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	<title>Profissionais TI - Pra quem respira informação &#187; Tendências</title>
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	<description>Pra quem respira informação</description>
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		<title>Eu uso porque é grátis!</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Jul 2010 11:55:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos Martini</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Tendências]]></category>
		<category><![CDATA[Gratuito]]></category>
		<category><![CDATA[Negócios]]></category>

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		<description><![CDATA[Hoje pipocaram, em meu Twitter, notícias sobre uma pesquisa segundo a qual 0% das pessoas pagariam para usar o Twitter. Natural. Eu mesmo não pagaria por ele e estaria lá, engrossando a conta de 0%, se me permitem o paradoxo.
&#8220;Os consumidores realmente querem conteúdo de graça sem propaganda&#8221;, disse Jeffery I. Cole, diretor do Centro para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje pipocaram, em meu Twitter, notícias sobre <a title="0% pagaria para usar Twitter, diz pesquisa" href="http://info.abril.com.br/noticias/internet/0-pagaria-para-usar-twitter-diz-pesquisa-26072010-51.shl" target="_blank">uma pesquisa segundo a qual 0% das pessoas pagariam para usar o Twitter</a>. Natural. Eu mesmo não pagaria por ele e estaria lá, engrossando a conta de 0%, se me permitem o paradoxo.</p>
<p>&#8220;Os consumidores realmente querem conteúdo de graça sem propaganda&#8221;, disse Jeffery I. Cole, diretor do Centro para o Futuro Digital da Universidade do Sul da Califórnia (USC), nos Estados Unidos, responsável pelo estudo. Mas &#8220;ultimamente eles entenderam que o conteúdo tem de ser pago &#8211; de uma maneira ou de outra&#8221;, ele complementa. Que alívio. Porque essa compreensão também é parte do que mantém esse modelo de negócios vivo.</p>
<p><img title="Mais..." src="http://mendesmartini.com/wp-includes/js/tinymce/plugins/wordpress/img/trans.gif" alt="" />Esse novo paradigma mostra-se cada vez mais como um destino inevitável. Não há como escapar desse modelo, então o desafio de (quase) todo gestor hoje, principalmente os envolvidos no mercado digital é: &#8220;como fazer para viabilizar meu negócio dentro desse modelo&#8221;?</p>
<p>Mas o grátis é sustentável?</p>
<p>Claro que é! E o grátis (ou o quase grátis) está em toda (ou quase toda) parte:</p>
<ul>
<li>Nada de novidade: a TV aberta é um dos mais contundentes exemplos. Você assiste de graça. Eles investem milhões criando uma programação &#8220;interessante&#8221; (?) que você assiste sem pagar um centavo. É tudo pago pelos anunciantes. </li>
<li>Mais de 90% do faturamento da Google vem dos Links Patrocinados (programas Adwords e Adsense). </li>
<li>Os sites de conteúdo por toda a Internet são, em boa parte, sustentados por anunciantes. </li>
<li>Muitos serviços adotam o modelo freemium (junção de &#8220;free&#8221; + &#8220;premium&#8221;), modelo no qual uma pequena parcela de usuários pagam por um serviço premium, gold, ou algo parecido, com recursos adicionais, garantindo assim a existência do serviço e permitindo que a massa de usuários do serviço gratuito continue se beneficiando. E quanto mais usuários o serviço gratuito atrair, mais chances tem-se de conquistar novos usuários para o serviço pago. </li>
<li>Hoje é possível comprar uma impressora laser colorida por menos de 500 reais. A jato de tinta então, há modelos por menos de 90 reais. Como isso é possível? Bem&#8230; você já viu o preço do toner e das tintas? </li>
<li>Que tal o celular que sua operadora oferece &#8220;de graça&#8221;? Você acha que o preço dele já não foi embutido nas mensalidades e no custo dos serviços?</li>
</ul>
<p>Eu poderia citar uma infinidade de situações nas quais algum produto ou serviço sai de graça para mim, mas certamente é pago por alguma outra pessoa ou grupo. Essas são as novas regras do jogo. O público ama o grátis. E as empresas já buscam, criativamente, formas de se adaptarem a essa realidade.</p>
<p>Algumas empresas aéreas, por exemplo, já vendem espaço publicitário em seus bilhetes. Dependendo da quantidade de bilhetes vendidos, a quantia auferida com essa venda pode cobrir uma parte substancial dos custos da companhia. Alguns cantores e conjuntos musicais brasileiros distribuem CDs de graça &#8212; isso mesmo, de graça. Os CDs são apenas a propaganda: os lucros deles vem dos shows que atraem os fãs que foram conquistados com aqueles CDs gratuitos. São incontáveis as empresas que produzem software que é distribuído gratuitamente e se monetizam com planos de suporte pago. Inclusive algumas distribuições Linux muito conhecidas são assim.</p>
<p>Alguns dizem que essa tendência não é global e sim pontual. Mas mesmo os produtos manufaturados, que a priori parecem tão distantes da idéia, podem se beneficiar do modelo. Veja o exemplo dos celulares &#8220;gratuitos&#8221; e das impressoras baratas. É inegável, portanto, que de uma forma ou de outra, praticamente todos os negócios terão, daqui para a frente, um ou outro componente ou produto funcionando segundo esse novo modelo.</p>
<p>Até o consumidor já entende que o conteúdo, produto ou serviço &#8220;tem de ser pago, de uma maneira ou de outra&#8221;. Todos sabemos que nada é, de fato, totalmente grátis. Então o modelo proposto não é impossível, nem tampouco é inviável. O desafio está em reinventar o negócio, criando novas formas de monetizar esses conteúdos, produtos e serviços e, ao mesmo tempo, mantê-los atraentes ao consumidor. E isso exige visão e criatividade.</p>
<p>Publicado originalmente em: <a href="http://mendesmartini.com/2010/07/27/eu-uso-porque-e-gratis/" target="_blank">Blog Mendes Martini</a></p>
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		<title>Compre &#8220;JUNTO&#8221; e economize! Tudo isso pela Internet</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Jul 2010 11:37:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ecommercegirl</dc:creator>
				<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Tendências]]></category>
		<category><![CDATA[compras]]></category>

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		<description><![CDATA[Compras em conjunto derrubam os preços pela internet!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Assistindo o excelente  <a href="http://globonews.globo.com/Jornalismo/GN/0,,JOR315-17665,00.html">&#8220;Mundo S/A&#8221;</a> da Globo NewsNT, assisti a matéria sobre as compras em conjunto pela internet, febre nos Estados Unidos, que ainda engatinha no Brasil e pode ser uma ótima oportunidade de negócio virtual.</p>
<p>Funciona assim:</p>
<p>Todos os dias, os sites de &#8220;compra conjunta&#8221; lançam uma promoção imbatível de um produto, serviço ou atividade na sua cidade; e eles conseguem isso através de fortes negociações com os comerciante, parcerias e estratégias de promoção que são vantajosas para os comerciantes, para os compradores e também para o site. Para que você possa aproveitar essas ofertas, o site precisa conseguir um número mínimo de compradores.  Os compradores do site então fecham a compra de um cupom (recebido por e-mail) e tem um tempo específico para usar o cupom. As ofertas duram poucos dias porque as negociações são bastante agressivas, e os descontos em serviços, restaurantes etc podem chegar a 70%! Fantástico né?</p>
