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	<title>Profissionais TI - Pra quem respira informação &#187; Mercado</title>
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	<description>Pra quem respira informação</description>
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		<title>Eu uso porque é grátis!</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Jul 2010 11:55:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos Martini</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Tendências]]></category>
		<category><![CDATA[Gratuito]]></category>
		<category><![CDATA[Negócios]]></category>

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		<description><![CDATA[Hoje pipocaram, em meu Twitter, notícias sobre uma pesquisa segundo a qual 0% das pessoas pagariam para usar o Twitter. Natural. Eu mesmo não pagaria por ele e estaria lá, engrossando a conta de 0%, se me permitem o paradoxo.
&#8220;Os consumidores realmente querem conteúdo de graça sem propaganda&#8221;, disse Jeffery I. Cole, diretor do Centro para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje pipocaram, em meu Twitter, notícias sobre <a title="0% pagaria para usar Twitter, diz pesquisa" href="http://info.abril.com.br/noticias/internet/0-pagaria-para-usar-twitter-diz-pesquisa-26072010-51.shl" target="_blank">uma pesquisa segundo a qual 0% das pessoas pagariam para usar o Twitter</a>. Natural. Eu mesmo não pagaria por ele e estaria lá, engrossando a conta de 0%, se me permitem o paradoxo.</p>
<p>&#8220;Os consumidores realmente querem conteúdo de graça sem propaganda&#8221;, disse Jeffery I. Cole, diretor do Centro para o Futuro Digital da Universidade do Sul da Califórnia (USC), nos Estados Unidos, responsável pelo estudo. Mas &#8220;ultimamente eles entenderam que o conteúdo tem de ser pago &#8211; de uma maneira ou de outra&#8221;, ele complementa. Que alívio. Porque essa compreensão também é parte do que mantém esse modelo de negócios vivo.</p>
<p><img title="Mais..." src="http://mendesmartini.com/wp-includes/js/tinymce/plugins/wordpress/img/trans.gif" alt="" />Esse novo paradigma mostra-se cada vez mais como um destino inevitável. Não há como escapar desse modelo, então o desafio de (quase) todo gestor hoje, principalmente os envolvidos no mercado digital é: &#8220;como fazer para viabilizar meu negócio dentro desse modelo&#8221;?</p>
<p>Mas o grátis é sustentável?</p>
<p>Claro que é! E o grátis (ou o quase grátis) está em toda (ou quase toda) parte:</p>
<ul>
<li>Nada de novidade: a TV aberta é um dos mais contundentes exemplos. Você assiste de graça. Eles investem milhões criando uma programação &#8220;interessante&#8221; (?) que você assiste sem pagar um centavo. É tudo pago pelos anunciantes. </li>
<li>Mais de 90% do faturamento da Google vem dos Links Patrocinados (programas Adwords e Adsense). </li>
<li>Os sites de conteúdo por toda a Internet são, em boa parte, sustentados por anunciantes. </li>
<li>Muitos serviços adotam o modelo freemium (junção de &#8220;free&#8221; + &#8220;premium&#8221;), modelo no qual uma pequena parcela de usuários pagam por um serviço premium, gold, ou algo parecido, com recursos adicionais, garantindo assim a existência do serviço e permitindo que a massa de usuários do serviço gratuito continue se beneficiando. E quanto mais usuários o serviço gratuito atrair, mais chances tem-se de conquistar novos usuários para o serviço pago. </li>
<li>Hoje é possível comprar uma impressora laser colorida por menos de 500 reais. A jato de tinta então, há modelos por menos de 90 reais. Como isso é possível? Bem&#8230; você já viu o preço do toner e das tintas? </li>
<li>Que tal o celular que sua operadora oferece &#8220;de graça&#8221;? Você acha que o preço dele já não foi embutido nas mensalidades e no custo dos serviços?</li>
</ul>
<p>Eu poderia citar uma infinidade de situações nas quais algum produto ou serviço sai de graça para mim, mas certamente é pago por alguma outra pessoa ou grupo. Essas são as novas regras do jogo. O público ama o grátis. E as empresas já buscam, criativamente, formas de se adaptarem a essa realidade.</p>
<p>Algumas empresas aéreas, por exemplo, já vendem espaço publicitário em seus bilhetes. Dependendo da quantidade de bilhetes vendidos, a quantia auferida com essa venda pode cobrir uma parte substancial dos custos da companhia. Alguns cantores e conjuntos musicais brasileiros distribuem CDs de graça &#8212; isso mesmo, de graça. Os CDs são apenas a propaganda: os lucros deles vem dos shows que atraem os fãs que foram conquistados com aqueles CDs gratuitos. São incontáveis as empresas que produzem software que é distribuído gratuitamente e se monetizam com planos de suporte pago. Inclusive algumas distribuições Linux muito conhecidas são assim.</p>
<p>Alguns dizem que essa tendência não é global e sim pontual. Mas mesmo os produtos manufaturados, que a priori parecem tão distantes da idéia, podem se beneficiar do modelo. Veja o exemplo dos celulares &#8220;gratuitos&#8221; e das impressoras baratas. É inegável, portanto, que de uma forma ou de outra, praticamente todos os negócios terão, daqui para a frente, um ou outro componente ou produto funcionando segundo esse novo modelo.</p>
<p>Até o consumidor já entende que o conteúdo, produto ou serviço &#8220;tem de ser pago, de uma maneira ou de outra&#8221;. Todos sabemos que nada é, de fato, totalmente grátis. Então o modelo proposto não é impossível, nem tampouco é inviável. O desafio está em reinventar o negócio, criando novas formas de monetizar esses conteúdos, produtos e serviços e, ao mesmo tempo, mantê-los atraentes ao consumidor. E isso exige visão e criatividade.</p>
<p>Publicado originalmente em: <a href="http://mendesmartini.com/2010/07/27/eu-uso-porque-e-gratis/" target="_blank">Blog Mendes Martini</a></p>
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		<title>Você pode montar e gerir uma loja virtual sozinho!</title>
