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	<title>Profissionais TI - Pra quem respira informação &#187; Carreira</title>
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	<description>Pra quem respira informação</description>
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		<title>Para refletir: porque estudamos tanto?</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Feb 2012 10:35:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo Ribeiro de Almeida</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Certificação]]></category>
		<category><![CDATA[Estudo]]></category>

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		<description><![CDATA[Já parou para pensar poque estudamos tanto? Certificações, monografias, artigos, dissertações, redações, manuais, informativos, memorandos, TCCs, folhas de dados&#8230; Parece que não acaba nunca! Mas então, qual é o resultado disso tudo? Preocupado com esse tema, o qual deve também povoar a mente de muitos outros profissionais, lí alguns artigos na Internet e me deparei [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Já parou para pensar poque estudamos tanto?</p>
<p style="text-align: justify;">Certificações, monografias, artigos, dissertações, redações, manuais, informativos, memorandos, TCCs, folhas de dados&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">Parece que não acaba nunca!</p>
<p style="text-align: justify;">Mas então, qual é o resultado disso tudo?</p>
<p style="text-align: justify;">Preocupado com esse tema, o qual deve também povoar a mente de muitos outros profissionais, lí alguns artigos na Internet e me deparei com a seguinte resposta: Dinheiro!</p>
<p style="text-align: justify;">Se desejamos boas roupas, boa comida, diversão e outras coisas do gênero, então precisamos de dinheiro, e o dinheiro que ganhamos é oriundo do nosso salário, e nosso salário é equivalente ao que produzimos, e o que produzimos é equivalente ao nosso conhecimento, e o conhecimento é adquirido pelo estudo.</p>
<p style="text-align: justify;">Somente o estudo já é uma peneira bem fina, pois muitos não gostam de estudar, ou não acreditam na sua eficácia, porém, nem todos os que estudam atingem o sucesso. Então, qual é o segredo ?</p>
<p style="text-align: justify;">Uma faca bem afiada pode ser muito útil, mas uma faca bem afiada que só sai da bainha quando quer, não serve pra nada!</p>
<p style="text-align: justify;">Estudamos muito para aprender como servir melhor.</p>
<p style="text-align: justify;">É necessária uma consciência maior do objetivo de se estudar tanto. Adquirir conhecimento e guardá-lo para sempre na cabeça não tem nenhuma utilidade. A primeira coisa que devemos fazer ao adquirir conhecimento é passá-lo a frente.</p>
<p style="text-align: justify;">Eu não conheço nenhum professor egoísta! A profissão em sí, pela remuneração que oferece no Brasil, já é prova da abnegação, ideologia e do nível de consciência desse profissional, porém, a tarefa de ensinar não é apenas do professor.</p>
<p style="text-align: justify;">Estudamos muito para atingir níveis cada vez mais altos de conhecimento e consciência do nosso papel na sociedade.</p>
<p style="text-align: justify;">Precisamos entender que somos servidos a todo instante, principalmente quando somos mais jovens.</p>
<p style="text-align: justify;">A roupa que vestimos agora não foi costurada por nós; A comida que comemos não é preparada por nós; Pessoas limpam o chão e os banheiros que usamos na empresa onde trabalhamos e muitas pessoas trabalham para nos transportar e mesmo esse link de Internet que você está usando agora, tem pessoas trabalhando para mantê-lo no ar!</p>
<p style="text-align: justify;">Aprendi na pós-graduação o conceito de ajuda. Vou lhes dar um exemplo:  Meu carro está sujo e eu sei como lavá-lo, mas não tenho tempo, então eu peço ajuda a alguém que saiba lavar carros e tenha tempo para isso (terceirização), mas quero que ele lave meu carro da mesma forma e carinho com que eu o lavaria.</p>
<p style="text-align: justify;">As empresas não tem condições para levar adiante seus projetos, então pedem ajuda a outras empresas (ou pessoas) para conseguir isso. Infelizmente, temos visto empresas com pacotes de serviço bem definidos, que muitas vezes não atendem aos padrões dos clientes e por isso se fala tanto em personalização.</p>
<p style="text-align: justify;">Obviamente que estudar bastante traz algumas consequências, tais como: Melhor escrita, melhor discurso, aprendizado de técnicas de gestão e defesa, melhor administração do tempo, bens, recursos humanos e crises; Amigos mais refinados, brinquedos (carros, celulares, casas de veraneio, mais celulares), status, diplomas na parede, etc&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">É claro que as empresas sempre olham com bons olhos para o profissional que está em aprendizado constante, esteja ele empregado ou não. Não importa o nível de escolaridade ou domínio de uma tecnologia, sempre haverá um nível mais alto a ser alcançado.</p>
<p style="text-align: justify;">Todo esse reconhecimento precisa estar relacionado com a capacidade de servir e agregar, e não apenas uma premiação pelos anos de estudo e capacidade de passar em provas, <a href="http://www.profissionaisti.com.br/concursos/">concursos</a> e entrevistas de <a href="http://www.profissionaisti.com.br/empregos/">emprego</a>&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">Uma dica: Estude bastante e depois, ofereça-se para receber maiores oportunidade de servir na empresa onde trabalha. Esse nível de consciência é o mais desejado atualmente no mercado de trabalho.</p>
<p style="text-align: justify;">Quanto maior o <a title="Hierarquia é protocolo?" href="http://www.profissionaisti.com.br/2012/02/hierarquia-e-protocolo/">nível hierárquico</a>, maior é a capacidade de servir! Quando seu gerente te pede um relatório, geralmente ele também te dá um prazo para apresentá-lo. Mas quando o chefe dele pede esse mesmo relatório, não há prazo algum! Então ele se antecipa ao pedido do chefe, para mostrar prontidão, controle e comprometimento !</p>
<p style="text-align: justify;">O serviço voluntário e/ou solidário também é algo muito apreciado no Brasil, coisa que já é praticada há algum tempo na Europa e EUA. Isso significa que você tem capacidade e desejo de servir, que está preocupado com o bem estar alheio. Ora, mas não é exatamente isso que fazemos na empresa onde trabalhamos? Será mesmo que apenas médicos, policiais e bombeiros trabalham para o bem estar da sociedade???</p>
