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	<title>Profissionais TI - Pra quem respira informação &#187; Gestão do Conhecimento</title>
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	<description>Pra quem respira informação</description>
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		<title>Boa gestão da informação é fundamental para o sucesso do seu negócio</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Feb 2012 15:30:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Profissionais TI</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gestão do Conhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[Papinho de TI]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão]]></category>
		<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[TI]]></category>

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		<description><![CDATA[Considero informação a matéria-prima da qual se extrai o conhecimento. A informação e o conhecimento podem ser considerados as chaves da produtividade e da competitividade. Podemos definir qualidade das informações como o grau em que elas são consideradas confiáveis, independentemente da fonte da qual tenham sido extraídas. Você precisa ter o conjunto de informações disponíveis, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Considero informação a matéria-prima da qual se extrai o conhecimento. A informação e o conhecimento podem ser considerados as chaves da produtividade e da competitividade.</p>
<p style="text-align: justify;">Podemos definir qualidade das informações como o grau em que elas são consideradas confiáveis, independentemente da fonte da qual tenham sido extraídas. Você precisa ter o conjunto de informações disponíveis, na hora certa, no lugar certo, para que as pessoas certas as usem para tomar decisões eficazes, administrar e gerar negócios, atender os clientes e alcançar os objetivos da empresa. Uma gestão moderna exige que essa tomada de decisão seja baseada em informação altamente qualificada e confiável, assim como qualquer boa estratégia.</p>
<p style="text-align: justify;">Considero dados como fatos de interesse para seu negócio. Quando esses fatos são colocados em contexto, tornam-se informações.</p>
<p style="text-align: justify;">Para uma boa gestão e logística da informação dentro da empresa, há a necessidade de investimento em TI. Todos os departamentos de uma empresa devem trabalhar com as mesmas informações e dados, sem  a ocorrência de divergência na análise de um relatório.</p>
<p style="text-align: justify;">Não importa o estágio em que sua empresa se encontre, para uma boa gestão da informação, é primordial o investimento na qualidade desses dados assim como nas necessidades mais importantes do seu negócio.</p>
<p style="text-align: justify;">Um sintoma de que sua empresa está com problemas na <a href="http://www.profissionaisti.com.br/category/qualidade/">qualidade</a> de dados é o alto índice de mensagens devolvidas ou de contatos inválidos quando você faz campanhas de marketing via e-mail, mala direta e call center.</p>
<p style="text-align: justify;">Para detectar um problema de qualidade de informação, verifique se sua equipe está desperdiçando muito tempo discutindo qual relatório está correto (quando os números deveriam bater, mas isso não acontece). Como já citei acima, é essencial que todos os departamentos de uma empresa trabalhem com as mesmas informações e dados para evitar esse tipo de problema.</p>
<p style="text-align: justify;">Não importa qual seja a finalidade de sua organização – com ou sem fins lucrativos, uma agência governamental, uma instituição de caridade, uma instituição de ensino, ou relacionada à saúde –, todas essas ideias se aplicam a ela, porque toda organização depende de informações de qualidade para alcançar seus objetivos e cumprir seus compromissos. Se a sua empresa está preocupada com a <a href="http://www.profissionaisti.com.br/category/qualidade/">qualidade</a> dos dados, comece o quanto antes!</p>
<p style="text-align: justify;"><em>por <strong>Lincoln Morato</strong>: Coordenador de marketing e novos negócios da ZipCode.</em></p>
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		<title>Projetos: faça mais com menos</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Jan 2012 11:50:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos Eduardo Bier</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gerência de Projetos]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão do Conhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[Equipe]]></category>
		<category><![CDATA[planejamento]]></category>
		<category><![CDATA[Projetos]]></category>

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		<description><![CDATA[Precisamos definir claramente nosso objetivo final, seja em um projeto particular ou corporativo, o resultado que se espera deve ser claro e conciso. Devemos aprender a realizar uma abordagem de baixo pra cima, isso estimula a produção e o faz manter focado. Quando citamos abordagem de baixo pra cima, não nos referimos a esquecer dos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="alignright size-medium wp-image-20807" style="margin-left: 5px; margin-right: 5px;" title="equipe-profissionais" src="http://www.profissionaisti.com.br/wp-content/uploads/2012/01/equipe-profissionais-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" />Precisamos definir claramente nosso objetivo final, seja em um projeto particular ou corporativo, o resultado que se espera deve ser claro e conciso. Devemos aprender a realizar uma abordagem de baixo pra cima, isso estimula a produção e o faz manter focado. Quando citamos abordagem de baixo pra cima, não nos referimos a esquecer dos detalhes ou não realizar um planejamento prévio, nos referimos á vislumbrar um projeto como produto tangível e avaliar o que é preciso para realiza-lo.</p>
