<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Profissionais TI - Pra quem respira informação &#187; Mercado</title>
	<atom:link href="http://www.profissionaisti.com.br/category/mercado/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.profissionaisti.com.br</link>
	<description>Pra quem respira informação</description>
	<lastBuildDate>Fri, 10 Feb 2012 16:02:41 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.2.1</generator>
		<item>
		<title>Gestão de pessoas: errar é comum para as empresas nesse mundo em constante processo de transição de gerações</title>
		<link>http://www.profissionaisti.com.br/2012/02/gestao-de-pessoas-errar-e-comum-para-as-empresas-nesse-mundo-em-constante-processo-de-transicao-de-geracoes/</link>
		<comments>http://www.profissionaisti.com.br/2012/02/gestao-de-pessoas-errar-e-comum-para-as-empresas-nesse-mundo-em-constante-processo-de-transicao-de-geracoes/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 10 Feb 2012 11:28:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiz Castro Junior</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Equipe]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão]]></category>
		<category><![CDATA[Pessoas]]></category>
		<category><![CDATA[TI]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.profissionaisti.com.br/?p=20835</guid>
		<description><![CDATA[Sabe aqueles momentos que um sinal amarelo fica acesso em nossa cabeça avisando para ter cuidado e mesmo assim cometemos erros repetidas vezes? É disso que quero tratar hoje, infelizmente, por mais óbvio que pareça, continuamos errando em coisas básicas. Uma frase que ouvi de uma pessoa muito sábia e que levo comigo cairia perfeitamente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Sabe aqueles momentos que um sinal amarelo fica acesso em nossa cabeça avisando para ter cuidado e mesmo assim cometemos erros repetidas vezes? É disso que quero tratar hoje, infelizmente, por mais óbvio que pareça, continuamos errando em coisas básicas.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma frase que ouvi de uma pessoa muito sábia e que levo comigo cairia perfeitamente no tema: &#8220;Um pedido de desculpas ou um xingamento no momento do erro não ameniza em nada a consequência do erro&#8221; – Isso é pura verdade, enfrentar os desafios que surgem depois do erro não é o que devemos evitar, mas sim o próprio erro.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Vamos aos erros na Gestão de pessoas</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Eu preferi colocar esse como um dos piores problemas a serem geridos dentro da empresa pelo fato de que quando se trata de relações humanas, é algo complexo de acertar o ponto ideal. Veja:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Se você é rude, logo tem inimizades.</li>
<li>Se você é simpático demais, logo é taxado como trouxa.</li>
<li>Se você é liberal, fica como sendo imaturo.</li>
<li>Se você é centralizador, fica como tendo um gestão 1985.</li>
</ul>
<div style="text-align: justify;">
<p>Mas isso é só o começo, porque se você observar os quatro modelos tenho certeza que a maioria vai preferir ser o simpático, afinal aparentar trouxa não quer dizer que é trouxa e é mais fácil de provar o contrário, mesmo assim no momento extremo de simpatia você abre espaço para os puxa-sacos de plantão, sem querer permite que se instale um ambiente de confusão, afinal de contas em ambientes onde existem puxa-sacos nunca se tem uma qualidade de vivencia profissional.</p>
<p>Logo você opta por ser liberal, afinal imaturidade se prova o contrário com o tempo, &#8220;sou jovem – porque não tentar ser liberal?&#8221;, mas existe o &#8220;porém&#8221;…  Ao ser liberal você está se posicionando de forma irreversível, ou seja, caso algum erro de gestão de pessoas aconteça e você tente assumir o controle com rédeas mais curtas o caos se instaura definitivamente. A liberdade excessiva dá espaço a libertinagem, uma coisa que não tem nada a ver com liberdade. Cuidado, porque tentar aplicar uma gestão geração ‘Y’ nem sempre dá certo. Mesmo com a geração ‘Y’ &#8211; na verdade diria que principalmente com ela – a falta de regras e ansiedade são características negativas que anulam qualquer outra positiva que tenha essa geração – eu faço parte dessa, mas não me considero “Y”.</p>
<p>Restando dois modelos, por eliminação creio que iríamos para o modelo centralizador, afinal, melhor ser antiquado do que rude não é mesmo? Em uma era onde ser social é um fator de qualidade emocional e muito valioso acabamos por recusar a antipatia – o que não é errado. Mesmo assim o centralizador acaba por enfrentar problemas inversos do liberal, acaba por criar para si toda uma atenção desnecessária e uma carga de responsabilidade enorme.Se no modelo anterior a responsabilidade era coisa nula, neste a responsabilidade é visível e completamente imutável, já que centraliza em uma ou um pequeno grupo de pessoas. Além de ter que se responsabilizar por tudo, tanto fracasso como o sucesso, a gestão centralizadora inibe o processo criativo, não permite a inovação e tão pouco dá espaço para o real crescimento profissional, isso tudo leva a alta rotatividade de funcionários. Para empresas é um grande volume de dinheiro jogado fora com treinamentos e despesas pós quebra de contrato e também desacelera o <a href="http://www.profissionaisti.com.br/category/desenvolvimento/">desenvolvimento</a> de projetos e serviços pelo fato de que peças indispensáveis são facilmente removidas pela concorrência que oferece melhores condições de trabalho, ou seja, seus funcionários sempre terão em mente a possibilidade de ir para outra empresa.</p>
<p>Restou-nos a Gestão Rude, antipática, inflexível. Pode até não ser centralizadora, porém, é visivelmente pelo motivo de gerar riqueza para empresa e não pelo fato de amadurecer o profissionalismo dos funcionários, é a gestão que deixa claro: &#8220;Você é pago para gerar valor e riqueza para a empresa, porém, é descartável&#8221;. É o modelo de gestão que afronta, que desencoraja, que menospreza, que suga a vitalidade da equipe e essa por fim acaba também indo embora com uma velocidade muito superior a qualquer outro modelo frágil de gestão. Afinal, ninguém gosta de trabalhar para um idiota – lembrando um livro que ainda não li, mas me causa curiosidade pelo título.</p>
<p>Parece infantil falar de um tema tão lógico, parece até mesmo que é uma falta de respeito com o tempo de vocês ao lerem até aqui, porém não é. Veja que se você refletir bem muitas das características desses modelos aqui apresentados estão no seu modelo de gestão.</p>
<p>Vale sempre se perguntar – Será que eu estou conseguindo fazer o meu trabalho como gestor, trabalho esse que é inspirar, dar atenção, nortear, dar qualidade para o trabalho, qualidade para realização do trabalho, enfim, será que estou extraindo da minha equipe a melhor performance sem sugar a vitalidade dos mesmos?</p>
<p>Eu já tive a oportunidade de estar na gestão de equipes, confesso que já passei de rude a centralizador e dali para simpático, mas consegui acordar antes de ter que passar pelo pesadelo de ser liberal, o que aconteceu é que percebi que o problema não era a equipe, era eu. As &#8220;laranjas podres&#8221; eu poderia retirar a qualquer momento, porém, eu não mudava e novamente acontecia a mesma coisa, a questão é que sempre falta uma moderação. Viver de gestões de extremos não adianta em nada, ou você consegue ter uma equipe desmotivada ou uma equipe exausta. A equipe, por melhor e mais graduada que seja, tende a seguir o mesmo caminho da gestão – os extremos.</p>
<p>A melhor forma de gestão é a moderação, seja rude para cobrar resultados, ser rígido apenas nas metas, deixar claro onde tem que ser melhorado e o que tem que ser feito para atingir os resultados. Seja simpático para motivar, dizer bom dia do menor posto de trabalho até seu diretor ou seu gerente, não importa quem seja, sempre terá na ponta da língua coisas boas para falar de você se você permite que essas pessoas percebam seus pontos fortes, logo centralize apenas as informações que são de um grau de importância superior, permita acesso a dados que possam nortear o trabalho dos demais, inspire e seja positivo ao receber novas propostas, ideias, inovações, dê espaço e invista em ideias diferentes geradas pelos seus funcionários. Seja liberal para os momentos de lazer, conversas, alimentação – com a rigidez das metas que já comentei acima isso faz com que não vire libertinagem, somente uma liberdade gostosa para o melhor aproveitamento do dia de trabalho. Por fim, seja capaz de unir todas essas pessoas de forma que sintam-se importantes.</p>
<p>O nome do cargo não vale nada se a pessoa não tem a honra de fazer jus a ele, ser gerente não quer dizer que você tem o respeito da sua equipe, pelo contrário, quantos de nós por várias vezes já viu uma equipe contra seu gerente? Muitos, por isso a melhor forma de ser reconhecido como gerente, como gestor, é deixar o crachá de lado e arregaçar a manga, faça parte do trabalho, inspire, dê pausas no meio do trabalho para jogar conversa fora (de forma controlada, é claro), crie um vinculo a ponto de que mesmo sem o crachá todos te reconheçam como líder nato e não somente como alguém a ser tirado do posto.</p>
<p>A coisa mais triste é ser respeitado somente pela idade, pelo posto, pela cara feia, por medo, enfim, não ser respeitado pela honra, pela ética, pela capacidade de inspirar.</p>