<p style="text-align: justify;">A conclusão disso tudo é: Façamos o melhor, quando for nossa vez de servir. Não há mais espaço no <a href="http://www.profissionaisti.com.br/category/mercado/">mercado</a> para profissionais egoístas. A palavra de ordem agora é a <a href="http://www.profissionaisti.com.br/colaborar/">colaboração</a>, a consciência do profissional que entende que sua atuação está a serviço da sociedade, e que deve ser bem realizada, da mesma forma que gostamos de ser servidos.</p>
<p style="text-align: justify;">Se um profissional se empenhar em realizar bem suas tarefas, pois isso traz benefícios para outros, então a remuneração será uma consequência. Os melhores profissionais trabalham por prazer, se realizam no serviço à sociedade e ainda recebem salário no fim do mês. Pense nisso!</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Para refletir: &#8220;Um profissional que não está aprendendo e/ou não está contribuindo, está no topo da lista de dispensas&#8221;.</em></p>
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		<title>Salary Survey 2011 &#8211; Pesquisa Salarial de Nível Global</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Jan 2012 15:15:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Eduardo Slompo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[Emprego]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Salário]]></category>
		<category><![CDATA[TI]]></category>

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		<description><![CDATA[Em Novembro passado a Robert Walters, uma das líderes globais em recrutamento, divulgou o Salary Survey 2011, uma pesquisa salarial de nível global que abrange várias áreas de atuação (vendas, finanças, RH, marketing, contabilidade, IT&#8230;) e é um ótimo termômetro pra gente saber se nosso salário está alinhado com a média na região e também [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Em Novembro passado a <a href="http://www.robertwalters.com/" target="_blank"><span style="text-decoration: underline;">Robert Walters</span></a>, uma das líderes globais em recrutamento, divulgou o Salary Survey 2011, uma pesquisa salarial de nível global que abrange várias áreas de atuação (vendas, finanças, RH, marketing, contabilidade, IT&#8230;) e é um ótimo termômetro pra gente saber se nosso salário está alinhado com a média na região e também pra comparar com profissionais da mesma área em outras regiões do globo.</p>
<p style="text-align: justify;">O Survey é extremamente detalhado e abrangente, e abre um leque imenso de possibilidades de análise. Os únicos pontos negativos ficam por conta da ausência do Canadá e de apenas 10 páginas dedicadas aos EUA, cobrindo apenas New York.</p>
<p style="text-align: justify;">Nesse post vou analisar o Survey do ponto de vista de um profissional de IT, mais especificamente um <a href="http://www.profissionaisti.com.br/category/desenvolvimento/">desenvolvedor de software</a>, que é a minha área. Se você é de outra área e quer dar uma analisada no Survey, vá em frente, eu recomendo: <a href="http://content.yudu.com/A1qzb3/WaltersSalary2011/resources/index.htm?referrerUrl=http%3A%2F%2Fwww.robertwalters.com.au%2Fcareer-advice%2Fsalary-survey.html" target="_blank"><span style="text-decoration: underline;">SALARY SURVEY 2011</span></a>.</p>
<p style="text-align: justify;">O foco maior dessa análise é fazer uma comparação dos salários em diferentes <strong>cidades dentro da <a title="TI na Austrália: um mar de oportunidades (e de dinheiro!)" href="http://www.profissionaisti.com.br/2011/06/ti-na-australia-um-mar-de-oportunidades-e-de-dinheiro/">Austrália</a> (Brisbane, Melbourne, Perth e Sydney)</strong>, mas também vou gastar um tempinho mostrando algumas<strong> cidades economicante representativas ao redor do mundo como Londres, Dublin, Tokyo e Shanghai</strong>. É claro que uma análise salarial deve ser sempre relativa e levar em consideração o custo de vida e a carga tributária de cada local, mas isso já seria demais pra um post só&#8230;</p>
<h3 style="text-align: justify;">CIDADES AUSTRALIANAS</h3>
<p style="text-align: justify;">Em <span style="text-decoration: underline;"><strong>Perth</strong></span> (página 196), a menor e mais tranquila dentre as quatro cidades analisadas (1,6 milhão de habitantes), um Software Developer está tirando entre 55 e 125 mil dólares anuais trabalhando como Permanent (<em>o equivalente ao CLT no Brasil</em>) e de 45 a 90 dólares por hora trabalhando como Contractor (<em>o equivalente ao PJ no Brasil</em>).</p>
<p style="text-align: justify;">Em <span style="text-decoration: underline;"><strong>Brisbane</strong></span><strong> </strong> (página 172) um ponto interessante: mesmo sendo uma cidade maior que Perth (2 milhões de habitantes), os salários pra TI são menores: 50 a 95 mil dólares anuais como Permanent e 50 a 90 dólares por hora como Contractor.</p>
<p style="text-align: justify;">Vamos agora para as duas principais cidades do país. Começando por <strong><span style="text-decoration: underline;">Melbourne</span></strong> (página 186), a variação do salário de um Permanent é de 70 a 130 mil anuais, enquanto um Contractor recebe de 40 a 95 por hora. Está melhor que Brisbane mas praticamente igual a Perth.</p>
<p style="text-align: justify;">Já em <span style="text-decoration: underline;"><strong>Sydney</strong></span> (página 209), a principal cidade australiana em termos econômicos, um Permanent tira de 60 a 130 mil anuais e um Contractor tira de 50 a 90 por hora. Resumo da história: tá na mesma que Melbourne e Perth.</p>
<p style="text-align: justify;">A grande diferença é quando analisamos a área de <strong><span style="text-decoration: underline;">TI em bancos</span></strong> (página 207), que é onde se ganha mais dinheiro: Sydney oferece salários de 100 a 130 mil anuais pra um Permanent e de 80 a 105 por hora pra um Contractor, valores que dificilmente serão batidos em algum outro lugar do país.</p>
<h3 style="text-align: justify;">OUTRAS CIDADES DO MUNDO</h3>
<p style="text-align: justify;">Separei algumas cidades ao redor do mundo com fatos interessantes quando o assunto é <a href="http://www.profissionaisti.com.br/tag/salario/">salário em TI</a>:</p>