<p style="text-align: justify;">O que acontece muito nos dias de hoje é a contratação em massa de pessoas com a falsa impressão de que, produzindo-se no prazo X, a demanda Y com Z pessoas, basta duplicarmos Z que por consequência X será quebrado ao meio para a mesma demanda Y. Eis o grande erro: o trabalho é realizado por pessoas que não são uma ciência exata. Podemos confortavelmente dizer que, para cada novo membro, temos como resultado para equipe a soma de sua capacidade técnica e a subtração de sua personalidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Expliquemos de modo prático: mesmo sendo um profissional de alta <a href="http://www.profissionaisti.com.br/category/qualidade/">qualidade</a>, um novo membro na equipe trará ideias, metodologias e costumes conflitantes que deverão ser imediatamente identificados pelo gestor, que deverá ter jogo de cintura para administrar a situação e desconforto gerado na equipe. Isso impacta na produção da equipe como um todo, podem os teóricos levantar suas bandeiras da docência contrariando essa constatação que basta análise holística que veremos tratar de uma realidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Defendemos que uma equipe menor e coesa é, sem a menor sombra de dúvidas, mais produtiva que uma equipe maior e desconexa.</p>
<p style="text-align: justify;">Portanto, meus caros, mais uma vez reforçamos, tratem do bem estar dos membros da sua equipe e pare de tentar impor seu sistema de trabalho errôneo em nome do suposto poder que detém. Obviamente que a equipe precisará crescer, mas que seja de maneira organizada e planejada não baseada na substituição e avaliação por tentativa e erro.</p>
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		<title>Educação digital: O que será do ensino tradicional?</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Dec 2011 20:53:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Profissionais TI</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão do Conhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[Digital]]></category>

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		<description><![CDATA[Colocadas muitas vezes como os alicerces de uma sociedade desenvolvida intelectualmente, educação e tecnologia, em teoria, deveriam andar lado a lado, propiciando cada vez mais formas de agregar a aprendizagem dos alunos aos meios de auxiliar os professores a passarem conteúdo e conhecimento. No entanto, quando olhamos para o atual cenário da relação entre educação [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Colocadas muitas vezes como os alicerces de uma sociedade desenvolvida intelectualmente, educação e tecnologia, em teoria, deveriam andar lado a lado, propiciando cada vez mais formas de agregar a aprendizagem dos alunos aos meios de auxiliar os professores a passarem conteúdo e conhecimento.</p>
<p style="text-align: justify;">No entanto, quando olhamos para o atual cenário da relação entre educação e tecnologia no Brasil, vemos muito mais perguntas do que respostas. Alguns pontos convergentes entre essas duas balizas não possuem nenhuma espécie de dúvida, como, por exemplo, a forma de educar crianças nativas da internet e tantos outros avanços tecnológicos.</p>
<p style="text-align: justify;">Os jovens cada vez mais recebem um bombardeio de informações, coisa que não ocorria quando os professores que estão em sala de aula tinham a mesma idade de seus alunos. Com a popularização da informação, é possível imaginar que essa nova geração receba de outra maneira o que aprende.</p>
<p style="text-align: justify;">E, quando esse professor, de forma tradicional, virado para o quadro negro com um giz na mão, tenta passar o conteúdo, há, inevitavelmente, o choque entre dois mundos distintos.</p>
<p style="text-align: justify;">Eis que tocamos em outro ponto crucial. O professorado antigo é pressionado, acusado da tão famigerada “Tecnofobia”, ou medo de tecnologia. O mesmo professor possui em sala de aula entre 30 e 50 alunos, cada um com uma dinâmica diferente, fruto da acelerada percepção do mundo tecnológico, e deve conquistar a atenção de todos, utilizando somente uma ponta de giz branco, a lousa escura e o poder da retórica.</p>
<p style="text-align: justify;">Não adianta culparmos a tecnologia gráfica avançada que os alunos estão cada vez mais utilizando, como os video games e celulares, nem os professores que ainda não se adaptaram, e muitas vezes fogem desse mundo. Existe um elo perdido nessa relação aluno, professor, ensino e tecnologia.</p>
<p style="text-align: justify;">É preciso incentivar o professor a utilizar essas ferramentas, ensiná-lo a operá-las, e não simplesmente deixar que os alunos a dominem e os educadores fiquem ”obsoletos”em relação aos avanços tecnológicos. Em outras palavras, o governo precisa, além de dar a vara, ensinar a pescar.</p>
<p style="text-align: justify;">Claro, há que existir um bom senso nessa relação. Não podemos levá-la a extremos, como o estado de Indiana, nos Estados Unidos, onde todos os alunos ganharão computadores para utilizar em sala de aula e não será mais obrigatório o ensino da letra cursiva.</p>
<p style="text-align: justify;">O ato de manuscrever, comprovado cientificamente, ativa uma série de funções no cérebro humano, as quais desenvolvem a coordenação motora. É preciso haver uma mescla entre o tradicional método de ensinar e os avanços da tecnologia.</p>
<p style="text-align: justify;">Para isso, cada vez mais são desenvolvidas as videoaulas. Com conteúdo dinâmico e qualidade gráfica suficiente para prender a atenção dos jovens tecnológicos, aliados ao conteúdo programático estruturado pelo professor, contam com questionários e um apelo educativo e high tec ao mesmo tempo.</p>
<p style="text-align: justify;">Esse é o “X” da questão. Aplicar um diferencial tecnológico em sala de aula, sem deixar de ser educativo, mantendo o aluno interessado e o professor com o controle, não só da sala de aula, mas também das ferramentas à disposição para levar conhecimento.</p>
<p style="text-align: justify;">Nesse campo de tecnologia e educação há muito que se debater ainda, inclusive o aperfeiçoamento do conceito de videoaula. Deve-se trazer computação gráfica e conteúdo relevante para dentro da escola e da cabeça dos alunos. É a lousa se transformando em um monitor. Chegamos literalmente a era da lousa digital&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;"><em><strong>Fabrício Argentieri</strong> é sócio-diretor da TSP, empresa focada em conteúdo educacional, licencia no Brasil a marca “Discovery Channel na Escola” e “Quem Ama Educa – com Dr Içami Tiba”.</em></p>
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		<title>Base de Dados: Por que tratá-la é tão importante?</title>