		<link>http://www.profissionaisti.com.br/2010/07/voce-pode-montar-e-gerir-uma-loja-virtual-sozinho/</link>
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		<pubDate>Mon, 26 Jul 2010 11:24:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ecommercegirl</dc:creator>
				<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[brasil]]></category>
		<category><![CDATA[e-commerce]]></category>

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		<description><![CDATA[Aprenda a monta e gerenciar uma loja virtual!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft" title="LIVRO  DE CAMELO A JOALHEIRO TODOS PODEM VENDER ONLINE" src="http://ecommercegirl.com/wp-content/uploads/2009/09/LIVRO-DE-CAMELO-A-JOALHEIRO-TODOS-PODEM-VENDER-ONLINE1-248x300.jpg" alt="LIVRO  DE CAMELO A JOALHEIRO TODOS PODEM VENDER ONLINE" width="248" height="300" />No Brasil, o consumidor está mais preparado e acostumado a usar o varejo virtual para suas compras. Segundo o e-bit, no Brasil já são mais de 13 milhões de consumidores que experimentaram comprar pelo menos  uma vez pela internet.</p>
<p>Os consumidores estão mais velhos e menos escolarizados do que no começo do varejo virtual no País.</p>
<p>Dentre os homens, os produtos mais vendidos são os artigos de maior valor agregado, como eletrônicos e Produtos de Informática.</p>
<p>Para as mulheres, os produtos mais vendidos continuam sendo Livros, produtos de Saúde e Beleza.</p>
<p>No dia dos Pais e Mães o faturamento do comércio eletrônico no Brasil chega a R$ 400 milhões.</p>
<p>Todos esses dados levaram Solange Oliveira; especialista em e-commerce, com 20 anos de experiência em T.I.  a escrever  o &#8221;De Camelô a Joalheiro todos podem e devem vender on-line&#8221;.</p>
<p>Nele é possível ter uma visão detalhista sobre o mercado de e-commerce no Brasil, como escrever um plano de negócios da loja virtual e operar o seu comércio eletrônico no dia a dia.</p>
<p>É dada ênfase na análise financeira dos investimentos e é possível prever inclusive o tempo de retorno com as planilhas exemplificadas no livro.</p>
<p>A área de marketing é especialmente destacada por Solange, porque para ela &#8220;você pode ter a mais linda e moderna loja virtual do universo com preços sensacionais, mas precisa dizer isso ao mundo e mais, precisa trazer o mundo para o seu site&#8221;.</p>
<p>Solange Oliveira é mais conhecida como E-commerce Girl, tem um blog de sucesso que foi premiado como um dos 100 melhores blogs brasileiros em Tecnologia. Trabalha na produção e consultoria de imagens de produtos para e-commerce. É escritora da Gudrum, onde já prepara mais duas publicações para 2010.</p>
<p>Seu livro foi traduzido para o Espanhol e Inglês e estará a venda nos USA e Europa em janeiro do próximo ano.</p>
<p>Você encontra: &#8221;De Camelô a Joalheiro todos podem e devem vender online&#8221; em: <a href="http://www.gudrum.com.br/digital/produtos_descricao.asp?lang=pt_BR&amp;codigo_produto=5">http://www.gudrum.com.br/digital/produtos_descricao.asp?lang=pt_BR&amp;codigo_produto=5</a></p>
<p>Veja o vídeo:</p>
<p>
<object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="350" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/_F2P8dkOowA" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="350" src="http://www.youtube.com/v/_F2P8dkOowA"></embed></object></p>
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		<title>Seria correto chamar os softwares de geração ERP/CRM/BI de softwares de Sistemas de Gestão?</title>
		<link>http://www.profissionaisti.com.br/2010/06/seria-correto-chamar-os-softwares-de-geracao-erpcrmbi-de-softwares-de-sistemas-de-gestao/</link>
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		<pubDate>Wed, 30 Jun 2010 11:52:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Profissionais TI</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Papinho de TI]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão]]></category>
		<category><![CDATA[Software]]></category>
		<category><![CDATA[Soluções]]></category>

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		<description><![CDATA[* Por Orlando Pavani Junior
Em realidade tenho presenciado diversas pessoas, normalmente vendedores de softwares e/ou representantes, até muito competentes (isto é inquestionável), atuantes de fábricas de SOLUÇÕES (como eles mesmo preferem autodenominar o core business das empresas em que atuam) e que costumam configurar os produtos que comercializam como &#8220;Softwares de Sistemas de Gestão&#8221;.
É desta [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>* Por Orlando Pavani Junior</em></strong></p>
<p>Em realidade tenho presenciado diversas pessoas, normalmente vendedores de softwares e/ou representantes, até muito competentes (isto é inquestionável), atuantes de fábricas de SOLUÇÕES (como eles mesmo preferem autodenominar o core business das empresas em que atuam) e que costumam configurar os produtos que comercializam como &#8220;Softwares de Sistemas de Gestão&#8221;.</p>
<p>É desta conduta terminológica, muito inadequada a meu ver, e sobre a saga de quem adquire estas soluções, que pretendo versar. Quem rotula qualquer software, por mais espetacular que seja, de &#8220;solução em sistemas de gestão&#8221; é mais do que prova cabal de que sobre &#8220;Sistema de Gestão&#8221; propriamente dito, realmente entende pouco, ou talvez, quase nada.</p>
<p>Um software, por mais incrível e integrado que possa ser, apenas é capaz de automatizar as rotinas dos processos organizacionais de forma integrada com as mais diversas áreas da empresa. Se isto acontecer, sem absolutamente nenhuma falha (o que será quase impossível), ainda assim estará muito, mas muito distante, do real significado da expressão: Sistema de Gestão.</p>
