<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Profissionais TI - Pra quem respira informação &#187; Redes</title>
	<atom:link href="http://www.profissionaisti.com.br/category/redes/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.profissionaisti.com.br</link>
	<description>Pra quem respira informação</description>
	<lastBuildDate>Fri, 10 Feb 2012 16:02:41 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.2.1</generator>
		<item>
		<title>WARGAME &#8211; Testes seus conhecimentos em segurança da informação</title>
		<link>http://www.profissionaisti.com.br/2012/02/wargame-testes-seus-conhecimentos-em-seguranca-da-informacao/</link>
		<comments>http://www.profissionaisti.com.br/2012/02/wargame-testes-seus-conhecimentos-em-seguranca-da-informacao/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 07 Feb 2012 15:21:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Henrique</dc:creator>
				<category><![CDATA[Redes]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança]]></category>
		<category><![CDATA[Software Livre]]></category>
		<category><![CDATA[Conhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[teste]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.profissionaisti.com.br/?p=20896</guid>
		<description><![CDATA[Este WARGAME é composto por 15 desafios onde todos possuem algum tipo de falha de segurança que, assim que descobertas, lhe permitem passar para o próximo nível. Cada desafio requer uma análise detalhada, conhecimento de algumas ferramentas usadas por profissionais de segurança da informação e muita paciência! Nem sempre o óbvio é a resposta! Acesse [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Este WARGAME é composto por 15 desafios onde todos possuem algum tipo de falha de segurança que, assim que descobertas, lhe permitem passar para o próximo nível.</p>
<p style="text-align: justify;">Cada desafio requer uma análise detalhada, conhecimento de algumas ferramentas usadas por profissionais de segurança da informação e muita paciência!</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.100security.com.br/wargame/"><img class="aligncenter" title="100security.com.br" src="http://www.100security.com.br/wargame.png" alt="" width="519" height="343" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Nem sempre o óbvio é a resposta!</p>
<p style="text-align: justify;">Acesse <a title="www.100security.com.br/wargame" href="http://www.100security.com.br/wargame" target="_blank">www.100security.com.br/wargame</a>, participe e comente seus resultados.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.profissionaisti.com.br/2012/02/wargame-testes-seus-conhecimentos-em-seguranca-da-informacao/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>16</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Topologias e conceitos básicos sobre o padrão IEEE 802.16 (WiMAX)</title>
		<link>http://www.profissionaisti.com.br/2011/12/topologias-e-conceitos-basicos-sobre-o-padrao-iee-802-16-wimax/</link>
		<comments>http://www.profissionaisti.com.br/2011/12/topologias-e-conceitos-basicos-sobre-o-padrao-iee-802-16-wimax/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 13 Dec 2011 14:46:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Matheus Cavecci</dc:creator>
				<category><![CDATA[Acadêmicos]]></category>
		<category><![CDATA[Infraestrutura]]></category>
		<category><![CDATA[Redes]]></category>
		<category><![CDATA[Conceitos]]></category>
		<category><![CDATA[Padrão]]></category>
		<category><![CDATA[Wimax]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.profissionaisti.com.br/?p=20405</guid>
		<description><![CDATA[A transmissão de dados via ondas de radio não é novidade, segundo Haykin e Moher, as primeiras equações datam e 1964 e Guglielmo Marconi em 1901 conseguiu atravessar o oceano Atlântico utilizado ondas de longa distância, desde então os sistemas de transmissão sem fio não param de crescer. A necessidade de estar conectado à rede [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A transmissão de dados via ondas de radio não é novidade, segundo Haykin e Moher, as primeiras equações datam e 1964 e Guglielmo Marconi em 1901 conseguiu atravessar o oceano Atlântico utilizado ondas de longa distância, desde então os sistemas de transmissão sem fio não param de crescer.</p>
<p style="text-align: justify;">A necessidade de estar conectado à rede de computadores mundial torna-se indispensável para empresas e usuários, de acordo com a ITU &#8211; International Telecommunication Union (2010), no ano de 2010 este número já alcançara 2 bilhões de usuários, graça a evolução dos dispositivos que vêm se tornando cada vez mais portáteis e a evolução das tecnologias de transmissão de dados sem fio.</p>
<p style="text-align: justify;">A tecnologia de Rede Metropolitana Sem Fios (WMAN ou Wireless Metropolitan Area Network), fornecem uma ótima alternativa para as redes cabeadas, quando a geografia para instalação pode gerar um custo elevado, o WiMaX é baseado no padrão IEEE 802.16-2009.</p>
<p style="text-align: justify;">O fórum WiMAX é uma organização sem fins lucrativos, formada por empresas fabricantes de equipamentos e de componentes, com o objetivo de promover e certificar a compatibilidade e a interoperabilidade de produtos para a banda larga sem fio. Como uma única estação de WiMaX pode fornecer cobertura de rede à uma cidade, assim pode fornecer acesso a vários usuários simultaneamente o que pode vir a aumentar a possibilidade de falhas na transmissão e os riscos de ataques à rede assim podendo diminuir a confiabilidade da mesma.</p>
<p style="text-align: justify;">Para prover acesso à rede com <a href="http://www.profissionaisti.com.br/category/seguranca/">segurança</a>, o WiMaX possui algumas peculiaridades como criptografia de dados, autenticação e autorização de usuários, algumas normas e aplicações que já vem sendo usadas por corporações nacionais e internacionais.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com o Fórum WiMAX, uma rede de área metropolitana sem fio (WMAN) é uma rede com uma área de cobertura do tamanho de uma cidade. A WMAN é tipicamente de propriedade de uma única entidade, como um provedor de serviços de <a href="http://www.profissionaisti.com.br/category/internet/">internet</a>, entidade governamental ou grande corporação. O acesso a uma WMAN é normalmente restrito a usuários autorizados e dispositivos de assinante. A tecnologia mais amplamente implantada na WMAN é a tecnologia WiMAX, que se baseia em grande parte sobre o padrão IEEE 802.16. A indústria da associação comercial, o WiMAX Forum, cunharam a marca WiMAX e definem o conteúdo e âmbito da tecnologia WiMAX através de especificações técnicas que eles criam e publicam.</p>
<p style="text-align: justify;">Iterações iniciais da tecnologia WiMAX (baseada no IEEE 802.16-2004 e anteriores) foram projetadas para fornecer acesso de banda larga fixa sem fio de última milha. A emenda IEEE 802.16e-2005 adicionou suporte aprimorado para mobilidade de usuário. A mais recente norma, IEEE 802.16-2009, consolida o IEEE 802.16-2004 e o IEEE 802.16e-2005, além de alterações aprovadas no IEEE 802.16 entre 2004 e 2008. IEEE também lançou IEEE 802.16j-2009 para especificar redes de retransmissão multi-hop. Existem alguns conceitos básicos relativos ao WiMAX e suas topologias os quais são abordados por esse artigo assim como também a evolução do padrão IEE 802.16.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.profissionaisti.com.br/wp-content/uploads/2011/12/Topologias-e-conceitos-basicos-sobre-o-padrao-IEEE-802.16-WiMAX.pdf" target="_blank">Confira aqui o artigo acadêmico completo no formato PDF.</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.profissionaisti.com.br/2011/12/topologias-e-conceitos-basicos-sobre-o-padrao-iee-802-16-wimax/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Conhecendo o Protocolo de Rede Kerberos</title>
		<link>http://www.profissionaisti.com.br/2011/11/conhecendo-o-protocolo-de-rede-kerberos/</link>
		<comments>http://www.profissionaisti.com.br/2011/11/conhecendo-o-protocolo-de-rede-kerberos/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 01 Nov 2011 15:52:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alan Baldani Campos Luz</dc:creator>
				<category><![CDATA[Acadêmicos]]></category>
		<category><![CDATA[Redes]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[kerberos]]></category>
		<category><![CDATA[Protocolo]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.profissionaisti.com.br/?p=19787</guid>
		<description><![CDATA[Introdução Clifford Neuman e Steve Miller são os principais responsáveis pelo protocolo Kerberos. O Kerberos foi criado nos meado dos anos 80, no instituto de tecnologia de Massachusetts. Ele foi desenvolvido durante durante o Projeto Athena, usando como base o protocolo Needham-Schroeder. A razão de seu nome peculiar é porque foi nomeado baseado no guardião [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3 style="text-align: justify;"><img class="alignright size-full wp-image-20015" title="Kerberos" src="http://www.profissionaisti.com.br/wp-content/uploads/2011/10/4353.Kerberos_productions_12C767CB.png" alt="" width="240" height="240" />Introdução</h3>
<p style="text-align: justify;">Clifford Neuman e Steve Miller são os principais responsáveis pelo protocolo Kerberos. O Kerberos foi criado nos meado dos anos 80, no instituto de tecnologia de Massachusetts. Ele foi desenvolvido durante durante o Projeto Athena, usando como base o protocolo Needham-Schroeder. A razão de seu nome peculiar é porque foi nomeado baseado no guardião dos portões de Hades, Cerberus. A versão 5 foi a última a ser lançada.</p>
<h3 style="text-align: justify;">Objetivo</h3>
<p style="text-align: justify;">Eles definiram como objetivo para o protocolo autenticar usuários e criptografar informações, criando uma rede em que nenhum momento a senha possa ser furtada ou que um computador estranho possa invadi-la durante a comunicação sem a necessidade de ficar recolhendo dados constantemente durante o processo.</p>
<h3 style="text-align: justify;">Funcionamento</h3>
<p style="text-align: justify;">O funcionamento, de maneira geral, se baseia inicialmente em autenticar com base nas credenciais do usuário, com depois a criação e envio de pacotes de informação chamados tickets entre os clientes e seus servidores. No Kerberos são usados três servidores para isso: AS, servidor de autenticação, TGS,  o servidor de tickets e o servidor do serviço desejado.</p>
