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	<title>Profissionais TI - Pra quem respira informação &#187; Governo</title>
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	<description>Pra quem respira informação</description>
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		<title>Nós vamos fazer uma SOPA (Stop Online Piracy Act)</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Jan 2012 10:34:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diego Brito</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crimes Digitais]]></category>
		<category><![CDATA[Governo]]></category>
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		<description><![CDATA[Pessoal, ocorrerá em  18/01/2012  um protesto contra o projeto de lei da Câmara dos Representantes dos Estados Unidos, que visa combater a pirataria online. Esse projeto de lei chama-se Stop Online Piracy Act (abreviado como SOPA). Para agitar esse caldo,  empresas como Google, Facebook, Twitter, Wikipédia, Wordpress e muitas outras, se manifestaram contra o projeto. O motivo da polêmica é que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.diegobrito.com.br/wp-content/uploads/2012/01/sopa-blackout-brasil.jpeg"><img class="alignleft size-full wp-image-1478" style="margin-left: 5px; margin-right: 5px;" title="sopa-blackout-brasil" src="http://www.diegobrito.com.br/wp-content/uploads/2012/01/sopa-blackout-brasil.jpeg" alt="sopa 18/01/2012" width="180" height="250" /></a>Pessoal, ocorrerá em  18/01/2012  um protesto contra o projeto de lei da Câmara dos Representantes dos Estados Unidos, que visa combater a pirataria online. Esse projeto de lei chama-se <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Stop_Online_Piracy_Act" target="_blank">Stop Online Piracy Act</a> (<strong>abreviado como</strong> <strong>SOPA)</strong>. Para agitar esse caldo,  empresas como Google, Facebook, Twitter, Wikipédia, Wordpress e <a href="http://gameshow.com.br/2012/01/08/quase-50-empresas-sao-contra-o-s-o-p-a/" target="_blank">muitas outras</a>, se manifestaram contra o projeto. O motivo da polêmica é que o SOPA é muito radical e prevê restrições e punições que, com certeza, iriam censurar a internet da forma que conhecemos e é claro, que isso não pode acontecer! Essas empresas que são contra se preocupam com o fato de que serão obrigadas, caso o projeto se torne lei, a fiscalizar e responder pelo conteúdo que armazenam. Na prática, se o Google indexa na busca um site que contenha algum conteúdo pirata (vídeo, foto, textos, etc.) ele poderá ser punido e sair do ar.</p>
<p style="text-align: justify;">Ou seja, a responsabilidade sobre o conteúdo não mais é restrita a quem publica, mas também, a quem veicula e/ou hospeda. Nessa linha de raciocínio todos os servidores de hospedagem estariam sujeitos a essa lei e caberia a eles também fiscalizar seus clientes. Ou seja, na prática a única maneira de fiscalizar esse &#8220;monstro&#8221; que atende pelo nome de SOPA, seria criando imensos <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Firewall" target="_blank">FIREWALLS</a> para bloquear e filtrar todo o conteúdo postado na Internet &#8211; e digo Internet pois a ideia dos americanos é que esse projeto se espalhe pelo mundo, sim, isso afetaria você.</p>
<p style="text-align: justify;">Tenho acompanhado as notícias na web e depois de um <a href="http://www.whitehouse.gov/blog/2012/01/14/obama-administration-responds-we-people-petitions-sopa-and-online-piracy" target="_blank">pronunciamento da Casa Branca</a>, que diz não poder concordar com &#8220;um<em> projeto de lei que reduz a liberdade de expressão, amplia os riscos de segurança na computação ou solapa o dinamismo e a inovação na internet</em>&#8220;, sendo assim, é provável que a bancada pró SOPA tenha que se reorganizar. Pois se o presidente não está de acordo com o projeto, alguma coisa muito errada está acontecendo. Vale citar que os grandes beneficiados com a SOPA são gravadoras, emissoras de TV, grupos de mídia, etc. São empresas como Fox, ESPN, CBS, Disney, Warner Music Group, Sony Music Entertainment, Universal Music entre outras. Por motivos óbvios esse povo todo é a favor (GRANA). E há rumores de que são eles que fizeram <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Lobby" target="_blank">lobby</a> com os políticos para redigirem essa lei.</p>
<p style="text-align: justify;">Na minha opinião do jeito que está não é o melhor dos mundos. Existe muito conteúdo publicado de forma indevida na Internet. Mas iniciativas como Creative Commons, vejo que são mais inteligentes e educativas. Porém, para estancar o problema vai muito mais do que edução, não sou contra punição legal, acho que é cabível, sim. Porém, façamos isso com <em><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Parcim%C3%B4nia" target="_blank">parcimônia</a> para não queimarmos o beiço nessa SOPA quente e mal temperada.</em></p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: Blog do <a title="SOPA (Stop Online Piracy Act)" href="http://www.diegobrito.com.br/sopa-stop-online-piracy-act/" target="_blank">Diego Brito</a></p>
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		<title>A participação dos distribuidores nas discussões sobre as guerras fiscais entre estados</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Jan 2012 15:31:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Profissionais TI</dc:creator>
				<category><![CDATA[Governo]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>

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		<description><![CDATA[A atualíssima discussão sobre as &#8220;guerras fiscais&#8221; entre os estados da união, na verdade nada mais é que um pano de fundo para uma discussão muito mais ampla, urgente e abrangente: A Reforma Tributária. O que leva determinado estado a, utilizando seu poder discricionário, legislar sobre o único tributo estadual, o ICMS, é basicamente a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A atualíssima discussão sobre as &#8220;guerras fiscais&#8221; entre os estados da união, na verdade nada mais é que um pano de fundo para uma discussão muito mais ampla, urgente e abrangente: A Reforma Tributária.</p>
<p style="text-align: justify;">O que leva determinado estado a, utilizando seu poder discricionário, legislar sobre o único tributo estadual, o ICMS, é basicamente a falta de um entendimento federativo sobre a questão da arrecadação de tributos no Brasil.</p>
<p style="text-align: justify;">As guerras fiscais não são assunto novo. De fato a partir da constituição de 1988, quando a mesma atribuiu aos estados o poder de regular e promulgar leis que tratassem dessa arrecadação estadual, instituiu-se nas entrelinhas a condição essencial para o estabelecimento de batalhas fiscais/financeiras entre os estados pelo caixa dos contribuintes.</p>
<p style="text-align: justify;">Se considerarmos que a tendência natural de qualquer empresa, é a de estabelecer-se naquele estado que lhe ofereça as melhores condições de mercado, infraestrutura e logística, qual motivo faria com que essa mesma empresa considerasse a hipótese de se instalar e operar em determinado estado aonde as condições de mercado, ou de infraestrutura, ou ainda de logística fossem infinitamente inferiores a aquele que essa empresa tenha escolhido para se instalar? As condições financeiras ou, indiretamente, as condições fiscais e tributárias que pudessem produzir um efeito financeiramente relevante em seus negócios.</p>
