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	<title>Profissionais TI - Pra quem respira informação &#187; Educação</title>
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	<description>Pra quem respira informação</description>
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		<title>Para refletir: porque estudamos tanto?</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Feb 2012 10:35:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo Ribeiro de Almeida</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Certificação]]></category>
		<category><![CDATA[Estudo]]></category>

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		<description><![CDATA[Já parou para pensar poque estudamos tanto? Certificações, monografias, artigos, dissertações, redações, manuais, informativos, memorandos, TCCs, folhas de dados&#8230; Parece que não acaba nunca! Mas então, qual é o resultado disso tudo? Preocupado com esse tema, o qual deve também povoar a mente de muitos outros profissionais, lí alguns artigos na Internet e me deparei [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Já parou para pensar poque estudamos tanto?</p>
<p style="text-align: justify;">Certificações, monografias, artigos, dissertações, redações, manuais, informativos, memorandos, TCCs, folhas de dados&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">Parece que não acaba nunca!</p>
<p style="text-align: justify;">Mas então, qual é o resultado disso tudo?</p>
<p style="text-align: justify;">Preocupado com esse tema, o qual deve também povoar a mente de muitos outros profissionais, lí alguns artigos na Internet e me deparei com a seguinte resposta: Dinheiro!</p>
<p style="text-align: justify;">Se desejamos boas roupas, boa comida, diversão e outras coisas do gênero, então precisamos de dinheiro, e o dinheiro que ganhamos é oriundo do nosso salário, e nosso salário é equivalente ao que produzimos, e o que produzimos é equivalente ao nosso conhecimento, e o conhecimento é adquirido pelo estudo.</p>
<p style="text-align: justify;">Somente o estudo já é uma peneira bem fina, pois muitos não gostam de estudar, ou não acreditam na sua eficácia, porém, nem todos os que estudam atingem o sucesso. Então, qual é o segredo ?</p>
<p style="text-align: justify;">Uma faca bem afiada pode ser muito útil, mas uma faca bem afiada que só sai da bainha quando quer, não serve pra nada!</p>
<p style="text-align: justify;">Estudamos muito para aprender como servir melhor.</p>
<p style="text-align: justify;">É necessária uma consciência maior do objetivo de se estudar tanto. Adquirir conhecimento e guardá-lo para sempre na cabeça não tem nenhuma utilidade. A primeira coisa que devemos fazer ao adquirir conhecimento é passá-lo a frente.</p>
<p style="text-align: justify;">Eu não conheço nenhum professor egoísta! A profissão em sí, pela remuneração que oferece no Brasil, já é prova da abnegação, ideologia e do nível de consciência desse profissional, porém, a tarefa de ensinar não é apenas do professor.</p>
<p style="text-align: justify;">Estudamos muito para atingir níveis cada vez mais altos de conhecimento e consciência do nosso papel na sociedade.</p>
<p style="text-align: justify;">Precisamos entender que somos servidos a todo instante, principalmente quando somos mais jovens.</p>
<p style="text-align: justify;">A roupa que vestimos agora não foi costurada por nós; A comida que comemos não é preparada por nós; Pessoas limpam o chão e os banheiros que usamos na empresa onde trabalhamos e muitas pessoas trabalham para nos transportar e mesmo esse link de Internet que você está usando agora, tem pessoas trabalhando para mantê-lo no ar!</p>
<p style="text-align: justify;">Aprendi na pós-graduação o conceito de ajuda. Vou lhes dar um exemplo:  Meu carro está sujo e eu sei como lavá-lo, mas não tenho tempo, então eu peço ajuda a alguém que saiba lavar carros e tenha tempo para isso (terceirização), mas quero que ele lave meu carro da mesma forma e carinho com que eu o lavaria.</p>
<p style="text-align: justify;">As empresas não tem condições para levar adiante seus projetos, então pedem ajuda a outras empresas (ou pessoas) para conseguir isso. Infelizmente, temos visto empresas com pacotes de serviço bem definidos, que muitas vezes não atendem aos padrões dos clientes e por isso se fala tanto em personalização.</p>
<p style="text-align: justify;">Obviamente que estudar bastante traz algumas consequências, tais como: Melhor escrita, melhor discurso, aprendizado de técnicas de gestão e defesa, melhor administração do tempo, bens, recursos humanos e crises; Amigos mais refinados, brinquedos (carros, celulares, casas de veraneio, mais celulares), status, diplomas na parede, etc&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">É claro que as empresas sempre olham com bons olhos para o profissional que está em aprendizado constante, esteja ele empregado ou não. Não importa o nível de escolaridade ou domínio de uma tecnologia, sempre haverá um nível mais alto a ser alcançado.</p>
<p style="text-align: justify;">Todo esse reconhecimento precisa estar relacionado com a capacidade de servir e agregar, e não apenas uma premiação pelos anos de estudo e capacidade de passar em provas, <a href="http://www.profissionaisti.com.br/concursos/">concursos</a> e entrevistas de <a href="http://www.profissionaisti.com.br/empregos/">emprego</a>&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">Uma dica: Estude bastante e depois, ofereça-se para receber maiores oportunidade de servir na empresa onde trabalha. Esse nível de consciência é o mais desejado atualmente no mercado de trabalho.</p>
<p style="text-align: justify;">Quanto maior o <a title="Hierarquia é protocolo?" href="http://www.profissionaisti.com.br/2012/02/hierarquia-e-protocolo/">nível hierárquico</a>, maior é a capacidade de servir! Quando seu gerente te pede um relatório, geralmente ele também te dá um prazo para apresentá-lo. Mas quando o chefe dele pede esse mesmo relatório, não há prazo algum! Então ele se antecipa ao pedido do chefe, para mostrar prontidão, controle e comprometimento !</p>
<p style="text-align: justify;">O serviço voluntário e/ou solidário também é algo muito apreciado no Brasil, coisa que já é praticada há algum tempo na Europa e EUA. Isso significa que você tem capacidade e desejo de servir, que está preocupado com o bem estar alheio. Ora, mas não é exatamente isso que fazemos na empresa onde trabalhamos? Será mesmo que apenas médicos, policiais e bombeiros trabalham para o bem estar da sociedade???</p>
<p style="text-align: justify;">A conclusão disso tudo é: Façamos o melhor, quando for nossa vez de servir. Não há mais espaço no <a href="http://www.profissionaisti.com.br/category/mercado/">mercado</a> para profissionais egoístas. A palavra de ordem agora é a <a href="http://www.profissionaisti.com.br/colaborar/">colaboração</a>, a consciência do profissional que entende que sua atuação está a serviço da sociedade, e que deve ser bem realizada, da mesma forma que gostamos de ser servidos.</p>
<p style="text-align: justify;">Se um profissional se empenhar em realizar bem suas tarefas, pois isso traz benefícios para outros, então a remuneração será uma consequência. Os melhores profissionais trabalham por prazer, se realizam no serviço à sociedade e ainda recebem salário no fim do mês. Pense nisso!</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Para refletir: &#8220;Um profissional que não está aprendendo e/ou não está contribuindo, está no topo da lista de dispensas&#8221;.</em></p>