<p>O pioneiro nesse novo modelo negocios é o PEIXEURBANO.COM; &lt;<a href="http://www.peixeurbano.com.br/bemvindo?referralID=787022">CLIQUE AQUI &#8211; EU TE CONVIDO!</a>&gt; nome estranho né? mas tem lá sua lógica, o peixe nada em grupo&#8230; então&#8230; bom, já deu pra entender.</p>
<p>Veja o vídeo:</p>
<p>
<object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="350" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/JvPO_kao5GM" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="350" src="http://www.youtube.com/v/JvPO_kao5GM"></embed></object>
</p>
<p><a href="http://www.ecommercegirl.com" target="_blank">E-commerce Girl</a> adorou! É a internet sempre se renovando!</p>
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		<title>Estudo mostra que os novos recursos do iPhone4 e do iOs 4 aumentarão o uso do dispositivo nas empresas</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Jul 2010 11:53:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Profissionais TI</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tecnologia Móvel]]></category>
		<category><![CDATA[Tendências]]></category>
		<category><![CDATA[Apple]]></category>
		<category><![CDATA[iPhone]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>

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		<description><![CDATA[A Sybase, Inc. (NYSE: SY), fornecedora de software e serviços voltados ao gerenciamento, análise e disponibilidade das informações no ambiente móvel, anuncia os resultados de um estudo que avaliou a opinião dos consumidores sobre o  iPhone 4 e o sistema iOS4. O levantamento concluiu que os novos recursos devam aumentar o uso do iPhone como [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Sybase, Inc. (NYSE: SY), fornecedora de software e serviços voltados ao gerenciamento, análise e disponibilidade das informações no ambiente móvel, anuncia os resultados de um estudo que avaliou a opinião dos consumidores sobre o  iPhone 4 e o sistema iOS4. O levantamento concluiu que os novos recursos devam aumentar o uso do iPhone como ferramenta para os negócios.</p>
<p>Mais da metade dos pesquisados que possuem um iPhone disseram que os novos recursos do iOS4 vão fazer com que usem seus iPhones nas atividades do trabalho com maior frequência. E mais de um terço dos pesquisados que não possuem um iPhone afirmaram que vão pensar em comprar um aparelho para as atividades do trabalho com base nos novos recursos do iOS4 e do iPhone4.</p>
<p>Com o update do iOS 4, a Apple pretende introduzir uma série de novos recursos que foram projetados para aumentar a funcionalidade dos iPhones nos negócios, incluindo a classificação das conversas feitas via email por assunto, eliminação de informações confidenciais do iPhone remotamente e a capacidade de rodar aplicações corporativas no aparelho.</p>
<p>Para este estudo encomendado pela Sybase, foram ouvidos mais de 2.000 cidadãos norte-americanos. A Zogby International foi quem conduziu a pesquisa, que analisou a demanda crescente por iPhones no local de trabalho, os recursos mais esperados do iPhone e do iOS para atividades profissionais, e os hábitos de uso relacionados ao trabalho entre os usuários de iPhone e os que não usam o aparelho.</p>
<p><strong>Destaques gerais do levantamento</strong></p>
<ul>
<li>Aproximadamente 56% dos usuários de iPhones pesquisados estão propensos a usar o equipamento em atividades do trabalho com mais frequência em função dos novos recursos, estimulando uma ênfase renovada no uso do iPhone em atividades comerciais;</li>
<li>Mais de um terço dos pesquisados que não possuem um iPhone atualmente, e cujos empregadores não lhes oferece um telefone celular, disseram que estão pensando em comprar um, caso os recursos para os negócios fiquem disponíveis prontamente; </li>
<li>Dos entrevistados que trabalham em organizações onde os empregadores lhes fornecem um dispositivo móvel, mais da metade disse que pediria às suas empresas que passassem a usar um iPhone com base nos novos recursos do iPhone 4 ou do iOS 4.</li>
</ul>
<p><strong>Recursos do iPhone mais esperados:</strong> multitarefa tem vitória esmagadora</p>
<ul>
<li>A capacidade multitarefa entre as aplicações é o recurso mais esperado. 43% dos entrevistados escolheram o recurso multitarefa como prioritário entre os demais;</li>
<li>Apesar da agitação dos consumidores com relação à capacidade de videoconferência do novo iPhone  4, os resultados do estudo indicam que os usuários estão incertos sobre as implicações da videoconferência em seus dispositivos móveis. Por outro lado, 40% dos pesquisados acreditam que a videoconferência pode levar a um relacionamento mais forte entre os clientes e os colegas em virtude da maior interação do relacionamento frente a frente. </li>
</ul>
<p><strong>Evolução dos hábitos de uso ganha impulso para o uso nos negócios/empresas</strong></p>
<ul>
<li>Mais da metade (64%) dos proprietários de iPhones usam o equipamento para atividades relativas ao trabalho pelo menos uma vez por semana. A tarefa relativa ao trabalho mais comum para os usuários de iPhones é verificar os e-mails;</li>
<li>20% dos entrevistados usam aplicações comerciais escolhidas por eles mesmos, cujo download fizeram da iTunes App Store. 13% dos pesquisados afirmam utilizar ferramentas com o suporte das empresas empregadoras. Isso demonstra uma oportunidade crescente para as companhias aproveitarem as novas capacidades do iOS 4 por meio de aplicações empresariais personalizadas que mobilizem os processos de negócio.</li>
</ul>
<p>Para mais informações, visite o site <a href="http://www.sybase.com.br">www.sybase.com.br</a> ou o blog da Sybase no endereço <a href="http://www.sybase.com.br/blogs">www.sybase.com.br/blogs</a>.</p>
<p><strong>Fonte:</strong> Planin - <a href="http://www.planin.com">www.planin.com</a></p>
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		</item>
		<item>
		<title>A Tendência da automatização dos processos no mundo corporativo</title>
		<link>http://www.profissionaisti.com.br/2010/06/a-tendencia-da-automatizacao-dos-processos-no-mundo-corporativo/</link>
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		<pubDate>Wed, 16 Jun 2010 11:46:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roney Médice</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tendências]]></category>
		<category><![CDATA[Automação]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Processos]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[A cada dia que passa, reparamos como  tem mudado os hábitos de nossos habitantes em todo o Mundo. Antigamente,  se você precisasse efetuar um depósito no seu banco, era de esperar que  você se deslocasse até uma agência bancária mais próxima, enfrentar  aquela fila prolongada, e aguardar com “paciência” o momento [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A cada dia que passa, reparamos como  tem mudado os hábitos de nossos habitantes em todo o Mundo. Antigamente,  se você precisasse efetuar um depósito no seu banco, era de esperar que  você se deslocasse até uma agência bancária mais próxima, enfrentar  aquela fila prolongada, e aguardar com “paciência” o momento de  depositar o dinheiro, sendo esse depósito necessário a intervenção do  funcionário do banco para concretizar a operação bancária.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas os tempos mudaram, e não há mais aquela necessidade de ir ao  banco esperar em filas enormes para depositar dinheiro, os bancos  implementaram os terminais de Auto-Atendimento, em que se pode fazer as  principais operações em sua conta sem precisar que um funcionários seja  exclusivo para isso, uma verdareira revolução tecnológia nas operações  bancárias, ou seja, uma automatização dos processos internos do banco  que foram passados para o cliente executar. Pode-se até programar um  depósito após o expediente bancário, que naturalmente, será liquidado no  próximo dia útel.</p>
