 style="text-align: justify;">Utilizando o Simulador de Redes GNS3</h3>
<p style="text-align: justify;">Abaixo mostramos algumas telas do GNS3, apenas para vocês terem uma breve idéia de como é essa ferramenta.</p>
<p style="text-align: justify;">Essa primeira figura mostra a tela inicial do programa. No lado esquerdo da tela  temos todos os equipamentos que poderão ser utilizados. Basta clicar e  arrastar para área principal central, onde a topologia será construida.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.dltec.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/05/gns3-13.png"><img class="alignnone size-full wp-image-902" title="gns3-1" src="http://www.dltec.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/05/gns3-13.png" alt="" width="580" height="432" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Abaixo temos um breve exemplo de uma topologia com 3 roteadores em uma rede Frame-Relay.</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="alignnone size-full wp-image-903" title="gns3-2" src="http://www.dltec.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/05/gns3-2.png" alt="" width="580" height="432" /></p>
<p style="text-align: justify;">Por último mostramos um saída do comando show run em um dos roteadores.</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="alignnone size-full wp-image-904" title="gns3-3" src="http://www.dltec.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/05/gns3-3.png" alt="" width="580" height="421" /></p>
<h3 style="text-align: justify;">Considerações Finais</h3>
<p style="text-align: justify;">Como podemos notar é possível fazer muita coisa com o GNS3. Você será capaz de montar topologias diversas, com diferentes níveis de complexidade e com as características necessárias para o exame de certificação específico que estiver estudando.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas como tudo na vida, temos o lado bom e o lado ruim. Um dos principais pontos negativos é que você irá precisar de IOS Cisco reais. O GNS3 não vem com imagens IOS embutidas no simulador, ou seja, você deverá ter disponível os IOS que irá utilizar e informar o caminho da pasta para o GNS3, caso contrário o simulador não irá funcionar.</p>
<p style="text-align: justify;">Para baixar essas imagens diretamente do site da Cisco você deverá possuir uma conta CCO. É claro que existem outras fontes de onde conseguir imagens IOS da Cisco, mas definitivamente nós não recomendamos essa alternativa. O recomendado é que você realmente utilize imagens IOS baixadas diretamente da Cisco.</p>
<p style="text-align: justify;">Outro ponto importante é a quantidade de recurso de CPU e memória RAM consumidos ao se utilizar GNS3. Quanto mais complexa a topologia montada, maior quantidade de memória e CPU será consumida. Portanto, saiba que para rodar esse simulador será necessário um computador com uma certa robustez.</p>
<p style="text-align: justify;">Portanto é isso aí&#8230; utilizem que vale a pena! E em breve vamos postar mais artigos sobre o GNS3 e algumas de suas facilidades.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: <a href="http://www.dltec.com.br/blog/redes-cisco/2011/05/22/simulador-de-redes-gns3/?preview=true&amp;preview_id=894&amp;preview_nonce=80de2f0b35" target="_blank">Blog da DlteC</a></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Introdução ao ITIL &#8211; Como surgiu, no que consiste e certificações</title>
		<link>http://www.profissionaisti.com.br/2011/05/introducao-ao-itil-como-surgiu-no-que-consiste-e-certificacoes/</link>
		<comments>http://www.profissionaisti.com.br/2011/05/introducao-ao-itil-como-surgiu-no-que-consiste-e-certificacoes/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 23 May 2011 11:59:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo Luis Comin Araldi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Certificação]]></category>
		<category><![CDATA[Governança de TI]]></category>
		<category><![CDATA[ITIL]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão]]></category>
		<category><![CDATA[TI]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.profissionaisti.com.br/?p=17114</guid>
		<description><![CDATA[O que é e como surgiu: A ITIL (IT Infrastructure Library) surgiu na década de 1980, desenvolvida inicialmente pela CCTA (Central Computing and Telecommunications Agency), atual OGC (Office of Government Commerce), orgão do governo britânico responsável por organizar e melhorar os processos dentro dos departamentos do próprio governo. Com o passar do tempo, outras empresas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;"><strong>O que é e como surgiu:</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;">A ITIL (<em>IT Infrastructure Library</em>) surgiu na década de 1980, desenvolvida inicialmente pela CCTA (<em>Central Computing and Telecommunications Agency</em>), atual OGC (<em>Office of Government Commerce</em>), orgão do governo britânico responsável por organizar e melhorar os processos dentro dos departamentos do próprio governo.</p>
<p style="text-align: justify;">Com o passar do tempo, outras empresas e entidades do governo perceberam que as práticas sugeridas pela ITIL poderiam ser aplicadas em seus processos de TI também. Assim, na década de 1990, a biblioteca tornou-se um padrão ganhando várias adaptações de grandes empresas como Microsoft, IBM e HP.</p>
<p style="text-align: justify;">Como resultado da crescente preocupação com o Gerenciamento de Serviços de TI nas empresas (saiba mais sobre Gerenciamento de Serviços em TI lendo ESTE ARTIGO), o ITIL já foi adotado por mais de dez mil empresas em todo o mundo.</p>
<p style="text-align: justify;">Como o próprio nome diz, a ITIL é uma biblioteca formada por uma série de livros que abordam os assuntos componentes de seu framework. Os livros são:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li><strong>Suporte a 		serviços:</strong> descreve processos de suporte utilizados no dia a 		dia e atividades de provisão dos Serviços de TI.</li>