<p>Lidar com pessoas não é fácil, porque a resposta nem sempre está na frente dos olhos, mas atrás deles – Se você mudar para melhor, sua equipe mudará com você.</p>
<p>Sucesso a todos, um forte abraço.</p>
<p>Aproveite para comentar e incluir sua experiência. O post foi criado para uma boa discussão organizada de opiniões, afim de aumentar a qualidade do conteúdo como também amadurecimento da ideia.</p>
</div>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.profissionaisti.com.br/2012/02/gestao-de-pessoas-errar-e-comum-para-as-empresas-nesse-mundo-em-constante-processo-de-transicao-de-geracoes/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Hierarquia é protocolo?</title>
		<link>http://www.profissionaisti.com.br/2012/02/hierarquia-e-protocolo/</link>
		<comments>http://www.profissionaisti.com.br/2012/02/hierarquia-e-protocolo/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 07 Feb 2012 15:05:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos Eduardo Bier</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Equipe]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão]]></category>
		<category><![CDATA[TI]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.profissionaisti.com.br/?p=20888</guid>
		<description><![CDATA[Que todas as empresas seguem um nível hierárquico todos nós sabemos, porém, o que realmente se define por esse nível? Existe o ditado que diz &#8220;a corda sempre arrebenta do lado mais fraco&#8221; e isso não é mentira, ainda mais quando tratamos de corporativismo. Vamos, através desse pequeno texto, levantar uma questão que influência diretamente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="alignright size-full wp-image-20928" style="margin-left: 5px; margin-right: 5px;" title="hierarquia-equipe" src="http://www.profissionaisti.com.br/wp-content/uploads/2012/02/hierarquia-equipe.jpg" alt="" width="234" height="243" />Que todas as empresas seguem um nível hierárquico todos nós sabemos, porém, o que realmente se define por esse nível?</p>
<p style="text-align: justify;">Existe o ditado que diz &#8220;a corda sempre arrebenta do lado mais fraco&#8221; e isso não é mentira, ainda mais quando tratamos de corporativismo. Vamos, através desse pequeno texto, levantar uma questão que influência diretamente na produtividade dos profissionais: o reconhecimento.</p>
<p style="text-align: justify;">Primeiramente analisemos um fato considerado &#8220;normal&#8221; no interior da maioria das organizações: a contratação de pessoal externo para exercer funções a nível de coordenação e gestão.</p>
<p style="text-align: justify;">Teorias motivacionais já comprovaram que o ser humano precisa ser reconhecido no que faz para que possa entrar em um ciclo de auto-motivação e consequentemente aumento de produção. Não existindo motivação a consequente queda de produção é certa.</p>
<p style="text-align: justify;">Em um quadro onde profissionais se dedicam com o intuito de angariarem novas experiências e cargos, como se sentem eles sabendo que o nível acima é preenchido por membros externos? E as possibilidades de ascensão, onde ficam? Ainda não bastasse, existe ai uma incoerência na cobrança de responsabilidades, onde erros de profissionais da camada mais baixa da pirâmide são vistos e tratados prontamente, as vezes sendo eles responsáveis diretos por atividades que deveriam ser revistas e aprovadas pelo seu superior direto. E a hierarquia, onde fica? Somente para definir o status financeiro ou cases de sucesso?</p>
<p style="text-align: justify;">Na pratica é assim que funciona: <span style="text-decoration: underline;">atividade de sucesso = gestor eficiente, fracasso = equipe incompetente.</span></p>
<p style="text-align: justify;">Acho que todos devem ser cobrados e reconhecidos de acordo com seu nível hierárquico, precisamos ponderar a pressão exercida sobre a equipe e visualizar o gestor como um escudo, seja em momentos de sucesso ou fracasso, que cada um assuma seu papel de acordo com o grau de confiança nele depositado. Se é gestor, então responda pela equipe, assuma seu papel.</p>
<p style="text-align: justify;">Em um próximo post, ainda no quesito reconhecimento, abordaremos a disparidade existente na questão salarial.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>&#8220;A motivação é individual e temporal, ninguém motiva ninguém! É possível criar condições e disponibilizar ferramentas que favoreçam a auto-motivação do indivíduo&#8221;</em></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.profissionaisti.com.br/2012/02/hierarquia-e-protocolo/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>2012: aliando educação e tecnologia</title>
		<link>http://www.profissionaisti.com.br/2012/02/2012-aliando-educacao-e-tecnologia/</link>
		<comments>http://www.profissionaisti.com.br/2012/02/2012-aliando-educacao-e-tecnologia/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 06 Feb 2012 21:41:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Profissionais TI</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[2012]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.profissionaisti.com.br/?p=20912</guid>
		<description><![CDATA[Que a educação e a tecnologia devem caminhar unidas, ninguém mais duvida. No entanto, ainda temos uma grande distância no país entre o que é feito e o que deveria ser feito. O “gap” entre educação e tecnologia ainda é quase um abismo. O governo aos poucos começa a se mobilizar, e disponibiliza pequenas salas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Que a educação e a tecnologia devem caminhar unidas, ninguém mais duvida. No entanto, ainda temos uma grande distância no país entre o que é feito e o que deveria ser feito.</p>
<p style="text-align: justify;">O “gap” entre educação e tecnologia ainda é quase um abismo. O governo aos poucos começa a se mobilizar, e disponibiliza pequenas salas de informática e equipamentos para os professores. Já a iniciativa privada se movimenta bastante, traz soluções integradas, conteúdo agregado, capacitação, entre outras formas de promover acessibilidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas a maior procura em acabar com essa assombrosa distância vem do próprio consumidor. Assíduos ou não por tecnologia, os pais, alunos e professores sabem que a união entre computadores, livros e sala de aula é a melhor forma de alavancar a sociedade e assim construir um futuro próspero, bem alicerçado entre educação e tecnologia.</p>
<p style="text-align: justify;">Então, para auxiliar os pais, alunos e professores a começarem o ano de 2012 promovendo a união desses dois pontos, separo abaixo algumas dicas:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>1. Conteúdo agregado:</strong> Antes de tudo, procure por uma máquina que lhe oferece algo mais do que simplesmente hardware. O consumidor precisa ver o que vem junto com o computador, quais são os programas embarcados, o que aquela máquina pode oferecer a ele, sem que ele tenha que pagar a mais por isso, comprando separadamente.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>2. Software educacional:</strong> Hoje existem verdadeiras plataformas educacionais que acompanham os computadores e notebooks. Esses softwares, que já vêm embarcados, levam aos usuários “enciclopédias”. É possível encontrar apostilas, cursos, livros digitais, entre milhares de outros conteúdos, todos voltados para auxiliar o dia-a-dia do conhecimento.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>3.  Identifique sua necessidade: </strong>Na hora de comprar o computador ou notebook, avalie qual será o verdadeiro uso. Se o cunho da utilização do equipamento for puramente para os estudos, a máquina não precisa ser de último modelo, o que facilita ainda mais o acesso aos equipamentos, possibilitando a maior aproximação entre a tecnologia e a educação.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>4. Com ou sem internet</strong>: Segundo dados recentes do Ibope Nielsen Online, o Brasil tornou-se o terceiro país do mundo com o maior número de internautas, somando 46,3 milhões de usuários ativos. Além disso, 77,8 milhões de brasileiros contam com acesso a web em qualquer ambiente (casas, trabalho, escolas, lan houses, entre outros lugares). No entanto, esse número ainda está aquém dos 190 milhões de brasileiros. Então, procure por plataformas educacionais que atuam 100% fora do ambiente online, levando a educação até aonde a internet não alcança.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>por <strong>Wladimir Benegas</strong>: Sócio Diretor da TSP, empresa que lançou o <a href="http://www.megaplaybox.com.br" target="_blank">Mega Play Box</a> – plataforma que traz conteúdo educacional, de entretenimento e cultura aos computadores de todo o Brasil<strong>.</strong></em></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.profissionaisti.com.br/2012/02/2012-aliando-educacao-e-tecnologia/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Quais os segmentos de mercado que serão destaque para os negócios em TI em 2012</title>
		<link>http://www.profissionaisti.com.br/2012/02/quais-os-segmentos-de-mercado-que-serao-destaque-para-os-negocios-em-ti-em-2012/</link>