<p style="text-align: justify;">Assim como na rede bancária, muitas empresas estão “automatizando”  suas rotinas internas de trabalho e gerando uma grande satisfação  financeira para os administradores. O objetivo é acabar com a repetição  desnecessária de certas ocasiões, e serem executadas por um sistema  informatizado que, além de trazer economia no tempo, vai ocorrer um  retorno financeiro muito grande, pois o tempo gasto em que um  funcionário exerce um determinada função repetidamente, um programa de  computador pode fazer o mesmo trabalho em um tempo muito reduzido, assim,  possibilitar o deslocamento desse trabalhador para um outro setor ou  função que “ainda” não pode ser informatizada.</p>
<p style="text-align: justify;">A tendência das empresas é diminuir o quadro de funcionário de modo  racional, utilizando as tendências tecnológicas atuais e aumentando o  seu faturamento sem onerar seus custos operacionais. O bom administrador  é aquele que, mesmo não tendo vivido desde a sua infâncida no meio  tecnológico, sabe o momento ideal para utilizar a tecnologia a seu  favor, e principalmente, o mais imporante, gerar retorno financeiro para  a empresa.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Pesquisadores criam primeira célula sintética</title>
		<link>http://www.profissionaisti.com.br/2010/05/pesquisadores-criam-primeira-celula-sintetica/</link>
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		<pubDate>Fri, 21 May 2010 20:32:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sérgio Novelli</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dia-a-Dia]]></category>
		<category><![CDATA[Tendências]]></category>
		<category><![CDATA[DNA]]></category>
		<category><![CDATA[micróbios]]></category>
		<category><![CDATA[sintética]]></category>

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		<description><![CDATA[Há algum tempo atrás, na faculdade, assisti uma palestra de um de nossos professores que é especializado em Inteligência Artificial, o qual mencionou sobre o assunto de células sintéticas. Foi apenas um exemplo dado por ele durante uma explicação.
O primeiro passo já foi dado, conforme a notícia que assisti ontem no Jornal da Globo. Para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Há algum tempo atrás, na faculdade, assisti uma palestra de um de nossos professores que é especializado em Inteligência Artificial, o qual mencionou sobre o assunto de células sintéticas. Foi apenas um exemplo dado por ele durante uma explicação.</p>
<p>O primeiro passo já foi dado, conforme a notícia que assisti ontem no Jornal da Globo. Para quem perdeu a reportagem, o Olhar Digital noticiou hoje sobre o assunto, de forma breve e objetiva.</p>
<h3>Confira abaixo reportagem veiculada no Olhar Digital</h3>
<p><img class="alignleft" style="margin-left: 4px; margin-right: 4px;" title="Célula Sintética" src="http://olhardigital.uol.com.br/uploads/acervo_imagens/2010/05/20100521132440.jpg" alt="Célula Sintética" width="250" height="170" />Um grupo de pesquisadores do James Craig Venter Institute (JCVI) anunciou a criação da primeira célula sintética da história.</p>
<p>Após 15 anos de testes, os pesquisadores conseguiram sintetizar informações do DNA de uma bactéria em um computador. Em seguida, transferiram o material para um micróbio &#8220;oco&#8221;, que não possuía DNA. A bactéria começou a se multiplicar e gerou diversas células sintéticas.</p>
<p>A criação de micróbios sintéticos poderia facilitar a produção de vacinas, combustíveis e até mesmo retirar gás carbônico do ar.</p>
<p>O cientista Craig Venter comparou o experimento com a computação. De acordo com ele, o que a equipe fez foi trocar o &#8220;software&#8221; do sistema operacional e fazer um computador inoperante voltar a funcionar.</p>
<p>A pesquisa pode ser conferida na publicação dessa semana da <strong><a href="http://www.sciencemag.org/feature/data/hottopics/synthetic_genome.dtl"><span style="color: #009900;">revista científica Science</span></a></strong> (em inglês).</p>
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		<title>E-mail marketing: vá além do operacional</title>
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		<pubDate>Tue, 30 Mar 2010 10:31:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Profissionais TI</dc:creator>
				<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Tendências]]></category>
		<category><![CDATA[e-mail]]></category>
		<category><![CDATA[marketing]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Walter Sabini Junior* 
Ao procurar por uma plataforma de email marketing, o desejo das empresas em geral é um só: mandar sua mensagem para o maior número possível de pessoas. Por isso, dentre todas as funcionalidades que o serviço apresenta, o envio costuma ser a mais valorizada. Porém, reduzir uma ferramenta de email marketing [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>Por Walter Sabini Junior* </em></strong></p>
<p>Ao procurar por uma plataforma de email marketing, o desejo das empresas em geral é um só: mandar sua mensagem para o maior número possível de pessoas. Por isso, dentre todas as funcionalidades que o serviço apresenta, o envio costuma ser a mais valorizada. Porém, reduzir uma ferramenta de email marketing a um sistema de envio de mensagens é um equívoco que precisa ser evitado. Trata-se de um processo longo e abrangente, que possui diversos aspectos – todos eles fundamentais para o sucesso dos negócios.</p>
<p>A quantidade de pessoas que uma plataforma de email marketing consegue agregar é, sem dúvida, um dos aspectos mais importantes do trabalho. No entanto, está longe de ser o único. Enxergar o marketing digital como algo maior do que simplesmente seguir cronogramas para campanhas de email marketing é uma característica imprescindível para estruturar retornos bem-sucedidos e aumentar a visibilidade da marca.</p>
<p>Ou seja, aqui falamos que, além das ações operacionais, é preciso ampliar o campo de visão sobre o que é necessário ser feito em todas as etapas, desde a prévia de uma campanha até a mensuração de seu retorno. Seguir corretamente o antes, o durante &#8211; e não apenas o durante &#8211; e o pós, certamente contribuirá para o retorno mais importante no processo: a entrega dos resultados.</p>
<p>E não estamos longe de realmente fazer jus à boa reputação de nossa imagem. Acredite se quiser, é possível aplicar o conceito de Governança em email marketing. Sim, aplicar processos que seguem padrões nas diversas fases que envolvem uma campanha, com delegação correta de tarefas para cada responsável por uma atividade. Inclusive, com acompanhamento entre o tempo de desenvolvimento x a entrega de determinada etapa.</p>
