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	<title>Profissionais TI - Pra quem respira informação &#187; Gestão</title>
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	<description>Pra quem respira informação</description>
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		<title>Gestão de pessoas: errar é comum para as empresas nesse mundo em constante processo de transição de gerações</title>
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		<pubDate>Fri, 10 Feb 2012 11:28:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiz Castro Junior</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
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		<description><![CDATA[Sabe aqueles momentos que um sinal amarelo fica acesso em nossa cabeça avisando para ter cuidado e mesmo assim cometemos erros repetidas vezes? É disso que quero tratar hoje, infelizmente, por mais óbvio que pareça, continuamos errando em coisas básicas. Uma frase que ouvi de uma pessoa muito sábia e que levo comigo cairia perfeitamente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Sabe aqueles momentos que um sinal amarelo fica acesso em nossa cabeça avisando para ter cuidado e mesmo assim cometemos erros repetidas vezes? É disso que quero tratar hoje, infelizmente, por mais óbvio que pareça, continuamos errando em coisas básicas.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma frase que ouvi de uma pessoa muito sábia e que levo comigo cairia perfeitamente no tema: &#8220;Um pedido de desculpas ou um xingamento no momento do erro não ameniza em nada a consequência do erro&#8221; – Isso é pura verdade, enfrentar os desafios que surgem depois do erro não é o que devemos evitar, mas sim o próprio erro.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Vamos aos erros na Gestão de pessoas</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Eu preferi colocar esse como um dos piores problemas a serem geridos dentro da empresa pelo fato de que quando se trata de relações humanas, é algo complexo de acertar o ponto ideal. Veja:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Se você é rude, logo tem inimizades.</li>
<li>Se você é simpático demais, logo é taxado como trouxa.</li>
<li>Se você é liberal, fica como sendo imaturo.</li>
<li>Se você é centralizador, fica como tendo um gestão 1985.</li>
</ul>
<div style="text-align: justify;">
<p>Mas isso é só o começo, porque se você observar os quatro modelos tenho certeza que a maioria vai preferir ser o simpático, afinal aparentar trouxa não quer dizer que é trouxa e é mais fácil de provar o contrário, mesmo assim no momento extremo de simpatia você abre espaço para os puxa-sacos de plantão, sem querer permite que se instale um ambiente de confusão, afinal de contas em ambientes onde existem puxa-sacos nunca se tem uma qualidade de vivencia profissional.</p>
<p>Logo você opta por ser liberal, afinal imaturidade se prova o contrário com o tempo, &#8220;sou jovem – porque não tentar ser liberal?&#8221;, mas existe o &#8220;porém&#8221;…  Ao ser liberal você está se posicionando de forma irreversível, ou seja, caso algum erro de gestão de pessoas aconteça e você tente assumir o controle com rédeas mais curtas o caos se instaura definitivamente. A liberdade excessiva dá espaço a libertinagem, uma coisa que não tem nada a ver com liberdade. Cuidado, porque tentar aplicar uma gestão geração ‘Y’ nem sempre dá certo. Mesmo com a geração ‘Y’ &#8211; na verdade diria que principalmente com ela – a falta de regras e ansiedade são características negativas que anulam qualquer outra positiva que tenha essa geração – eu faço parte dessa, mas não me considero “Y”.</p>
<p>Restando dois modelos, por eliminação creio que iríamos para o modelo centralizador, afinal, melhor ser antiquado do que rude não é mesmo? Em uma era onde ser social é um fator de qualidade emocional e muito valioso acabamos por recusar a antipatia – o que não é errado. Mesmo assim o centralizador acaba por enfrentar problemas inversos do liberal, acaba por criar para si toda uma atenção desnecessária e uma carga de responsabilidade enorme.Se no modelo anterior a responsabilidade era coisa nula, neste a responsabilidade é visível e completamente imutável, já que centraliza em uma ou um pequeno grupo de pessoas. Além de ter que se responsabilizar por tudo, tanto fracasso como o sucesso, a gestão centralizadora inibe o processo criativo, não permite a inovação e tão pouco dá espaço para o real crescimento profissional, isso tudo leva a alta rotatividade de funcionários. Para empresas é um grande volume de dinheiro jogado fora com treinamentos e despesas pós quebra de contrato e também desacelera o <a href="http://www.profissionaisti.com.br/category/desenvolvimento/">desenvolvimento</a> de projetos e serviços pelo fato de que peças indispensáveis são facilmente removidas pela concorrência que oferece melhores condições de trabalho, ou seja, seus funcionários sempre terão em mente a possibilidade de ir para outra empresa.</p>
<p>Restou-nos a Gestão Rude, antipática, inflexível. Pode até não ser centralizadora, porém, é visivelmente pelo motivo de gerar riqueza para empresa e não pelo fato de amadurecer o profissionalismo dos funcionários, é a gestão que deixa claro: &#8220;Você é pago para gerar valor e riqueza para a empresa, porém, é descartável&#8221;. É o modelo de gestão que afronta, que desencoraja, que menospreza, que suga a vitalidade da equipe e essa por fim acaba também indo embora com uma velocidade muito superior a qualquer outro modelo frágil de gestão. Afinal, ninguém gosta de trabalhar para um idiota – lembrando um livro que ainda não li, mas me causa curiosidade pelo título.</p>
<p>Parece infantil falar de um tema tão lógico, parece até mesmo que é uma falta de respeito com o tempo de vocês ao lerem até aqui, porém não é. Veja que se você refletir bem muitas das características desses modelos aqui apresentados estão no seu modelo de gestão.</p>
<p>Vale sempre se perguntar – Será que eu estou conseguindo fazer o meu trabalho como gestor, trabalho esse que é inspirar, dar atenção, nortear, dar qualidade para o trabalho, qualidade para realização do trabalho, enfim, será que estou extraindo da minha equipe a melhor performance sem sugar a vitalidade dos mesmos?</p>