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		<pubDate>Wed, 20 Jul 2011 22:34:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Profissionais TI</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gestão do Conhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[Papinho de TI]]></category>
		<category><![CDATA[Base]]></category>
		<category><![CDATA[Dados]]></category>
		<category><![CDATA[Negócios]]></category>

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		<description><![CDATA[As empresas, ao cadastrarem um novo cliente ou contato em sua base de dados, em sua maioria, não têm o cuidado de normalizar os dados no momento do cadastro, o que no futuro, pode gerar problemas quando surge a necessidade de levantamento de perfis de seus clientes. O fato é muito comum, pois muitas vezes [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">As empresas, ao cadastrarem um novo cliente ou contato em sua base de dados, em sua maioria, não têm o cuidado de normalizar os dados no momento do cadastro, o que no futuro, pode gerar problemas quando surge a necessidade de levantamento de perfis de seus clientes. O fato é muito comum, pois muitas vezes os dados estão sem nenhum padrão ao serem armazenados em campos como nomes, documentos, telefones, endereços ou até a validação do CEP ao endereço informado.</p>
<p style="text-align: justify;">Em muitos casos, a própria empresa não sabe analisar se os dados que possui são qualificados, justamente por este não ser o seu &#8220;core&#8221;. A organização possui quantidade, mas não qualidade e ao contratar uma companhia especializada no tratamento de banco de dados, surpresas aparecem, pois verificam que o seu database pode estar mais desatualizado do que imaginam, de forma inconsistente, duplicado e até mesmo defasado, surgindo a necessidade do enriquecimento dos dados cadastrados na base.</p>
<p style="text-align: justify;">Vale salientar que dados íntegros agregam valor e valor alavanca negócios. Uma base consistente mantém e contribui para uma imagem positiva da organização. Empresas de telemarketing ligando para números telefônicos errados para buscar um determinado cliente, perdem bastante, e de duas formas: em sua imagem e, principalmente, em seus próprios investimentos, por não saberem onde está seu cliente, gerando custo desnecessário por ligações perdidas. Outro exemplo é a falha na mala direta, em que o envio de correspondências muitas vezes é realizado para  endereços inválidos ou que não mais pertencem ao cliente.</p>
<p style="text-align: justify;">A partir de uma base tratada, é possível agregar informações dos dados com o enriquecimento. Uma base enriquecida contribui diretamente para mais resultados a partir de um bom planejamento estratégico. Imagine o caso de um diretor que, ao analisar os dados de seus clientes, consegue visualizar além da porcentagem de homens e mulheres, a faixa etária, faixa de renda estimada, dados do IBGE, as principais profissões, dentre outras informações. Certamente, de posse destes números, novas ações poderão ser tomadas para o crescimento da companhia como um todo e, fundamentalmente, mais retornos sobre os investimentos realizados nas ações de marketing, que pedem cada vez mais por segmentação e personalização.</p>
<p style="text-align: justify;">Comunicar-se de forma clara, objetiva e atraente sempre foi tarefa para todos. O que precisamos parar para pensar e colocar em prática é sobre como realmente acertar de forma a ganhar a tão almejada atenção de quem desejamos manter, fidelizar e ainda&#8230; conquistar.</p>
<p style="text-align: justify;"><em><strong>* Karla Ynonye</strong> é Gerente de Tecnologia da Informação da ZipCode, uma das principais empresas especializadas em marketing direto, enriquecimento de base e localização.<a href="mailto:karla.ynonye@zipcode.com.br" target="_blank">karla.ynonye@zipcode.com.br</a></em></p>
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		<title>Aplicação de Data Mining em Games</title>
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		<pubDate>Thu, 24 Mar 2011 11:56:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>MayogaX</dc:creator>
				<category><![CDATA[Games]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão do Conhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[Papinho de TI]]></category>
		<category><![CDATA[Data Mining]]></category>
		<category><![CDATA[Data Warehouse]]></category>

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		<description><![CDATA[Data Mining é amplamente usado pelas grandes corporações, para direcionar seus negócios corretamente, porém tabém pode se estender aos games.
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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Data Mining é amplamente usado pelas grandes corporações para direcionar seus negócios corretamente, porém, tabém pode se estender aos games.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Já ouviu o termo Data Mining?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Data Mining é a ciência, a arte, de pegar um monte de dados e tirar informações relevantes. Ficou na mesma?</p>
<p style="text-align: justify;">Pense assim: um dado é um valor, uma parcela de informação. &#8220;Está chovendo&#8221;, &#8217;121&#8243; e &#8220;falso&#8221; são exemplos de dados. Eles te ajudam em alguma coisa? Não. E se eu juntar dados e combina-los? &#8220;Está chovendo em todo o país, mas no Rio de Janeiro está acontecendo desmoronamentos&#8221; esse é um exemplo de informação. Dados foram combinados, extraídos juntos, descobertos para levar alguma informação que seja útil. Talvez saber a situação do Rio de Janeiro não lhe seja de grande valor, mas pode ser para outra pessoa que talvez pretendia viajar para lá.</p>
<p style="text-align: justify;">Fixando: usando de Data Mining, você pega uma base de dados e procura padrões, uniões, informações relevantes dentre os dados.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Ah tá&#8230;isso é importante?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Vou te dar um exemplo: Uma empresa aposta em vender músicas por streaming. Mas deixar as músicas lá largadas não ia atrair algum cliente. Então ela criou um tipo de rede social para as pessoas participarem, e ocasionalmente comprarem as músicas. Mas ofertas de uma banda X eram direcionadas para pessoas que não gostavam dela, o que fez com que essas pessoas saíssem da rede e não comprassem.</p>
