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	<title>Profissionais TI - Pra quem respira informação &#187; Infraestrutura</title>
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	<description>Pra quem respira informação</description>
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		<title>Riscos e Benefícios da utilização dos novos domínios de primeiro nível</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Feb 2012 11:22:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tácio Belmonte</dc:creator>
				<category><![CDATA[Infraestrutura]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Domínios]]></category>
		<category><![CDATA[Negócios]]></category>
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		<description><![CDATA[Os novos domínios de primeiro nível, mas conhecidos como gTLDS (generic top level domains), prometem expandir o sistema de nomes de domínios (DNS) e modificar a internet para sempre. A idéia é você poder criar o seu próprio domínio e tornar-se o gestor do mesmo em nível primário. Por exemplo, o uso do .br (nível [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Os novos domínios de primeiro nível, mas conhecidos como gTLDS (generic top level domains), prometem expandir o sistema de nomes de domínios (DNS) e modificar a internet para sempre. A idéia é você poder criar o seu próprio domínio e tornar-se o gestor do mesmo em nível primário. Por exemplo, o uso do .br (nível primário) permite a utilização de diversos domínios secundários.</p>
<p style="text-align: justify;">Exemplo: Domínio Primário: .br<br />
Domínio Secundário: profissionais.com.br</p>
<p style="text-align: justify;">A decisão de se candidatar por um novo gTLD não deve ser assumido levianamente. A aplicação para executar o seu próprio gTLD não é o mesmo que registrar um nome de domínio de segundo nível. Quando você cria um novo gTLD ,você passa a gerir uma empresa de registro, como o registro.br, por exemplo, responsável pelos registros .br aqui no Brasil. Você passa a ser responsável por uma parte crítica e altamente visível de infraestrutura da Internet.</p>
<p style="text-align: justify;">A operação de registrar um domínio de primeiro nível oferece oportunidades estimulantes e recompensas, que transporta grandes responsabilidades também. A idéia desse post é esclarecer e expôr os objetivos e ajudar os  candidatos em potencial a avaliar o programa para novos gTLDs, considerando os benefícios, bem como os riscos e responsabilidades.</p>
<h3 style="text-align: justify;">BENEFÍCIOS EM POTENCIAIS</h3>
<p style="text-align: justify;"><strong>Empreendedorismo</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Criar seu próprio modelo de negócio e estabelecer políticas de acessibilidade para o seu TLD. Se seus clientes desejam maior segurança, faça o seu TLD uma zona de alta segurança.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Aumento do controle</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Você define as regras e o preço para quem registrar o seu TLD.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fluxo de rendimentos</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Seus clientes podem renovar seus nomes de domínio, ano após ano.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Oportunidade de marketing inovadoras</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Construir uma melhor definição de marca, reconhecimento da marca, lealdade à marca e confiança por ter total controle sobre sua própria TLD.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Inovadores modelos de negócios</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Quando novos gTLDs combinar com outras tecnologias emergentes de Internet, tais como IPv6, chips RFID, e <a href="http://www.profissionaisti.com.br/category/computacao-em-nuvem/">cloud computing</a>, novos produtos e serviços são possíveis.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nomes de domínio internacionalizados (IDNs)</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Aumentar o alcance de mercado, tornando a <a href="http://www.profissionaisti.com.br/category/internet/">Internet</a> completamente acessível para os usuários cujos idiomas locais usam caracteres não-latinos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Envolver sua comunidade</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Criar um ponto de encontro para os adeptos da sua causa, comunidade ou cultura para se unir com um TLD com base na comunidade.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Reunir sua área geográfica</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Comemoração de cidadãos, comércio, atividades e cultura com um TLD geográfica.</p>
<h3 style="text-align: justify;">RISCOS E RESPONSABILIDADES</h3>
<p style="text-align: justify;"><strong>Investimento</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Além da taxa de avaliação ser de U$185.000 dólares para os custos operacionais do registro, os candidatos devem demonstrar profundidade financeira suficiente para manter o registro em pleno funcionamento há pelo menos três anos, mesmo se o plano de negócios não atingir os seus objetivos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Perda de Investimento</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Não há garantia de que você irá obter o domínio que se candidatou. Se você não passar pelo processo de avaliação (que é bastante extenso), você pode perder algum ou todo investimento inicial. Como em qualquer negócio novo, sendo que o início da operação não garante que as receitas serão rentáveis.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Restrições contratuais</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Execução de um TLD significa que você deve cumprir todas as obrigações do seu contrato de registro com ICANN.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Mão de obra</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Utilizar um registro de primeiro nível requer a contratação de operadores altamente qualificados técnicamente e é indispensável a negociação de um acordo mutuamente benéfico com um parceiro de alta confiança técnica.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Competição</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Sua aplicação para TLD poderia competir com um domínio igual ou semelhante (s), e indiretamente com todos os TLDs. Se aprovado, o seu novo TLD pode encontrar concorrentes de setores inesperados.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Território desconhecido</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Você será pioneiro na vanguarda da inovação tecnológica em um setor relativamente novo. Você pode ter que encontrar o seu caminho sem outros modelos de negócios aplicáveis para orientação.</p>
<p style="text-align: justify;">Esta não é uma lista completa de todos os riscos.Você deve fazer sua própria investigação, bem como consultar técnicos e especialistas jurídicos. Esta lista é fornecida apenas como informação geral para você começar.</p>
<p style="text-align: justify;">A introdução de novos gTLDs afetará a maioria das organizações. Caso decida se candidatar a um novo gTLD, você ainda deve prestar atenção ao processo. Em maio de 2012, quando todos os aprovados forem lançados, você terá a oportunidade de se opor a qualquer que você acredita que violaria seus direitos legais.</p>
<p style="text-align: justify;">As novas regras passaram a valer a partir do dia 12 de Janeiro de 2012!</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: <a href="http://www.virtualizeid.com.br/blog/2012/noticias/riscos-e-beneficios-da-utilizacao-dos-novos-dominios-de-primeiro-nivel/" target="_blank">Virtualize Blog</a><br />
