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	<title>Profissionais TI - Pra quem respira informação &#187; Papinho de TI</title>
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	<description>Pra quem respira informação</description>
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		<title>Quais os segmentos de mercado que serão destaque para os negócios em TI em 2012</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Feb 2012 17:48:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Profissionais TI</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Papinho de TI]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[2012]]></category>
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		<category><![CDATA[Negócios]]></category>
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		<description><![CDATA[E mais uma vez os relógios chegaram à meia noite de 31 de dezembro, assim, psicologicamente começamos um novo período e tecnicamente um novo ano. Esse truque do tempo para renovação das coisas está presente na vida do ser humano, seja pela existência do dia e da noite, do relógio de 12 horas, do calendário [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">E mais uma vez os relógios chegaram à meia noite de 31 de dezembro, assim, psicologicamente começamos um novo período e tecnicamente um novo ano.</p>
<p style="text-align: justify;">Esse truque do tempo para renovação das coisas está presente na vida do ser humano, seja pela existência do dia e da noite, do relógio de 12 horas, do calendário de dias, da semana, mês e ano.</p>
<p style="text-align: justify;">Desta forma, se espera que a vida seja renovada continuamente e assim as tarefas, metas e soluções aos problemas sejam parte de um ciclo que começa e termina após cada período, mesmo que o período seja de milésimos de segundos de um simples pensamento.</p>
<p style="text-align: justify;">Dias atrás estava observando a capa de uma conhecida publicação em revista de  circulação nacional, voltada ao segmento econômico/financeiro que dizia: “2011: O ano que não terminou”. Aquilo me chamou a atenção, pois todo ano sempre termina em 31/12, então, fui entender o que estavam dizendo.</p>
<p style="text-align: justify;">A notícia da capa referia-se ao problema da dívida soberana dos países da comunidade econômica européia, seus déficits monumentais e a incapacidade dos países da Zona do Euro em resolver o problema, que teve forte agravamento no início de 2011 e mesmo assim permaneceu se arrastando de forma bastante indefinida em 2012.</p>
<p style="text-align: justify;">Com essa indefinição entramos em 2012 com falta de previsibilidade. Esta condição é ruim para planejar os negócios de todos os segmentos da economia, em todas as regiões globalizadas do mundo e assim, temos uma situação “ímpar” a ser conduzida. Definir metas que provavelmente serão modificadas durante o ano, dependendo do rumo das reuniões e acordos a serem realizadas entre os países da União Européia, e que ditarão as regras do jogo, mesmo depois dele já ter começado.</p>
<h3 style="text-align: justify;">E o Brasil, como fica em meio a tudo isso?</h3>
<p style="text-align: justify;">Apesar de estarmos totalmente ligados aos acontecimentos das principais economias do mundo e estarmos neste momento desacelerando o ritmo de crescimento, sem ainda saber ao certo o piso da desaceleração, acredito que após um primeiro trimestre bastante incerto, assim que houver demonstração do rumo das principais economias do planeta, voltaremos a ser alvo de direcionamento dos investidores, e assim, voltaremos a nos surpreender com a dinâmica dos negócios em TI, fundamentais para o aumento da produtividade das pessoas e empresas.</p>
<p style="text-align: justify;">Neste cenário, baseado em informações e pesquisa realizada pelo IT DATA para a Abradisti no final de 2011, coloco a seguir segmentos que serão destaque em 2012:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Governo</strong>:</p>
<p style="text-align: justify;">2011 foi o primeiro ano de mandato das esferas federais e estaduais. Normalmente os investimentos em TI são postergados, principalmente em infraestrutura de TI. As aquisições de PCs, servidores, impressão, rede, etc, este ano foram bem abaixo em relação ao ano de 2010. Haverá um crescimento moderado nos investimentos em TI em 2012.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Prestação de serviços</strong>:</p>
<p style="text-align: justify;">O segmento de serviços, excluindo-se as empresas prestadoras de serviços financeiros e as de utilidades, conta com cerca de 2,1 milhões de empresas no Brasil, representando 57% do PIB brasileiro e constituindo o segmento que mais emprega no país, com aproximadamente 14,1 milhões de trabalhadores. Menos de três mil empresas deste segmento possuem mais de 500 funcionários. 99,5% possuem menos de 100 funcionários. O segmento de serviços é o que mais investe em TI, representando 24% do total. O IT Data estima que haverá um crescimento de 12% nos investimentos em 2012.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Indústria:</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Cerca de 45% das empresas inseridas nas 500 Maiores da Exame são do segmento industrial. O aumento dos investimentos em TI da indústria foi de apenas 6% em 2011, bem abaixo da média de outros segmentos. A desvalorização do Real é tida como fundamental para a recuperação da competitividade das empresas e aumento de exportações.</p>
<p style="text-align: justify;">Havia 537.650 empresas deste segmento em 2005. Cinco anos depois, houve uma queda significativa de 16%, apesar de todo aquecimento da economia brasileira. As maiores quedas vieram dos setores de calçados, têxtil, bens de capital e eletroeletrônico.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Finanças:</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O setor financeiro no Brasil é composto por 155 bancos, sendo 130 múltiplos e 25 comerciais. Ao todo, estes bancos possuem 20.088 agências espalhadas em todo o território nacional. Eles geram mais de 450 mil empregos diretos. Cinco bancos (Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, Santander, Itaú e Bradesco) representam 80% dos investimentos em TI do setor.</p>
<p style="text-align: justify;">Outro setor importante no segmento financeiro é o de seguros, que emprega 60 mil pessoas. Há também o mesmo tipo de concentração neste setor; Itaú e Bradesco representam boa parte dos investimentos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Comércio:</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O segmento faturou R$ 1,6 trilhão em 2010, com crescimento de 11% em comparação ao ano anterior. Foi o quarto maior crescimento mundial. A maioria das empresas do comércio varejista é de pequeno porte. Apenas 0,4% possuem mais de 100 funcionários. Apenas 1.472 empresas possuem mais de 500 funcionários.</p>
<p style="text-align: justify;">O número de novos estabelecimentos comerciais vem crescendo a uma taxa de 5% ao ano nos últimos cinco anos. A única exceção são os supermercados, onde está havendo um aumento de concentração.</p>
<p style="text-align: justify;">A estimativa do IT Data é que os investimentos em TI no segmento comércio crescerão 15% em 2011 e há excelentes perspectivas para 2012.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Óleo, gás e mineração</strong>:</p>
<p style="text-align: justify;">Os investimentos em TI deste segmento vêm crescendo acima da média do mercado nos últimos cinco anos, mas ele não é representativo no total do mercado (4%). Este é um segmento com enorme concentração em empresas como Petrobrás, Vale do Rio Doce, Votorantim, etc.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Agrobusines:</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O segmento emprega 18 milhões de pessoas, mas apenas 3,2 milhões são permanentes. Isto explica porque, apesar de ser tão importante para o país, o segmento é pouco representativo nos investimentos em TI, apenas 2% do total.</p>
<p style="text-align: justify;">O agronegócio tem participação de mais de 50% do PIB de estados como</p>
<p style="text-align: justify;">Goiás, Mato Grosso e Santa Catarina.</p>