		<comments>http://www.profissionaisti.com.br/2012/02/quais-os-segmentos-de-mercado-que-serao-destaque-para-os-negocios-em-ti-em-2012/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 06 Feb 2012 17:48:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Profissionais TI</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Papinho de TI]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[2012]]></category>
		<category><![CDATA[brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[TI]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.profissionaisti.com.br/?p=20908</guid>
		<description><![CDATA[E mais uma vez os relógios chegaram à meia noite de 31 de dezembro, assim, psicologicamente começamos um novo período e tecnicamente um novo ano. Esse truque do tempo para renovação das coisas está presente na vida do ser humano, seja pela existência do dia e da noite, do relógio de 12 horas, do calendário [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">E mais uma vez os relógios chegaram à meia noite de 31 de dezembro, assim, psicologicamente começamos um novo período e tecnicamente um novo ano.</p>
<p style="text-align: justify;">Esse truque do tempo para renovação das coisas está presente na vida do ser humano, seja pela existência do dia e da noite, do relógio de 12 horas, do calendário de dias, da semana, mês e ano.</p>
<p style="text-align: justify;">Desta forma, se espera que a vida seja renovada continuamente e assim as tarefas, metas e soluções aos problemas sejam parte de um ciclo que começa e termina após cada período, mesmo que o período seja de milésimos de segundos de um simples pensamento.</p>
<p style="text-align: justify;">Dias atrás estava observando a capa de uma conhecida publicação em revista de  circulação nacional, voltada ao segmento econômico/financeiro que dizia: “2011: O ano que não terminou”. Aquilo me chamou a atenção, pois todo ano sempre termina em 31/12, então, fui entender o que estavam dizendo.</p>
<p style="text-align: justify;">A notícia da capa referia-se ao problema da dívida soberana dos países da comunidade econômica européia, seus déficits monumentais e a incapacidade dos países da Zona do Euro em resolver o problema, que teve forte agravamento no início de 2011 e mesmo assim permaneceu se arrastando de forma bastante indefinida em 2012.</p>
<p style="text-align: justify;">Com essa indefinição entramos em 2012 com falta de previsibilidade. Esta condição é ruim para planejar os negócios de todos os segmentos da economia, em todas as regiões globalizadas do mundo e assim, temos uma situação “ímpar” a ser conduzida. Definir metas que provavelmente serão modificadas durante o ano, dependendo do rumo das reuniões e acordos a serem realizadas entre os países da União Européia, e que ditarão as regras do jogo, mesmo depois dele já ter começado.</p>
<h3 style="text-align: justify;">E o Brasil, como fica em meio a tudo isso?</h3>
<p style="text-align: justify;">Apesar de estarmos totalmente ligados aos acontecimentos das principais economias do mundo e estarmos neste momento desacelerando o ritmo de crescimento, sem ainda saber ao certo o piso da desaceleração, acredito que após um primeiro trimestre bastante incerto, assim que houver demonstração do rumo das principais economias do planeta, voltaremos a ser alvo de direcionamento dos investidores, e assim, voltaremos a nos surpreender com a dinâmica dos negócios em TI, fundamentais para o aumento da produtividade das pessoas e empresas.</p>
<p style="text-align: justify;">Neste cenário, baseado em informações e pesquisa realizada pelo IT DATA para a Abradisti no final de 2011, coloco a seguir segmentos que serão destaque em 2012:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Governo</strong>:</p>
<p style="text-align: justify;">2011 foi o primeiro ano de mandato das esferas federais e estaduais. Normalmente os investimentos em TI são postergados, principalmente em infraestrutura de TI. As aquisições de PCs, servidores, impressão, rede, etc, este ano foram bem abaixo em relação ao ano de 2010. Haverá um crescimento moderado nos investimentos em TI em 2012.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Prestação de serviços</strong>:</p>
<p style="text-align: justify;">O segmento de serviços, excluindo-se as empresas prestadoras de serviços financeiros e as de utilidades, conta com cerca de 2,1 milhões de empresas no Brasil, representando 57% do PIB brasileiro e constituindo o segmento que mais emprega no país, com aproximadamente 14,1 milhões de trabalhadores. Menos de três mil empresas deste segmento possuem mais de 500 funcionários. 99,5% possuem menos de 100 funcionários. O segmento de serviços é o que mais investe em TI, representando 24% do total. O IT Data estima que haverá um crescimento de 12% nos investimentos em 2012.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Indústria:</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Cerca de 45% das empresas inseridas nas 500 Maiores da Exame são do segmento industrial. O aumento dos investimentos em TI da indústria foi de apenas 6% em 2011, bem abaixo da média de outros segmentos. A desvalorização do Real é tida como fundamental para a recuperação da competitividade das empresas e aumento de exportações.</p>
<p style="text-align: justify;">Havia 537.650 empresas deste segmento em 2005. Cinco anos depois, houve uma queda significativa de 16%, apesar de todo aquecimento da economia brasileira. As maiores quedas vieram dos setores de calçados, têxtil, bens de capital e eletroeletrônico.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Finanças:</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O setor financeiro no Brasil é composto por 155 bancos, sendo 130 múltiplos e 25 comerciais. Ao todo, estes bancos possuem 20.088 agências espalhadas em todo o território nacional. Eles geram mais de 450 mil empregos diretos. Cinco bancos (Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, Santander, Itaú e Bradesco) representam 80% dos investimentos em TI do setor.</p>
<p style="text-align: justify;">Outro setor importante no segmento financeiro é o de seguros, que emprega 60 mil pessoas. Há também o mesmo tipo de concentração neste setor; Itaú e Bradesco representam boa parte dos investimentos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Comércio:</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O segmento faturou R$ 1,6 trilhão em 2010, com crescimento de 11% em comparação ao ano anterior. Foi o quarto maior crescimento mundial. A maioria das empresas do comércio varejista é de pequeno porte. Apenas 0,4% possuem mais de 100 funcionários. Apenas 1.472 empresas possuem mais de 500 funcionários.</p>
<p style="text-align: justify;">O número de novos estabelecimentos comerciais vem crescendo a uma taxa de 5% ao ano nos últimos cinco anos. A única exceção são os supermercados, onde está havendo um aumento de concentração.</p>
<p style="text-align: justify;">A estimativa do IT Data é que os investimentos em TI no segmento comércio crescerão 15% em 2011 e há excelentes perspectivas para 2012.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Óleo, gás e mineração</strong>:</p>
<p style="text-align: justify;">Os investimentos em TI deste segmento vêm crescendo acima da média do mercado nos últimos cinco anos, mas ele não é representativo no total do mercado (4%). Este é um segmento com enorme concentração em empresas como Petrobrás, Vale do Rio Doce, Votorantim, etc.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Agrobusines:</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O segmento emprega 18 milhões de pessoas, mas apenas 3,2 milhões são permanentes. Isto explica porque, apesar de ser tão importante para o país, o segmento é pouco representativo nos investimentos em TI, apenas 2% do total.</p>
<p style="text-align: justify;">O agronegócio tem participação de mais de 50% do PIB de estados como</p>
<p style="text-align: justify;">Goiás, Mato Grosso e Santa Catarina.</p>
<p style="text-align: justify;">Com o aumento de consumo de alimentos em países como a China e Índia, os preços dos alimentos só tendem a crescer. Isto já foi visto em 2010 e 2011 e a tendência é de um maior aumento em 2012, devido às mudanças climáticas e desastres naturais de alguns países produtores de alimentos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Utilidades:</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O segmento de utilidades é formado por empresas de saneamento básico, limpeza urbana,  geração e distribuição de energia.</p>
<p style="text-align: justify;">Este segmento representa 3% dos investimentos em TI, mas é o que mais vem crescendo nos últimos cinco anos, com taxa média de 15%. O principal setor deste segmento são as empresas de geração e distribuição de energia.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Segmento Doméstico:</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A situação econômica brasileira está favorável para o consumo das pessoas físicas. O desemprego no Brasil ficou em 5,8% em outubro, menor taxa desde 2002, caracterizando o que os economistas chamam de pleno emprego. A renda média do brasileiro está estabilizada nos últimos meses em R$1.607,00.</p>
<p style="text-align: justify;">O IBGE divulgou que o número de residências com PCs saltou de 10% em</p>
<p style="text-align: justify;">2000 para 38,3% em 2010. A IT Data estima que este percentual atingirá 41% ao final de 2011.</p>