<p style="text-align: justify;">Em <span style="text-decoration: underline;"><strong>Londres</strong></span> (página 33) um Java Developer tá fazendo de 45 a 70 mil libras anuais como Permanent e de 37 a 50 por hora como Contractor. O curioso é que lá esses são os <strong>mesmos valores de um Project Manager!</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Em <strong><span style="text-decoration: underline;">Dublin</span></strong> (página 76) a faixa é de 40 a 60 mil euros anuais pra Permanent e de 20 a 30 por hora pra Contractor. Interessante notar que mesmo Irlanda e Inglaterra sendo <strong>dois países pertencentes ao Reino Unido, os salários são muito melhores em Londres</strong>(sem contar que a libra vale mais que o euro).Vamos agora pra <strong><span style="text-decoration: underline;">Shanghai</span></strong> (página 238), onde o salário de um Software Developer vai de 100 a 500 mil yuans por ano, o que significa uma <strong>variação de 400% entre o menor e o maior salários!</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Pra finalizar, não posso deixar de fora <strong><span style="text-decoration: underline;">Tokyo</span></strong> (página 300), que apesar de chamar atenção pelos salários na casa dos milhões de ienes, quando fazemos a conversão da moeda (1 dólar = 77 ienes) percebemos que são salários normais: 6 a 9 milhões de ienes pra um Senior Software Developer.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="text-decoration: underline;">É SÓ O COMEÇO&#8230; </span> </strong>Como eu disse no começo do post, daria pra passar horas analisando os números do Survey e fazendo as mais variadas análises e comparações.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma possibilidade de análise interessante que o Survey proporciona é a de comparação dos salários de 2011 com os de 2010. Não cheguei a olhar, mas seria interessante pra tentar caçar possíveis efeitos da pequena crise econômica de 2011, que começou na Grécia e atualmente está por toda a Europa, sobre cada área de atuação em específico.</p>
<p style="text-align: justify;">Outras possíveis análises: que tal comparar os salários de São Paulo com os do resto do mundo? Ou então as diferenças entre um Analista, um Gerente e um Diretor em uma determinada área?</p>
<p style="text-align: justify;">As possibilidades são inúmeras. E você, qual análise vai fazer? Desafio você leitor a vasculhar o Survey em busca de análises curiosas e interessantes e postar aqui como comentário. O Survey tá aí, é só abrir e se divertir com os números. <img src='http://www.profissionaisti.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </p>
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		</item>
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		<title>Gerente de Projetos ou Gerente de Vaidades?</title>
		<link>http://www.profissionaisti.com.br/2011/11/gerente-de-projetos-ou-gerente-de-vaidades/</link>
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		<pubDate>Mon, 21 Nov 2011 11:12:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Guerra Fernando C. G. D.</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Gerência de Projetos]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Projetos]]></category>

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		<description><![CDATA[Durante todos os dias recebo &#8220;milhões&#8221; de propostas sobre cursos de gestão de projetos, já realizei alguns através do EAD (ensino a distância) e presenciais, mas no dia a dia ao me deparar com a prática observo que por mais que existam treinamentos e cursos, muitas das pessoas certificadas acabam entregando os resultados sem avaliar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Durante todos os dias recebo &#8220;milhões&#8221; de propostas sobre cursos de gestão de projetos, já realizei alguns através do EAD (ensino a distância) e presenciais, mas no dia a dia ao me deparar com a prática observo que por mais que existam treinamentos e cursos, muitas das pessoas certificadas acabam entregando os resultados sem avaliar corretamente os riscos envolvidos no projeto devido à sua vaidade de saber mais que os outros, o que em alguns casos acaba por gerar problemas para outras áreas.</p>
<p style="text-align: justify;">É impressionante como algumas pessoas se envaidecem pela função ou cargo que atua e esquecem que o trabalho de GP é ser um maestro e não um gerador de problemas, que para realizar as entregas nos prazos estabelecidos a pessoa tem que ter humildade, saber escutar e ter mais do que somente à técnica ou <a href="http://www.profissionaisti.com.br/category/metodologias/">metodologia</a> de projetos.</p>
<p style="text-align: justify;">O GP deve aprimorar seu lado interpessoal tanto quanto as habilidades técnicas necessárias para poderem gerir um projeto, pois cabe a ele envolver todos os membros da equipe. Sem o apoio das pessoas os projetos falham. Se observar a literatura sobre o assunto a grande maioria dos problemas está relacionado à <a title="Comunicação em Gerenciamento de Projetos – Fundamental para obtenção de resultados" href="http://www.profissionaisti.com.br/2011/04/comunicacao-em-gerenciamento-de-projetos-fundamental-para-obtencao-de-resultados/">comunicação</a>, ou seja, ouvir e comunicar, comunicar e ouvir.</p>
<p style="text-align: justify;">Um líder deve instigar os envolvidos e saber tirar o melhor de cada membro da equipe, não pode jamais ficar envaidecido pela sua função, ele deve colher e avaliar as diversas variáveis internas e externas existentes sobre seu projeto em conjunto com sua equipe para tentar amenizar possíveis riscos. O trabalho em equipe serve para gerar um aprendizado coletivo onde a limitação é visão de um e superada com o apoio das percepções dos integrantes, onde o impossível se torna possível.</p>
<p style="text-align: justify;">Um maestro não dita somente regras, ele ocupa a posição de líder e têm como obrigação ajudar, apoiar, aprender, ensinar e encontrar alternativas com sua equipe a se superarem e realizar as entregas conforme o ESCOPO. As entregas do ESCOPO são sua obrigação, mas para que elas sejam realizadas conforme a tríade (escopo, tempo e custo) o GP deve ocupar o mesmo degrau dos seus aliados e não estar em um pedestal acima.</p>
<p style="text-align: justify;">Afinal o GP jamais deve esquecer que o insucesso do projeto significa o fracasso somente dele, pois ele é o Líder, mas o sucesso do projeto representa o &#8220;Sucesso da Equipe&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">E você, o que vem encontrando no seu dia a dia, Gerente de Projetos ou Gerente de Vaidades?</p>
<p style="text-align: justify;">Obrigado aos que chegaram até o final deste texto.</p>
<p style="text-align: justify;">Deixe seu comentário! Aceito recomendações para continuar o debate em textos futuros.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Você sabe como se joga xadrez?</title>
		<link>http://www.profissionaisti.com.br/2011/10/voce-sabe-como-se-joga-xadrez/</link>
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		<pubDate>Wed, 26 Oct 2011 16:55:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Guerra Fernando C. G. D.</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão]]></category>