Partes das informações extraídas do site <a href="http://newgtlds.icann.org/en/" target="_blank">http://newgtlds.icann.org/en/</a></p>
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		<item>
		<title>Endian Firewall: Recuperando a senha de Root e/ou Admin</title>
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		<pubDate>Tue, 31 Jan 2012 11:24:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiz Guanabara</dc:creator>
				<category><![CDATA[Infraestrutura]]></category>
		<category><![CDATA[Utilidades]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Endian Firewall]]></category>
		<category><![CDATA[senha]]></category>

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		<description><![CDATA[Se você (como eu) perdeu a senha do root e/ou admin do Endian Firewall, aqui está um método simples para resolver este problema: Conecte um monitor e um teclado e reinicie seu Endian Firewall Durante o boot você verá um menu gráfico com o título:  GNU GRUB.  Pressione seta para baixo para parar a contagem. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-full wp-image-20856" title="EFW_community2_234x60" src="http://www.profissionaisti.com.br/wp-content/uploads/2012/01/EFW_community2_234x60.png" alt="" width="234" height="60" /></p>
<p style="text-align: justify;">Se você (como eu) perdeu a senha do root e/ou admin do Endian Firewall, aqui está um método simples para resolver este problema:</p>
<ol style="text-align: justify;">
<li>Conecte um monitor e um teclado e reinicie seu Endian Firewall</li>
<li>Durante o boot você verá um menu gráfico com o título:  <strong>GNU GRUB</strong>.  Pressione seta para baixo para parar a contagem. Do contrário o boot continuará automaticamente.</li>
<li>Selecione a primeira opção da lista e pressione<code> '<strong>a</strong>'</code>.</li>
<li>Você deverá ver uma linha como essa:<code> grub append&gt; root=/dev/hda3 panic=10 ro</code></li>
<li>Adicione  <code><strong>"single"</strong></code> (sem aspas)  no final da linha, que deverá ficar assim:  grub append&gt; root=/dev/hda3 panic=10 ro <strong>single</strong></li>
<li>Pressione <strong>ENTER</strong> para iniciar o boot.</li>
<li>Depois de concluido o boot, deverá aparecer um prompt como esse:  <strong><code>sh-3.00# _</code></strong></li>
<li>Digite:  <strong><code>mount -o rw,remount</code> /<br />
</strong></li>
<li>digite o comando <code>"<strong>passwd</strong>"</code> para alterar a senha do root.</li>
<li>Siga as instruções.</li>
<li>Se você precisar mudar tb a senha do <strong>admin </strong>digite o seguinte comando:<code><strong> htpasswd -m /var/efw/auth/users admin</strong></code></li>
<li>Siga as instruções.</li>
<li>digite o comando<code><strong> "sync"</strong></code></li>
<li>digite o comando<code><strong> "reboot"</strong></code></li>
</ol>
<p style="text-align: justify;">Fonte: <a href="http://www.guanabara.eti.br/endian-firewall-recuperando-a-senha-de-root/" target="_blank">http://www.guanabara.eti.br/endian-firewall-recuperando-a-senha-de-root/</a><br />
Retirado de: <a title="Endian Knowledge Base" href="http://kb.endian.com/entry/45/" target="_blank">Endian Knowledge Base</a></p>
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		<title>Diversidade de Atendimento &#8211; Reflexo de atenção ao cliente</title>
		<link>http://www.profissionaisti.com.br/2012/01/diversidade-de-atendimento-reflexo-de-atencao-ao-cliente/</link>
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		<pubDate>Fri, 27 Jan 2012 14:10:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiz Castro Junior</dc:creator>
				<category><![CDATA[Infraestrutura]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[marketing]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[e-commerce]]></category>
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		<description><![CDATA[Hoje quero conversar mais um pouco sobre e-commerce e uma forma de mostrar-se apto a prestar um bom serviço a seus clientes &#8211; o Atendimento multicanal. Primeiro, vamos entender o que é Atendimento Multicanal. Atendimento multicanal nada mais é do que a abertura de várias formas de atendimento e facilitação de processos para seus clientes. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Hoje quero conversar mais um pouco sobre e-commerce e uma forma de mostrar-se apto a prestar um bom serviço a seus clientes &#8211; o Atendimento multicanal.</p>
<p style="text-align: justify;">Primeiro, vamos entender o que é <strong>Atendimento Multicanal</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Atendimento multicanal nada mais é do que a abertura de várias formas de atendimento e facilitação de processos para seus clientes. Essa rotina exige organização de tempo por parte da empresa que vai fornecer os serviços de atendimento e receber os créditos diante o cliente em questões de sensação maior de segurança e percepção de respeito ao consumidor.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma rotina comum em e-commerce é o cliente entrar em um site através de links patrocinados, banners, promoções, sites de referência ou qualquer outra forma de divulgação usada para esse fim. O cliente entrando no site procura pelo que deseja, se não encontra ele tem duas opções:</p>
<ol style="text-align: justify;">
<li>Vai embora e não lembra mais da loja</li>
<li>Procura atendimento para confirmar realmente se o produto de desejo existe ou não naquele site.</li>
</ol>
<p style="text-align: justify;">Na primeira opção realmente é uma questão administrativa, onde o pessoal de compras da loja tem que estar atento ao mercado e saber exatamente como abastecer o estoque. Já na segunda opção o cliente insiste porque gostou do ambiente, mas agora vem uma questão &#8211; O cliente entrará em contato, como? Lembrando que isso é apenas um exemplo, atendimentos ocorrem a qualquer momento e com muitos assuntos diferentes.</p>
<p style="text-align: justify;">O cliente poderá entrar em contato pelos meios disponibilizados no site, sendo que a maioria dos sites brasileiros de <a href="http://www.profissionaisti.com.br/tag/e-commerce/">e-commerce</a> trabalham somente com Telefone (nem sempre 0800) e e-mail para contato. Ainda fica muito espaço para ser preenchido. Um chat é a melhor opção para atendimento em e-commerce, é funcional, rápido e eficaz para auxiliar nos processos de compra do cliente e para administração de informação, podendo até mesmo influenciar diretamente na compra, tudo depende da habilidade de quem atende. Não podemos esquecer que a área institucional também é parte do atendimento, bons documentos de instrução ao cliente servem como auxílio, mesmo que poucos sejam realmente usados.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando um site disponibiliza somente telefone (não sendo 0800) a loja não está necessariamente criando um ponto positivo em prol da marca, na verdade o telefone não serve como canal de atendimento a não ser que seja por 0800, já que o custo por ligação pode ser até mesmo maior que o frete do produto dependendo da localização do cliente, por isso algumas coisas são comuns acontecer.</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Cliente liga à cobrar</li>
<li>Cliente informa telefone e solicita retorno</li>
<li>Ao demorar muito o cliente se irrita e desliga o telefone</li>
<li>Fila de espera não controlável</li>
<li>Riscos na comunicação &#8211; erros que não poderão ser reparados</li>
<li>Necessidade de infra-estrutura para armazenar dados de contato, pois atendimento obrigatoriamente tem que gerar protocolo (antes mesmo de iniciar a conversação) &#8211; via ANATEL.</li>