<p>Isso é extremamente vantajoso para todas as partes envolvidas, desde a empresa que planeja, envia e mensura uma ação de email marketing, até para o próprio público-alvo que a recebe. Justamente porque se as ações foram desenvolvidas de forma correta e, principalmente, transparente, a probabilidade de aproveitamento da mensagem é muito maior. E, consequentemente, voltamos ao que quis dizer no início deste artigo: irmos além do simples disparo e efetivarmos nossa preocupação real com o lado macro da história, a nossa imagem.</p>
<p>Junto a tudo isso, conhecimentos prévios em marketing digital, estudos sobre o assunto, pesquisas infindáveis já disponíveis na Internet com órgãos que se preocupam com essa questão, são essenciais para o planejamento estratégico e auxiliam muito como um guia para operacionalização de cada ação.</p>
<p>Quando falamos em empresas de grande porte, que, em sua maioria, contam com agências digitais para realização das campanhas, essa preocupação triplica. Quanto mais campanhas, mais cuidado deve-se ter, pois é praxe sabermos que quanto maior o número de atividades (em qualquer área), maior a probabilidade de erros e acertos. Isso não isenta o mercado de PMEs, que pode se aproveitar desse momento, em que se fala de políticas e normas para comunicação online, para começar da forma mais correta.</p>
<p>Estamos vivendo um marco na era digital. E esse momento exige não só a atenção com o que está chegando, mas também a responsabilidade em aplicar o que para os outros ainda é uma tendência. Pois, se quisermos chegar à frente, as boas práticas em comunicação digital devem ser realidade.</p>
<p>*<strong>Walter Sabini Junior</strong> é especialista em email marketing e CEO da VIRID Interatividade Digital, Proprietária das plataformas Virtual Target e Zartana</p>
<div class="gmail_quote"></div>
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		<title>Mais texto, menos imagem: os rumos do e-mail marketing</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Mar 2010 10:30:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Profissionais TI</dc:creator>
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		<description><![CDATA[por Ricardo Ramos*
De 1 a 3 de fevereiro, tive a oportunidade de participar do maior evento de email marketing do mundo, em Miami, o Email Evolution Conference 2010. Sem dúvida, algo extremamente enriquecedor, principalmente para quem é forte atuante, além de entusiasta desse setor.
E, como não poderia deixar de ser, o mercado internacional, mais especificamente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>por Ricardo Ramos*</strong></em></p>
<p>De 1 a 3 de fevereiro, tive a oportunidade de participar do maior evento de email marketing do mundo, em Miami, o Email Evolution Conference 2010. Sem dúvida, algo extremamente enriquecedor, principalmente para quem é forte atuante, além de entusiasta desse setor.</p>
<p>E, como não poderia deixar de ser, o mercado internacional, mais especificamente os EUA, avança frente ao nosso e já enxerga o email marketing como um canal integrado e não mais isolado, complementando as ações de marketing digital entre marcas e públicos. Diferente do Brasil, que já entende a relevância do canal digital, mas ainda precisa aplicar inúmeras ações para aumento, principalmente, do ROI (Return on Investiment) em cada ação de email marketing.</p>
<p>O encontro debateu o email marketing em todas as suas esferas e trouxe dicas preciosas que exploram algo que vai além dos envios – a necessidade da personalização por meio da análise real do perfil comportamental do público-alvo. Sim, não basta apenas enviar mais uma campanha online, cujo nome de identificação do destinatário está na mensagem. Isso ficou simples e as ferramentas para envios de email marketing já automatizam esse processo.</p>
<p>Percebo que estamos vivendo na era do comportamento digital e de sua análise como fundamental para alcance de resultados mais efetivos nas ações de email marketing. É por meio dessa “Era” que a personalização ganha força e esse foi um dos pontos altos debatidos no evento.  Termos como personalização, segmentação e customização foram muito utilizados no encontro, mas realmente apontam tendências diferentes da que estamos acostumados, uma vez que internacionalmente, conceitos como esses alinham o tipo de conteúdo trabalhado no email marketing como relevante ou não para ser caracterizado como “personalizado”.</p>
<p><strong>Baixo custo x investimentos em equipe</strong></p>
<p>Outro erro cometido pelo brasileiro é o fato de aliar email marketing a baixo custo. Sim, é verdade que, quando comparado aos pesados investimentos em marketing off line, esse valor é mais acessível, porém, o email marketing está alinhado com marketing direto e, assim como esse tipo de ferramenta, requer profissionais que devem trazer experiência e especialização em planejamento, redação e design, prioritariamente. Isso demanda custo e investimento. As empresas, no Brasil, costumam avaliar o email marketing como “barato” porque ficam muito limitadas ao custo do envio e se esquecem que têm uma série de etapas a serem seguidas tanto previamente, como no pós-clique.</p>
<p>A começar, por exemplo, pela construção do template com imagens. Nos EUA, já é ponto pacífico: as marcas trabalham com a certeza de que as imagens, no recebimento de mensagens, são bloqueadas pela maior parte dos destinatários. A importância maior é sempre dada ao texto na hora de montar a peça de email marketing.</p>
<p><strong>Mais texto, menos imagem no email marketing</strong></p>
<p>Eles indicam que a utilização de texto alternativo no lugar da imagem aumenta a probabilidade de visibilidade e real aproveitamento do email marketing. Nesse momento, a presença de um designer e um bom redator é essencial. Outra sugestão para aprimorar ainda mais a peça é ter mais texto no topo do email, uma vez que 30% do email correspondem ao topo, que é o espaço mais lido pelo destinatário.</p>
<p>Os textos de chamada também devem ser curtos e manter o máximo de quatro linhas em cada parágrafo. A cultura baseada na agilidade que os americanos têm em seu dia-a-dia não permite a leitura de conteúdos longos. Eles gastam, em média, de 15 a 20 segundos para ler um email. O ponto principal da peça deve ser utilizado para comunicar o leitor sobre o tema central, evitando que o email marketing seja descartado.</p>
<p>Ressalto o uso dessa prática semelhante ao modelo americano por todos, mas principalmente para lojas virtuais, que buscam com maior ênfase a conversão em vendas. Para prender a atenção do leitor, a importância da imagem deve ser dada somente na segunda etapa. No Brasil, estamos acostumados a nos prender nas imagens ao montar uma peça de email marketing, acreditando que o visual é o principal. Mas de nada adianta essa preocupação e tempo dedicado, se o destinatário tiver configurado o bloqueio de imagens em seu programa de email.</p>
<p><strong>Passado e Presente: o amadurecimento do email marketing e a era da segmentação</strong></p>
<p>O Email Evolution Conference também contribuiu bastante para uma mudança conceitual sobre o que são, hoje, as práticas da segmentação e a personalização e fez um comparativo evolutivo sobre o passado e o presente.</p>