<p style="text-align: justify;">A primeira fase, autenticação, se baseia em o cliente enviar um pedido para o AS com suas  credenciais registradas e o pedido relacionado ao servidor desejado, que serão verificadas com base nos dados armazenados já no servidor AS.</p>
<p style="text-align: justify;">Em caso positivo, o AS irá enviar um TGT, conhecido como ticket granting ticket e uma chave criptográfica Cliente/TGS. O TGT seria um pacote de informações especiais, que carrega as informações tanto do cliente como da própria rede que estavam contidos no servidor AS. Elas serão necessárias posteriormente pelo TGS, o servidor de tickets. Dentro deste ticket existirá um timestamp.</p>
<p style="text-align: justify;">Timestamp nada mais é que uma marcação do tempo atual do servidor. A razão deste procedimento é cortar a comunicação se ela ficar inativa por muito tempo, por exemplo cinco minutos. Isto também serve pelo fato de o Kerberos contar os segundos entre um envio de uma mensagem para a outra, com o intuito de verificar se houve invasão ou se um dos parceiros na rede foi clonado ou derrubado.</p>
<p style="text-align: justify;">A chave de sessão criada dependerá de cada situação, com base na criptografia e na configuração padrão do Kerberos. É importante notar que em oito horas ela perderá seu valor, dessa forma se um cracker capturar um pacote, ele não terá tempo de descobrir a informação através de um ataque de força bruta. O cliente envia o TGT recebido para o servidor TGS, conhecido como ticket granting server, juntamente a outro pacote, este contendo suas credenciais. O objetivo deste servidor é ser o intermediador entre o servidor de autenticação e os servidores que ofereceram serviços. Para isso, ele analisará as informações e criará o service ticket, o ticket que contêm informações do serviço desejado, junto de outra chave com base no timestamp recebido. Este ticket estará trancado com uma chave que somente o servidor de serviços poderá abri-lo.</p>
<p style="text-align: justify;">Depois, o cliente irá receber o ticket junto da chave de sessão Cliente/Servidor. Ele irá descriptografar a chave recebida e depois avisar o servidor TGS que acabou de fazê-lo. Feito isso, ele irá mandar o ticket de serviço para o serviço desejado, que irá descriptografá-lo e verificar se o timestamp ainda será válido. Se estas informações estiverem corretas, o serviço enviará uma mensagem para o KDC, centro de distribuição de chaves para receber uma chave sessão. Ela será direcionada ao cliente, que irá descriptografá-la e se tudo estiver correto, a comunicação será iniciada e continuará até o cliente interrompê-la ou a validade da sessão se esgotar.</p>
<h3 style="text-align: justify;">Conclusão</h3>
<p style="text-align: justify;">O método desenvolvido por Neuman e Miller são, ainda hoje, importantes não só no uso mas para o desenvolvimento de novas tecnologias para a segurança, sendo que todos nós profissionais de TI, especialmente os de vínculo com a área de segurança, precisamos compreender o uso e funcionamento deste protocolo.</p>
<p style="text-align: justify;">Por fim, vale a pena lembrar que existem situações que nem mesmo o Kerberos poderá nos proteger, como em ataques de negação de serviço, engenharia social ou perda de senhas.</p>
<h3 style="text-align: justify;">Referência</h3>
<p style="text-align: justify;">NEUMAN C.; RAEBURN K.; HARTMAN S.. RFC 4120. Disponível em: &lt;http://www.ietf.org/rfc/rfc4120.txt&gt;. Acesso em: 30 set 2011.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.profissionaisti.com.br/2011/11/conhecendo-o-protocolo-de-rede-kerberos/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Troubleshooting em Redes Cisco para Iniciantes</title>
		<link>http://www.profissionaisti.com.br/2011/09/troubleshooting-em-redes-cisco-para-iniciantes/</link>
		<comments>http://www.profissionaisti.com.br/2011/09/troubleshooting-em-redes-cisco-para-iniciantes/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 16 Sep 2011 18:09:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lex</dc:creator>
				<category><![CDATA[Certificação]]></category>
		<category><![CDATA[Infraestrutura]]></category>
		<category><![CDATA[Redes]]></category>
		<category><![CDATA[CCNA]]></category>
		<category><![CDATA[Cisco]]></category>
		<category><![CDATA[Troubleshooting]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.profissionaisti.com.br/?p=19482</guid>
		<description><![CDATA[Olá pessoal, Hoje vamos falar um pouco sobre um tema que assusta muitos técnicos e engenheiros no início de suas carreiras com redes Cisco &#8211; o troubleshooting. No mundo ideal sua rede iria operar continuamente sem nenhum tipo de problema, mas no mundo real todos nós sabemos que isso é impossível. Cedo ou tarde você [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Olá pessoal,</p>
<p style="text-align: justify;">Hoje vamos falar um pouco sobre um tema que assusta muitos técnicos e engenheiros no início de suas carreiras com redes Cisco &#8211; o troubleshooting.</p>
<p style="text-align: justify;">No mundo ideal sua rede iria operar continuamente sem nenhum tipo de problema, mas no mundo real todos nós sabemos que isso é impossível. Cedo ou tarde você terá que enfrentar o desafio de identificar e isolar a causa de um problema de mal funcionamento em sua rede e resolver o problema no melhor tempo possível. Por isso é muito importante para todo engenheiro de redes conhecer algumas técnicas e comandos específicos para ajudar nessa tarefa.</p>
<p style="text-align: justify;">Nos próximos parágrafos vamos mostrar alguns comandos básicos, mas extremamente úteis, que você deve ter em mente sempre que for realizar o troubleshooting em uma rede operando com roteadores e/ou switches Cisco. Os comandos que veremos são:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Ping</li>
<li>Traceroute</li>
<li>Telnet</li>
<li>Show interfaces</li>
<li>Show ip interface</li>
<li>Show ip route</li>
<li>Show running-config</li>
<li>Show startup-config</li>
</ul>
<h3 style="text-align: justify;">O comando Ping</h3>
<p style="text-align: justify;">O ping opera na camada de rede e utiliza os serviços do protocolo ICMP. Esse é o primeiro comando que você deve utilizar em uma processo de troubleshooting.</p>
<p style="text-align: justify;">Com o ping você poderá testar um host remoto enviando mensagens de &#8220;echo request&#8221; e recebendo de volta as mensagens de &#8220;echo reply&#8221;. É importante ter em mente que o fato do host remoto estar ativo não significa que ele está funcionando corretamente, por isso o ping deve ser utilizado logo no início da sua investigação.</p>
<p style="text-align: justify;">Além do mais, o comando ping oferece uma série de opções avançadas que podem lhe ajudar. Por exemplo, você pode fazer o ping com diferentes protocolos de rede. Também é possível configurar o número exato de requisições de ping que serão transmitidas, a quantidade de dados que será transmitida, especificar se será permitido fragmentar o pacote ou não e muitas outras opções.</p>
<p style="text-align: justify;">Nos equipamentos Cisco utilizar o ping é muito simples, basta usar o comando ping mais o endereço do host remoto que você quer testar, por exemplo, para &#8220;pingar&#8221; o host com endereço 192.168.1.2 utilize o comando abaixo:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #339966;"><span style="font-family: courier new,courier;">BR#ping 192.168.1.2</span></span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #339966;"><span style="font-family: courier new,courier;">Type escape sequence to abort.<br />
Sending 5, 100-byte ICMP Echos to 192.168.1.2, timeout is 2 seconds:<br />
!!!!!<br />
Success rate is 100 percent (5/5), round-trip min/avg/max = 28/31/32 ms</span></span></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Para utilizar as opções avançadas do ping basta digitar ping  e seguir o prompt.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #339966;"><span style="font-family: courier new,courier;">BR#ping<br />
Protocol [ip]:<br />
Target IP address: 192.168.1.2<br />
Repeat count [5]: 50<br />
Datagram size [100]: 1500<br />
Timeout in seconds [2]:<br />
Extended commands [n]:<br />
Sweep range of sizes [n]:<br />
Type escape sequence to abort.<br />
Sending 50, 1500-byte ICMP Echos to 192.168.1.2, timeout is 2 seconds:<br />
!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!<br />
Success rate is 100 percent (50/50), round-trip min/avg/max = 76/76/100 ms</span></span></strong></p>
<h3 style="text-align: justify;">O comando Traceroute</h3>
<p style="text-align: justify;">O comando traceroute mostra o caminho fim-a-fim que o pacote segue até o seu destino final. Similar ao ping, ele utiliza o protocolo ICMP. Esse comando é muito útil para identificar gargalos na rede, abaixo segue uma saída típica do traceroute.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #339966;"><span style="font-family: courier new,courier;">Router#traceroute 192.168.1.2<br />
Type escape sequence to abort.<br />
Tracing the route to 192.168.1.2</span></span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #339966;"><span style="font-family: courier new,courier;">1   10.0.0.2        6 msec    6 msec    1 msec<br />
2   192.168.1.2     4 msec    9 msec    10 msec<br />
Router#</span></span></strong></p>
<h3 style="text-align: justify;">O comando Telnet</h3>
<p style="text-align: justify;">Utilize o comando telnet para testar o funcionamento até a camada de aplicação entre o host de origem e do destino. Claro que para utilizar esse comando nos equipamentos Cisco devemos antes ter configurado os equipamentos para aceitarem conexões telnet. A utilização é bem simple, basta digitar telnet e o endereço ip de destino. Se tudo estiver ok, será aberto a seção de telnet e você poderá acessar o equipamento remoto.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #339966;"><span style="font-family: courier new,courier;">BR#telnet 192.168.1.2<br />
Trying 192.168.1.2 &#8230;</span></span></strong></p>
<h3 style="text-align: justify;">O comando Show Interfaces</h3>
<p style="text-align: justify;">O comando show interfaces mostra todas as interfaces disponíveis em um roteador ou switch Cisco. Você também pode utilizar esse comando para exibir os detalhes de uma interface específica, bastando adicionar o nome da interface logo em seguida do comando.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: courier new,courier;"><strong><span style="color: #339966;">Router#show interfaces</span></strong> <span style="color: #ff0000;">(mostra os detalhes de todas as interfaces)</span><br />