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		<title>2012: aliando educação e tecnologia</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Feb 2012 21:41:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Profissionais TI</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[2012]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Que a educação e a tecnologia devem caminhar unidas, ninguém mais duvida. No entanto, ainda temos uma grande distância no país entre o que é feito e o que deveria ser feito. O “gap” entre educação e tecnologia ainda é quase um abismo. O governo aos poucos começa a se mobilizar, e disponibiliza pequenas salas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Que a educação e a tecnologia devem caminhar unidas, ninguém mais duvida. No entanto, ainda temos uma grande distância no país entre o que é feito e o que deveria ser feito.</p>
<p style="text-align: justify;">O “gap” entre educação e tecnologia ainda é quase um abismo. O governo aos poucos começa a se mobilizar, e disponibiliza pequenas salas de informática e equipamentos para os professores. Já a iniciativa privada se movimenta bastante, traz soluções integradas, conteúdo agregado, capacitação, entre outras formas de promover acessibilidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas a maior procura em acabar com essa assombrosa distância vem do próprio consumidor. Assíduos ou não por tecnologia, os pais, alunos e professores sabem que a união entre computadores, livros e sala de aula é a melhor forma de alavancar a sociedade e assim construir um futuro próspero, bem alicerçado entre educação e tecnologia.</p>
<p style="text-align: justify;">Então, para auxiliar os pais, alunos e professores a começarem o ano de 2012 promovendo a união desses dois pontos, separo abaixo algumas dicas:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>1. Conteúdo agregado:</strong> Antes de tudo, procure por uma máquina que lhe oferece algo mais do que simplesmente hardware. O consumidor precisa ver o que vem junto com o computador, quais são os programas embarcados, o que aquela máquina pode oferecer a ele, sem que ele tenha que pagar a mais por isso, comprando separadamente.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>2. Software educacional:</strong> Hoje existem verdadeiras plataformas educacionais que acompanham os computadores e notebooks. Esses softwares, que já vêm embarcados, levam aos usuários “enciclopédias”. É possível encontrar apostilas, cursos, livros digitais, entre milhares de outros conteúdos, todos voltados para auxiliar o dia-a-dia do conhecimento.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>3.  Identifique sua necessidade: </strong>Na hora de comprar o computador ou notebook, avalie qual será o verdadeiro uso. Se o cunho da utilização do equipamento for puramente para os estudos, a máquina não precisa ser de último modelo, o que facilita ainda mais o acesso aos equipamentos, possibilitando a maior aproximação entre a tecnologia e a educação.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>4. Com ou sem internet</strong>: Segundo dados recentes do Ibope Nielsen Online, o Brasil tornou-se o terceiro país do mundo com o maior número de internautas, somando 46,3 milhões de usuários ativos. Além disso, 77,8 milhões de brasileiros contam com acesso a web em qualquer ambiente (casas, trabalho, escolas, lan houses, entre outros lugares). No entanto, esse número ainda está aquém dos 190 milhões de brasileiros. Então, procure por plataformas educacionais que atuam 100% fora do ambiente online, levando a educação até aonde a internet não alcança.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>por <strong>Wladimir Benegas</strong>: Sócio Diretor da TSP, empresa que lançou o <a href="http://www.megaplaybox.com.br" target="_blank">Mega Play Box</a> – plataforma que traz conteúdo educacional, de entretenimento e cultura aos computadores de todo o Brasil<strong>.</strong></em></p>
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		<title>Leitura como uma arma competitiva</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Feb 2012 16:35:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Guerra Fernando C. G. D.</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Competitividade]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>

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		<description><![CDATA[Assim como as alianças empresariais se tornam uma maneira de garantir o poder do mercado entre as empresas parceiras, o conhecimento sobre o negócio, os clientes, as tecnologias e os processos ajudam a qualquer profissional da organização a se destacar no mercado competitivo. Agora, mais desmaterializado pela revolução digital, o conhecimento se torna disponível e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Assim como as alianças empresariais se tornam uma maneira de garantir o poder do mercado entre as empresas parceiras, o conhecimento sobre o negócio, os clientes, as tecnologias e os processos ajudam a qualquer profissional da organização a se destacar no mercado competitivo.</p>
<p style="text-align: justify;">Agora, mais desmaterializado pela revolução digital, o conhecimento se torna disponível e indestrutível, tecendo teias de valor incalculáveis. Na busca de prosperar nessa economia imaterial, as organizações e indivíduos tentam redescobrir novas formas de realizar suas tarefas ou prestar serviços de uma maneira diferenciada dos concorrentes.</p>
<p style="text-align: justify;">Para inovar em uma organização se torna necessário ter uma visão sistêmica dos processos de negócios, muita criatividade e interesse de realizar <a href="http://www.profissionaisti.com.br/2009/07/papinho-de-ti-melhoria-continua/">melhoria contínua</a> nos serviços prestados, mas para que isso ocorra se torna necessário a empresa estar sempre reavaliando o seu tripé formado por pessoas, processos e tecnologia.</p>
<p style="text-align: justify;">Inovação não é uma ciência exata e se fosse assim classificada, talvez se enquadrasse no campo da gestão de riscos, pois, seria necessário conjugar os verbos: conhecer, planejar, agir, auditar, educar, monitorar, aprender e gerenciar. Devido a tantos verbos, inovar poderia ser definida com a arte de estimular o ser humano a promover processos de aprendizado para superar os paradigmas estabelecidos.</p>
<p style="text-align: justify;">Como nós não visualizamos os ganhos gerados pelo cérebro, não somos acostumados a dar valor às idéias. Mas as idéias quando transformadas em redesenho dos processos, produtos, marcas, <em>design</em>, etc possuem valor econômico. Na verdade, quando uma empresa é avaliada por um valor acima do seu valor contábil, esta sendo considerado tanto a marca como seu capital intelectual.</p>
<p style="text-align: justify;">Assim como as atividades profissionais sofrem alterações motivadas por inúmeros aspectos, entre eles inovações tecnológicas, mudanças no perfil dos consumidores, variações na própria profissão, o conhecimento pode ser visto de duas formas: ou domina-se o conteúdo de interesse que o estimula ou se tem conhecimento das fontes de como obtê-lo.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas para que de fato isto ocorra, o profissional tem que estar estimulado e lendo constantemente, leitura esta não somente pelos <em>sites</em> do <em>Google</em>, mas consultas a livros técnicos, gerenciais e outros de interesse até conseguir realizar <em>insights,</em> gerando novos serviços ou produtos.</p>
<p style="text-align: justify;">Por esta razão cabe a qualquer pessoa observar e estar atento as mudanças de <a href="http://www.profissionaisti.com.br/category/mercado/">mercado</a>, a se questionar e a aprender a reaprender. Um livro pode demonstrar vários aspectos interessantes a serem observados e através dos <em>insights</em> da literatura estimular a criatividade e a inovar.</p>
