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	<title>Profissionais TI - Pra quem respira informação &#187; Tendências</title>
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	<description>Pra quem respira informação</description>
	<lastBuildDate>Fri, 10 Feb 2012 16:02:41 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Virtualização: O que é e para que serve?</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Jan 2012 15:14:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Prado</dc:creator>
				<category><![CDATA[Computação em nuvem]]></category>
		<category><![CDATA[Tendências]]></category>
		<category><![CDATA[Virtualização]]></category>

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		<description><![CDATA[Olá pessoal, No artigo de hoje vou comentar sobre Virtualização: o que é e para que serve o uso dessa técnica que tem crescido considerávelmente nos últimos anos. Para começar, iremos conhecer primeiro, alguns termos que são utilizados quando a gente fala de virtualização: Virtualizador: software de virtualização ou programa que permite emular instruções de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Olá pessoal,</p>
<p style="text-align: justify;">No artigo de hoje vou comentar sobre <strong>Virtualização</strong>: o que é e para que serve o uso dessa técnica que tem crescido considerávelmente nos últimos anos.</p>
<div style="text-align: justify;">
<p>Para começar, iremos conhecer primeiro, alguns termos que são utilizados quando a gente fala de virtualização:</p>
</div>
<div style="text-align: justify;">
<p><strong>Virtualizador:</strong> software de virtualização ou programa que permite emular instruções de uma determinada plataforma.  Exemplos: <em>VMWare</em> e <em>Oracle VM Virtual Box</em>;</p>
</div>
<div style="text-align: justify;">
<p><strong>Máquina virtual (VM):</strong> programas virtuais que são executados no virtualizador e que podem trabalhar de modo semelhante aos programas que são executados diretamente na máquina física ou máquina real. É possível gerenciar os recursos da máquina física que estarão disponíveis para a máquina virtual. Entre vários recursos, podemos configurar quantidade de memória, disco e processadores disponíveis para ela.</p>
<ul>
<li>SO <em>Hospedeiro</em> (host): sistema operacional da máquina em que o virtualizador foi instalado;</li>
<li>SO <em>Convidado (</em>guest<em>):</em> sistema operacional de uma máquinas virtual criada ou instalada no hospedeiro, através do virtualizador;</li>
<li><em>Aplicação (</em>appliance<em>):</em> imagem de uma máquina virtual. Uma <em>appliance</em> pode ser gerada através do virtualizador para permitir exportar e importar máquinas virtuais entre diversos hospedeiros ou até mesmo para backupear máquinas virtuais;</li>
</ul>
</div>
<div style="text-align: justify;">
<p>Atualmente, as VMs estão se espalhando pelas empresas e sua utilização tem acompanhado o crescimento do uso de serviços de Computação nas Nuvens (<em>Cloud Computing</em>). Os provedores de serviços de Cloud Computing utilizam virtualização em larga escala para fornecer serviços a seus clientes.</p>
</div>
<div style="text-align: justify;">
<p>As máquinas virtuais são extremamente úteis no dia-a-dia, pois permitem compartilhar recursos de hardware de uma máquina para executar diversos sistemas operacionais e softwares (em máquinas virtuais). Como exemplos de utilização de VMs, podemos citar:</p>
</div>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Criação de ambientes ou sistemas para utilização como laboratórios de estudos (e<em>u ministro meus treinamentos em máquinas virtuais)</em>;</li>
<li>Criação de ambientes de produção, testes ou desenvolvimento de softwares.</li>
</ul>
<div style="text-align: justify;">
<p>Utilizando máquina virtuais podemos obter muitos benefícios, entre os quais podemos destacar:</p>
</div>
<p style="text-align: justify;"><strong>Redução de custos</strong>: esse é o benefício principal da virtualização. Ao compartilhar recursos físicos (hardware) de uma máquina real para implementar várias máquinas virtuais, podemos reduzir custos de aquisição e manutenção (Ex.: administração, alocação e consumo de energia) de máquinas servidoras, storage e dispositivos de rede, tais como: hubs, switches, cabeamento etc.<strong>        </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Gerenciamento centralizado: </strong>a partir de um único ponto (máquina servidora), podemos gerenciar várias máquinas virtuais;</p>
<div style="text-align: justify;">
<p><strong></strong><strong></strong><strong>Redução do consumo de energia:</strong> devido à redução da quantidade de máquinas;</p>
</div>
<div style="text-align: justify;">
<p><strong>Melhor aproveitamento do espaço físico:</strong> com menos máquinas, diminui a necessidade de espaço físico para alocação delas;</p>
</div>
<div style="text-align: justify;">
<p><strong>Consolidação de infraestrutura:</strong> com o compartilhamento de hardware entre as máquinas virtuais, pode-se reduzir o custo com hardware e eletricidade. Ao invés de executar múltiplos computadores físicos que são parcialmente utilizados, podemos executar várias máquinas virtuais em um único computador físico mais potente e melhor utilizado;</p>
</div>
<p style="text-align: justify;"><strong>Facilidade para migração de ambientes:</strong> quando for necessário efetuar a migração de ambientes e sistemas, como por exemplo, no caso da aquisição de uma nova máquina servidora, migrar uma máquina virtual é muito simples. É só gerar um <em>appliance</em> e importá-lo posteriormente na nova máquina servidora.</p>
<div style="text-align: justify;">
<p>Existem ainda muitos outros benefícios que podemos obter com a virtualização. É importante ressaltar, porém, que <em>nem tudo são flores</em>! Também existem desvantagens no uso de máquinas virtuais. A principal desvantagem é a diferença de performance entre máquinas virtuais e máquinas reais. De acordo com o artigo <em>Testando a Virtualização de banco de dados</em> da revista SQL Magazine 93, <span style="color: #ff0000;"><strong>a performance de um banco de dados SQL Server 2008 em máquina real foi 53% melhor que a performance de um SQL Server 2008 em máquina virtual</strong>.</span></p>
</div>
<div style="text-align: justify;">
<p>Por hoje é só! Espero que o artigo ajude aqueles estão avaliando ou estudando a viabilidade do uso de máquinas virtuais!</p>
<p>Referências:</p>
<ul>
<li><a href="http://www.profissionaisti.com.br/2010/08/virtualizacao-sua-empresa-e-a-natureza-agradecem/">http://www.profissionaisti.com.br/2010/08/virtualizacao-sua-empresa-e-a-natureza-agradecem/</a></li>
<li><a href="http://www.oracle.com/technetwork/server-storage/virtualbox/downloads/index.html">http://www.oracle.com/technetwork/server-storage/virtualbox/downloads/index.html</a></li>
<li><a href="http://www.profissionaisti.com.br/2011/11/distincoes-de-computacao-em-nuvem-cloud-computing-e-computacao-em-grade-grid-computing/">http://www.profissionaisti.com.br/2011/11/distincoes-de-computacao-em-nuvem-cloud-computing-e-computacao-em-grade-grid-computing/</a></li>