<p>Como, na grande maioria das vezes, estes softwares são adotados por empresas sem que exista, antes de sua aquisição, uma implementação cuidadosa de Gestão POR Processos, bem como o devido mapeamento dos processosorganizacionais existentes, o que acaba acontecendo é a &#8220;automatização do erro&#8221;! Como decorrência deste ERRO de comprar um software de ERP (por exemplo) antes de mapear e otimizar seus processos atuais, existe a venda casada com aquilo que chamam horas de consultoria para &#8220;customização&#8221;.</p>
<p>Customizar um software nada mais é do que adaptar o mesmo,em algum grau, a realidade da empresa, o que significa, via de regra,que o formato atual dos processos está imperfeito. Normalmente, os vendedores destas &#8220;soluções&#8221; insistem em dizer que a necessidade de customização será pequena, uma vez que o software já fora testado em uma grande quantidade de clientes em diversas partes do território nacional (e até internacional).</p>
<p>Com o passar do tempo, a empresa percebe que já gastou mais em horas de customizações do que nas licenças do software propriamente dito (aliás, estas horas é que caracterizam a grande fonte de rentabilidade das empresas de softwares) e que, provavelmente, muitas rotinas antigas ainda serão conduzidas sem a integração prometida.Ou seja, os aplicativos como EXCEL, ACCESS e outros softwares isolados e não integrados serão utilizados em separado e, portanto, sem alternativas de rodarem DENTRO da então &#8220;solução integrada&#8221;.</p>
<p>O CIO, tido como o profissional que acaba decidindo pela compra destes softwares, que interpretou aquela &#8220;solução&#8221; como adequada, não terá o conhecimento suficiente ou até mesmo a coragem necessária para assumir (junto ao CEO ou ao CFO) que comprou, em realidade, a solução ERRADA ou que afase anterior (mapeamento e gestão por processos) deveria ter sido realizada com mais cuidado e cientificidade.</p>
<p>Por conta desta OMISSÃO da realidade, os softwares ficam mantidos, funcionando como podem, até porque se chega a um ponto em que retirá-los seria uma alternativa pior aindado que mantê-los. Aqui vale o ditado: ruim com eles, pior sem eles. E,assim, os processos organizacionais ficam mantidos de forma imperfeita enada otimizados.</p>
<p>Esta parece ser a dura realidade. Muitas empresas fabricantes destes softwares já assumem isto, pelo menos internamente, e defendem que dentre àquelas horas de customização (venda casada) devem ser despendidos esforços específicos para mapeamento dos processos organizacionais, normalmente por meio de equipes parceiras, especialistas neste assunto e &#8220;ditas&#8221; independentes (mas normalmente mancomunada com a fábrica de software ou seu representante franqueado) para justificar que as rotinas do então software (já vendido) podem ser aplicadas sem dificuldade. Ou seja, mudando a realidade atual para adaptar-se a seqüência processual disponível no software, mesmo que evidentemente inadequadas. Os especialistas destas soluções tendem a &#8220;ridicularizar&#8221; os processos antigos como forma de forçar a adaptação pela rotina imposta pelo software.</p>
<p>Muitas vezes esta adaptação pode ser uma coisa apreciável e,portanto, justificável e correta. Mas uma realidade também muito freqüente é que às vezes a adaptação acontece apenas para automatizar a &#8220;estupidez&#8221; (e não mais o erro)! Nenhuma empresa de software que vende, junto com as horas de customizações, as horas de mapeamento de processos, está de fato independente e jamais aceitariam que alguém dissesse que seu software (já vendido&#8230;lembre-se disto) não seria capaz de executar eficazmente uma rotina específica daquela empresa. Esta notícia seria uma bomba inadmissível na relação comercial.</p>
<p>Sistemas de Gestão compõem uma gama tão grande de componentes que reduzi-los a softwares de ERP, CRM ou BI (entre outras siglas) é, no mínimo, uma agressão a amplitude conceitual da expressão. A Qualidade de um Sistema de Gestão bemestruturado começa pelo Mapeamento dos Processos organizacionais como forma científica para identificar focos de imperfeições e melhorá-los antes de qualquer automatização via softwares. Passa por mecanismos de Liderança Efetiva, por metodologias de Arquitetura Estratégica bem elaboradas e implementadas, por práticas e conceitos de Vendas Complexas / Consultivas, por mecanismos de Responsabilidade Social (interna e externa a organização), pela exemplar Gestão dos Talentos Humanos, pela proteção dos Ativos Intangíveis, pela Inteligência Analítica das Informações e dos Indicadores etc.</p>
<p>Softwares, de quaisquer gerações, tendem a automatizar rotinas e são absolutamente imprescindíveis no mundo corporativo atual, mas adquiri-los sem identificar e melhorar os processos organizacionais atuais por meio de mapeamentos estruturados e metodologicamente constituídos é um tiro no pé!</p>
<p><strong><em>* Orlando Pavani Júnior</em></strong> é CEO da Gauss Consulting, empresa de consultoria instrumental e assessoria especializada.</p>
<div class="gmail_quote">
<div></div>
</div>
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		<item>
		<title>Telecom + Informática = Telemática</title>
		<link>http://www.profissionaisti.com.br/2010/06/telecom-informatica-telematica/</link>
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		<pubDate>Wed, 30 Jun 2010 11:45:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Profissionais TI</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Telecom]]></category>
		<category><![CDATA[Informática]]></category>
		<category><![CDATA[Telcom]]></category>
		<category><![CDATA[Telemática]]></category>

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		<description><![CDATA[Eu trabalho com Telecomunicações há alguns anos, e sempre ví o mundo da Informática restrito aos arquivos digitais e redes de computadores. Ledo engano! A Informática é muito, mas muito mais abrangente, e está relacionada à estratégia de negócio da empresa.