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		<description><![CDATA[Olá leitores, seguem minhas considerações sobre o jogo de xadrez. Todo jogo possui regras básicas para poder divertir, no xadrez ou nas empresas existe um conjunto de leis e regras a seguir que governam a prática do jogo mercadológico. Assim como as origens do xadrez não são claras, ao atuarmos dentro de uma empresa também [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Olá leitores, seguem minhas considerações sobre o jogo de xadrez.</p>
<p style="text-align: justify;">Todo jogo possui regras básicas para poder divertir, no xadrez ou nas empresas existe um conjunto de leis e regras a seguir que governam a prática do jogo mercadológico. Assim como as origens do xadrez não são claras, ao atuarmos dentro de uma empresa também não sabemos como as peças movem, às vezes até imaginamos saber, mas quando pensamos entender a movimentação das peças surgem jogadas não planejadas que nos surpreendem.</p>
<p style="text-align: justify;">A única certeza existente é que as regras continuam mudando para deixar o jogo mais dinâmico. Regras estas, que mudam de lugar (empresa) para lugar (empresa), devido a várias jogadas (no ambiente interno: líderes com interesses pessoais ao invés de interesse coletivo; mudanças externas: mudanças impostas pelo governo ou rivais, etc).</p>
<p style="text-align: justify;">Na verdade existem muitas jogadas, e é nosso trabalho aprendermos com a experiência e saber antecipá-las para não sermos mais um peão caído no tabuleiro.</p>
<p style="text-align: justify;">O xadrez é um jogo de empresas em um tabuleiro globalizado, composto de peças (pessoas capacitadas) distribuídas entre seus rivais (concorrentes). Cada peça (pessoa) possui sua finalidade e regras distintas para se movimentar. No xadrez o objetivo principal do jogo é dar o xeque-mate, ou seja, apertar o concorrente, pressionar a marca ou “Rei” rival até capturá-lo neste mercado competitivo ou exterminá-lo. Mas necessariamente o jogo não se encerra com o xeque-mate – pois os rivais podem pedir para sair caso acreditem que vão perder. Além disso, neste jogo competitivo entre as empresa existe algumas formas do jogo terminar de uma maneira lucrativa, ou seja, como diria o Zagallo um empate &#8220;sempre é um bom resultado&#8221;, pois pode ser observado como uma parceria. Uma parceria significa um jogo de ganha-ganha ou trabalho coletivo onde ambos saem lucrando e ninguém sai exterminado do jogo, ou seja, do mercado.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Mas se todos ganham quem perde?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">No xadrez sabemos que, segundo a Wikipédia: &#8220;Além do movimento básico das peças, as regras também governam o equipamento usado, o controle de tempo, a conduta e ética dos jogadores, acomodações para jogadores com necessidades especiais, o registro dos lances usando notação de xadrez, bem como procedimentos para lidar com irregularidades que porventura ocorram durante uma partida&#8221;.<br />
O xadrez é um jogo estratégico onde cada jogada deve ser avaliada com calma e se for mal planejada pode gerar complicações, desta forma todas as empresas possuem formas diferentes de jogar, por esta razão torna-se importante conhecer mais sobre cultura organizacional.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo Fleury e Fischer (1996), duas respeitadas estudiosas sobre o tema, definem cultura organizacional com uma dimensão política:</p>
<p style="text-align: justify;"><em>“A cultura organizacional é concebida como um conjunto de valores e pressupostos básicos expressos em elementos simbólicos, que em sua capacidade de ordenar, atribuir significações, construir a identidade organizacional, tanto agem como elemento de comunicação e consenso, como ocultam e instrumentalizam as relações de dominação”. (FLEURY e FISCHER, 1996, p.22)</em></p>
<p style="text-align: justify;">Desta maneira vale seguir a recomendação de Durham quando ele recomenda que:</p>
<p style="text-align: justify;"><em>“É importante investigar de que modo grupos, categorias ou segmentos sociais constroem e utilizam um referencial simbólico, que lhes permite definir seus interesses específicos, construir uma identidade coletiva, identificar inimigos e aliados, marcando as diferenças em relação a uns e dissimulando-as em relação a outros.” (DURHAM, 1984, p.87)</em></p>
<p style="text-align: justify;">Assim, se faz importante conhecer e avaliar formas de controle e liberdade proposta sobre uma reflexão de nossas ilusões.</p>
<p>Porque, para Freitas (2007) a conceituação de cultura pelos seus elementos revela-se envolvente e rica em detalhes que muitas vezes nos passa despercebidos pelo cotidiano organizacional.</p>
<p>Robbins (2002, p.500), ressalta que &#8220;o valor compartilhado da cultura organizacional a torna um instrumento poderoso para orientar e modelar o comportamento&#8221;.</p>
<p>Modelar o comportamento é nada mais do que controlar socialmente a maneira de agir dos indivíduos da organização, que sem percebermos nos transformamos simplesmente em peças de um jogo empresarial. Desta forma fica a questão, será possuímos o controle de algo ou somos seduzidos e estimulados por nada mais que nossas próprias ilusões?</p>
<p style="text-align: justify;">Obrigado aos que chegaram até o final deste texto. Deixe seu comentário! Aceito recomendações para continuar o debate em textos futuros.</p>
<p style="text-align: justify;">Um abraço e até a próxima.</p>
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		<item>
		<title>Faculdade ou Certificação?</title>
		<link>http://www.profissionaisti.com.br/2011/10/faculdade-ou-certificacao/</link>
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		<pubDate>Fri, 21 Oct 2011 10:55:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Guerra Fernando C. G. D.</dc:creator>
				<category><![CDATA[Acadêmicos]]></category>
		<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Certificação]]></category>
		<category><![CDATA[Faculdade]]></category>

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		<description><![CDATA[Olá leitores, seguem minhas considerações acerca do assunto Faculdade x Certificação. Existe uma discussão que vem se prolongando há muitos anos e que nunca terá fim, pois encontramos profissionais de sucesso com e sem faculdade e ao mesmo tempo com e sem certificação. Neste caso deixo aos amigos leitores a minha opinião e experiência aos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Olá leitores, seguem minhas considerações acerca do assunto Faculdade x Certificação.</p>