<li><a href="http://www.profissionaisti.com.br/2011/10/virtualizacao-para-pequenas-empresas/">http://www.profissionaisti.com.br/2011/10/virtualizacao-para-pequenas-empresas/</a></li>
<li><a href="http://www.profissionaisti.com.br/2011/07/virtualizacao-virtual-machine-vm-com-virtualbox/">http://www.profissionaisti.com.br/2011/07/virtualizacao-virtual-machine-vm-com-virtualbox/</a></li>
</ul>
</div>
<p style="text-align: justify;">[]s</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: <a href="http://www.fabioprado.net/2012/01/virtualizacao-o-que-e-e-para-que-serve.html" target="_blank">http://www.fabioprado.net/2012/01/virtualizacao-o-que-e-e-para-que-serve.html</a></p>
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		<item>
		<title>Crianças x Computador &#8211; A infância informatizada</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Jan 2012 12:08:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jeeferson Gonçalves Barroso</dc:creator>
				<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Tendências]]></category>
		<category><![CDATA[infância]]></category>
		<category><![CDATA[Informática]]></category>

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		<description><![CDATA[Me lembro que, quando eu era criança, o que eu mais gostava de fazer era brincar com meus amigos na rua de &#8220;pega-pega&#8221;, &#8220;esconde-esconde&#8221;, &#8220;policia e ladrão&#8221;, entre outras brincadeiras. Brincávamos tanto durante o dia, quanto a noite. Nossas mães nem se preocupavam em ficar lá fora olhando-nos brincar com medo de alguma coisa ruim [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">Me lembro que, quando eu era criança, o que eu mais gostava de fazer era brincar com meus amigos na rua de &#8220;pega-pega&#8221;, &#8220;esconde-esconde&#8221;, &#8220;policia e ladrão&#8221;, entre outras brincadeiras. Brincávamos tanto durante o dia, quanto a noite. Nossas mães nem se preocupavam em ficar lá fora olhando-nos brincar com medo de alguma coisa ruim acontecer, pois o máximo que poderia acontecer era nos machucarmos e entrar chorando em casa. Mas no muito era apenas um arranhão ou um corte que logo melhorava. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">E não éramos somente um grupinho de amigos brincando, por várias ruas que você circulasse, iria ver crianças brincando de maneira saudável. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">Então, estive analisando o passar do tempo e pude perceber que o número de crianças brincando na rua diminui a cada dia. Qual a explicação para isso? Violência aumentando? Número de crianças diminuindo? Ou outras opções de lazer? Com a invenção do computador pessoal e o grande número de lares adquirindo tais equipamentos, uma nova forma de lazer surgiu. O computador possibilitou as pessoas inúmeras atividades diferentes. No caso da criança, os jogos digitais e a internet atraíram seu interesse, pois há uma variedade enorme de jogos e a internet oferece inúmeras possibilidades, como jogos on-line, bate-papos com pessoas do mundo todo, vídeos, filmes, entre outros. As crianças saíram das ruas para passar horas a fio na frente do monitor. Para a criança moderna, sua infância resume-se a um teclado, um mouse e monitor, onde ela brinca com jogos, conversa com seus amigos sem sair de casa, assisti seus desenhos favoritos e faz diversas atividades. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">As ruas estão ficando vazias e as mães até preferem que seus filhos fiquem dentro de casa devido ao aumento da violência, mas percebe-se que uma coisa puxa a outra. Veja bem, o aumento da violência nas ruas é proporcional a diminuição de pessoas nas ruas também. Pois quando as crianças apenas brincavam nas ruas e suas mães ficavam conversando com outras mães enquanto seus filhos brincavam, ninguém mexia com ninguém, pois tinham medo das pessoas verem seus atos e testemunharem contra elas. Por exemplo, um seqüestrador não cometeria nenhum crime contra uma criança, enquanto inúmeras mães ou pessoas estivessem acompanhando ela. Se existem muitas testemunhas, ele não age, agora se não há quase ninguém que possa denunciá-lo, fica fácil de agir. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">Também percebe-se que o relacionamento das crianças com outras não é mais físico, pois com o surgimento das redes sociais, pode-se ter inúmeros amigos (?) e não saber quem são realmente. Antigamente, eu conversava com meus amigos olhando em seus rostos e não apenas uma foto na frente de um monitor, e ainda tinha certeza de que era ele mesmo. Hoje, uma criança vê a foto de um amigo e não sabe se é ele realmente ou outra pessoa, um adulto no caso, usando um perfil falso e enganando sua ingenuidade. Com isso, os pequenos estão se tornando adultos frios que não sabem se relacionar pessoalmente e que por isso vemos tantos casos de violência contra o outro, casos de divórcio aumentando, pois um não sabe conviver com as diferenças do outro, entre outros problemas que vemos na sociedade atual. E o computador começou a invadir os lares a apenas vinte anos, VINTE ANOS&#8230; O que será daqui cem anos? Cadê as crianças? O que é infância? </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">É claro que não é culpa do computador, pois ele foi criado com a intenção de facilitar nossas vidas. A maneira como estamos usando esta ferramenta é que está errada. Não podemos nos transformar em escravos do computador e nem deixar nossos filhos acabarem assim. Para que isso não aconteça, devemos limitar o uso do computador pelos nossos filhos e incentivar eles a brincarem de outras formas novamente. Uma criança que brinca e se diverte de forma saudável com outras crianças, tem muito mais chances de ser um adulto melhor que sabe se relacionar na sociedade. Ainda há solução para essa decadência na sociedade nesses últimos vinte anos, mas não será de uma hora para outra. Mas quem sabe, poderá levar menos de vinte anos para que ela volte a ser o que era novamente.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">Devemos agir já, enquanto há esperança, pois a informática não é um fim, apenas um meio.<br />
</span></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Jogos sociais podem se tornar uma estratégia de marketing no e-commerce</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Jan 2012 10:34:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Talita Macário</dc:creator>
				<category><![CDATA[Games]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Tendências]]></category>
		<category><![CDATA[e-commerce]]></category>
		<category><![CDATA[Jogos]]></category>
		<category><![CDATA[lojas virtuais]]></category>