<p>Eu já tive a oportunidade de estar na gestão de equipes, confesso que já passei de rude a centralizador e dali para simpático, mas consegui acordar antes de ter que passar pelo pesadelo de ser liberal, o que aconteceu é que percebi que o problema não era a equipe, era eu. As &#8220;laranjas podres&#8221; eu poderia retirar a qualquer momento, porém, eu não mudava e novamente acontecia a mesma coisa, a questão é que sempre falta uma moderação. Viver de gestões de extremos não adianta em nada, ou você consegue ter uma equipe desmotivada ou uma equipe exausta. A equipe, por melhor e mais graduada que seja, tende a seguir o mesmo caminho da gestão – os extremos.</p>
<p>A melhor forma de gestão é a moderação, seja rude para cobrar resultados, ser rígido apenas nas metas, deixar claro onde tem que ser melhorado e o que tem que ser feito para atingir os resultados. Seja simpático para motivar, dizer bom dia do menor posto de trabalho até seu diretor ou seu gerente, não importa quem seja, sempre terá na ponta da língua coisas boas para falar de você se você permite que essas pessoas percebam seus pontos fortes, logo centralize apenas as informações que são de um grau de importância superior, permita acesso a dados que possam nortear o trabalho dos demais, inspire e seja positivo ao receber novas propostas, ideias, inovações, dê espaço e invista em ideias diferentes geradas pelos seus funcionários. Seja liberal para os momentos de lazer, conversas, alimentação – com a rigidez das metas que já comentei acima isso faz com que não vire libertinagem, somente uma liberdade gostosa para o melhor aproveitamento do dia de trabalho. Por fim, seja capaz de unir todas essas pessoas de forma que sintam-se importantes.</p>
<p>O nome do cargo não vale nada se a pessoa não tem a honra de fazer jus a ele, ser gerente não quer dizer que você tem o respeito da sua equipe, pelo contrário, quantos de nós por várias vezes já viu uma equipe contra seu gerente? Muitos, por isso a melhor forma de ser reconhecido como gerente, como gestor, é deixar o crachá de lado e arregaçar a manga, faça parte do trabalho, inspire, dê pausas no meio do trabalho para jogar conversa fora (de forma controlada, é claro), crie um vinculo a ponto de que mesmo sem o crachá todos te reconheçam como líder nato e não somente como alguém a ser tirado do posto.</p>
<p>A coisa mais triste é ser respeitado somente pela idade, pelo posto, pela cara feia, por medo, enfim, não ser respeitado pela honra, pela ética, pela capacidade de inspirar.</p>
<p>Lidar com pessoas não é fácil, porque a resposta nem sempre está na frente dos olhos, mas atrás deles – Se você mudar para melhor, sua equipe mudará com você.</p>
<p>Sucesso a todos, um forte abraço.</p>
<p>Aproveite para comentar e incluir sua experiência. O post foi criado para uma boa discussão organizada de opiniões, afim de aumentar a qualidade do conteúdo como também amadurecimento da ideia.</p>
</div>
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		<title>Hierarquia é protocolo?</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Feb 2012 15:05:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos Eduardo Bier</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
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		<description><![CDATA[Que todas as empresas seguem um nível hierárquico todos nós sabemos, porém, o que realmente se define por esse nível? Existe o ditado que diz &#8220;a corda sempre arrebenta do lado mais fraco&#8221; e isso não é mentira, ainda mais quando tratamos de corporativismo. Vamos, através desse pequeno texto, levantar uma questão que influência diretamente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="alignright size-full wp-image-20928" style="margin-left: 5px; margin-right: 5px;" title="hierarquia-equipe" src="http://www.profissionaisti.com.br/wp-content/uploads/2012/02/hierarquia-equipe.jpg" alt="" width="234" height="243" />Que todas as empresas seguem um nível hierárquico todos nós sabemos, porém, o que realmente se define por esse nível?</p>
<p style="text-align: justify;">Existe o ditado que diz &#8220;a corda sempre arrebenta do lado mais fraco&#8221; e isso não é mentira, ainda mais quando tratamos de corporativismo. Vamos, através desse pequeno texto, levantar uma questão que influência diretamente na produtividade dos profissionais: o reconhecimento.</p>
<p style="text-align: justify;">Primeiramente analisemos um fato considerado &#8220;normal&#8221; no interior da maioria das organizações: a contratação de pessoal externo para exercer funções a nível de coordenação e gestão.</p>
<p style="text-align: justify;">Teorias motivacionais já comprovaram que o ser humano precisa ser reconhecido no que faz para que possa entrar em um ciclo de auto-motivação e consequentemente aumento de produção. Não existindo motivação a consequente queda de produção é certa.</p>
<p style="text-align: justify;">Em um quadro onde profissionais se dedicam com o intuito de angariarem novas experiências e cargos, como se sentem eles sabendo que o nível acima é preenchido por membros externos? E as possibilidades de ascensão, onde ficam? Ainda não bastasse, existe ai uma incoerência na cobrança de responsabilidades, onde erros de profissionais da camada mais baixa da pirâmide são vistos e tratados prontamente, as vezes sendo eles responsáveis diretos por atividades que deveriam ser revistas e aprovadas pelo seu superior direto. E a hierarquia, onde fica? Somente para definir o status financeiro ou cases de sucesso?</p>
<p style="text-align: justify;">Na pratica é assim que funciona: <span style="text-decoration: underline;">atividade de sucesso = gestor eficiente, fracasso = equipe incompetente.</span></p>
<p style="text-align: justify;">Acho que todos devem ser cobrados e reconhecidos de acordo com seu nível hierárquico, precisamos ponderar a pressão exercida sobre a equipe e visualizar o gestor como um escudo, seja em momentos de sucesso ou fracasso, que cada um assuma seu papel de acordo com o grau de confiança nele depositado. Se é gestor, então responda pela equipe, assuma seu papel.</p>