<p style="text-align: justify;">E então ela resolveu mudar sua estratégia: guardava todos os dados que podia sobre os usuários, como as músicas que ouvia, as bandas favoritas, o que costumava comprar, o que os amigos ouviam também, e assim tinha um banco enorme com dados dos usuários. Mas dados soltos não levavam a lugar nenhum, então eles começaram a maneirar, a peneirar os dados e achar padrões e estatísticas.</p>
<p style="text-align: justify;">Sabendo que  uma boa parcela das pessoas que ouviam a banda X também gostavam da banda Y a empresa pode direcionar propagandas sobre a Y para as pessoas que apreciavam a X.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas esse é só um exemplo, não estou falando de uma empresa em especial, poderia ser uma empresa do setor automotivo, como costumam ser os exemplos dos professores nas universidades.</p>
<p style="text-align: justify;">Essas informações então são usadas para <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Intelig%C3%AAncia_empresarial" target="_blank">Business Intelligence</a>.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Então eu olho pros dados e já sei a informação e o que fazer com ela?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Não é tão simples. Professores-universitários-que-citam-exemplos-de-empresas-do-ramo-automotivo costumam lembrar que o fluxo de dados é enorme, e que podem guardar os dados durante anos e anos até começar a ter o suficiente para analisar.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas eu não vim aqui para te ensinar BI. Tanto porque não é a minha especialidade, mas o que eu vim te dizer é o uso dessa técnica para o mundo dos games.</p>
<p style="text-align: justify;">Com BI você pode entender que pontos positivos e negativos tem se repetido nos jogos. Jogos que tinham X números de fases eram mais bem aceitos pelo público, ou os jogadores gastam em média Y horas em fases do tipo Z, e metade deles abandona o jogo depois, e outros dados estatísticos. Analisando os dados é possível descobrir onde aperfeiçoar e o que descartar.</p>
<p style="text-align: justify;">Se você trabalha com jogos, fica a dica de tentar captar e aproveitar ao máximo os dados advindos dos jogadores de seu game. Se você é apenas um jogad0r, há grande chance de neste momento vários de seus dados estarem sendo recolhidos pela empresa que fabricou o game que você tanto gosta.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas fique tranquilo. Qual a empresa que não faz isso hoje em dia?! Não é mesmo Google, <a href="http://www.profissionaisti.com.br/category/facebook/">Facebook</a>, <a href="http://twitter.com/profissionaisti" target="_blank">Twitter</a>?! <img src='http://www.profissionaisti.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p style="text-align: justify;"><em>Postado originalmente por MayogaX em <a title="DataMing e games" href="http://www.hardlevel.com.br/2011/02/02/ja-ouviu-o-termo-data-mining/" target="_blank">HardLevel</a></em></p>
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		<title>Documentação de Processos: um grande problema na maioria das empresas</title>
		<link>http://www.profissionaisti.com.br/2011/03/documentacao-de-processos-um-grande-problema-na-maioria-das-empresas/</link>
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		<pubDate>Wed, 02 Mar 2011 11:46:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>allanpitter</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dia-a-Dia]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão do Conhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[Papinho de TI]]></category>
		<category><![CDATA[Documentação]]></category>
		<category><![CDATA[Negócios]]></category>

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		<description><![CDATA[A importância de manter seus processos e atividades documentados, visando minimizar o impacto em caso de um colaborador, empresa ou terceiros não fazerem parte dessa empresa.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-15771" title="Documentação de Processos!" src="http://www.profissionaisti.com.br/wp-content/uploads/2011/02/32055673_1.jpg" alt="" width="376" height="283" /></p>
<p style="text-align: justify;">Um dos grandes problemas para os profissionais de TI (e profissionais de outras áreas também) e que afeta diretamente a performance dentro de muitas empresas é a falta de documentação acerca de seus processos e procedimentos executados. Para entender esse problema vamos considerar a seguinte questão:</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Se o responsável sair de férias ou for demitido, você está confortável com relação ao conhecimento desse funcionário sobre os processos, atividades e funções que o mesmo executa? </em></p>
<p style="text-align: justify;">Se a resposta for NÃO então temos um grande problema, ou seja, todo o conhecimento está concentrado apenas neste colaborador, terceiro, empresa, etc. Neste caso é extremamente recomendável que os processos sejam documentados. Toda essa documentação pode ser feita online junto com o colaborador por outra pessoa ou profissional de maneira que se possa avaliar se todos os processos foram documentados de rotinas, atividades e processos que devem ser executados continuamente.</p>
<p style="text-align: justify;">Um checklist básico para ser levado em conta:</p>
<ol style="text-align: justify;">
<li>Senhas de acesso a soluções específicas, por exemplo, serviços de internet, banco de dados, sistemas, etc;</li>
<li>Instruções de como usar os produtos, serviços e soluções específicas do setor, area e/ou funcionário;</li>
<li>Projetos e/ou atividades que este colaborador ou empresa esteja envolvido;</li>
<li>Custos e/ou orçamento aprovados e que envolvam pagamentos futuros;</li>
<li>Contratos assinados, prazos e condições de uso;</li>
<li>Principais contatos de trabalhos;</li>
<li>Backup, códigos fontes, repositórios de informações;</li>
<li>Principais problemas internos que estejam tratados por este funcionário;</li>
<li>Quantas pessoas internas estão envolvidas em outros projetos desse colaborador;</li>
<li>Entre outros</li>
</ol>
<p style="text-align: justify;">Esse checklist, claro, pode ser expandido com mais observações importantes.</p>