<p style="text-align: justify;">Com o aumento de consumo de alimentos em países como a China e Índia, os preços dos alimentos só tendem a crescer. Isto já foi visto em 2010 e 2011 e a tendência é de um maior aumento em 2012, devido às mudanças climáticas e desastres naturais de alguns países produtores de alimentos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Utilidades:</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O segmento de utilidades é formado por empresas de saneamento básico, limpeza urbana,  geração e distribuição de energia.</p>
<p style="text-align: justify;">Este segmento representa 3% dos investimentos em TI, mas é o que mais vem crescendo nos últimos cinco anos, com taxa média de 15%. O principal setor deste segmento são as empresas de geração e distribuição de energia.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Segmento Doméstico:</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A situação econômica brasileira está favorável para o consumo das pessoas físicas. O desemprego no Brasil ficou em 5,8% em outubro, menor taxa desde 2002, caracterizando o que os economistas chamam de pleno emprego. A renda média do brasileiro está estabilizada nos últimos meses em R$1.607,00.</p>
<p style="text-align: justify;">O IBGE divulgou que o número de residências com PCs saltou de 10% em</p>
<p style="text-align: justify;">2000 para 38,3% em 2010. A IT Data estima que este percentual atingirá 41% ao final de 2011.</p>
<p style="text-align: justify;">O segmento doméstico ou pessoa física vem experimentando um aumento de compras de produtos de tecnologia nos últimos sete anos devido a queda constante dos preços dos produtos tecnológicos. Em 2011, este segmento representou 62% das compras de PCs e 92% dos tablets.</p>
<p style="text-align: justify;">A IT Data estima que as pessoas físicas gastarão 14,7 bilhões com TI m 2011 e a previsão para 2012 é de aumento de 13%.</p>
<p style="text-align: justify;">Diante disso, a perspectiva média de crescimento do mercado de TI no Brasil para 2012 situa-se entre 7% e 10%, o que certamente ficará acima da média mundial, demonstrando mais uma vez grande oportunidade ao canal de distribuição para a continuidade do desenvolvimento dos negócios no país e assim afirmar ainda mais sua importância e relevância para o setor.</p>
<p style="text-align: justify;">Para aproveitar a oportunidade que se desenha, distribuidores e revendedores precisam seguir investindo fortemente em capacitação de suas equipes e aproveitar o momento de incerteza do primeiro trimestre para se preparar para demanda dos próximos trimestres e então fechar o ano de 2012 com prosperidade e fôlego para os próximos anos.</p>
<p style="text-align: justify;">Fechando assim o ciclo do tempo com a certeza da tarefa cumprida e a visão clara dos ciclos que virão.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>por <strong>Marco Antonio Chiquie</strong>: Diretor da ABRADISTI, Associação Brasileira de Distribuidores de TI</em></p>
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		<title>Como identificar, criar e empreender &#8211; Dicas para criar e alavancar startups</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Feb 2012 15:36:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Profissionais TI</dc:creator>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Papinho de TI]]></category>
		<category><![CDATA[Startups]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Startup]]></category>

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		<description><![CDATA[É possível ver surgindo cada vez mais novas e novas startups. O conceito de empresas de internet e empreender estão intrínsecos na geração Y. Porém, mesmo com tanta vontade de crescer e vencer, é preciso levar uma série de circunstâncias e etapas em conta. Pensando nesse exponencial crescimento de ideias que surgem aos montes, relaciono [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">É possível ver surgindo cada vez mais novas e novas startups. O conceito de empresas de internet e empreender estão intrínsecos na geração Y. Porém, mesmo com tanta vontade de crescer e vencer, é preciso levar uma série de circunstâncias e etapas em conta.</p>
<p style="text-align: justify;">Pensando nesse exponencial crescimento de ideias que surgem aos montes, relaciono abaixo algumas dicas que podem auxiliar os jovens empreendedores a criar e alavancar as startups.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>1. Ideias consistentes:</strong> Boas ideias surgem constantemente, no entanto, é preciso que seja consistente, que haja um fundamento. Não basta ter uma boa ideia, ela precisa ser tangível, se adequar à realidade do empreendedor.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>2. Olho no mercado: </strong>Temos uma ideia e ela é viável para a execução. Agora é hora de pensar no mercado. Qual será seu diferencial? Como será o modelo de negócios? Como espera conquistar o público? Esse mercado é realmente exponencial? Essas são apenas algumas das questões que devem ser abordadas antes de tudo.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>3. Encontre um gap:</strong> Após o estudo do mercado, foque naquele ponto que é mais promissor. Encontre uma necessidade e passe a ofertá-la, que automaticamente a demanda virá. Muito além da escolha do nicho, deve vir o nicho do nicho. <span style="text-decoration: underline;">Segmentar é cada vez mais preciso.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>4. Ter um propósito:</strong> Acredito que esse seja o fator principal para qualquer empreendedor. É preciso ter algo muito além de uma boa ideia e um mercado a ser explorado. O propósito para empreender, o propósito para levar o negócio à frente é o que move tudo. Essa paixão é primordial para qualquer executivo que queira ter sucesso na startup. É preciso ter uma ligação muito maior com o tema.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>5. Coragem e determinação:</strong> Esse é um ponto crucial na hora de decidir se a ideia sai ou não do papel. Acima de tudo, mesmo com um propósito forte, é preciso ter coragem e determinação para colocar tudo em prática, assumir os <a title="Social Media: Comunicação com planejamento estratégico - Analise os riscos!" href="http://www.profissionaisti.com.br/2012/01/social-media-comunicacao-com-planejamento-estrategico-analise-os-riscos/">riscos</a> e acreditar no projeto.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>6. Um passo de cada vez:</strong> É importante que o empreendedor saiba colocar limites no desenvolvimento do projeto. É preciso que todas as etapas sejam desenvolvidas. Mesmo que a ideia seja grande, divida o projeto em algumas bases para consolidar cada parte por vez.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>7. Aproveite as oportunidades: </strong>Fique atento ao micro e macro ambiente em que sua startup está englobada. O bom empreendedor sempre está pronto para identificar as oportunidades e abraçá-las para alavancar o crescimento.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>8. A importância dos sócios:</strong> É mais difícil encontrar bons parceiros do que uma boa ideia. E, os sócios são extremamente importantes para dividir responsabilidades, forças, e ter mãos confiáveis o suficiente para tocar todo o negócio.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>9. Clareza e transparência:</strong> Esse é um ponto importantíssimo, não tentar ser oportunista. Trabalhe de maneira correta, um <a href="http://www.profissionaisti.com.br/tag/negocios">negócio </a>correto e bem estruturado pode ser a chave do sucesso. Tenha clareza em todos os passos da startup, desde a ideia, encubação do projeto até o lançamento, e principalmente, com o cliente.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>10. Conhecimento na operação:</strong> Conheça sua startup melhor do que qualquer um. Domine todos os processos, desde a logística até a operação. Quando se traz a operação para o ambiente interno, é possível ter maior conhecimento sobre tudo.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>por <strong>Daniel Wjunski</strong>: Sócio fundador do portal Minha Vida, maior site com conteúdo voltado para saúde e bem estar do país, que conta com mais de 11 milhões de internautas cadastrados e oito milhões de visitas únicas por mês</em></p>