<p style="text-align: justify;">Grato a todos que chegaram até o fim do texto, aceito sugestão de temas para novos textos e debates de reflexão.</p>
<p>Agora como anda sua memória? Você lembra os últimos 3 (três) livros que leu indiferente de ser uma literatura técnica ou não?</p>
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		<title>Educação digital: O que será do ensino tradicional?</title>
		<link>http://www.profissionaisti.com.br/2011/12/educacao-digital-o-que-sera-do-ensino-tradicional/</link>
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		<pubDate>Tue, 06 Dec 2011 20:53:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Profissionais TI</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão do Conhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[Digital]]></category>

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		<description><![CDATA[Colocadas muitas vezes como os alicerces de uma sociedade desenvolvida intelectualmente, educação e tecnologia, em teoria, deveriam andar lado a lado, propiciando cada vez mais formas de agregar a aprendizagem dos alunos aos meios de auxiliar os professores a passarem conteúdo e conhecimento. No entanto, quando olhamos para o atual cenário da relação entre educação [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Colocadas muitas vezes como os alicerces de uma sociedade desenvolvida intelectualmente, educação e tecnologia, em teoria, deveriam andar lado a lado, propiciando cada vez mais formas de agregar a aprendizagem dos alunos aos meios de auxiliar os professores a passarem conteúdo e conhecimento.</p>
<p style="text-align: justify;">No entanto, quando olhamos para o atual cenário da relação entre educação e tecnologia no Brasil, vemos muito mais perguntas do que respostas. Alguns pontos convergentes entre essas duas balizas não possuem nenhuma espécie de dúvida, como, por exemplo, a forma de educar crianças nativas da internet e tantos outros avanços tecnológicos.</p>
<p style="text-align: justify;">Os jovens cada vez mais recebem um bombardeio de informações, coisa que não ocorria quando os professores que estão em sala de aula tinham a mesma idade de seus alunos. Com a popularização da informação, é possível imaginar que essa nova geração receba de outra maneira o que aprende.</p>
<p style="text-align: justify;">E, quando esse professor, de forma tradicional, virado para o quadro negro com um giz na mão, tenta passar o conteúdo, há, inevitavelmente, o choque entre dois mundos distintos.</p>
<p style="text-align: justify;">Eis que tocamos em outro ponto crucial. O professorado antigo é pressionado, acusado da tão famigerada “Tecnofobia”, ou medo de tecnologia. O mesmo professor possui em sala de aula entre 30 e 50 alunos, cada um com uma dinâmica diferente, fruto da acelerada percepção do mundo tecnológico, e deve conquistar a atenção de todos, utilizando somente uma ponta de giz branco, a lousa escura e o poder da retórica.</p>
<p style="text-align: justify;">Não adianta culparmos a tecnologia gráfica avançada que os alunos estão cada vez mais utilizando, como os video games e celulares, nem os professores que ainda não se adaptaram, e muitas vezes fogem desse mundo. Existe um elo perdido nessa relação aluno, professor, ensino e tecnologia.</p>
<p style="text-align: justify;">É preciso incentivar o professor a utilizar essas ferramentas, ensiná-lo a operá-las, e não simplesmente deixar que os alunos a dominem e os educadores fiquem ”obsoletos”em relação aos avanços tecnológicos. Em outras palavras, o governo precisa, além de dar a vara, ensinar a pescar.</p>
<p style="text-align: justify;">Claro, há que existir um bom senso nessa relação. Não podemos levá-la a extremos, como o estado de Indiana, nos Estados Unidos, onde todos os alunos ganharão computadores para utilizar em sala de aula e não será mais obrigatório o ensino da letra cursiva.</p>
<p style="text-align: justify;">O ato de manuscrever, comprovado cientificamente, ativa uma série de funções no cérebro humano, as quais desenvolvem a coordenação motora. É preciso haver uma mescla entre o tradicional método de ensinar e os avanços da tecnologia.</p>
<p style="text-align: justify;">Para isso, cada vez mais são desenvolvidas as videoaulas. Com conteúdo dinâmico e qualidade gráfica suficiente para prender a atenção dos jovens tecnológicos, aliados ao conteúdo programático estruturado pelo professor, contam com questionários e um apelo educativo e high tec ao mesmo tempo.</p>
<p style="text-align: justify;">Esse é o “X” da questão. Aplicar um diferencial tecnológico em sala de aula, sem deixar de ser educativo, mantendo o aluno interessado e o professor com o controle, não só da sala de aula, mas também das ferramentas à disposição para levar conhecimento.</p>
<p style="text-align: justify;">Nesse campo de tecnologia e educação há muito que se debater ainda, inclusive o aperfeiçoamento do conceito de videoaula. Deve-se trazer computação gráfica e conteúdo relevante para dentro da escola e da cabeça dos alunos. É a lousa se transformando em um monitor. Chegamos literalmente a era da lousa digital&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;"><em><strong>Fabrício Argentieri</strong> é sócio-diretor da TSP, empresa focada em conteúdo educacional, licencia no Brasil a marca “Discovery Channel na Escola” e “Quem Ama Educa – com Dr Içami Tiba”.</em></p>
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		<title>Software livre na educação</title>
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		<pubDate>Mon, 31 Oct 2011 13:04:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rosa.cris</dc:creator>
				<category><![CDATA[Acadêmicos]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Software Livre]]></category>
		<category><![CDATA[Tendências]]></category>

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		<description><![CDATA[Os alunos estão mais exigentes e os professores precisam se adequar a essa nova realidade. Como ferramenta para auxiliar o professor o computador vem sendo introduzido na educação, mas devido ao custo alto dos softwares proprietários, algumas escolas não tem conseguido atingir esse objetivo. Como alternativa ao custo alto do software proprietário esse trabalho apresenta [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Os alunos estão mais exigentes e os professores precisam se adequar a essa nova realidade. Como ferramenta para auxiliar o professor o computador vem sendo introduzido na educação, mas devido ao custo alto dos <em>softwares</em> proprietários, algumas escolas não tem conseguido atingir esse objetivo. Como alternativa ao custo alto do <em>software</em> proprietário esse trabalho apresenta <em>softwares</em> livres educacionais que facilitam a inclusão do computador no meio educacional.</p>
<p style="text-align: justify;">Chamar a atenção de alunos que tem acesso o tempo todo a diversos tipos de informação não é fácil. O modelo educacional onde o professor fala e o aluno ouve e aceita não funciona mais. Hoje, o papel do professor é o de aproveitar o conhecimento já adquirido pelo aluno e mostrar-lhe o caminho para aprimorar e aumentar seu conhecimento.</p>