<p style="text-align: justify;">De posse de suas capacidades de criar condições fiscais diferenciadas e personalizadas para aquelas empresas interessadas em se instalar em seus territórios, os estados começaram a desenhar e implantar regimes de benefícios fiscais que hoje são os causadores dessas “guerras” voltadas a atrair esses contribuintes.</p>
<p style="text-align: justify;">A principal justificativa que determinado estado tem ao criar uma “condição diferenciada” é a esperada contra-partida dos investimentos, da criação de empregos e do impulso desenvolvimentista, que nem sempre ocorre de fato.</p>
<p style="text-align: justify;">O problema do desequilíbrio mercadológico criado, uma vez que as empresas que conseguem se beneficiar dessas leis ou regimes diferenciados acabam invariavelmente repassando os ganhos auferidos para seus custos, raramente faz parte da agenda de preocupações dos estados ao criarem seus “pacotes” de atração.</p>
<p style="text-align: justify;">Essa lógica por si só contraria a razão pelas quais tais benefícios são criados: O objetivo de se conceder uma benesse tributária a determinado contribuinte tem como expectativa a ideia de que o dinheiro não desembolsado com impostos seja utilizado na formação de capital de giro, permitindo assim mais investimentos por parte desse contribuinte, o que não ocorre pela simples razão de que o beneficio vai parar direto na diminuição do preço de custo dos produtos.</p>
<p style="text-align: justify;">A maneira mais praticada de concessões de regimes especiais pelos estados é aquela que diminui a alíquota do ICMS a ser recolhida numa importação, havendo casos em que a alíquota final resultante, após os benefícios, pode chegar a zero.</p>
<p style="text-align: justify;">Essa talvez seja a forma mais eficiente, do ponto de vista do estado que está concedendo tais benefícios, de atrair novos contribuintes para se instalarem e operarem em seus territórios: Basta que uma única empresa passe a utilizar esses benefícios, para que seus concorrentes, se não migrarem para o mesmo estado, literalmente parem de vender seus produtos.</p>
<p style="text-align: justify;">Para evitar ou minimizar os efeitos dessa migração em massa, os estados que eventualmente não concedam benefícios para seus contribuintes, sentem-se obrigados a criar programas iguais ou similares, estimulando a “guerra” do quem dá mais.</p>
<p style="text-align: justify;">E os distribuidores de TI não são exceção a regra: Todos os distribuidores que também sejam importadores têm de identificar um estado no qual possam instalar uma operação beneficiária de um regime fiscal diferenciado, sob pena de não conseguirem colocar seus produtos no mercado.</p>
<p style="text-align: justify;">A única saída viável passa obrigatoriamente por uma reforma tributária, que mesmo não sendo a mais ampla e abrangente, consiga equacionar da melhor forma a questão dos impostos sobre valor adicionado (IVA), como o ICMS. Dentre as inúmeras discussões em curso nas esferas públicas e políticas, existem algumas que endereçam de forma objetiva a questão dos regimes diferenciados para o ICMS sobre importações, propondo, por exemplo a isenção desse imposto na admissão de produtos, em território nacional, que não venham a passar por alterações significativas, exemplo : um notebook importado é vendido no mercado local, exatamente da mesma forma que foi produzido na origem.</p>
<p style="text-align: justify;">Essa abordagem, se implantada, acabaria definitivamente com as “guerras fiscais” baseadas em benefícios de redução de alíquota de ICMS para produtos importados e criaria as bases para a implementação de um modelo mais próximo daqueles baseados em valor adicionado.</p>
<p style="text-align: justify;"><em><strong>por Mariano Gordinho<br />
Vice-Presidente da ABRADISTI</strong></em></p>
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		<title>Dados Abertos Governamentais: uma oportunidade para desenvolvedores com uma boa idéia</title>
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		<pubDate>Thu, 10 Nov 2011 16:07:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Guerra Fernando C. G. D.</dc:creator>
				<category><![CDATA[Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Governo]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
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		<description><![CDATA[Destacar-se no mercado globalizado se tornou um desafio a todo profissional indiferente da sua área de atuação. É cada vez mais comum encontrarmos profissionais com múltiplas formações acadêmicas para se diferenciar dos concorrentes &#8211; o mercado de trabalho passa a exigir especialistas com uma visão sistêmica. Mas somente as formações acadêmicas não são suficientes aos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Destacar-se no mercado globalizado se tornou um desafio a todo profissional indiferente da sua área de atuação. É cada vez mais comum encontrarmos profissionais com múltiplas formações acadêmicas para se diferenciar dos concorrentes &#8211; o mercado de trabalho passa a exigir especialistas com uma visão sistêmica.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas somente as formações acadêmicas não são suficientes aos profissionais, existe algo mais que deve ser trabalhado para se destacar, neste caso o foco seria o poder de observação e criatividade, mapear uma carência e atendê-la.</p>
<p style="text-align: justify;">Da mesma maneira que a Internet contribui para acirrar o mercado globalizado, ela também cria um <a href="http://www.profissionaisti.com.br/2011/06/ti-na-australia-um-mar-de-oportunidades-e-de-dinheiro/">mar de oportunidades </a>para qualquer cidadão com uma boa idéia se destacar e ser reconhecido pelas suas idéias. Cabe ao cidadão/desenvolvedor aproveitar este novo nicho ou oportunidade para se diferenciar no mercado, tornando-se, talvez em longo prazo, até uma referência de uma das áreas governamentais.</p>
<h3 style="text-align: justify;">Mas o que são os dados abertos governamentais?</h3>
<p style="text-align: justify;">Na definição de Cecconi (2010), &#8220;Dados Abertos Governamentais não são apenas a publicação de tabelas de dados legíveis apenas por pessoas, mas sim a publicação das informações do setor público na Web, compartilhadas em formato bruto e aberto, compreensíveis logicamente, de modo a permitir sua reutilização em aplicações digitais desenvolvidas pela sociedade&#8221;. [1]</p>
<h3 style="text-align: justify;">O que posso fazer com estes dados + informações?</h3>
<p style="text-align: justify;">Podem-se criar novos serviços de informações com os dados e disponibilizá-los ao cidadão em um blog ou portal como mais um serviço de consulta.</p>
<h3 style="text-align: justify;">O que eu cidadão / desenvolvedor ganho com isso?</h3>
<ul>
<li>Destaque pela sua criatividade;</li>
<li>Ser visto ou reconhecido pela sua inovação, afinal os dados sempre estiveram disponíveis na web, mas foi somente você cidadão / desenvolvedor que encontrou uma nova utilidade para os dados.</li>
<li>Pode se tornar uma referência em longo prazo se atuar sempre no mesmo nicho de atuação;</li>