Porém, sempre ouvi os termos técnicos da Informática, e alguns deles precisei estudar com frequencia, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eu trabalho com Telecomunicações há alguns anos, e sempre ví o mundo da Informática restrito aos arquivos digitais e redes de computadores. Ledo engano! A Informática é muito, mas muito mais abrangente, e está relacionada à estratégia de negócio da empresa.</p>
<p>Porém, sempre ouvi os termos técnicos da Informática, e alguns deles precisei estudar com frequencia, por força da profissão: RS-232, RS-485, e mais recentemente, WiFi e Ethernet.</p>
<p>As redes de Telecomunicações tinham seus próprios termos e medidas, como o link E1, mais usado para trafegar 30 canais de voz, ele também era utilizado para links de dados e Internet.</p>
<p>Hoje, não se usa mais estes termos e a velocidade dos links vendidos e instalados agora são em kbps (kilo bits por segundo) e não mais em links E1.</p>
<p>O curioso é que esses termos acabaram por se fundir, e os profissionais dessas duas áreas (Telecom e Informática) passaram a falar a mesma língua, onde então surgiu a Telemática.</p>
<p>O departamento de Telemática hoje cuida dos assuntos e tarefas relacionados às duas áreas e os profissionais se viram em uma situação nova, onde precisaram aprender rapidamente os procedimentos estranhos às suas profissões de costume.</p>
<p>Pequenas empresas, bancos, multinacionais e até a Petrobrás já fizeram esta fusão, e a próxima pode ser sua empresa.</p>
<p>Mercado de trabalho é assim mesmo. O profissional moderno e atualizado está acostumado a mudanças no ambiente de trabalho e não tem medo de desafios, muito menos de treinamentos e certificações. Mantenha-se sempre atualizado, pois, o mercado de TI muda constantemente e uniões/divisões de áreas e novos cargos surgem o tempo todo.</p>
<p><strong>Marcelo Ribeiro de Almeida</strong> &#8211; <a href="http://marcelorio.blogspot.com/2010/06/telecom-informatica-telematica.html" target="_blank">http://marcelorio.blogspot.com/2010/06/telecom-informatica-telematica.html</a><br />
Formando em Gestão de TI</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Java, C#, C, C++, VB, PHP&#8230; Vai de que?</title>
		<link>http://www.profissionaisti.com.br/2010/06/java-c-c-c-vb-php-vai-de-que/</link>
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		<pubDate>Fri, 25 Jun 2010 11:10:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marvin Ferreira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Linguagens]]></category>
		<category><![CDATA[programação]]></category>

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		<description><![CDATA[Sempre que inicio uma conversa com algum programador e toco no assunto linguagens de programação, uma coisa que sempre gera polêmica é a preferência por linguagens. Enquanto uns são defensores ávidos da plataforma Java e sempre enchem o peito para falar das vantagens oferecidas por ser multiplataforma, outros são Microsoft lovers e defendem a plataforma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright size-full wp-image-11573" style="margin-left: 4px; margin-right: 4px;" title="Tecnologias!" src="http://www.profissionaisti.com.br/wp-content/uploads/2010/06/linguagens.jpg" alt="" width="240" height="240" />Sempre que inicio uma conversa com algum programador e toco no assunto linguagens de programação, uma coisa que sempre gera polêmica é a preferência por linguagens. Enquanto uns são defensores ávidos da plataforma Java e sempre enchem o peito para falar das vantagens oferecidas por ser multiplataforma, outros são Microsoft lovers e defendem a plataforma .NET como se fosse a única plataforma robusta existente no mercado sempre tocando no assunto interoperabilidade afirmando ser o que há de mais moderno no mercado, e isso sempre varia de programador para programador de acordo com a sua especialidade.</p>
<p>Muitos deles já trabalharam com outras plataformas, mas aquela história do amor a primeira linha é o que dizem ser o motivo por tais paixões. O programador, apegado à uma linguagem de programação, torna-se similar a um partidário de um partido político que irá se valer de todos os argumentos possíveis e imagináveis para tentar te convencer de como o seu &#8220;lado da força&#8221; é o melhor a ser escolhido, mesmo que nunca tenha ponderado o que de útil os outros também podem fazer. Quando me fazem a pergunta &#8220;Em que linguagem você programa?&#8221; minha primeira resposta é C# (CSharp) por ser a linguagem que mais me aprofundei até o momento mas juntamente a essa resposta digo &#8220;E em qualquer outra que for preciso!&#8221;.</p>
<p>O ponto em que eu gostaria de chegar é que linguagens de programação mudam apenas de nome, sintaxe e paradigma de desenvolvimento. Não importa se é Orientada à Objetos, se é <em>Procedural</em> ou se é uma linguagem dinâmica fracamente tipada, isso não faz a mínima diferença. A partir do momento em que você desenvolve seu conhecimento através de uma linguagem e aprimora sua lógica, migrar para outra plataforma é apenas uma questão de ter afinidade com as diferenças entre a linguagem pretendida e a linguagem que se domina, algo que em algumas semanas e um bom livro podem resolver facilmente, dependendo é claro de sua dedicação. O que devemos levar em conta é que independente de nossa formação, Ciência da Computação, Análise de Sistemas, Sistemas da Informação ou qualquer outro curso relacionado à área somos formados para desenvolver e criar tecnologias/soluções e tornarmos realidade aquilo que nossos clientes sonham para seus negócios, independente de usarmos a linguagem X, Y ou Z. Em nossas vidas profissionais vamos nos deparar com diferentes projetos, cada um com uma peculiaridade específica, que talvez envolva a utilização de diferentes tecnologias de modo que os seus objetivos sejam alcançados da melhor maneira possível sempre levando em consideração a excelência para o seu desenvolvimento.</p>
<p>Sim, você pode ter suas preferências, mas nunca feche os olhos para o que acontece ao seu redor, pois, linguagens, padrões e técnicas de desenvolvimento mudam rapidamente com o passar do tempo, e manter-se fechado apenas à uma plataforma pode ser um fator que coloque sua carreira em jogo por não estar aberto a novas experiências e deixando de lado o dinamismo que todo profissional de IT necessita ter em seu dia a dia.</p>
<p>Buscando referências um pouco mais concretas, de acordo com o livro <em>The Pragmatic Programmer, </em>nós, desenvolvedores, devemos aprender uma linguagem de programação por ano, ou seja, temos que nos atualizar, vivenciarmos novos conceitos, sairmos do nosso ‘quadradinho’, enxergarmos o mundo de possibilidades que nos envolve e tudo o que pode ser feito combinando diversas tecnologias. Dessa maneira, pode-se obter a excelência exigida em qualquer projeto e que independente do que for utilizado como tecnologia ele seja desenvolvido.</p>
<p>Portanto, não devemos deixar de nos fazermos a seguinte pergunta: &#8220;Será que se fechar em torno de uma única plataforma realmente irá trazer o sucesso profissional que temos buscado?&#8221;, pense nisso.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Tecnologias da informação e comunicação (TICs), o mundo mudou</title>