<p style="text-align: justify;">O computador tornou-se indispensável no meio educacional e desde que utilizado de forma planejada, tem se apresentado a favor de uma educação mais dinâmica, trazendo de volta o interesse do aluno em aprender. O uso de tecnologias possibilita ao professor uma diversidade maior de atividades fazendo com que o aluno desenvolva melhor algumas habilidades como autonomia, resolução de problemas de forma mais próxima da sua realidade, organização de suas informações, habilidade investigativa, entre outras dependendo da faixa etária de cada aluno. Um dos inviabilizadores da implementação do computador nas escolas é a falta de recursos financeiros. Os <em>softwares</em> proprietários encarecem e muito o preço final do computador devido à cobrança de licenças para sua utilização. Na contra mão do problema tem-se os <em>softwares</em> livres que são de acesso gratuito.</p>
<p style="text-align: justify;">O uso do <em>software</em> livre, hoje em dia oferecidos com grande diversidade em língua portuguesa, dispensa gasto com licenças proprietárias e assim, como salienta Silveira (2003 p.41), ao invés de sermos eternos pagadores de <em>royalties</em>, &#8220;tais recursos poderiam ser canalizados para outros fins, como a compra de <em>hardware</em> ou empregados na formação, treinamento e educação digital&#8221;, pois tão importante quanto garantir o acesso as TICs (Tecnologia da Informação e Comunicação) é capacitar as pessoas, em especial, as comunidades mais desfavorecidas para a utilização da tecnologia em favor do exercício da cidadania.</p>
<p style="text-align: justify;">O processo ensino-aprendizagem se dá na interação entre professor e aluno, aluno e aluno e de ambos com o mundo e seus acontecimentos provocando mudanças no indivíduo, podendo ser permanentes ou não. Aprender é o processo de adquirir conhecimento, valores, habilidades e essencialmente do desenvolvimento da capacidade de pensar. Devemos nos preocupar com um sistema educativo muito padronizado, pois este pode produzir sujeitos muito acomodados, desvalorizando a autonomia da criatividade.</p>
<p style="text-align: justify;">Com a mudança do paradigma educacional, aprender tem o significado de ir além da instrução direta podendo acontecer em ambientes virtuais criativos e mais chamativos para o indivíduo. O uso de novas tecnologias como o computador, tem facilitado a vida de professores que já aceitaram essa nova realidade, proporcionando interação e um ensino mais eficaz para a realidade atual.</p>
<p style="text-align: justify;">Os primeiros experimentos do uso do computador na educação começaram na década de 50 logo depois do início de sua comercialização. Pouco tempo depois, Burrhus Frederic Skinner (1904-1990) criou a Máquina de Ensinar. Em 1970 Seymour Papert desenvolveu a Linguagem de Programação Logo. Esses dois experimentos propiciavam ao aluno deixar de lado a preocupação no certo e errado, dando mais importância ao processo como as coisas acontecem e com a solução para os problemas apresentados, deixando o sinônimo de erro como punição, intimidação e frustração de lado, fazendo com que cada aluno aprendesse no seu ritmo sem desestimular aqueles com um pouco mais de dificuldade.</p>
<p style="text-align: justify;">Muitos foram os experimentos e desde os primeiros os professores foram temerosos em relação a adotar essa nova ferramenta que deixa de lado a imagem do professor como detentor do saber e desterritorializa a instituição escolar. As novas tecnologias são importantes, pois ampliam o conceito de aula, espaço e tempo e de comunicação audiovisual, estabelecendo novas referências em relação ao presencial e o virtual, tomando o devido cuidado para que o computador não seja considerado apenas mais um aparato de alto custo não proporcionando uma aprendizagem significativa para o aluno. Cabe lembrar que o computador não é a solução para os diversos problemas da educação e sim, um facilitador, um motivador ao aprendizado, uma ferramenta que veio para somar, através de uma linguagem com a qual os estudantes estão familiarizados.</p>
<p style="text-align: justify;">Com o passar dos anos, a visão dos professores em relação ao uso do computador na educação mudou, os professores estão mais abertos a essa nova situação e os alunos estão mais colaborativos. O uso do computador na escola deve vir acompanhado da reflexão a respeito da necessidade de mudança na forma de geração da aprendizagem.</p>
<p style="text-align: justify;">Experiências realizadas em países onde as escolas já oferecem aos seus estudantes a tecnologia como facilitadora do ensino indica que o computador graças à internet, tem uma grande capacidade de formar redes, efeito imprescindível também fora do ambiente escolar. Tudo isso incentiva o aluno a desenvolver rapidez de raciocínio, ser humano multitarefa, tomada de decisão de forma mais eficiente, abrir novas dimensões intelectuais e, principalmente desenvolver o trabalho em equipe tão exigido atualmente fora do ambiente escolar.</p>
<p style="text-align: justify;">Nada como ensinar geografia de forma que o aluno possa “sobrevoar” diversos relevos e vegetações do planeta e executar experiências com substâncias tóxicas sem o perigo de explodir o laboratório. Tudo isso o computador propicia a alunos e professores através dos <em>softwares</em> educacionais.</p>
<p style="text-align: justify;">Podem ser considerados <em>softwares</em> educacionais aqueles que foram projetados com base em uma metodologia que os contextualiza no processo de ensino-aprendizagem. O primeiro indício do uso de um <em>software</em> educativo foi em uma máquina para corrigir testes de múltipla escolha criada por Dr. Sidney Pressey em 1924. Nessa máquina, o módulo era apresentado o conteúdo e no final, o aluno deveria responder uma questão em um espaço em branco ou escolher uma resposta correta entre diversas alternativas apresentadas. Se a resposta estivesse correta o aluno passaria para o próximo módulo, caso contrário, o programa forneceria a resposta correta ou o aluno poderia ser convidado a rever o módulo com o objetivo de remediar o processo de ensino. Empresas no início dos anos 60 investiram muito na produção de softwares educacionais com a ideia de revolucionar a educação. O problema é que os computadores nessa época ainda eram muito caros para que as escolas os adquirissem. A disseminação do software educacional somente aconteceu com a chegada dos microcomputadores.</p>
<p style="text-align: justify;">O <em>software</em> educacional somente poderá contribuir como facilitador do processo de ensino-aprendizagem, se alguns fatores forem obedecidos a rigor como metodologia empregada no <em>software</em>, qualidade, se atendem as necessidades e a faixa etária indicativa. Os testes também são muito importantes, pois não devemos simplesmente escolher um software de qualquer tipo que seja somente pela embalagem. O professor deve também se preocupar com o contexto onde este <em>software </em>será utilizado.</p>
<p style="text-align: justify;">O <em>software</em> educacional pode apresentar várias vantagens como aumentar a interação do aluno com o conteúdo apresentado, permitir a individualização na aprendizagem do aluno, estimular e promove a autoestima no aluno, apresentar lições de modo criativo, atrativo e integrado, proporcionar retroalimentação, controle e avaliação imediatos da aprendizagem.</p>