<p style="text-align: justify;">O segmento doméstico ou pessoa física vem experimentando um aumento de compras de produtos de tecnologia nos últimos sete anos devido a queda constante dos preços dos produtos tecnológicos. Em 2011, este segmento representou 62% das compras de PCs e 92% dos tablets.</p>
<p style="text-align: justify;">A IT Data estima que as pessoas físicas gastarão 14,7 bilhões com TI m 2011 e a previsão para 2012 é de aumento de 13%.</p>
<p style="text-align: justify;">Diante disso, a perspectiva média de crescimento do mercado de TI no Brasil para 2012 situa-se entre 7% e 10%, o que certamente ficará acima da média mundial, demonstrando mais uma vez grande oportunidade ao canal de distribuição para a continuidade do desenvolvimento dos negócios no país e assim afirmar ainda mais sua importância e relevância para o setor.</p>
<p style="text-align: justify;">Para aproveitar a oportunidade que se desenha, distribuidores e revendedores precisam seguir investindo fortemente em capacitação de suas equipes e aproveitar o momento de incerteza do primeiro trimestre para se preparar para demanda dos próximos trimestres e então fechar o ano de 2012 com prosperidade e fôlego para os próximos anos.</p>
<p style="text-align: justify;">Fechando assim o ciclo do tempo com a certeza da tarefa cumprida e a visão clara dos ciclos que virão.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>por <strong>Marco Antonio Chiquie</strong>: Diretor da ABRADISTI, Associação Brasileira de Distribuidores de TI</em></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.profissionaisti.com.br/2012/02/quais-os-segmentos-de-mercado-que-serao-destaque-para-os-negocios-em-ti-em-2012/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Leitura como uma arma competitiva</title>
		<link>http://www.profissionaisti.com.br/2012/02/leitura-como-uma-arma-competitiva/</link>
		<comments>http://www.profissionaisti.com.br/2012/02/leitura-como-uma-arma-competitiva/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 02 Feb 2012 16:35:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Guerra Fernando C. G. D.</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Competitividade]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.profissionaisti.com.br/?p=20794</guid>
		<description><![CDATA[Assim como as alianças empresariais se tornam uma maneira de garantir o poder do mercado entre as empresas parceiras, o conhecimento sobre o negócio, os clientes, as tecnologias e os processos ajudam a qualquer profissional da organização a se destacar no mercado competitivo. Agora, mais desmaterializado pela revolução digital, o conhecimento se torna disponível e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Assim como as alianças empresariais se tornam uma maneira de garantir o poder do mercado entre as empresas parceiras, o conhecimento sobre o negócio, os clientes, as tecnologias e os processos ajudam a qualquer profissional da organização a se destacar no mercado competitivo.</p>
<p style="text-align: justify;">Agora, mais desmaterializado pela revolução digital, o conhecimento se torna disponível e indestrutível, tecendo teias de valor incalculáveis. Na busca de prosperar nessa economia imaterial, as organizações e indivíduos tentam redescobrir novas formas de realizar suas tarefas ou prestar serviços de uma maneira diferenciada dos concorrentes.</p>
<p style="text-align: justify;">Para inovar em uma organização se torna necessário ter uma visão sistêmica dos processos de negócios, muita criatividade e interesse de realizar <a href="http://www.profissionaisti.com.br/2009/07/papinho-de-ti-melhoria-continua/">melhoria contínua</a> nos serviços prestados, mas para que isso ocorra se torna necessário a empresa estar sempre reavaliando o seu tripé formado por pessoas, processos e tecnologia.</p>
<p style="text-align: justify;">Inovação não é uma ciência exata e se fosse assim classificada, talvez se enquadrasse no campo da gestão de riscos, pois, seria necessário conjugar os verbos: conhecer, planejar, agir, auditar, educar, monitorar, aprender e gerenciar. Devido a tantos verbos, inovar poderia ser definida com a arte de estimular o ser humano a promover processos de aprendizado para superar os paradigmas estabelecidos.</p>
<p style="text-align: justify;">Como nós não visualizamos os ganhos gerados pelo cérebro, não somos acostumados a dar valor às idéias. Mas as idéias quando transformadas em redesenho dos processos, produtos, marcas, <em>design</em>, etc possuem valor econômico. Na verdade, quando uma empresa é avaliada por um valor acima do seu valor contábil, esta sendo considerado tanto a marca como seu capital intelectual.</p>
<p style="text-align: justify;">Assim como as atividades profissionais sofrem alterações motivadas por inúmeros aspectos, entre eles inovações tecnológicas, mudanças no perfil dos consumidores, variações na própria profissão, o conhecimento pode ser visto de duas formas: ou domina-se o conteúdo de interesse que o estimula ou se tem conhecimento das fontes de como obtê-lo.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas para que de fato isto ocorra, o profissional tem que estar estimulado e lendo constantemente, leitura esta não somente pelos <em>sites</em> do <em>Google</em>, mas consultas a livros técnicos, gerenciais e outros de interesse até conseguir realizar <em>insights,</em> gerando novos serviços ou produtos.</p>
<p style="text-align: justify;">Por esta razão cabe a qualquer pessoa observar e estar atento as mudanças de <a href="http://www.profissionaisti.com.br/category/mercado/">mercado</a>, a se questionar e a aprender a reaprender. Um livro pode demonstrar vários aspectos interessantes a serem observados e através dos <em>insights</em> da literatura estimular a criatividade e a inovar.</p>
<p style="text-align: justify;">Grato a todos que chegaram até o fim do texto, aceito sugestão de temas para novos textos e debates de reflexão.</p>
<p>Agora como anda sua memória? Você lembra os últimos 3 (três) livros que leu indiferente de ser uma literatura técnica ou não?</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.profissionaisti.com.br/2012/02/leitura-como-uma-arma-competitiva/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Expertise do pequeno empresário o coloca à frente de grandes players</title>
		<link>http://www.profissionaisti.com.br/2012/02/expertise-do-pequeno-empresario-o-coloca-a-frente-de-grandes-players/</link>
		<comments>http://www.profissionaisti.com.br/2012/02/expertise-do-pequeno-empresario-o-coloca-a-frente-de-grandes-players/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 02 Feb 2012 12:12:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Talita Macário</dc:creator>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[e-commerce]]></category>
		<category><![CDATA[Empreender]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.profissionaisti.com.br/?p=20872</guid>
		<description><![CDATA[O e-commerce é o incremento para os negócios de muitos pequenos empreendedores, que além de serem fundamentais para a economia nacional, oferecem produtos e serviços diferenciados. Essa expertise no ‘diferente’ é justamente a força da atuação digital perante os grandes varejistas. Atualmente, a participação virtual do pequeno é de cerca de 8%. O faturamento brasileiro [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O e-commerce é o incremento para os negócios de muitos pequenos empreendedores, que além de serem fundamentais para a economia nacional, oferecem produtos e serviços diferenciados. Essa expertise no ‘diferente’ é justamente a força da atuação digital perante os grandes varejistas. Atualmente, a participação virtual do pequeno é de cerca de 8%. O faturamento brasileiro de 2011, segundo a e-bit, chegou a R$ 1,5 bilhão dos pouco mais de R$ 18 bilhões arrecadado no total pelo setor.</p>
<p style="text-align: justify;">Os números parecem pequenos; apenas parecem. Todas as projeções indicam para um mercado de e-commerce cada vez mais ascendente ao empresário de pequeno porte. De acordo com Daniel Ribas, coordenador de novos negócios da JET Tecnologia em Comércio Eletrônico, o processo constante de amadurecimento do e-commerce atrai novas empresas às vendas virtuais. O erro de algumas é confrontar o negócio dos grandes players, que ainda são responsáveis por mais da metade das vendas on-line. “o mercado de nicho traz retorno e não é o foco da maioria dos players.”</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Plataforma                                                    </strong></p>
<p style="text-align: justify;">A inclusão digital brasileira, entre empresários e consumidores, e o espaço conquistado pelo e-commerce na mídia nacional popularizou o comércio eletrônico, mercado que “agora é dos pequenos e médios”. A plataforma tem um papel funcional na corrida por um espaço no comércio eletrônico. É garantia do retorno do investimento. “Toda operação precisa ter uma base consolidada e que suporte seu crescimento. Isso quer dizer que a plataforma precisa ser parceira no negócio do empreendedor, manter o sistema atualizado, com novas funcionalidades e, principalmente, acompanhar as tendências do mercado e da loja”, explica.</p>
<p style="text-align: justify;">Também o design da loja é outro atributo que faz diferença, em um primeiro momento, para a empresa estabelecer um elo de confiança com o e-consumidor. “Tudo precisa ser pensado, de forma que se evidencie a segurança e também o nicho do empreendedor”, orienta Ribas.</p>