<li>É talvez o mais importante, pode demonstrar como qualquer cidadão pode contribuir para melhorar os serviços fornecidos pelo governo.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Afinal, o trabalho coletivo tem mais poder que a atividade individual, a contribuição de cada insight gera uma nova idéia que contribui ou não a inovar.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Se você acredita que pode contribuir está certo, mas se pensa que nada pode agregar, também tem razão, afinal é você que limita seu sucesso.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Agora pense como um desenvolvedor/cidadão pode contribuir?</p>
<p style="text-align: justify;">Segue um link de referência para refletir e conhecer mais sobre esta nova oportunidade &#8211; <a href="http://www.brasilaberto.org/" target="_blank">http://www.brasilaberto.org/</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">Obrigado aos que chegaram até o final deste texto.</p>
<p style="text-align: justify;">Deixe seu comentário! Aceito recomendações para continuar o debate em textos futuros.</p>
<p style="text-align: justify;">Um abraço e até a próxima.</p>
<p style="text-align: justify;">[1] Disponível em <a href="http://www.nic.br/imprensa/clipping/2010/midia528.htm" target="_blank">http://www.nic.br/imprensa/clipping/2010/midia528.htm</a>. Acesso em: 08 nov 2011 <strong></strong></p>
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		<title>Conheça o Portal do Software Público Brasileiro &#8211; SPB &#8211; Softwares Grátis!</title>
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		<pubDate>Thu, 20 Oct 2011 12:57:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Guilherme Strube</dc:creator>
				<category><![CDATA[Governo]]></category>
		<category><![CDATA[Utilidades]]></category>
		<category><![CDATA[brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Gratuito]]></category>
		<category><![CDATA[Software]]></category>
		<category><![CDATA[SPB]]></category>

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		<description><![CDATA[O Portal do Software Público Brasileiro foi criado em abril de 2007 para compartilhar softwares de interesse público e tratar o software como um bem público. O próprio Portal do Software Público oferece um espaço (comunidades) para cada software. A comunidade é composta por fórum, notícias, chat, armazenamento de arquivos e downloads, wiki, lista de prestadores [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O Portal do Software Público Brasileiro foi criado em abril de 2007 para compartilhar softwares de interesse público e tratar o software como um bem público.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.blumenauti.com.br/noticia/www.softwarepublico.gov.br" target="_blank"><img class="alignright" style="margin-left: 10px; margin-right: 10px;" src="http://www.blumenauti.com.br/arquivo/images/sp.jpg" alt="Portal Software público brasileiro - logo" width="145" height="70" /></a>O próprio <strong>Portal do Software Público</strong> oferece um espaço (comunidades) para cada software. A comunidade é composta por fórum, notícias, chat, armazenamento de arquivos e downloads, wiki, lista de prestadores de serviços, usuários, coordenadores, entre outros recursos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>SVN e TRAC</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Para compartilhamento e versionamento de código, registro de bugs e tickets.</p>
<p style="text-align: justify;">Para acessar o TRAC: <a href="http://svn.softwarepublico.gov.br/trac/nomesoftware" target="_blank">svn.softwarepublico.gov.br/trac/nomesoftware</a>.<br />
Para acessar o SVN: <a href="http://svn.softwarepublico.gov.br/svn/nomesoftware" target="_blank">svn.softwarepublico.gov.br/svn/nomesoftware</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">Troque o &#8220;nomesoftware&#8221; pelo nome do software de seu interesse. Tanto no TRAC quanto no SVN o acesso só é permitido para quem é cadastrado no Portal do Software Público e é membro da comunidade do software.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Mercado Público Virtual</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Onde é possível consultar os Prestadores de Serviços por região e/ou por Software Público. Acesse: <a href="http://www.mercadopublico.gov.br/" target="_blank">www.mercadopublico.gov.br</a></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>4CMBr</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Que é o Software Público focado nos Municípios Brasileiros. Acesse: <a href="http://www.softwarepublico.gov.br/4cmbr" target="_blank">www.softwarepublico.gov.br/4cmbr</a></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>5CQualiBr</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Que é um grupo que trabalha para evoluir a qualidade do Software Público Brasileiro. Acesse: <a href="http://www.softwarepublico.gov.br/5cqualibr" target="_blank">www.softwarepublico.gov.br/5cqualibr</a></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>4CTecBr</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Um portal destinado a colaboração no desenvolvimento de Tecnologias Livres. Acesse: <a href="http://www.softwarepublico.gov.br/4ctecbr/" target="_blank">www.softwarepublico.gov.br/4ctecbr/</a></p>
<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter" title="Software público brasileiro" src="http://www.blumenauti.com.br/arquivo/images/TirinhaSPB.png" alt="Software público brasileiro" width="524" /></p>
<p style="text-align: justify;">O que <strong>rege </strong>o Software Público Brasileiro é a <strong>Instrução Normativa N.01 de 17 de Janeiro de 2011</strong>, que dispõe sobre os procedimentos para o desenvolvimento, a disponibilização e o uso do Software Público Brasileiro.</p>
<p style="text-align: justify;">Leia a Instrução Normativa do SPB: <a href="http://www.softwarepublico.gov.br/spb/download/file/in_spb_01.pdf" target="_blank">http://www.softwarepublico.gov.br/spb/download/file/in_spb_01.pdf</a></p>
<p style="text-align: justify;">Cadastre-se e usufrua deste serviço gratuito: <a href="http://www.softwarepublico.gov.br/register/user-new" target="_blank">www.softwarepublico.gov.br/register/user-new</a></p>
<p style="text-align: justify;">via <a title="Conheça o Portal do Software Público Brasileiro - SPB - Softwares grátis   " href="http://www.blumenauti.com.br/noticia/conheca-o-portal-do-software-publico-brasileiro-spb-softwares-gratis">Blumenau TI</a></p>
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		<title>Entrevista sobre os ataques contra os sites do governo</title>
		<link>http://www.profissionaisti.com.br/2011/07/entrevista-sobre-os-ataques-contra-os-sites-do-governo/</link>
		<comments>http://www.profissionaisti.com.br/2011/07/entrevista-sobre-os-ataques-contra-os-sites-do-governo/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 04 Jul 2011 12:48:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>higorjorge</dc:creator>
				<category><![CDATA[Direito]]></category>
		<category><![CDATA[Governo]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança]]></category>
		<category><![CDATA[Crime]]></category>
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		<category><![CDATA[Web]]></category>