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		<title>Boa gestão da informação é fundamental para o sucesso do seu negócio</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Feb 2012 15:30:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Profissionais TI</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gestão do Conhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[Papinho de TI]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão]]></category>
		<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[TI]]></category>

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		<description><![CDATA[Considero informação a matéria-prima da qual se extrai o conhecimento. A informação e o conhecimento podem ser considerados as chaves da produtividade e da competitividade. Podemos definir qualidade das informações como o grau em que elas são consideradas confiáveis, independentemente da fonte da qual tenham sido extraídas. Você precisa ter o conjunto de informações disponíveis, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Considero informação a matéria-prima da qual se extrai o conhecimento. A informação e o conhecimento podem ser considerados as chaves da produtividade e da competitividade.</p>
<p style="text-align: justify;">Podemos definir qualidade das informações como o grau em que elas são consideradas confiáveis, independentemente da fonte da qual tenham sido extraídas. Você precisa ter o conjunto de informações disponíveis, na hora certa, no lugar certo, para que as pessoas certas as usem para tomar decisões eficazes, administrar e gerar negócios, atender os clientes e alcançar os objetivos da empresa. Uma gestão moderna exige que essa tomada de decisão seja baseada em informação altamente qualificada e confiável, assim como qualquer boa estratégia.</p>
<p style="text-align: justify;">Considero dados como fatos de interesse para seu negócio. Quando esses fatos são colocados em contexto, tornam-se informações.</p>
<p style="text-align: justify;">Para uma boa gestão e logística da informação dentro da empresa, há a necessidade de investimento em TI. Todos os departamentos de uma empresa devem trabalhar com as mesmas informações e dados, sem  a ocorrência de divergência na análise de um relatório.</p>
<p style="text-align: justify;">Não importa o estágio em que sua empresa se encontre, para uma boa gestão da informação, é primordial o investimento na qualidade desses dados assim como nas necessidades mais importantes do seu negócio.</p>
<p style="text-align: justify;">Um sintoma de que sua empresa está com problemas na <a href="http://www.profissionaisti.com.br/category/qualidade/">qualidade</a> de dados é o alto índice de mensagens devolvidas ou de contatos inválidos quando você faz campanhas de marketing via e-mail, mala direta e call center.</p>
<p style="text-align: justify;">Para detectar um problema de qualidade de informação, verifique se sua equipe está desperdiçando muito tempo discutindo qual relatório está correto (quando os números deveriam bater, mas isso não acontece). Como já citei acima, é essencial que todos os departamentos de uma empresa trabalhem com as mesmas informações e dados para evitar esse tipo de problema.</p>
<p style="text-align: justify;">Não importa qual seja a finalidade de sua organização – com ou sem fins lucrativos, uma agência governamental, uma instituição de caridade, uma instituição de ensino, ou relacionada à saúde –, todas essas ideias se aplicam a ela, porque toda organização depende de informações de qualidade para alcançar seus objetivos e cumprir seus compromissos. Se a sua empresa está preocupada com a <a href="http://www.profissionaisti.com.br/category/qualidade/">qualidade</a> dos dados, comece o quanto antes!</p>
<p style="text-align: justify;"><em>por <strong>Lincoln Morato</strong>: Coordenador de marketing e novos negócios da ZipCode.</em></p>
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		<title>Distribuições Linux e seus lançamentos de versões</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Feb 2012 11:33:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sebastião César Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Papinho de TI]]></category>
		<category><![CDATA[Software Livre]]></category>
		<category><![CDATA[Linux]]></category>

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		<description><![CDATA[Optar pela utilização de software livre deveria ser uma das opções ao se comprar qualquer computador, mas sabemos que proporcionar esse tipo de opção confundiria mais do que ajudaria o incauto usuário que procura um computador apenas para &#8220;entrar no Facebook e no MSN&#8221; além, é claro, do lobby existente pelos grandes fabricantes de software [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Optar pela utilização de software livre deveria ser uma das opções ao se comprar qualquer computador, mas sabemos que proporcionar esse tipo de opção confundiria mais do que ajudaria o incauto usuário que procura um computador apenas para &#8220;entrar no Facebook e no MSN&#8221; além, é claro, do lobby existente pelos grandes fabricantes de software para que tal &#8220;disparate&#8221; não aconteça.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas o <a href="http://www.profissionaisti.com.br/category/software-livre/">software livre</a>, em especial as distribuições Linux, poderiam ser bem mais populares caso a comunidade em torno das mesmas não tomasse uma, ou algumas, atitudes bastante equivocadas do meu ponto de vista, me refiro nesse caso mais especificamente ao curtíssimo espaço deixado entre os lançamentos de versão estáveis dos sistemas.</p>
<p style="text-align: justify;">Antes que comece o apedrejamento quero deixar claro que me refiro as duas distros que utilizo com mais frequência: o Fedora (presença constante no meu note) e o Ubuntu (que não sai do meu desktop), apesar de um pouco a frente deixar também minha opinião sobre os releases estáveis do Debian.</p>
<p style="text-align: justify;">Desde sua concepção, tanto o Fedora quanto o <a title="Conheça o Ubuntu Dicas" href="http://www.ubuntudicas.com.br/blog/" target="_blank">Ubuntu</a> mantiveram o ritmo de lançamento de duas versões estáveis por ano o que prova que essa já é uma cultura enraizada na comunidade, que clama por novidades para se distanciar cada vez mais do Windows em termos de design e funcionalidades. Mas para alcançar esses resultados, acredito que intervalos tão curtos entre os lançamentos não seriam indispensáveis, mesmo admitindo que os releases na maioria das vezes estão realmente estáveis. Por outro lado, é bastante irritante poucas semanas depois de atualizar o sistema ver que uma versão Alpha já está disponível e que antes mesmo de você se acostumar com a maioria das funcionalidades uma nova versão já foi lançada. Claro que alguns desses pontos só acontecem quando a nova versão difere bastante da anterior, como no caso do Fedora 14 para 15. Mesmo assim ciclos de lançamento maiores ajudariam os desenvolvedores a implementar e testar um maior número de funcionalidades e facilitaria bastante a vida de usuários menos técnicos que invariavelmente ficam perdidos com tantos números e codinomes.</p>
<p style="text-align: justify;">O Debian, que mantém um ciclo médio de uma versão estável a cada dois anos, cumpre seu papel de forma adequada, visto que é um sistema para servidores, que logicamente pode ser usado em desktops, então seus releases devem ser exaustivamente testados para evitar grandes problemas no futuro. Para distros focadas no usuário final a média de 1 ano entre cada lançamento estável provavelmente conseguiria alinhar de forma adequada os principais itens envolvidos: a atualização constante do sistema, a satisfação do usuário e a manutenção e evolução da <a href="http://www.profissionaisti.com.br/category/qualidade/">qualidade</a> dos releases.</p>
<p style="text-align: justify;">Além disso, o tempo que provavelmente seria poupado poderia ser usado em um ponto que, atualmente, considero o Calcanhar de Aquiles do <a href="http://www.profissionaisti.com.br/category/software-livre/">Software Livre</a> e o principal empecilho para sua adoção em larga escala: uma suíte de escritório.</p>