		<link>http://www.profissionaisti.com.br/2010/06/tecnologias-da-informacao-e-comunicacao-tics-o-mundo-mudou/</link>
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		<pubDate>Wed, 23 Jun 2010 11:32:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Celso Pimentel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Telecom]]></category>
		<category><![CDATA[TI]]></category>
		<category><![CDATA[TIC]]></category>

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		<description><![CDATA[Inicio aqui uma sequência de  artigos trazendo para debate os paradigmas que surgem com os avanços  tecnológicos, o que esta mudando em nossas vidas na inserção cada vez  maior do computador, internet, redes sociais, conflitos no  relacionamento da criança e adolescente, novos conceitos que surgem,  relacionamentos e comunicações mediadas pelo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Inicio aqui uma sequência de  artigos trazendo para debate os paradigmas que surgem com os avanços  tecnológicos, o que esta mudando em nossas vidas na inserção cada vez  maior do computador, internet, redes sociais, conflitos no  relacionamento da criança e adolescente, novos conceitos que surgem,  relacionamentos e comunicações mediadas pelo computador entre outras  discussões.</p>
<p>A instrumentalização e criação de ferramentas para facilitar a vida  humana fazem parte de nossa existência. A pedra, o fogo, a invenção da  roda, tudo em seu tempo foram criações tecnológicas do homem. É  importante observar que nenhuma tecnologia foi extinta, mesmo que, por  exemplo, o fogo criminalmente queimava uma aldeia, também servia para  sobrevivência humana. Desta forma podemos afirmar que as descobertas  mantiveram uma evolução constante. Dito isso, quero argumentar que,  mesmo as tecnologias podendo possuir um lado negativo, elas não irão  deixar de existir, e sim a cada dia se recriará. Tecnologia cria  tecnologia.</p>
<p>Hoje a tecnologia cura o câncer e  explode uma devastadora bomba. A internet utilizada por pedófilos é a  mesma que assusta ditadores pelo seu pode democrático. As redes sociais  utilizadas por pessoas sem escrúpulo para agendar combates é a mesma  utilizada para interconexão pessoal e comunicação com aquele amigo nunca  mais visto.</p>
<p>Temos hoje algo que esta mudando o  relacionamento humano sem precedentes na história da humanidade, falo  da internet, esta ultrapassou divisas, quebrou a barreira da língua,  globalizou. Para mim uma grande revolução sócio-tecnológica, é a  ferramenta mais democrática da humanidade, ela coloca no mesmo degrau  todos seus utilizadores, sem distinção de cor, raça, religião ou  classificação social.</p>
<p>O mundo mudou, e esta mudando a  nossos olhos. O modernismo foi representado pela revolução industrial,  tendo como ícones as grandes fábricas e linhas de produção. Hoje se  consolida o pós-modernismo, caracterizado pelas máquinas de imagens,  televisão, computador, internet.</p>
<p>Esse assunto hoje muito me  fascina, pois alterações sociais são causadas por toda esta evolução  tecnológica, observo uma necessidade social de orientar, informar,  esclarecer à comunidade quanto ao uso racional e saudável de toda essa  parafernália que deve ser utilizado para melhorar nossas vidas, ela deve  nos ajudar.</p>
<p>Encontramos atualmente uma  questão muito presente, o conflito entre gerações. De um lado os  imigrantes digitais, pessoas que não cresceram com toda essa tecnologia,  às adotaram ao longo de suas vidas. De outro lado temos a geração  multitarefa, com um mundo interativo e imediato, os chamados nativos  digitais. Este último não consegue ver o mundo sem o computador,  internet, telefone celular, mp3 etc. Observamos a velocidade destas  transformações, alguns especialistas afirmam que é possível visualizar  diferenças em gerações de uma criança de 7 e outra de 13 anos.</p>
<p>Neste texto dei inicio ao debate,  os quais serão ampliados nos próximos artigos. Muitas são as questões e  prerrogativas existentes em nossa sociedade. Questões como,  cyberbullying, redes sociais e os dilemas no relacionamento da criança e  do adolescente, orientações, a tecnologia na sala de aula, entre  outros.</p>
<p>Desde já convido a todos leitores  para acessar o meu mais novo meio de comunicação,  www.celsopimentel.pro.br, canal criado para centralizar estudos das  TICs, principalmente seu uso como ferramenta de ensino, bem como  sugestões dia-a-dia acrescentadas para profissionais da educação que  buscam ferramentas para auxiliar no processo ensino-aprendizagem, vendo  que o modelo educacional tradicional precisa de reorganização, pelo fato  de nossos alunos viverem um outro mundo, mas isso já é tema para outra  oportunidade.</p>
<p>Sugestões, dúvidas, orientações,  contribuições para o debate, poderão ser enviadas pelo canal citado,  através do espaço para contato.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.celsopimentel.pro.br/index.php?option=com_content&amp;view=article&amp;id=65:tecnologias-da-informacao-e-comunicacao-tics-o-mundo-mudou&amp;catid=45:artigos&amp;Itemid=66" target="_blank">Blog Professor Celso Pimentel</a></p>
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		<title>Copa do Mundo x Tecnologia &#8211; o desafio do ano</title>
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		<pubDate>Tue, 22 Jun 2010 11:44:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Profissionais TI</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Copa do Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Bruno Coelho*
Ano de copa e, com ela, de um pacote de itens já conhecidos: emoções, gols, festa e&#8230;tecnologia. E então você me pergunta &#8211; TECNOLOGIA? E eu respondo, é isso mesmo.
Assim como movimenta todo o mercado, a Copa do Mundo também agita a área de tecnologia, e falando de BRASIL especificamente, temos duas vertentes: [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Por Bruno Coelho*</strong></em></p>
<p>Ano de copa e, com ela, de um pacote de itens já conhecidos: emoções, gols, festa e&#8230;tecnologia. E então você me pergunta &#8211; TECNOLOGIA? E eu respondo, é isso mesmo.</p>
<p>Assim como movimenta todo o mercado, a Copa do Mundo também agita a área de tecnologia, e falando de BRASIL especificamente, temos duas vertentes: 1 – O Brasil como puro e simples espectador. 2 – O Brasil como sede do evento.</p>
<p>Falando no BRASIL como espectador, certamente o mercado que mais cresce é o de imagem, principalmente em um momento que muitos consumidores estão trocando suas velhas TVS de tubo por tecnologias mais novas como Plasma, LCD ou até LED. Em relação aos projetores, a tendência continua e a aquisição desse tipo de aparelho é notória, visto que em copas temos mais momentos de confraternização com amigos. Outro ponto de destaque é o comércio (bares e restaurantes), que se beneficia dos jogos para aumentar o faturamento e precisa de uma boa estrutura para transmissão.</p>