<li>Confronto entre cliente e operadores diferentes ou de informações, já que não existe histórico acessível para visualizar o status da negociação com o cliente, a não ser que se tenha um sistema de controle &#8211; o que é raro e nem sempre funciona.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">O telefone deve ser disponibilizado para casos de necessidade do cliente confirmar que a loja é um ambiente seguro, que é real pelo fato de ter diversos atendentes &#8211; já coordenei equipes de atendimento em e-commerce e constantemente recebia informações de clientes entrando em contato diversas vezes para verificar quantos atendentes diferentes a loja possuía. Isso mostra que ainda temos muito o que avançar em e-commerce no Brasil. o brasileiro não está confortável ainda, não se sente tão seguro.</p>
<p style="text-align: justify;">O telefone não pode ser retirado, ele serve e muito bem como uma porta de formalização entre loja e cliente, portanto ele não serve como atendimento ou canal de vendas com qualidade pelo custo referente a ligações e necessidade de estrutura para montar uma base e realmente ter um serviço de comunicação eficaz. Se for um 0800 poderá servir de apoio, mas mesmo assim ainda não é o ideal somente ter o 0800 para atendimento de clientes em e-commerce.</p>
<p style="text-align: justify;">Outro fator negativo é que nem sempre o telefone do cliente está perto do computador e o mesmo tem o trabalho de escrever o nome do produto em questão ou número do pedido que ele busca informações. Precisamos ajudar nossos clientes e não dificultar.</p>
<p style="text-align: justify;">Atendimentos via e-mail são bons quando se trata em manter base de informações de clientes e atendimento mais organizado, podendo até mesmo criar rotinas de atendimento afim de facilitar o processo e agilizar o atendimento.</p>
<p style="text-align: justify;">Mesmo assim o e-mail ainda tem suas particularidades negativas, por ser um espaço com amplitude para o cliente desabafar sem limites, esses e-mails normalmente são uma infinidade de frases digitadas sem pensar, principalmente cliente aborrecidos &#8211; o que torna um atendimento um tanto difícil, e a necessidade de um e-mail de retorno pedindo mais informações sobre o caso &#8211; o que deixa o cliente muito mais irritado &#8211; primeiro por esperar o atendimento eficaz que nem sempre pode ser realizado sem informações e segundo porque vai ter que esperar novamente para seu caso ser resolvido.</p>
<p style="text-align: justify;">Outro fator negativo é que o cliente ao enviar um e-mail entende que ele será respondido imediatamente, como em um chat. Alguns aguardam durante alguns minutos o e-mail de resposta chegar, e a demora acaba desestimulando a compra ou incentivando uma &#8216;chuva&#8217; de novos e-mails de reclamações.</p>
<p style="text-align: justify;">Atendimento via e-mail é atendimento reserva, ou seja, se em nenhuma hipótese se tem como receber atendimento, então &#8211; envio e-mail e aguardo pacientemente o retorno, que poderá ocorrer minutos depois como também dias.</p>
<p style="text-align: justify;">E-mails são extremamente indicados para casos específicos, onde a situação requer uma análise e portanto tempo é exigido para a conclusão de atendimento.</p>
<h3 style="text-align: justify;">CHAT</h3>
<p style="text-align: justify;">A melhor forma de atendimento para  e-commerce é o chat. Ao disponibilizar um canal de atendimento instantâneo a loja passa a ser vista como responsável, disponível e que investe na qualidade de atendimento.</p>
<p style="text-align: justify;">A facilidade de se poder atender via Chat faz com que tanto loja quanto cliente tenham boas experiências.</p>
<p style="text-align: justify;">Para o cliente o fato de poder ser atendimento o mais rápido possível e ter um canal gratuito faz com que a sensação de segurança e de credibilidade diante a loja seja maior.</p>
<p style="text-align: justify;">Para a loja o poder de organização aumenta, a credibilidade também. O fator &#8211; Gastos com <a href="http://www.profissionaisti.com.br/tag/comunicacao/">comunicação</a> &#8211; diminui e a credibilidade e vendas crescem.</p>
<p style="text-align: justify;">As vantagens são inúmeras. Tanto para o cliente quanto para a loja.</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Pode-se filtrar e analisar o cliente durante o processo de compra em tempo real.</li>
<li>É possível também chamar o cliente para conversar e influenciar na compra.</li>
<li>Enviar cupons de desconto para o fechamento do carrinho que possivelmente será abandonado.</li>
<li>Organizar filas de espera com tempo para atendimento</li>
<li>Fornecer números de protocolos dando mais credibilidade</li>
<li>Ter backup das conversas afim de assegura-se futuramente contra situações judiciais</li>
<li>E outras vantagens&#8230;</li>
</ul>
<h3 style="text-align: justify;">Resumo</h3>
<p style="text-align: justify;">Não podemos descartar e-mail e telefone, esses canais são necessários e atendem casos específicos, mas temos que disponibilizar chats afim de facilitar a vida do cliente.</p>
<p style="text-align: justify;">Loja virtual sem chat é loja que falta alguma coisa.</p>
<p style="text-align: justify;">Sucesso a todos, um forte abraço.</p>
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		<title>A importância do Plano de Recuperação de Desastres (PRD)</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Dec 2011 18:55:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>elison</dc:creator>
				<category><![CDATA[Acadêmicos]]></category>
		<category><![CDATA[Governança de TI]]></category>
		<category><![CDATA[Infraestrutura]]></category>
		<category><![CDATA[Desastres]]></category>
		<category><![CDATA[Plano]]></category>
		<category><![CDATA[PRD]]></category>
		<category><![CDATA[Recuperação]]></category>

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		<description><![CDATA[Introdução Imaginemos uma situação onde determinada organização sofra algum tipo de desastre que possa ser caracterizado como natural, acidental ou intencional, algo que realmente faça com que o principal serviço dessa organização pare de trabalhar. Por exemplo, uma empresa de tecnologia que possui vários servidores, cada um destinado a uma tarefa diferente, mas que é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;" align="center"><strong style="text-align: -webkit-auto;">Introdução</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Imaginemos uma situação onde determinada organização sofra algum tipo de desastre que possa ser caracterizado como natural, acidental ou intencional, algo que realmente faça com que o principal serviço dessa organização pare de trabalhar. Por exemplo, uma empresa de tecnologia que possui vários servidores, cada um destinado a uma tarefa diferente, mas que é vital para a lucratividade da mesma. Em determinado momento acaba a energia, ou acontece algum incidente que venha a parar completamente os serviços de cada um dos servidores, fazendo assim com que a empresa perca o andamento de seus serviços e lucratividade, consequentemente afetando sua imagem no mercado.</p>