<p style="text-align: justify;">É inegável que o principal trunfo da Microsoft é o Office, prova disso é que boa parte do faturamento da mesma provém dele. Também é desnecessário lembrar que uma suíte de escritório é indispensável à maioria dos usuários e que as versões livres, apesar da constante evolução, ainda deixam bastante a desejar em uma comparação direta.</p>
<p style="text-align: justify;">Com o aumento do espaço entre os releases estáveis das distribuições o tempo recuperado poderia ser investido na melhoria do LibreOffice, por exemplo, que é a principal suíte de escritório aberta disponível hoje no mercado. Claro que resalvas devem ser feitas, afinal são projetos diferentes, que exigem profissionais e níveis técnicos diferentes, mas é em situações assim que a comunidade de Software Livre precisa mostrar sua força e superar esses empecilhos. No Brasil um passo importante foi dado em 2011 com a extinção da Associação BrOffice.org e os esforços revertidos em prol do LibreOffice, que passou a ser a versão mais indicada para nos brasileiros.</p>
<p style="text-align: justify;">Logicamente existem diversos pontos de vista, também cobertos pela razão, para a manutenção do ritmo de lançamento dessas distros e outras tantas opiniões contrárias e a favor da união da comunidade em um único projeto, levando em consideração aspectos não citados nesse pequeno texto, mas para que se consiga uma evolução mais rápida e consistente em outros projetos esse esforço conjunto parece ser a opção mais razoável e acessível.</p>
<p style="text-align: justify;">Qual sua opinião? Deixe seu comentário.</p>
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		<title>Vai abrir um negócio? 10 dicas de como a tecnologia pode ser usada a seu favor</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Jan 2012 17:54:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Profissionais TI</dc:creator>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Papinho de TI]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Para quem quer começar o próprio negócio, não há momento mais oportuno. Fatores como a estabilidade da economia brasileira, incentivos fiscais e a criação de um ministério próprio para as micro e pequenas empresas confirmam a boa fase. Por conta disso, publicações e artigos têm saído com grande frequência na mídia e lendo recentemente uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Para quem quer começar o próprio negócio, não há momento mais oportuno. Fatores como a estabilidade da economia brasileira, incentivos fiscais e a criação de um ministério próprio para as micro e pequenas empresas confirmam a boa fase. Por conta disso, publicações e artigos têm saído com grande frequência na mídia e lendo recentemente uma matéria no portal PEGN, que falava sobre 40 dicas para quem quer empreender, resolvi escrever algo mais sintetizado e focando apenas em tecnologia.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Confira as dicas:</strong></p>
<p style="text-align: justify;">1. ESCOLHA CORRETAMENTE OS EQUIPAMENTOS</p>
<p style="text-align: justify;">Na contabilização dos investimentos que serão necessários para abrir um negócio, é impossível não considerar o gasto com computadores, servidores, notebooks ou tablets. Principais aliados na hora de manter o controle sobre o negócio, estas ferramentas merecem atenção na hora da compra. Se basear por preço e economizar pode significar gastar mais depois. Também, não se deve comprar um tablet se ele de fato não for necessário. Compre um equipamento que seja suficiente para o dia a dia da empresa (um escritório de arquitetura, que utilizará programas “pesados”, com certeza não terá o mesmo equipamento que um depósito de materiais precisa apenas para controlar o estoque e emitir NF) e, se precisará ir ao cliente, leve em conta a mobilidade. Não se esqueça do servidor, caso a empresa tenha mais de três usuários – facilitará na centralização de arquivos e será um equipamento que trabalhará para você.</p>
<p style="text-align: justify;">2. DÊ ATENÇÃO AOS PROGRAMAS QUE VAI UTILIZAR</p>
<p style="text-align: justify;">Assim como na escolha dos equipamentos, é necessário que as empresas utilizem os softwares corretos. Por isso, é necessário observara melhor opção para cada negócio. Escolher o melhor programa para o dia a dia do negócio não é fácil, seja ele um editor de textos ou um ERP. Porém, é fundamental analisar corretamente as soluções (e se possível testá-las) para evitar investimentos desnecessários ou arrependimentos futuros. Aqui cabe uma observação: independente do porte de sua empresa, nunca opte por software pirata, pois os problemas que ele pode trazer comprometerão o seu negócio.</p>
<p style="text-align: justify;">3. SELECIONE COLABORADORES PELA INTERNET</p>
<p style="text-align: justify;">Atualmente, existem grandes portais na internet especializados na seleção de candidatos e disponibilização de vagas. Eles oferecem diversos serviços, como triagem de currículos de acordo com o perfil da vaga, testes online para os interessados, base salarial, entre outros. E o melhor é que para as empresas, normalmente, esses serviços são gratuitos, pois os portais cobram dos interessados pelas vagas e anúncio de seus currículos.</p>
<p style="text-align: justify;">4. FAÇA REUNIÕES ONLINE</p>
<p style="text-align: justify;">Sempre que possível, faça conferências pela internet. Isso evita deslocamentos desnecessários (ainda mais em grandes cidades), além de economizar tempo. Existem na internet serviços gratuitos, mas, às vezes, até mesmo os que são pagos são mais econômicos do que uma viagem, por exemplo.</p>
<p style="text-align: justify;">5. UTILIZE FERRAMENTAS DE MENSAGEM INSTANTÂNEA</p>
<p style="text-align: justify;">Uma boa forma de diminuir os custos com telefonia é utilizar programas como o MSN ou o SKYPE para falar com clientes e fornecedores. Além do recurso de mensagem, alguns oferecem inclusive suporte para chamadas por VoIP, chats com mais de dois participantes, videochamadas, transferência de arquivos etc.</p>
<p style="text-align: justify;">6. ABANDONE O PAPEL</p>
<p style="text-align: justify;">Depois de pouco tempo de atividade, qualquer empresa já começa a acumular uma grande quantidade de papel – notas fiscais, contratos, guias de recolhimento – o que, de certa forma, traz custos adicionais para as empresas, já que alguns documentos devem ser armazenados por mais de dez anos. Manter esses documentos de forma digital traz economia e agilidade na consulta às informações, além de terem validade legal. Hoje, já existe no mercado soluções para as empresas de menor porte.</p>
<p style="text-align: justify;">7. SMARTPHONES NÃO SÃO LUXO</p>
<p style="text-align: justify;">Hoje, até mesmo o preço não é mais desculpa para quem não possui um smartphone. Existem opções para todos os bolsos e com certeza o ganho de produtividade valerá a pena. Seja simplesmente controlando sua agenda e tarefas ou até para acessar remotamente o escritório, esse tipo de celular auxilia o empreendedor a manter o controle e a organizar o seu negócio. Há infinitos aplicativos que com certeza serão uma ajuda extra para sua empresa.</p>
<p style="text-align: justify;">8. E-COMMERCE</p>
<p style="text-align: justify;">Se você que abrir um comércio, invista em uma loja virtual e conquiste mais clientes. Atualmente, o número de usuários conectados no Brasil, e com acesso à banda larga, não para de aumentar e são sem dúvida um grande atrativo. Além disso, estudos de mercado mostram que cada vez mais as pessoas passam a comprar pela internet até mesmo depois de conhecerem o produto em lojas físicas. Outra grande vantagem é que os provedores oferecem soluções prontas, dispensando a contratação de programadores e web designers.</p>
<p style="text-align: justify;">9. INVISTA EM COMPUTAÇÃO NA NUVEM</p>