<p style="text-align: justify;">Existe uma discussão que vem se prolongando há muitos anos e que nunca terá fim, pois encontramos profissionais de sucesso com e sem faculdade e ao mesmo tempo com e sem certificação. Neste caso deixo aos amigos leitores a minha opinião e experiência aos iniciantes que talvez possuam uma situação financeira restrita e que tenham que escolher entre umas delas neste momento da sua vida.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas uma coisa tem que ficar clara ao leitor: o mercado de trabalho exige que o profissional possua tanto a faculdade como a certificação, pois ambas se complementam e possuem finalidades diferentes.</p>
<p style="text-align: justify;">A faculdade tem como principal objetivo ampliar o campo de visão do aluno e o tornar um &#8220;questionador&#8221;, cabe ao interessado procurar outras fontes de informação para complementar o que é aprendido na academia, pois o que nos é fornecido pelos professores é apenas uma pequena fração do que de fato existe sobre o tema estudado e que pode ou não estar tendencioso ao que o instrutor acredita. Esta é uma das razões da palavra &#8220;questionar&#8221; se encontrar como foco, além de estar fundamentado por pesquisas científicas.</p>
<p style="text-align: justify;">A certificação complementa o estudo e cria especialistas por área de atuação, mas sem informações de mercado e conhecimento de outras linhas de pesquisa fornecidas pela academia pode deixar o profissional bitolado com uma visão limitada do todo.</p>
<p style="text-align: justify;">Desta forma, cabe ao estudante saber criticar a academia, as certificações e ao mercado de trabalho que influência nesta grande discussão, para refletir no momento em que se encontra profissionalmente e para avaliar prós e contras de ambas, a fim de realizar a escolha correta de acordo com o seu objetivo de vida.</p>
<p style="text-align: justify;">Se o leitor se encontra em início de carreira recomendaria optar pela certificação, pois a mesma possibilita ao novato ter acesso a atuar rapidamente na área de seu interesse, desta forma ele poderá validar se realmente é este o seu desejo profissional. A opção pela certificação inicialmente poderá ou não possibilitar ganhos financeiros rapidamente. Mesmo assim a recomendaria até que o iniciante aumentasse o seu grau de maturidade para poder avaliar o caminho que se pretende seguir.</p>
<p style="text-align: justify;">Gostaria de lembrar ao leitor que a faculdade se torna obrigatória em qualquer área de atuação e não existe certificação que a substitua. Um acadêmico com ou sem experiência de mercado pode ou não colocar um profissional certificado na parede ao questioná-lo por possuir uma visão sistêmica, algo que o estudo da certificação não possibilita. A academia existe para criar questionadores e não treinar os profissionais em produtos de mercado.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas indiferente da certificação ou faculdade, cabe ao estudante correr atrás dos seus sonhos para ampliar seus conhecimentos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Somente existe uma receita para o sucesso profissional.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Receita de sucesso = estudo + experiência + maturidade + acreditar em você + trabalho + trabalho + trabalho + aprendizado contínuo.</em></p>
<p style="text-align: justify;">Fica aos leitores um texto de um profissional com Faculdade + Certificações.</p>
<p style="text-align: justify;">Obrigado aos que chegaram até o final deste texto. Deixe seu comentário! Aceito recomendações para continuar o debate em textos futuros.</p>
<p style="text-align: justify;">Um abraço e até a próxima.</p>
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		<title>A &#8220;disputa&#8221; dos Analistas: Negócios x Processos x Sistemas</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Sep 2011 17:22:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Davi Parola</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Analista]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Há alguns anos, quando uma pessoa dizia que era Analista, logo vinha a cabeça que se tratava de um Analista de Sistemas, responsável pelo desenho de vários diagramas usados pelo programador para entender o objetivo e os detalhes do sistema a ser desenvolvido. Hoje, quando observamos as vagas abertas para profissionais de tecnologia, num jornal [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Há alguns anos, quando uma pessoa dizia que era Analista, logo vinha a cabeça que se tratava de um Analista de Sistemas, responsável pelo desenho de vários diagramas usados pelo programador para entender o objetivo e os detalhes do sistema a ser desenvolvido. Hoje, quando observamos as <a href="http://www.profissionaisti.com.br/empregos/">vagas abertas</a> para profissionais de tecnologia, num jornal ou página especializada, nos deparamos com Analistas de tudo quanto é tipo. Tudo hoje dentro da TI é considerado Analista. Mas e aí, como podemos entender essa &#8220;disputa&#8221; toda?</p>
<p style="text-align: justify;">Para responder essa pergunta, vamos focar nos três tipos de analistas mais conhecidos no mercado hoje em dia: Negócios, Sistemas e Processos.</p>
<p style="text-align: justify;">Para início de conversa, podemos dizer que em boa parte das empresas há uma definição própria para as três funções, ou seja, um colaborador que numa empresa pode ser considerado Analista de Negócios, em outra, poderia se encaixar perfeitamente na definição de Analista de Sistemas. Isso é muito relativo mesmo, varia de empresa para empresa, sendo que muitas delas sequer possuem as três funções no seu quadro de funcionários.</p>
<p style="text-align: justify;">Podemos caracterizar o Analista de Processos, como a pessoa responsável pelo levantamento das necessidades de melhoria dos processos produtivos ou de serviços. Ele tem um foco grande em qualidade, participando do planejamento, medição e implementação de melhorias de um determinado processo. Por <a title="Planejamento – Gaste minutos para ganhar horas" href="http://www.profissionaisti.com.br/2011/03/planejamento-gaste-minutos-para-ganhar-horas/">planejamento</a>, podemos entender o desenho, mapeamento e modelagem do processo, além da criação de indicadores de desempenho e qualidade. Esses indicadores serão medidos durante a execução do processo e servirão de base para a sugestão de melhorias. Esse é o trabalho do Analista de Processos.</p>