<p>Para resumir, podemos descrever que ontem o foco estava nos envios em massa, hoje vivemos a era da segmentação aliada ao comportamento do consumidor e a integração de mídias.</p>
<p>Atualmente, o email marketing, também nos EUA, é aplicado seguindo dois princípios básicos: relevância e personalização. Os dois caminham juntos. A análise do perfil comportamental está diretamente relacionada ao planejamento estratégico da próxima campanha. Logo, o conteúdo tem que ser relevante para aquele destinatário que gostou de determinado “produto”, o que torna o email, literalmente, personalizado.</p>
<p>O fator acima está ligado também a análise e mensuração, dois outros conceitos fundamentais em tempos onde o email marketing cresce de forma acelerada. Os dois recursos ganharam notoriedade e se antes eram vistos como ferramentas que contabilizavam o número de cliques para medir quantidade (e não qualidade), a prática se transformou.</p>
<p>Hoje, o indicador de mensuração é o número de conversões. Mas, com mais ênfase, infelizmente, apenas no mercado norte americano. No Brasil, o número de cliques ainda é o que importa, mesmo porque a visão e a prática das campanhas isoladas e não de maneira integrada a outras ferramentas de marketing digital dificultam a busca de um ROI mais efetivo. O foco disso tudo é único: incremento do ROI.</p>
<p><strong>Segmentação aumenta taxa de abertura do email marketing e gera aumento no ROI</strong></p>
<p>O evento também apontou que a segmentação unida à relevância de conteúdo traz grandes mudanças no ROI. A taxa de conversão de campanhas de email marketing baseadas em perfis comportamentais trouxeram aumento de 2,8%, quando comparada a campanhas de email marketing não segmentadas.</p>
<p>Segmentar o assunto eleva em até 42% as possibilidades de abertura do email marketing. Se a marca utilizar a linha do assunto para incluir o período de validade de uma campanha/ promoção, a taxa de abertura aumenta em até 39% a mais do que o normal. Em casos como esse, o destinatário tem a percepção de que o email tem prazo de validade e isso o incentiva a abrir a campanha o mais rápido possível.</p>
<p>O email follow up também é uma ação que reforça a campanha de email marketing, podendo ampliar em 25% a taxa de abertura.</p>
<p>A prática do email transacional, ligada a análise do comportamento, também vem crescendo bastante entre as marcas americanas e seu target. Se um usuário abandonou uma navegação e não chegou ao objetivo do remetente, ele recebe um novo email. Este tipo de ação amplia em 3% o ROI.</p>
<p>O profissional responsável pelo planejamento estratégico é o cérebro de todo processo e grande responsável pelo ROI. Além de cuidar da estratégia macro para que tudo saia com foco em resultados de visibilidade, ele não pode perder nenhum detalhe. Para isso, mais um investimento tem que ser feito, desmistificando novamente a ideia de que email marketing tem baixo custo.</p>
<p>Entre as dicas geradas para mais ROI nas ações de email marketing, o evento debateu a questão do click through e enfatizou a importância de manter as imagens que compõem o email marketing no servidor por até seis meses. Isso se deve ao fato de muitos destinatários armazenarem os emails, deixando alguns assuntos para leitura posterior.</p>
<p>Em resumo, o desenvolvimento do email deve estar focado na geração de negócios e não na tecla Del, que pode ser clicada pelo destinatário, caso a campanha não tenha a relevância necessária para ele.</p>
<p><strong>A atual visão do spam</strong></p>
<p>Anteriormente, os destinatários consideravam que toda mensagem não solicitada era spam. O panorama mudou também nesse sentido. Hoje as mensagens solicitadas também podem ser consideradas como tal, desde que não tenham relevância.</p>
<p>Para não ser caracterizado como spam, o remetente também se preocupava mais com as palavras inseridas no conteúdo da mensagem, que são analisadas pelos provedores e podem barrar o email marketing, a partir da análise desse conteúdo.</p>
<p>Atualmente, a preocupação maior está na construção de uma boa reputação do remetente junto ao provedor, com bons históricos de envios e uso de recursos de autenticação como o DKIM e o SPF.</p>
<p>Aqui, mais uma vez é importante ressaltar: se a marca não deseja que o email marketing seja visto como spam, novamente insisto na devida valorização da prática dos conceitos de relevância e segmentação.</p>
<p><strong>Mobile: leitura de emails pelo celular aumenta cada vez mais</strong></p>
<p>O brasileiro já está se acostumando com a leitura de emails e acesso a internet pelo celular. Isso não é apenas algo reservado aos americanos, principalmente por conta do amadurecimento da internet no Brasil e do aumento da oferta das operadoras para movimentar a venda de pacotes com tecnologia 3G.</p>
<p>Diante desse cenário, é preciso despender ainda muita energia dedicada à adequação das ações de email marketing aos canais mobile. Nos EUA, 48% dos tomadores de decisão do segmento de TI leem mais da metade de seus emails pelo smartphone.  O email marketing para canais mobile precisa ser bem mais objetivo, com textos claros e concisos.</p>
<p><strong>Overview do Email Evolution Conference 2010</strong></p>
<p>Em suma, o Email Evolution Conference debateu assuntos extremamente importantes para elevar o uso do email marketing no mundo e explorou, de forma detalhada, as principais tendências, principalmente por fundamentar cada tema discutido em números que comprovam que o caminho está certo e, claro, é sem volta.</p>
<p>Como CIO, analisei o conteúdo como excelente. A riqueza de informações dispostas no encontro certamente vai contribuir para nossa evolução, de forma crescente, como empresa. Também pude identificar que a VIRID está seguindo os passos de maneira alinhada às tendências internacionais.</p>
<p>Se falarmos de recursos tecnológicos, a Virtual Target está lado a lado com a tecnologia americana. Fazendo uma avaliação sobre o cenário brasileiro, das empresas que usam email marketing, esse panorama muda. O Brasil ainda está (muito) abaixo das expectativas em relação ao que se pode fazer com o email marketing.</p>
<p>O encontro ainda discorreu sobre a integração do email marketing com redes sociais, publicidade no email no marketing, opt in, qualidade de entrega e dicas de otimização.</p>
<p><em>*Ricardo Ramos é CIO da VIRID Interatividade Digital, Proprietária das plataformas Virtual Target e Zartana</em></p>
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		<title>A importância das redes sociais no mercado</title>
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		<pubDate>Tue, 16 Mar 2010 10:30:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jackson Caset</dc:creator>
				<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Tendências]]></category>
		<category><![CDATA[Redes Sociais]]></category>
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		<description><![CDATA[As redes sociais estão se tornando cada vez mais ferramentas eficazes e fundamentais no mercado de trabalho. Elas auxiliam na sua carreira profissional através do networking, possibilitando novas recolocações e a inicialização no mercado. Além de muitas das vezes oferecerem um espaço exclusivo para a divulgação de currículos.