<p style="text-align: justify;">Em um próximo post, ainda no quesito reconhecimento, abordaremos a disparidade existente na questão salarial.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>&#8220;A motivação é individual e temporal, ninguém motiva ninguém! É possível criar condições e disponibilizar ferramentas que favoreçam a auto-motivação do indivíduo&#8221;</em></p>
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		<title>Boa gestão da informação é fundamental para o sucesso do seu negócio</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Feb 2012 15:30:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Profissionais TI</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gestão do Conhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[Papinho de TI]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão]]></category>
		<category><![CDATA[Negócios]]></category>
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		<description><![CDATA[Considero informação a matéria-prima da qual se extrai o conhecimento. A informação e o conhecimento podem ser considerados as chaves da produtividade e da competitividade. Podemos definir qualidade das informações como o grau em que elas são consideradas confiáveis, independentemente da fonte da qual tenham sido extraídas. Você precisa ter o conjunto de informações disponíveis, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Considero informação a matéria-prima da qual se extrai o conhecimento. A informação e o conhecimento podem ser considerados as chaves da produtividade e da competitividade.</p>
<p style="text-align: justify;">Podemos definir qualidade das informações como o grau em que elas são consideradas confiáveis, independentemente da fonte da qual tenham sido extraídas. Você precisa ter o conjunto de informações disponíveis, na hora certa, no lugar certo, para que as pessoas certas as usem para tomar decisões eficazes, administrar e gerar negócios, atender os clientes e alcançar os objetivos da empresa. Uma gestão moderna exige que essa tomada de decisão seja baseada em informação altamente qualificada e confiável, assim como qualquer boa estratégia.</p>
<p style="text-align: justify;">Considero dados como fatos de interesse para seu negócio. Quando esses fatos são colocados em contexto, tornam-se informações.</p>
<p style="text-align: justify;">Para uma boa gestão e logística da informação dentro da empresa, há a necessidade de investimento em TI. Todos os departamentos de uma empresa devem trabalhar com as mesmas informações e dados, sem  a ocorrência de divergência na análise de um relatório.</p>
<p style="text-align: justify;">Não importa o estágio em que sua empresa se encontre, para uma boa gestão da informação, é primordial o investimento na qualidade desses dados assim como nas necessidades mais importantes do seu negócio.</p>
<p style="text-align: justify;">Um sintoma de que sua empresa está com problemas na <a href="http://www.profissionaisti.com.br/category/qualidade/">qualidade</a> de dados é o alto índice de mensagens devolvidas ou de contatos inválidos quando você faz campanhas de marketing via e-mail, mala direta e call center.</p>
<p style="text-align: justify;">Para detectar um problema de qualidade de informação, verifique se sua equipe está desperdiçando muito tempo discutindo qual relatório está correto (quando os números deveriam bater, mas isso não acontece). Como já citei acima, é essencial que todos os departamentos de uma empresa trabalhem com as mesmas informações e dados para evitar esse tipo de problema.</p>
<p style="text-align: justify;">Não importa qual seja a finalidade de sua organização – com ou sem fins lucrativos, uma agência governamental, uma instituição de caridade, uma instituição de ensino, ou relacionada à saúde –, todas essas ideias se aplicam a ela, porque toda organização depende de informações de qualidade para alcançar seus objetivos e cumprir seus compromissos. Se a sua empresa está preocupada com a <a href="http://www.profissionaisti.com.br/category/qualidade/">qualidade</a> dos dados, comece o quanto antes!</p>
<p style="text-align: justify;"><em>por <strong>Lincoln Morato</strong>: Coordenador de marketing e novos negócios da ZipCode.</em></p>
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		<title>Frete grátis como fator decisivo para a venda</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Jan 2012 10:49:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Talita Macário</dc:creator>
				<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[marketing]]></category>
		<category><![CDATA[e-commerce]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão]]></category>
		<category><![CDATA[lojas virtuais]]></category>

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		<description><![CDATA[O frete grátis se estabeleceu como uma estratégia eficiente para as vendas virtuais, isso ninguém pode negar. A maior dificuldade para os lojistas é identificar quais são os melhores momentos para aplicar as campanhas de isenção da taxa e definir quando elas são realmente fundamentais para a decisão de compra do e-consumidor. Não dá simplesmente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;" align="center">O frete grátis se estabeleceu como uma estratégia eficiente para as vendas virtuais, isso ninguém pode negar. A maior dificuldade para os lojistas é identificar quais são os melhores momentos para aplicar as campanhas de isenção da taxa e definir quando elas são realmente fundamentais para a decisão de compra do e-consumidor. Não dá simplesmente para deixar de cobrar o frete, afinal o transporte dos produtos tem um custo nada baixo.</p>
<p style="text-align: justify;">Planejar é a palavra decisiva para não haver perdas para a loja virtual que oferece o frete gratuito. Marcelo F. Silva, gerente de marketing da JET Tecnologia, cita o planejamento financeiro como o aspecto mais importante de todas as vertentes que o lojista deve prever para evitar perdas e obter resultados efetivos para si e o cliente. “É preciso prever o volume de vendas, o ticket médio da loja, baseado nas condições de pagamento, juros negociados e valores acordados com as soluções de logística. Senão, o prejuízo será certo e virá em cascata.”</p>