<p style="text-align: justify;">O mercado especializado não é o foco dos grandes players, que podem inclusive comercializar o mesmo produto de uma pequena empresa, mas não com o mesmo conhecimento e atenção. Quanto menor a loja, mais fácil é oferecer informações aprofundadas sobre produtos específicos.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.profissionaisti.com.br/2012/02/expertise-do-pequeno-empresario-o-coloca-a-frente-de-grandes-players/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Distribuições Linux e seus lançamentos de versões</title>
		<link>http://www.profissionaisti.com.br/2012/02/distribuicoes-linux-e-seus-lancamentos-de-versoes/</link>
		<comments>http://www.profissionaisti.com.br/2012/02/distribuicoes-linux-e-seus-lancamentos-de-versoes/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 01 Feb 2012 11:33:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sebastião César Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Papinho de TI]]></category>
		<category><![CDATA[Software Livre]]></category>
		<category><![CDATA[Linux]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.profissionaisti.com.br/?p=20862</guid>
		<description><![CDATA[Optar pela utilização de software livre deveria ser uma das opções ao se comprar qualquer computador, mas sabemos que proporcionar esse tipo de opção confundiria mais do que ajudaria o incauto usuário que procura um computador apenas para &#8220;entrar no Facebook e no MSN&#8221; além, é claro, do lobby existente pelos grandes fabricantes de software [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Optar pela utilização de software livre deveria ser uma das opções ao se comprar qualquer computador, mas sabemos que proporcionar esse tipo de opção confundiria mais do que ajudaria o incauto usuário que procura um computador apenas para &#8220;entrar no Facebook e no MSN&#8221; além, é claro, do lobby existente pelos grandes fabricantes de software para que tal &#8220;disparate&#8221; não aconteça.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas o <a href="http://www.profissionaisti.com.br/category/software-livre/">software livre</a>, em especial as distribuições Linux, poderiam ser bem mais populares caso a comunidade em torno das mesmas não tomasse uma, ou algumas, atitudes bastante equivocadas do meu ponto de vista, me refiro nesse caso mais especificamente ao curtíssimo espaço deixado entre os lançamentos de versão estáveis dos sistemas.</p>
<p style="text-align: justify;">Antes que comece o apedrejamento quero deixar claro que me refiro as duas distros que utilizo com mais frequência: o Fedora (presença constante no meu note) e o Ubuntu (que não sai do meu desktop), apesar de um pouco a frente deixar também minha opinião sobre os releases estáveis do Debian.</p>
<p style="text-align: justify;">Desde sua concepção, tanto o Fedora quanto o <a title="Conheça o Ubuntu Dicas" href="http://www.ubuntudicas.com.br/blog/" target="_blank">Ubuntu</a> mantiveram o ritmo de lançamento de duas versões estáveis por ano o que prova que essa já é uma cultura enraizada na comunidade, que clama por novidades para se distanciar cada vez mais do Windows em termos de design e funcionalidades. Mas para alcançar esses resultados, acredito que intervalos tão curtos entre os lançamentos não seriam indispensáveis, mesmo admitindo que os releases na maioria das vezes estão realmente estáveis. Por outro lado, é bastante irritante poucas semanas depois de atualizar o sistema ver que uma versão Alpha já está disponível e que antes mesmo de você se acostumar com a maioria das funcionalidades uma nova versão já foi lançada. Claro que alguns desses pontos só acontecem quando a nova versão difere bastante da anterior, como no caso do Fedora 14 para 15. Mesmo assim ciclos de lançamento maiores ajudariam os desenvolvedores a implementar e testar um maior número de funcionalidades e facilitaria bastante a vida de usuários menos técnicos que invariavelmente ficam perdidos com tantos números e codinomes.</p>
<p style="text-align: justify;">O Debian, que mantém um ciclo médio de uma versão estável a cada dois anos, cumpre seu papel de forma adequada, visto que é um sistema para servidores, que logicamente pode ser usado em desktops, então seus releases devem ser exaustivamente testados para evitar grandes problemas no futuro. Para distros focadas no usuário final a média de 1 ano entre cada lançamento estável provavelmente conseguiria alinhar de forma adequada os principais itens envolvidos: a atualização constante do sistema, a satisfação do usuário e a manutenção e evolução da <a href="http://www.profissionaisti.com.br/category/qualidade/">qualidade</a> dos releases.</p>
<p style="text-align: justify;">Além disso, o tempo que provavelmente seria poupado poderia ser usado em um ponto que, atualmente, considero o Calcanhar de Aquiles do <a href="http://www.profissionaisti.com.br/category/software-livre/">Software Livre</a> e o principal empecilho para sua adoção em larga escala: uma suíte de escritório.</p>
<p style="text-align: justify;">É inegável que o principal trunfo da Microsoft é o Office, prova disso é que boa parte do faturamento da mesma provém dele. Também é desnecessário lembrar que uma suíte de escritório é indispensável à maioria dos usuários e que as versões livres, apesar da constante evolução, ainda deixam bastante a desejar em uma comparação direta.</p>
<p style="text-align: justify;">Com o aumento do espaço entre os releases estáveis das distribuições o tempo recuperado poderia ser investido na melhoria do LibreOffice, por exemplo, que é a principal suíte de escritório aberta disponível hoje no mercado. Claro que resalvas devem ser feitas, afinal são projetos diferentes, que exigem profissionais e níveis técnicos diferentes, mas é em situações assim que a comunidade de Software Livre precisa mostrar sua força e superar esses empecilhos. No Brasil um passo importante foi dado em 2011 com a extinção da Associação BrOffice.org e os esforços revertidos em prol do LibreOffice, que passou a ser a versão mais indicada para nos brasileiros.</p>
<p style="text-align: justify;">Logicamente existem diversos pontos de vista, também cobertos pela razão, para a manutenção do ritmo de lançamento dessas distros e outras tantas opiniões contrárias e a favor da união da comunidade em um único projeto, levando em consideração aspectos não citados nesse pequeno texto, mas para que se consiga uma evolução mais rápida e consistente em outros projetos esse esforço conjunto parece ser a opção mais razoável e acessível.</p>
<p style="text-align: justify;">Qual sua opinião? Deixe seu comentário.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.profissionaisti.com.br/2012/02/distribuicoes-linux-e-seus-lancamentos-de-versoes/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Qual é o melhor Banco de Dados: ORACLE ou SQL SERVER?</title>
		<link>http://www.profissionaisti.com.br/2012/01/qual-e-o-melhor-banco-de-dados-oracle-ou-sql-server/</link>
		<comments>http://www.profissionaisti.com.br/2012/01/qual-e-o-melhor-banco-de-dados-oracle-ou-sql-server/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 31 Jan 2012 11:17:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Prado</dc:creator>
				<category><![CDATA[Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Banco de Dados]]></category>
		<category><![CDATA[Oracle]]></category>
		<category><![CDATA[SQL Server]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.profissionaisti.com.br/?p=20827</guid>
		<description><![CDATA[Olá pessoal, Estou escrevendo este artigo para fazer um comparativo e comentar sobre algumas vantagens e recursos dos 2 bancos de dados (BDs) mais utilizados nas grandes empresas do Brasil: Oracle e SQL Server, conforme pesquisa realizada em 2005 pelo Grupo Impacta (ver Figura 1). Embora a pesquisa de 2005 não seja tão recente, ela [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Olá pessoal,</p>
<p style="text-align: justify;">Estou escrevendo este artigo para fazer um comparativo e comentar sobre algumas vantagens e recursos dos 2 bancos de dados (BDs) mais utilizados nas grandes empresas do Brasil: <strong>Oracle</strong> e <strong>SQL Server</strong>, conforme pesquisa realizada em 2005 pelo <em>Grupo Impacta</em> (ver Figura 1). Embora a pesquisa de 2005 não seja tão recente, ela foi a mais confiável e concisa que eu encontrei para demonstrar a <em>nossa realidade</em> (o que temos nas empresas brasileiras).</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://1.bp.blogspot.com/-EOdAradIrlU/TvzHGjDLSCI/AAAAAAAAASs/I8K5BN2yqx0/s1600/bds_mais_utlilizados_mundo.jpg"><img src="http://1.bp.blogspot.com/-EOdAradIrlU/TvzHGjDLSCI/AAAAAAAAASs/I8K5BN2yqx0/s400/bds_mais_utlilizados_mundo.jpg" alt="" width="400" height="272" border="0" /></a><br />
Figura 1 &#8211; BDs mais utilizados nas grandes empresas brasileiras (Grupo Impacta 2005)</p>
<p style="text-align: justify;">Conheço os 2 BDs que vou comentar neste artigo, porém conheço muito melhor o BD <a href="http://www.profissionaisti.com.br/tag/oracle">Oracle</a>, por isso gostaria que os profissionais que estiverem lendo este artigo, deixem comentários que possam acrescentar mais detalhes sobre o SQL Server e recursos que existem nele e que não tenham itens correspondentes no Oracle.</p>