<li><strong>Entrega de 		serviços: </strong>Cobre os processos 		de planejamento e entrega de Serviços em TI com qualidade, bem 		como o aperfeiçoamento dessa qualidade ao passar do tempo.</li>
<li><strong>ICT – 		Gerenciamento da Infra-estrutura: </strong>Cobre 		requisitos de Gerenciamento de Infra-estrutura como negócio, 		testes, instalação, entrega e otimização das operações 		normais.</li>
<li><strong>Planejamento 		para Implementação do Gerenciamento de Serviços:</strong> Foca 		em questões de planejamento, implementação e aperfeiçoamento 		dos processos do Gerenciamento de Serviços em TI e em questões de 		Mudança Organizacional.</li>
<li><strong>Gerenciamento 		de aplicações:</strong> Descreve como gerenciar as aplicações a 		partir das necessidades inicia dos negócios.</li>
<li><strong>Perspectiva do 		negócio: </strong>Fornece conselhos e 		serve de guia para o pessoal de TI  saber como contribuir para o 		negócio da empresa.</li>
<li><strong>Gerenciamento 		da segurança: </strong>Detalha o 		processo de planejamento e gerenciamento a um nível mais detalhado 		da segurança da informação e Serviços de TI.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Outra entidade envolvida com a ITIL é o ITSMF (em português: Fórum de Gerenciamento de Serviços em TI), orgão promove a troca de informações e experiências entre empresas que trabalham com Gerenciamento de Serviços em TI. O ITSMF é colaborativo; seus associados podem contribuir com o desenvolvimento dos assuntos debatidos em eventos promovidos pelo fórum. O site oficial do ITSMF no Brasil é <a href="http://www.itsmf.com.br/" target="_blank">www.itsmf.com.br</a>.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;"><strong>Como funciona:</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;">Não podemos dizer que o ITIL é uma metodologia, já que suas melhores práticas são totalmente flexíveis e <a href="http://www.profissionaisti.com.br/category/metodologias/">metodologias</a> são mais rígidas e não permitem muitas adaptações. Uma frase bastante citada por profissionais especialistas em ITIL é: &#8220;Na ITIL tudo pode, nada deve&#8221;. Isso ocorre porque toda a coleção de boas práticas da ITIL é formada por experiência de vários profissionais da área de TI que provaram na prática as ações em suas empresas e obtiveram sucesso. Seguindo a tendência natural da administração, não existe uma receita de bolo para gerir uma empresa ou setor, cada qual tem suas especificidades e detalhes. Portanto, a ITIL é totalmente fléxivel para que cada profissional extraia dela somente o que lhe beneficiar.</p>
<p style="text-align: justify;">Entretanto, a ITIL suporta sistemas de qualidade através da descrição clara dos processos e das melhores práticas em Gerenciamento de Serviços em TI. Não podemos &#8220;implantar&#8221; a ITIL, mas podemos implantar o Gerenciamento de Serviços em TI utilizando as boas práticas da ITIL.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;"><strong>Certificações:</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;">As certificações ITIL são mantidas pelo EXIN (<em>Examination Institute for Information Science</em>)<em> </em> e pelo ISEB (<em>Information Systems Examinations Board</em>), ambas organizações sem fins lucrativos. O desenvolvimento das certificações foi feito em parceria com o OCG e o ITSMF e culminou em três níveis de certificação: <em>Foundation</em>, <em>Practitioner</em> e <em>Manager</em>.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Foundation:</strong> Para obter essa certificação é necessário participar de cursos oficiais ou comprovar experiência na área. Se o candidato já atuar na área de serviços em TI terá mais facilidade em estudar os assuntos necessários. Com o apoio de livros e apostilas é possível obter a certificação facilmente. A prova é composta de quarenta questões, sendo necessário acertar, pelo menos, vinte e seis questões, que são de múltipla escolha. As provas podem ser feitas online em português ou inglês, ou em qualquer centro de teste da Vue (<span style="text-decoration: underline;"><strong><a href="http://www.vue.com/" target="_blank">http://www.vue.com/</a></strong></span>)  ou PROMETRIC (<strong><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://www.prometric.com/default.htm" target="_blank">http://www.prometric.com/default.htm</a></span></strong>).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Practitioner:</strong> Nesta certificação é pré-requisito ter um curso oficial reconhecido pelo ISEB ou EXIN e certificação Foundation. O curso geralmente dura em torno de três dias e aborda alguns processos específicos da ITIL, sendo ideal para quem vai trabalhar na implantação operacional do projeto. A avaliação é feita dentro do curso.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> Manager: </strong>Voltado para gestores de TI que terão uma visão ampla e aprofundada em todos os processos da ITIL. O exame é ideal para quem pretende ser consultor dessa área. Os pré-requisitos são um curso oficial, que dura em torno de duas semanas (e por isso é extremamente caro) com workshops e preparações e a posse da certificação Foundation. Não é preciso ter a Practitioner nesse caso.</p>
<p style="text-align: justify;">Para entender mais sobre Gerenciamento de Serviços em TI leia também:</p>
<ul>
<li><a href="http://www.profissionaisti.com.br/2011/05/introducao-ao-gerenciamento-de-servicos-em-ti/">Introdução ao Gerenciamento de Serviços em TI</a></li>
<li><a href="http://www.profissionaisti.com.br/2011/05/principais-conceitos-do-gsti-gerenciamento-de-servicos-em-ti/">Principais conceitos do Gerenciamento de Serviços em TI</a></li>
<li><a href="http://www.profissionaisti.com.br/category/governanca-de-ti/">Artigos de Governça de TI</a></li>
</ul>
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