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		<description><![CDATA[Nos últimos dias sites de inúmeras esferas da administração pública passaram a sofrer ataques, inicialmente originados do grupo conhecido como LulzSec, que recentemente teria praticado ataques contra os sites da CIA, FBI, Sony e Nintendo. No Brasil este grupo tornou sites indisponíveis, desconfigurou outros sites e divulgou informações confidenciais sobre pessoas, incluindo com logins e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Nos últimos dias sites de inúmeras esferas da administração pública passaram a sofrer ataques, inicialmente originados do grupo conhecido como LulzSec, que recentemente teria praticado ataques contra os sites da CIA, FBI, Sony e Nintendo.</p>
<p style="text-align: justify;">No Brasil este grupo tornou sites indisponíveis, desconfigurou outros sites e divulgou informações confidenciais sobre pessoas, incluindo com logins e senhas das vítimas. Outros grupos passaram a promover as ações semelhantes, dentre os coletivos Fatal Error Crew, Fail Shelleles, FIREH4CK3R e Havittaja.</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="alignright size-medium wp-image-17979" style="margin-left: 8px; margin-right: 8px;" title="foto-higor1" src="http://www.profissionaisti.com.br/wp-content/uploads/2011/07/foto-higor1-300x280.jpg" alt="" width="300" height="280" />Dentre os sites que sofreram essas ações constam o site da Receita Federal, IBGE, Presidência da República, Universidade de Brasília, Senado, Agência Brasileira de Inteligência, dentre outros.</p>
<p style="text-align: justify;">Para explicar sobre essas questões conversamos com o delegado de polícia Higor Vinicius Nogueira Jorge, que é professor da Academia de Polícia e especialista na investigação de crimes cibernéticos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Para iniciar, em razão dos recentes ataques praticados contra sites do governo muitos têm afirmado que esses sites eram muito vulneráveis? Qual a sua opinião?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Eu acho complicado julgar a intensidade das vulnerabilidades existentes nestes sites, até mesmo por que não tive acesso a informações sobre cada um deles, porém posso dizer que é muito difícil falar em sites ou servidores absolutamente seguros e sem falhas. Todas as pessoas que utilizam a internet devem ter consciência das vulnerabilidades e riscos que envolvem o acesso a ela.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O que é ataque DDoS?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O ataque DDoS ou de negação de serviço é uma modalidade de cyberataque que se caracteriza pelo envio simultâneo de requisições de serviços para um determinado recurso de um servidor, por exemplo, um site. Em razão de não suportar essa quantidade de requisições, o recurso torna-se indisponível. No caso do site da presidência da república ocorreu esse tipo de ataque.</p>
<p style="text-align: justify;">Cabe esclarecer para que essa ação criminosa consiga causar transtornos para a vítima, o cybercriminoso contamina diversos computadores para que eles fiquem a disposição para esse tipo de ataque e no momento que o ataque for iniciado, todos os computadores acessam simultaneamente o site.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Então, as pessoas que tornaram sites do governo indisponíveis cometem algum tipo de crime?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Deve-se avaliar cada caso. Se o criminoso atenta contra a segurança ou o funcionamento de serviço de utilidade pública, como por exemplo, o site da Receita Federal, cujo conteúdo é de utilidade pública. A pena para esse crime varia de 1 a 5 anos de reclusão e multa.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Foi divulgado que alguns sites sofreram o chamado deface, dentre eles o site do IBGE, o que significa isso? Existe crime para a pessoa que realiza deface?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A palavra deface é utilizada para caracterizar a ação de desfigurar sites ou perfis de redes sociais. Os defacers são semelhantes a pichadores, mas suas atividades não são realizadas em muros e sim em sites, blogs e outros meios. Se um indivíduo desfigura um site e produz um dano contra ele, pode ser enquadrado no Código Penal e receber uma pena de detenção que varia entre 1 e 6 meses ou multa.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Como os governos federal, estadual e municipal, órgãos e entidades do país podem se prevenir?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A principal prevenção envolve a contratação de profissionais competentes e com experiência em segurança cibernética, além da criação e manutenção de uma infra-estrutura preparada para eventuais cyberataques. É impotante que os órgãos públicos invistam maciçamente na segurança dos seus recursos tecnológicos. Além disso, considero imprescindível um trabalho de conscientização dos usuários de computadores para que adotem certos procedimentos direcionados a utilização da internet com segurança e responsabilidade. Não basta investir em tecnologia e segurança da informação se aqueles que fizerem uso destes recursos não estão preparados para isso.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O cidadão pode sofrer que tipo de problemas devido ao ataque aos sites oficiais?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O cidadão comum deve saber que não só os sites do governo possuem vulnerabilidade e podem sofrer ataques de cybercriminosos, mas também qualquer pessoa pode ter problemas dessa natureza. Desde invasões em sites pessoais, acesso ao conteúdo dos seus e-mails ou até mesmo fraudes em suas contas bancárias ou golpes praticados por computador.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>A Polícia Civil dispõe de ferramentas para coibir essa prática?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Sim, tanto a Polícia Civil, quanto a Polícia Federal que, de acordo com a Constituição Federal, possuem competência de promoverem a investigação criminal possuem diversos recursos para a identificação dos autores destes crimes. Nos casos dos crimes cometidos por intermédio de computadores existem certas dificuldades para a investigação, mas a utilização dos métodos de investigação criminal tradicional em conjunto com recursos da inteligência policial e da tecnologia e segurança da informação tornam a investigação mais eficaz. Apesar disso dois grandes problemas são relacionados com a excessiva burocracia para obter informações sigilosas sobre os criminosos, como dados sobre o sigilo telemático ou dados cadastrais e também o fato dos provedores de acesso e conteúdo não serem obrigados guardar os logs dos seus usuários por determinado período. Em relação a essa última questão a Lei Azeredo que se  encontra tramitando na Câmara Federal poderia atenuar o problema, tendo em vista que apresenta um prazo mínimo para a guarda desses logs, além de prever novas modalidades de crimes cibernéticos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Que procedimentos as pessoas devem ter em relação a compras pela internet e uso do internet banking?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Antes do usuário realizar uma compra pela internet ele deve pesquisar sobre o histórico da loja, a situação do CNPJ dela perante a Receita Federal, bem como eventuais reclamações contra a loja no Procon e em sites aonde as vítimas publiquem reclamações, como o site <a href="http://www.reclameaqui.com.br/" target="_blank">www.reclameaqui.com.br</a>. Procure comprar em lojas reconhecidas ou que exista uma loja física também. Muito cuidado com empresas que fornecem apenas celulares para atender os clientes. Não se esqueça de suspeitar de preços muito inferiores aos preços de mercado. Os criminosos utilizam os preços baixos para chamar a atenção da vítima.</p>