<p style="text-align: justify;">Em alguns momentos, é indiscutível que o cliente receba o produto sem custos. A opinião é da conhecida E-commerce Girl e consultora, Solange Oliveira. Para a profissional, quando alguém procura pela internet um produto com o valor duas vezes superior ao do ticket médio nacional (estimado em de cerca de R$ 350 para este segundo semestre de 2011 pela e-bit), o frete grátis é um fator decisivo para a compra. &#8220;Quem compra algo caro entende que ‘merece’ ganhar o frete de graça&#8221;, afirma ela, para quem o recurso representa uma forma de premiação para o consumidor.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Desconto x Frete</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A compra por impulso é característica do comércio eletrônico. A ausência do frete beneficia esse comportamento no consumidor. O poder de influência do frete grátis é ainda maior do que o desconto específico sobre o preço final do produto. De acordo com uma pesquisa, realizada em 2006 e, segundo o pesquisador Charles Nicholls, ainda válida para o mercado, o frete de US$ 6,99 é mais efetivo do que uma economia real de US$ 10.</p>
<p style="text-align: justify;">Para aumentar a conversão por meio do frete, Nicholls propõe o desconto parcial do total cobrado pelo transporte nas compras de menor preço e 100% de isenção nas aquisições de valores previamente estipulados. Solange, porém, não crê na eficiência da fórmula; não em território brasileiro. “O frete no Brasil gira em torno de 5% do valor do produto. Toda essa matemática é complicada para o empreendedor digital. Ainda não temos muitas logísticas dedicadas ao e-commerce e ficamos na mão dos Correios, que por serem franquias, praticam os preços que querem.” Nesse caso, é o volume de serviço contratado é que irá estabelecer o melhor contrato para o empreendedor virtual.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Pequeno e médio</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Há uma diferença sensível de preços dos fretes cobrados pelos pequenos e médios para o efetuado pelos grandes varejistas, justamente por conta do poder de negociação. Por isso, nem sempre o frete grátis é uma realidade para esses empreendedores de menor porte. Eles podem, e devem, fazer algumas campanhas de frete grátis, mas no caso, o que realmente fará a diferença será o posicionamento. A política desses empresários precisa estar em sintonia com &#8220;ser melhor, ser diferente e ter um pós-venda qualificado&#8221;, finaliza a <a href="http://www.profissionaisti.com.br/tag/e-commerce/">E-commerce</a> Girl.</p>
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		<title>Análise de Sistemas &#8211; Casos de Uso</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Jan 2012 10:40:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Amaral</dc:creator>
				<category><![CDATA[Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia de Software]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão]]></category>
		<category><![CDATA[programação]]></category>
		<category><![CDATA[Software]]></category>

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		<description><![CDATA[Desde que iniciei meus estudos em Análise de Sistemas, não consigo imaginar uma situação ao qual não usaria Casos de Uso na construção de software. Pois sem dúvida, podemos defini-los como uma ferramenta essencial na captura de requisitos, no planejamento e no controle de um projeto. Um assunto sempre polêmico, mesmo ainda iniciante nesta área, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Desde que iniciei meus estudos em <a title="Análise de Sistema na Construção de Software" href="http://www.profissionaisti.com.br/2011/10/a-analise-de-sistemas-na-construcao-de-softwares/" target="_blank"><strong>Análise de Sistemas</strong></a>, não consigo imaginar uma situação ao qual não usaria <strong>Casos de Uso</strong> na construção de software. Pois sem dúvida, podemos defini-los como uma ferramenta essencial na captura de <strong>requisitos</strong>, no planejamento e no controle de um projeto.</p>
<p style="text-align: justify;">Um assunto sempre polêmico, mesmo ainda iniciante nesta área, tenho visto algumas definições diversificadas de profissionais (especialistas ou não) sobre o tema.</p>
<p style="text-align: justify;">Alguns definem <strong>Casos de Uso</strong> apenas em sua notação gráfica (os diagramas), porém, <strong>Casos de Uso</strong> vão muito além. <strong>Casos de Uso</strong> são elementos primários no <a href="http://www.profissionaisti.com.br/category/desenvolvimento/">desenvolvimento</a> e planejamento do projeto. Ele facilita o entendimento e a comunicação com o stakeholder, pois <strong>Casos de Uso</strong> representam uma visão externa do sistema e aplicando uma boa técnica na sua utilização, eles são com certeza uma melhor maneira de levantar bons <a href="http://www.profissionaisti.com.br/2011/06/levantamento-de-requisitos-voce-sabe-o-que-e/"><strong>requisitos de sistema</strong></a>. Em outras palavras, <strong>Casos de Uso</strong> descrevem o comportamento do sistema sob diversas condições conforme o sistema responde a uma requisição de um ator primário, no qual este (ator primário) inicia uma interação com o sistema para atingir algum objetivo.</p>
<p style="text-align: justify;">Um formato simples para captura de um <strong>Caso de Uso</strong> consiste na descrição de seu cenário primário como uma sequência de passos numerados e as alternativas como variações naquela sequência.</p>