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		<description><![CDATA[A cada ano, surge um artifício, uma promessa, para aumentar o engajamento dos consumidores e também as vendas do comércio eletrônico. Para 2012, a aposta está na ‘gameficação’ das plataformas de e-commerce. Esse já é um mercado promissor no Brasil. Segundo a Superdata, em apenas três anos, o faturamento dos jogos sociais vai saltar para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A cada ano, surge um artifício, uma promessa, para aumentar o engajamento dos consumidores e também as vendas do comércio eletrônico. Para 2012, a aposta está na ‘gameficação’ das plataformas de e-commerce. Esse já é um mercado promissor no Brasil. Segundo a Superdata, em apenas três anos, o faturamento dos jogos sociais vai saltar para US$ 238 milhões, contra os US$ 136 milhões estimados para o ano que passou.</p>
<p style="text-align: justify;">Jogos sociais funcionam atualmente como ferramentas de marketing para estimular a interação do público-alvo com a marca ou empresa e em breve devem começar a trajetória em lojas virtuais. “Games tornam a compra uma experiência mais divertida e, por isso, podem impactar diretamente no volume das vendas”, afirma o gerente de marketing da JET Tecnologia em Comércio Eletrônico, Marcelo F. Silva.</p>
<p style="text-align: justify;">Com 35 milhões de usuários no <a href="http://www.profissionaisti.com.br/category/mercado/">mercado</a> &#8211; de acordo com estudo divulgado pela NewZoo -, os games virtuais atraem também pela facilidade de uso, um dos conceitos que devem permanecer quando aplicados ao e-commerce. A expertise da empresa precisa ser contemplada para garantir o envolvimento do consumidor com o produto de interesse. “Integrar jogos ao processo de compra é ainda uma tendência, projetada para começar a se difundir neste novo ano. A expectativa é que ela dê muito certo quando relacionada ao gosto do público-alvo.”</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Vida real</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Grande parte dos <a href="http://www.profissionaisti.com.br/tag/jogos/">jogos</a> sociais é desenvolvida para ser uma extensão da vida real. Assim também funcionam as redes de relacionamento, onde os games poderão repercutir positivamente para a marca. Algumas empresas enxergaram longe e já garantiram presença no ambiente de jogos populares em plataformas sociais, como o <a href="http://facebook.com/profissionaisti" target="_blank">Facebook</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">Para Silva, iniciativas que visam o engajamento do consumidor são fundamentais no comércio eletrônico, principalmente por conta da concorrência acirrada vivida pelos empresários do setor. “Com certeza, é preciso estar à frente das necessidades do consumidor. Os jogos sociais não precisam estar implementados direto na plataforma de vendas. Eles podem ser disponibilizados nas fan pages, por exemplo. O ambiente é propício para aumentar a interação do público e facilita a inserção de aplicativos. O que está claro é que eles podem ser aliados na hora da venda”, finaliza.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>2012, um ano ainda melhor para o varejo eletrônico</title>
		<link>http://www.profissionaisti.com.br/2012/01/2012-um-ano-ainda-melhor-para-o-varejo-eletronico/</link>
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		<pubDate>Tue, 03 Jan 2012 10:49:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Talita Macário</dc:creator>
				<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Tendências]]></category>
		<category><![CDATA[e-commerce]]></category>
		<category><![CDATA[loja virtual]]></category>
		<category><![CDATA[Tendência]]></category>

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		<description><![CDATA[O ano de 2011 foi o ano do e-commerce, sob vários aspectos. Passada a febre das compras coletivas, a grande responsável pelo crescimento percentual de 40% registrado em 2010, o setor se estabeleceu entre os cerca de 32 milhões de e-consumidores, amadureceu, principalmente diante do desafio de realizar com eficácia as entregas de final de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O ano de 2011 foi o ano do e-commerce, sob vários aspectos. Passada a febre das compras coletivas, a grande responsável pelo crescimento percentual de 40% registrado em 2010, o setor se estabeleceu entre os cerca de 32 milhões de e-consumidores, amadureceu, principalmente diante do desafio de realizar com eficácia as entregas de final de ano, e se tornou uma atividade social.</p>
<p style="text-align: justify;">Socializar, inclusive, deve ser a principal realidade do comércio eletrônico em 2012. Os varejistas virtuais estarão mais atentos a esse mercado e por isso, a aposta é um investimento maciço para a estabilização do chamado social commerce. Além de ser desejada pelo cliente, a compra compartilhada, comentada e opinativa aumenta as probabilidades de se fechar muitos negócios.</p>
<p style="text-align: justify;">Para Marcelo F. Silva, gerente de marketing da JET Tecnologia em Comércio Eletrônico, 2011 foi o ano base para as empresas se preparem para a tecnologia das vendas sociais. &#8220;Esse foi um período embrionário para esse setor, que vai crescer muito.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">A popularização do comércio eletrônico, nos diversos formatos paralelos de vendas pela internet, também forçou os empresários a enxergarem que não há necessariamente um produto específico para o <a href="http://profissionaisti.com.br/tag/e-commerce/">e-commerce</a>. Tudo pode ser comercializado à distância, principalmente quando o consumidor se sente privilegiado, com melhores preços na comparação com o mercado físico, e com uma tecnologia atraente.</p>
<p style="text-align: justify;">Em uma entrevista para o Blog da JET Tecnologia, a diretora da e-bit, Cristina Rother, afirmou que além das redes sociais, os dispositivos móveis serão ainda mais comuns como um meio de finalizar as compras pela internet. Outra tendência apontada pela executiva é a da expansão do mercado para as lojas de nicho, será então o momento de pequenos varejistas investirem na modalidade de vendas.</p>
<p style="text-align: justify;">A movimentação do mercado está garantida em 2012 e o e-commerce como conhecemos terá uma nova ‘cara’. A principal mudança será na postura do próprio consumidor, que de passivo se tornará um agente ativo de compras. O cenário será configurado por &#8220;usuários e clientes que influenciam na decisão do outro pela compra de um produto ou serviço. Isso já acontece, mas vai se tornar muito mais forte&#8221;. É assim que finaliza Silva, o que traduzido quer dizer: se prepare, porque se 2011 foi bom, 2012 será muito melhor.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Home Office: sou favorável e você?</title>
		<link>http://www.profissionaisti.com.br/2011/11/home-office-sou-favoravel-e-voce/</link>
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		<pubDate>Wed, 30 Nov 2011 21:08:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiz Castro Junior</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Tendências]]></category>
		<category><![CDATA[home office]]></category>

