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	<title>Profissionais TI - Pra quem respira informação &#187; Governança de TI</title>
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	<description>Pra quem respira informação</description>
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		<title>Catálogo de Serviços de TI &#8211; Parte I</title>
		<link>http://www.profissionaisti.com.br/2011/10/catalogo-de-servicos-de-ti-parte-i/</link>
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		<pubDate>Mon, 17 Oct 2011 15:14:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Emerson Dorow</dc:creator>
				<category><![CDATA[Governança de TI]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão]]></category>
		<category><![CDATA[Serviços]]></category>

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		<description><![CDATA[Olá caros leitores! Depois de um período sem novos posts, estou de volta a todo vapor! O assunto hoje é muito interessante e muito útil para aqueles que pretendem ou já estão trabalhando na implementação ou melhoria de processos de gestão em TI, o Catálogo de Serviços. O catálogo de serviços, como o nome sugere, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Olá caros leitores!</p>
<p style="text-align: justify;">Depois de um período sem novos posts, estou de volta a todo vapor! O assunto hoje é muito interessante e muito útil para aqueles que pretendem ou já estão trabalhando na implementação ou melhoria de processos de gestão em TI, o Catálogo de Serviços.</p>
<p style="text-align: justify;">O catálogo de serviços, como o nome sugere, é um documento onde constam todos os serviços prestados pela área de TI. Traçando um paralelo, podemos comparar o catálogo de serviços de TI a um menu de restaurante. O cliente quando chega ao restaurante, antes de fazer o seu pedido sabe quais pratos são oferecidos, em que quantidades, o preço e o tempo para a entrega. Sem o menu, fica muito complicado para o cliente fazer o pedido, e provavelmente ele iria procurar outro restaurante. Outro ponto, como o cheff iria comprar os ingredientes se não sabe quais pratos o restaurante faz? Na área de TI da mesma forma. Como queremos que os clientes utilizem nossos serviços se eles não sabem quais serviços oferecemos, qual horário, tempo para entrega e os custos? A falta de definição leva muitas vezes o cliente a comprar o que precisa por conta própria ou mesmo baixar aquele software pirata com vírus e que depois irá contaminar toda rede. O cliente deseja (e precisa) cada vez mais que sua solicitação seja atendida o mais rápido possível, pois a pressão por resultados é cada vez maior. A falta de um catálogo de serviços em TI, faz também com que a equipe de TI trabalhe desalinhada em relação às necessidades e objetivos do <a href="http://www.profissionaisti.com.br/tag/negocios/">negócio</a>.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Quem define o catálogo?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Os serviços oferecidos pela TI suportam os processos e função de negócio. Por isso, a principal entrada para o catálogo de serviços serão as informações sobre a demanda por cada serviço. O negócio que irá no fim das contas definir quais serviços de TI serão oferecidos. Cabe também a TI ter visão de negócio e apoiar os executivos com soluções que possam aumentar produtividade, diminuir custos e aumentar o lucro da empresa. O catálogo de serviços é a parte visível aos clientes de uma entidade maior chamada Funil de Serviços.</p>
<p style="text-align: justify;">O funil de serviços conterá todos os serviços em produção, em desenvolvimento e as idéias para novos serviços. De tempos em tempos, os novos serviços sugeridos são avaliados geralmente por um comitê, e se for aprovado para entrar em produção, começará a fazer parte do catálogo de serviços. Da mesma forma, quando o serviço tornar-se obsoleto, será retirado do catálogo de serviços.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Quero criar um catálogo de serviços, como começo?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Você pode começar registrando todos os serviços prestados atualmente. Pode ser numa planilha no Excel, Word, no papel, na intranet. Alguns exemplos de serviços: Mensageiro eletrônico (e-mail), ERP, acesso a internet, help desk, portal colaborativo. É importante que os serviços sejam registrados em uma linguagem que seja entendida pelo cliente.</p>
<p style="text-align: justify;">Bem pessoal, nos próximos posts vamos nos aprofundar um pouco mais neste assunto e trazer algumas referências de literaturas e sites.</p>
<p style="text-align: justify;">Um grande abraço!</p>
]]></content:encoded>
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		<title>ITIL e o ciclo de vida: Estratégia do Serviço</title>
		<link>http://www.profissionaisti.com.br/2010/10/itil-e-o-ciclo-de-vida-estrategia-do-servico/</link>
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		<pubDate>Fri, 15 Oct 2010 13:05:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Emerson Dorow</dc:creator>