<p style="text-align: justify;">É neste momento que o Plano de Recuperação de Desastres entra em ação e mostra sua importância, pois tem por finalidade justamente, em casos deste patamar, auxiliar nas ações para a normatização dos serviços de uma organização com o mínimo tempo e impacto possível.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Motivos de se ter um Plano de Recuperação de Desastres</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Algumas empresas subestimam os riscos de ocorrência de desastres e não investem em um PRD (Plano de Recuperação de Desastres), pois muitas vezes imaginam que por ter algo que garanta que os dados mais importantes não se percam, como por exemplo, uma sala de Backup, nobreaks, dentre outros, nunca irá ocorrer algo tão catastrófico que venha a interromper sua funcionalidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar de em alguns casos as organizações terem equipamentos reservas, salas de backup, o que aparenta assegurar que os dados não se percam, há um problema, ficam em um mesmo ambiente físico. Desta forma não se pode garantir a segurança total da continuidade do serviço, pois pensando em uma enchente, terremoto, sabotagem, ou seja, algo que se defina como um desastre, toda a informação será perdida</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Planejamento de PRD</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O investimento é o primeiro passo a ser feito. Adquirir um ambiente seguro e equipamentos redundantes e alternativos são ações essenciais para a organização, pois a possibilidade de que equipamentos comecem a falhar ou que até mesmo sejam destruídos é grande. Seriam exemplos destes: equipamentos das áreas de voz e comunicação de dados, processamento de dados, de geração de energia, etc. Adquirir também um centro de emergência para ser utilizado caso as instalações originais estejam sendo restabelecidas.</p>
<p style="text-align: justify;">Após serem feitos os investimentos, o próximo passo é a criação de uma equipe de recuperação, formada por profissionais experientes e competentes, que serão estes, escolhidos pela gerência.</p>
<p style="text-align: justify;">Estes profissionais serão preparados e treinados para agir caso ocorra algum desastre, e deverão estar comprometidos às manutenções e testes do PRD de forma contínua.</p>
<p style="text-align: justify;">Listar recursos e aplicações críticas e ativas que necessitarão de suporte na ocorrência de um desastre é o próximo passo. É importante também manter uma lista conjunta dos hardwares que trabalham junto com a aplicação.</p>
<p style="text-align: justify;">Aplicar um procedimento de cópias de segurança, informar datas e horários em que devem ser feitas. Informar também os locais e cofres onde serão armazenadas estas cópias. É importante que este local seja fora da empresa.</p>
<p style="text-align: justify;">Possuir ao alcance ferramentas para respostas emergenciais que vise diminuir danos e salvar vidas, assim como kit de primeiros socorros e extintores de incêndio.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Considerações Finais</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Como descrito acima, atualmente, com todo o <a href="http://www.profissionaisti.com.br/category/desenvolvimento/">desenvolvimento</a> da tecnologia e de sua essencial importância, podemos observar a necessidade de se ter um plano de recuperação de desastres. Tal necessidade se deve, pois o homem cada vez mais depende da &#8220;máquina&#8221; para fazer seu trabalho e está percebendo só agora a importância da informação digital para o desenvolvimento de seu negócio.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.profissionaisti.com.br/wp-content/uploads/2011/12/Plano-de-Recuperação-de-Desastres.pdf" target="_blank">Confira aqui o artigo acadêmico completo no formato PDF.</a></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Benchmark de performance em Bancos de Dados Oracle com o Swingbench</title>
		<link>http://www.profissionaisti.com.br/2011/12/benchmark-de-performance-em-bancos-de-dados-oracle-com-o-swingbench/</link>
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		<pubDate>Tue, 13 Dec 2011 15:07:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Prado</dc:creator>
				<category><![CDATA[Infraestrutura]]></category>
		<category><![CDATA[Software Livre]]></category>
		<category><![CDATA[Oracle]]></category>
		<category><![CDATA[Swingbench]]></category>

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		<description><![CDATA[Olá pessoal, No artigo de hoje vou apresentar rapidamente uma ferramenta muito interessante que estou utilizando para executar benchmark de performance em Bancos de Dados Oracle, o Swingbench. Swingbench é um software livre que foi desenvolvido em Java por Dominic Giles (especialista em Banco de dados da Oracle UK), projetado para executar e monitorar cargas de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Olá pessoal,</p>
<p style="text-align: justify;">No artigo de hoje vou apresentar rapidamente uma ferramenta muito interessante que estou utilizando para executar <em>benchmark</em> de performance em <a href="http://www.profissionaisti.com.br/tag/oracle/">Bancos de Dados Oracle</a>, o <strong>Swingbench.</strong> Swingbench é um software livre que foi desenvolvido em Java por Dominic Giles (especialista em Banco de dados da <em>Oracle UK),</em> projetado para executar e monitorar cargas de dados em Bancos de Dados Oracle 10G e 11G, instâncias standalone ou RAC. Ele pode ser instalado em Windows, Linux e vários outros sistemas operacionais e possui funcionalidades para simulação de 4 tipos de aplicações, entre elas a de <em>Entrada de Pedidos,</em> que funciona bem no Oracle 11G e que será apresentada neste artigo.</p>
<p style="text-align: justify;">Para baixar o Swingbench, entre em <a href="http://www.dominicgiles.com/downloads.html" target="_blank">http://www.dominicgiles.com/downloads.html</a>. Após baixá-lo, se o SO da máquina for Linux, faça a instalação conforme as instruções do link <a href="http://www.dominicgiles.com/installation.html" target="_blank">http://www.dominicgiles.com/installation.html</a>. Se o SO for Windows, substitua no roteiro do link anterior, os processos necessários para efetuar a instalação do Java (se não houver instalação prévia)  e configure as variáveis de ambiente JAVAHOME e SWINGHOME apontando para os diretórios indicados no link.</p>
<p style="text-align: justify;">Para usar a ferramenta é necessário criar antes da primeira utilização, os objetos de BD que serão utilizados para efetuar os testes. Para executar a instalação e iniciar os testes, leia e execute o que está descrito no link <a href="http://www.dominicgiles.com/simplebenchmark.html" target="_blank">http://www.dominicgiles.com/simplebenchmark.html</a>. O script <em>oewizard</em> deverá ser executado uma única vez para criar os objetos de BD. Após a criação destes objetos, execute o script <span style="font-family: Courier New;"><span style="font-family: Times New Roman;"><em>swingbench</em>  </span></span><span style="font-family: Times New Roman;">para inicializar a aplicação e permitir o início dos testes de performance. </span></p>
<p style="text-align: justify;">Eu estou utilizando este software para comparar performance de servidores de desenvolvimento, homogação e produção que eu administro e também utilizarei futuramente para medir performance quando houver <em>upgrade</em> de hardware de servidor de BD ou quando for efetuada uma migração de versão de BD.</p>
<p style="text-align: justify;">Os principais indicadores de peformance que o Swingbench fornece e que eu acho que são os mais interessantes para efetuar as comparações de peformance, são: <strong>Average</strong> <strong>TPM</strong> (média de transações por minuto) e <strong>Average</strong> <strong>TPS</strong> (média de transações por segundo). Seguem abaixo o valor do indicador <strong>Average</strong> <strong>TPM </strong>dos BDs em que eu fiz os testes por um tempo de <span style="color: #ff0000;">2 minutos</span> (configurável na ferramenta) simulando <span style="color: #ff0000;">15 sessões</span> de usuários concorrentes, seguidos por imagens contendo todos os indicadores que a ferramenta disponibiliza em um gráfico de visão geral:</p>