<p style="text-align: justify;">Acredito que todos já utilizem algum serviço na nuvem &#8211; emails do Gmail, Hotmail e Yahoo! já são soluções baseadas na nuvem. Porém, hoje em dia, existem mais serviços disponíveis nessa plataforma. A <a href="http://www.profissionaisti.com.br/category/microsoft/">Microsoft</a> acaba de lançar o Office 365, que disponibiliza na nuvem os programas do tradicional pacote Office, licenciando por usuário e com pagamento mensal o acesso às ferramentas. Há diversas outras soluções e até mesmo servidores na nuvem, vale a pena conhecer melhor as opções para o seu negócio.</p>
<p style="text-align: justify;">10. CRIE UM CANAL DE COMUNICAÇÃO E DIVULGAÇÃO COM AS REDES SOCIAIS</p>
<p style="text-align: justify;">O Brasil sempre foi um dos países com maior adesão a esse tipo de plataforma. Diariamente milhares de pessoas criam contas em redes como o Twitter e o Facebook e, por isso, é uma ótima forma de interagir e conquistar novos consumidores. Essas redes permitem uma maior proximidade com seu cliente quando ele não está na sua empresa e leva sua marca a uma quantidade maior de pessoas. Crie uma estratégia e ingresse hoje mesmo em uma rede social, porém, ofereça conteúdo diferenciado e com regularidade, para não dar um “ar de abandono”, o que com certeza trará resultado oposto ao esperado.</p>
<p style="text-align: justify;">DICA EXTRA: GOOGLE E MICROSOFT</p>
<p style="text-align: justify;">Essas duas empresas inovam constantemente e estão oferecendo grandes soluções (muitas delas gratuitas) para o <a href="http://www.profissionaisti.com.br/category/mercado/">mercado</a> corporativo. Vale sempre a pena estar atento as novidades:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>MICROSOFT</strong></p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>GRÁTIS É MELHOR: reúne modelo de documentos e planilhas, além de oferecer treinamentos gratuitos e dicas de produtividade</li>
<li>COMMUNICATOR: versão corporativa do MSN, que permite a comunicação entre usuários de uma rede, além de chamadas via VoIP</li>
<li>OFFICE 365: solução de cloud computing do pacote Office. Permite o compartilhamento de arquivos em um grupo e edição de qualquer lugar que tenha acesso a internet</li>
<li>SHAREPOINT: ferramenta de compartilhamento de arquivos para utilização por um grupo de usuários, espécie de biblioteca online</li>
<li>SKYDRIVE: disco-virtual que permite o upload de até 25 GB de informações. Excelente para backup ou compartilhamento de arquivos</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><strong>GOOGLE</strong></p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>DOCS: solução online para criação e edição de documentos, planilhas, apresentações, etc.</li>
<li>APPS: ferramenta que reúne email corporativo, agenda, mensagem instantânea, documentos, etc. a partir de um domínio de internet existente</li>
<li>PLACES: cadastre o endereço de sua empresa para que em pesquisas na internet de endereços próximos apareçam seus dados</li>
<li>TRENDS: compara, por região geográfica, a busca por termos e palavras. Ideal para uma analise de mercado, por exemplo</li>
<li>ANALYTICS: permite analisar o tráfego de seu site, tempo médio de visitas, origem dos usuários</li>
<li>ADWORDS: publicidade baseada em palavras dentro do sistema de buscas do Google, onde a cobrança é feita com base em cliques</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Além dessas dicas, é importante observar o básico, como empreender no que gosta; ter uma visão de futuro, para saber se a opção escolhida de fato tem um bom mercado para ser explorado; escolher o sócio corretamente; e evitar empréstimos.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>por <strong>Humberto A. Izabela</strong>: 20 anos de experiência na área de tecnologia da informação, sendo dez deles focados na informatização de pequena e médias empresas. Criador do software Empresário, trabalhou na informatização, consultoria e suporte para mais de 30 mil empresas junto com o SEBRAE-SP, MG e PR e também com a Federação do Comércio de São Paulo. Atualmente, é diretor da Promisys Soluções em Informática – produtora do Software de gestão ERP EASINESS é também Especialistas para pequenas e médias empresas pela Microsoft e Silver Solution Advisor pela Citrix.</em></p>
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		<title>As TICs e o Comportamento Social</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Jan 2012 11:06:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Amaral</dc:creator>
				<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Papinho de TI]]></category>
		<category><![CDATA[Redes Socias]]></category>
		<category><![CDATA[TIC]]></category>

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		<description><![CDATA[A evolução das TICs (Tecnologia da Informação e Comunicação) tem mudado e aprimorado a maneira como a sociedade se relaciona e se comunica entre si. Seu crescimento e popularização têm quebrado todas as barreiras da comunicação, tanto no impacto da velocidade em que elas ocorrem, quanto aos diferentes meios oferecidos e quanto ao número de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A evolução das <strong>TICs</strong> (<strong>Tecnologia da Informação e Comunicação</strong>) tem mudado e aprimorado a maneira como a <strong>sociedade</strong> se relaciona e se comunica entre si. Seu crescimento e popularização têm quebrado todas as barreiras da <strong>comunicação</strong>, tanto no impacto da velocidade em que elas ocorrem, quanto aos diferentes meios oferecidos e quanto ao número de pessoas que elas atingem.</p>
<p style="text-align: justify;">Num passado não muito distante, era preciso sentar-se em frente a uma TV na hora dos jornais para saber as notícias atuais, hoje, basta conectar-se a internet pelo celular estando no metrô, na rodoviária, na rua, dentro de um ônibus ou em qualquer outro lugar.</p>
<p style="text-align: justify;">Com o crescimento das <a href="http://www.profissionaisti.com.br/tag/redes-sociais"><strong>redes sociais</strong></a>, ficamos a parte dos fatos em tempo real. Uma foto, um vídeo, um simples post de 140 caracteres, etc., contribui para nos informar dos fatos locais e/ou até mesmo dos fatos internacionais.</p>
<p style="text-align: justify;">Outro impacto das <strong>redes sociais</strong> sobre a <strong>sociedade</strong> que posso citar são as várias manifestações que foram promovidas e organizadas através delas. Fato, é o que ocorreu na Líbia (<a href="http://www1.folha.uol.com.br/mundo/876488-onda-de-protestos-antigoverno-chega-a-libia-38-ficam-feridos.shtml" target="_blank">http://www1.folha.uol.com.br/mundo/876488-onda-de-protestos-antigoverno-chega-a-libia-38-ficam-feridos.shtml</a>),  o que aconteceu no Rio (<a href="http://noticias.uol.com.br/cotidiano/2011/10/26/inspirado-em-movimento-de-ny-grupo-de-indignados-ocupa-a-cinelandia-rj-com-barracas-e-autogestao.jhtm" target="_blank">http://noticias.uol.com.br/cotidiano/2011/10/26/inspirado-em-movimento-de-ny-grupo-de-indignados-ocupa-a-cinelandia-rj-com-barracas-e-autogestao.jhtm</a>), como o de New York, etc.</p>
<p style="text-align: justify;">Sem dúvidas, podemos afirmar que as <strong>TIC</strong>s mudam o comportamento <strong>social</strong> – que por sua vez, impulsionam a ciência – e que por sua vez faz com que as <strong>TIC</strong>s se aprimorem cada vez mais para acompanhar todo esse processo &#8211; este processo ocorre num ciclo contínuo.<img class="alignright" style="margin-left: 5px; margin-right: 5px;" title="Rafael Amaral - As TICs (Tecnologia da Informação e Comunicação) e o Comportamento Social" src="http://www.rafaelamaral.com.br/images_gerente/image/TICs-rafael-amaral.jpg" alt="Rafael Amaral - As TICs (Tecnologia da Informação e Comunicação) e o Comportamento Social" width="237" height="240" /></p>
<p style="text-align: justify;">Exemplos desta tecnologia são os <strong>Telecommuting</strong> – onde profissionais trabalham em casa, cafés, etc. Sua presença na <strong>EAD</strong> – faculdades oferecem cursos de graduação a distância de forma on-line, no qual o aluno não precisa estar presente fisicamente nas salas de aulas. As <strong>videoconferências</strong>, que possibilitam profissionais se reunirem sem fazer-se presente fisicamente no mesmo local e até mesmo fecharem grandes negócios.</p>