<span style="color: #339966;"><strong>Router#show interfaces fast0/0</strong></span> <span style="color: #ff0000;">(mostra os detalhes somente da interface fast0/0)</span></span></p>
<p style="text-align: justify;">Esse comando é extremamente útil pois pode revelar problemas da camada 1 e 2. Além do mais também exibe detalhes como endereço MAC, endereço IP, método de encapsulamento e estatísticas de erros. Veja abaixo um exemplo da saída desse comando.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #339966;"><strong><span style="font-family: courier new,courier;">BR#show interfaces s0/0/0<br />
Serial0/0/0 is up, line protocol is up<br />
Hardware is GT96K Serial<br />
Description: BR002495RA001AGE SE0/0/0 &#8211; MPLS TELEFONICA<br />
MTU 1500 bytes, BW 512 Kbit/sec, DLY 20000 usec,<br />
reliability 255/255, txload 17/255, rxload 11/255<br />
Encapsulation PPP, LCP Open, multilink Open<br />
Link is a member of Multilink bundle Multilink1, loopback not set<br />
Keepalive set (10 sec)<br />
CRC checking enabled<br />
Last input 00:00:00, output 00:00:00, output hang never<br />
Last clearing of &#8220;show interface&#8221; counters 00:22:56<br />
Input queue: 0/75/0/0 (size/max/drops/flushes); Total output drops: 0<br />
Queueing strategy: fifo<br />
Output queue: 0/40 (size/max)<br />
30 second input rate 23000 bits/sec, 61 packets/sec<br />
30 second output rate 35000 bits/sec, 71 packets/sec<br />
45930 packets input, 4312759 bytes, 0 no buffer<br />
Received 0 broadcasts, 0 runts, 0 giants, 0 throttles<br />
0 input errors, 0 CRC, 0 frame, 0 overrun, 0 ignored, 0 abort<br />
49398 packets output, 3817210 bytes, 0 underruns<br />
0 output errors, 0 collisions, 1 interface resets<br />
3 unknown protocol drops<br />
9 unknown protocol drops<br />
0 output buffer failures, 0 output buffers swapped out<br />
0 carrier transitions<br />
DCD=up  DSR=up  DTR=up  RTS=up  CTS=up</span></strong></span></p>
<p style="text-align: justify;">Logo na primeira linha vemos o detalhe mais importante &#8211; &#8220;<span style="color: #ff0000;">Serial0/0/0 is up, line protocol is up (connected)</span>&#8220;. A primeira parte refere-se a camada 1 e mostra que a interface está &#8220;up&#8221; e operando. A segunda parte refere-se a camada 2, &#8220;line protocol is up&#8221; nos diz que temos conectividade também na camada 2. Existem 04 possíveis saídas que podemos encontrar:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li><strong>Serial0/0/0 is up, line protocol is up:</strong> Camadas 1 e 2 funcionando perfeitamente.</li>
</ul>
<ul style="text-align: justify;">
<li><strong>Serial0/0/0 is down, line protocol is down:</strong> Essa saída indica problema na camada física. Pode ser, por exemplo, cabo desconetaco nessa interface ou na interface remota.</li>
</ul>
<ul style="text-align: justify;">
<li><strong>Serial0/0/0 is up, line protocol is down:</strong> Nesse caso a camada física está ok, mas a camada de enlace não. Possíveis razões para isso podem ser problema na configuração do encapsulamento ou clock rate.</li>
</ul>
<ul style="text-align: justify;">
<li><strong>Serial0/0/0 is administratively down, line protocol is down:</strong> Essa saída indica que a sua interface foi localmente colocada no estado de shutdown. Entre na configuração da interface e dê um &#8220;no shutdown&#8221;.</li>
</ul>
<h3 style="text-align: justify;">O comando Show IP Interfaces</h3>
<p style="text-align: justify;">O comando show ip interfaces vai lhe mostrar detalhes da configuração da camada 3 nas interfaces. Com esse comando você poderá ver o endereço IP e a máscara configurada em uma interface, se existe alguma access list aplicada e outras informações básicas.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #339966;"><strong><span style="font-family: courier new,courier;">Router#sh ip interface<br />
FastEthernet0/0 is administratively down, line protocol is down (disabled)<br />
Internet protocol processing disabled<br />
FastEthernet0/1 is administratively down, line protocol is down (disabled)<br />
Internet protocol processing disabled<br />
Serial0/0/0 is up, line protocol is up (connected)<br />
Internet address is 10.0.0.1/8<br />
Broadcast address is 255.255.255.255<br />
Address determined by setup command<br />
MTU is 1500<br />
Helper address is not set<br />
Directed broadcast forwarding is disabled<br />
Outgoing access list is not set<br />
Inbound  access list is not set<br />
Proxy ARP is enabled<br />
Security level is default<br />
Split horizon is enabled<br />
ICMP redirects are always sent<br />
ICMP unreachables are always sent<br />
ICMP mask replies are never sent<br />
IP fast switching is disabled<br />
IP fast switching on the same interface is disabled<br />
IP Flow switching is disabled<br />
IP Fast switching turbo vector<br />
IP multicast fast switching is disabled<br />
IP multicast distributed fast switching is disabled<br />
Router Discovery is disabled<br />
IP output packet accounting is disabled<br />
IP access violation accounting is disabled<br />
TCP/IP header compression is disabled<br />
RTP/IP header compression is disabled<br />
Probe proxy name replies are disabled<br />
Policy routing is disabled<br />
Network address translation is disabled<br />
WCCP Redirect outbound is disabled<br />
WCCP Redirect exclude is disabled<br />
BGP Policy Mapping is disabled<br />
Vlan1 is administratively down, line protocol is down<br />
Internet protocol processing disabled</span></strong></span></p>
<h3 style="text-align: justify;">O comando Show IP Route</h3>
<p style="text-align: justify;">Utilize o comando show ip route para investigar detalhes das rotas configuradas no seu roteador. Tenha sempre em mente que o roteador só consegue enviar pacotes para rotas listadas em sua tabela de rotas. É possível que uma rota tenha sido removida da tabela de roteamento por isso é muito importante utilizar o comando &#8220;show running config&#8221; em conjunto com o &#8220;show ip route&#8221; para verificar possíveis inconsistências.</p>
<p style="text-align: justify;">Abaixo uma saída do comando show ip route</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #339966;"><strong><span style="font-family: courier new,courier;">Router#show ip route<br />
Codes: C &#8211; connected, S &#8211; static, R &#8211; RIP, M &#8211; mobile, B &#8211; BGP<br />
D &#8211; EIGRP, EX &#8211; EIGRP external, O &#8211; OSPF, IA &#8211; OSPF inter area<br />
N1 &#8211; OSPF NSSA external type 1, N2 &#8211; OSPF NSSA external type 2<br />
E1 &#8211; OSPF external type 1, E2 &#8211; OSPF external type 2<br />
i &#8211; IS-IS, su &#8211; IS-IS summary, L1 &#8211; IS-IS level-1, L2 &#8211; IS-IS level-2<br />
ia &#8211; IS-IS inter area, * &#8211; candidate default, U &#8211; per-user static route<br />
o &#8211; ODR, P &#8211; periodic downloaded static route</span></strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #339966;"><strong><span style="font-family: courier new,courier;">Gateway of last resort is 168.42.18.237 to network 0.0.0.0</span></strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #339966;"><strong><span style="font-family: courier new,courier;">168.142.0.0/24 is subnetted, 1 subnets<br />
C       168.142.16.0 is directly connected, GigabitEthernet0/0.1<br />
168.6.0.0/32 is subnetted, 1 subnets<br />
C       168.6.30.228 is directly connected, Loopback0<br />
168.37.0.0/24 is subnetted, 1 subnets<br />
C       168.37.8.0 is directly connected, GigabitEthernet0/0.15<br />
168.42.0.0/16 is variably subnetted, 6 subnets, 2 masks<br />
S       168.42.254.4/30 [1/0] via 192.168.116.237<br />
S       168.42.254.0/30 [1/0] via 192.168.116.237<br />
C       168.42.18.236/30 is directly connected, Multilink1<br />
C       168.42.18.237/32 is directly connected, Multilink1<br />
S       168.42.2.0/30 [254/0] via 168.42.18.237<br />
S       168.42.4.0/30 [254/0] via 168.42.18.237<br />
168.43.0.0/20 is subnetted, 1 subnets<br />
C       168.43.208.0 is directly connected, Tunnel1<br />
B    10.0.0.0/8 [20/0] via 168.42.18.237, 00:22:53<br />
192.168.116.0/30 is subnetted, 1 subnets<br />
C       192.168.116.236 is directly connected, GigabitEthernet0/1<br />
B*   0.0.0.0/0 [20/0] via 168.42.18.237, 00:22:53<br />
B    128.0.0.0/2 [20/0] via 168.42.18.237, 00:22:53</span></strong></span></p>
<h3 style="text-align: justify;">Os comandos Show Running-Config e Show Startup-Config</h3>
<p style="text-align: justify;">Utilize o show running config para exibir a configuração completa em operação no seu equipamento Cisco. Estudando a configuração do dispositivo você pode identificar a causa do problema. Já o comando show startup-config irá mostrar a configuração que será carregada no próximo reload do equipamento.</p>
<p style="text-align: justify;">Veja abaixo uma parte da saída típica do &#8220;show run&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #339966;"><span style="font-family: courier new,courier;">BR#sh run<br />
Building configuration&#8230;</span></span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #339966;"><span style="font-family: courier new,courier;">Current configuration : 30164 bytes<br />
!<br />
! No configuration change since last restart<br />
!<br />
version 12.4<br />
service timestamps debug datetime msec localtime show-timezone<br />
service timestamps log datetime msec localtime show-timezone<br />
service password-encryption<br />
!<br />
hostname BR002495RA001AGE<br />
!<br />
boot-start-marker<br />
boot system flash:c2800nm-ipvoicek9-mz.124-15.T8.bin<br />
boot-end-marker<br />
!<br />
card type e1 0 2<br />
logging buffered 100000<br />
logging persistent url flash:/ size 2000000 filesize 500000<br />
&#8211;More&#8211;</span></span></strong></p>
<h3 style="text-align: justify;">Por fim, confie em seus instintos</h3>
<p style="text-align: justify;">Isolar a causa de um mal funcionamento na rede não é uma tarefa fácil, em muitos casos serão necessárias horas de investigação até chegar na causa raiz do problema.</p>
<p style="text-align: justify;">Persistência, paciência e coragem são qualidades que podem lhe ajudar nessas horas. As vezes o problema está bem na sua frente e você só vai notá-lo depois de alguns neurônios queimados.</p>
<p style="text-align: justify;">O importante é não desanimar e seguir em frente&#8230; claro que não podemos esquecer da parte técnica: conheça bem seu equipamento, suas facilidades, recursos e os conceitos teóricos que estão por trás de toda a tecnologia.</p>
<p style="text-align: justify;">Um grande abraço e até breve&#8230;</p>
<hr style="width: 100%;" />