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		<description><![CDATA[Atire a primeira pedra quem nunca sonhou em não ter que acordar as 6:00 horas para estar as 9:00 horas no trabalho depois de tomar banho, fazer café, acordar marido ou esposa, alimentar as crianças, verificar os e-mails pessoais, redes sociais, ufa&#8230; Corrido, não? Certo, agora porque não poder fazer tudo isso sem a preocupação [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Atire a primeira pedra quem nunca sonhou em não ter que acordar as 6:00 horas para estar as 9:00 horas no trabalho depois de tomar banho, fazer café, acordar marido ou esposa, alimentar as crianças, verificar os e-mails pessoais, redes sociais, ufa&#8230; Corrido, não?</p>
<p style="text-align: justify;">Certo, agora porque não poder fazer tudo isso sem a preocupação de trânsito, custos de locomoção e riscos de percurso? O sonho se torna perfeito, para ser assim um <a title="Teletrabalho (home-office): estratégia ou faz de conta?" href="http://www.profissionaisti.com.br/2011/07/teletrabalho-home-office-estrategia-ou-faz-de-conta/">home office</a> é uma boa pedida.</p>
<p style="text-align: justify;">Claro, que essa não é a realidade de muitos, talvez para diversas áreas o home office é fora das possibilidades reais, porque sua função requer presença física no ambiente corporativo, portanto, creio que boa parte dos profissionais de TI podem ter suas peculiaridades e essa é uma delas, o trabalho remoto. Na verdade acho que a área de TI é a principal área a ser beneficiada pelo trabalho remoto.</p>
<p style="text-align: justify;">O profissional de TI (a grande maioria) já tem um treinamento disciplinar apurado, ou seja, um perfil adequado &#8211; muito além de diversas áreas de trabalho, justamente por ser um ambiente que se modifica constantemente e exige desse profissional completa atenção, controle, organização, desenvolvimento pessoal, intelectual e muita disciplina. O profissional de TI tem essa vantagem de perfil natural, creio que ninguém entra nessa área para passear.</p>
<p style="text-align: justify;">Para o profissional uma grande vantagem, o rendimento aumenta, pode investir o tempo que economiza entre locomover-se para o local de trabalho e outros percursos para se atualizar e fazer <a href="http://www.treinaweb.com.br/cursos-online" target="_blank">cursos</a>, curtir a família e ter seu lazer garantido. Economiza tanto para empresa quanto para o profissional em termos de transporte, alimentação, mobiliário, reduz a possibilidade de acidente de trabalho, elimina custos extras de luz e água da empresa (normalmente essa paga o excesso no final do mês para o funcionário que trabalha remotamente &#8211; acho justo)&#8230; Enfim, as vantagens são para ambos, mas não somente na área financeira e em questão de economia de tempo.</p>
<p style="text-align: justify;">Na verdade, com disciplina e organização o profissional trabalha mais confortavelmente, isso gera felicidade e prazer no que faz e por consequência um melhor trabalho realizado.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Minha experiência pessoal/profissional</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Eu já trabalhei como supervisor de tecnologia e esse trabalho permitia ser realizado remotamente &#8211; em partes, portanto, minha base era tanto em casa como no escritório da empresa, mas 70% do trabalho administrativo e de <a href="http://www.profissionaisti.com.br/category/desenvolvimento/">desenvolvimento</a> era realizado em Home Office, o restante era na empresa em reuniões, apresentações ou entregas de relatórios que necessitavam presença física.</p>
<p style="text-align: justify;">Depois disso trabalhei por 3 anos em uma empresa que não permitia trabalho remoto, realmente a adaptação não foi fácil. Logo, iniciei meu investimento em carreira solo, empreendedor digital &#8211; e claro, preferi um home office ao invés de abrir um escritório. Os custos de aluguel, taxas de luz e água, telefone extra, internet extra e outros acabam em reduzir o caixa e em nada (na minha área) faria diferença no resultado final do meu trabalho e apresentação.</p>
<p style="text-align: justify;">Sinceramente, estou muito feliz e não pretendo mudar o estilo de trabalho tão cedo. Claro, que a empresa crescendo e como gestor tenho que ter uma presença constante em um ambiente corporativo, mas até lá o <a title="Home Office é sensacional! Mas é preciso certa disciplina…" href="http://www.profissionaisti.com.br/2010/10/home-office-e-sensacional-mas-e-preciso-certa-disciplina/">home office</a> vai ser meu fiel parceiro de horas e horas de trabalho e estudo.</p>
<p style="text-align: justify;">E você, como é sua experiência com home office? Se não trabalha remotamente conte-nos se esse é seu desejo e porque, no seu caso valeria o esforço?</p>
<p style="text-align: justify;">Sucesso, um forte abraço.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Google+ terá chances contra o famigerado Facebook?</title>
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		<pubDate>Fri, 25 Nov 2011 11:11:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Altamir Gomes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Facebook]]></category>
		<category><![CDATA[Google]]></category>
		<category><![CDATA[Tendências]]></category>
		<category><![CDATA[Redes Sociais]]></category>

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		<description><![CDATA[Inaugurada em 28/06/2011, após um período de guarda a sete chaves na mais completa discrição, a rede Google+ estava inicialmente restrita para alguns convidados seletos. Com a proposta de integrar os serviços Google já conhecidos e tradicionais numa frente compacta e inovadora, introduziu-se o Circles, os Hangouts e os Sparks. Veja breve descrição de suas características no site: http://google-plus-invitations.com/google-features. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-full wp-image-20311" title="google-plus-vs-facebook" src="http://www.profissionaisti.com.br/wp-content/uploads/2011/11/google-plus-vs-facebook-650x250.jpg" alt="" width="520" height="200" /></p>
<p style="text-align: justify;">Inaugurada em 28/06/2011, após um período de guarda a sete chaves na mais completa discrição, a rede Google+ estava inicialmente restrita para alguns convidados seletos. Com a proposta de integrar os serviços Google já conhecidos e tradicionais numa frente compacta e inovadora, introduziu-se o Circles, os Hangouts e os Sparks. Veja breve descrição de suas características no site: <a href="http://google-plus-invitations.com/google-features" target="_blank">http://google-plus-invitations.com/google-features</a>. Em 20/09/2011 a nova rede social foi aberta ao público em geral.</p>
<p style="text-align: justify;">Apresentando tantas vantagens até então inéditas, não demorou para que a derrocada da concorrente Facebook fosse anunciada. Uma <a href="http://www.secaucusnewjersey.org/survey-google-can-compete-with-facebook-7119.html" target="_blank">pesquisa</a> preparada pela YouGov PLC e Bloomberg previu que a Google+ cresceria rapidamente a ponto de ameaçar a cria de Mark Zuckerberg, entretanto a predição não se concretizou.</p>