<p style="text-align: justify;">Como principal e mais problemática desvantagem encontramos o custo para aquisição do <em>software</em> proprietário, que são produtos criados por <a href="http://www.profissionaisti.com.br/category/desenvolvimento/">desenvolvedores</a> ou empresas que detêm os direitos sobre o produto onde a cópia, modificação ou redistribuição são de alguma forma proibida pelo seu desenvolvedor ou distribuidor. Para que os itens citados sejam permitidos, faz-se necessário a aquisição de uma licença de alto custo, principal inviabilizador do uso do <em>software</em> educacional. Todos estes custos com o <em>software</em> proprietário acabam inviabilizando o uso do <em>software</em> educacional. Uma alternativa aos <em>softwares</em> proprietários seriam os <em>softwares</em> livres que tem como principal vantagem o custo quase zero.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;">O <em>Software </em>Livre é todo aquele que oferece ao seu usuário a liberdade de utilizá-lo para seu proveito, executando os programas para quaisquer propósitos, copiando, distribuindo, estudando seu funcionamento, modificando, aperfeiçoando e customizando seu código fonte, sem precisar pedir autorização para outrem, de modo que toda a sociedade se beneficie (LAMAS, 2004).</p>
<p style="text-align: justify;">A maior vantagem do uso do <a href="http://www.profissionaisti.com.br/category/software-livre/"><em>software</em> livre</a> na educação é que se faz desnecessário investir em licenças para sua aquisição, futuras atualizações e customizações. Com o investimento que se faz para montar um laboratório de informática com equipamentos utilizando software proprietário é possível montar dois laboratórios de informática. Na educação, o dinheiro economizado com a não atualização forçada do <em>hardware</em> pode ser aplicado de outra forma como, por exemplo, na capacitação dos professores. Máquinas que seriam consideradas obsoletas para se utilizar <em>software</em> proprietário são usadas por usuários de software livre, pois este tipo de software pode ser customizado para um hardware considerado ultrapassado.</p>
<p style="text-align: justify;">Para Silveira e Cassino (2003), o <em>Software</em> Livre representa uma opção pela criação, pela colaboração e pela independência tecnológica e cultural, uma vez que é baseado no princípio do compartilhamento do conhecimento e na solidariedade praticada pela inteligência coletiva conectada na rede mundial de computadores.</p>
<p style="text-align: justify;">Como exemplos de <em>softwares</em> livres educacionais podemos citar o <strong>Edubuntu</strong>, distribuição Linux desenvolvida pela Canonical Ltda. baseada no sistema operacional Ubuntu especificamente para ambientes escolares, o <strong>Gcompris</strong>, coletânea com 80 atividades muito atraente para as crianças, o <strong>KBruch </strong>que apresenta as operações matemáticas de forma bem colorida, o <strong>TkGeomap </strong>que mostra dados geográficos. A lista é muito variada e com certeza dificilmente deixará o professor na mão. A educação deve favorecer a ética e a formação da cidadania. Independentemente de escola pública ou privada. A educação não é mercadoria e não deve ser tratada como tal.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Referências</strong></p>
<p style="text-align: justify;">LAMAS, M. Software livre ao seu alcance. Rio de Janeiro: Beto Brito, 2004.<br />
SILVEIRA, S. A.; CASSINO (Org.). Software Livre e Inclusão Digital. São Paulo: Conrad Editora do Brasil, 2003.<br />
SILVEIRA, S. A.; CASSINO (Org.). Software Livre e Inclusão Digital. São Paulo: Conrad Editora do Brasil, 2003.</p>
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		<title>Informação vs Conhecimento</title>
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		<pubDate>Tue, 19 Jul 2011 17:48:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diego Brito</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>

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		<description><![CDATA[Me pego refletindo sobre uma questão evolucionária do profissional nos dias de hoje. Vivemos num momento onde a máxima &#8220;quem tem a informação tem o poder&#8221;  precisa ser questionada. Hoje, a informação é massificada, imediata e de fácil acesso. Esse excesso de informação sobrecarrega nossa mente e nos causa diversas sensações. Não raramente sentimos que podemos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft size-full wp-image-1276" style="margin-left: 5px; margin-right: 5px;" title="midia" src="http://www.diegobrito.com.br/wp-content/uploads/2011/07/midia1.jpg" alt="" width="246" height="256" />Me pego refletindo sobre uma questão evolucionária do profissional nos dias de hoje. Vivemos num momento onde a máxima &#8220;quem tem a informação tem o poder&#8221;  precisa ser questionada.</p>
<p style="text-align: justify;">Hoje, a informação é massificada, imediata e de fácil acesso. Esse excesso de informação sobrecarrega nossa mente e nos causa diversas sensações. Não raramente sentimos que podemos saber qualquer coisa, que não sabemos de nada, que estamos esquecendo de alguma coisa, etc. O escritor José Saramago chamou isso de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ensaio_sobre_a_Cegueira" target="_blank">cegueira branca</a>, ou seja, uma quantidade de informação tão grande que se torna não-informação.</p>
<p style="text-align: justify;">É a Internet com suas redes sociais, os blogs, os jornais, a TV e até mesmo o rádio. Todos esses meios de comunicação nos oprimem de maneira constante, nos pressionam, nos abatem, e quer saber porque? Somos consumidores massivos de qualquer tipo de informação, até mesmo, as mais inúteis que acabam sendo absorvidas &#8220;goela abaixo&#8221;. Você liga a TV e um volume enorme de informação é transmitida, ao sair na rua diversos letreiros, propagandas e placas ofuscam a visão &#8211; todos os lugares estão repletos de informações.</p>
<p style="text-align: justify;">Frente a essa situação, voltando ao início do texto, <span style="text-decoration: underline;">quem tem a informação tem mesmo o poder</span>? Com o excesso de informação disponível quem se destaca são os profissionais que conseguem produzir conhecimento. Isso mesmo, <strong>produzir</strong>. Pois o processo do conhecimento, diferentemente do processo de absorção da informação, é pró-ativo. O processo de conhecimento, basicamente, consiste em três estágios: dados &gt; informação &gt; conhecimento. Os dados são apenas fatos sem nenhuma conclusão. A informação é um conjunto de fatos que faz algum sentido. O conhecimento é uma maneira de preparar o indivíduo para resolver problemas complexos sendo difícil de mensurar, por ser algo subjetivo.</p>
<p style="text-align: justify;">Nos dias atuais o mercado busca um profissional que tenha visão macro. Essa visão culmina em ter condições de avaliar o cenário, cujo o qual, o seu trabalho está inserido dentro da empresa. Estamos falando da &#8220;<strong>Era do Conhecimento</strong>&#8220;. Este é o profissional que não é refém do Google, mas sim, o torna seu melhor aliado na busca por informações que poderão ser transformadas em conhecimento. As empresas passam a valorizar o profissional que entende como as coisas funcionam para que, desta maneira, elas consigam gerar ofertas de valor para o mercado. Um apertador de parafusos não tem mais espaço no mercado, pois existem máquinas para substituí-lo.</p>
<p style="text-align: justify;">Vivemos numa época onde a informação é gratuita. Onde não mais nos indagamos onde vamos encontrar uma determinada informação, mas sim, como vamos fazer para obter uma informação confiável e a partir dela produzir algum conhecimento sobre determinado assunto. Pois a informação não é mais suficiente. Precisamos produzir conhecimento a partir do bombardeio de conteúdo que recebemos diariamente e o profissional que souber fazer isso, muito bem, será, com certeza, muito valorizado.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: <a title="Informação vs Conhecimento" href="http://www.diegobrito.com.br/informacao-vs-conhecimento/" target="_blank">Blog Diego Brito</a></p>