<p>Todo esse movimento de consumo acaba refletindo em outras linhas de produtos, pois há uma migração das pessoas até os pontos de venda que, por impulso (ou quem sabe por necessidade), acabam adquirindo outros itens, muitas vezes pelas condições de financiamento e, é claro, pelos bons vendedores.</p>
<p>Falando da vertente 2, onde o BRASIL está se preparando para sediar a COPA de 2014, além da movimentação de mercado já descrita, o país vai precisar se organizar em vários aspectos para sediar tal evento. É preciso melhorar os serviços de hotelaria, urbanismo, transportes, segurança, telecomunicações, dentre muitos outros e, em consequência desses fatores, aumentam as vagas de trabalho, o que acarreta em mais&#8230;base tecnológica. Como resultado natural, temos mais dados sendo transmitidos, mais impressão, mais computadores, mais servidores, mais cabeamento, mais computadores. E põe mais nisso. O ritmo só vai acelerar.</p>
<p>Um simples exemplo: imagine você como um provedor de serviços para um escritório de engenharia. Agora pense em uma mini estrutura de trabalho – computador, impressora, telefone e internet. Equipamentos básicos. É impossível pensar em trabalhar sem estes componentes. Eles passaram de necessidade à obrigação. Agora pense em empresas maiores. Esse é o movimento gigantesco em prol da estruturação correta que o BRASIL busca para fazer uma COPA com sucesso.</p>
<p>Estamos em 2010 e a copa não é aqui. Mesmo assim, as empresas, dos mais variados segmentos, se movimentam em prol de prover mais serviços para a sociedade. Voltando ao setor da tecnologia, primordial em tempos como esse, estar estruturado não é apenas uma forma para diversificar, mas para crescer mais. A demanda aumenta e, consequentemente, a oferta também.</p>
<p>Um mercado imenso se movimenta para disponibilizar produtos da mais alta tecnologia a fim de abastecer a população. Do fabricante, passando pelo distribuidor ao canal de venda, que precisa ter opções ao consumidor. Os fanáticos investem, o varejo comemora com o volume de vendas, que aumenta de forma significativa. Estar preparado não é manter estoque, é ampliar para conquistar consumidores ávidos por tecnologia. É um momento único, que merece investimento para obtenção do lucro.</p>
<p>Como diria um amigo, o BRASIL ainda é um “adolescente” em termos tecnológicos, com muito potencial e mercado para crescer. Como no futebol, agora é a hora de montar a base, conquistar e fidelizar, garantir treinamento e educação. A próxima geração certamente vai usufruir das transformações positivas causadas por este grandioso e inesquecível momento. Basta fazer no momento certo.</p>
<p><em><strong>*Bruno Coelho</strong></em> é Gerente de Marketing da AGIS, uma das principais distribuidoras de TI e Telecom do país.</p>
<div class="gmail_quote">
<div></div>
</div>
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		<title>Inscreva-se para o Desafio Brasil de Empreendedorismo 2010</title>
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		<pubDate>Wed, 02 Jun 2010 18:35:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Profissionais TI</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Intel]]></category>
		<category><![CDATA[TI]]></category>

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		<description><![CDATA[O Desafio Brasil de Empreendedorismo 2010 &#8211; competição que reúne start-ups, empresas jovens, embrionárias ou recém-criadas de base tecnológica, organizado pela Fundação Getúlio Vargas e pela Intel, tem suas inscrições encerradas no próximo dia 08 de Junho.

No Desafio Brasil, os participantes ganham monitoria e aconselhamento de profissionais do mercado para ajudá-los a elaborar seus planos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h4><span style="font-weight: normal;">O Desafio Brasil de Empreendedorismo 2010 &#8211; competição que reúne start-ups, empresas jovens, embrionárias ou recém-criadas de base tecnológica, organizado pela Fundação Getúlio Vargas e pela Intel, tem suas inscrições encerradas no próximo dia 08 de Junho.</span></h4>
<div>
<p>No Desafio Brasil, os participantes ganham monitoria e aconselhamento de profissionais do mercado para ajudá-los a elaborar seus planos de negócios e pitch para investidores. Os melhores projetos classificam-se para a fase América Latina, onde concorrerão contra projetos da Argentina, Chile, Colômbia, Costa Rica, México, Peru e Uruguai. Os vencedores do fase América Latina participam então da final mundial em Berkeley, Califórnia, e terão a chance de apresentar seus projetos para investidores e grandes empresas do Vale do Silício, além de premiações em dinheiro.</p>
<p>Este ano, o Desafio Brasil acontece em oito praças: São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Salvador, Recife, Florianópolis, Curitiba e Rio Grande do Sul. Podem participar empresas baseadas em inovação tecnológica, recentemente constituída ou em fase de estruturação, que tenham um plano de negócios estabelecido.</p>
<p>Para participar, os interessados devem inscrever-se pelo site www.desafiobrasil2010.com. Para a inscrição, é necessário enviar um Sumário Executivo de até três páginas sobre o projeto, mais um elevator-pitch em vídeo de um minuto.</p>
<p><strong>Serviço:</strong></p>
<p><strong> </strong><strong>Como se inscrever?<br />
</strong>Basta enviar um Sumário Executivo com a descrição de sua startup e/ou de seu projeto, em até 3 páginas. Ao final do documento deverá ser adicionado um link (Youtube ou Vimeo) para o video pitch (breve vídeo de 1 minuto). www.desafiobrasil2010.com</p>
<p><strong>Até quando?<br />
</strong>As inscrições serão admitidas até 08 de Junho as 23:59. Corra que ainda dá tempo!</p>
<p><strong>O que eu ganho? </strong><br />
Você receberá um feed back de profissionais da indústria de Venture Capital sobre seu projeto. Caso ele seja aprovado, você será mentoriado por profissionais que terão pleno conhecimento sobre sua área. Além da parte qualitativa, você terá visibilidade internacional em uma competição extremamente profissional. Mais de R$ 70 mil em prêmios, horas de assessoria Jurídica, horas de Consultoria e uma rede de network muito valiosa!</p>
<p>Mais informações: <a href="http://www.desafiobrasil2010.com " target="_blank">www.desafiobrasil2010.com</a></p>
</div>
<div><strong>Fonte: Intel Brasil</strong> | 1/6/2010 | 16:22</div>
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		</item>
		<item>
		<title>Oracle anuncia a última versão do MySQL Enterprise</title>
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		<pubDate>Mon, 31 May 2010 11:00:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Profissionais TI</dc:creator>
				<category><![CDATA[Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[MySQL]]></category>
		<category><![CDATA[Oracle]]></category>

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		<description><![CDATA[Continuando seu investimento no MySQL, a Oracle acaba de anunciar a disponibilidade da última versão do MySQL Enterprise, uma abrangente oferta que inclui suporte ao produto, ferramentas de monitoramento e software de banco de dados do MySQL.