Algumas redes pessoais que trazem entretenimento estão sendo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>As redes sociais estão se tornando cada vez mais ferramentas eficazes e fundamentais no mercado de trabalho. Elas auxiliam na sua carreira profissional através do networking, possibilitando novas recolocações e a inicialização no mercado. Além de muitas das vezes oferecerem um espaço exclusivo para a divulgação de currículos.</p>
<p>Algumas redes pessoais que trazem entretenimento estão sendo bastante utilizadas e estão ganhando maior espaço dentro do campo profissional, como por exemplo: Facebook, Orkut, Twitter e outros. Porém, o problema de todas as redes é o mesmo, são criadas e não são mantidas (atualizadas), muitos perfis são criados e esquecidos tornando as redes obsoletas.</p>
<p>Reserve um tempo do seu dia, nem que seja algumas horas, para atualizar e interagir com a rede, ela será uma boa estratégia para alavancar sua carreira.</p>
<p>Conheça algumas redes profissionais e suas principais características:</p>
<p><strong>LinkedIn</strong>: <a href="http://www.linkedin.com/">http://www.linkedin.com/</a><br />
Serviço gratuito, apenas cobrado para empresas. Tudo no LinkedIn é relacionado ao mercado de trabalho. Atualmente com mais de 46 milhões de membros em todo o planeta e representantes de 200 países. Bastante utilizado em diversos países por Recrutadores e Hunters que buscam profissionais pelo mundo a fora. Diferentemente de outras redes sociais, você não pode adicionar um contato profissional sem que ele o conheça. É preciso utilizar seus colegas para fazer apresentações e conseguir adicionar o profissional desejado. Existe também o serviço de recomendações sobre o desempenho dos profissionais. As declarações verdadeiras podem auxiliar na hora de buscar uma nova oportunidade.</p>
<p><strong>Plaxo</strong>: <a href="http://www.plaxo.com/">http://www.plaxo.com/</a><br />
Serviço gratuito. O Plaxo é o mais parecido de todos com uma rede social comum. A diferença é que ele também é utilizado pelos usuários para divulgar dados profissionais. Entre as comodidades da rede está a possibilidade de conectá-la com outros serviços online também, como Twitter, Facebook e blogs. Na área de carreira, é possível fazer ligações com outros profissionais e publicar o currículo. Também há uma ferramenta para compartilhar ofertas de emprego.</p>
<p><strong>Ecademy</strong>: <a href="http://www.ecademy.com/">http://www.ecademy.com/</a><br />
Serviço gratuito. Tem o objetivo de integrar profissionais, permitir que seus usuários anunciem serviços e promovam encontros para eventos formando um grupo de contatos específico. Existem comunidades e clubes, que estão disponíveis para agrupar os profissionais por afinidade e até promover discussões sobre novas técnicas e tendências do mercado. Realiza indicações de Blogs interessantes.</p>
<p><strong>Via6</strong>: <a href="http://www.via6.com/">http://www.via6.com/</a><br />
Serviço gratuito. O site possui uma rede de conteúdo com comunidades, onde você pode compartilhar artigos, notícias, etc. O interessante nele é que você também poderá disponibilizar seu currículo para as empresas.</p>
<p><strong>Business Chamber</strong>: <a href="http://businesschamber.com/">http://businesschamber.com/</a><br />
Serviço gratuito. Esse site é mais conhecido em outros países, utiliza um sistema parecido que o LinkedIn . Além de indicar autores de livros consagrados em &#8220;business&#8221;.</p>
<p><strong>Indica</strong>: <a href="http://www.indica.com.br/">http://www.indica.com.br/</a><br />
Serviço gratuito. O indica é uma iniciativa nacional que também visa ligar profissionais. A principal diferença que uma boa parte do serviço dentro da rede é feita pelos “indicadores”, pessoas responsáveis por apontar os profissionais que as empresas estão procurando. Alguns “headhunters” ganham comissão pelo serviço que é anunciado nas páginas do site. Os valores variam de acordo com a vaga divulgada.</p>
<p><strong>Monster</strong>: <a href="http://www.monsterbrasil.com.br/">http://www.monsterbrasil.com.br/</a><br />
Serviço gratuito. Bem parecido com o Linkedin, porém mais leve. O Monster disponibiliza uma área em seu site para que os visitantes criem seus cadastros e façam contato com outros profissionais, além de exibição de currículos.</p>
<p><strong>MeAdiciona</strong>: <a href="http://www.meadiciona.com.br/">http://www.meadiciona.com.br/</a><br />
Serviço gratuito. Para divulgação dos seus perfis de uma vez, você precisará de um centralizador e colocar tudo isso em um cartão de visitas, o site MeAdiciona é um agregador de links de perfis. Simples e prático é muito fácil de ser utilizado.</p>
<p>Agora é só aproveitar as dicas, criar seus perfis e fortalecer cada vez mais sua rede de relacionamento.</p>
<p>Referência: Fernando Ramos - <a href="http://www.fernandorhsap.blogspot.com" target="_blank">http://www.fernandorhsap.blogspot.com</a></p>
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		<title>O impacto das redes sociais na gestão do database marketing</title>
		<link>http://www.profissionaisti.com.br/2010/03/o-impacto-das-redes-sociais-na-gestao-do-database-marketing/</link>
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		<pubDate>Tue, 16 Mar 2010 10:00:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Profissionais TI</dc:creator>
				<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Tendências]]></category>
		<category><![CDATA[marketing]]></category>
		<category><![CDATA[Redes Socias]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Ricardo Sleiman*
É possível aprimorar o database marketing por meio das redes sociais? Depende do ponto de vista, da aceitação de uma nova geração. Na verdade, através dessa infinidade de recursos presentes na web, é possível isso e muito mais. Trabalhar a favor da marca na Era da Colaboração está virando jargão, mas a questão [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>Por Ricardo Sleiman*</em></strong></p>