<p style="text-align: justify;">Agora pendendo a balança para o lado oposto, o <a href="http://www.slate.com/articles/technology/technology/2011/11/google_had_a_chance_to_compete_with_facebook_not_anymore_.html" target="_blank">artigo</a> da publicação online Slate desenha um futuro sombrio para a rede social da gigante Google. O problema relaciona-se à falta do que se fazer de interessante na Google+. E quando alguém tem uma idéia (por exemplo, criar perfis para negócios) a própria responsável pela criação, a Google, cai em cima com tudo, ameaçando usuários e fechando contas. As explicações dos representantes da empresa entorno das futuras vantagens que a Google+ conferirá para negócios e os pedidos de paciência não agradam aos empresários, que simplesmente estão acostumados a usufruir criativamente e sem sofrer assédio das tecnologias em seu benefício, vide Twitter que guiou-se precisamente pelas atividades, desejos e intenções declaradas pela sua base de usuários.</p>
<p style="text-align: justify;">O tráfego na Google+ tem sofrido uma queda precipituosa, agora estabilizada, desde seu pico repentino no início. O problema está relacionado, segundo o artigo, à estratégia da Google em privilegiar o lançamento prematuro de produtos em detrimento da qualidade, optando por fazer melhoras incrementais. O que pode ter funcionado com outros produtos, como o Gmail, causaria uma péssima impressão inicial nos usuários da rede &#8211; e impressões ficam, tal qual ocorre nos encontros sociais entre pessoas de carne-e-osso.</p>
<p style="text-align: justify;">E o que você acha leitor? A Google+ finalmente vingará triunfante, concretizando-se como ameaça duradoura ao fenômeno azul ou sucumbirá ao agouro implacável que já desvalorizou e esvazou redes sociais outrora promissoras?</p>
<p style="text-align: justify;">Deixe sua opinião!</p>
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		<title>Mobile TI: A realidade das aplicações em plataformas móveis</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Nov 2011 14:56:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Profissionais TI</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia Móvel]]></category>
		<category><![CDATA[Tendências]]></category>
		<category><![CDATA[Mobilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Mobilidade. Essa é a palavra do momento. O mercado de tablets e smartphones tem crescido abruptamente, e é inegável dizer que esses aparelhos são muito mais do que partes do nosso cotidiano, são ferramentas de lazer, estudos e, principalmente, trabalho. Segundo dados da consultoria IDC, a venda de tablets pelo mundo deve superar a casa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Mobilidade. Essa é a palavra do momento. O mercado de tablets e smartphones tem crescido abruptamente, e é inegável dizer que esses aparelhos são muito mais do que partes do nosso cotidiano, são ferramentas de lazer, estudos e, principalmente, trabalho.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo dados da consultoria IDC, a venda de tablets pelo mundo deve superar a casa das 62,5 milhões de unidades. Somente no Brasil devem ser vendidas 450 mil unidades em 2011 e a expectativa é que ultrapasse a marca de um milhão no ano seguinte.</p>
<p style="text-align: justify;">Já o mercado mundial de smartphones deve alcançar 450 milhões de unidades vendidas no mundo todo este ano, o que representa um crescimento de 49,2% sobre os 303,4 milhões de aparelhos vendidos em 2010, informa a IDC.</p>
<p style="text-align: justify;">Isso é reflexo do aumento do número de fabricantes, a entrada de grandes marcas, como Motorola, Samsung e HP, além da Apple, e a propagação do sistema operacional da Google, o Android. Atualmente, a plataforma está presente em 36% dos aparelhos de smartphones vendidos.  Já nos tablets, timidamente o Android vem caminhando, contando com 26,8% dos aparelhos vendidos entre abril e junho desse ano. O predomínio segue com o iPad que detém 68% do mercado. No entanto, no final de 2011, esse número era de 83%, revela o IDC.</p>
<p style="text-align: justify;">A grande verdade é que esses números apontam a acessibilidade a esses dispositivos móveis, e a facilidade que eles trazem, em geral, para o mercado corporativo. Tablets e smartphones já contam com diversas opções de aplicações, que rodam tão bem quanto em notebooks e PCs. Não há perda de funcionalidades, nem de performance. Ou seja, quem ganha é somente o usuário.</p>
<p style="text-align: justify;">Imagine uma equipe comercial de uma empresa, a facilidade de colocar um desses simples e portáteis aparatos tecnológicos em suas mãos. Qual seria o aumento de produtividade? Vendedores realizando pedidos online, sistemas trabalhando simultaneamente. Seria uma grande central de dados inteiramente conectada diretamente na palma da mão.</p>
<p style="text-align: justify;">E, para atender a todo esse contingente comercial é necessário o desenvolvimento especializado de aplicações para esses aparelhos, seja lá qual for o sistema operacional utilizado, como iOS, Android ou até mesmo o prometido <a title="O que realmente pode mudar com o Windows 8" href="http://www.profissionaisti.com.br/2011/10/o-que-realmente-pode-mudar-com-o-windows-8/">Windows 8</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">A <a href="http://www.profissionaisti.com.br/category/tecnologia-movel/">mobilidade</a>, os tablets e smartphones são caminhos sem volta. Os clientes querem essa comodidade, essas facilidades. É preciso ficar atento e levar as novidades em aplicações móveis. A mobilidade para as aplicações não é mais um diferencial, e sim uma necessidade, que se torna, a cada minuto, mais real.</p>
<p style="text-align: justify;"><em><strong>José Ricardo Ferreira</strong> é Diretor Comercial da Entire Technology Partners, uma das principais fornecedoras de soluções de comércio eletrônico para o mercado corporativo (B2B-Business to Business). A companhia é especialista no desenvolvimento de plataformas de compra e venda via Internet.</em></p>
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		<title>Como se preparar para o mercado de cloud</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Nov 2011 14:52:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Profissionais TI</dc:creator>
				<category><![CDATA[Computação em nuvem]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Tendências]]></category>
		<category><![CDATA[Cloud Computing]]></category>

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		<description><![CDATA[O advento da tecnologia, a popularidade dos computadores, o fácil acesso a internet e o compartilhamento de informações, tudo isso vem acompanhado de expressões que muitas vezes são conhecidas somente por profissionais da área de Tecnologia da Informação. Um conceito que vem sendo muito difundido recentemente e que abrange todas essas características é o cloud [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O advento da tecnologia, a popularidade dos computadores, o fácil acesso a internet e o compartilhamento de informações, tudo isso vem acompanhado de expressões que muitas vezes são conhecidas somente por profissionais da área de Tecnologia da Informação.</p>