<p style="text-align: justify;">Seguem abaixo as principais características de cada BD:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="text-decoration: underline;">SQL Server</span></strong>:</p>
<p style="text-align: justify;">- SGBD comercializado atualmente pela Microsoft. Nasceu em 1988, a partir de uma parceria entre <a href="http://www.profissionaisti.com.br/category/microsoft/">Microsoft</a>, Sybase e Aston-Tate;</p>
<p style="text-align: justify;">- Última versão: SQL Server 2008;</p>
<p style="text-align: justify;">- Custo de uma licença da versão Enterprise por CPU: aprox. U$ 28.000 por CPU;</p>
<p style="text-align: justify;">- Pode ser instalado somente em SO Windows;</p>
<p style="text-align: justify;">- Possui ferramentas de administração com interface gráfica excelentes, que possibilitam um gerenciamento mais fácil e produtivo. Ex.: SQL Server Management Studio 2008;</p>
<p style="text-align: justify;">- Como toda ferramenta Microsoft, o BD SQL Server em geral, é mais fácil de administrar e de programar do que em Oracle.</p>
<p style="text-align: justify;">- 2 recursos que acho bastante interessantes em SQL Server e que não existem correspondência no Oracle, são:</p>
<p style="text-align: justify;">a) Divisão lógica de uma instância contendo vários BDs. No Oracle temos apenas vários <em>schemas. </em>O SQL Server possui uma camada extra onde cada BD pode conter vários usuários ou schemas. Desse modo, podemos organizar e gerenciar melhor schemas correlacionados, pertencentes a uma mesma aplicação, em um BD isolado dos demais schemas do BD;</p>
<p style="text-align: justify;">b)  Possui um schema do sistema chamado MODEL que serve como template para schemas de usuários. Se por exemplo, o schema MODEL tiver 2 tabelas e uma visão, ao criar um novo schema de usuário, ele será criado com estes mesmos objetos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="text-decoration: underline;">Oracle</span></strong>:</p>
<p style="text-align: justify;">-  SGBD comercializado atualmente pela Oracle, que nasceu em 1979 e que foi o primeiro BD relacional comercializado no mundo;</p>
<p style="text-align: justify;">- Última versão: Oracle Database 11G;</p>
<p style="text-align: justify;">- Custo de uma licença da versão Enterprise por CPU: U$ 47.500 (até 2 core);</p>
<p style="text-align: justify;">- Pode ser instalado em múltiplas plataformas desde 1985. Entre as principais, podemos citar: Unix, Linux, HP/UX, BIM AIX, IBM VMS e Windows;</p>
<p style="text-align: justify;">- Possui ferramentas de administração com interface gráfica menos amigáveis que as do SQL Server. Isso vem mudando e melhorando a cada nova versão do Oracle. No 10G, o <em>Enterprise Manager</em> possui muitos recursos e sua interface gráfica evoluiu muito, mas ainda acho que as ferramentas da Microsoft são mais intuitivas e mais produtivas. No Oracle o DBA costuma gerenciar muitas atividades do BD através de conjuntos de scripts;</p>
<p style="text-align: justify;">- Possui uma documentação muito bem detalhada, o que de início até assusta, mas permite que você conheça muito bem o BD e todos os seus recursos;</p>
<p style="text-align: justify;">- Possui mais recursos de segurança e performance que o SQL Server. Exemplos:</p>
<p style="text-align: justify;">a) Por padrão, o Oracle não <em>commita</em> transações. Isso permite que você desfaça as alterações de uma instrução SQL, caso ela tenha sido submetido erroneamente. No SQL, por padrão as intruções SQL são auto-commitadas, o que facilita o trabalho geral dos desenvolvedores, mas que dificulta o trabalho de recuperação por danos acidentais e o controle transacional;</p>
<p style="text-align: justify;">b) Por padrão, o Oracle permite efetuar <strong>leitura consistente de dados</strong>. Esse recurso permite que um usuário &#8220;B&#8221; leia os dados de uma linha de uma tabela, no mesmo momento em que ela está sendo alterada por um usuário &#8220;A&#8221;, sem que o usuário &#8220;B&#8221; visualize os dados que estão sendo alterados pelo &#8220;A&#8221;. Não há bloqueio de leitura nem risco do usuário &#8220;B&#8221; visualizar os dados que ainda não foram commitados pelo usuário &#8220;A&#8221;. No SQL Server esse não é o comportamento padrão do BD, portanto, desenvolvedores inexperientes poderão desenvolver aplicações com sérios problemas de performance no acesso concorrente, se não tiverem os conhecimentos necessários para contornar bloqueios de leitura aos dados;</p>
<p style="text-align: justify;">c) Arquitetura mais flexível e com mais recursos para otimização de performance. No Oracle é possível criar e gerenciar diversas estruturas de memória no BD. É possível, por exemplo, definir estruturas de armazenamento com tamanhos de blocos que podem variar de 2k à 32k. No SQL Server só é possível criar estruturas de armazenamento de 8k. Em Oracle, sistemas OLAP e índices em geral, são otimizados com tamanhos de blocos maiores (32k);</p>
<p style="text-align: justify;">d) Possui <strong>Packages</strong>, que são objetos que permitem (entre diversos outros benefícios) agrupar e encapsular código de stored procedures e funções;</p>
<p style="text-align: justify;">e) Possui <strong>Sequences </strong>(que já li em alguns blogs que será implementado no SQL Server 2012). Sequences possuem muito mais recursos do que colunas de auto-incremento, existentes em SQL Server, para definir valores de chaves-primárias. Um exemplo que posso citar é o <em>cache</em> de Sequences, que permite otimizar a performance de inserções que necessitam de um valor único para compor a chave-primária (ver artigo <a href="http://www.fabioprado.net/2010/09/cache-em-oracle-sequences.html" target="_blank">http://www.fabioprado.net/2010/09/cache-em-oracle-sequences.html</a>;</p>
<p style="text-align: justify;">f) O <a href="http://www.profissionaisti.com.br/tag/oracle/">Oracle</a> possui mais tipos de índices que o SQL Server. Índices permitem otimizar consultas em BD. 2 exemplos que vou citar no Oracle que não existem itens correspondentes no SQL Server são: índices <span style="color: #274e13;"><strong>BITMAP</strong></span> (que permitem otimizar consultas em colunas com baixa cardinalidade) e índices <span style="color: #274e13;"><strong>Baseados em função</strong> </span>(que permitem indexar funções em colunas);</p>
<p style="text-align: justify;">g) Permite criar um ou mais processos chamados <strong>listeners, </strong>que são utilizados para conectar clientes remotos ao BD. Uma das vantagens de ter este tipo de processo é que a conexão ao BD pode ser distribuída entre diversos listeners, ou seja, podemos configurar múltiplos <em>listeners</em> para grupos menores de usuários, para <em>ouvir</em> em portas diferentes, com o objetivo de evitar gargalos de conexão ao BD quando temos muitos usuários (normalmente mais de 200 conexões por segundo) se conectando ao mesmo tempo;</p>
<p style="text-align: justify;">h) O Oracle possui um modelo de controle de acesso concorrente chamado <em>multiversion read consistency</em> (<em>MVRC</em>) que é um dos melhores modelos do mercado para permitir um controle de acesso concorrente com menor contenção de linhas e consequentemente, melhor performance quando há acesso concorrente aos dados. No Oracle o controle de bloqueios é realizado através da gravação de indicadores de bloqueio no nível das linhas, já no SQL Server existe um componente chamado <em>Lock Manager</em> para fazer o mesmo trabalho. No Lock Manager há uma sobrecarga maior para gerenciar uma grande qtde. de bloqueios, que consequentemente pode degradar a performance de atualizações e acessos concorrentes.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="text-decoration: underline;">CONCLUSÃO</span></strong>:</p>
<p style="text-align: justify;">A percepção que eu tenho é que a <a href="http://www.profissionaisti.com.br/category/microsoft/">Microsoft</a> tem um histórico de manter o foco na entrega de produtos mais fáceis de se utilizar e de gerenciar. A Oracle, por sua vez, tem foco na entrega de produtos com mais segurança e com vasta gama de recursos.</p>
<p style="text-align: justify;">Ambos são ótimos BDs e cada um tem suas vantagens e desvantagens. <span style="color: #274e13;"><strong>O SQL Server tem a principal vantagem de ter um custo menor</strong></span>, aproximadamente metade do preço de um Oracle. no SQL Server existem algumas funcionalidades (Ex.: Particionamento de tabelas) que também existem no Oracle, mas que no SQL Server não precisa de licença adicional, enquanto que, no Oracle, é necessário adquirir licenças adicionais (Options), o que torna o produto Oracle mais caro ainda. <span style="color: #274e13;"><strong>Outra vantagem do SQL Server é a facilidade de uso e gerenciamento. </strong></span><span style="color: #000000;">Eu, particularmente, quando comecei a trabalhar com Oracle, achava tudo muito difícil. As ferramentas do SQL Server eram mais produtivas e mais intuitivas.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span><strong>O Oracle</strong></span> tem um custo mais alto que o SQL Server e é mais difícil de administrar, porém é um produto que <strong><span style="color: #274e13;">possui mais recursos de segurança e performance</span></strong>, que podem ser muito importantes e cruciais para empresas que possuem aplicações críticas e que possuem muitos dados e muitos usuários concorrentes, em geral.</p>