<p style="text-align: justify;">Fonte: <a title="www.dltec.com.br/blog" href="http://www.dltec.com.br/blog/redes-cisco/2011/09/16/troubleshooting-em-redes-cisco-para-iniciantes/" target="_blank">www.dltec.com.br/blog</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.profissionaisti.com.br/2011/09/troubleshooting-em-redes-cisco-para-iniciantes/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Virtualização (Virtual Machine &#8211; VM) com VirtualBox</title>
		<link>http://www.profissionaisti.com.br/2011/07/virtualizacao-virtual-machine-vm-com-virtualbox/</link>
		<comments>http://www.profissionaisti.com.br/2011/07/virtualizacao-virtual-machine-vm-com-virtualbox/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 12 Jul 2011 14:13:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ítalo Diego Teotônio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Infraestrutura]]></category>
		<category><![CDATA[Redes]]></category>
		<category><![CDATA[Software Livre]]></category>
		<category><![CDATA[VirtualBox]]></category>
		<category><![CDATA[Virtualização]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.profissionaisti.com.br/?p=18162</guid>
		<description><![CDATA[O que é Virtualização? Virtualização pode ser entendida como o processo de executar vários sistemas operacionais em um único equipamento. Uma máquina virtual (VM ou Virtual Machine) é um ambiente operacional completo que se comporta como se fosse um computador independente. Com a virtualização, um servidor ou desktop pode manter vários sistemas operacionais em uso [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3 style="text-align: justify;">O que é Virtualização?</h3>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;">Virtualização pode ser entendida como o processo de executar vários sistemas operacionais em um único equipamento. Uma máquina virtual (VM ou Virtual Machine) é um ambiente operacional completo que se comporta como se fosse um computador independente. Com a virtualização, um servidor ou desktop pode manter vários sistemas operacionais em uso simultaneamente.</p>
<p style="text-align: justify;">Já imaginou dentro do seu Windows, rodar o Ubuntu simultaneamente? Com a virtualização você pode.</p>
<h3 style="text-align: justify;">Vantagens da Virtualização</h3>
<ul style="text-align: justify;">
<li><strong>Segurança</strong>: as VM’s (Virtual Machines) são isoladas e independentes umas das outras</li>
<li><strong>Redução de custos:</strong> necessita-se de menos hardware (menos dispositivos físicos, como computadores, switches etc.) para gerenciar uma rede</li>
<li><strong>Redução do consumo de energia:</strong> devido a redução na quantidade de dispositivos</li>
<li><strong>Melhor aproveitamento do espaço físico:</strong> com menos máquinas a necessidade de espaço diminui</li>
<li><strong>Melhor aproveitamento do hardware:</strong> com o compartilhamento de hardware entre as VM’s numa mesma máquina, reduz-se a ociosidade do mesmo.</li>
<li><strong>Possibilidade de simular redes de computadores com menor demanda de hardware</strong>: É possível montar uma rede toda dentro de um ambiente virtual.</li>
<li><strong>Facilidade ao migrar ambientes:</strong> evita reinstalação e reconfiguração dos sistemas a serem migrados.</li>
<li><strong>Utilização de uma VM como ambiente de desenvolvimento: </strong>possibilita testes em SO’s distintos e, por prover um ambiente isolado, evita que falhas na configuração e/ou execução, ou até mesmo vírus, danifiquem o hardware da máquina.</li>
<li><strong>Autonomia de aplicativos:</strong> Quando cada aplicativo está inserido em seu próprio servidor virtual é possível evitar que upgrades e mudanças gerem impacto em toda rede e venham a comprometer a rotina de trabalho.</li>
<li><strong>Conformidade ideal:</strong> Várias tecnologias de sistemas operacionais podem coexistir em uma única plataforma. Ou seja, é possível haver sistemas Windows e Linux coabitando o mesmo espaço, o que é uma grande vantagem para as empresas que vêm renovando sua infraestrutura de TI ao longo dos anos.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<h3 style="text-align: justify;">Tutorial de instalação e configuração de uma Máquina Virtual (VM) utilizando o Virtual Box</h3>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="text-decoration: underline;"> </span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>1 -</strong> Instale o programa VirtualBox e depois abra-o.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>2 –</strong> Para iniciar a criação de uma nova Máquina Virtual, clique no botão <strong>Novo</strong> e depois em <strong>Próximo</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.profissionaisti.com.br/wp-content/uploads/2011/07/Imagem1.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-18172" title="Imagem1" src="http://www.profissionaisti.com.br/wp-content/uploads/2011/07/Imagem1-300x224.png" alt="" width="300" height="224" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>3 –</strong> Na próxima janela, coloque primeiro o nome que deseja dar a VM (Máquina Virtual). Abaixo, selecione o S.O. e a versão que será instalada.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.profissionaisti.com.br/wp-content/uploads/2011/07/Imagem-2.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-18163" title="Imagem 2" src="http://www.profissionaisti.com.br/wp-content/uploads/2011/07/Imagem-2-300x205.png" alt="" width="300" height="205" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>4 -</strong> <strong>Memória RAM</strong> &#8211; Selecione a quantidade de memória RAM que será utilizada pela sua VM. É recomendado colocar de 1/3 a 1/4 da memória do computador hospedeiro, mas devemos levar em consideração também qual sistema será instalado virtualmente. Na figura abaixo, colocamos 1024 MB (1GB) da Memória RAM para a Máquina Virtual (Ubuntu) de um total de 4046 MB (4GB) de memória disponível no computador hospedeiro (físico).</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.profissionaisti.com.br/wp-content/uploads/2011/07/Imagem-31.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-18173" title="Imagem 3" src="http://www.profissionaisti.com.br/wp-content/uploads/2011/07/Imagem-31-300x205.png" alt="" width="300" height="205" /></a><br />
<strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>5 &#8211; HD</strong> – Na próxima etapa, devemos definir as configurações do HD Virtual. Se for a primeira instalação, devemos selecionar a opção para <strong>Criar novo disco rígido</strong>. Caso já tenha criado um disco virtual anteriormente, você pode utilizá-lo selecionando a opção <strong>Utilizar disco rígido existente</strong>. Clique em <strong>Próximo</strong> para prosseguir e em <strong>Próximo</strong> novamente para selecionar o <strong>Tipo de Armazenamento do Disco Rígido.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><a href="http://www.profissionaisti.com.br/wp-content/uploads/2011/07/Imagem-4.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-18165" title="Imagem 4" src="http://www.profissionaisti.com.br/wp-content/uploads/2011/07/Imagem-4-300x205.png" alt="" width="300" height="205" /></a><br />
</strong><br />
<strong>6 –</strong> Agora, devemos selecionar o tipo de armazenamento do nosso HD Virtual. A descrição da diferença das opções é bem clara. Selecione aquela que lhe convir e clique em <strong>Próximo</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.profissionaisti.com.br/wp-content/uploads/2011/07/Imagem-5.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-18166" title="Imagem 5" src="http://www.profissionaisti.com.br/wp-content/uploads/2011/07/Imagem-5-300x203.png" alt="" width="300" height="203" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>7 –</strong> Agora, você deve indicar onde o seu HD Virtual será criado e seu S.O. será instalado (no exemplo, ele foi criado em : “<em>D:\Maquinas Virtuais\Windows XP + Ubuntu\”, Ubuntu.vdi </em>é o nome da imagem<em>, </em>seguido pela sua extensão).</p>
<p style="text-align: justify;">Na parte de baixo, devemos indicar o <strong>Tamanho</strong> do nosso HD Virtual. Clique em <strong>Próximo</strong> após definir estas configurações e em <strong>Finalizar</strong> para concluir esta primeira parte.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.profissionaisti.com.br/wp-content/uploads/2011/07/Imagem-6.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-18167" title="Imagem 6" src="http://www.profissionaisti.com.br/wp-content/uploads/2011/07/Imagem-6-300x203.png" alt="" width="300" height="203" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>8 – </strong>Devemos agora fazer algumas configurações para customizarmos e otimizarmos nossa VM.</p>
<p style="text-align: justify;">Selecione a VM e clique em <strong>Configurações</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Na opção <strong>Sistema</strong>, configure a <strong>Ordem de Boot</strong> (assim como fazemos no SETUP da placa mãe).<br />
Em <strong>Recursos Estendidos</strong>, devemos marcar a opção <strong>Habilitar dispositivo de apontamento absoluto </strong>se estivermos utilizando teclado e mouse USB, para melhor funcionamento dos mesmos.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.profissionaisti.com.br/wp-content/uploads/2011/07/Imagem-7.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-18168" title="Imagem 7" src="http://www.profissionaisti.com.br/wp-content/uploads/2011/07/Imagem-7-300x196.png" alt="" width="300" height="196" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>9 -</strong> Na opção <strong>Tela, </strong>em <strong>Memória de Vídeo</strong>, aumente a quantidade de memória destinada ao vídeo para obter uma melhor resolução. Se desejar, pode habilitar as opções de <strong>Recursos Estendidos</strong> para otimizar o desempenho em relação às placas gráficas.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.profissionaisti.com.br/wp-content/uploads/2011/07/Imagem-8.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-18169" title="Imagem 8" src="http://www.profissionaisti.com.br/wp-content/uploads/2011/07/Imagem-8-300x196.png" alt="" width="300" height="196" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>10 -</strong> A opção <strong>Armazenamento</strong> nos mostra informações sobre o nosso <strong>HD Virtual</strong> e sobre o nosso <strong>Drive de CD</strong> físico, que é compartilhado para a Máquina Virtual. Devemos indicar como o nosso sistema será instalado, ou seja, se utilizaremos um <strong>CD-ROM</strong> ou uma <strong>ISO</strong> de um S.O. Se formos utilizar um CD para instalação, basta selecionarmos o nosso Drive de CD. Mas se formos instalar através de uma ISO, devemos indicar onde esta imagem está localizada. Para isso, clique sobre o ícone do CD, e na parte direita clique sobre a pasta de procura. Será aberta uma janela (como a do exemplo abaixo) do Gerenciador de Mídias Virtuais.</p>