<p style="text-align: justify;">O que você sugere para complementar essa lista? Já esteve em alguma situação em que teve que &#8220;garimpar&#8221; informações por falta de uma determinada pessoa na empresa?</p>
<p style="text-align: justify;">Até a próxima!</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Os segredos das grandes realizações na Web &#8211; Pesquisa On-line (Parte 02)</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Dec 2010 11:17:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiz Castro Junior</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gestão do Conhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[e-commerce]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[Sucesso]]></category>
		<category><![CDATA[Web]]></category>

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		<description><![CDATA[---  “Pensando e pesquisando pela Web pude perceber a falta de material de continuidade por parte dos profissionais em E-commerce, portanto me propus a começar a desenvolver Artigos correlacionados sobre diversas Áreas de atuação e de desenvolvimento de um projeto de E-commerce. Para isso pensei no titulo que defina bem essa série de Artigos sobre esse fascinante comércio eletrônico – Os Segredos das grandes realizações na Web. Espero que gostem dessa série de artigos e que sejam realmente úteis essas informações contidas aqui e nos próximos artigos de forma que venham a mudar a forma limitada de pensar, agir e realizar. Agradeço desde já a sua leitura que para mim é muito importante, é a apreciação de um trabalho de dedicação e muito carinho.” --- @luizcastrojr]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.profissionaisti.com.br/2010/12/os-segredos-das-grandes-realizacoes-na-web-pesquisa-on-line-parte-01/" target="_blank">Leia a parte 1 desta série</a> e leia abaixo a continuação&#8230;</p>
<hr />
<p>Algumas dicas exemplificadas&#8230;</p>
<ul>
<li>Entenda que seu cliente vai ser o porta-voz da sua marca, seja para bem ou não.</li>
<li>Entenda que fabricar um produto de qualidade não é mais uma alternativa e sim uma obrigação! Seu produto vai ser comentado, criticado e talvez recomendado. Tudo dependerá de seu respeito pelo consumidor.</li>
<li>A ética comercial tem um peso de ouro para seus consumidores. Respeito pelo consumidor está se tornando raro e por tanto precioso, os consumidores estão percebendo isso e exigindo respeito. Fazendo uma total mudança no mercado.</li>
</ul>
<p>Vimos uma breve crítica, uma breve introdução e algumas dicas (acima) para que depois de aplicadas possamos começar corretamente nossos procedimentos de Pesquisa On-line.</p>
<p>Pesquisar, quem nunca pesquisou? Pesquisamos desde pequenos no primário, pesquisamos sobre assuntos diversos e de nossos interesses ou de outros e pesquisamos principalmente antes de tomarmos decisões.</p>
<p>Entenda que seu cliente pesquisa sobre você antes de considerá-lo um bom produto para aquisição, então, porque não pesquisar seu cliente também, entender o que ele pensa, fala e como age até o momento da compra e suas necessidades no pós venda.</p>
<p>Vejamos. Existem milhões de possíveis consumidores para seus produtos e serviços, inúmeras formas eficazes e ineficazes de obter respostas e tantas outras maneiras de acumular informações sem filtros, mas será que isso é pesquisa ou apenas acumulo de informações?</p>
<p>Pesquisa no Marketing On-line nada mais é que segmentar um público alvo, capturar sua mente e suas ações, estudá-lo por completo e assumir posições de mercado estrategicamente para perpetuar seu produto/serviço e/ou marca.</p>
<p>Vamos ao que interessa. Quem não sabe o que é Nicho de Mercado está nadando contra a correnteza, entender para onde o mercado segue e como deve atuar é essencial. Uma dica de leitura simples mais muito importante é o Livro The Long Tail, que mergulha no que é exatamente o comércio eletrônico e seus nichos de atuação. Leia com atenção caso ainda esteja sentindo-se perdido nesse mercado tão abrangente e com inúmeras possibilidades e caminhos.</p>
<p>Nossa pesquisa tem que segmentar nosso público alvo. Para isso, criar perfis imaginários pode ajudar no momento inicial dessa pesquisa, imagine quem tem interesse em seu produto, por exemplo:</p>
<p>– Uma fábrica de dentaduras não irá obviamente criar um perfil de consumidor entre 5 e 28 anos, não que deixe de atender esse mercado em seus casos isolados de necessidade, porém segmentar um público alvo é procurar primeiramente a faixa etária em que se concentram a massa de consumidores mais ativos do seu mercado.</p>
<p>Outra característica desse perfil inicial são os hábitos, por exemplo:</p>
<p>– Um site de compras coletivas detém um certo campo de atuação, está focado em oferecer seus serviços e espaço publicitário para comércios de determinadas cidades, portanto para que possa dar uma estatística comercial e um plano de ação para seus clientes esse site tem a necessidade de fazer uma pesquisa On-line, uma boa forma de se fazer isso após o site no ar é oferecer brindes e vale-compras para os clientes já cadastrados que indicarem o site para o maior número de pessoas que por indicação se cadastrarem, nesse cadastro irá aparecer a opção de endereço para ser preenchida, assim criando um banco de dados capaz de mensurar quais as  cidades com o maior público cadastrado de forma que os serviços das empresas físicas daquela cidade possam entrar na vitrine desse modelo de negócio, sendo assim vantajoso para ambas as partes.</p>
<p>Criamos então perfis de Clientes contendo idade e a localização dos mesmos, porém, porque não observar a realidade de nosso produto? Esse produto pode ser para uso de ambos os sexos ou exclusivamente para mulheres como roupas íntimas, por exemplo, ou para homens como um novo pós barba.</p>
<p>Até aqui você terá então imaginado um perfil de cliente com seus hábitos correspondentes a seu produto.</p>
<p>Agora iremos capturar a mente desse cliente, para isso, precisamos entender o que estamos oferecendo. Digamos que oferecemos roupas de cama. Esse é um produto mais procurado por mulheres do que por homens, então:</p>
<ul>
<li>Onde estão nossas consumidoras em potencial?</li>
<li>O que elas pensam?</li>
<li>Como agem antes da compra?</li>
<li>Qual sua preferência?</li>
<li>O que falam das marcas?</li>
<li>Como comparam as marcas?</li>
<li>Como criam interesse de compra?</li>