<p style="text-align: justify;">O Analista de Negócios tem um foco em soluções. Ele será responsável por entender os requisitos de negócios de uma determinada área e buscar soluções junto à área de tecnologia. O Analista de Negócios deve ter um conhecimento profundo da área que atua e também de tecnologia. Ele pode trabalhar em conjunto com o Analista de Processos, buscando soluções para melhorar os processos de uma determinada área. Da mesma forma, pode atuar junto às áreas superiores, buscando e propondo soluções para os requisitos de negócios e objetivos do plano estratégico da empresa.</p>
<p style="text-align: justify;">Nesse ponto, aparece o Analista de Sistemas, que será o responsável por transformar essas necessidades, já levantadas pelo Analista de Negócios, em requisitos de software a serem implementados pela área de tecnologia. O Analista de Sistemas deve ter foco no escopo da solução, trabalhando na identificação de requisitos, descrição das regras de negócios e criação de diagramas e roteiros utilizados pelo programador.</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar de conseguirmos identificar a atuação de cada um dos profissionais mencionados, podemos perceber que existe uma linha tênue que separa as responsabilidades de cada um. Até por isso, a definição de funções varia de empresa para empresa. Mas independente da definição formal da função, podemos dizer que todas elas têm a sua importância, a empresa depende do serviço executado pelos três profissionais, independente da nomenclatura utilizada. Afinal, por essência, todo mundo é Analista e trabalha para o crescimento da empresa.</p>
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		<title>Carreira em TI &#8211; Como começar com o pé direito?</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Sep 2011 13:37:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Milton de Oliveira Neto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Emprego]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[TI]]></category>

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		<description><![CDATA[Que sobram vagas na área de TI, todo está mundo cansado de saber. É comum, volta e meia, aparecer no noticiário alguma reportagem sobre o apagão de profissionais na área de Tecnologia da Informação, mostrando os altíssimos (altíssimos?) salários e a enorme oferta de vagas. Porém, nem tudo são flores. Muitas vagas para profissional Junior [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Que sobram <a href="http://www.profissionaisti.com.br/empregos/">vagas na área de TI</a>, todo está mundo cansado de saber. É comum, volta e meia, aparecer no noticiário alguma <a href="http://www.profissionaisti.com.br/2011/04/reportagem-do-jn-sobre-a-falta-de-profissionais-de-ti-no-brasil/">reportagem sobre o apagão de profissionais na área de Tecnologia da Informação</a>, mostrando os altíssimos (altíssimos?) salários e a enorme oferta de vagas.</p>
<p style="text-align: justify;">Porém, nem tudo são flores. Muitas vagas para profissional Junior exigem muitos conhecimentos – às vezes, até vagas de estágio solicitam “sólida experiência” ou “domínio”. Felizmente existem empresas que proporcionam treinamento, mas elas ainda são poucas (a empresa onde eu trabalho, por exemplo). E nesse instante começa o dilema de tostines: não consigo um trabalho por que não tenho experiência, não tenho experiência por que nunca trabalhei&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">Óbvio que não existe uma receita ou um roteiro para ingressar no mercado ou iniciar uma carreira de sucesso – até porque, seria muita petulância de minha parte – mas seguem algumas dicas que foram, estão sendo e serão ainda úteis para mim:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>1-) Estude!</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Pode parecer piegas dizer isso, mas de fato, é importantíssimo estudar. O estudo, porém,  deve ter um foco, deve ser direcionado. Não adianta estudar Esperanto, Psicologia, e Geografia do Brasil se a intenção é atuar como programador. A melhor forma, ao meu ver, pra dar um &#8220;start&#8221; é fazer um curso técnico de informática. Um bom <a href="http://www.treinaweb.com.br/cursos-online/" target="_blank">curso técnico</a> abrange, de modo prático, as seguintes áreas: infra-estrutura , programação, banco de dados e análise.  O conhecimento adquirido servirá como base e com certeza será um diferencial em seu currículo, além de servir como orientador vocacional. Um curso técnico tem de um ano e meio a dois anos de duração. Para quem mora no estado de São Paulo, recomendo as ETECs (apesar de eu ser suspeito, pois sou ex-aluno ) e o IFSP (antiga CEFET ) que além de gratuitos, são excelentes. Existem outros “<strong>Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia</strong>” Brasil a fora, mas como não conheço, deixo a escolha ao cuidado de vocês.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>2-) Estude Mais!</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Todo mundo que trabalha ou quer trabalhar em TI deve ter uma coisa em mente: é importante sempre se manter atualizado, ou seja, estudando. Pode ser um curso de uma linguagem de programação, uma <a href="http://www.profissionaisti.com.br/certificacoes/">certificação</a> ou até mesmo atuando como autodidata. O profissional de TI deve sempre se manter atualizado e antenado, seguindo as tecnologias.</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar de muitos cargos na área de TI não exigirem curso superior, eu considero que a Faculdade é um divisor de águas. É óbvio que você aprenderá muito (em alguns casos, não tanto quanto esperava&#8230;) mas acredito que o principal papel da Faculdade na área de TI é a inserção no mercado de trabalho. Muitas empresas estreitaram a relação com as faculdades, oferecendo tecnologias e especializando professores, e em troca, recruta para seu corpo de funcionários os alunos da instituição. Mesmo que sua faculdade não tenha um programa desse tipo, ou que você não tenha sido selecionado, não se desespere. Aproveite o parco tempo livre e se dedique aos estudos. É interessante também produzir conhecimento, seja participando de um grêmio ou com a iniciação científica. Porém, caso seu interesse não seja a carreira acadêmica, aconselho que foque seus esforços em conseguir um estágio, que é um dos melhores meios para entrar no mercado. O momento para começar a procurar um estágio é logo após o primeiro dia de aula na faculdade.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>3-) Estagie!</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O estágio é um período de aprendizado intenso e, ao meu ver, a melhor forma de começar bem uma <a href="http://www.profissionaisti.com.br/category/carreira/">carreira</a> em qualquer área, principalmente em TI. O estágio é um contrato firmado entre uma empresa, um aluno e a instituição de ensino. Por isso, só pode ser contratado como estagiário um estudante, devidamente matriculado em uma faculdade ou curso técnico. Um contrato de estágio tem duração de até 2 anos e não se caracteriza como vínculo empregatício.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao se deparar com uma oportunidade de estágio, deve-se levar em conta o aprendizado: mesmo que exista outra vaga que pague bem mais, será ela que proporcionará mais conhecimento? O valor da bolsa auxílio não deve pesar na hora da escolha. Esse período deve ser visto como um investimento.</p>