<p style="text-align: justify;">No que diz respeito a utilização de internet banking a vítima deve sempre digitar todo o endereço, não deve acreditar em e-mails que recebe tendo como origem esses bancos. Em muitos casos nestes e-mails existem links que levam a vítima a sites falsos muito semelhantes aos legítimos. Também esses e-mails podem conter como anexos arquivos maliciosos que não devem ser copiados no computador, nem executados.</p>
<p style="text-align: justify;">Sempre que realizar alguma transação bancária pela internet o usuário deve procurar utilizar um computador seguro, preferencialmente o seu computador pessoal e evitar inserir seus dados bancários em computadores de lan houses ou que utilizam internet sem fio em locais públicos, como aeroportos e cybercafés, que pode ser monitorados.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O que o cidadão que possui internet deve fazer para não se tornar alvo da ação de hackers?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O usuário de computadores deve tomar muito cuidado com os links que ele acessa e os sites que ele visita. É necessário evitar sites de procedência duvidosa, como os sites com pornografia, programas piratas ou que forneçam músicas e vídeos para download.</p>
<p style="text-align: justify;">Também para evitar infecções, invasões ou danos é muito importante manter instalado em seu computador um bom antivírus para evitar, detectar e remover arquivos maliciosos e que também possua mecanismos de firewall (programa que evita invasão em um computador, cria um filtro entre as comunicações de uma rede com outra) e antispyware (programa para detectar e remover trojans (cavalos de tróia) que monitorem as atividades do usuário de computador). Algumas versões pagas de antivírus possuem todas essas funcionalidades, se o antivírus for gratuito é recomendável que instale também programas gratuitos de firewall e antispyware. É importante que todos os programas do computador sejam atualizados automaticamente, incluindo o sistema operacional e navegador, tendo em vista que as atualizações são feitas para aperfeiçoar e corrigir suas vulnerabilidades.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: <a href="http://www.higorjorge.com.br/491/nao-basta-investigar-em-tecnologia-se-nao-ha-conscientizacao-do-usuario-de-internet-diz-delegado-higorjorge/" target="_blank">Blog Higor Jorge</a></p>
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		<title>Governo vai publicar MP para redução de impostos sobre tablets no Brasil</title>
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		<pubDate>Tue, 17 May 2011 12:35:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo Alves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gadgets]]></category>
		<category><![CDATA[Governo]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias de TI]]></category>
		<category><![CDATA[tablets]]></category>

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		<description><![CDATA[Está prevista para essa semana a publicação  da Medida Provisória que classifica os tablets como equipamento de informática, deixando-os livre do PIS/Cofins. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Está prevista para essa semana a publicação da Medida Provisória que classifica os tablets como equipamento de informática, deixando-os livre do PIS/Cofins. O governo optou por criar uma nova categoria de equipamentos, pois os tablets não se enquadravam em nenhuma existente.</p>
<p style="text-align: justify;">O próximo passo será editar uma portaria interministerial fixando o PPB (Processo Produtivo Básico) e desta forma reduzir o IPI sobre os tablets de 15% para 3%, com a condição de que alguns dos componentes do equipamento sejam produzidos no Brasil. Além disso, alguns estados, como São Paulo, ainda oferecerão redução de ICMS para o produto.</p>
<p style="text-align: justify;">O objetivo dessas medidas é a redução do preço dos tablets para o consumidor, só resta saber se isso realmente irá acontecer ou se essa MP servirá apenas para inflar ainda mais os lucros da indústria.</p>
<p style="text-align: justify;">Quem sabe agora poderemos ter tablets por menos de mil Dilmas, né?! (só acredito vendo!)</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: <a href="http://oglobo.globo.com/tecnologia/mat/2011/05/16/governo-vai-editar-mp-com-desoneracao-para-tablets-924473256.asp">O Globo</a></p>
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		<title>Farra do iPhone no Senado Federal em Brasília</title>
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		<pubDate>Thu, 07 Apr 2011 13:25:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo Alves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Apple]]></category>
		<category><![CDATA[Governo]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias de TI]]></category>
		<category><![CDATA[iPhone]]></category>

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		<description><![CDATA[O jornal Correio Brasiliense publicou reportagem dizendo que todos os senadores brasileiros receberão um iPhone 4 e também um chip 3G para acessar a internet pelo iPad. Segundo o Jornal, os Senadores já podem trocar o antigo iPhone 3Gs, também fornecido pelo Senado, pelo novo iPhone 4. Cícero Lucena, do PSDB-PB, primeiro secretário do Senado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter" src="https://lh3.googleusercontent.com/_8CiDRjkKJJY/TZ0KkFXJnzI/AAAAAAAACbU/prqUfJ-syT8/s800/senado.jpg" alt="" width="490" height="265" /></p>
<p style="text-align: justify;">O jornal Correio Brasiliense publicou reportagem dizendo que todos os senadores brasileiros receberão um iPhone 4 e também um chip 3G para acessar a internet pelo iPad.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo o Jornal, os Senadores já podem trocar o antigo iPhone 3Gs, também fornecido pelo Senado, pelo novo iPhone 4.</p>
<p style="text-align: justify;">Cícero Lucena, do PSDB-PB, primeiro secretário do Senado Federal, disse que há uma grande demanda entre os senadores para a troca do aparelho, pois o Senado lançou recentemente um aplicativo que permite acessar o site do Senado Federal, <strong>mas esse aplicativo só funciona no iPhone 4</strong>. É um belo motivo para trocar o aparelho, certo?</p>
<p style="text-align: justify;">Os senadores também poderão requisitar um chip 3G para acessar a internet via iPad, mas segundo informações o Senado não fornecerá o iPad aos senadores (será?!).</p>
<p style="text-align: justify;">O Senado informou que os iPhones não custarão nada aos cofres públicos, pois fazem parte do contrato com a operadora de telefonia celular que atende a casa. Esse contrato tem um valor anual de R$ 867 mil.</p>
<p style="text-align: justify;">E o contrato anual, não vem do dinheiro público?! ¬¬</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Com informações de <a href="http://olhardigital.uol.com.br/produtos/digital_news/noticias/senadores_receberao_novos_iphone_4_e_chips_para_usar_ipad">Olhar Digital</a></em></p>