Um dos principais componentes dessa versão é o MySQL Enterprise Monitor 2.2, com monitoramento avançado do desempenho das consultas, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Continuando seu investimento no MySQL, a Oracle acaba de anunciar a disponibilidade da última versão do MySQL Enterprise, uma abrangente oferta que inclui suporte ao produto, ferramentas de monitoramento e software de banco de dados do MySQL.</p>
<p>Um dos principais componentes dessa versão é o MySQL Enterprise Monitor 2.2, com monitoramento avançado do desempenho das consultas, segurança aprimorada e integração mais ágil com o MySQL Support.</p>
<p>O MySQL Enterprise Monitor ajuda as organizações a gerenciar os servidores MySQL com maior eficácia, bem como a reduzir o downtime, identificando os problemas sem causar paralisações dispendiosas.</p>
<p><strong>Desempenho aprimorado </strong></p>
<p>O MySQL Enterprise Monitor 2.2 apresenta aprimoramentos na coleta, pesquisa e visualização dos dados referentes ao desempenho das consultas, permitindo que os desenvolvedores filtrem e analisem padrões que possam prejudicar os principais recursos do sistema. Os novos recursos incluem:</p>
<ul>
<li>query Analyzer Execution Notices – identificam dificuldades nas consultas para que desenvolvedores e DBAs (administradores de bancos de dados, em português) encontrem e corrijam problemas de desempenho com rapidez;</li>
<li>MySQL Enterprise Connector Plug-ins – plug-ins para o conector de um aplicativo já instalado permitem que os usuários reúnam e enviem os dados relacionados ao desempenho e à SQL ao analisador de consultas.  Além disso, os usuários podem rastrear os erros e avisos de SQL, os tempos de resposta aos usuários, além consultar contas e tempos de execução. Com um único clique, podem navegar diretamente para a consulta com problemas no código fonte.</li>
</ul>
<p><strong>Administração simplificada, segurança e integração ajudam a reduzir os custos </strong></p>
<p>O MySQL Enterprise Monitor 2.2 ajuda a reduzir os custos e aumentar a eficiência, graças às ferramentas baseadas em GUI (interface gráfica do usuário) que monitoram continuamente o banco de dados do MySQL e ajudam os desenvolvedores a implementar as melhores práticas desse sistema.</p>
<div>
</div>
<div>Os avanços incluem:</p>
<ul>
<li>user and security model – integra-se com a atual autenticação de LDAP e modelos de segurança comumente aceitos;</li>
<li>integration with MySQL Support – elimina o que os DBAs gastam examinando em detalhes os diagnósticos mais comuns, necessários para resolver falhas;</li>
<li>advisor rules and graphs – oferecem aos desenvolvedores maior visibilidade e recursos para gerenciar todos os servidores MySQL e permitem que implementem as melhores práticas relacionadas à administração, atualizações, desempenho do esquema e segurança;</li>
<li>usability enhancements – para que DBAs possam dedicar mais tempo ao monitoramento e ajuste dos aplicativos e bancos de dados e percam menos tempo gerenciando e administrando as ferramentas manualmente.</li>
</ul>
</div>
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		<item>
		<title>Conferência da IDC mostra importância de TI e Telecom no Governo brasileiro</title>
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		<pubDate>Fri, 28 May 2010 12:56:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Profissionais TI</dc:creator>
				<category><![CDATA[Governo]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Telecom]]></category>
		<category><![CDATA[brasil]]></category>
		<category><![CDATA[IDC]]></category>
		<category><![CDATA[TI]]></category>

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O Brasil é o sétimo maior consumidor de TIC (Tecnologia da Informação e Comunicação) do mundo, mas para chegar a uma posição melhor até 2014 é preciso ter um plano de governo que deve começar com o estabelecimento de metas ousadas. Essa é uma das conclusões da conferência sobre as tendências de TI e Telecom [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="gmail_quote">
<div>
<div>O Brasil é o sétimo maior consumidor de TIC (Tecnologia da Informação e Comunicação) do mundo, mas para chegar a uma posição melhor até 2014 é preciso ter um plano de governo que deve começar com o estabelecimento de metas ousadas. Essa é uma das conclusões da conferência sobre as tendências de TI e Telecom no Governo brasileiro que a IDC Brasil, líder em inteligência de mercado, consultoria e eventos para as indústrias de Tecnologia da Informação e Telecomunicações, acaba de realizar.</p>
<p>“Os Países que desejam prosperar devem ter um objetivo definido para as áreas de TI e Telecom. Temos como exemplo de sucesso a Índia, que elaborou uma estratégia refinada e tornou-se líder na prestação de serviços tecnológicos de processos na modalidade offshore e é responsável por mais da metade das exportações de serviços de TI do mundo, gerando milhares de empregos”, declara Mauro Peres, country manager da IDC Brasil.</p>
<p>Para um bom plano de TIC no Governo é necessário que as metas sejam elaboradas de acordo com quatro pilares O primeiro ponto seria melhorar a eficiência interna e produtividade, por meio do investimento em conceitos e ferramentas como Computação em Nuvem, Virtualização e Terceirização. TIC como ferramenta para promover melhores serviços aos cidadãos é o segundo fator mostrado por Peres. Dentro desse contexto, é necessário investir em recursos e tecnologias como o governo 2.0, BI, redes sociais, digitalização e integração do governo com a nova geração de cidadãos.</p>
<p>Outro dado importante é o uso da TIC para aumentar a produtividade e a competitividade do País, por meio da inclusão digital, mobilidade e banda larga, entre outros elementos. Segundo o executivo, estima-se que existiam mais de 32 milhões de conexões de banda larga na América Latina, em 2009. O Brasil tem 5,98% de conexão e está abaixo de Países como Argentina 10,0% e Uruguai 9,97%.</p>
<p>O ultimo pilar são as Políticas de Desenvolvimento da Indústria de TIC, que englobam questões como regulamentação, terceirização e pesquisa e desenvolvimento, além de créditos e incentivos fiscais para os fornecedores. “Em 2010 haverá eleições no Brasil e os principais partidos estão elaborando os seus programas para as diversas áreas. É importante que cada grupo invista bastante tempo para a criação de um bom plano, começando por estabelecer algumas metas para o País envolvendo as tecnologias da informação”, completa o country manager da IDC Brasil.</p>
<p>Dada a importância das áreas de TI e Telecom para o desenvolvimento do País nos próximos anos, a IDC preparou algumas metas ousadas que poderiam ser estabelecidas pelo Governo. Para Mauro Peres seria importante definir em quais áreas o Brasil deverá ter uma posição de liderança em termos de inovação e de propriedade intelectual. Além disso, o próximo Governo deverá se preocupar com a estrutura em relação a TIC para sediar a Copa do Mundo e as Olimpíadas não somente para evitar um vexame, mas para que os investimentos realizados tragam benefício a longo prazo para o País e que não sirvam apenas para os eventos em si.</p>
<p>Entre as metas traçadas estão:</p>
<table style="border-collapse: collapse;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody></tbody>
<tbody>
<tr>
<td style="width: 149.6pt; border: solid windowtext 1.0pt; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt;" width="199" valign="top">