<p style="text-align: justify;">Outro exemplo, cito a experiência do internauta nos dias atuais. Ele está mais exigente. Ele quer mais relevância nos conteúdos (fato são as constantes mudanças nos algoritmos do mecanismo de pesquisa da Google em prol desta melhoria), ele quer mais interação, ele quer participar, levantar discussões sobre temas diversificados e deixar de ser apenas um &#8220;simples&#8221; leitor para ser um colaborador. Podemos definir esse processo como Web 2.0, no que diz respeito a uma web colaborativa.</p>
<p style="text-align: justify;">O internauta também tem procurado aumentar sua relação nos <a href="http://www.profissionaisti.com.br/tag/negocios">negócios</a>. Exemplo são as empresas cada vez mais presentes nas <strong>redes sociais</strong>, aumentando sua relação com seus clientes, levando em consideração os feedbacks a fim de aumentar a satisfação dos mesmos, pois sabem que pontos negativos podem causar grandes impactos.</p>
<p style="text-align: justify;">As <strong>redes sociais</strong> estão disponíveis para quem quiser ter uma conta, porém, para uma empresa fazer-se presente nas <strong>redes</strong> é preciso que isso seja feito e acompanhado por um <strong>profissional qualificado</strong>. Pois conteúdo sem relevância pode ser entendido como spam, em outras palavras, não apresentar resultados positivos.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.rafaelamaral.com.br/" target="_blank">Blog Rafael Amaral</a><br />
Twitter: <a href="http://twitter.com/#%21/rafaelamaralll" target="_blank">@rafaelamaralll</a></p>
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		<title>2015 o Brasil será a quarta maior potência em e-commerce no mundo? É o que dizem&#8230;</title>
		<link>http://www.profissionaisti.com.br/2012/01/2015-o-brasil-sera-a-quarta-maior-potencia-em-e-commerce-no-mundo-e-o-que-dizem/</link>
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		<pubDate>Wed, 18 Jan 2012 10:58:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiz Castro Junior</dc:creator>
				<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Papinho de TI]]></category>
		<category><![CDATA[brasil]]></category>
		<category><![CDATA[e-commerce]]></category>

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		<description><![CDATA[Parece difícil se comparado a tantos outros países com melhores recursos tecnológicos do que nós, porém, o Brasil já é a sétima maior economia nesse mercado. O estudo feito pela Translated, nomeado como T-index 2015, aborda o tema levando em consideração diversos fatores que podem ocasionar mudanças no ranqueamento para 2015. Atualmente o rank é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="size-medium wp-image-20757 alignright" style="margin-left: 5px; margin-right: 5px;" title="e-commerce-brasil" src="http://www.profissionaisti.com.br/wp-content/uploads/2012/01/e-commerce-brasil-300x231.jpg" alt="" width="240" height="185" />Parece difícil se comparado a tantos outros países com melhores recursos tecnológicos do que nós, porém, o Brasil já é a sétima maior economia nesse <a href="http://www.profissionaisti.com.br/category/mercado/">mercado</a>. O estudo feito pela Translated, nomeado como T-index 2015, aborda o tema levando em consideração diversos fatores que podem ocasionar mudanças no ranqueamento para 2015.</p>
<p style="text-align: justify;">Atualmente o <em>rank</em> é formado por EUA, China, Japão, Alemanha, Reino Unido e França, logo o Brasil vem na sétima posição. Nesses próximos anos o Brasil deve alavancar de tal forma seu faturamento no mundo digital a ponto de deixar para trás Alemanha, Reino Unido e França, chegando a assumir a quarta posição, logo atrás do Japão.</p>
<p style="text-align: justify;">Alguns países, apesar de se manterem na liderança, vão frear no crescimento do <a href="http://www.profissionaisti.com.br/tag/e-commerce/">e-commerce</a>, os EUA tem a participação de 24,4% total do mercado e-commerce mundial, sendo que para 2015 poderá recuar para 16,8%, talvez fique atrás da China.</p>
<p style="text-align: justify;">Já a China, país em crescente consumismo, está com 11,5% de participação mundial, sendo que em 2015 a previsão seja para 18,8% e assim assumindo a liderança, porém, não é garantido que esse mercado super aquecido continue pelos próximos anos.</p>
<p style="text-align: justify;">O Japão tem previsão de recuo no faturamento e logo na participação mundial, porém, mantém-se na terceira posição, sai de 6,6% de participação para 4,9%. Um recuo considerável, mas não o suficiente para perder sua posição.</p>
<p style="text-align: justify;">Já o <a href="http://www.profissionaisti.com.br/tag/brasil/">Brasil</a> possuí 3% de participação no e-commerce mundial, sendo que o crescimento ano após ano tem permitido, e é bem provável, que consigamos chegar próximos aos 4,3% ou 4,5% de participação, assumindo assim a quarta posição em 2015.</p>
<p style="text-align: justify;">De fato, o Brasil cresce e muito no e-commerce, é bom saber disso. Mesmo assim creio que ainda falta profissionalismo. Recentemente estava discutindo no Facebook um vídeo de Rene de Paula Jr. onde ele aborda a questão de que o brasileiro tem a cultura de fazer tudo no jeitinho, ou seja, não se faz o que se tem que fazer, não se aprende o que se tem que aprender, enfim, acaba-se sempre dando o jeitinho brasileiro.</p>
<p style="text-align: justify;">Creio que o maior intimidador do crescimento acelerado é fazer as coisas de uma forma qualquer, incoerente, não vejo que política, tecnologia ou qualquer outra coisa possa impedir esse crescimento, mas o nosso maior inimigo é a nossa cultura do jeitinho, o consumidor tem a cada ano que passa se tornado mais inteligente, mais capaz de se expressar e fazer valer seus direitos, estamos em um país muito social, muito colaborativo, muito comunicativo, portanto, o foco para o crescimento se dá em Social Media. Mas não digo &#8211; Vendas em Social Media, essas ferramentas não são necessariamente para vender e sim para se comunicar, interagir com o cliente. Talvez isso tudo vá contra a política de lucros da empresa, portanto, é o futuro do e-commerce &#8211; Social Commerce primeiro você conquistar a confiança, para depois você vender.</p>
<p style="text-align: justify;">Medir os resultados dessa forma é difícil, bastante complexo, já que pode um relacionamento demorar para amadurecer, portanto, no momento que isso é feito podemos ter certeza que a repercussão é forte, competente e qualificada a ponto de que a marca ganhe valor e relevância.</p>
<p style="text-align: justify;">Se você está de olho nesse mercado, fixe sua atenção para <a href="http://www.profissionaisti.com.br/2011/11/um-mundo-ainda-experimental-social-media-carreira-ou-passatempo/">Social Media</a>, essa ciência fará o resultado mais duradouro e futuramente mensurável.</p>
<p style="text-align: justify;">Sucesso a todos, um forte abraço.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>ERP: problema ou solução</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Jan 2012 14:43:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Profissionais TI</dc:creator>
				<category><![CDATA[Governança de TI]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Papinho de TI]]></category>
		<category><![CDATA[ERP]]></category>
		<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[TI]]></category>

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		<description><![CDATA[Mensurar o valor de uma ferramenta de gestão empresarial é uma tarefa difícil e depende de diversos fatores. Mas, com certeza, é possível verificar quando o sistema está trazendo mais problemas que soluções. Integração das informações e otimização dos processos são alguns dos benefícios que as empresas buscam na hora de adotar um Enterprise Resource [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Mensurar o valor de uma ferramenta de gestão empresarial é uma tarefa difícil e depende de diversos fatores. Mas, com certeza, é possível verificar quando o sistema está trazendo mais problemas que soluções. Integração das informações e otimização dos processos são alguns dos benefícios que as empresas buscam na hora de adotar um <a href="http://www.profissionaisti.com.br/tag/erp/">Enterprise Resource Planning</a> – o ERP. Por isso, a escolha da solução e da empresa prestadora do serviço é uma tarefa que deve seguir a diversos critérios de avaliação.</p>