<p style="text-align: justify;">Clique na guia <strong>Imagens de CD/DVD</strong>, depois no botão <strong>Acrescentar</strong>. Indique então onde sua ISO está localizada e clique em <strong>Selecionar</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.profissionaisti.com.br/wp-content/uploads/2011/07/Imagem-10.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-18171" title="Imagem 10" src="http://www.profissionaisti.com.br/wp-content/uploads/2011/07/Imagem-10-300x192.png" alt="" width="300" height="192" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>11 &#8211; </strong>Na opção <strong>Rede, </strong>devemos indicar na <strong>opção Conectado a:</strong> <strong>Placa em modo Bridge</strong>. Isso fará com que a placa de rede virtual, receba um endereço IP independente, mas de acordo com a faixa de IP configurada na nossa placa de rede física.</p>
<p style="text-align: justify;">Pronto! Agora basta clicar em Iniciar para ligar a sua Virtual Machine.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.profissionaisti.com.br/wp-content/uploads/2011/07/Imagem-10.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-18171" title="Imagem 10" src="http://www.profissionaisti.com.br/wp-content/uploads/2011/07/Imagem-10-300x192.png" alt="" width="300" height="192" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Observações:</strong> O Virtual Box oferece uma série de configurações personalizadas para você customizar a VM à sua maneira, tais como: simular mais núcleos para o seu CPU, criar pastas compartilhadas entre a VM e o PC Hospedeiro, criar diversas placas de rede Virtuais, dentre outras. Explore estas opções mais afundo e tire suas próprias conclusões.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Alguns comandos básicos do Virtual Box:</strong></p>
<ul style="text-align: justify;">
<li><strong>CTRL Direita</strong> – Ao utilizar esta tecla dentro da janela da Máquina Virtual, isso fará com que ela capture os ponteiros do mouse e teclado para a VM, ou libere (caso estejam capturados) para o PC Hospedeiro.</li>
<li><strong>CTRL Direita + F</strong> – Ativa o modo FullScreen ou retorna ao modo janela (caso FullScreen esteja ativado).</li>
<li><strong>CTRL Direita + Del</strong> – Insere CTRL+ALT+DEL</li>
<li><strong>CTRL Direita + P </strong>– Pausa o Sistema</li>
<li><strong>CTRL Direita + R</strong> – Reinicializa o Sistema</li>
<li><strong>CTRL Direita + H </strong>– Desliga o Sistema</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fonte:</strong> <a href="http://italodiego.wordpress.com/2011/07/03/virtual-box-passo-a-passo/" target="_blank">Techlivre &#8211; Tecnologia Livre</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.profissionaisti.com.br/2011/07/virtualizacao-virtual-machine-vm-com-virtualbox/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Configuração da Interface de Rede no Linux</title>
		<link>http://www.profissionaisti.com.br/2011/07/configuracao-da-interface-de-rede-no-linux/</link>
		<comments>http://www.profissionaisti.com.br/2011/07/configuracao-da-interface-de-rede-no-linux/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 11 Jul 2011 12:20:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ítalo Diego Teotônio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Redes]]></category>
		<category><![CDATA[Software Livre]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.profissionaisti.com.br/?p=18156</guid>
		<description><![CDATA[A maioria das distribuições Linux já conta com um utilitário para configuração da interface de rede. Mas as configurações através do terminal continuam sendo mais seguras e valem para quase todas as distribuições. Abaixo será mostrado como configurar suas interfaces de rede através do terminal e também serão apresentados alguns arquivos de configuração correspondentes às [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A maioria das distribuições Linux já conta com um utilitário para configuração da interface de rede. Mas as configurações através do terminal continuam sendo mais seguras e valem para quase todas as distribuições.</p>
<p style="text-align: justify;">Abaixo será mostrado como configurar suas interfaces de rede através do terminal e também serão apresentados alguns arquivos de configuração correspondentes às interfaces de rede.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Obs: Essas configurações foram feitas no Debian Lenny mas funcionam para quase todas as distros.</em></p>
<h3>ifconfig</h3>
<p style="text-align: justify;">Este comando configura as interfaces de rede e seus parâmetros. O comando segue a seguinte sintaxe:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>ifconfig interface parâmetros</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;">Obs: Se o comando for utilizado sem parâmetros ele exibe as configurações das interfaces. Útil para verificar se as configurações feitas obtiveram sucesso.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #0000ff;"><strong>Interface</strong></span><strong><span style="text-decoration: underline;"> </span></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Devemos indicar a interface que vamos configurar, como no exemplo abaixo:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>ifconfig eth0 parâmetros</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #0000ff;"><strong>Parametros:</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;">Após indicarmos a interface devemos indicar o que será configurado nessa interface, isso são os parâmetros. Abaixo temos os mais comuns:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li><strong>up</strong> – Habilita uma interface de rede</li>
<li><strong>down </strong>– Desabilita uma interface de rede</li>
<li><strong>address </strong>– Indica um endereço para a interface (não é preciso utilizar o parâmetro address, basta indicar o endereço após a interface)</li>
<li><strong>netmask</strong> – Indica a máscara de sub-rede para a interface</li>
<li><strong>broadcast</strong> – Indica o endereço de broadcast para a interface</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><strong>Ex: ifconfig eth0 192.168.254.10 netmask 255.255.255.0 broadcast 192.168.254.255</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Isso fará com que a interface receba o IP 192.168.254.10, a máscara de sub-rede 255.255.255.0 e o endereço de broadcast 192.168.254.255</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;"><span style="color: #ff0000;"><strong>Verificando as Configurações</strong></span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>ifconfig</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><a href="http://www.profissionaisti.com.br/wp-content/uploads/2011/07/ifconfig.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-18157" title="ifconfig" src="http://www.profissionaisti.com.br/wp-content/uploads/2011/07/ifconfig-300x177.png" alt="" width="300" height="177" /></a><br />
</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;"><span style="color: #ff0000;"><strong>route</strong></span></span><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;">Manipula a tabela de rotas do kernel. Seu uso primário é para adicionar ou apagar rotas estáticas para as máquinas ou redes específicas Se for usado sem nenhuma opção ele exibe a tabela de rotas. Para adicionar utilizamos o parâmetro <strong>add </strong>e para deletar o parâmetro <strong>del</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">É através do comando r<strong>oute</strong> que indicamos o gateway padrão. No exemplo abaixo vamos indicar que o <strong>gateway padrão é o endereço IP 192.168.254.1.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>route add default gw 192.168.254.1</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Obs: Se utilizado sem parâmetros mostra as configurações de rotas estáticas do computador.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;"><span style="color: #ff0000;"><strong>Verificando as Configurações</strong></span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>route</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><a href="http://www.profissionaisti.com.br/wp-content/uploads/2011/07/route.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-18158" title="route" src="http://www.profissionaisti.com.br/wp-content/uploads/2011/07/route-300x56.png" alt="" width="300" height="56" /></a><br />
</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong><strong><br />
</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;"><span style="color: #ff0000;"><strong>Arquivo /etc/network/interfaces</strong></span></span></p>
<p style="text-align: justify;">As configurações feitas anteriormente tem o problema de só serem válidas enquanto a máquina estive ligada, ou seja, ao reiniciar o computador devemos fazer todas as configurações novamente. Vamos acessar o arquivo de configuração da placa de rede e editá-lo.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>vim /etc/network/interfaces</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Abaixo, temos um modelo de configuração do arquivo<em> &#8220;<strong>interfaces</strong>&#8220;</em>. Devemos editá-lo de acordo com as nossas configurações de rede.</p>
<blockquote><p># Configuração das interfaces de rede.<br />
# Configurado por: Ítalo Diego Teotônio# Interface loopback (interface de retorno)<br />
auto lo<br />
iface lo inet loopback</p>
<p># Interface eth0<br />
auto eth0</p>
<p>iface eth0 inet static</p>
<p>address 192.168.254.5<br />
network 192.168.254.0<br />
netmask 255.255.255.0<br />
gateway 192.168.254.1<br />
broadcast 192.168.254.255<em> </em></p></blockquote>
<p style="text-align: justify;">Identificação das linhas:</p>
<p style="text-align: justify;"># Identifica que a interface eth0 está sendo configurada com IP estático</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>iface eth0 inet static</strong></p>
<p style="text-align: justify;"># Identificação do Endereço IP</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>address 192.168.254.5 </strong><br />