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		<title>Estamos realmente fazendo a inclusão digital? E a social?</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Nov 2010 12:05:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Profissionais TI</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dia-a-Dia]]></category>
		<category><![CDATA[Governo]]></category>
		<category><![CDATA[Papinho de TI]]></category>
		<category><![CDATA[brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Computador]]></category>
		<category><![CDATA[Inclusão Digital]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Wladimir Benegas* Pesquisa sobre o crescimento em percentual da internet é assustador, porém mais de 65% da nossa população não tem acesso a mesma e os 35% restante tem uma internet de péssima qualidade a custo altíssimo. Chegou a hora de se investir em alternativas em prol de algo maior: o capital intelectual Em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Por Wladimir Benegas*</em></p>
<p>Pesquisa sobre o crescimento em percentual da internet é assustador, porém mais de 65% da nossa população não tem acesso a mesma e os 35% restante tem uma internet de péssima qualidade a custo altíssimo. Chegou a hora de se investir em alternativas em prol de algo maior: o capital intelectual</p>
<p>Em Q1 de 2010 foram vendidos quase três milhões de computadores, segundo dados do IDC, o que coloca o Brasil entre os primeiros países do mundo no número de computadores instalados.</p>
<p>Com certeza o governo tem seu mérito e é um dos grandes incentivadores a indústria de TI com suas isenções de impostos, porém o que tenho observado é uma preocupação somente na venda do hardware por parte dos fabricantes.</p>
<p>É verdade que em toda pesquisa o crescimento em percentual da internet é assustador, porém mais de 65% da nossa população não tem acesso a mesma e os 35% restante tem uma internet de péssima qualidade a custo altíssimo, de acordo com os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios 2008 (PNAD), do IBGE.</p>
<p>Os números acima são dados que evidenciam a necessidade de uma maior preocupação por parte da cadeia de fornecimento de tecnologia. Junto à inclusão digital, é preciso pensar com mais ênfase na inclusão social.</p>
<p>Não vemos nenhum fabricante de computador realmente preocupado em colocar conteúdo educacional junto aos seus computadores para atender a essa classe mais sacrificada e preocupada com sua inclusão e ascensão social.</p>
<p>Não foi apenas uma vez que ouvimos da boca dos mesmos (não podemos generalizar) de que “colocamos o Linux porque é mais barato e com certeza o usuário vai tirar e colocar um sistema operacional pirata”.</p>
<p><strong>A preocupação é somente com o preço e não com o usuário.</strong></p>
<p>E o que ocorre no momento seguinte? Uma frustração por parte do consumidor. Um sentimento de que foi enganado. Que comprou uma caixa preta sem utilidade.</p>
<p>Eu mesmo tenho um exemplo vivo dentro de casa. Nossa secretária do lar comprou um computador para sua filha e chegou em casa toda contente (apesar do sacrifício de ter feito um financiamento de 17 meses). Ela tinha certeza que era um investimento no futuro de seus filhos.</p>
<p>Não tardou dois dias, que chegou aborrecida porque o computador tinha um tal de Linúx (isso mesmo, Linúx) que sua filha não conseguia fazer nada. Depois de diversas tentativas, danificou o sistema operacional e o levou a uma assistência técnica onde colocaram um Windows pirata e&#8230;cobraram mais R$ 50 para fazer o micro funcionar.</p>
<p>Hoje o computador é como foi a Barsa em minha infância. O sonho de todo pai era comprar uma enciclopédia para que seus filhos melhorassem de vida, se aplicando aos estudos e olha que ele fazia um tremendo sacrifício para comprá-la e colocar em um lugar de destaque na estante de casa.</p>
<p>Aqueles que não podiam comprar a Barsa, compravam os fascículos semanais de Conhecer e montavam sua enciclopédia.</p>
<p>Mas todos com um objetivo: Fazer com que seus filhos melhorassem de vida por meio do conhecimento.</p>
<p>Com o computador é a mesma coisa, principalmente para as classes C e D que fazem um tremendo sacrifício para comprarem seus computadores, quando na verdade, estão levando para casa somente um carnê do qual vão se lembrar nos próximos 12, 18, 24 meses.</p>
<p>Sem conteúdo, o computador vira um console de jogos piratas e com muita sorte, para quem tem acesso a internet, um instrumento para entrar nas redes sociais.</p>
<p>Não sou contra essa disseminação da informática, muito pelo contrário, mas precisamos pensar um pouco mais em como suprir a população de conteúdos de qualidade e de forma barata, que chegue ao consumidor mais necessitado de informações.</p>
<p>Com certeza se conseguirmos esse objetivo, teremos cumprido nossa missão de inclusão digital e social em nosso país.É preciso mudar regras de negócio, incrementar “serviços”, sistemas que aprimorem a funcionalidade de um computador de forma relevante.</p>
<p>Se nós temos gênios que criaram a internet, o computador, os sistemas, o hardware, dente muitos outros recursos tecnológicos, certamente também dispomos hoje de ferramentas que permitem atender a uma demanda carente de informações.</p>
<p>Basta buscar, integrar e&#8230;oferecer em prol de algo muito maior: o crescimento do capital intelectual de todos os brasileiros.</p>
<p><em>Wladimir Benegas é Sócio Diretor da TSP, empresa que acaba de lançar o Mega Play Box – plataforma que traz conteúdo educacional, de entretenimento e cultura aos computadores de todo o Brasil.</em></p>
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		<title>Concursos Públicos em TI &#8211; Mitos e Verdades</title>
		<link>http://www.profissionaisti.com.br/2010/08/concursos-publicos-em-ti-mitos-e-verdades/</link>
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		<pubDate>Mon, 16 Aug 2010 20:50:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Grupo Handbook de TI para Concursos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Governo]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Concursos]]></category>
		<category><![CDATA[Públicos]]></category>
		<category><![CDATA[TI]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma das opções mais atraentes para o profissional da área de TI é o ingresso no serviço público. Isto porque, em inúmeros casos, os salários iniciais e benefícios oferecidos pelas carreiras de estado são muito superiores aos recebidos pelos profissionais de TI na iniciativa privada. Os salários iniciais já superam a casa dos R$ 10.000 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Uma das opções mais atraentes para o profissional da área de TI é o ingresso no serviço público. Isto porque, em inúmeros casos, os salários iniciais e benefícios oferecidos pelas carreiras de estado são muito superiores aos recebidos pelos profissionais de TI na iniciativa privada. Os salários iniciais já superam a casa dos R$ 10.000 em muitos casos, algo inimaginável para profissionais juniores ou sem certificações mais complexas.</p>