<p style="text-align: justify;">É importante levar o estágio a sério, pois, apesar de estar em fase de aprendizado, o estagiário já é um profissional! Mas isso já é tema para outro artigo&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">Teve uma experiência parecida? Tem conteúdo a acrescentar? Achou meu texto um monte de besteira? Dê seu feedback nos comentários, ou então mande um email para <a href="mailto:milton@deoliveiraneto.com">milton@deoliveiraneto.com</a>. Sua interação é importante!</p>
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		<title>Emprego Novo? Capriche na Primeira Impressão!</title>
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		<pubDate>Mon, 29 Aug 2011 13:02:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Eduardo Slompo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Emprego]]></category>
		<category><![CDATA[comportamento]]></category>

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		<description><![CDATA[Impossível dizer o quão velho é o famoso ditado “A primeira impressão é a que fica”. Se você nunca ouviu seus avós dizerem isso, pelo menos seus pais com certeza já disseram alguma vez na vida. A frase não pode ser tomada como verdade absoluta, mas também não deve ser ignorada – tudo depende do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="alignright size-full wp-image-19180" style="margin-left: 5px; margin-right: 5px;" title="Novo Emprego" src="http://www.profissionaisti.com.br/wp-content/uploads/2011/08/novo-emprego1.jpg" alt="" width="226" height="338" />Impossível dizer o quão velho é o famoso ditado “A primeira impressão é a que fica”. Se você nunca ouviu seus avós dizerem isso, pelo menos seus pais com certeza já disseram alguma vez na vida. A frase não pode ser tomada como verdade absoluta, mas também não deve ser ignorada – tudo depende do contexto em que é aplicada. É sobre um desses contextos que vou falar nesse artigo: a importância de se deixar uma boa primeira impressão ao começar em um novo emprego.</p>
<p style="text-align: justify;">Trabalhei durante algum tempo na Kaizen, excelente empresa de Consultoria em TI de Indaiatuba, SP, e lembro exatamente do meu primeiro dia na empresa e da famosa “integração” &#8211; aquelas horinhas que os novos funcionários passam ouvindo o pessoal do RH explicar como é a empresa, quais os seus valores e sua história, como funcionam os processos internos, quem é quem na hierarquia. Na Kaizen algo muito interessante acontecia: Daniel Dystyler, um dos diretores da empresa (e um dos caras mais dinâmicos e empreendedores que já conheci), vinha pessoalmente conduzir a maior parte da integração. Foi nesse dia que ouvi o Daniel dizer algo que trago comigo até hoje: “capriche na primeira impressão que você vai deixar para seus colegas, superiores e subordinados”.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao começar em um novo trabalho, geralmente as coisas demoram um pouco pra “engrenar”. As primeiras semanas (e os primeiros dias, principalmente) costumam ser devagar, já que o recém-contratado ainda está se adaptando ao seu papel na empresa: aprendendo, estudando, conhecendo. Muita gente comete, nessa etapa, um grande erro: tirar proveito da aparente tranquilidade e “deixar rolar”. Afinal de contas, o tempo vai passar, a pessoa vai aprender aos poucos o que tem que aprender, vai começar fazendo as coisas com um nível de qualidade razoável e com o tempo vai chegar à excelência.</p>
<p style="text-align: justify;">Então por que dizer que “deixar rolar” é um erro? Porque significa deixar passar a oportunidade de causar um impacto inicial que, acredite, nunca será esquecido pelos seus colegas, pelos seus subordinados e, principalmente, pelo seu chefe. Desde aquele meu primeiro dia na Kaizen coloquei em prática o que o Daniel disse e comprovei que funciona. Por todos os lugares onde passei depois da Kaizen (duas empresas no Brasil, uma em Shanghai, China, e agora em Sydney, Austrália) a minha atitude de “chegar chegando” &#8211; como definiu o Alessandro Rodrigues, meu ex-gerente na MicroMídia, em Jundiaí &#8211; fez toda a diferença. Ao invés de chegar e esperar as pessoas virem te dar trabalho, vá procurar trabalho: pergunte, questione, peça opiniões, incomode, seja chato. Essa imagem dinâmica e proativa que você vai causar nas pessoas é a que elas terão de você para sempre, mesmo que em certos períodos você esteja desmotivado e não seja “aquele” profissional que era no começo. Se você optar por fazer o contrário, o que acontecerá será o seguinte: quando você realmente quiser perguntar, questionar, ser dinâmico e ativo, provavelmente será tarde e as pessoas já terão uma imagem formada sobre você: “é um bom profissional, fica na dele e trabalha bem”.</p>
<p style="text-align: justify;">É essa imagem que você quer construir? A de um profissional “bom e na dele”? Se for, tudo bem. Mas se você, assim como eu, quer sempre crescer e conquistar coisas novas, capriche na primeira impressão que vai deixar para aqueles que estão ao seu redor. Vai fazer toda a diferença, acredite.</p>
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		<title>O Capital Humano (ou Capital Individual)</title>
		<link>http://www.profissionaisti.com.br/2011/07/o-capital-humano-ou-capital-individual/</link>
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		<pubDate>Mon, 25 Jul 2011 11:18:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Eduardo Slompo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão]]></category>

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		<description><![CDATA[O Capital Humano, também chamado de capital individual, é o conjunto de competências e conhecimentos que um trabalhador adquire através da educação e experiência de trabalho e que pode ser direcionado em uma companhia de forma a gerar lucros. A princípio essa ideia pode parecer materialista demais, já que considera o trabalhador como mera forma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O Capital Humano, também chamado de capital individual, é o conjunto  de competências e conhecimentos que um trabalhador adquire através da  educação e experiência de trabalho e que pode ser direcionado em uma  companhia de forma a gerar lucros. A princípio essa ideia pode parecer  materialista demais, já que considera o trabalhador como mera forma de  gerar capital para a empresa, certo?</p>