				<category><![CDATA[Governança de TI]]></category>
		<category><![CDATA[ITIL]]></category>
		<category><![CDATA[Serviço]]></category>

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		<description><![CDATA[Olá pessoal! Estamos iniciando uma série que irá detalhar cada estágio do ciclo de vida do serviço proposto pelo ITIL. Hoje vamos falar sobre a Estratégia do Serviço. O principal objetivo da estratégia do serviço é fornecer as diretrizes para os outros estágios do ciclo de vida do serviço e transformar o Gerenciamento de Serviços [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá pessoal!</p>
<p>Estamos iniciando uma série que irá detalhar cada estágio do ciclo de vida do serviço proposto pelo ITIL. Hoje vamos falar sobre a Estratégia do Serviço.</p>
<p>O principal objetivo da estratégia do serviço é fornecer as diretrizes para os outros estágios do ciclo de vida do serviço e transformar o Gerenciamento de Serviços em um ativo estratégico, de grande importância para a organização. É pensar em todas as demandas e necessidades por serviços antes de colocar a mão na massa efetivamente. Nós de TI estamos acostumados em primeiro fazer e depois pensar em quem irá utilizar, quando, de onde e etc, desperdiçando muito tempo e recursos sem o devido retorno. A estratégia irá definir onde o provedor de serviços está, aonde quer chegar e o que fazer para chegar ao objetivo. O livro estratégia de serviço foca bastante em uma série de conceitos no que tangem os serviços de TI:</p>
<p><strong>Valor do Serviço = Utilidade + Garantia</strong></p>
<p>Para que um cliente perceba um benefício em um serviço, e perceba o valor dele é necessário que este serviço seja útil, ou seja, que traga uma facilidade ou que elimine uma restrição e também necessita da garantia de que este serviço esteja disponível quando necessário. Para ilustrar este cenário, pense na telefonia móvel. A utilidade do serviço é toda mobilidade que ela dá, permite fazer ligações, receber mensagens, e-mails de onde a pessoa estiver. A garantia é o serviço de e-mail e a qualidade do sinal estarem disponíveis quando necessário e na qualidade esperada.</p>
<p><strong>Ativos de Serviço</strong></p>
<p>Os ativos de serviço estão divididos em dois grupos:</p>
<ol>
<li>Recursos: Financeiro, Infraestrutura, Aplicativos, Informação e Pessoas</li>
<li>Habilidades: Gerenciamento, Organização, Processos, Conhecimento e Pessoas.</li>
</ol>
<p>Um ativo de serviço se torna um ativo estratégico quando as habilidades necessárias são utilizadas para gerenciar os recursos disponíveis. Pessoas são os ativos mais importantes.</p>
<p><strong>Risco</strong></p>
<p>Risco é uma incerteza, e por isso precisa ser bem gerenciado. Risco pode ser uma ameaça ou uma oportunidade. Um novo serviço pode ser uma ameaça, pois pode não vingar no mercado, mas pode ser uma oportunidade de sair na frente dos concorrentes em um dado mercado.</p>
<p><strong>Os 4 Ps da estratégia</strong></p>
<p>Perspectiva: É a visão da organização. Na perspectiva se define qual a missão, a visão e os valores.</p>
<p>Posição: Como o provedor de serviços quer ser reconhecido pelo mercado. Alguns exemplos seriam por causa de um serviço em específico, pelo custo baixo, pela qualidade do serviço.</p>
<p>Plano: É a execução da estratégia para alcançar a visão desejada.</p>
<p>Padrão: São os processos e a organização para que a perspectiva, posição e planos sejam cumpridos.</p>
<p>A estratégia do serviço traz 3 processos:</p>
<p><strong>Gerenciamento de Portfólio de Serviços</strong></p>
<p>O Portfólio de serviços irá fazer o controle de todos novos serviços solicitados, em desenvolvimento, em produção e aposentados. O portfólio de serviços irá utilizar de algumas ferramentas para analisar a viabilidade de um serviço como ROI, Caso de Negócio, análise SWOT e entre outros. O Portfólio de serviços se preocupa em responder algumas perguntas como: Porque um cliente compraria de nós um serviço? Porque compraria de nós? Qual preço estaria disposto a pagar?</p>
<p><strong>Gerenciamento da Demanda</strong></p>
<p>O Gerenciamento da demanda tem o objetivo de “prever” a demanda atual e futura dos serviços. Devido à natureza não estocável dos serviços, ou seja, o serviço ser consumido no mesmo tempo que é gerado, é importante que seja sabida a demanda do serviço ao longo do tempo para que a quantidade de recursos adequados seja alocada. Como exemplo, pense num site de e-commerce como a americanas.com durante dia das mães, das crianças e natal. Com certeza o volume de compras é bem maior do que nas datas “normais”.</p>
<p>Sabendo da demanda do serviço, é possível influenciar a utilização dos mesmos através da cobrança, por exemplo, otimizando a utilização dos recursos</p>
<p><strong>Gerenciamento Financeiro</strong></p>