# Identificação do Endereço de Rede</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>network 192.168.254.0 </strong><br />
# Identificação da Máscara de sub-rede</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>netmask 255.255.255.0 </strong><br />
# Endereço do Gateway (Internet)</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>gateway 192.168.254.1</strong></p>
<p style="text-align: justify;"># Endereço de broadcast</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>broadcast 192.168.254.255 </strong></p>
<p style="text-align: justify;">Caso seu IP seja atribuído via DHCP, basta substituir o parâmetro <strong>static</strong> pelo parâmetro <strong>dhcp</strong> e deixar de colocar as linhas <strong>addrress</strong>, <strong>network</strong>, <strong>netmask</strong>, <strong>gateway</strong> e <strong>broadcast</strong>, visto que o Servidor DHCP da sua rede informará tudo isso automaticamente.</p>
<blockquote><p># Configuração das interfaces de rede.<br />
# Configurado por: Ítalo Diego Teotônio# Interface loopback (interface de retorno)<br />
auto lo<br />
iface lo inet loopback</p>
<p># Interface eth0<br />
auto eth0<br />
iface eth0 inet dhcp</p></blockquote>
<p style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;"><span style="color: #ff0000;"><strong>Arquivo /etc/resolv.conf</strong></span></span></p>
<p style="text-align: justify;">Outra configuração importante é indicar qual o endereço dos Servidores DNS, através do arquivo “<strong><em>/etc/resolv.conf.</em></strong>” Este arquivo contém um parâmetro por linha e o endereço de servidores DNS são especificados nele. Existem três palavras chaves normalmente usadas que são:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>domain</strong> &#8211; Especifica o nome do domí­nio local.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>search</strong> &#8211; Especifica uma lista de nomes de domí­nio alternativos ao procurar por um computador, separados por espaços.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>nameserver</strong> &#8211; Especifica o endereço IP de um servidor de nomes de domí­nio, o Servidor DNS. Pode ser usado várias vezes.</p>
<p style="text-align: justify;">Vamos agora editar o “<strong><em>resolv.conf </em></strong>” de acordo com o modelo:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>vim /etc/resolv.conf</strong></p>
<blockquote><p>#Configuração do Resolvedor de Nomes#Configurador por: Ítalo Diego Teotônio</p>
<p>domain senai.local</p>
<p>search senai.local cetem.local</p>
<p>nameserver 8.8.8.8</p>
<p>nameserver 8.8.4.4</p></blockquote>
<p style="text-align: justify;">Este exemplo acima especifica que o nome de domí­nio a adicionar ao nome não qualificado (<em>hostnames</em> sem o domí­nio) é <strong>senai.local</strong> e que se o computador não for encontrado naquele domí­nio então a procura segue para o domí­nio <strong>cetem.local</strong> diretamente. Foram especificadas também dois endereços para resolver nomes (8.8.8.8, depois 8.8.4.4).</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;"><span style="color: #ff0000;"><strong>Reiniciando as configurações da interface de Rede</strong></span></span></p>
<p style="text-align: justify;">Feito essas configurações, basta reiniciar a nossa interface de rede, através do comando:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>/etc/init.d/networking restart</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;">Obs: Use os comandos citados no começo do tutorial para verificar as configurações: <strong>ifconfig</strong> e <strong>route</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;"><span style="color: #ff0000;"><strong>Outros Arquivos de Configuração</strong></span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Arquivo /etc/hosts</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Este arquivo faz o mapeamento entre endereços IP e nomes de máquinas na rede e é utilizado para resolução de nomes durante o processo de boot enquanto nenhum servidor DNS entrou em ação.</p>
<blockquote><p># Tabela de Nomes x IP# Configurador por: Ítalo Diego Teotônio</p>
<p># Endereço IP              Nome</p>
<p>192.168.254.101        Italo-Not</p>
<p>192.168.254.1            LinuxServer</p></blockquote>
<p style="text-align: justify;">Assim, mesmo se não tiver nenhum DNS instalado você pode fazer testes de rede, tal como o <strong>ping</strong>, indicando o nome do computador, ao invés do Endereço IP</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Arquivo /etc/hostname</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Este arquivo contém o nome do computador. Para verificar ou alterar basta acessá-lo com um editor de texto da sua preferência.</p>
<p style="text-align: justify;">Obs: É possível utilizar o comando <strong>hostname</strong> para verificar ou alterar o nome do computador.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>hostname</strong> – Mostra o nome do computador</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>hostname PC01</strong> – Altera o nome do computador para PC01</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Arquivo /etc/networks</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Esse arquivo descreve endereçamentos de rede, ou seja os endereços que identificam a rede.</p>
<blockquote><p># Endereços de Rede# Configurador por: Ítalo Diego Teotônio</p>
<p>default 0.0.0.0</p>
<p>loopback 127.0.0.0</p>
<p>redelocal 192.168.1.0</p></blockquote>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.profissionaisti.com.br/2011/07/configuracao-da-interface-de-rede-no-linux/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Dica Rápida: Como crimprar um cabo de rede</title>
		<link>http://www.profissionaisti.com.br/2011/06/dica-rapida-como-crimprar-um-cabo-de-rede/</link>
		<comments>http://www.profissionaisti.com.br/2011/06/dica-rapida-como-crimprar-um-cabo-de-rede/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 13 Jun 2011 17:23:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Henrique</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dia-a-Dia]]></category>
		<category><![CDATA[Redes]]></category>
		<category><![CDATA[Cabo]]></category>
		<category><![CDATA[Crimpar]]></category>
		<category><![CDATA[Dica]]></category>
		<category><![CDATA[Rede]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.profissionaisti.com.br/?p=17412</guid>
		<description><![CDATA[Crimpar o cabo de rede agora ficou mais fácil, é um processo bem simples para os iniciantes é apenas uma combinação de cores mas vale se aprofundar mais no assunto e pesquisar sobre o TX e RX.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Não há nenhum segredo para crimprar cabos, mas caso você não faça isso com frequência a probabilidade de esquecer a combinação das cores é grande, então segue a sequência correta para não mais esquecer <img src='http://www.profissionaisti.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p style="text-align: justify;">O Padrão <strong>568-A </strong>e <strong>568-B </strong>são utilizados para conectar um computador direto a um Switch ou Roteador.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Padrão </strong><strong>568-A</strong></p>
<p><img class="aligncenter" src="http://blog.marcoshenrique.com/wp-content/uploads/2011/02/rede-padraoa.gif" alt="" width="320" height="142" /></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Padrão </strong><strong>568-B</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-full wp-image-40" src="http://blog.marcoshenrique.com/wp-content/uploads/2011/02/rede-padraob.gif" alt="" width="320" height="142" /><br />
O <strong>Cross-Over</strong> serve para interligar 2 computadores sem a utilização de um equipamento entre eles, como um Switch ou Roteador</p>
<div style="text-align: center;"><strong>Cross-Over</strong></div>
<p style="text-align: justify;"><strong><img class="aligncenter size-full wp-image-41" src="http://blog.marcoshenrique.com/wp-content/uploads/2011/02/rede-cross.gif" alt="" width="320" height="142" /></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">É uma dica rápida, mas creio que possa ajudar muita gente que se bate para crimprar cabos de rede!</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.profissionaisti.com.br/2011/06/dica-rapida-como-crimprar-um-cabo-de-rede/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>3</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Crie cenários de redes mais complexas com o simulador GNS3</title>
		<link>http://www.profissionaisti.com.br/2011/05/crie-cenarios-de-redes-mais-complexas-com-o-simulador-gns3/</link>
		<comments>http://www.profissionaisti.com.br/2011/05/crie-cenarios-de-redes-mais-complexas-com-o-simulador-gns3/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 30 May 2011 12:16:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lex</dc:creator>
				<category><![CDATA[Certificação]]></category>
		<category><![CDATA[Redes]]></category>
		<category><![CDATA[CCNA]]></category>
		<category><![CDATA[gns3]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.profissionaisti.com.br/?p=17182</guid>
		<description><![CDATA[Olá pessoal, Hoje estamos aqui com uma ótima dica de simulador para aqueles que estão se preparando para algum exame de certificação da Cisco. Vamos falar sobre o GNS3. Todos conhecem o Packet Tracer, que na minha opinião é um excelente simulador e deve ser utilizado por todos aqueles que estão começando seus estudos ou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Olá pessoal,</p>
<p style="text-align: justify;">Hoje estamos aqui com uma ótima dica de simulador para aqueles que estão se preparando para algum exame de certificação da Cisco. Vamos falar sobre o <a href="http://www.gns3.net/">GNS3</a>.</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter" title="gns3-4" src="http://www.dltec.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/05/gns3-4.png" alt="" width="300" height="88" /></p>
<p style="text-align: justify;">Todos conhecem o Packet Tracer, que na minha opinião é um excelente simulador e deve ser utilizado por todos aqueles que estão começando seus estudos ou se preparando para o exame do <a title="Qual o mercado de trabalho para um profissional certificado CCNA?" href="http://www.profissionaisti.com.br/2011/04/qual-o-mercado-de-trabalho-para-um-profissional-certificado-ccna/">CCNA</a>. No entanto, para aqueles que estão estudando para um nível mais avançado o Packet Tracer não atende a todas as necessidades, pois cenários de redes mais complexas não podem ser criados no Packet Tracer.</p>
<p style="text-align: justify;">Então, se você está estudando para algum exame Cisco depois do <a title="Qual o mercado de trabalho para um profissional certificado CCNA?" href="http://www.profissionaisti.com.br/2011/04/qual-o-mercado-de-trabalho-para-um-profissional-certificado-ccna/">CCNA</a> quais caminhos pode tomar:</p>