</ul>
<p>Temos que responder todas essas perguntas e agora entra a Pesquisa On-line por completo, em sua forma mais abrangente.</p>
<p>Nossas ferramentas serão Sites de Busca (Google, Yahoo, Bing e outros), fóruns sobre produtos similares, redes sociais e suas comunidades sobre o assunto e blogs formadores de opiniões.</p>
<p>Esse Artigo continua na próxima edição da série&#8230;</p>
<p>Até a próxima.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Os segredos das grandes realizações na Web &#8211; Pesquisa On-line (Parte 01)</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Dec 2010 10:18:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiz Castro Junior</dc:creator>
				<category><![CDATA[Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão do Conhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[e-commerce]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing Digital]]></category>

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		<description><![CDATA[---  “Pensando e pesquisando pela Web pude perceber a falta de material de continuidade por parte dos profissionais em E-commerce, portanto me propus a começar a desenvolver Artigos correlacionados sobre diversas Áreas de atuação e de desenvolvimento de um projeto de E-commerce. Para isso pensei no titulo que defina bem essa série de Artigos sobre esse fascinante comércio eletrônico – Os Segredos das grandes realizações na Web. Espero que gostem dessa série de artigos e que sejam realmente úteis essas informações contidas aqui e nos próximos artigos de forma que venham a mudar a forma limitada de pensar, agir e realizar. Agradeço desde já a sua leitura que para mim é muito importante, é a apreciação de um trabalho de dedicação e muito carinho.” --- @luizcastrojr]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>&#8212;  &#8220;Pensando e pesquisando pela Web pude perceber a falta de material de continuidade por parte dos profissionais em E-commerce, portanto me propus a começar a desenvolver artigos correlacionados sobre diversas áreas de atuação e de desenvolvimento de um projeto de E-commerce. Para isso pensei no título que defina bem essa série de artigos sobre esse fascinante comércio eletrônico &#8211; Os Segredos das grandes realizações na Web. Espero que gostem dessa série de artigos e que sejam realmente úteis essas informações contidas aqui e nos próximos artigos de forma que venham a mudar a forma limitada de pensar, agir e realizar. Agradeço desde já a sua leitura que para mim é muito importante, é a apreciação de um trabalho de dedicação e muito carinho.&#8221; &#8212; @luizcastrojr</em></p>
<p>Para quem acompanhou <a href="http://www.profissionaisti.com.br/author/luiz-castro-junior/">meus primeiros artigos sobre Empreendedorismos na Web</a> pode perceber que tenho por costume dar ênfase à palavra Planejamento, isso porque entendo que antes de qualquer investimento que se pretende fazer tem-se a necessidade de Planejar.</p>
<p>Planejar não está somente relacionado com um empreendimento gigantesco, de alto risco ou quem sabe com um novo produto a ser desenvolvido – Não, planejamento está inteiramente ligado a todos os processos de um empreendimento, uma inovação, um projeto e porque não dizer na vida como um todo.</p>
<p>Porém o tema hoje é &#8220;Pesquisa On-line&#8221;. Por ela podemos mensurar o quão vantajoso será uma campanha de Marketing, entender o que nossos Clientes e Concorrentes pensam de nossa marca, visualizar possibilidades de mercado e outras tantas e incríveis respostas que podemos obter para melhorar nossos serviços, produtos e aventuro-me a dizer – Faturamento, porque não ser realista, ninguém está realmente interessado em algo que não possa lhe trazer retorno.</p>
<p>Hoje quando vemos uma empresa dizendo-se preocupada com o meio ambiente não podemos considerar que aquilo é superficial por completo já que há um investimento na recuperação do eco-sistema, há campanhas de conscientização e outras formas de investimentos além da nossa compreensão como consumidores, porém nada disso é feito a não ser que seja possível mensurar o retorno de visibilidade que a marca obterá – Entende-se que visibilidade nesse caso é nada menos que fixar a marca na memória do consumidor sendo que o mesmo quando pensar em um produto que essa marca produz ele inconscientemente optará pela marca que &#8220;ajuda&#8221; o planeta, ou seja, a marca fez a campanha ecológica com mais paixão pelo tema, arrebatando para si as emoções e sentimentos dos consumidores.</p>
<p>Na verdade eles não estão pensando em melhorar o Planeta e sim usando e abusando do que muitas fábricas e pessoas causaram de ruim para o eco-sistema como uma forma de obter lucro e visibilidade, as vezes até mesmo essas empresas que tanto poluem tentam se aproximar do seu público alvo por meio de campanhas ecologicamente corretas.</p>
<p>Depois de ter, de certa forma, anunciado que Papai Noel não existe, na verdade afirmei que não existem empresas realmente visando apenas, repito, a proteção e a sustentabilidade de nosso planeta, então vamos entender de que forma podemos usar essa mesma pesquisa de mercado para nosso benefício. As dicas abaixo não têm como objetivo fazer o ‘Bolo’ e sim de ensinar os primeiros ingredientes para o sucesso de suas campanhas.</p>
<p>Sempre tenho em mente que a máxima do marketing onde se diz que – Quem não divulga não vende – não expressa a realidade para o mutante Marketing On-line, me atrevo mudar e dizer que no Marketing On-line – Quem divulga prematuramente está fadado ao fracasso. Porque me atrevi a isso? Simplesmente porque os consumidores não são mais os mesmos de antigamente que bastava um artista famoso, uma celebridade dizer que tal marca é a melhor, ou um lindo comercial mostrando belas mulheres, ou que a marca mais cara de roupas te faz sorrir incrivelmente mais e tão pouco que a ultima tecnologia é a ideal para você, hoje esses consumidores tem por prática realizar pesquisas de marca antes de efetuar as compras, eles querem entender antes de tudo, como funciona, o quanto dura, se há melhor preço ou produtos similares e mais acessíveis, quais as diferenças entre produtos com propostas iguais e preços absurdamente desiguais, o que tal serviço oferece que outro não e se realmente adquirir tal produto ou serviço é vantajoso.</p>