<p>O Gerenciamento Financeiro tem o objetivo de assegurar os recursos necessários para entrega dos serviços de TI, e fornecer as informações de custo da provisão dos serviços e o preço a ser pago pela utilização. O Gerenciamento Financeiro é estratégico para tomada de decisão sobre os investimentos em TI.</p>
<p>O Livro estratégia de Serviço sugere algumas fórmulas para calcular o ROI esperado de cada serviço na linha do tempo. É importante ter em mente que um acionista que coloca dinheiro em uma empresa, espera que o seu dinheiro investido tenha um retorno com “juros” e “correção monetária”. Vale lembrar que o dinheiro investido em TI poderia ser utilizado na compra de um carro, imóvel ou investimento na bolsa de valores por exemplo. Analisando por este prisma, vemos a importância do Gerenciamento Financeiro para a estratégia do serviço e o Gerenciamento de Serviços como um todo.</p>
<p><strong>Concluindo</strong></p>
<p>A estratégia do serviço irá fazer o alinhamento entre TI e o Negócio, direcionando todas as ações e recursos para o desenho, transição, operação e melhoria dos serviços.</p>
<p>Espero que tenham curtido o post. E você, tem alguma experiência relativo a estratégia de serviço? Dúvida? Deixe seu comentário para discussão.</p>
<p>Um grande abraço e até a próxima!</p>
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		<title>Ameaças aos Sistemas de Informação</title>
		<link>http://www.profissionaisti.com.br/2010/07/ameacas-aos-sistemas-de-informacao/</link>
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		<pubDate>Mon, 05 Jul 2010 11:01:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roney Médice</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dia-a-Dia]]></category>
		<category><![CDATA[Governança de TI]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[TI]]></category>

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		<description><![CDATA[A maioria das empresas, em atividade, possui algum software (programa de computador) que gerencia informações importantes para a organização. É claro que nada disso funciona se, no ambiente corporativo, não existir uma preocupação sobre os dados que são mantidos nesses sistemas. Para muitas empresas, principalmente as empresas de contabilidade, trabalham com registros de toda um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A maioria das empresas, em atividade, possui algum software (programa  de computador) que gerencia informações importantes para a  organização. É claro que nada disso funciona se, no ambiente  corporativo, não existir uma preocupação sobre os dados que são mantidos  nesses sistemas.</p>
<p style="text-align: justify;">Para muitas empresas, principalmente as empresas de  contabilidade, trabalham com registros de toda um vida contábil e  financeira de outras empresas, e com certeza, os contadores não  gostariam de ver suas informações destruídas.</p>
<p style="text-align: justify;">Infelizmente, estamos sujeitos a várias ameaças aos sistemas de  informação existente dentro de uma empresa. Todavia, se soubermos atacar  de frente essas ameaças, as chances de acontecer algum sinistro mais  grave, será menor para aqueles que levam esses fatores à risca.</p>
<p style="text-align: justify;">Podemos citar algumas ameaças que podem comprometer o bom  funcionamento de uma empresa, como por exemplo:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Falha de hardware: </strong>já  imaginou chegar para trabalhar na segunda-feira e perceber que seu  computador não liga? Logo o computador que possui os registros  financeiros das empresas!</p>
<p style="text-align: justify;">Outra ameaça muito comprometedora é a <strong>ação  humana</strong>, que consiste em um empregado descontente com a própria empresa,  começar a prejudicar o andamento dos processos internos, apagando  propositalmente registros importantes no computador. Pesquisas apontam  que essa é uma das ameaças que mais acontecem no ambiente corporativo, e  as empresas precisam ter políticas de segurança para evitar que  funcionários descontentes, descontem sua raiva na própria instituição.</p>
<p style="text-align: justify;">Precisamos também, nos preocupar com os possíveis incêndios que podem  afetar os computadores e outros equipamentos importantes da empresa,  como por exemplo, as fitas de backup (dados gavados para segurança em  uma mídia removível). Por isso, um bom planejamento estratégico e  procedimentos devem ser traçados e divulgados para todos os  funcionários, pois assim, com a proliferação da informação, todos terão  condições para auxiliar e intervir em momentos críticos, que coloquem em  risco as informações da empresa.</p>
<p style="text-align: justify;">Portanto, mesmo que a sua empresa já possua normas e procedimentos,  verifique se elas atendem na atualidade. Verifique se podem ser  melhorados em relação aos dias de hoje e, principalmente, coloque em  prática aquilo que foi padronizado na teoria, pois, não tem coisa pior  que todos saberem como agir no caso de necessidade, mas quando precisa,  ninguém toma a iniciativa e fica esperando que outra pessoa execute os  procedimentos.</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Governança de TI com Qualidade</title>