<p style="text-align: justify;">Além disso, a não exigência de experiência prévia, certificações e indicações de terceiros, tornam a disputa pelas vagas em empregos públicos em TI mais democráticas e acessíveis para profissionais de perfis e idades diversos. Certamente, no mundo dos concursos públicos de TI, o investimento necessário para concorrer a boas vagas é muito menor do que na iniciativa privada. Enquanto em um você pode comprar livros e apostilas com poucos reais, em outro você precisa se submeter a inúmeros cursos e exames de certificação que podem custar milhares de reais.</p>
<p style="text-align: justify;">Um grande mito relacionado aos serviços públicos na área de TI é que &#8220;não existem desafios&#8221;. Esta certamente é uma grande falácia. Atualmente, as melhorias em tecnologia da informação representam o carro chefe em inúmeros órgãos públicos e empresas estatais, ao passo que a administração pública reconheceu que não é possível melhorar os níveis de serviços prestados a sociedade sem o amparo de sistemas de informação atualizados.</p>
<p style="text-align: justify;">Com isso, tem se tornado iniciativa comum nós órgãos públicos e empresas estatais, o estabelecimento de programas de capacitação profissional &#8211; técnica e gerencial &#8211; em TI, além da criação de programas de modernização dos sistemas de informação de tais organizações. Tratam-se de projetos de implantação de sistemas de gestão, migração de plataforma alta para baixa, implementação de melhorias em segurança da informação, aumento da integração entre os órgãos e empresas estatais, programas de modernização das rede, entre outros. Por fim, merecem destaque os inúmeros programas de melhoria em governança de TI, com o aumento da aderência a padrões de mercado como ITIL, Cobit, e normas ISO. Como podemos ver, desafios é o que não faltam!</p>
<p style="text-align: justify;">A grande diversidade dos desafios em TI que são encontrados no serviço público refletem-se nos concursos públicos, nos quais os conhecimentos exigidos são cada vez mais amplos, o que para muitos bons profissionais de TI representa um desafio, à medida que suas formações são essencialmente especialistas. O conhecimento exigido dos candidatos em concursos é, em certa medida, mais generalista do que especialista, pois, de antemão, os profissionais que ingressam no emprego público devem ser capazes de compreender a área de TI sobre um espectro mais amplo, além de possuir capacidade de lidar com tarefas diversas.</p>
<h3 style="text-align: justify;">Estude com apostilas de questões de TI comentadas - <a href="http://www.profissionaisti.com.br/2010/01/ate-50-de-desconto-na-compra-de-apostilas-teoricas-e-de-questoes-comentadas-para-concursos-publicos-na-area-de-ti-aproveite/">Saiba mais!</a></h3>
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		<title>Conferência da IDC mostra importância de TI e Telecom no Governo brasileiro</title>
		<link>http://www.profissionaisti.com.br/2010/05/conferencia-da-idc-mostra-importancia-de-ti-e-telecom-no-governo-brasileiro/</link>
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		<pubDate>Fri, 28 May 2010 12:56:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Profissionais TI</dc:creator>
				<category><![CDATA[Governo]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Telecom]]></category>
		<category><![CDATA[brasil]]></category>
		<category><![CDATA[IDC]]></category>
		<category><![CDATA[TI]]></category>

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		<description><![CDATA[O Brasil é o sétimo maior consumidor de TIC (Tecnologia da Informação e Comunicação) do mundo, mas para chegar a uma posição melhor até 2014 é preciso ter um plano de governo que deve começar com o estabelecimento de metas ousadas. Essa é uma das conclusões da conferência sobre as tendências de TI e Telecom [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="gmail_quote">
<div>
<div>O Brasil é o sétimo maior consumidor de TIC (Tecnologia da Informação e Comunicação) do mundo, mas para chegar a uma posição melhor até 2014 é preciso ter um plano de governo que deve começar com o estabelecimento de metas ousadas. Essa é uma das conclusões da conferência sobre as tendências de TI e Telecom no Governo brasileiro que a IDC Brasil, líder em inteligência de mercado, consultoria e eventos para as indústrias de Tecnologia da Informação e Telecomunicações, acaba de realizar.</p>
<p>“Os Países que desejam prosperar devem ter um objetivo definido para as áreas de TI e Telecom. Temos como exemplo de sucesso a Índia, que elaborou uma estratégia refinada e tornou-se líder na prestação de serviços tecnológicos de processos na modalidade offshore e é responsável por mais da metade das exportações de serviços de TI do mundo, gerando milhares de empregos”, declara Mauro Peres, country manager da IDC Brasil.</p>
<p>Para um bom plano de TIC no Governo é necessário que as metas sejam elaboradas de acordo com quatro pilares O primeiro ponto seria melhorar a eficiência interna e produtividade, por meio do investimento em conceitos e ferramentas como Computação em Nuvem, Virtualização e Terceirização. TIC como ferramenta para promover melhores serviços aos cidadãos é o segundo fator mostrado por Peres. Dentro desse contexto, é necessário investir em recursos e tecnologias como o governo 2.0, BI, redes sociais, digitalização e integração do governo com a nova geração de cidadãos.</p>
<p>Outro dado importante é o uso da TIC para aumentar a produtividade e a competitividade do País, por meio da inclusão digital, mobilidade e banda larga, entre outros elementos. Segundo o executivo, estima-se que existiam mais de 32 milhões de conexões de banda larga na América Latina, em 2009. O Brasil tem 5,98% de conexão e está abaixo de Países como Argentina 10,0% e Uruguai 9,97%.</p>
<p>O ultimo pilar são as Políticas de Desenvolvimento da Indústria de TIC, que englobam questões como regulamentação, terceirização e pesquisa e desenvolvimento, além de créditos e incentivos fiscais para os fornecedores. “Em 2010 haverá eleições no Brasil e os principais partidos estão elaborando os seus programas para as diversas áreas. É importante que cada grupo invista bastante tempo para a criação de um bom plano, começando por estabelecer algumas metas para o País envolvendo as tecnologias da informação”, completa o country manager da IDC Brasil.</p>
<p>Dada a importância das áreas de TI e Telecom para o desenvolvimento do País nos próximos anos, a IDC preparou algumas metas ousadas que poderiam ser estabelecidas pelo Governo. Para Mauro Peres seria importante definir em quais áreas o Brasil deverá ter uma posição de liderança em termos de inovação e de propriedade intelectual. Além disso, o próximo Governo deverá se preocupar com a estrutura em relação a TIC para sediar a Copa do Mundo e as Olimpíadas não somente para evitar um vexame, mas para que os investimentos realizados tragam benefício a longo prazo para o País e que não sirvam apenas para os eventos em si.</p>
<p>Entre as metas traçadas estão:</p>
<table style="border-collapse: collapse;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody></tbody>
<tbody>
<tr>
<td style="width: 149.6pt; border: solid windowtext 1.0pt; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt;" width="199" valign="top">
<p class="MsoNormal" style="margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"><strong><span style="font-family: Arial; font-size: x-small;"><span style="font-size: 10.0pt; font-weight: bold;">Assunto</span></span></strong></p>
</td>