<p style="text-align: justify;">Para finalizar, vou responder agora a questão que é o título deste artigo: <strong><span style="color: #ff0000;"><span style="color: #274e13;">Qual é o melhor BD: Oracle ou SQL Server?</span> </span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff0000;"><strong>R.: Bom&#8230; isso depende da necessidade! </strong></span><span style="color: #000000;"> De um modo geral, acredito que o SQL Server é mais indicado para pequenas e médias empresas ou pequenas e médias aplicações, devido ao custo menor desse BD e porque normalmente as aplicações que são executadas nestes ambientes possuem menor quantidade e complexidade de requisitos. O Oracle, por sua vez, é mais indicado para grandes empresas ou grandes aplicações, que possuem requisitos de negócios mais complexos e críticos, e que possuem <em>grana</em> para pagar pelos recursos de segurança e performance adicionais que este BD oferece.</span></p>
<p style="text-align: justify;">Por hoje é só! Deixem seus comentários!</p>
<p style="text-align: justify;">Referências:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li><a href="http://www.linhadecodigo.com.br/artigo/2412/An%C3%83%C2%A1lise-de-desempenho-entre-os-bancos-de-dados-SQL-Sever-x-Oracle.aspx" target="_blank">http://www.linhadecodigo.com.br/artigo/2412/AnÃ¡lise-de-desempenho-entre-os-bancos-de-dados-SQL-Sever-x-Oracle.aspx</a></li>
<li><a href="http://www.dba-oracle.com/t_sql_server_vs_oracle_terminology.htm" target="_blank">http://www.dba-oracle.com/t_sql_server_vs_oracle_terminology.htm</a></li>
<li><a href="http://stackoverflow.com/questions/2322260/basic-differences-between-oracle-and-sql-server">http://stackoverflow.com/questions/2322260/basic-differences-between-oracle-and-sql-server</a></li>
<li><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Oracle_%28banco_de_dados">http://pt.wikipedia.org/wiki/Oracle_(banco_de_dados</a>)</li>
<li><a href="http://msdn.microsoft.com/pt-br/library/ms175049.aspx">http://msdn.microsoft.com/pt-br/library/ms175049.aspx</a></li>
<li><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Microsoft_SQL_Server">http://en.wikipedia.org/wiki/Microsoft_SQL_Server</a></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">[]s</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: <a href="http://www.fabioprado.net/2012/01/qual-e-o-melhor-banco-de-dados-oracle.html">http://www.fabioprado.net/2012/01/qual-e-o-melhor-banco-de-dados-oracle.html</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.profissionaisti.com.br/2012/01/qual-e-o-melhor-banco-de-dados-oracle-ou-sql-server/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>4</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>E-mail Marketing: uma ferramenta poderosa de vendas</title>
		<link>http://www.profissionaisti.com.br/2012/01/e-mail-marketing-uma-ferramenta-poderosa-de-vendas/</link>
		<comments>http://www.profissionaisti.com.br/2012/01/e-mail-marketing-uma-ferramenta-poderosa-de-vendas/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 30 Jan 2012 16:15:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Profissionais TI</dc:creator>
				<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[marketing]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[e-mail marketing]]></category>
		<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Web]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.profissionaisti.com.br/?p=20851</guid>
		<description><![CDATA[Um estudo realizado pela SeeWhy Software divulgou, em maio de 2011, que a principal fonte de tráfego ao carrinho de compras de diversos sites de e-commerce nos Estados Unidos foi o e-mail marketing. Esse estudo foi elaborado com base em 60 mil transações concluídas. O e-mail marketing bem trabalhado, com algumas boas práticas, torna extremamente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Um estudo realizado pela SeeWhy Software divulgou, em maio de 2011, que a principal fonte de tráfego ao carrinho de compras de diversos sites de e-commerce nos Estados Unidos foi o e-mail marketing. Esse estudo foi elaborado com base em 60 mil transações concluídas.</p>
<p style="text-align: justify;">O e-mail marketing bem trabalhado, com algumas boas práticas, torna extremamente eficientes as vendas de e-commerce, com baixo custo e alto retorno.</p>
<p style="text-align: justify;">Veja alguns passos para ter um resultado positivo:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>1) Qual a origem da sua lista?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Quando a empresa envia um e-mail marketing de uma base de usuário a esmo, ou comprando listas sem saber a procedência, a taxa de conversão será ínfima.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando se tem uma base de clientes op-tins e de público segmentado, o retorno de conversão poderá ser 3 vezes maior.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>2) Palavras proibidas</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Na construção da arte para o e-mail marketing, as palavras inseridas são de extrema importância. Não se deve usar,  por exemplo: newsletter, news, e-mails, todos os direitos reservados, grátis, promoção, sigilo absoluto, entre outras. Evitando as palavras proibidas, a probabilidade de entrega de e-mail marketing é bem expressiva.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>3) E-mail marketing não é revista</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A arte de newsletter bem feita em um e-mail marketing deverá ter 60% de texto e 40% de imagem, e tem que ser em código HTML.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>4) Retorno de reputação</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Muitas empresas, por envio indevido de e-mails e compras de listas sem procedência, prejudicam a reputação do seu domínio, podendo, assim, tê-lo bloqueado por minutos ou dias e entrar para as black lists, tornando sua imagem negativa para os clientes.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>5) Qual a reputação do Provedor</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Existem inúmeros provedores, mas você deve escolher um que tenha reputação positiva no mercado, com centenas de ip’s, links dedicados e gerenciamento.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>6) Frequência de envio</strong></p>
<p style="text-align: justify;">É muito importante que haja um planejamento de envio de e-mail marketing: quantos dias na semana, qual o melhor horário, a velocidade e o volume de disparo. Não será positivo enviar um milhão de e-mails em um único horário. Tudo isso interfere no resultado da entregabilidade. <a href="http://www.profissionaisti.com.br/tag/marketing">E-mail marketing</a> bem feito não é quantidade, e sim qualidade. Pesquise o melhor horário para envio. Faça alguns horários diferentes e observe a média de resposta.</p>
<p style="text-align: justify;">Neste artigo você aprendeu algumas boas práticas do e-mail marketing. Com planejamento, conhecimento e um pequeno investimento, pode transformar esta ferramenta em um grande aliado, conquistando excelentes resultados de venda.</p>
<p style="text-align: justify;">Bons <a href="http://profissionaisti.com.br/tag/negocios">Negócios</a>.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>por <strong>Kedma Lage Carvalho</strong>: Gerente de Contas Estratégicas da ZipCode.</em></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.profissionaisti.com.br/2012/01/e-mail-marketing-uma-ferramenta-poderosa-de-vendas/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Mídias Sociais para empresas &#8211; A lógica do negócio</title>
		<link>http://www.profissionaisti.com.br/2012/01/midias-sociais-para-empresas-a-logica-do-negocio/</link>
		<comments>http://www.profissionaisti.com.br/2012/01/midias-sociais-para-empresas-a-logica-do-negocio/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 19 Jan 2012 15:45:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiz Castro Junior</dc:creator>
				<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Redes Socias]]></category>
		<category><![CDATA[Social Media]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.profissionaisti.com.br/?p=20720</guid>
		<description><![CDATA[Não vamos entrar em detalhes e números de quanto o Facebook, o Twitter e outras mídias tem evoluído, todos sabemos que é crescente, todos sabemos da importância de Social Media bem trabalhada em uma marca. O que quero abordar aqui é a questão: E ai, o que tenho de critério para avaliar o andamento do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Não vamos entrar em detalhes e números de quanto o Facebook, o Twitter e outras mídias tem evoluído, todos sabemos que é crescente, todos sabemos da importância de Social Media bem trabalhada em uma marca. O que quero abordar aqui é a questão: E ai, o que tenho de critério para avaliar o andamento do meu projeto em Social Media, a minha marca está indo bem mesmo com retorno ou não financeiro?</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Então vamos ver alguns exemplo de como as <a href="http://www.profissionaisti.com.br/tag/redes-sociais">redes sociais</a> se aplicam a essa questão.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Primeiro quero pedir para que você esqueça um pouco a questão: Retorno do dinheiro investido em forma de vendas diretas. Peço isso, porque facilmente você desistirá se é uma micro ou média empresa, pois o retorno não é direto, somente será se tudo estiver interligado em outras mídias, como as tradicionais off-line, só que para isso precisa um alto investimento, coisa que grande parte das empresas não possuem para se lançar em Social Media, por esse fator de risco e controle é importante saber que o processo aqui é comunicação, envolvimento, interatividade, você paga para estar próximo do cliente e depois, se sua conversa for tão boa quanto o desejado, você terá seus resultados, porém, tudo depois de um longo caminho a ser seguido. Vale o romantismo de dizer que aqui cai bem o sentido de &#8216;Namorar o cliente&#8217;.</p>