<p style="text-align: justify;">Existe muita variação no modo como você pode descrever os conteúdos de um <strong>Caso de Uso</strong>, porém, a UML não especifica padrão algum. Mas, acrescente informações sempre que julgar necessárias, principalmente, vendo isto pela perspectiva do risco, ou seja, acrescente detalhes de acordo com o grau de risco, quanto maior o risco, mais detalhes você precisa. Mas, não se desespere em detalhes, ou seja, entre neles aos poucos durante sua elaboração e durante as iterações, vá acrescentando mais detalhes à medida do necessário. Porém, chamo sua atenção para a simplicidade, pois um <strong>Caso de Uso</strong> bem escrito é fácil de ler, porém, aprender a escrever um bom caso de uso é difícil.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas, o que é realmente, um<strong> Caso de Uso</strong>?</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.rafaelamaral.com.br//images_gerente/image/rafael-amaral-casos-de-uso.jpg"><img class="aligncenter" title="Rafael Amaral - Casos de Uso" src="http://www.rafaelamaral.com.br//images_gerente/image/rafael-amaral-casos-de-uso.jpg" alt="Rafael Amaral - Casos de Uso" width="522" height="314" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Um <strong>Caso de Uso</strong> captura um contrato entre os stakeholders de um sistema sobre o seu comportamento. Um <strong>Caso de Uso</strong> descreve o comportamento do sistema sob diversas condições conforme o sistema responde a uma requisição de um ator primário.</p>
<p style="text-align: right;"><em>Alistair Cockburn</em></p>
<p style="text-align: justify;">Uma outra definição mais compreensiva, explico primeiro o que é um cenário.<br />
<strong>Cenário:</strong> é uma sequência de passos que descreve uma interação entre um usuário e um sistema.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Caso de Uso</strong>, então, é um conjunto de cenários amarrados por um objetivo comum de um usuário.</p>
<p style="text-align: right;"><em>Martin Folwer</em></p>
<p style="text-align: justify;">Finalizando, <strong>Casos de Uso</strong> têm uma grande importância na construção de projeto e é um assunto para mais de &#8220;Gigas&#8221;. Sobre diversos aspectos, eles são essenciais em uma infinidade de coisas desde o início ao fim das iterações do projeto. Para iniciantes na área, dedicar-se na leitura de <a href="http://www.linuxmall.com.br/categoria/livros_programacao?afl=pti" target="_blank">bons livros</a> sobre o assunto irá fazer toda a diferença na hora de analisar e/ou dirigir um projeto.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: <a href="http://www.rafaelamaral.com.br/" target="_blank">Blog Rafael Amaral</a><br />
Twitter: <a title="Rafael Amaral no Twitter" href="http://twitter.com/#!/rafaelamaralll" target="_blank">@rafaelamaralll</a></p>
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		<title>Conhecer o cliente é arma estratégica para lojas virtuais</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Jan 2012 10:15:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Talita Macário</dc:creator>
				<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[e-commerce]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão]]></category>
		<category><![CDATA[loja virtual]]></category>

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		<description><![CDATA[Ao contrário de que se previa no início do e-commerce nacional, a categoria Moda e Acessórios se consagrou como um das cinco mais vendidas. E agora, o que não falta nesse meio é concorrência. Para se destacar, as mais novas empresas lançam mão de várias estratégias. Uma das mais promissoras visa criar um relacionamento entre [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Ao contrário de que se previa no início do e-commerce nacional, a categoria Moda e Acessórios se consagrou como um das cinco mais vendidas. E agora, o que não falta nesse meio é concorrência. Para se destacar, as mais novas empresas lançam mão de várias estratégias. Uma das mais promissoras visa criar um relacionamento entre a plataforma de vendas e o consumidor, e se destaca por objetivar o grande diferencial de quando se vende pela internet.</p>
<p style="text-align: justify;">Conhecer os clientes, seus hábitos e preferências, dá ao empreendedor informações que ajudam a emplacar os negócios de empresas recém-chegadas ao mercado virtual. Testes rápidos com perguntas que analisam o perfil dos futuros compradores é um dos artifícios utilizados e que trazem bons resultados. A estratégia já começa a se estabelecer no mercado brasileiro.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com Daniel Ribas, coordenador de novos negócios da JET Tecnologia, desenvolver conteúdo específico sobre os produtos do portfólio da loja virtual auxilia a tomada de decisão do e-consumidor. “Nas empresas de moda, textos e fotos com as tendências da estação já direcionados para determinado grupo de clientes, pode ajudar a aumentar a conversão”, exemplifica.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Classe C</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Apenas neste último ano, 50% dos nove milhões de novos consumidores do e-commerce pertenciam à classe C. O cenário favorece o surgimento de lojas virtuais voltadas a esse público, de menor poder aquisitivo. Além de conhecer o cliente, o que é primordial para qualquer empreendimento, elas começam a desenvolver marcas próprias, comercializadas por um valor geralmente abaixo do praticado no mercado.</p>
<p style="text-align: justify;">“Vender os produtos a preços mais baixos não significa perder lucratividade. Se houver formas facilitadas de pagamento, é possível ainda que a estratégia resulte no aumento do ticket médio da loja”, ressalta Ribas. Em tempos de acirrada competição por um espaço no mercado, inovar faz a diferença. Sempre há outras estratégias válidas e compatíveis com o plano de negócios desenvolvido com cuidado para determinar o rumo da empresa.</p>
<p style="text-align: justify;">Compartilhe, qual foi a estratégia desenvolvida para dar aquele pontapé inicial para o sucesso do empreendimento virtual?</p>
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		<title>Pós-venda promove fidelização e efetividade para lojas virtuais</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Jan 2012 16:50:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Talita Macário</dc:creator>
				<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[e-commerce]]></category>
		<category><![CDATA[Estratégia]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão]]></category>