<ol style="text-align: justify;">
<li><strong>Produção (Oracle 10g)</strong>: <strong><span style="color: #0000ff;">657</span><span style="color: #000000;">;</span></strong></li>
<li><strong>Homologação (Oracle 10g): <span style="color: #0000ff;">618</span>;</strong></li>
<li><strong>Desenvolvimento (Oracle 11g): <span style="color: #0000ff;">684</span>.</strong></li>
</ol>
<p style="text-align: center;"><a href="http://4.bp.blogspot.com/-_4xjjuiuimI/Tsu23GG7SbI/AAAAAAAAAPo/i-4jY-Scgeo/s1600/grafico_completo_2m_adm_10G_20111122_1247.JPG"><img class="aligncenter" src="http://4.bp.blogspot.com/-_4xjjuiuimI/Tsu23GG7SbI/AAAAAAAAAPo/i-4jY-Scgeo/s400/grafico_completo_2m_adm_10G_20111122_1247.JPG" alt="" width="400" height="178" border="0" /></a><br />
Imagem 1 &#8211; Teste de performance do servidor de produção</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://1.bp.blogspot.com/-C5_Vjjl2k-c/TsE5cs0DP1I/AAAAAAAAAPQ/EDbUJ-rOI1o/s1600/grafico_completo_2m_admhm_10G.JPG"><img class="aligncenter" src="http://1.bp.blogspot.com/-C5_Vjjl2k-c/TsE5cs0DP1I/AAAAAAAAAPQ/EDbUJ-rOI1o/s400/grafico_completo_2m_admhm_10G.JPG" alt="" width="400" height="175" border="0" /></a><br />
Imagem 2 &#8211; Teste de performance do servidor de homologação</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://1.bp.blogspot.com/-MhYMiWKAB2w/TsE55hLyUNI/AAAAAAAAAPY/HDZi6_sRuLE/s1600/grafico_completo_2m_desenv.JPG"><img class="aligncenter" src="http://1.bp.blogspot.com/-MhYMiWKAB2w/TsE55hLyUNI/AAAAAAAAAPY/HDZi6_sRuLE/s400/grafico_completo_2m_desenv.JPG" alt="" width="400" height="172" border="0" /></a><br />
Imagem 3 &#8211; Teste de performance do servidor de desenvolvimento</p>
<h3 style="text-align: justify;">CONCLUSÃO</h3>
<p style="text-align: justify;">A ferramenta Swingbench  é uma ótima opção para fazer benchmark de performance entre BDs distintos e até mesmo para comparar a performance de um BD, contemplando o estado &#8220;antes&#8221; e &#8220;depois&#8221; de alguma alteração ou atualização.</p>
<p style="text-align: justify;">Nos testes que eu fiz, o servidor de desenvolvimento foi o que apresentou melhor performance, porém, ressalto que ele é o único que eu já atualizei para a versão 11g do Oracle Database (ainda não sei se isso influenciou na performance) e que os BDs de desenvolvimento e homologação estavam ociosos no momento da realização dos testes. Os testes no BD de produção foram realizados em um período que concorreu com atividades de sessões de usuários de outras aplicações.</p>
<p style="text-align: justify;">Por hoje é só!</p>
<p style="text-align: justify;">[]s</p>
<p style="text-align: justify;">Referências: <a href="http://www.dominicgiles.com/swingbench.html" target="_blank">http://www.dominicgiles.com/swingbench.html</a><br />
Fonte: <a href="http://www.fabioprado.net/2011/11/benchmark-de-performance-em-banco-de.html" target="_blank">http://www.fabioprado.net/2011/11/benchmark-de-performance-em-banco-de.html</a></p>
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		<item>
		<title>Topologias e conceitos básicos sobre o padrão IEEE 802.16 (WiMAX)</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Dec 2011 14:46:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Matheus Cavecci</dc:creator>
				<category><![CDATA[Acadêmicos]]></category>
		<category><![CDATA[Infraestrutura]]></category>
		<category><![CDATA[Redes]]></category>
		<category><![CDATA[Conceitos]]></category>
		<category><![CDATA[Padrão]]></category>
		<category><![CDATA[Wimax]]></category>

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		<description><![CDATA[A transmissão de dados via ondas de radio não é novidade, segundo Haykin e Moher, as primeiras equações datam e 1964 e Guglielmo Marconi em 1901 conseguiu atravessar o oceano Atlântico utilizado ondas de longa distância, desde então os sistemas de transmissão sem fio não param de crescer. A necessidade de estar conectado à rede [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A transmissão de dados via ondas de radio não é novidade, segundo Haykin e Moher, as primeiras equações datam e 1964 e Guglielmo Marconi em 1901 conseguiu atravessar o oceano Atlântico utilizado ondas de longa distância, desde então os sistemas de transmissão sem fio não param de crescer.</p>
<p style="text-align: justify;">A necessidade de estar conectado à rede de computadores mundial torna-se indispensável para empresas e usuários, de acordo com a ITU &#8211; International Telecommunication Union (2010), no ano de 2010 este número já alcançara 2 bilhões de usuários, graça a evolução dos dispositivos que vêm se tornando cada vez mais portáteis e a evolução das tecnologias de transmissão de dados sem fio.</p>
<p style="text-align: justify;">A tecnologia de Rede Metropolitana Sem Fios (WMAN ou Wireless Metropolitan Area Network), fornecem uma ótima alternativa para as redes cabeadas, quando a geografia para instalação pode gerar um custo elevado, o WiMaX é baseado no padrão IEEE 802.16-2009.</p>
<p style="text-align: justify;">O fórum WiMAX é uma organização sem fins lucrativos, formada por empresas fabricantes de equipamentos e de componentes, com o objetivo de promover e certificar a compatibilidade e a interoperabilidade de produtos para a banda larga sem fio. Como uma única estação de WiMaX pode fornecer cobertura de rede à uma cidade, assim pode fornecer acesso a vários usuários simultaneamente o que pode vir a aumentar a possibilidade de falhas na transmissão e os riscos de ataques à rede assim podendo diminuir a confiabilidade da mesma.</p>
<p style="text-align: justify;">Para prover acesso à rede com <a href="http://www.profissionaisti.com.br/category/seguranca/">segurança</a>, o WiMaX possui algumas peculiaridades como criptografia de dados, autenticação e autorização de usuários, algumas normas e aplicações que já vem sendo usadas por corporações nacionais e internacionais.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com o Fórum WiMAX, uma rede de área metropolitana sem fio (WMAN) é uma rede com uma área de cobertura do tamanho de uma cidade. A WMAN é tipicamente de propriedade de uma única entidade, como um provedor de serviços de <a href="http://www.profissionaisti.com.br/category/internet/">internet</a>, entidade governamental ou grande corporação. O acesso a uma WMAN é normalmente restrito a usuários autorizados e dispositivos de assinante. A tecnologia mais amplamente implantada na WMAN é a tecnologia WiMAX, que se baseia em grande parte sobre o padrão IEEE 802.16. A indústria da associação comercial, o WiMAX Forum, cunharam a marca WiMAX e definem o conteúdo e âmbito da tecnologia WiMAX através de especificações técnicas que eles criam e publicam.</p>
<p style="text-align: justify;">Iterações iniciais da tecnologia WiMAX (baseada no IEEE 802.16-2004 e anteriores) foram projetadas para fornecer acesso de banda larga fixa sem fio de última milha. A emenda IEEE 802.16e-2005 adicionou suporte aprimorado para mobilidade de usuário. A mais recente norma, IEEE 802.16-2009, consolida o IEEE 802.16-2004 e o IEEE 802.16e-2005, além de alterações aprovadas no IEEE 802.16 entre 2004 e 2008. IEEE também lançou IEEE 802.16j-2009 para especificar redes de retransmissão multi-hop. Existem alguns conceitos básicos relativos ao WiMAX e suas topologias os quais são abordados por esse artigo assim como também a evolução do padrão IEE 802.16.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.profissionaisti.com.br/wp-content/uploads/2011/12/Topologias-e-conceitos-basicos-sobre-o-padrao-IEEE-802.16-WiMAX.pdf" target="_blank">Confira aqui o artigo acadêmico completo no formato PDF.</a></p>