<p style="text-align: justify;">Manter-se competitivo sem um sistema eficiente é uma missão quase impossível e cada vez mais as organizações têm se dado conta disto. Tanto que os investimentos em softwares de gestão têm crescido. Projeções da e-Consulting apontam que em 2011 o setor deve registrar crescimento de 14,2%, movimentando R$ 2,04 bilhões. A demanda das empresas por ERPs e a expansão dos serviços oferecidos são os principais fatores que resultam no bom desempenho do setor, segundo a consultoria.</p>
<p style="text-align: justify;">Qualquer produto ou serviço que oferece mais custos do que benefícios deve ser reavaliado e com o ERP não é diferente. Este é um sistema que requer investimentos e as vantagens são mais bem percebidas a médio e longo prazo, mas avaliar algumas questões pode ajudar a evitar problemas. Primeiro é preciso ficar claro que não existem ERPs bons ou ruins, e sim sistemas que atendem ou não as necessidades da empresa.</p>
<p style="text-align: justify;">Partindo deste princípio, antes de investir em um sistema de gestão empresarial, é necessário avaliar quais são as reais demandas da organização. Iniciar a implantação de um sistema sem um bom planejamento é uma das principais causas do fracasso do projeto. Um bom começo é definir as estratégias da empresa para os próximos anos – por exemplo, se há previsão de abertura de filiais, se haverá lançamento de novos produtos, etc. Outro fator importante é perceber se a fornecedora de ERP terá capacidade e condições de corresponder com rapidez as dinâmicas mudanças que ocorrem nas empresas</p>
<p style="text-align: justify;">Estas informações são fundamentais na hora de determinar o que é, ou não, importante no sistema. Desta forma, mesmo que algumas funções não sejam liberadas no início da implantação da solução, quando as mudanças acontecerem, o ERP terá que acompanhar a evolução da empresa e na velocidade necessária. Para que nenhuma ação seja ‘esquecida’, a definição das estratégias e das funcionalidades do sistema deve ser feita por representantes de todos os setores que utilizarão a solução.</p>
<p style="text-align: justify;">Como deve acontecer na contratação de qualquer produto, busque empresas experientes e com um bom histórico de atuação. A implementação de um ERP é um processo complexo, relativamente longo e que pode demandar mudanças no plano inicial. Por isso, avalie bem a empresa que será contratada. Além disso, mais do que contratar uma prestadora de serviços, opte por realizar uma boa parceria. Assim, é possível passar pela implantação com o mínimo de conflitos.</p>
<p style="text-align: justify;">Outra questão que precisa ser analisada com cautela é a forma como será feito o atendimento e o suporte. Estes são tópicos que demandam muitas reclamações. A maior parte das prestadoras de serviço cobra por visita, o que faz com que o cliente evite solicitar o serviço para poupar gastos extras. Por isso, opte por empresas que oferecem um plano mensal de contratação, assim haverá atendimento sempre que necessário e sem custos adicionais.</p>
<p style="text-align: justify;">Como em qualquer serviço, não há como obter garantias de que não haverá nenhum problema com o software implantado. A escolha do <a title="Como as indústrias podem reduzir custos com sistemas de gestão" href="http://www.profissionaisti.com.br/2011/11/como-as-industrias-podem-reduzir-custos-com-sistemas-de-gestao/http://www.profissionaisti.com.br/2011/11/como-as-industrias-podem-reduzir-custos-com-sistemas-de-gestao/">ERP</a> deve ser pensada a médio e longo prazo e não apenas visando as necessidades atuais da organização. Mas com planejamento, análise das funcionalidades e da evolução do sistema, certamente a probabilidade da ferramenta de gestão empresarial oferecer mais soluções do que problemas é bem maior.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>por <strong>Paulo Silas</strong> &#8211; Gerente de Relacionamento da SEND – desenvolvedora de soluções tecnológicas para gestão empresarial.</em></p>
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		<title>Copa de 2014: o setor de TICs chutado pra escanteio</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Jan 2012 14:38:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Profissionais TI</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
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		<category><![CDATA[Papinho de TI]]></category>
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		<description><![CDATA[A Câmara Americana do Comércio (Amcham) realizou recentemente um debate sobre as &#8220;TICs para os Megaeventos Esportivos&#8221;, no qual tive a oportunidade de participar como mediador em um painel sobre como o país está se preparando na área de TICs para a Copa do Mundo de 2014. Na ocasião, ainda estavam dispostos para o debate [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A Câmara Americana do Comércio (Amcham) realizou recentemente um debate sobre as &#8220;TICs para os Megaeventos Esportivos&#8221;, no qual tive a oportunidade de participar como mediador em um painel sobre como o país está se preparando na área de TICs para a <a href="http://www.profissionaisti.com.br/tag/copa-do-mundo/">Copa do Mundo</a> de 2014.</p>
<p style="text-align: justify;">Na ocasião, ainda estavam dispostos para o debate Artur Coimbra de Oliveira, diretor do Departamento de Banda Larga do Ministério das Comunicações, João Moura, presidente executivo da TelComp – associação das operadoras de telecomunicações; e Rodrigo Meira, assessor do Ministério dos Esportes.</p>
<p style="text-align: justify;">Em um debate envolvendo todos os protagonistas do processo, incluindo membros do governo e representantes das entidades privadas de TI e <a href="http://www.profissionaisti.com.br/category/telecom/">Telecom</a>, tornou-se essencial fazer um primeiro balanço da evolução da preparação do país no que diz respeito ao uso de recursos de TICs para a Copa do Mundo. Ainda, este tipo de debate é oportuno e urgente, visto que se for necessário efetuar alguma correção na rota traçada pelo governo, o prazo para identificar as mudanças necessárias e ainda colocá-las em prática a tempo está praticamente se esgotando.</p>
<p style="text-align: justify;">O prazo prometido pelo governo para a conclusão de todas as obras e serviços necessários à Copa do Mundo é dezembro de 2013, exatos seis meses antes do início do evento. Ainda, foi informado pelo representante do Ministério das Comunicações que a largura de banda necessária para a transmissão dos jogos, fixada pela FIFA em 20 Gigabits/segundo, já existe. Inclusive, até a Copa, a capacidade de conexão internacional do país deve atingir a marca de 2 Terabytes/segundo.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo o representante do Ministério dos Esportes, a realização da Copa do Mundo no país tem, entre seus objetivos, a função de mobilizar e promover o país, gerar um salto de qualidade nos serviços envolvidos no evento (TICs, turismo etc.), construir arenas multiuso de classe mundial e modernizar a infraestrutura do país.</p>
<p style="text-align: justify;">Para tanto, o planejamento do Governo dividiu as obras em três ciclos. O primeiro ciclo, já em pleno desenvolvimento, inclui todos os elementos que exigem investimentos que levam grandes prazos para serem realizados, como a própria construção dos estádios. O segundo ciclo inclui os recursos que podem ser implementados em prazo menor, como as questões relacionadas a transporte, segurança pública, turismo e TICs, enquanto o terceiro e último ciclo corresponde à operação do evento propriamente dito, durante os trinta dias em que a Copa estará sendo disputada.</p>
<p style="text-align: justify;">No entanto, como protagonistas no setor de longa data, sabemos que qualquer projeto de TICs que pretenda deixar um legado, não pode ser executado sem a disponibilidade de um prazo considerável. Esse tratamento dado pelo governo às TICs foi comparado, durante o debate, ao tratamento que é dispensado aos móveis e decoração dos estádios e demais locais envolvidos na Copa: só depois de todas as obras civis prontas e inauguradas é que esses gastos serão autorizados, e a entrega se dará em curto prazo, eliminando a chance de dispor de grandes e importantes projetos para o desenvolvimento do setor e absorção da tecnologia.</p>