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		<description><![CDATA[Apenas manter um investimento constante na empresa não garante o crescimento sustentável do negócio. Determinar o melhor setor para receber o aporte é fundamental para alcançar os objetivos. Entre os departamentos que merecem atenção, e que passam despercebidos aos olhos de alguns empresários, está o de pós-venda. Com uma equipe preparada para atender e antecipar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Apenas manter um investimento constante na empresa não garante o crescimento sustentável do negócio. Determinar o melhor setor para receber o aporte é fundamental para alcançar os objetivos. Entre os departamentos que merecem atenção, e que passam despercebidos aos olhos de alguns empresários, está o de pós-venda. Com uma equipe preparada para atender e antecipar as necessidades de consumidores, a loja virtual pode se destacar em meio a tanta concorrência e o resultado provavelmente será a fidelização do público-alvo.</p>
<p style="text-align: justify;">O <strong>setor de pós-venda</strong> também ajuda a manter o termômetro da satisfação do consumidor aquecido. Por meio da percepção de mercado, formada com informações do cliente, fica mais simples mudar o que está errado e a montar estratégias mais assertivas. A própria e-bit, especializada em informações de e-commerce, é uma aliada neste trabalho. Ela levanta o nível de satisfação dos compradores de lojas virtuais parceiras da empresa.</p>
<p style="text-align: justify;">Se fosse preciso definir os benefícios mais evidentes da implantação de um pós-venda eficiente para o e-commerce, eles seriam a fidelidade e as maiores taxas de conversão nas vendas. De acordo com Daniel Ribas, coordenador de novos negócios da JET Tecnologia, acompanhar o cliente, não apenas em momentos de crise, cria um relacionamento importante entre ambos. “Nada é mais impactante do que receber um contato agradecendo a compra e ter uma equipe disposta para qualquer eventualidade – é simples e efetivo.”</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Cliente surpreendido</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Existem alguns canais tradicionais para montar um departamento eficiente para os atendimentos posteriores ao fechamento da compra. Desde 2008, a lei 6.523 regulamenta a criação do SAC nas empresas. Ainda há algumas discussões sobre a obrigatoriedade de manter o canal de contato, mesmo assim, ele é básico, estratégico e não deve faltar. Para o e-consumidor, quanto mais facilitado ele for, melhor – chat, e-mail e fone são complementares.</p>
<p style="text-align: justify;">As redes sociais também ajudam a manter a satisfação com o cliente, assim como o contato ativo por e-mail para ações digitais é um ponto a favor do pós-venda, que ainda precisa se estabelecer como prioritário para os negócios. Mas para nada disso existe uma única fórmula, “o cliente precisa ser surpreendido positivamente. Assim como no varejo físico, a compra on-line é uma experiência para o consumidor, por isso a dica é: pense fora da caixa e surpreenda seu cliente”, finaliza Ribas.</p>
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		<title>Gerente também é gente&#8230;</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Dec 2011 11:06:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Guerra Fernando C. G. D.</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Gerência de Projetos]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão]]></category>
		<category><![CDATA[Projetos]]></category>

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		<description><![CDATA[Neste post vou comentar sobre um livro que recomendo a qualquer estudante ou novato que pensa em conhecer ou exercer a função/carreira de gerente de projetos. O autor consegue, de uma forma extraordinária, relatar o que de fato ocorre no cotidiano das empresas, que vai do momento da convocação do funcionário ao ser promovido a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Neste <em>post</em> vou comentar sobre um livro que recomendo a qualquer estudante ou novato que pensa em conhecer ou exercer a função/carreira de gerente de projetos.</p>
<p style="text-align: justify;">O autor consegue, de uma forma extraordinária, relatar o que de fato ocorre no cotidiano das empresas, que vai do momento da convocação do funcionário ao ser promovido a todas as tarefas, rotinas e desafios que o gerente de projeto tem que enfrentar para realizar as entregas definidas no escopo.</p>
<p style="text-align: justify;">Este livro conta a história de um <a href="http://www.profissionaisti.com.br/2011/10/a-analise-de-sistemas-na-construcao-de-softwares/">analista de sistema</a> que inesperadamente ganha o privilégio de desempenhar a função de gerente de projetos. Função ou cargo que o próprio funcionário desconhece e nem mesmo sabe sobre quais de fato são os seus desafios, situação está freqüente em algumas empresas.</p>
<p style="text-align: justify;">Atuar como gerente de projetos não é uma tarefa fácil pelo grau de complexidade das tarefas multidisciplinares em que o gestor tem que atuar, principalmente para o analista de sistemas do livro que possui como principal desafio aprender a se relacionar com pessoas, ou seja, ele tem que aflorar seu lado interpessoal sendo retirado da sua zona de conforto ao se deparar com os novos desafios.</p>
<p style="text-align: justify;">Talvez a parte mais engraçada e interessante do livro ocorre quando o analista de sistema tenta explicar sobre sua promoção aos membros da família e todos não compreendem que raio de promoção e aquela que talvez nem possua benefícios financeiros.</p>
<p style="text-align: justify;">Com bom humor e muita criatividade o autor consegue mostrar as facetas em desempenhar a função de gerente de projetos, além de ensinar alguns detalhes e macetes do cotidiano da profissão.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Entre os pontos fortes do livro se destacam:</strong></p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>O bom humor da história ao relatar os problemas cotidianos;</li>
<li>As dicas das muitas facetas da função\profissão;</li>
<li>A importância da troca de experiências, o que não se torna difícil hoje graças à internet e aos diversos fóruns sobre o assunto, pois, a todo o momento tem alguém disposto a contribuir de alguma forma.</li>
<li>As perguntas inteligentes da filha do analista, que leva a muitas reflexões;</li>
<li>Aos desafios em conciliar a vida profissional e pessoal;</li>
<li>O desafio de aprendizagem constante, pois cada projeto é único;</li>