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		<title>Faça um intercâmbio virtual e aprenda um novo idioma</title>
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		<pubDate>Tue, 29 Mar 2011 12:01:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>EstiloFacil</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Rápidas e Rasteiras]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Idiomas]]></category>
		<category><![CDATA[TI]]></category>

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		<description><![CDATA[Pessoal, Segue uma dica rápida que encontrei na internet dias atrás. Essa é pra quem deseja dar uma incrementada no inglês ou outros idiomas, principalmente na conversação. Existe um site de intercâmbio virtual chamado Language-Exchange, parecido com o LiveMocha, que também é uma excelente opção pra quem deseja aprender um novo idioma. O site na [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Pessoal,</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="alignright size-full wp-image-16304" title="Idiomas!" src="http://www.profissionaisti.com.br/wp-content/uploads/2011/03/idiomas-mundo.jpg" alt="" width="240" height="240" />Segue uma dica rápida que encontrei na internet dias atrás. Essa é pra quem deseja dar uma incrementada no inglês ou outros idiomas, principalmente na conversação.</p>
<p style="text-align: justify;">Existe um site de intercâmbio virtual chamado <a href="http://www.language-exchanges.org" target="_blank">Language-Exchange</a>, parecido com o LiveMocha, que também é uma excelente opção pra quem deseja aprender um novo idioma. O site na verdade é uma comunidade, onde você pode ver quem está online, qual idioma a pessoa fala e começar uma conversa pelo skype imediatamente com a pessoa escolhida.</p>
<p style="text-align: justify;">Achei bastante interessante, pois o skype não representa apenas conversação. Se ainda estiver meio fraco, pode escrever o texto e ouvir a outra pessoa falando.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Não esqueça</strong> que atualmente saber outras línguas, principalmente o inglês, passou de diferencial a exigência, portanto, todo conhecimento adquirido é válido!</p>
<p style="text-align: justify;">Bons estudos!</p>
<p style="text-align: justify;">Referência: <a href="http://www.estilofacil.com/blog/artigos-diversos/dica-faca-um-intercambio-virtual-e-aprenda-um-novo-idioma/" target="_blank">Blog Estilo Fácil</a></p>
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		<title>Segurança além das permissões de acessos</title>
		<link>http://www.profissionaisti.com.br/2011/02/seguranca-alem-das-permissoes-de-acessos/</link>
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		<pubDate>Mon, 28 Feb 2011 13:41:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roberto Delgado</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dia-a-Dia]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Social]]></category>
		<category><![CDATA[Informação]]></category>

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		<description><![CDATA[As empresas cada vez mais investem em segurança para proteger suas informações, mas ao mesmo tempo, continuam se descuidando do elo fraco de qualquer sistema: a intervenção humana. Fator Humano e Engenharia Social Todos os sistemas informatizados, dos mais simples aos mais complexos, são desenvolvidos no intuito de serem eficientes e seguros, ou seja, com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="alignright size-full wp-image-15720" style="margin-left: 5px; margin-right: 5px;" title="Engenharia Social" src="http://www.profissionaisti.com.br/wp-content/uploads/2011/02/Engenharia-social.jpg" alt="" width="240" height="240" />As empresas cada vez mais investem em <a href="http://www.profissionaisti.com.br/category/seguranca/">segurança</a> para proteger suas informações, mas ao mesmo tempo, continuam se descuidando do elo fraco de qualquer sistema: <em>a intervenção humana</em>.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fator Humano e Engenharia Social</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Todos os sistemas informatizados, dos mais simples aos mais complexos, são desenvolvidos no intuito de serem eficientes e seguros, ou seja, com o objetivo de proverem produtividade ao mesmo tempo que protegem informações. Porém, todo sistema, por mais bem planejado que seja, sempre depende de uma intervenção humana que, se for falha, pode comprometer o mais consistente dos sistemas.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma vez que o sistema está sujeito à intervenção humana, também está sujeito a todas as suas fraquezas. As pessoas muitas vezes não estão cientes da importância das informações que detém, ou mesmo das consequências do mau uso destas. Uma vez que não estão conscientes de sua importância não se cercam de cuidados que possam evitar problemas.</p>
<p style="text-align: justify;">Pessoas também costumam ser vaidosas e consequentemente mais receptivas quando recebem uma avaliação positiva em relação à sua personalidade ou profissão. Buscam transmitir confiança, demonstrações que fazem algo bem, e que possuem domínio sobre determinado assunto, além de valorizar suas habilidades pessoais, técnicas ou profissionais. Estes fatores se unem à vontade de ser útil, a busca por novas amizades ou relacionamentos profissionais, e tornam as pessoas suscetíveis a entregarem informações importantes, crendo que estão provando sua capacidade, porém, uma pessoa com poder de persuasão, e que saiba explorar estes fatores, facilmente pode obter informações importantes, e até mesmo confidenciais.</p>
<p style="text-align: justify;">A Engenharia Social é um conjunto de práticas, usadas com o objetivo de obter informações importantes, explorando basicamente a confiança das pessoas. Dentro do contexto de um sistema de segurança da informação é uma forma de ataque não técnica, uma vez que não é necessário qualquer conhecimento de tecnologia. O foco é integralmente nas habilidades interpessoais, utilizadas para ganhar a confiança das pessoas utilizando-se de diversas técnicas para isso.</p>
<p style="text-align: justify;">O processo de Engenharia Social se inicia com a coleta de informações. O hacker ou engenheiro social busca as mais diversas informações dos usuários, tais como: número de CPF, data de nascimento, nomes dos pais, manuais da empresa, etc. Essas informações ajudarão a estabelecer uma relação com alguém da empresa visada. A coleta de informações pode ser feita em diversas fases, obtendo informações de uma pessoa, que poderá levar a outra e assim por diante até atingir aquele que possui a informação que realmente interessa. O engenheiro social explora a natureza humana de ser confiante. Procura obter informações da vítima ou empresa como, por exemplo, senha, agenda de compromissos, dados de conta bancária ou cartão de crédito que serão utilizados no ataque. Dependendo do grau de acesso que o criminoso tem dentro de uma empresa, pode se aproveitar também do descuido, de informações expostas enquanto deveriam estar protegidas, seja na forma de um papel esquecido em cima da mesa, ou mesmo escutando uma conversa na hora do café. E uma vez formada a base de <a href="http://www.profissionaisti.com.br/category/gestao-do-conhecimento/">conhecimento</a> o ataque propriamente dito é executado, atingindo a empresa ou pessoa, através do uso de todas as informações obtidas.</p>