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		<title>Servidores de Replicação &#8211; Entenda sua necessidade</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Dec 2011 13:22:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gabiifonseca</dc:creator>
				<category><![CDATA[Infraestrutura]]></category>
		<category><![CDATA[Utilidades]]></category>
		<category><![CDATA[Arquitetura]]></category>
		<category><![CDATA[Backup]]></category>
		<category><![CDATA[Replicação]]></category>

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		<description><![CDATA[Trabalhar com replicação de dados não é tão simples quanto parece. Apesar de ser fundamental utilizar esse tipo de tecnologia em grandes sistemas, possibilitando o backup dos dados em caso de falhas, é importante entender os conceitos fundamentais relacionados a essa prática para entender qual é a melhor opção para o seu caso. O primeiro [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Trabalhar com replicação de dados não é tão simples quanto parece. Apesar de ser fundamental utilizar esse tipo de tecnologia em grandes sistemas, possibilitando o backup dos dados em caso de falhas, é importante entender os conceitos fundamentais relacionados a essa prática para entender qual é a melhor opção para o seu caso.</p>
<p style="text-align: justify;">O primeiro passo é entender que esses servidores trabalharão com um modelo de gerenciador &#8211; como o modelo de replicação de dados <a title="Coda - Modelo de Replicação de Dados" href="http://www.profissionaisti.com.br/2011/10/constant-data-availability-coda-modelo-de-replicacao-de-dados/" target="_blank">CODA</a>, por exemplo. O gerenciador de réplicas tem o papel de coordenar o processo de replicação, mantendo a consistência de estado e transparência do conjunto dos servidores. Ele também é responsável pelo controle da concorrência e pelo controle de falhas de servidores.</p>
<p style="text-align: justify;">Esses gerenciadores seguem algumas regras para realizar essas replicações. Enquanto alguns replicam todos os dados no momento em que o usuário faz as alterações em um arquivo, outros podem optar pela replicação em outros momentos, como no caso de uma chamada de usuário a um arquivo, por exemplo. A partir daí surgem os conceitos de <em>Replicação Ativa e Passiva</em>.</p>
<p style="text-align: justify;">Na <em>replicação ativa</em> todos os servidores são atualizados constantemente com as alterações, e podemos assim dizer que temos um processo síncrono. A falha em um servidor será facilmente contornada, já que todos os servidores são atualizados ao mesmo tempo, a requisição do usuário poderá ser respondida por outra máquina.</p>
<p style="text-align: justify;">Na <em>replicação passiva</em> apenas uma réplica primária recebe, processa e responde a todas as requisições. As outras réplicas são passivas (<em>backup</em>) e assim atualizadas periodicamente através da cópia do servidor central. O problema com a falha do servidor central fará com que um backup assuma o controle das operações, porém, as operações realizadas após o momento da última atualização serão perdidas. Esse modelo de replicação, contudo, requer menor processamento e apresenta melhor desempenho.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Analisar o seu sistema como um todo</strong>, traçando suas principais características e necessidades irá lhe ajudar a definir qual o modelo de replicação é mais adequado para a sua solução (se é necessário priorizar o desempenho do sistema, por exemplo, realizando replicações em maiores espaçamentos de tempo, mas assim causando um tempo maior entre uma replicação e outra).</p>
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		<title>Middlewares &#8211; Você ainda vai ouvir falar deles!</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Dec 2011 10:34:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gabiifonseca</dc:creator>
				<category><![CDATA[Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Infraestrutura]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança]]></category>
		<category><![CDATA[Hardware]]></category>
		<category><![CDATA[Middlewares]]></category>

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		<description><![CDATA[Basicamente Middlewares são Servidores de Aplicação que permitem o desenvolvimento de aplicações distribuídas através do fornecimento de serviços que permitam que os usuários e desenvolvedores se abstraiam das questões comuns a todas as aplicações, concentrando-se nos aspectos de negócio da aplicação em questão. Alguns exemplos de serviços fornecidos por esses servidores são o controle de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Basicamente Middlewares são Servidores de Aplicação que permitem o desenvolvimento de aplicações distribuídas através do fornecimento de serviços que permitam que os usuários e desenvolvedores se abstraiam das questões comuns a todas as aplicações, concentrando-se nos aspectos de negócio da aplicação em questão. Alguns exemplos de serviços fornecidos por esses servidores são o controle de transações, objetos distribuídos, mensagens e <a href="http://www.profissionaisti.com.br/category/seguranca/">segurança</a>. Como exemplos de servidores de aplicação podemos citar o Glassfish e o Apache.</p>
<p style="text-align: justify;">Bom, mas e daí? Com avanço da <a href="http://www.profissionaisti.com.br/category/tecnologia-movel/">computação móvel</a> e popularização do acesso a rede, a necessidade de aplicações distribuídas é hoje uma realidade. Se o seu sistema ainda não roda em múltiplas plataformas e permite múltiplos acessos, você pode estar atrasado. Trabalhar questões comuns a esses tipos de sistemas é um dos objetos dos Middlewares, que funcionam como uma camada intermediára entre o sistema e o cliente, como você pode ver na figura abaixo:</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.profissionaisti.com.br/wp-content/uploads/2011/12/Middlewares.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-20424" title="Middlewares" src="http://www.profissionaisti.com.br/wp-content/uploads/2011/12/Middlewares.jpg" alt="Middlewares" width="612" height="450" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Como exemplo de uma camada de middleware podemos citar o CORBA, que fornece a abstração necessária para a criação de classes para os ambientes de rede, sistemas operacionais e aplicações, mascarando a heterogeneidade entre os sistemas.</p>
<p style="text-align: justify;">Para se adequar aos sistemas e técnicas de <a href="http://www.profissionaisti.com.br/category/desenvolvimento/">desenvolvimento</a> utilizadas hoje, temos a utilização dos middlewares orientados a objetos, que adequam-se melhor às linguagens OO e são mais flexíveis devido também a possibilidade da utilização de interfaces. Contudo, para que esse tipo de tecnologia possa ser utilizada, métodos comuns devem ser retirados das aplicações e/ou alterados (incluídos em um repositório) utilizando uma tecnologia de objetos distribuídos, para que esse tipo de middleware possa ser utilizado e cada aplicação necessita ser testada e redefinida. Por isso é considerado uma tecnologia invasiva, exigindo grandes mudanças para a utilização do mesmo.</p>
<p style="text-align: justify;">Enfim, esse artigo não tem como função lhe tornar um especialista em middlewares, mas sim fazer uma introdução a um tema que com certeza você ainda ouvirá por aí! Lembre-se que considerando o modelo de referência OSI, a camada de middleware inclui funcionalidades do nível Sessão, nível Apresentação e do nível Aplicação.</p>
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		<title>DNSSEC &#8211; Extensões de segurança para servidores DNS</title>