<li>A difícil tarefa de despedir uma pessoa da equipe;</li>
<li>O respeito com os membros da equipe;</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Este livro se destaca dos demais ao demonstrar ao futuro Gerente de <a href="http://www.profissionaisti.com.br/tag/projetos/">projetos</a> de uma maneira bem humorada os desafios e vantagens de exercer esta função ou carreira que se encontra presente nas organizações.</p>
<p style="text-align: justify;">Obrigado aos que chegaram até o final deste texto.</p>
<p style="text-align: justify;">Deixe seu comentário! Aceito recomendações para continuar o debate em textos futuros.</p>
<p style="text-align: justify;">Referência: Livro: Gerente Também é Gente&#8230; ISBN8574522570</p>
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		<title>Gestão de Projetos: mais do que metodologias</title>
		<link>http://www.profissionaisti.com.br/2011/11/gestao-de-projetos-mais-do-que-metodologias/</link>
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		<pubDate>Wed, 30 Nov 2011 17:05:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marília Balbé</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Gerência de Projetos]]></category>
		<category><![CDATA[Papinho de TI]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão]]></category>
		<category><![CDATA[Projetos]]></category>
		<category><![CDATA[TI]]></category>

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		<description><![CDATA[Hoje em dia ainda vejo empresas tratando o gerenciamento de projetos como algo engessado, como algo tradicional e com restrições. Se você não utilizar tal metodologia não vai dar certo. Se você não for certificado não vai conseguir. Se você não seguir o que os especialistas falam não vai conseguir. Que visão é essa? Gerir [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="alignright" title="gp01" src="http://www.cursopmppmi.com.br/wp-content/uploads/2011/05/gp.jpg" alt="gp01" width="243" height="243" />Hoje em dia ainda vejo empresas tratando o gerenciamento de projetos como algo engessado, como algo tradicional e com restrições.</p>
<ul>
<li>Se você não utilizar tal metodologia não vai dar certo.</li>
<li>Se você não for certificado não vai conseguir.</li>
<li>Se você não seguir o que os especialistas falam não vai conseguir.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><strong>Que visão é essa?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Gerir projetos é muto mais do que <a href="http://www.profissionaisti.com.br/category/metodologias/">metodologia</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">Atualmente gerencio projetos em uma empresa da área de TI, onde aplico o que funciona!</p>
<p style="text-align: justify;">Aplico o que minha equipe necessita, o que meu cliente precisa para ter os melhores resultados.</p>
<p style="text-align: justify;">Utilizo práticas que combinam com o resultado que quero alcançar.</p>
<p style="text-align: justify;">Gerenciar projetos é muito mais do que delegar tarefas para a equipe, gerenciar projetos é malabarismo constante de avaliação de prioridades, avaliação de recursos, prazos, riscos, resolução de problemas, entre tantas coisas que fazemos.</p>
<p style="text-align: justify;">E quando temos a necessidade de gerenciar vários projetos ao mesmo tempo, e manter tudo alinhado, fica muito clara a necessidade da colaboração e da comunicação, alinhar equipe e interessados no projeto em busca do melhor resultado.</p>
<p style="text-align: justify;">Gerentes de projeto não são independentes, nem fazem milagres, são totalmente dependentes do feedback das suas equipes e dos clientes. A comunicação tem papel chave nas tomadas de decisões, na identificação de riscos, na aprovação de solicitações.</p>
<p style="text-align: justify;">Use modelos, mas não esqueça que de nada adianta a melhor metodologia se não tem profissionais comprometidos com o que fazem. Metodologias não salvam projetos. Projetos são etapas que possuem inicio e fim, e precisam de profissionais envolvidos com o que fazem.</p>
<p style="text-align: justify;">De nada adianta ter um gerente de projetos certificado em várias tecnologias, se o mesmo não consegue se comunicar com eficaz com seu time de desenvolvimento. De nada adianta ter conhecimento das melhores práticas, se na hora de por a “mão na massa” não sabe qual a melhor decisão tomar.</p>
<p style="text-align: justify;">Antes de entrar nessa linha de gestão de projetos, só enxergava pessoas com o perfil “gerentão”, sim, aquele que pensa que manda em todo mundo e que não faz nada para o bem do seu time e da organização. Depois que tive contato com essa área, conheci várias pessoas que estão envolvidas e conseguem fazer um ótimo trabalho deixando de lado aquela velha visão de um gerente de projetos que não faz nem a metade do que promete, e que sequer se importa de verdade com as pessoas envolvidas nos projetos que gerencia.</p>
<p style="text-align: justify;">E essa experiência firma mais minha visão, de que boas metodologias não vão te salvar, se você não souber articular, perceber as atitudes, as emoções das pessoas envolvidas, se você não sentir na pele o que sua equipe está sentindo, não vai conseguir bons resultados.</p>
<p style="text-align: justify;">Pessoas são a chave para o sucesso. Esqueça o gerentão, e direcione o foco na sua equipe, na <a title="Comunicação em Gerenciamento de Projetos – Fundamental para obtenção de resultados" href="http://www.profissionaisti.com.br/2011/04/comunicacao-em-gerenciamento-de-projetos-fundamental-para-obtencao-de-resultados/">boa comunicação</a> com os envolvidos, na colaboração entre as funções. Nos resultados que podem ser alcançados se você conseguir liderar de forma saudável, sem prepotência, sem arrogância, apenas sendo um líder. Onde as pessoas acreditam no que você faz, e fazem junto com você, e o melhor de tudo, gostam do que fazem.</p>
<p style="text-align: justify;">Me arrisco a falar que se você conseguir perceber as limitações da sua equipe, perceber as necessidades, se comunicar de forma clara, e dar autonomia para o time na medida que o mesmo for adquirindo maturidade, as coisas vão dar certo.</p>