<p style="text-align: justify;">Um conceito que vem sendo muito difundido recentemente e que abrange todas essas características é o cloud computing. Algo que começou a ser discutido há cerca de três anos e possui grande expectativa de popularização no mercado de trabalho em TI e, principalmente, nas empresas do ramo.</p>
<p style="text-align: justify;">Definições para o termo é o que não faltam. Mas, de forma geral, todas convergem para o mesmo conceito: cloud computing é um formato de computação no qual aplicativos e dados ficam disponíveis a usuários para um determinado serviço, podendo ser por meio da internet ou pagos de acordo com o uso. E para que tudo isso aconteça, a memória, a capacidade de armazenamento e o processamento dos servidores devem ser compartilhados e muitos desses recursos funcionam no formato off-line.</p>
<p style="text-align: justify;">Um exemplo comum e bem fácil de entender é o sistema de email do Google, o Gmail. Por estar na nuvem, ele pode ser acessado pelo usuário a qualquer hora ou lugar, bastando apenas uma conexão de internet. A solução não exige a instalação de um programa no computador, pois a mesma pode ser rodada em servidores virtuais, espalhados em data centers nos mais diversos países.</p>
<p style="text-align: justify;">Com a popularização do cloud computing, o mercado de trabalho de TI também sofrerá algumas mudanças. Os profissionais de tecnologia não serão mais necessários para gerenciar questões operacionais da empresas, ou seja, quanto mais as instituições utilizarem o serviço de cloud, menos dependentes serão desses técnicos. Por outro lado, o mercado terá uma necessidade de encontrar pessoal capacitado para garantir a segurança na nuvem, uma função que deve ganhar força nos departamentos internos das corporações. Os cursos de capacitação também deverão sofrer algumas transformações. Será necessária uma adaptação do setor ao mercado de cloud computing, preparando profissionais cada vez mais qualificados e diversificados.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com estudos realizados pela IDC, o Brasil é o país que mais tem interesse pelo cloud computing, quando comparado aos demais da América Latina. Atualmente, 18% das médias e grandes empresas brasileiras já utilizam algum serviço na nuvem. E este número deve saltar entre 30% e 35% até 2013. Para as empresas, contratar um serviço de cloud pode ser atraente em diversas situações. Os aumentos de demanda dos recursos de TI e a implementação de projetos de forma mais rápida são alguns exemplos. Entretanto, no que pode ser algo totalmente interessante, existem dois pontos que pesam para a contratação do serviço de cloud: segurança e privacidade dos dados.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas com a qualificação dos profissionais de TI e o aperfeiçoamento dos cursos da área, estas questões tendem a desaparecer. As empresas devem ficar atentas as mais diversas alternativas no que tange à segurança de seus dados. Nesses casos, adotar serviços em private cloud (nuvem privada) seria uma boa solução. O que não se pode é ignorar o crescimento deste movimento.</p>
<p style="text-align: justify;">As instituições que contratarem serviços de cloud computing, com certeza, estarão um passo a frente no mercado, se tornando ainda mais competitivas e sedutoras.</p>
<p style="text-align: justify;"><em><strong>Autor: Marcos Coimbra</strong> &#8211; Vice-Presidente da ABRADISTI</em><strong><br />
</strong></p>
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		<title>Software livre na educação</title>
		<link>http://www.profissionaisti.com.br/2011/10/software-livre-na-educacao/</link>
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		<pubDate>Mon, 31 Oct 2011 13:04:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rosa.cris</dc:creator>
				<category><![CDATA[Acadêmicos]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Software Livre]]></category>
		<category><![CDATA[Tendências]]></category>

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		<description><![CDATA[Os alunos estão mais exigentes e os professores precisam se adequar a essa nova realidade. Como ferramenta para auxiliar o professor o computador vem sendo introduzido na educação, mas devido ao custo alto dos softwares proprietários, algumas escolas não tem conseguido atingir esse objetivo. Como alternativa ao custo alto do software proprietário esse trabalho apresenta [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Os alunos estão mais exigentes e os professores precisam se adequar a essa nova realidade. Como ferramenta para auxiliar o professor o computador vem sendo introduzido na educação, mas devido ao custo alto dos <em>softwares</em> proprietários, algumas escolas não tem conseguido atingir esse objetivo. Como alternativa ao custo alto do <em>software</em> proprietário esse trabalho apresenta <em>softwares</em> livres educacionais que facilitam a inclusão do computador no meio educacional.</p>
<p style="text-align: justify;">Chamar a atenção de alunos que tem acesso o tempo todo a diversos tipos de informação não é fácil. O modelo educacional onde o professor fala e o aluno ouve e aceita não funciona mais. Hoje, o papel do professor é o de aproveitar o conhecimento já adquirido pelo aluno e mostrar-lhe o caminho para aprimorar e aumentar seu conhecimento.</p>
<p style="text-align: justify;">O computador tornou-se indispensável no meio educacional e desde que utilizado de forma planejada, tem se apresentado a favor de uma educação mais dinâmica, trazendo de volta o interesse do aluno em aprender. O uso de tecnologias possibilita ao professor uma diversidade maior de atividades fazendo com que o aluno desenvolva melhor algumas habilidades como autonomia, resolução de problemas de forma mais próxima da sua realidade, organização de suas informações, habilidade investigativa, entre outras dependendo da faixa etária de cada aluno. Um dos inviabilizadores da implementação do computador nas escolas é a falta de recursos financeiros. Os <em>softwares</em> proprietários encarecem e muito o preço final do computador devido à cobrança de licenças para sua utilização. Na contra mão do problema tem-se os <em>softwares</em> livres que são de acesso gratuito.</p>
<p style="text-align: justify;">O uso do <em>software</em> livre, hoje em dia oferecidos com grande diversidade em língua portuguesa, dispensa gasto com licenças proprietárias e assim, como salienta Silveira (2003 p.41), ao invés de sermos eternos pagadores de <em>royalties</em>, &#8220;tais recursos poderiam ser canalizados para outros fins, como a compra de <em>hardware</em> ou empregados na formação, treinamento e educação digital&#8221;, pois tão importante quanto garantir o acesso as TICs (Tecnologia da Informação e Comunicação) é capacitar as pessoas, em especial, as comunidades mais desfavorecidas para a utilização da tecnologia em favor do exercício da cidadania.</p>
<p style="text-align: justify;">O processo ensino-aprendizagem se dá na interação entre professor e aluno, aluno e aluno e de ambos com o mundo e seus acontecimentos provocando mudanças no indivíduo, podendo ser permanentes ou não. Aprender é o processo de adquirir conhecimento, valores, habilidades e essencialmente do desenvolvimento da capacidade de pensar. Devemos nos preocupar com um sistema educativo muito padronizado, pois este pode produzir sujeitos muito acomodados, desvalorizando a autonomia da criatividade.</p>