		<link>http://www.profissionaisti.com.br/2010/03/governanca-de-ti-com-qualidade/</link>
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		<pubDate>Mon, 29 Mar 2010 11:00:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos Augusto da Costa Carvalho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Governança de TI]]></category>
		<category><![CDATA[Qualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão]]></category>

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		<description><![CDATA[Este artigo descreve como podemos ter uma Governança de TI com qualidade. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quando falamos em qualidade, inconscientemente imaginamos algo que beire a perfeição, que esteja acima de todos os padrões que existem. Entretanto, <a href="http://www.profissionaisti.com.br/category/qualidade/">qualidade</a> significa &#8220;Conformidade com requisitos estabelecidos&#8221;. Isto faz com que todos quebrem alguns paradigmas, pois para produzirmos algo com qualidade devemos prestar atenção aos requisitos estabelecidos e não em uma &#8220;imagem de perfeição&#8221; sem qualquer tipo de erro ou variação.</p>
<p><strong>Onde este conceito se aplica em Governança de TI? </strong><br />
Em todo o ciclo de processos, pois para produzirmos com qualidade devemos estabelecer primeiro quais são os requisitos a serem atingidos . Todos os requisitos estabelecidos devem sempre levar em conta prazos, metas e, um dos pontos mais importantes, custo. Ao se falar em custo é necessário observá-los para identificar se o que foi estabelecido está de acordo com o planejamento estratégico da organização e de TI, pois se não estiver de acordo estaremos proporcionando um desalinhamento entre TI e Negócio, ferindo o objetivo maior da Governança de TI.</p>
<p>Para implementarmos a <a href="http://www.profissionaisti.com.br/category/governanca-de-ti/">Governança de TI</a> com qualidade podemos e devemos estabelecer requisitos de <a title="Conheça a NBR ISO/IEC 27002 - Parte 2" href="http://www.profissionaisti.com.br/2010/03/conheca-a-nbr-isoiec-27002-parte-2/">qualidade</a> para os processos internos. Um exemplo destes requisitos são as métricas dos processos, onde é possível identificar o desempenho de acordo com as medições obtidas. Outro exemplo são as metas estabelecidas, definir que um processo deverá atender ao Nível 3 de maturidade do Cobit em um determinado período também está relacionado aos requisitos de qualidade.</p>
<p>Podemos então identificar os níveis de qualidade de <a href="http://www.profissionaisti.com.br/category/governanca-de-ti/">Governança de TI</a> por meio do alcance dos requisitos estabelecidos aos processos e pensarmos em melhoria contínua, onde é possível revisar os requisitos em períodos anuais, por exemplo, e aprimorar nossos processos. Ao final do ano quando demonstramos nossas métricas e indicadores por processos também podemos demonstrar o indicador de qualidade da governança, consolidando todos os requisitos estabelecidos e demonstrando um percentual de qualidade estabelecido e ao passar do tempo com informações históricas é possível avaliar a tendência deste mesmo indicador.</p>
<p>Governança de TI com qualidade deve ser feita em um passo de cada vez, estabelecendo-se um ritmo para aprimoramento requisitos e processos, visando manter o objetivo maior de governança que é o <a title="Papinho de TI: Alinhando TI aos negócios" href="http://www.profissionaisti.com.br/2009/05/papinho-de-ti-alinhando-ti-aos-negocios/">alinhamento entre TI e negócio</a>.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Quando abandonar um Projeto &#8211; Parte 2</title>
		<link>http://www.profissionaisti.com.br/2010/02/quando-abandonar-um-projeto-parte-2/</link>
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		<pubDate>Mon, 22 Feb 2010 11:49:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Americo Lopes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gerência de Projetos]]></category>
		<category><![CDATA[Governança de TI]]></category>
		<category><![CDATA[Outsourcing]]></category>
		<category><![CDATA[Projetos]]></category>

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		<description><![CDATA[Desta vez, o que queremos é, na medida do possível, elencar alguns pontos que poderiam servir de indicativos caso estejamos considerando abandonar um projeto que fez água.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="www.profissionaisti.com.br/2010/02/quando-abandonar-um-projeto/">Da ultima vez</a>, escrevi sobre qual o melhor momento para considerarmos abandonar um projeto. Como recebi alguns comentários nos quais me pediram para ser mais específico, ai vai.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Desta vez, o que queremos é, na medida do possível, elencar alguns pontos que poderiam servir de indicativos caso estejamos considerando abandonar um projeto que fez água.