<p style="text-align: justify;">Nessa área, onde os riscos são gigantes e as pessoas são imprevisíveis, o melhor a fazer é manter a sinergia do time, alinhar os objetivos e por a mão na massa, de verdade.</p>
<p style="text-align: justify;">Você pode me xingar no <a href="http://twitter.com/maribalbe" target="_blank">Twitter</a>!</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Como as indústrias podem reduzir custos com sistemas de gestão</title>
		<link>http://www.profissionaisti.com.br/2011/11/como-as-industrias-podem-reduzir-custos-com-sistemas-de-gestao/</link>
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		<pubDate>Tue, 22 Nov 2011 14:40:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Profissionais TI</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[ERP]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão]]></category>
		<category><![CDATA[Indústrias]]></category>
		<category><![CDATA[Software]]></category>

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		<description><![CDATA[O Brasil está passando por mudanças políticas, econômicas e sociais. Estas transformações são causadas, principalmente, pela estabilidade que o país apresentou nos últimos dez anos. O que, sem dúvida, chamou a atenção de investidores de fora do país. Alguns sociólogos, economistas e cientistas políticos, acreditam ser a grande chance do Brasil se consolidar como potência [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O Brasil está passando por mudanças políticas, econômicas e sociais. Estas transformações são causadas, principalmente, pela estabilidade que o país apresentou nos últimos dez anos. O que, sem dúvida, chamou a atenção de investidores de fora do país.</p>
<p style="text-align: justify;">Alguns sociólogos, economistas e cientistas políticos, acreditam ser a grande chance do Brasil se consolidar como potência mundial e, principalmente, fazer grandes mudanças e reformas, como a política – tão desejada por todos. Falam até de uma nova revolução industrial. Talvez o termo seja muito ‘pesado’, mas que a indústria tem pela frente boas oportunidades e que, mais uma vez, será o “motor” das grandes mudanças do país, é fato.</p>
<p style="text-align: justify;">Para os industriários, a oportunidade traz consigo, como sempre, grandes desafios: o custo Brasil é um lastro que tira a velocidade do crescimento, além dos produtores internacionais interessados no mercado brasileiro, a equalização de recursos, as condições entre os concorrentes e a competitividade, que nunca foi tão acirrada. Mediante este cenário, pensamos: ainda há como ter algum diferencial? Como minha empresa pode reduzir seus custos para ter uma margem maior ou até mesmo preços menores do que os concorrentes?</p>
<p style="text-align: justify;">Parte da resposta está na organização e modernização da gestão. Hoje, o próprio governo se modernizou para aumentar suas “vendas” (ano após ano a arrecadação de tributos só aumenta). O governo eletrônico é uma realidade e já atinge a todos, desde a gigante indústria multinacional instalada no país até a pequena fresadora de “fundo de quintal”. Não há como qualquer tipo de negócio sobreviver hoje sem a ajuda da tecnologia e sem processos enxutos.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas, quando falamos de indústrias, estar tecnologicamente atualizado é ainda mais vital. Temos cases de empresas que antes de adotar softwares de gerenciamento possuíam mais de 5 mil itens de estoque cadastrados e, depois de um projeto de otimização, conseguiram reduzir em 70% a quantidade de produtos para gerenciar, o que ocasionou aumento da receita e diminuição dos custos de produção e estoque.</p>
<p style="text-align: justify;">Há também casos em que o controle do estoque informava apenas que tinham X peças de determinado produto, porém, não fornecia dados como cores e tamanhos, o que ou a obrigava a produzir desnecessariamente para atender a um pedido, ou às vezes, confiando no feeling, perdiam tais pedidos para a concorrência por não ter como entregar.</p>
<p style="text-align: justify;">Além dessas situações, há ainda as obrigações impostas às indústrias – seja por órgãos reguladores e fiscalizadores ou por certificadoras de qualidade – que devem ser atendidas. É impossível, por exemplo, manter a rastreabilidade da matéria-prima sem um efetivo controle de lotes e um sistema que gerencie isso, ou, então, encontrar o melhor corte para aproveitamento máximo e diminuição da perda de uma bobina de metal.</p>
<p style="text-align: justify;">Claro que não há fórmula mágica para o sucesso e justificar porque uma mesma solução de TI traz melhores resultados na empresa A e não na empresa B, sem levantar como hipótese que a única diferença são os processos, é inevitável. Por isso, além de escolher corretamente a solução a ser implantada, é fundamental a dedicação e participação do corpo diretivo no processo; isso aumenta consideravelmente a chance de êxito no projeto.</p>
<p style="text-align: justify;">Há ainda a dificuldade em mensurar o ROI sobre a implantação de um ERP e de uma consultoria de processos, pois são muitas as variáveis. Mas nesses exemplos de cases citados, se o retorno financeiro não fosse efetivamente sentido, só o tempo ganho seria evidente e, como diz o ditado, ‘tempo é dinheiro’. E há diferencial mais competitivo do que fazer a mesma coisa que seu concorrente em menor tempo, com mais eficiência e qualidade?</p>
<p style="text-align: justify;">Como exemplo de que a tecnologia é imprescindível para os negócios, convido-os a acessar o site do projeto Brasil ID (<a href="http://www.brasil-id.org.br/" target="_blank">http://www.brasil-id.org.br/</a>) e a assistir ao vídeo institucional: <a href="http://bit.ly/v571y5" target="_blank">http://bit.ly/v571y5</a>. Trata-se de algo pioneiro em todo o mundo para identificação de transportes, e, apesar de ainda estar em caráter piloto, com certeza chegará a todas as indústrias em poucos anos.</p>
<p style="text-align: justify;"><em><strong>Marcelo A. Rezende</strong> – Diretor Comercial da Promisys – empresa especializada em TI que oferece sistema de gestão, infraestrutura e serviços para pequenas e médias empresas.</em></p>
]]></content:encoded>
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