<p style="text-align: justify;">Com a mudança do paradigma educacional, aprender tem o significado de ir além da instrução direta podendo acontecer em ambientes virtuais criativos e mais chamativos para o indivíduo. O uso de novas tecnologias como o computador, tem facilitado a vida de professores que já aceitaram essa nova realidade, proporcionando interação e um ensino mais eficaz para a realidade atual.</p>
<p style="text-align: justify;">Os primeiros experimentos do uso do computador na educação começaram na década de 50 logo depois do início de sua comercialização. Pouco tempo depois, Burrhus Frederic Skinner (1904-1990) criou a Máquina de Ensinar. Em 1970 Seymour Papert desenvolveu a Linguagem de Programação Logo. Esses dois experimentos propiciavam ao aluno deixar de lado a preocupação no certo e errado, dando mais importância ao processo como as coisas acontecem e com a solução para os problemas apresentados, deixando o sinônimo de erro como punição, intimidação e frustração de lado, fazendo com que cada aluno aprendesse no seu ritmo sem desestimular aqueles com um pouco mais de dificuldade.</p>
<p style="text-align: justify;">Muitos foram os experimentos e desde os primeiros os professores foram temerosos em relação a adotar essa nova ferramenta que deixa de lado a imagem do professor como detentor do saber e desterritorializa a instituição escolar. As novas tecnologias são importantes, pois ampliam o conceito de aula, espaço e tempo e de comunicação audiovisual, estabelecendo novas referências em relação ao presencial e o virtual, tomando o devido cuidado para que o computador não seja considerado apenas mais um aparato de alto custo não proporcionando uma aprendizagem significativa para o aluno. Cabe lembrar que o computador não é a solução para os diversos problemas da educação e sim, um facilitador, um motivador ao aprendizado, uma ferramenta que veio para somar, através de uma linguagem com a qual os estudantes estão familiarizados.</p>
<p style="text-align: justify;">Com o passar dos anos, a visão dos professores em relação ao uso do computador na educação mudou, os professores estão mais abertos a essa nova situação e os alunos estão mais colaborativos. O uso do computador na escola deve vir acompanhado da reflexão a respeito da necessidade de mudança na forma de geração da aprendizagem.</p>
<p style="text-align: justify;">Experiências realizadas em países onde as escolas já oferecem aos seus estudantes a tecnologia como facilitadora do ensino indica que o computador graças à internet, tem uma grande capacidade de formar redes, efeito imprescindível também fora do ambiente escolar. Tudo isso incentiva o aluno a desenvolver rapidez de raciocínio, ser humano multitarefa, tomada de decisão de forma mais eficiente, abrir novas dimensões intelectuais e, principalmente desenvolver o trabalho em equipe tão exigido atualmente fora do ambiente escolar.</p>
<p style="text-align: justify;">Nada como ensinar geografia de forma que o aluno possa “sobrevoar” diversos relevos e vegetações do planeta e executar experiências com substâncias tóxicas sem o perigo de explodir o laboratório. Tudo isso o computador propicia a alunos e professores através dos <em>softwares</em> educacionais.</p>
<p style="text-align: justify;">Podem ser considerados <em>softwares</em> educacionais aqueles que foram projetados com base em uma metodologia que os contextualiza no processo de ensino-aprendizagem. O primeiro indício do uso de um <em>software</em> educativo foi em uma máquina para corrigir testes de múltipla escolha criada por Dr. Sidney Pressey em 1924. Nessa máquina, o módulo era apresentado o conteúdo e no final, o aluno deveria responder uma questão em um espaço em branco ou escolher uma resposta correta entre diversas alternativas apresentadas. Se a resposta estivesse correta o aluno passaria para o próximo módulo, caso contrário, o programa forneceria a resposta correta ou o aluno poderia ser convidado a rever o módulo com o objetivo de remediar o processo de ensino. Empresas no início dos anos 60 investiram muito na produção de softwares educacionais com a ideia de revolucionar a educação. O problema é que os computadores nessa época ainda eram muito caros para que as escolas os adquirissem. A disseminação do software educacional somente aconteceu com a chegada dos microcomputadores.</p>
<p style="text-align: justify;">O <em>software</em> educacional somente poderá contribuir como facilitador do processo de ensino-aprendizagem, se alguns fatores forem obedecidos a rigor como metodologia empregada no <em>software</em>, qualidade, se atendem as necessidades e a faixa etária indicativa. Os testes também são muito importantes, pois não devemos simplesmente escolher um software de qualquer tipo que seja somente pela embalagem. O professor deve também se preocupar com o contexto onde este <em>software </em>será utilizado.</p>
<p style="text-align: justify;">O <em>software</em> educacional pode apresentar várias vantagens como aumentar a interação do aluno com o conteúdo apresentado, permitir a individualização na aprendizagem do aluno, estimular e promove a autoestima no aluno, apresentar lições de modo criativo, atrativo e integrado, proporcionar retroalimentação, controle e avaliação imediatos da aprendizagem.</p>
<p style="text-align: justify;">Como principal e mais problemática desvantagem encontramos o custo para aquisição do <em>software</em> proprietário, que são produtos criados por <a href="http://www.profissionaisti.com.br/category/desenvolvimento/">desenvolvedores</a> ou empresas que detêm os direitos sobre o produto onde a cópia, modificação ou redistribuição são de alguma forma proibida pelo seu desenvolvedor ou distribuidor. Para que os itens citados sejam permitidos, faz-se necessário a aquisição de uma licença de alto custo, principal inviabilizador do uso do <em>software</em> educacional. Todos estes custos com o <em>software</em> proprietário acabam inviabilizando o uso do <em>software</em> educacional. Uma alternativa aos <em>softwares</em> proprietários seriam os <em>softwares</em> livres que tem como principal vantagem o custo quase zero.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;">O <em>Software </em>Livre é todo aquele que oferece ao seu usuário a liberdade de utilizá-lo para seu proveito, executando os programas para quaisquer propósitos, copiando, distribuindo, estudando seu funcionamento, modificando, aperfeiçoando e customizando seu código fonte, sem precisar pedir autorização para outrem, de modo que toda a sociedade se beneficie (LAMAS, 2004).</p>