<p>É possível aprimorar o database marketing por meio das redes sociais? Depende do ponto de vista, da aceitação de uma nova geração. Na verdade, através dessa infinidade de recursos presentes na web, é possível isso e muito mais. Trabalhar a favor da marca na Era da Colaboração está virando jargão, mas a questão é: vamos praticar ou continuar na teoria?</p>
<p>As redes sociais chegaram para salvar muitas relações e&#8230;prejudicar outras, aqui refiro-me não especificamente à relação virtual entre seres humanos, mas entre empresas e consumidores. Para aumentar as chances de fidelizar a marca, só basta uma coisa: querer. Não há mais desculpas, não há mais falta de recursos, não há mais tanto investimento. Ora, a internet facilitou a vida de muitas organizações e pessoas. Quanto se investe em mala direta impressa? Quanto se investe em propaganda para massa?</p>
<p>As universidades aumentam o número de seus cursos e trazem especializações que nunca imaginamos há 20 anos. Sim, programas de formação dedicados exclusivamente ao universo digital. Portanto, definitivamente, contra fatos, não há argumentos. Quem não pensou em um blog para sua empresa, na criação de comunidades virtuais e, pasmem, até no twitter, ainda não se deu conta dos gastos excessivos em tempo e dinheiro que desperdiçam criando e, o pior, sem saber a real receptividade do público que se quer atingir.</p>
<p>Aliás, quem você quer atingir? Qual seu público-alvo? Somos milhões e milhões de seres humanos, com preferências diversas. Hoje podemos gostar de seu produto, mas amanhã podemos mudar de ideia. Não apenas porque resolvemos simplesmente mudar de ideia, mas porque as companhias, talvez mais antenadas com os recursos da web, pesquisaram nossos gostos e criaram, não para elas&#8230;para nós. Existe um motivador mais forte que esse para trocarmos sua marca pela concorrência?</p>
<p>Em tempos de atendimento personalizado, adequação de perfis para ofertas customizadas, campanhas de marketing altamente segmentadas e maior interesse pelo que o cliente fala de sua empresa, ignorar as tradicionais críticas e sugestões – só que agora expostas publicamente – significa ser vencido pela concorrência.</p>
<p>A web 2.0 traz interatividade e o database marketing não está fora disso. Não estou falando de cruzamento de dados cadastrais para gerar campos necessários para um trabalho de marketing direto comum. Estou falando de inovação. É claro que a aplicação do database marketing em qualquer organização é um dos pontos principais para assertividade na comunicação.</p>
<p>Depois de nos tornarmos maduros o suficiente para saber que dados desatualizados só trazem prejuízos, chegou a hora de falarmos sobre os recursos para aprimorar o relacionamento com o target. As redes sociais exploram as opiniões, satisfações, insatisfações e formam comunidades contra ou a favor de uma marca. É justamente nesse ponto que é preciso entrar. Um trabalho minucioso sobre o que é exposto em relação a sua marca na web permite alimentar o banco de dados com informações relevantes sobre os gostos e preferências de seu público e, com isso, acertar ainda mais em ações segmentadas.</p>
<p>Na era Colaborativa, onde tudo e todos estão expostos em redes públicas, a gestão pode ser ainda mais eficaz. A pesquisa permanente sobre o que dizem de sua empresa na web é fundamental para alimentar a base. Ao invés de colocar profissionais em campo para pesquisas de satisfação sobre determinado produto e montar um banco de dados com base nos resultados obtidos, por que não montar blogs e comunidades onde as pessoas, ativamente não só entram como buscam essas ferramentas para opinar?</p>
<p>E, o que é melhor, a possibilidade de intermediar, em tempo real, com ações estratégicas que podem mudar a opinião de um cliente insatisfeito é verídica. Nas redes sociais, informações relevantes devem ser abastecidas em uma base para customização da comunicação.</p>
<p>A criação de seus produtos e serviços deve ter base na sua “base”. Não desperdice mais seu tempo e nem invista em soluções que só você acredita. Pode ter dado certo em épocas em que a web não existia. Os modelos de marketing aplicados anteriormente devem ser transformados, inovados.</p>
<p>Antigamente, optávamos pela força de um bom marketing, comprávamos pelas poucas opções e muitas vezes porque nossas opiniões nunca foram levadas em consideração. Hoje, em meio a tanta falta de tempo e muito trabalho, queremos ser bem atendidos, buscamos marcas que se preocupam conosco e trazem o que estamos precisando. Não nos interessamos por spams, comunicação em massa, banners, pop-ups que nos impedem de enxergar o que teclamos para ler&#8230;</p>
<p>A excelência do marketing digital é diretamente proporcional ao estudo sobre seu cliente ou potencial público. Cuide-se, a geração Y chegou e já está contaminando a geração X. O caminho&#8230;é sem volta!</p>
<p>E o de sua marca? Também.</p>
<p><em>*Ricardo Sleiman é CEO da ZipCode, uma das principais empresas de marketng direto do país.</em></p>
<p><strong>Fonte:</strong> NB Press Comunicação</p>
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		<title>Mais um pouco de Cloud Computing</title>
		<link>http://www.profissionaisti.com.br/2010/02/mais-um-pouco-de-cloud-computing/</link>
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		<pubDate>Tue, 23 Feb 2010 09:00:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cezar Taurion</dc:creator>
				<category><![CDATA[Computação em nuvem]]></category>
		<category><![CDATA[Tendências]]></category>
		<category><![CDATA[Cloud Computing]]></category>
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		<description><![CDATA[Nas duas últimas semanas participei de algumas entrevistas com a mídia abordando Cloud Computing. E este mesmo tema foi assunto dominante de algumas reuniões com executivos de empresas clientes. A conclusão óbvia é que o tema está bombando. Que tal então, resumirmos um pouco do que debatemos?