		<link>http://www.profissionaisti.com.br/2011/12/dnssec-extensoes-de-seguranca-para-servidores-dns/</link>
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		<pubDate>Wed, 07 Dec 2011 14:53:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marli</dc:creator>
				<category><![CDATA[Acadêmicos]]></category>
		<category><![CDATA[Infraestrutura]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança]]></category>
		<category><![CDATA[dns]]></category>
		<category><![CDATA[DNSSEC]]></category>
		<category><![CDATA[Servidor]]></category>

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		<description><![CDATA[INTRODUÇÃO Para acessar uma página de internet ou enviar/receber e-mails, basta que seja digitado o site no navegador, e num clique as informações solicitadas são transferidas e acessadas. O serviço responsável por este processo de resolução de nomes é realizado por um sistema chamado Domain Name System (Sistema de Nomes de Domínio), ou DNS. O [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3 style="text-align: justify;">INTRODUÇÃO</h3>
<p style="text-align: justify;">Para acessar uma página de internet ou enviar/receber e-mails, basta que seja digitado o site no navegador, e num clique as informações solicitadas são transferidas e acessadas.</p>
<p style="text-align: justify;">O serviço responsável por este processo de resolução de nomes é realizado por um sistema chamado Domain Name System (Sistema de Nomes de Domínio), ou DNS.</p>
<p style="text-align: justify;">O objetivo geral do <a href="http://www.profissionaisti.com.br/category/desenvolvimento/">desenvolvimento</a> desse artigo é apresentar de forma clara o funcionamento de um dos recursos mais importantes dentro da área da internet, o DNS, estudar as vulnerabilidades do serviço, demonstrar sua importância e as conseqüências que sua indisponibilidade pode provocar. Apresentar a solução DNSSEC e como ele funciona.</p>
<h3 style="text-align: justify;">O SISTEMA DE NOMES DE DOMÍNIOS (DNS)</h3>
<p style="text-align: justify;">Trata-se de um recurso usado em redes TCP/IP (o protocolo utilizado na internet e na grande maioria das redes) que permite acessar computadores pelo nome a ele associado, sem que o usuário ou sem que o próprio computador tenha conhecimento de seu endereço IP, o sistema de nomes de domínio:</p>
<p style="text-align: justify;">[...] é um banco de dados distribuído. Isso permite um controle local dos segmentos do banco de dados global, embora os dados em cada segmento estejam disponíveis em toda a rede através de um esquema cliente-servidor. (CAMPOS, DANTAS, 2011).</p>
<h3 style="text-align: justify;">SERVIDORES NO MUNDO</h3>
<p style="text-align: justify;">“[...] Existe, atualmente, 13 servidores raiz com nome no formato letter.roott-servers.net”. (ZILLI, 2006, p.22).</p>
<h3 style="text-align: justify;">PROBLEMAS E VULNERABILIDADES DO DNS</h3>
<p style="text-align: justify;">No DNS, quando uma resposta é recebida e aparentemente é quem diz ser, ou seja, parece responder a solicitação/pergunta enviada, ela é aceita como correta. Sendo assim, atacantes podem explorar essa vulnerabilidade falsificando uma resposta e fazendo com que ela chegue à origem antes da resposta legítima. Isso pode levar os ataques de envenenamento de cachê e impersonificação do recursivo.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Impersonificação do Recursivo</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Este ataque é conhecido como Man-in-The-Middle (homem no meio), ocorre quando o cliente pede ao servidor local para resolver um domínio, mas antes que o servidor DNS faça consultas recursivas para obter a solução do nome, o atacante responde mais rápido, <em>spoofando</em> o endereço do recursivo.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Poluição do Cachê</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Ao resolver um domínio o servidor recursivo armazena a resposta em uma memória temporária, chamada cachê, assim quando o mesmo domínio for novamente solicitado o servidor já terá a resposta armazenada, tornando dispensável consultas a outros servidores. Porém, esse mecanismo de eficiência em cachê traz consigo o risco de uma vulnerabilidade: a poluição do cachê. Quando um atacante consegue enganar um servidor, fazendo com que ele guarde em cachê uma resposta falsa, ele consegue fazer com que o servidor use essa resposta em consultas futuras.</p>
<p style="text-align: justify;">Por esses ataques há a necessidade de transformar as operações envolvendo o DNS em um processo seguro e confiável.</p>
<h3 style="text-align: justify;">DNSSEC</h3>
<p style="text-align: justify;">Assim, as alterações ao protocolo DNS foram propostas, as extensões de segurança: DNSSEC (Domain Name Security Extensions &#8211; proposto pelo IETF):</p>
<p style="text-align: justify;">DNSSEC é um padrão internacional que estende a tecnologia DNS. O que DNSSEC adiciona é um sistema de resolução de nomes mais seguro, reduzindo o risco de manipulação de dados e informações. O mecanismo utilizado pelo DNSSEC é baseado na tecnologia de criptografia de chaves públicas (REGISTROBR, 2011).</p>
<p style="text-align: justify;">Quatro novos tipos de Resource Records são adicionados:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O Registro Key – Dnskey</strong><br />
O DNSKEY é a chave publica enviada junto com a resposta da consulta, utilizada para validar a assinatura e garantir a integridade da consulta. O DNSKEY deve apresentar formato padrão definido, informando o protocolo e o algoritmo utilizado (ARENDS, 2005).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O Registro SIG &#8211; RRSIG Assinatura do Resource Records (Rrsets)</strong><br />
“O registro SIG armazena a assinatura digital da chave privada em um RRset. O RRset é um grupo de registros de recursos com o mesmo proprietário, classe e tipo”. (PAUL ALBITZ E CRICKET LIU, pag 377).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O Registro Nsec</strong><br />
O registro NSEC armazena informações sobre o próximo nome na zona (em ordem canônica), que passa a ser ordenada. Cada registro mantém um apontador, através de seu NSEC, para o próximo registro; o último &#8220;aponta&#8221; para o primeiro. Assim é resolvido o problema de assinar respostas negativas.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O Registro DS Delegation Signer (Ponteiro Para A Cadeia de Confiança)</strong><br />
De acordo com a RFC 4034 o registro DS armazena um hash do DNSKEY da zona que será delegada. No processo de consulta recursiva, o cliente, requisita o DS da zona parent e verifica com o DNSKEY da zona que foi delegada.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.profissionaisti.com.br/wp-content/uploads/2011/12/DNSSEC-Extens%C3%B5es-de-seguran%C3%A7a-para-servidores-DNS.pdf" target="_blank">Confira aqui o artigo acadêmico completo no formato PDF.</a></p>
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		<item>
		<title>Distinções de Computação em Nuvem (Cloud Computing) e Computação em Grade (Grid Computing)</title>
		<link>http://www.profissionaisti.com.br/2011/11/distincoes-de-computacao-em-nuvem-cloud-computing-e-computacao-em-grade-grid-computing/</link>
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		<pubDate>Mon, 07 Nov 2011 10:45:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renan Borges Pereira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Acadêmicos]]></category>
		<category><![CDATA[Infraestrutura]]></category>
		<category><![CDATA[Cloud Computing]]></category>
		<category><![CDATA[Grid Computing]]></category>