<p>Nossos Consumidores estão inteligentes, capazes de definir o que realmente lhes agrada e não de ser influenciados diretamente por um simples rosto bonito em uma tela apresentando um produto. Claro que, para os não tão instruídos e com poucos recursos de informação (a grande maioria) essa forma de Marketing ainda é muito funcional, não é por menos que as marcas de cerveja expõem em excessos lindos sorrisos, corpos esculturais de mulheres que nunca irão estar nos botequins da esquina e riquezas que não estão na realidade do cotidiano desses consumidores, porém, ao ver isso a sensação de que aquele produto pode oferecer tal experiência acaba convencendo. Claro que isso não reflete a realidade, mas é propaganda, é a forma mais crua de informar o cliente de que a marca se considera a melhor do mercado, ou seja, você anuncia-se ao consumidor dizendo que se considera especial, nesse tipo de Marketing você fala de si mesmo, da sua marca e não os consumidores que falam de você. Hoje estamos evoluindo para uma fase do Marketing de relacionamento, ou seja, em pouco tempo muitos não ouvirão o que você tem para falar de si mesmo, e sim o que seus clientes tiveram como experiência em adquirir seus produtos.</p>
<p>No Marketing On-line dizer algo em seu favor não trará resultado positivo, na verdade fará com que o seu cliente duvide e por impulso pesquise sobre você e pergunte aos outros internautas de seu produto.</p>
<p>Ótimo, até aqui entendemos que a nova geração de consumidores não é mais uma massa de consumidores passivos e sim consumidores ativos, que podem tanto perpetuar sua marca de forma gratuita como expor ao fracasso. Tornar-se aliado desse público nem sempre é fácil, no próximo artigo de continuação vou citar algumas dicas com exemplos para evitar erros antes de começar sua pesquisa On-line.</p>
<p>Até a próxima.</p>
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		<title>Identificando o horário de início e fim de utilização do computador</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Jul 2010 14:39:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roney Médice</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gestão do Conhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[Infraestrutura]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Forense]]></category>
		<category><![CDATA[TI]]></category>

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		<description><![CDATA[Em várias perícias judiciais demandadas nas lides do judiciário, uma das informações importantes que podem ser úteis constar no laudo pericial é data e hora em que o computador foi ligado e desligado, para compor as informações que serão parte do laudo pericial. No registro do windows, executando o comando &#8220;regedit&#8221; (Iniciar -&#62; Executar -&#62; digite regedit), [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<div>
<p style="text-align: justify;">Em várias  perícias judiciais demandadas nas lides do judiciário, uma das  informações importantes que podem ser úteis constar no laudo pericial é  data e hora em que o computador foi ligado e desligado, para compor as  informações que serão parte do laudo pericial.</p>
<p style="text-align: justify;">No registro do windows, executando o  comando &#8220;regedit&#8221; (Iniciar -&gt; Executar -&gt; digite regedit), as duas  principais chaves com as informações de quando o computador foi iniciado  e quando foi desligado, se encontram no seguinte caminho:</p>
<p><strong>KLM -&gt; Software -&gt; Microsoft -&gt; Windows NT -&gt;  CurrentVersion -&gt; Prefetcher</strong></p>
<p>A chave <strong>ExitTime</strong> , trará a data e horário em que o  micro foi desligado</p>
<p>A chave <strong>StartTime</strong>, trará a data e horário em que o  micro foi iniciado.</p>
<p style="text-align: justify;">Nessa pesquisa, o perito forense terá a certeza dos horários de utilização do computador que é alvo de investigação e ajudará na elaboração do seu laudo pericial, aumentando os indícios em torno dos acontecimentos e evitando assim, uma possível contestação da perícia.</p>
<p style="text-align: justify;">Para os menos técnicos e que gostam dessas informações sendo obtidas por software, aqui vai a dica: <strong>PcOnOffTime </strong>(<a href="http://pconofftime.software.informer.com/" target="_blank">http://pconofftime.software.informer.com/</a>). A versão gratuita consegue extrair o tempo em que o computador foi ligado e desligado até uma semana atrás da execução do software. Essa ferramenta, quando paga, informar todos os horários de utilização do computador, desde o momento que foi ligado até o seu desligamento.</p>
<p style="text-align: justify;">Muitas pessoas acham que tem o total controle das informações ou que dificilmente será comprovado que o computador foi utilizado para cometer crimes digitais. O que esses &#8220;leigos&#8221; não sabem é que a área de TI não é somente computador e programas, é muito mais que isso: <em>é conhecimento</em>.</p>
</div>
</div>
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		</item>
		<item>
		<title>A vez da Inteligência Analítica como ferramenta de otimização da base de dados</title>
		<link>http://www.profissionaisti.com.br/2010/05/a-vez-da-inteligencia-analitica-como-ferramenta-de-otimizacao-da-base-de-dados/</link>
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		<pubDate>Fri, 28 May 2010 11:41:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Profissionais TI</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gestão do Conhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[Governança de TI]]></category>
		<category><![CDATA[Base de Dados]]></category>
		<category><![CDATA[Inteligência]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Rafael Scucuglia* De tempos em tempos o universo da gestão organizacional se depara com mudanças de paradigmas significativos. É recorrente a publicação de livros que revolucionam a maneira de pensar dos gestores. A teoria sobre administração está em pleno desenvolvimento, desde o fim do século passado. Novos gurus surgem com crescente constância. Algumas literaturas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>Por Rafael Scucuglia* </em></strong></p>
<p>De tempos em tempos o universo da gestão organizacional se depara com mudanças de paradigmas significativos. É recorrente a publicação de livros que revolucionam a maneira de pensar dos gestores. A teoria sobre administração está em pleno desenvolvimento, desde o fim do século passado. Novos gurus surgem com crescente constância.</p>