<td style="width: 149.65pt; border: solid windowtext 1.0pt; border-left: none; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt;" width="200" valign="top">
<p class="MsoNormal" style="margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"><strong><span style="font-family: Arial; font-size: x-small;"><span style="font-size: 10.0pt; font-weight: bold;">Atualmente</span></span></strong></p>
</td>
<td style="width: 149.65pt; border: solid windowtext 1.0pt; border-left: none; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt;" width="200" valign="top">
<p class="MsoNormal" style="margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"><strong><span style="font-family: Arial; font-size: x-small;"><span style="font-size: 10.0pt; font-weight: bold;">Em 2014</span></span></strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="width: 149.6pt; border: solid windowtext 1.0pt; border-top: none; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt;" width="199" valign="top">
<p class="MsoNormal" style="margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"><span style="font-family: Arial; font-size: x-small;"><span style="font-size: 10.0pt;">Penetração de banda larga</span></span></p>
</td>
<td style="width: 149.65pt; border-top: none; border-left: none; border-bottom: solid windowtext 1.0pt; border-right: solid windowtext 1.0pt; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt;" width="200" valign="top">
<p class="MsoNormal" style="margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"><span style="font-family: Arial; font-size: x-small;"><span style="font-size: 10.0pt;">6%</span></span></p>
</td>
<td style="width: 149.65pt; border-top: none; border-left: none; border-bottom: solid windowtext 1.0pt; border-right: solid windowtext 1.0pt; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt;" width="200" valign="top">
<p class="MsoNormal" style="margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"><span style="font-family: Arial; font-size: x-small;"><span style="font-size: 10.0pt;">30%</span></span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="width: 149.6pt; border: solid windowtext 1.0pt; border-top: none; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt;" width="199" valign="top">
<p class="MsoNormal" style="margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"><span style="font-family: Arial; font-size: x-small;"><span style="font-size: 10.0pt;">Exportação de serviços de TI</span></span></p>
</td>
<td style="width: 149.65pt; border-top: none; border-left: none; border-bottom: solid windowtext 1.0pt; border-right: solid windowtext 1.0pt; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt;" width="200" valign="top">
<p class="MsoNormal" style="margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"><span style="font-family: Arial; font-size: x-small;"><span style="font-size: 10.0pt;">R$ 4 bilhões</span></span></p>
</td>
<td style="width: 149.65pt; border-top: none; border-left: none; border-bottom: solid windowtext 1.0pt; border-right: solid windowtext 1.0pt; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt;" width="200" valign="top">
<p class="MsoNormal" style="margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"><span style="font-family: Arial; font-size: x-small;"><span style="font-size: 10.0pt;">R$ 13 bilhões</span></span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="width: 149.6pt; border: solid windowtext 1.0pt; border-top: none; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt;" width="199" valign="top">
<p class="MsoNormal" style="margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"><span style="font-family: Arial; font-size: x-small;"><span style="font-size: 10.0pt;">Défict no setor de TIC</span></span></p>
</td>
<td style="width: 149.65pt; border-top: none; border-left: none; border-bottom: solid windowtext 1.0pt; border-right: solid windowtext 1.0pt; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt;" width="200" valign="top">
<p class="MsoNormal" style="margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"><span style="font-family: Arial; font-size: x-small;"><span style="font-size: 10.0pt;">1.4% do PIB</span></span></p>
</td>
<td style="width: 149.65pt; border-top: none; border-left: none; border-bottom: solid windowtext 1.0pt; border-right: solid windowtext 1.0pt; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt;" width="200" valign="top">
<p class="MsoNormal" style="margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"><span style="font-family: Arial; font-size: x-small;"><span style="font-size: 10.0pt;">0% do PIB</span></span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="width: 149.6pt; border: solid windowtext 1.0pt; border-top: none; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt;" width="199" valign="top">
<p class="MsoNormal" style="margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"><span style="font-family: Arial; font-size: x-small;"><span style="font-size: 10.0pt;">Patentes</span></span></p>
</td>
<td style="width: 149.65pt; border-top: none; border-left: none; border-bottom: solid windowtext 1.0pt; border-right: solid windowtext 1.0pt; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt;" width="200" valign="top">
<p class="MsoNormal" style="margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"><span style="font-family: Arial; font-size: x-small;"><span style="font-size: 10.0pt;">24º posição mundial</span></span></p>
</td>
<td style="width: 149.65pt; border-top: none; border-left: none; border-bottom: solid windowtext 1.0pt; border-right: solid windowtext 1.0pt; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt;" width="200" valign="top">
<p class="MsoNormal" style="margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"><span style="font-family: Arial; font-size: x-small;"><span style="font-size: 10.0pt;">12º posição mundial</span></span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="width: 149.6pt; border: solid windowtext 1.0pt; border-top: none; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt;" width="199" valign="top">
<p class="MsoNormal" style="margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"><span style="font-family: Arial; font-size: x-small;"><span style="font-size: 10.0pt;">Empresas nacionais de TI com<br />
faturamento acima de R$ 1 bilhão</span></span></p>
</td>
<td style="width: 149.65pt; border-top: none; border-left: none; border-bottom: solid windowtext 1.0pt; border-right: solid windowtext 1.0pt; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt;" width="200" valign="top">
<p class="MsoNormal" style="margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"><span style="font-family: Arial; font-size: x-small;"><span style="font-size: 10.0pt;">4</span></span></p>
</td>
<td style="width: 149.65pt; border-top: none; border-left: none; border-bottom: solid windowtext 1.0pt; border-right: solid windowtext 1.0pt; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt;" width="200" valign="top">
<p class="MsoNormal" style="margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"><span style="font-family: Arial; font-size: x-small;"><span style="font-size: 10.0pt;">10</span></span></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
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<p><strong>Fonte:</strong> Rosa Arrais Comunicação</p>
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