<ol style="text-align: justify;">
<li>Montar um lab próprio, com equipamentos reais, em sua casa. Para aqueles que possuem uma boa situação financeira até pode ser um bom caminho, mas no final o custo acaba não sendo nada barato.</li>
<li>Procurar por empresas que aluguem laboratórios para estudo. Essa pode ser uma tarefa dificil, pois aqui no Brasil esse tipo de serviço não é muito comum, além da incoveniência de ter que estudar com hora marcada e tempo de acesso limitado.</li>
<li>Essa é a minha preferida &#8211; utilizar o simulador de redes GNS3.</li>
</ol>
<h3 style="text-align: justify;">Mas o que é o GNS3?</h3>
<p style="text-align: justify;">O simulador GNS3 é um software grátis (isso mesmo, grátis), open source, e que pode ser baixado e utilizado livremente. O GNS3 funciona com imagens IOS da <a title="Como conseguir aumento de salário com Certificações Cisco" href="http://www.profissionaisti.com.br/2011/03/como-conseguir-aumento-de-salario-com-certificacoes-cisco/">Cisco</a> reais, que são emuladas através de um programa chamado <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Dynamips" target="_blank">Dynamips</a>. Podemos dizer que o GNS3 é a interface gráfica para o Dynamips, que é o programa que faz todo o trabalho pesado de emular os equipamentos utilizando IOS reais da Cisco.</p>
<p style="text-align: justify;">Com sua interface gráfica intuitiva e bem fácil de se utilizar o GNS3 se mostra como uma poderosa ferramenta, capaz de emular redes complexas e que pode ser utilizada por todos aqueles que estejam em busca de uma certificação avançada da Cisco.</p>
<h3 style="text-align: justify;">O que podemos fazer com o GNS3</h3>
<p style="text-align: justify;">De acordo com o website do GNS3 veja algumas das características desse poderoso simulador:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Design de topologias de redes complexas</li>
<li>Emulação de muitas plataformas de roteadores Cisco router e PIX firewall</li>
<li>Simulação de switches ethernet simples, ATM e Frame Relay</li>
<li>Conexão da rede simulado com o mundo real</li>
<li>Captura de pacotes utilizando o Wireshark</li>
</ul>
<h3 style="text-align: justify;">Plataformas Suportadas pelo GNS3</h3>
<p style="text-align: justify;">Na lista a seguir, citamos algumas das plataformas atualmente suportadas pelo GNS3. Como você pode notar, podemos utilizar uma grande quantidade de equipamentos para construir topologias complexas com o GNS3.</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>1710, 1720, 1721, 1750, 1751, 1760</li>
<li>2610, 2610XM, 2611, 2611XM, 2620, 2620XM, 2621, 2621XM, 2650XM, 2651XM, 2691</li>
<li>3620, 3640, 3660, 3725, 3745</li>
<li>7200</li>
</ul>
<h3 style="text-align: justify;">Utilizando o Simulador de Redes GNS3</h3>
<p style="text-align: justify;">Abaixo mostramos algumas telas do GNS3, apenas para vocês terem uma breve idéia de como é essa ferramenta.</p>
<p style="text-align: justify;">Essa primeira figura mostra a tela inicial do programa. No lado esquerdo da tela  temos todos os equipamentos que poderão ser utilizados. Basta clicar e  arrastar para área principal central, onde a topologia será construida.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.dltec.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/05/gns3-13.png"><img class="alignnone size-full wp-image-902" title="gns3-1" src="http://www.dltec.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/05/gns3-13.png" alt="" width="580" height="432" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Abaixo temos um breve exemplo de uma topologia com 3 roteadores em uma rede Frame-Relay.</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="alignnone size-full wp-image-903" title="gns3-2" src="http://www.dltec.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/05/gns3-2.png" alt="" width="580" height="432" /></p>
<p style="text-align: justify;">Por último mostramos um saída do comando show run em um dos roteadores.</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="alignnone size-full wp-image-904" title="gns3-3" src="http://www.dltec.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/05/gns3-3.png" alt="" width="580" height="421" /></p>
<h3 style="text-align: justify;">Considerações Finais</h3>
<p style="text-align: justify;">Como podemos notar é possível fazer muita coisa com o GNS3. Você será capaz de montar topologias diversas, com diferentes níveis de complexidade e com as características necessárias para o exame de certificação específico que estiver estudando.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas como tudo na vida, temos o lado bom e o lado ruim. Um dos principais pontos negativos é que você irá precisar de IOS Cisco reais. O GNS3 não vem com imagens IOS embutidas no simulador, ou seja, você deverá ter disponível os IOS que irá utilizar e informar o caminho da pasta para o GNS3, caso contrário o simulador não irá funcionar.</p>
<p style="text-align: justify;">Para baixar essas imagens diretamente do site da Cisco você deverá possuir uma conta CCO. É claro que existem outras fontes de onde conseguir imagens IOS da Cisco, mas definitivamente nós não recomendamos essa alternativa. O recomendado é que você realmente utilize imagens IOS baixadas diretamente da Cisco.</p>
<p style="text-align: justify;">Outro ponto importante é a quantidade de recurso de CPU e memória RAM consumidos ao se utilizar GNS3. Quanto mais complexa a topologia montada, maior quantidade de memória e CPU será consumida. Portanto, saiba que para rodar esse simulador será necessário um computador com uma certa robustez.</p>
<p style="text-align: justify;">Portanto é isso aí&#8230; utilizem que vale a pena! E em breve vamos postar mais artigos sobre o GNS3 e algumas de suas facilidades.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: <a href="http://www.dltec.com.br/blog/redes-cisco/2011/05/22/simulador-de-redes-gns3/?preview=true&amp;preview_id=894&amp;preview_nonce=80de2f0b35" target="_blank">Blog da DlteC</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.profissionaisti.com.br/2011/05/crie-cenarios-de-redes-mais-complexas-com-o-simulador-gns3/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Qual o mercado de trabalho para um profissional certificado CCNA?</title>
		<link>http://www.profissionaisti.com.br/2011/04/qual-o-mercado-de-trabalho-para-um-profissional-certificado-ccna/</link>
		<comments>http://www.profissionaisti.com.br/2011/04/qual-o-mercado-de-trabalho-para-um-profissional-certificado-ccna/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 04 Apr 2011 15:29:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lex</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Certificação]]></category>
		<category><![CDATA[Redes]]></category>
		<category><![CDATA[CCNA]]></category>
		<category><![CDATA[Cisco]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.profissionaisti.com.br/?p=16398</guid>
		<description><![CDATA[Olá pessoal, Nesse artigo vamos falar um pouco sobre o &#8220;mercado de trabalho para um profissional certificado CCNA&#8220;, porém, o mesmo serve para qualquer profissional certificado. Essa pergunta sempre é feita  no início dos nossos cursos ou nas palestras sobre certificações que ministramos nas faculdades e diversas instituições de ensino que visitamos. O mercado de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Olá pessoal,</p>
<p style="text-align: justify;">Nesse artigo vamos falar um pouco sobre o &#8220;<strong>mercado de trabalho para um profissional certificado CCNA</strong>&#8220;,  porém, o mesmo serve para qualquer <a href="http://www.profissionaisti.com.br/certificacoes/">profissional certificado</a>. Essa  pergunta sempre é feita  no início dos nossos cursos ou nas palestras  sobre certificações que ministramos nas faculdades e diversas  instituições de ensino que visitamos.</p>
<p style="text-align: justify;">O mercado de trabalho para um <strong>CCNA </strong>é bastante amplo, mas vamos resumir aqui os principais:</p>
<ol style="text-align: justify;">
<li><span style="text-decoration: underline;"><strong>Parceiros da Cisco</strong></span>: revendas, integradoras de solução e outras empresas que são ligadas oficialmente ou não à Cisco;</li>
<li><span style="text-decoration: underline;"><strong>Escolas e Centros de Treinamento para CCNA</strong></span>: por exemplo, a própria DlteC;</li>
<li><span style="text-decoration: underline;"><strong>Clientes da Cisco</strong></span>: aqui temos empresas de todos os portes e nas mais diversas áreas;</li>
<li><span style="text-decoration: underline;"><strong>Como Empreendedor</strong></span>: como um prestador de serviços  autônomo ou abrindo sua própria empresa, podendo, por exemplo, ser uma  revendea de equipamentos Cisco e prestadora de serviços.</li>
</ol>
<p style="text-align: justify;">Quando falamos de parceiros da Cisco, nos referimos principalmente aos  parceiros oficiais, pois ainda conseguimos encontrar vários prestadores  de serviço que não são parceiros oficiais mas contratam <strong>CCNA</strong>&#8216;s  por prestarem serviços à revendas e integradoras ligadas à Cisco. Para  encontrar os parceiros oficiais no site da Cisco e utilizar uma  ferramenta chamada &#8220;<a href="http://tools.cisco.com/WWChannels/LOCATR/openBasicSearch.do" target="_blank">Partner Locator</a>&#8220;. A busca é bem intuitiva, basta preencher o campo com a Cidade e o País que você procura um parceiro.</p>
<p style="text-align: justify;">Sobre escolas e centros de treinamentos também temos várias opções e uma boa oportunidade para os profissionais certificados <strong>CCNA</strong> ganharem um &#8220;extra&#8221;, pois normalmente esse tipo de instituição tem  poucos funcionários em seu quadro efetivo e trabalha com &#8220;freelancers&#8221;,  o que pode gerar um rendimento extra no final do mês.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando falamos em clientes Cisco abrimos um vasto leque de opções,  pois temos desde médias até grandes empresas, tanto nacionais como  multinacionais nessa lista. Você pode conferir alguns casos de sucesso  de clientes da Cisco em <a href="http://www.cisco.com/web/BR/clientes/index.html">http://www.cisco.com/web/BR/clientes/index.html</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">Por último, mas não menos importante, temos o <a href="http://www.profissionaisti.com.br/category/empreendedorismo/">empreendedorismo</a>. Aqui aconselhamos que você procure uma entidade, como o Sebrae, para  auxiliá-lo melhor em como montar sua empresa e avaliar se você tem  realmente o perfil para empreender. Existem várias oportunidades  de negócios, principalmente na área de serviços, apoiando os grandes  parceiros da Cisco em suas implementações. Sempre há espaço para os bons  profissionais que estão realmente qualificados.</p>