<p style="text-align: justify;">Não. O que acontece na  verdade é exatamente o contrário: quando um empregador – seja ele  presidente, diretor, gerente ou simplesmente o RH da empresa – reconhece  genuinamente o quão verdadeiro e ao mesmo tempo simples é esse  conceito, ele passa a ver o seu funcionário sob outra ótica,  valorizando-o e reconhecendo que o que há de mais valioso na sua empresa  não são as instalações, nem o maquinário, nem os computadores, e sim os  seus FUNCIONÁRIOS.</p>
<p style="text-align: justify;">Na minha carreira profissional já trabalhei em  quatro companhias no Brasil (duas delas multinacionais), três meses em  um projeto em Shanghai, China, e agora estou no segundo trabalho em  Sydney, Austrália, o que totaliza sete diferentes empresas, sete  diferentes culturas, sete diferentes equipes. Uma coisa que eu cansei de  ouvir de alguns desses empregadores (não de todos, faço questão de  deixar isso bem claro) é que meu salário estava “na média, adaptado à  realidade salarial do mercado, compatível com o padrão”. Ou seja: eu não  era o bem mais valioso da companhia. Uma empresa que diz isso ao seu  funcionário está fadada a ter trabalhadores “na média”, pois o seu  salário também está “na média”. Não falei no parágrafo anterior que o  conceito era simples? Pois é, mais óbvio impossível: salário na média,  funcionário na média; salário diferenciado, funcionário diferenciado.</p>
<p style="text-align: justify;">Muitas  vezes o empregador já ouviu falar de capital humano, mas não assimilou a  idéia. Ou talvez ele ouviu mas fez questão de não dar atenção, talvez  porque tenha se sentido incomodado por sua veracidade. O resultado disso  a gente vê em todo canto: empresas que contam com instalações de ponta,  computadores de última geração, infra-estrutura impecável, mas possuem  funcionários simplesmente comuns, medianos. Em outras palavras, o que a  companhia tem de mais valioso, seu trabalhador, é simplesmente comum,  enquanto os outros itens são de primeira linha. Como você quer ver sua  empresa no topo se o que há de mais importante nela está sendo renegado  ao segundo plano? O seu concorrente provavelmente também tem instalações  de ponta, computadores de última geração e infra-estrutura impecável. O  que pode fazer a diferença são justamente os seus funcionários, que  são, repito, o que há de mais valioso na sua companhia.</p>
<p style="text-align: justify;">Portanto  você, coordenador, gerente, diretor ou presidente, se nunca parou para  refletir sobre o que realmente é o capital humano, pense sobre isso e  talvez resolva mudar sua atitude com relação a seus subordinados. Ou  então continue do mesmo jeito, pagando um salário “na média”, e o  resultado será óbvio: o desempenho da sua empresa será, usando suas  próprias palavras, “na média”.</p>
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		<title>No setor de TI, certificação vale mais que faculdade</title>
		<link>http://www.profissionaisti.com.br/2011/04/no-setor-de-ti-certificacao-vale-mais-que-faculdade/</link>
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		<pubDate>Mon, 04 Apr 2011 15:42:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo Alves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Certificação]]></category>
		<category><![CDATA[TI]]></category>

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		<description><![CDATA[Para conseguir um emprego no setor de TI, ter uma certificação vale mais que o diploma de graduação e é fator decisivo na hora das empresas escolherem os seus novos funcionários.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter" src="https://lh3.googleusercontent.com/_8CiDRjkKJJY/TZIIjQhL9pI/AAAAAAAACZk/aBHfXFBl10o/s800/carreira2.jpg" alt="" width="490" height="220" /></p>
<p style="text-align: justify;">Para conseguir um emprego no setor de TI, <a href="http://www.profissionaisti.com.br/certificacoes/">ter uma certificação</a> vale  mais que o diploma de graduação e é fator decisivo na hora das empresas  escolherem os seus novos funcionários.</p>
<p style="text-align: justify;">Isso acontece porque as empresas são avaliadas por padrões  internacionais que exigem que elas tenham funcionários com certificações  nas suas folhas de pagamento. Não pense que faculdade não conta no seu currículo, longe disso! Estudar, se relacionar  e ter novas experiências nunca é demais em qualquer carreira.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas cuidado, a certificação garante o emprego mas não a evolução na  carreira, portanto, estar sempre atualizado com as tendências mundiais é uma  questão de sobrevivência neste setor. Se você pretende seguir  uma carreira de TI, prepare-se para estudar o resto da vida (neste caso, praticamente qualquer carreira que seguir, terá que estudar para se manter bem colocado).</p>
<p style="text-align: justify;">O setor de TI no brasil está muito aquecido, vivendo o seu melhor  momento nos últimos tempos, mas a falta de profissionais especializados é  um fator preocupante para as empresas e isso faz com que os salários  fiquem bem atrativos.</p>
<p style="text-align: justify;">Além da escassa mão de obra qualificada, as exigências de  conhecimentos muito específicos dos profissionais também garantem bons  salários e até mesmo acima da média para o setor.</p>
<p style="text-align: justify;">Só não se ache a <strong>última bolacha do pacote</strong> pedindo salários exorbitantes. <span style="text-decoration: underline;">Tenha em mente que uma carreira não é feita somente de salário!</span></p>
<p style="text-align: justify;">Quer saber a média salarial de algumas carreiras de TI no Brasil?! Acesse o <a href="http://www.profissionaisti.com.br/2011/02/qual-o-salario-medio-dos-profissionais-de-ti-no-brasil/">post que publicamos no blog anteriormente com uma pesquisa salarial do setor</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">Referência: <a href="http://www.marcelo-alves.com/72dpi/2011/03/no-setor-de-ti-certificacao-vale-mais-que-faculdade/" target="_blank">72DPI</a> / <a href="http://olhardigital.uol.com.br/negocios/digital_news/noticias/trabalho_em_ti_certificacao_vale_mais_do_que_faculdade_para_entrar_no_mercado" target="_blank">Olhar Digital</a></p>
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