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		<description><![CDATA[Introdução O processo de evolução dos meios de comunicação e de diversas tecnologias reflete nitidamente na vida das pessoas e das empresas em geral. Com a evolução da internet as empresas estão utilizando de diversas possibilidades para deixar cada vez mais seus produtos ou serviços competitivos no mercado. Dentre as diversas e conhecidas vantagens que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Introdução</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O processo de evolução dos meios de comunicação e de diversas tecnologias reflete nitidamente na vida das pessoas e das empresas em geral. Com a evolução da internet as empresas estão utilizando de diversas possibilidades para deixar cada vez mais seus produtos ou serviços competitivos no mercado. Dentre as diversas e conhecidas vantagens que as empresas podem utilizar na internet, estão o conceito de computação em nuvem e computação em grade. A seguir é abordado o conceito de computação em grade e computação em nuvem, bem como suas diferenças.<strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O que é computação em grade?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Nos dias de hoje a capacidade de processamento é limitada, tanto em nossos computadores pessoais ou mesmo em servidores de diversas empresas. Agora imaginemos ter a disposição mais taxa de processamento assim que a demanda de processamento do servidor estiver no pico, isto sem a necessidade de conhecer todo o aparato computacional que existe através deste processamento. Este conceito de processamento é chamado de Computação em grade (Grid Computing).</p>
<p style="text-align: justify;">Computação em grade tem o objetivo de combinar poder de processamento de milhares ou até milhões de pequenos computadores ligados em redes locais ou redes de longa distancia para que seja possível processar grandes tarefas em um determinado servidor. As aplicações de computação em grade são executadas em um servidor virtual, no qual tem integração com outros recursos capazes de compartilhar recursos de forma rápida e de fácil gerenciamento.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O que é computação em nuvem?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Computação em nuvem (Cloud Computing) tem o objetivo de fornecer todos os recursos computacionais como um serviço através da internet. Um exemplo é que no inicio do século XIX, durante a revolução industrial, as indústrias tinham que produzir sua própria energia elétrica ou mecânica. Hoje em dia as indústrias consomem energia como um serviço, pagando somente o que se utilizar [1]. A computação em nuvem tem uma proposta similar, onde os recursos computacionais passarão a ser responsabilidade de empresas especializadas, onde irão gerenciar os recursos e comercializá-los como serviço através da internet.</p>
<p style="text-align: justify;">Computação em nuvem pode ser descrito como um imenso ambiente de servidores virtuais ou físicos, chegando a um conceito de recursos computacionais que contemplam capacidade de processamento, armazenamento, conectividade, plataformas, aplicações e serviços disponibilizados na internet [2].</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Diferenças de conceito entre Computação em Grade e Computação em Nuvem</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Existe sempre uma confusão entre o conceito de computação em nuvem e computação em grade, pois ambos compartilham os mesmos objetivos de redução de custos, aumento de flexibilidade e acessibilidade de recursos [3].</p>
<p style="text-align: justify;">O conceito de computação em grade é basicamente oferecer poder de processamento através de algum mecanismo, já de computação em nuvem é fornecer toda pilha de recursos computacionais sob demanda, através da internet e consumindo como um serviço. Apesar das similaridades, os paradigmas trabalham com conceitos diferentes que podem trabalhar em conjunto ou podem trabalhar de forma isolada.</p>
<p style="text-align: justify;">Podemos tomar como exemplo duas situações:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Situação A</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Uma empresa de engenharia necessita de um servidor com alta performance para realizar cálculos para uma determinada solução. Esta empresa não dispõe de capital para realizar a compra de um servidor que atenda a sua necessidade neste momento.</p>
<p style="text-align: justify;">Neste caso esta empresa de engenharia pode contratar um fornecedor especializado de Grid Computing, onde o fornecedor vai fornecer um ambiente de processamento que atenderá a necessidade da empresa de engenharia. Através deste ambiente de processamento existem diversas máquinas com os processadores ociosos, partindo disso existe um servidor central que irá gerenciar o processamento de todos os cálculos, onde receberá através da internet de cada maquina com o processador ocioso um fragmento da informação processada. Logo temos um servidor com alto poder de processamento.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Situação B</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Uma pequena empresa de manufatura necessita de aplicativos de escritório como, por exemplo, o pacote da <a href="http://www.profissionaisti.com.br/category/microsoft/">Microsoft</a>, o Microsoft Office, que tem integrado em sua solução diversas ferramentas como editor de textos, planilha para realização de cálculos, editor para apresentação de slides entre outros aplicativos.</p>
<p style="text-align: justify;">Esta pequena empresa não dispõe de capital para comprar toda uma solução de aplicativos de escritório. Com isso ela tem a oportunidade de utilizar-se do conceito de <a href="http://www.profissionaisti.com.br/category/computacao-em-nuvem/">computação em nuvem</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">Um modelo de computação em nuvem é o SaaS (Software as a Service) ou software como serviço. Neste modelo são oferecidas soluções de softwares através da internet, ou seja, a empresa não necessita de compras de licenças para ter uma solução, mas apenas necessita contratar um serviço de um provedor que oferece aplicativos para escritório. Podemos citar como exemplo uma solução de aplicativos de escritório que é gratuita, o Google Docs.</p>
<p style="text-align: justify;">Nas situações A e B vimos similaridades de necessidades. As duas empresas não tinham capital para aquisição da solução, e como uma forma de solucionar o problema, foi proposta a utilização do conceito de computação em grade e computação em nuvem. Como se podem observar ambos os conceitos compartilham os mesmos objetivos de redução de custos, aumento de flexibilidade e acessibilidade de recursos.</p>
<p style="text-align: justify;">Portanto os dois conceitos abordados neste artigo têm objetivos semelhantes, porém trabalham de formas diferentes e para fins diferentes.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Referências</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong>[1] BREITMAN, Karin.; VITERBO, José.  Computação na nuvem: uma visão geral. In: CONGRESSO INTERNACIONAL SOFTWARE LIVRE E GOVERNO ELETRÔNICO, 3, 2010, Brasília.  <strong><em>Amãpytuna</em></strong><em>:</em> Computação em nuvem: serviços livres para a sociedade do conhecimento.  Brasilia: Funag, 2010. p. 17-45.</p>
<p style="text-align: justify;">[2] TAURION, Cezar. <strong><em>Cloud Computing: Computação em Nuvem:</em> </strong>Transformando o Mundo da Tecnologia da Informação. Rio de Janeiro: Editora Brasport, 2009.</p>
<p style="text-align: justify;">[3] VAQUERO, L. M., et al. <strong><em>A break in the clouds</em></strong><em>:</em> towards a cloud de?nition. p. 50-55, 2009.</p>
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