<p style="text-align: justify;">Algumas dicas importantes:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Não faça o famoso &#8220;decoreba&#8221; para passar no exame de certificação  apenas, estude realmente a teoria e principalmente a prática, pois  espera-se que um <strong>CCNA </strong>configure os equipamentos sem auxílio ou instruções básicas.</li>
<li>Inglês é fundamental quando estamos falando de parceiros da Cisco, pois ela é uma multinacional Americana.</li>
<li>O Espanhol também está sendo diferencial, pois cada vez mais o  Brasil se torna ponto de referência para atendimentos na América Latina.</li>
<li>E não pare no <strong>CCNA</strong>, procure estudar e progredir tirando <strong>CCNA</strong>&#8216;s em outras áreas, como Segurança ou Voz, e  após decidir qual área de especialização seguir procure ir para o <strong>CCNP </strong>e quem sabe um dia chegar ao <strong>CCIE</strong>.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Espero que vocês tenham gostado desse artigo e realmente ele seja  útil para que você consiga seu emprego na área e tenha sucesso  profissional, é realmente o meu desejo aos nossos alunos, leitores e  amigos que estão nessa trilha de estudos e <a title="Certificações de TI - Como funcionam?" href="http://www.profissionaisti.com.br/2011/01/certificacoes-de-ti-como-funcionam/">certificações na área de  Tecnologia</a>!</p>
<p style="text-align: justify;">Leia também: <a title="Como conseguir aumento de salário com Certificações Cisco" rel="bookmark" href="../2011/03/como-conseguir-aumento-de-salario-com-certificacoes-cisco/">Como conseguir aumento de salário com Certificações Cisco</a></p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: <a href="http://www.dltec.com.br/blog/mercado-de-trabalho/2011/04/02/qual-o-mercado-de-trabalho-para-um-profissional-certificado-ccna/" target="_blank">Blog da DlteC</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.profissionaisti.com.br/2011/04/qual-o-mercado-de-trabalho-para-um-profissional-certificado-ccna/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Como conseguir aumento de salário com Certificações Cisco</title>
		<link>http://www.profissionaisti.com.br/2011/03/como-conseguir-aumento-de-salario-com-certificacoes-cisco/</link>
		<comments>http://www.profissionaisti.com.br/2011/03/como-conseguir-aumento-de-salario-com-certificacoes-cisco/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 21 Mar 2011 12:33:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lex</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Certificação]]></category>
		<category><![CDATA[Redes]]></category>
		<category><![CDATA[Cisco]]></category>
		<category><![CDATA[Profissão]]></category>
		<category><![CDATA[Salário]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.profissionaisti.com.br/?p=16113</guid>
		<description><![CDATA[Em toda profissão, quanto maior experiência e conhecimento maior será o seu piso salarial. A obtenção de certificações Cisco é uma decisão que pode consumir um certo tempo e dinheiro, e por isso, deve ser avaliada com cuidado. Se você tem o interesse em seguir uma carreira relacionada à tecnologia de redes, então as certificações Cisco são uma excelente opção.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Uma verdade indiscutível &#8211; O <a href="http://www.profissionaisti.com.br/category/mercado/">mercado de trabalho</a> está cada mais competitivo e no ambiente de TI o cenário não é diferente, muito pelo contrário, cada vez mais pessoas chegam no mercado de trabalho e buscam seu lugar ao sol. Conseguir uma boa posição pode ser uma tarefa árdua. Contudo, um pouco de experiência e um bom leque de certificações no seu currículo podem ser a chave para uma promoção ou um novo emprego. Nesse artigo veremos como as certificações da Cisco podem afetar seu salário.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Conseguindo Aumento Salarial com Certificações da Cisco</strong></p>
<p style="text-align: justify;">As <a href="http://www.profissionaisti.com.br/certificacoes/">certificações</a> Cisco são muito bem vistas no mercado de trabalho de redes/tecnologia. As empresas, mesmo as que não utilizam equipamentos da Cisco, costumam utilizar as certificações Cisco como métrica para avaliar o conhecimento em redes dos profissionais do meio. Atingir um nível elevado nas certificações Cisco pode levar a um aumento considerável no seu <a title="Qual o salário médio dos profissionais de TI no Brasil?" href="http://www.profissionaisti.com.br/2011/02/qual-o-salario-medio-dos-profissionais-de-ti-no-brasil/">nível de renda</a>, sem contar que novas <a href="http://www.profissionaisti.com.br/empregos/">oportunidades de emprego</a> com certeza irão aparecer. A figura abaixo mostra o resultado de uma pesquisa salarial entre aqueles que possuem conhecimentos básicos de rede e aqueles que possuem certificação CCNA, CCNP ou CCIE. Fica óbvio que os profissionais com certificação Cisco possuem uma média salarial elevada.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-661  aligncenter" title="cisco-salario-1" src="http://www.dltec.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/03/cisco-salario-1.jpg" alt="" width="554" height="406" /><br />
 <em>Fonte: indeed.com</em></p>
<p style="text-align: justify;">Outra pesquisa da Indeed.com mostra que quanto maior o nível de certificação Cisco maior o salário total do profissional. Estes resultados são, obviamente, um bom sinal para quem quer investir o seu tempo e dinheiro para alcançar estas certificações.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-662 aligncenter" title="cisco-salario-2" src="http://www.dltec.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/03/cisco-salario-2.jpg" alt="" width="555" height="335" /> <strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Como Aumentar o seu salário com uma Certificação Cisco</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Então, por onde começar? Como posso melhorar meu salário com uma certificação Cisco?  Tendo ou não experiência em TI a porta de entrada para as certificações Cisco é o <strong>CCNA (Cisco Certified Network Associate)</strong>. Existem dois caminhos possíveis para você conseguir o CCNA:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>você pode fazer apenas um exame: 640-802 CCNA &#8211; recomendado para candidatos com mais experiência</li>
<li>ou você pode fazer dois exames: 640-822 ICND1 e 640-813 ICND2 &#8211; recomendado para candidatos com menor experiência</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">A vantagem de se fazer o exame 640-802 é que você consegue o seu CCNA com apenas uma prova, no entanto isso torna o exame um pouco mais difícil já que o conteúdo é mais extenso. A segunda opção, você divide o seus estudos em duas partes, no entanto ao passar no ICND1 você já recebe a certificação <strong>CCENT (Cisco Certified Entry Networking Technician)</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Como comentamos a certificação CCNA é o primeiro passo que você deve dar na carreira de certificações Cisco. A partir desse ponto você terá uma série de opções dependendo do seu interesse. A Cisco oferece algumas opções dentro da carreira CCNA, por exemplo:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>CCNA Wireless</li>
<li>CCNA Security</li>
<li>CCNA Voice</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Agora, se o seu interesse é na área de design você deve considerar estudar para a certificação CCDA (Cisco Certified Design Associate) que é focada no design de soluções Cisco e não na administração da rede.  <strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Avançando sua Carreira nas Certificações Cisco</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A Cisco também oferece certificações de nível profissional e nível expert, incluindo CCNP, CCDP e CCIE. Há também um número de certificações de especialidades disponíveis em nível avançado em várias áreas diferentes. Veja abaixo as divisões das certificações Cisco disponíveis para cada nível e especialidade:</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-663 aligncenter" title="cisco-salario-4" src="http://www.dltec.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/03/cisco-salario-4.jpg" alt="" width="576" height="207" /></p>
<p style="text-align: justify;">Abaixo segue uma lista com algumas das especialidades:</p>
<ul>
<li>Advanced Routing and Switching</li>
<li>Data Center</li>
<li>VPN and Security</li>
<li>Wireless LAN</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Alcançar certificações Cisco de nível profissional, como por exemplo o CCNP ou CCVP, irá ajudar a promover sua carreira e aumentar o seu salário. Sua área de especialidade irá depender de seus interesses e perspectivas de <a href="http://www.profissionaisti.com.br/category/carreira/">carreira</a>, mas qualquer caminho que você escolher será um passo para cima.</p>
<p style="text-align: justify;">Você pode obter mais informações sobre as certificações Cisco em <a href="http://www.cisco.com/web/learning/le3/learning_certification_overview.html" target="_blank">Cisco.com</a> ou em <a href="https://learningnetwork.cisco.com/index.jspa" target="_blank">Cisco Learning Network</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">Espero que esse artigo e os dados expostos aqui sejam úteis para auxiliar vocês a tomarem uma boa decisão nos investimentos em educação que possam fazer no futuro. O investimento na carreira de <a href="http://www.profissionaisti.com.br/certificacoes/">certificações</a> Cisco pode até consumir um certo nível de sacrifício, mas com certeza seus esforços serão recompensados.</p>
<hr style="text-align: justify;" />
<p style="text-align: justify;">Fonte: <a href="http://www.dltec.com.br/blog/redes-cisco/2011/03/18/como-conseguir-aumento-de-salario-com-certificacoes-cisco/" target="_blank">Blog da DlteC</a><br />
 Original: <a href="http://www.trainsignaltraining.com/cisco-salaries" target="_blank">How to Increase Your IT Salary with Cisco Certifications</a> By Sean Wilkins</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.profissionaisti.com.br/2011/03/como-conseguir-aumento-de-salario-com-certificacoes-cisco/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>8</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