<p class="MsoNormal" style="margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"><strong><span style="font-family: Arial; font-size: x-small;"><span style="font-size: 10.0pt; font-weight: bold;">Assunto</span></span></strong></p>
</td>
<td style="width: 149.65pt; border: solid windowtext 1.0pt; border-left: none; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt;" width="200" valign="top">
<p class="MsoNormal" style="margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"><strong><span style="font-family: Arial; font-size: x-small;"><span style="font-size: 10.0pt; font-weight: bold;">Atualmente</span></span></strong></p>
</td>
<td style="width: 149.65pt; border: solid windowtext 1.0pt; border-left: none; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt;" width="200" valign="top">
<p class="MsoNormal" style="margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"><strong><span style="font-family: Arial; font-size: x-small;"><span style="font-size: 10.0pt; font-weight: bold;">Em 2014</span></span></strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="width: 149.6pt; border: solid windowtext 1.0pt; border-top: none; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt;" width="199" valign="top">
<p class="MsoNormal" style="margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"><span style="font-family: Arial; font-size: x-small;"><span style="font-size: 10.0pt;">Penetração de banda larga</span></span></p>
</td>
<td style="width: 149.65pt; border-top: none; border-left: none; border-bottom: solid windowtext 1.0pt; border-right: solid windowtext 1.0pt; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt;" width="200" valign="top">
<p class="MsoNormal" style="margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"><span style="font-family: Arial; font-size: x-small;"><span style="font-size: 10.0pt;">6%</span></span></p>
</td>
<td style="width: 149.65pt; border-top: none; border-left: none; border-bottom: solid windowtext 1.0pt; border-right: solid windowtext 1.0pt; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt;" width="200" valign="top">
<p class="MsoNormal" style="margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"><span style="font-family: Arial; font-size: x-small;"><span style="font-size: 10.0pt;">30%</span></span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="width: 149.6pt; border: solid windowtext 1.0pt; border-top: none; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt;" width="199" valign="top">
<p class="MsoNormal" style="margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"><span style="font-family: Arial; font-size: x-small;"><span style="font-size: 10.0pt;">Exportação de serviços de TI</span></span></p>
</td>
<td style="width: 149.65pt; border-top: none; border-left: none; border-bottom: solid windowtext 1.0pt; border-right: solid windowtext 1.0pt; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt;" width="200" valign="top">
<p class="MsoNormal" style="margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"><span style="font-family: Arial; font-size: x-small;"><span style="font-size: 10.0pt;">R$ 4 bilhões</span></span></p>
</td>
<td style="width: 149.65pt; border-top: none; border-left: none; border-bottom: solid windowtext 1.0pt; border-right: solid windowtext 1.0pt; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt;" width="200" valign="top">
<p class="MsoNormal" style="margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"><span style="font-family: Arial; font-size: x-small;"><span style="font-size: 10.0pt;">R$ 13 bilhões</span></span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="width: 149.6pt; border: solid windowtext 1.0pt; border-top: none; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt;" width="199" valign="top">
<p class="MsoNormal" style="margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"><span style="font-family: Arial; font-size: x-small;"><span style="font-size: 10.0pt;">Défict no setor de TIC</span></span></p>
</td>
<td style="width: 149.65pt; border-top: none; border-left: none; border-bottom: solid windowtext 1.0pt; border-right: solid windowtext 1.0pt; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt;" width="200" valign="top">
<p class="MsoNormal" style="margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"><span style="font-family: Arial; font-size: x-small;"><span style="font-size: 10.0pt;">1.4% do PIB</span></span></p>
</td>
<td style="width: 149.65pt; border-top: none; border-left: none; border-bottom: solid windowtext 1.0pt; border-right: solid windowtext 1.0pt; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt;" width="200" valign="top">
<p class="MsoNormal" style="margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"><span style="font-family: Arial; font-size: x-small;"><span style="font-size: 10.0pt;">0% do PIB</span></span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="width: 149.6pt; border: solid windowtext 1.0pt; border-top: none; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt;" width="199" valign="top">
<p class="MsoNormal" style="margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"><span style="font-family: Arial; font-size: x-small;"><span style="font-size: 10.0pt;">Patentes</span></span></p>
</td>
<td style="width: 149.65pt; border-top: none; border-left: none; border-bottom: solid windowtext 1.0pt; border-right: solid windowtext 1.0pt; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt;" width="200" valign="top">
<p class="MsoNormal" style="margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"><span style="font-family: Arial; font-size: x-small;"><span style="font-size: 10.0pt;">24º posição mundial</span></span></p>
</td>
<td style="width: 149.65pt; border-top: none; border-left: none; border-bottom: solid windowtext 1.0pt; border-right: solid windowtext 1.0pt; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt;" width="200" valign="top">
<p class="MsoNormal" style="margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"><span style="font-family: Arial; font-size: x-small;"><span style="font-size: 10.0pt;">12º posição mundial</span></span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="width: 149.6pt; border: solid windowtext 1.0pt; border-top: none; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt;" width="199" valign="top">
<p class="MsoNormal" style="margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"><span style="font-family: Arial; font-size: x-small;"><span style="font-size: 10.0pt;">Empresas nacionais de TI com<br />
faturamento acima de R$ 1 bilhão</span></span></p>
</td>
<td style="width: 149.65pt; border-top: none; border-left: none; border-bottom: solid windowtext 1.0pt; border-right: solid windowtext 1.0pt; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt;" width="200" valign="top">
<p class="MsoNormal" style="margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"><span style="font-family: Arial; font-size: x-small;"><span style="font-size: 10.0pt;">4</span></span></p>
</td>
<td style="width: 149.65pt; border-top: none; border-left: none; border-bottom: solid windowtext 1.0pt; border-right: solid windowtext 1.0pt; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt;" width="200" valign="top">
<p class="MsoNormal" style="margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"><span style="font-family: Arial; font-size: x-small;"><span style="font-size: 10.0pt;">10</span></span></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
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<p><strong>Fonte:</strong> Rosa Arrais Comunicação</p>
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