<p style="text-align: justify;">As empresas de pequeno porte conhecidamente não possuem grandes responsabilidades com política ou sistemas de segurança, e é notável o quanto estão expostas suas informações. Em um cenário oposto estão as empresas de grande porte, muito fortes nesses aspectos, com conhecida burocracia interna, e diversos processos de controle bem definidos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Prevenção</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A prevenção contra ataques de Engenharia Social é facilmente estabelecida quando os esforços são concentrados diretamente sobre as pessoas, uma vez que, dispositivos de segurança como hardware ou software podem ser ineficazes contra este tipo de ameaça.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O primeiro passo é educar e treinar. </strong>É fundamental conscientizar as pessoas sobre o valor da informação que elas dispõem e manipulam, seja ela de uso pessoal ou institucional. Imprescindível esclarecer também, como age um engenheiro social, demonstrar seus métodos, utilizar exemplos reais e ilustrar como ocorre um ataque. A decisão de simplesmente demonstrar o valor da informação, pode ter seu efeito controverso quando esta é percebida por pessoas que agem de má fé, sendo assim, deve-se mostrar a responsabilidade do indivíduo sobre a informação e as conseqüências de sua má administração.</p>
<p style="text-align: justify;">De qualquer forma as técnicas de Engenharia Social visam burlar justamente a parte psicológica das pessoas, e por isso, deve-se cercar de outros cuidados. Permitir o acesso a dependências de uma organização apenas às pessoas devidamente autorizadas, bem como dispor de funcionários de segurança a fim de monitorar entrada e saída da organização são os primeiros cuidados. Quanto menos pessoas tiverem acesso à informação, menos pontos de vulnerabilidade serão criados, consequentemente, menos serão as chances de um engenheiro social atingir seu objetivo.</p>
<p style="text-align: justify;">As <a title="Estruturando a Segurança da Informação" href="http://www.profissionaisti.com.br/2009/07/estruturando-a-seguranca-da-informacao/">políticas de segurança</a> tem papel fundamental neste processo de proteção da informação, pois além de orientar as pessoas, estabelecem aquilo que é permitido ou proibido, permite que medidas punitivas sejam tomadas e assim materialize as consequências que desvios de conduta podem ter contra a pessoa que os pratica.</p>
<p style="text-align: justify;">No caso da Engenharia Social, pouco importa se a senha é curta ou extensa, simples ou complexa, os métodos se aplicam para qualquer uma delas. Uma vez que as senhas complexas podem ser descobertas da mesma forma, a complexidade só burocratiza o sistema e aborrece os usuários que correrão maior risco de esquecê-las. Este aborrecimento fará com que se perca a confiança do usuário, este que por consequência, repudiará todo o treinamento recebido e passa a ser mais vulnerável. Lamentavelmente, o mais provável a acontecer é o usuário anotar sua senha e deixar em lugar de fácil acesso para consultá-la.</p>
<p style="text-align: justify;">Em suma, é evidente que o fator humano é crítico dentro de um sistema de segurança, tanto pelo poder de comprometê-lo como pela pouca atenção que recebe. A Engenharia Social, neste contexto, torna-se uma ferramenta perigosa e capaz de explorar as falhas humanas em suas características mais profundas. As empresas investem uma quantidade cada vez maior de recursos em tecnologia para se protegerem, mas deixam de lado o ponto mais fraco que é a intervenção humana.</p>
<p style="text-align: justify;">A conscientização dos funcionários e o estabelecimento de políticas claras de segurança são medidas fundamentais, mas não as únicas, quando se quer evitar a falha humana, e principalmente que deve ser dada a significativa importância ao valor que as pessoas representam dentro de um sistema de segurança da informação.</p>
<p style="text-align: justify;">Até a próxima!</p>
<p style="text-align: justify;">Deixem seus comentários e visitem meu blog em<a href="http://rcdelgado.wordpress.com"> rcdelgado.wordpress.com</a></p>
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		<title>Copiar CD para uso pessoal é Pirataria?</title>
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		<pubDate>Tue, 04 Jan 2011 12:39:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roney Médice</dc:creator>
				<category><![CDATA[Direito]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Papinho de TI]]></category>
		<category><![CDATA[brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Direito Digital]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>

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		<description><![CDATA[Antigamente, nossos pais entravam em uma loja de discos a procura daquele vinil que tinha acabado de ser lançado no mercado, que fazia sucesso nas festas americanas onde todos se reuniam levando um prato de salgado ou doce, animados pelas músicas de Roberto Carlos, Rita Lee e outros cantores da velha guarda. Eram coleções e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Antigamente, nossos pais entravam em uma loja de discos a procura daquele vinil que tinha acabado de ser lançado no mercado, que fazia sucesso nas festas americanas onde todos se reuniam levando um prato de salgado ou doce, animados pelas músicas de Roberto Carlos, Rita Lee e outros cantores da velha guarda.</p>
<p>Eram coleções e mais coleções que ficavam enfurnados dentro de gavetas, armários, caixas e outros locais que eram destaque na casa, local obrigatório de passagem de todo o visitante que entrava na casa, onde o proprietário da coleção fazia questão de colocar alguns disco de vinil para tocar e alegrar o ambiente.</p>
<p style="text-align: justify;">Os tempos mudaram e aquele chiado emitido do disco de vinil foi substituído por mídias digitais, os chamados <em>Compact Disc</em> (CD) com qualidade sonora digital, que revolucionou a indústria fonográfica, levando aos ouvintes de música, um produto de melhor qualidade, compacto e prático.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas essa evolução trouxe um outro problema que antigamente não existia: o problema da pirataria. Naquela época, não se falava em copiar um disco de vinil, baixar músicas da internet então, nem pensar, pois a internet ainda não existia. Enfim, o disco de vinil fez história e durante o seu momento de existência, não existiu maiores problemas a não ser o problemas de quebra de agulha, disco de vinil arranhado, etc.</p>
<p style="text-align: justify;">Atualmente, estamos passando por um momento que tudo é passível de reprodução, sejam produtos importados, de marca, roupas, sapatos, bolsas e principalmente CD&#8217;s. Não existe mais a preocupação em querer saber quanto vale no mercado um CD de música. A questão agora é saber onde é possível arranjar o CD de forma ilícita, se pode ser baixada pela internet ou se algum conhecido possui o CD para poder emprestar e assim, gerar o MP3 (padrão de arquivo digital de som).</p>
<p style="text-align: justify;">Iremos abordar uma visão um pouco diferente do que foi levantado até o momento. Analisaremos a situação em que o consumidor comprou um CD de música na loja, com nota fiscal e ele quer agora, transformar as faixas de música do CD comprado em MP3 para poder escutar em seu Ipod, um equipamento eletrônico que tem a finalidade de reproduzir músicas MP3.</p>
<p style="text-align: justify;">No Brasil, em 1998, foi instituído um instrumento jurídico para incentivar e proteger a criação intelectual, a Lei de Direito Autoral n° 9.610/98. No artigo 5° da referida lei, em seu inciso VI, podemos notar que a lei refere-se a “VI – reprodução – a cópia de um ou vários exemplares de uma obra literária, artística ou científica ou de um fonograma, de qualquer forma tangível, incluindo armazenamento permanente ou temporário por meios eletrônicos ou qualquer outro meio de fixação da propriedade ou posse”.</p>