<p style="text-align: justify;">Inclusive, o presidente da Telcomp foi muito feliz ao afirmar que, para tornar realidade o legado positivo que o governo promete deixar para o país após o mega-evento, não é possível deixar os planos de implementação dos recursos de TICs para a última hora.</p>
<p style="text-align: justify;">Outro aspecto que ficou claro durante o debate é que a área de TICs não está sendo contemplada como parte do projeto básico apresentado pelos construtores para a obtenção dos recursos financeiros para a construção das arenas. Nem os órgãos de governo, notadamente o BNDES, exigem que a área de TICs seja considerada nos projetos, para sua análise e liberação de verbas.</p>
<p style="text-align: justify;">Ou seja, os recursos de TICs serão tratados às pressas, à véspera da inauguração de cada arena, não apenas aumentando custos, mas deixando de aproveitar a oportunidade de integrar as arenas entre si, e com os demais locais envolvidos no evento, como centros de treinamento e centros de controle.</p>
<p style="text-align: justify;">Na área de TICs, o legado planejado inclui o &#8220;<a href="http://www.profissionaisti.com.br/category/desenvolvimento/">desenvolvimento</a> local de conteúdo específico para a Copa do Mundo&#8221;. Embora este item seja parte dos objetivos elencados pelo governo, até o momento não há qualquer plano de ação para concretizá-lo, muito menos ações específicas em andamento.</p>
<p style="text-align: justify;">Dessa forma, não nos resta outra forma de concluir que, infelizmente, em função do avançado dos prazos, esta oportunidade já está praticamente perdida para o país. Ou seja, efetivamente o setor de TICs foi chutado para escanteio nesta nossa Copa do Mundo.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>por <strong>Roberto Carlos Mayer</strong> &#8211; vice-presidente de Relações Públicas da Assespro Nacional e representante do Brasil junto à ALETI (Federação Ibero-Americana das Entidades de TI) e diretor da MBI.</em></p>
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		<title>Cinco softwares livres que todo mundo deveria usar</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Dec 2011 11:26:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gabiifonseca</dc:creator>
				<category><![CDATA[Papinho de TI]]></category>
		<category><![CDATA[Software Livre]]></category>
		<category><![CDATA[Utilidades]]></category>
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		<category><![CDATA[Open Source]]></category>
		<category><![CDATA[Software]]></category>

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		<description><![CDATA[Por que pagar por programas (ou usar métodos ilícitos!) se existem alternativas gratuitas em que podemos trabalhar tão bem quanto? Quando formato uma máquina para amigos ou parentes sempre instalo alguns programas que uso e recomendo para todos. Esses programas certamente serão usados pelos usuário e basicamente se enquandram em duas categorias: A primeira é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Por que pagar por programas (ou usar métodos ilícitos!) se existem alternativas gratuitas em que podemos trabalhar tão bem quanto?</p>
<p style="text-align: justify;">Quando formato uma máquina para amigos ou parentes sempre instalo alguns programas que uso e recomendo para todos. Esses programas certamente serão usados pelos usuário e basicamente se enquandram em duas categorias: A primeira é a dos softwares baseados em um outro famoso no mercado. Contudo, prefiro os que serão citados pela sua facilidade de uso ou ferramentas extras (além do fato de serem gratuitos, é claro!). A segunda categoria enquadra programas com recursos claramente inferiores às versões comerciais, mas que são mais do que adequadas para o uso diário de quem não é um profissional da área, ou seja, quando não é necessário realmente investir em algo profissional, uma ferramenta para &#8220;quebrar um galho&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Os cinco programas que recomendo são:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>1. VLC Media Player<br />
</strong></p>
<p style="text-align: justify;">No topo da minha lista coloco o  <a href="http://www.videolan.org/vlc/" target="_blank">VLC media player</a>. Esse player toca praticamente todos os formatos de vídeos e audio. Se o VLC não roda um vídeo, então nenhum outro programa vai rodar! Esse software é uma resposta para todos aqueles erros do Media Player sobre codecs não encontrados e outros erros. E o melhor: o VLC não só toca todos os formatos, como faz isso bem! É um dos programas mais bacanas que você instalará na sua máquina, seja ela um Windows, Linux ou Mac. Vale a pena!</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>2. Irfanview</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O próximo da lista é um visualizador de imagens e pequeno editor, o <strong></strong> <a href="http://www.irfanview.com/" target="_blank">Irfanview</a>. Definitivamente o melhor visualizador atual! Mas certifique-se de baixar os plugins. Você poderá ler tudo, desde arquivos .TXT, arquivos antigos da Kodak de formato .kdc e formatos da Adobe. Ele poderá até tocar uma grande quantidade de formatos de vídeos e músicas. Contudo, é melhor instala-lo antes do VLC, para que os arquivos de vídeo e áudio sejam abertos primeiro pelo VLC que é próprio para isso. Esse programa também lhe permite fazer pequenas alterações em fotos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>3. ImgBurn</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Para aqueles que gostam de trabalhar com imagens ISO e precisam criar essas imagens de um jeito fácil e simples, o <a href="http://www.imgburn.com/" target="_blank">ImgBurn</a> é o utilitário que você precisa. Esse é um tipo de programa que você não sabe que precisa até que comece a barixar ou upar aquivos ISO. Esse programa lhe permite trabalhar de maneira simples e faz a maioria das configurações automaticamente, sem com qe você precise se preocupar.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>4. OpenOffice</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Se você não pode pagar por uma versão do Microsoft Office, o <a href="http://www.OpenOffice.org" target="_blank">Open Office</a> lhe servirá bem. Esse pacote sofreu uma série de melhorias e atualmente uso-o para me ajudar na escrita de vários de meus artigos. Realmente fiquei impressionado com a série de recursos e funcionalidades que foram adicionados e tenho certeza que a maioria dos que estão aqui lendo essa coluna também ficariam. O seu processador de textos é tão bom quanto o da <a href="http://www.profissionaisti.com.br/category/microsoft/">Microsoft</a> e eu só adicionaria uma observação para o trabalho com planilhas, que não são assim tão boas para se trabalhar com quantidades abusivas de dados &#8211; mas como poucos utilizam tantos dados em seus computadores pessoais, isso não é um grande problema.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>5. Audacity</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Finalmente, o último, mas não menos importante, software a ser recomendado, é o  <a href="http://audacity.sourceforge.net/" target="_blank">Audacity</a>, um editor de sons. Seja você um amador ou profissional e já precisou de trabalhar um som &#8211; para corta-lo ou fazer outro tipo de alteração simples, que não necessite um programa profissional, utilize esse programa! Ele é simples e fácil de usar e leva apenas alguns minutos para realizar alterações. Funciona em todas as plataformas e é pequeno, podendo ser baixado em situações de emergência.</p>
<p style="text-align: justify;">E você, usa algum programa dessa lista? Adicionaria algum? Comente!</p>
<p style="text-align: right;"><em>Texto traduzido com adaptações de <a href="http://www.pcmag.com/article2/0,2817,2383066,00.asp?obref=obinsite" target="_blank">PCMAG</a>.</em></p>
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