<p style="text-align: justify;">Recentemente recebi um e-mail para uma reunião com um possível cliente, ao ler esse e-mail me deparo com a expressão &#8221;custo zero&#8221;, outra coisa mal trabalhada por quem esta nessa área é tentar vender o serviço informando que o custo é zero, é zero a plataforma <a href="http://facebook.com/profissionaisti" target="_blank">Facebook</a>, é aberta para todos que quiserem entrar e seguir suas normas &#8211; que não são poucas, porém, os custos de serviços tem que ser levados em conta, muitas empresas são induzidas ao erro com essa afirmativa &#8211; Custo Zero. Não existe isso, o que existe é que para pequenas e médias empresas uma ação em Social Media é bem mais em conta do que tentar atingir um grande público em uma mídia tradicional de qualidade. Outra questão favorável é que é possível estar perto de quem realmente interessa e não gastar dinheiro com quem nunca irá comprar de você. Isso sim é verdade, porém, o &#8221;Custo Zero&#8221; não.</p>
<p style="text-align: justify;">Vamos parar de tentar explorar esse mercado de forma errônea, todos queremos resultados &#8211; óbvio, nenhuma empresa quer jogar dinheiro pela janela, porém Social Media já diz tudo &#8211; é Social, o teu valor é Social, o teu ganho inicial é Social, enfim, já fica a primeira dica, tenha foco nisso, faça bem essa primeira etapa &#8211; por consequência os lucros virão conforme o seu público perceber essa intenção de conversa, de interatividade, dessa preocupação maior do que simplesmente vender, hoje o consumidor não compra mais da marca que quer apenas vender, ele compra de quem tem interesse no que ele tem para falar, que tem interesse no bem estar dele, que tem interesse com as causas que ele defende. Isso tudo vai muito além da coisa mais simples do mercado, analisar retorno sobre investimento, aqui o ROI é mais complexo, você tem que visualizar onde não existe dinheiro como retorno e sim números que podem ou não lhe retornar esse valor em dinheiro futuramente.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Quer ver isso na prática, com exemplo?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A Netshoes, empresa de varejo <a href="http://www.profissionaisti.com.br/tag/e-commerce/">e-commerce</a>, tem mais de 200.000 pessoas que curtiram a página dela no Facebook, um número muito interessante, um investimento com páginas internas, formulário, promoções, divulgação e gestão. O retorno, além dos 200.000, é a média de 50 &#8216;curtidas&#8217; por post no facebook (um número bem pequeno se comparado ao tamanho e investimento dessa empresa), em segundo plano se cada 50 pessoas que curtem a página possuírem 100 outras pessoas é possível que 5.000 pessoas visualizem esse mesmo conteúdo, e entre 5.000 se apenas 50 tem interesse no conteúdo ali apresentado são mais 50 curtindo a página diretamente, isso que não fomos nem para o terceiro nível de seguidores, os que curtem o que os outros amigos curtiram e assim vira a bola de neve digital, viu como é fácil perceber a influência e magnitude que apenas um post bem colocado pode reverte em visibilidade?</p>
<p style="text-align: justify;">Vamos entender os custos&#8230; Vamos supor que essa empresa, por exemplo, pague em torno de R$1.000,00 por mês para que sejam colocados 80 posts no Facebook. Esse valor investido divido por números de post é igual ao investimento de R$12,50 por post. Achou o valor absurdo? Não.</p>
<p style="text-align: justify;">Voltando aos números Sociais, o investimento de R$12,50 em 1 post no facebook que atinge 200.000 e que dessas uma média de 50 &#8216;curtem&#8217; o post, sendo que dessas 50 cada uma tem 100 outros amigos que são atingidos pelo post e logo desse montante de 5.000 pessoas em segundo nível atingidas temos o retorno de 1%, ou seja, 50 pessoas curtindo a página da empresa no Facebook, aumentamos então a visibilidade &#8216;permanente&#8217; para 200.050 com um post apenas, sendo que nem contamos o terceiro nível, ou seja, aqueles amigos de amigos que também curtiram o post&#8230; Claro que isso é um exemplo, nem todos os post atingem um segundo nível com 1% de retorno, existem variações, que por média vão de 0,5% a 5%, porém 1% já são mais 50 pessoas (no exemplo) somadas aquelas que recebem constantemente o conteúdo que você tem para entregar. Desculpa a repetição nos números de exemplo, porém é pra ficar bem claro na mente de quem tende a entrar nessa competição do mercado Social.</p>
<p style="text-align: justify;">Tornando ao investimento, se R$12,50 por post atinge a meta que é fazer as pessoas curtirem a página da marca e neste caso o número foi de 50 pessoas, temos então o valor de investimento de R$0,25 por pessoa atingida com a meta que é &#8216;Curtir&#8217;.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Opa, agora começamos a pensar melhor &#8211; não é mesmo?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Legal, vamos mais fundo nisso, vamos olhar o lado lógico de Social Media, esse lado é o que torna as redes sociais tão importantes para as marcas, é o fator &#8211; Nicho de Mercado.</p>
<p style="text-align: justify;">Temos aqui um investimento de R$0,25 por pessoa que realmente tem interesse no que a marca fala, no que a marca produz, no que a marca defende como causa. Como mercado, temos então 1 pessoa com um perfil completamente interessante para a empresa, não são pessoas aleatórias, são pessoas reais e que a tendência de compra é absurdamente maior do que as demais que tentamos atingir inúmeras vezes com e-mail marketing de parceiros como blogs e outros, com campanhas de sorteio, campanhas de ações interativas e outras&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">Depois de certo trabalho realizado para maximizar o volume de curtir, usando realmente essas brechas que são o sorteio, o concurso, as campanhas e por ai vai, que fazem com que esse número de seguidores ou &#8216;curtidas&#8217; aumente consideravelmente, depois de um tempo vale apena retirar a gordura. Chamo de gordura aquele número em excesso, faça um trabalho para extrair as pessoas que não estão interessadas na sua marca, que estão ali simplesmente por que uma vez você fez um sorteio de um item raro ou caro e que eles tanto queriam&#8230; Após deixar os teus dados mais enxutos você consegue mensurar melhor os teus rendimentos sociais, o teu desenvolvimento dentro da rede. Você tem um público para nortear as campanhas, a produção, a conversa, o conteúdo, enfim, você tem um tesouro a ser explorado. Isso é Social Media.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Mas ainda não viu valor nisso tudo?</strong> Ok, realmente não é fácil sair do comum e enxergar as possibilidades de forma não tendenciosa e sim claras e objetivas.</p>
<p style="text-align: justify;">Social Media não é nada sem um Portal de Conteúdo, um Blog ou um Site para levar esse público a atingir uma meta específica, por isso não pense que uma página no Facebook trará os resultados, tudo em um projeto digital está interligado, até mesmo com o mundo Off-line &#8211; aqui vou ser contrário a muitos artigos que separam o on-line e o Off-line, esqueça isso, não temos como fugir, na verdade o Digital em si não existiria sem o Off-line.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.profissionaisti.com.br/tag/social-media/">Social Media</a> é muito mais do que simplesmente o que estávamos acostumados a ter, ou seja, montar um site e tentar divulgar via links patrocinados, assim atingindo possíveis compradores, muito fácil. Porém o processo hoje não somente esse. Vou escrever uma frase abaixo e não vou comentá-la, vou deixar que você tire suas próprias conclusões&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Links Patrocinados são importantes, sim, porém o consumidor não é mais passivo e isso é explicito, pois apesar de ser o teu publico alvo &#8211; aquele que vem por meio de links patrocinados, ele tende a abrir outra aba no navegador e pesquisas sobre sua loja ou marca, antes mesmo de efetuar a compra, ele tende a ir para as Redes Sociais ver o que você fala e o que os outros falam de você, ele vai no reclameaqui.com.br pesquisar, ele volta ao Google e digita a tua marca, sempre acrescenta palavras chave como reclamações, atraso, entrega, produto errado, enfim, você acha que isso é utópico, pois não é, essa é a realidade que temos visto e vamos continuar vendo em maior escala pelos próximos anos&#8230;&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">Um forte abraço, sucesso para você.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.profissionaisti.com.br/2012/01/midias-sociais-para-empresas-a-logica-do-negocio/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>7</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