<p style="text-align: justify;">Dessa forma, quando copiamos uma música original de um CD que compramos na loja, mesmo com nota fiscal e passamos a reproduzir (tocar) a música no Ipod, por exemplo, estamos sujeito aos efeitos legais da Lei de Direito Autoral. Neste caso, especificamente, a música de CD é considerada uma obra protegida conforme o artigo 7°, inciso V, que trata das composições musicais, tendo ou não letra.</p>
<p style="text-align: justify;">Não se pode reproduzir um CD inteiro ou somente uma faixa do CD sem a autorização prévia e expressa do autor. No artigo 29, inciso I da Lei 9.610/98 deixa bem claro que ninguém pode reproduzir parcial ou integral a obra se não houver essa autorização dada previamente. Ou seja, você está cometendo um crime quando copia uma faixa ou um CD completo para dentro do seu equipamento eletrônico de música, que toca no formato de arquivo de áudio MP3.</p>
<p style="text-align: justify;">Entretanto, essa mesma lei também excepciona um momento em que não há violação de direito autoral, que é quando for feita uma reprodução (cópia) de pequenos trechos da música para uso próprio de quem estiver reproduzindo o trecho e que não tenha intuito de lucro, exceção essa legitimada pelo artigo 47, inciso II da Lei de Direito Autoral.</p>
<p style="text-align: justify;">Todavia, sabemos que dificilmente iremos comprar um CD na loja para escutar somente trechos da faixa de música em nossos equipamentos eletrônicos de MP3, ocasião em que fazemos a reprodução de todo o conteúdo do CD para o Ipod ou equipamento semelhante, devido a praticidade de se escutar as faixas musicais em aparelhos mais compactos, trazendo conforto e praticidade ao usuário.</p>
<p style="text-align: justify;">Diante do exposto, percebemos uma movimentação do Ministério da Cultura em propor uma reforma na Lei de Direitos Autorais, através de consulta pública em que as pessoas  puderam se manifestar sobre o assunto, já que determinadas ações como o de reproduzir um CD por inteiro para escutar no Ipod são atividades consideradas “normais” pela sociedade atual, embalado pela evolução tecnológica.</p>
<p style="text-align: justify;">Esse consulta pública teve o seu prazo para recebimento de sugestões encerrada no fim do mês de agosto desse ano e muitas ideias polêmicas sugeridas dividem a classe artística. Uma das sugestões enviadas é que seria permitido o usuário fazer uma cópia completa do CD para uso particular, sem intuito de lucro. Entretanto, uma prática comum nos dias de hoje continuaria a ser considerada como crime: fazer uma cópia do CD de música para presentear alguém, mesmo que essa ação não gere lucro.</p>
<p style="text-align: justify;">Existem outros casos mais complexos que precisamos analisar melhor cada situação como é o caso de um dono de bar que compra um CD na loja para uso particular. Enquanto ele estiver escutando o CD no seu equipamento de som dentro de casa, perfeitamente está sendo atendido a Lei dos Direitos Autorais. A partir do momento que ele pegar esse CD e colocar à disposição de seus clientes como música ambiente, ele já estará infringindo a Lei, pois o seu objetivo é trazer ao seu negócio um local mais agradável e acolhedor, mas com isso, ele precisa pagar o direito autoral por utilizar o CD de forma pública.</p>
<p style="text-align: justify;">Portanto, podemos verificar que os Brasileiros não respeitam mesmo a Lei de Direitos Autorais, pois o que mais vimos no carnaval são carros com som potentes tocando CD&#8217;s de música em um ambiente público. É a mesma infração hoje para quem copiar uma faixa inteira ou um CD para escutar em outro equipamento eletrônico, mesmo que para uso próprio. Precisamos repensar isso!</p>
<p>Bibliografia:</p>
<p><a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil/leis/L9610.htm">http://www.cultura.gov.br/site/<br />
http://www.ecad.org.br<br />
http://www.planalto.gov.br/ccivil/leis/L9610.htm<br />
</a><a href="http://www.presidencia.gov.br/">http://www.presidencia.gov.br/</a></p>
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		<title>Perigos na Internet? Eles existem!</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Jul 2010 10:55:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcel Sampaio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança]]></category>
		<category><![CDATA[Perigo]]></category>
		<category><![CDATA[Web]]></category>

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		<description><![CDATA[A Internet esta muito além de seu objetivo original que era somente tornar mais fácil o compartilhamento de documentos entre pesquisadores de faculdades. Hoje temos pessoas de diversas etnias e culturas conectadas entre si através de redes sociais, blogs, salas de bate papo, comunicadores instantâneos, e-mail e uma quantidade sem fim de outros serviços. Serviços [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Internet esta muito além de seu objetivo original que era somente tornar mais fácil o compartilhamento de documentos entre pesquisadores de faculdades.</p>
<p>Hoje temos pessoas de diversas etnias e culturas conectadas entre si através de redes sociais, blogs, salas de bate papo, comunicadores instantâneos, e-mail e uma quantidade sem fim de outros serviços.</p>
<p>Serviços esses que se difundem muito rapidamente, tornando-se os principais canais de integração e socialização, e ocupando um importante papel na educação e formação cultural dos jovens.</p>
<p>Os benefícios trazidos pela Internet são incontestáveis, porém, temos que nos atentar também aos inúmeros riscos que ela trouxe para dentro de nossas casas.</p>
<p>Apologia e incitação a crimes contra a vida, pornografia infantil, racismo, difamação e fraude são os casos que mais acontecem no mundo cibernético, tornando a Internet uma poderosa arma para ataques de pedófilos e malfeitores em geral que se escondem atrás da possiblidade de anonimato que a grande rede oferece.</p>
<p>Anonimato este que também é percebido pelo usuário comum, fazendo-o sentir uma falsa sensação de segurança, pois não os deixa perceber que o perigo pode estar do outro lado do monitor. Um exemplo disto, é que antigamente levávamos a sério o conselho dado para não conversarmos com estranhos, por ser extremamente perigoso. Não dávamos nenhum tipo de informação a quem não nos fosse conhecido.</p>
<p>Nos dias de hoje ainda continuamos dando este tipo de conselho aos nossos filhos, porém, não nos preocupamos com os mais de 900 “amigos” em redes sociais (Orkut) e mais de 200 contatos em seus comunicadores instantâneos (MSN), sendo que em sua grande maioria, estes contatos são de pessoas totalmente desconhecidas.</p>
<p>Sendo assim, por falta de orientação sobre como lidar com o mundo virtual, o jovem utiliza a tecnologia de forma irresponsável e acaba gerando mais problemas que benefícios, sendo levados a pensar, por exemplo, que conversar com estranhos na rua é perigoso, mas que pela Internet, não há um perigo real.</p>
<p>Portanto, é necessário que os adultos que convivem com crianças e adolescentes conheçam sobre os perigos que os jovens correm, para que no papel de formadores, mostrem que o fato de estar atrás de um monitor não deixa de ser perigoso, pois a Internet está povoada de pessoas estranhas (em ambos os sentidos).</p>
<p>por Marcel Sampaio<br />
 <a href="mailto:contato@marcelsampaio.com.br">contato@marcelsampaio.com.br</a><br />
 <a href="http://www.marcelsampaio.com.br">www.marcelsampaio.com.br</a></p>
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