<p style="text-align: justify;">A maior vantagem do uso do <a href="http://www.profissionaisti.com.br/category/software-livre/"><em>software</em> livre</a> na educação é que se faz desnecessário investir em licenças para sua aquisição, futuras atualizações e customizações. Com o investimento que se faz para montar um laboratório de informática com equipamentos utilizando software proprietário é possível montar dois laboratórios de informática. Na educação, o dinheiro economizado com a não atualização forçada do <em>hardware</em> pode ser aplicado de outra forma como, por exemplo, na capacitação dos professores. Máquinas que seriam consideradas obsoletas para se utilizar <em>software</em> proprietário são usadas por usuários de software livre, pois este tipo de software pode ser customizado para um hardware considerado ultrapassado.</p>
<p style="text-align: justify;">Para Silveira e Cassino (2003), o <em>Software</em> Livre representa uma opção pela criação, pela colaboração e pela independência tecnológica e cultural, uma vez que é baseado no princípio do compartilhamento do conhecimento e na solidariedade praticada pela inteligência coletiva conectada na rede mundial de computadores.</p>
<p style="text-align: justify;">Como exemplos de <em>softwares</em> livres educacionais podemos citar o <strong>Edubuntu</strong>, distribuição Linux desenvolvida pela Canonical Ltda. baseada no sistema operacional Ubuntu especificamente para ambientes escolares, o <strong>Gcompris</strong>, coletânea com 80 atividades muito atraente para as crianças, o <strong>KBruch </strong>que apresenta as operações matemáticas de forma bem colorida, o <strong>TkGeomap </strong>que mostra dados geográficos. A lista é muito variada e com certeza dificilmente deixará o professor na mão. A educação deve favorecer a ética e a formação da cidadania. Independentemente de escola pública ou privada. A educação não é mercadoria e não deve ser tratada como tal.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Referências</strong></p>
<p style="text-align: justify;">LAMAS, M. Software livre ao seu alcance. Rio de Janeiro: Beto Brito, 2004.<br />
SILVEIRA, S. A.; CASSINO (Org.). Software Livre e Inclusão Digital. São Paulo: Conrad Editora do Brasil, 2003.<br />
SILVEIRA, S. A.; CASSINO (Org.). Software Livre e Inclusão Digital. São Paulo: Conrad Editora do Brasil, 2003.</p>
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		<title>O Brasil como propulsor da economia no setor de tecnologia: fabricantes que apostam no canal</title>
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		<pubDate>Wed, 26 Oct 2011 00:20:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Profissionais TI</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Papinho de TI]]></category>
		<category><![CDATA[Tendências]]></category>
		<category><![CDATA[brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[TI]]></category>

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		<description><![CDATA[No último ano, 4% do PIB nacional podem ser atribuídos ao setor de tecnologia da informação. Isso, sem colocar nessa conta, telecomunicações e datacenter. Um número que representa aproximadamente US$ 81bi em volume e a sexta colocação no ranking mundial. E esses dados se corroboram pela exponencialidade de consumo no país. Catalisador principal de uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">No último ano, 4% do PIB nacional podem ser atribuídos ao setor de tecnologia da informação. Isso, sem colocar nessa conta, telecomunicações e datacenter. Um número que representa aproximadamente US$ 81bi em volume e a sexta colocação no ranking mundial.</p>
<p style="text-align: justify;">E esses dados se corroboram pela exponencialidade de consumo no país. Catalisador principal de uma corrente de crescimento, até então, sustentável, a abundância de crédito  impulsionou um mercado consumidor que passou a ter acesso a bens de consumo diferenciados, agregando em um ciclo desenvolvimentista, fabricantes, distribuidores e revendedores.</p>
<p style="text-align: justify;">Nos últimos 10 anos se viu um salto nos investimentos externos no país. Após a crise americana, houve uma inversão no fluxo de capitais, sejam eles especulativos ou não, que inundou financeiramente os países emergentes. Com isso, muitas multinacionais foram além e trouxeram parques produtivos para o Brasil. E dessa vez, de olho não só em incentivos fiscais ou baixo custo de mão de obra, mas em um mercado consumidor que teve seu poder de compra triplicado nesta década.</p>
<p style="text-align: justify;">Grandes fabricantes mundiais já apostaram suas fichas em fábricas no Brasil ao longo desses anos, como Samsung, LG, Philips, Acer, Asus, HP, dentre outros. No final do ano passado, a Western Digital, fabricante de unidades de armazenamento, também chegou. Com investimento inicial de R$ 10 milhões, em parceria com a nacional Digitron, as operações na Zona Franca de Manaus serão responsáveis por cerca de 2% da produção total da empresa no planeta. E o mais importante é que a produção será totalmente focada no mercado interno, suprindo um consumo aceleradíssimo de computadores e notebooks. O fluxo de exportações da produção nacional será zero. A Apple deve ser a próxima, conforme as notícias que já pipocam no noticiário de tecnologia.</p>
<p style="text-align: justify;">Essa aposta no país garante diversas facilidades para todas as pontas da cadeia de TI. O canal tem muito mais fácil acesso aos produtos, garantindo que o consumidor final tenha em mãos lançamentos sem o gap de importação. Além disso, estreita relacionamento através de programas de canais mais específicos e garantias ágeis para o reparo de produtos.</p>
<p style="text-align: justify;">Estrutura-se uma rede sólida entre todas as pontas da cadeia. Os fabricantes pensam e criam novas soluções, visando atender um público que ao mesmo tempo que se pulveriza espantosamente, está mais seleto na decisão de compra. Já os distribuidores precisam intermediar esse fluxo de tecnologia para que ele chegue como subsídio de vendas aos revendedores. O investimento em treinamentos e o apoio aos programas de canais são fundamentais para que o consumidor final receba os produtos na ponta final com qualidade de atendimento e assertividade na segmentação dos targets.</p>
<p style="text-align: justify;">As previsões do IDC para 2011 são animadoras, aproximadamente 13%. Se pensarmos nos mercados de TI dos BRICS, Índia e China principalmente, ainda há um largo campo para crescimento. Além disso, deve haver uma curva de alterações no desenho de comércio internacional desses países, hoje, muito baseado nas exportações de commodities pelo Brasil, manufaturas pela China e mão de obra, Índia.</p>
<p style="text-align: justify;">As tendências são todas de alta nos próximos anos. Devemos nos tornar uma das 5 grandes economias do mundo e metade do PIB mundial será dos emergentes. Esse desenvolvimento jogará no mercado milhões de novos consumidores demandando serviços e produtos de TI por parte tanto da produção interna, quanto de importação. Oportunidades que já estão passando pela nossa frente. É bom pegar o próximo bonde ou você pode se atrasar.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Por <strong>Marcos Coimbra</strong> &#8211; Vice-Presidente da ABRADISTI</em></p>
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