<p>Algumas literaturas chegam e demonstram-se passageiras. Fazem parte de modismos inerentes à ebulição do mercado editorial. Outras, no entanto, realmente revolucionam as formas de pensar e agir dos administradores.</p>
<p>Foi assim com Kotler e sua nova visão de Marketing Integrado, cujos conceitos alicerçam as decisões até os dias de hoje. Kaplan e Norton, e seu “Balanced Scorecard”, viraram sinônimo de estratégia. Jack Welch trouxe um novo estilo de liderança. Michael Porter mostrou o poder da “vantagem competitiva” e Stephen Covey veio com seus 8 hábitos, entre inúmeros outros exemplos.</p>
<p>Toda publicação de novos temas, novas ferramentas e novas teorias tem a potencialidade de virar fenômeno. Toda novidade tem a possibilidade de aderir-se tão bem às necessidades, anseios e desafios das organizações que acabam transformando-se em pré-requisitos para uma gestão eficiente e eficaz.</p>
<p>O que diferencia as teorias que revolucionam as características dos gestores dos modismos passageiros é um misto de necessidade latente da sociedade, possibilidade de resolução de problemas modernos e capacidade de trazer resultados oriundos de processos pouco explorados.</p>
<p>Segundo David Norton (“O alinhamento em primeiro lugar”. HSM Management, maio de 2007), “&#8230; se uma ideia vem para ficar, ela tem de estar no momento certo e no local certo. No caso do Balanced Scorecard, o momento certo era o da nova economia – que, de alguma maneira, tornou obsoletos os sistemas de medição e gestão que usávamos, porque era como silos e hierárquicos, quando a nova economia exigia que você fosse holístico e transfuncional. E o lugar certo era o do sistema de medição. (&#8230;) Essas duas coisas se juntaram, e nós (Kaplan e Norton) tivemos a ideia de balancear indicadores financeiros e não-financeiros.”.</p>
<p>Exceções à parte, não sabemos quando surgirá a próxima teoria que irá alavancar a gestão organizacional, que trará inovações relevantes e significantes na área. Nunca sabemos qual será o próximo grande tema amplamente debatido pela sociedade mundial envolvida com gestão: muitos dizem que a próxima vedete será o RH, outros concordam que aperfeiçoamentos nas teorias sobre estratégia se fazem necessários, outros abordam que evoluções em TI serão responsáveis por novos modelos de gestão. Abordagem por processos, liderança, marketing, inteligência emocional: temas recorrentes abordados por estudiosos mundiais.</p>
<p>Atrevo-me a dar minha opinião sobre um dos próximos grandes temas a entrar na pauta. Inteligência Analítica. Acredito que este seja o momento certo para qualquer evolução neste sentido. E o primeiro passo já foi dado: Thomas Davenport, da Harward Business School, publicou “Competição Analítica – Vencendo através da Nova Ciência” (editora Elsevier), recém traduzido para o português.</p>
<p>Com o advento da informatização, a utilização de sistemas informatizados é pré-requisito para todo e qualquer tipo de organização. Softwares ERP’s passaram a ser constantes, comuns e presentes. E com eles, extensas bases de dados surgiram nas empresas. Informações que antes não existiam passaram a ficar disponíveis. A grande questão em evidência é: como o gestor deve utilizar toda esta base em prol do sucesso dos negócios? Qual a melhor maneira de analisar os dados? Como utilizá-los visando um incremento no sucesso da organização? Como as informações podem maximizar os resultados corporativos? Isso é inteligência analítica.</p>
<p>Davenport definiu Inteligência Analítica como “&#8230;a utilização extensiva de dados, análises quantitativas e estatísticas, modelos explicativos e preditivos e gestão baseada em fatos para orientar decisões e ações”. É a extração e entendimento amplo de tudo o que os dados disponíveis têm a nos dizer. É a interpretação e análise de informações de modo a nos permitir, de maneira objetiva e contundente, tomar decisões mais precisas, melhor embasadas e com maior probabilidade de acerto.</p>
<p>O autor analisou empresas americanas que adotaram posturas de vanguarda no assunto. Diversos exemplos bem sucedidos (e revolucionários) de inteligência analítica são abordados. São aplicações nos mais diversos processos que buscam, por meio da detalhada análise de dados e informações, maximizar a performance dos mesmos.</p>
<p>É demonstrado como as organizações vêm aplicando inteligência analítica em pricing, na análise financeira, em P&amp;D, na gestão de operações, em RH, na atração e retenção de clientes, no relacionamento com o cliente, no relacionamento com fornecedores, etc. Empresas que se tornaram líderes em seu segmento devido à inteligência analítica.</p>
<p>Entre os cases analisados, incluem-se exemplos de empresas como Google, Amazon.com, Wal-Mart, Netflix, Procter &amp; Gamble, Capital One, Harra’s, Boston Red Sox, FedEx, entre muitas outras.</p>
<p>Segundo Davenport, dois aspectos fundamentais precisam ser considerados na adoção da inteligência analítica: tecnológico e humano. Os dois devem caminhar juntos rumo à adoção de modelos de tomada de decisão baseados em evidências e constatações.</p>
<p>Não me estenderei em detalhes de suas abordagens, mas posso dar um testemunho pessoal: são inovadoras, altamente especializadas e com resultados confirmados. Com certeza, abrem portas para novos desenvolvimentos.</p>
<p>Para concluir: Inteligência Analítica se trata de uma necessidade bastante atual dos administradores, que demandam soluções inovadoras para seus processos decisórios e para a utilização otimizada de sua base de dados. Chegamos na “Era da Informação”, profetizada por Drucker. É certo que existe um potencial de incremento nos resultados operacionais a partir da utilização dos dados de maneira mais qualificada. O tema precisa evoluir e, para isso, demandará maior debate entre os estudiosos mundiais. E Davenport deu o primeiro passo. Aonde isso chegará? Só o tempo há de nos revelar.</p>
<p><strong><em>* Rafael Scucuglia</em></strong> é Diretor de Operações da Gauss Consulting, empresa de consultoria instrumental e assessoria organizacional.</p>
<p><strong>Fonte: </strong>NB Press Comunicação</p>
]]></content:encoded>
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