Na minha opinião, Cloud Computing vai se tornar mainstream [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nas duas últimas semanas participei de algumas entrevistas com a mídia abordando Cloud Computing. E este mesmo tema foi assunto dominante de algumas reuniões com executivos de empresas clientes. A conclusão óbvia é que o tema está bombando. Que tal então, resumirmos um pouco do que debatemos?</p>
<p>Na minha opinião, <a href="http://www.profissionaisti.com.br/category/computacao-em-nuvem/">Cloud Computing</a> vai se tornar mainstream em 3 a 5 anos, mas enquanto isso muitas pedras terão que ser retiradas do caminho. Hoje, por exemplo, ainda não vejo uma clara percepção de seus benefícios e mesmo restrições por parte de muitos executivos de TI. A percepção de valor da computação em nuvem ainda não está clara para muita gente.</p>
<p>O problema deste ainda &#8220;desconhecimento&#8221; é a possibilidade de empresas embarcarem em projetos de cloud que poderão ser custosos em tempo e  investimento, sem conseguirem obter os resultados desejados. Aliás, já vimos este filme antes. Quando o cliente-servidor surgiu, várias empresas afoitadamente desligaram seus mainframes, sem uma estratégia adequada para uso e gestão da computação distribuida. O resultado foi um TCO muito alto e inesperado…</p>
<p>O que venho abordando nas reuniões é que o valor da computação em nuvem seja claramente percebido, antes de iniciar qualquer projeto mais abrangente. Disparar um projeto de prova de conceito (proof-of-concept) é uma boa estratégia para se consolidar estas percepções. Recomendo, portanto, um projeto POC.</p>
<p>Venho observando também que os executivos de TI tendem, na média, a serem mais cautelosos que os executivos das áreas de negócio quanto ao uso da computação em nuvem. Sua percepção de valor muitas vezes concentra-se na redução de custos (infra e suporte) e de capex (investimentos em capital). Em muitas das conversas identifiquei que nem sempre estão buscando serem proativos na estratégia de cloud.</p>
<p>Por sua vez, os usuários com quem venho falando mostram-se mais animados e olham a computação em nuvem (principalmente Software-as-a-Service ou SaaS e Infrastructure-as-a-Service ou IaaS) como uma boa alternativa para conseguirem mais agilidade e flexibilidade para seus projetos de TI. Provavelmente, alguns destes executivos estão mais concentrados em obter resultados de curto prazo e nem sempre consideram adequadamente os problemas típicos de TI, como a integração entre os sistemas em nuvem e os legados, ou mesmo a possibilidade de um “platform lock-in”  devido a atual ausência de padrões de interoperabilidade entre as nuvens.</p>
<p>Uma dúvida sempre presente é a possibilidade da computação em nuvem permitir o processamento de aplicações de negócios, como ERP e outros sistemas. Claro que aplicações que não demandam integração, em princípio, não apresentarão maiores problemas para rodarem em nuvens. Serão as primeiras a rodarem em nuvem. Uma olhada rápida no diretório do Force.com (AppExchange) já nos mostra diversas aplicações interessantes e para mim é apenas a ponta do iceberg do que veremos nos próximos anos. Neste diretório vocês verão, inclusive, uma solução da Totvs, para gestão de frotas. Interessante vermos que o Force.com já aponta novas funcionalidades provocada pela flexibilidade gerada pela computação em nuvem, como a sinergia entre aplicações de negócios e as redes sociais. É o exemplo o “Chatter”, plataforma que pemite aos usuários do Force.com a compartilharem aplicações de negócios, como um CRM,  com redes sociais, criando SRM (Social Relationship Management)</p>
<p>Mas as aplicações que demandam integração com outros sistemas, principalmente sistemas legados que operam fora do modelo de cloud computing, devem ainda serem vistos com cuidado redobrado. De qualquer maneira já temos muitos casos de sucesso em CRM (exemplo do Salesforce) e algumas primeiras iniciativas de sistemas ERP (Compiere, um sistema open source, NetSuite e a brasileira Zipline). Na minha opinião a adoção de ERP no modelo de computação em nuvem será adotado, em princípio, por empresas de pequeno porte, devido a sua alta sensibilidade à custos. Cloud Computing tem a possibilidade de mudar de forma radical a maneira como as pequenas empresas adquirem e usam tecnologia. Em vez de equipes pequenas e subdimensionadas, com poucos servidores, nem sempre configurados e gerenciados da forma mais adequada, poderão ter como unico staff seu próprio gestor de TI e com toda a infra de hardware e software residindo em nuvens públicas.</p>
<p>Já as grandes corporações não deverão adotar de forma entusiástica o modelo de computação em nuvem para seus sistemas ERP, pelo menos nos próximos 3 anos. Depois, só bola de cristal…mas, não será fantasioso vermos os principais fornecedores de ERP oferecendo versões em nuvem ao lado do modelo tradicional, on-premise. A estratégia deles será, naturalmente, fazer uma migração lenta e gradual. Uma disrupção afeta seus modelos de negócio atuais e como os seus clientes, grandes corporações, também não são adeptas de rupturas, o acordo tácito entre as duas partes vai direcionar o ritmo de adoção da computação em nuvem para estas suites.</p>
<p>Algumas conclusões…Primeiro computação em nuvem não deve ser vista apenas pela ótica de redução de custos, mas os benefícios potenciais das áreas de TI permitirem mais agilidade e flexibilidade aos usuários devem ser considerados com atenção.</p>
<p>Outra conclusão: as áreas de TI não devem ignorar ou subestimar a  pressão que os usuários, logo que perceberem o valor da computação em nuvem farão.</p>
<p>Quanto aos ERP. A situação de hoje não pode ser cristalizada, como em uma foto. A evolução do mercado e a mitigação de eventuais problemas que impedem uma empresa de migrar para um ERP corporativo em nuvem vai acontecendo a cada dia. Sugestão: olhar o cenário dos sistemas ERP em nuvem não como uma foto mas como um webcast.</p>
<p>E finalmente: computação em nuvem não deve ser um projeto específico de TI nem exclusivo dos usuários, de forma independente. É uma mudança no modelo computacional da empresa e portanto, um projeto corporativo. E, importantíssimo, não pode haver desconexão entre TI e seus usuários.</p>
<p>Fonte: <a href="http://computingonclouds.wordpress.com/2010/02/11/mais-um-pouco-de-cloud-computing/" target="_blank">Blog Nas Nuvens</a></p>
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