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Vou apresentar minhas considerações na forma de perguntas. Desta forma, fica mais fácil discorrer sobre cada tema e, por outro lado, pode ser que você mesmo esteja fazendo ou já fez estas perguntas a si mesmo.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="text-decoration: underline;">Quanto tempo estamos com o projeto em andament</span></strong><strong><span style="text-decoration: underline;">o?</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">O fator tempo, na maioria dos casos, é um dos maiores problemas para a equipe fixar. É o velho cronograma. Aqui,  já vi isto algumas vezes, o responsável pelo projeto faz de tudo para não responder com assertividade a pergunta  - “Qual a estimativa de prazo?”.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Agora, se você esta diante de um projeto que já estourou mais de 2 cronogramas fixados, acenda a luz amarelo “escuro”,pois é grande a probabilidade de que este projeto não irá sair tão cedo ou, caso seja finalizado, é bem provável que o projeto sofrerá um processo de currasqueamento ou seja, várias funcionalidades tidas como importantes no início, serão fatiadas para depois e deixarão de fazer parte da primeira versão. Em alguns casos nem mesmo da 10º.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;"><strong>Com que freqüência e quantos erros recorrentes o projeto tem apresentado?</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">É impossível colocar uma aplicação em produção e acreditar que a mesma não apresentará erros dos mais variados tipos. Isto é comum e faz parte da construção do software. Agora, vale a pena enumerar a quantidade e a natureza destes erros. Dependendo do tamanho da sua lista e da natureza dos itens desta relação ( freqüência e tipo de erro )  é bem provável que você esteja envolto no exaustivo movimento de vai e vem &#8211; produção /  desenvolvimento &#8211; desenvolvimento / produção.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;"><strong>Já perguntou a si mesmo  – Eu mesmo usuária e confiaria neste sistema ?</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Parece brincadeira, mas não é eu mesmo já participei de projetos cujo resultado final era tão sofrível que eu mesmo não teria coragem de usar na minha empresa. Não adianta, se abandonarmos nossa honestidade profissional, dificilmente conseguiremos contornar situações para as quais a melhor solução é buscar outra alternativa.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;"><strong>O que os usuários dizem de tudo isso?</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Goste ou não, o que esta turma tem a dizer deve fazer diferença se você esta considerando abandonar o projeto e seguir com outra alternativa. São eles que farão uso intensivo e rotineiro da solução. Não adianta empurrar software goela abaixo desta turma, pois eles farão o maior movimento contra.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Agora, feche os olhos e imagine um cenário em que , ao que tudo indica, as coisas já não estão indo muito bem e ,além disso, você tem esta turma jogando contra. Haja fé para insistir no mesmo caminho.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>IT Strategies from the Field: &#8220;A ÚLTIMA MILHA&#8221;</title>
		<link>http://www.profissionaisti.com.br/2010/02/it-strategies-from-the-field-a-ultima-milha/</link>
		<comments>http://www.profissionaisti.com.br/2010/02/it-strategies-from-the-field-a-ultima-milha/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 11 Feb 2010 09:00:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Markus Christen</dc:creator>
				<category><![CDATA[Governança de TI]]></category>
		<category><![CDATA[Infraestrutura]]></category>
		<category><![CDATA[Papinho de TI]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão]]></category>
		<category><![CDATA[TI]]></category>

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		<description><![CDATA[Olá, tudo bem? Vocês gostaram do último post sobre os motivadores? Espero que sim! Desta vez eu gostaria de dividir com vocês, alguns pensamentos sobre o problema da ÚLTIMA MILHA, na infraestrutura de TI. Talvez alguns de vocês já conheçam este fenômeno no contexto da economia social. Um exemplo deste fenômeno é o remédio que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá, tudo bem?</p>
<p>Vocês gostaram do último post sobre os <a href="http://blogs.technet.com/markuschristen/archive/2010/02/02/it-strategies-from-the-field-inova-o-a-base-para-estabelecer-mudan-as-na-rea-de-ti.aspx">motivadores</a>? Espero que sim! Desta vez eu gostaria de dividir com vocês, alguns pensamentos sobre o problema da <strong>ÚLTIMA MILHA</strong>, na infraestrutura de TI.</p>
<p>Talvez alguns de vocês já conheçam este fenômeno no contexto da economia social.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://blogs.technet.com/blogfiles/markuschristen/WindowsLiveWriter/ITStrategiesfromtheFieldALTIMAMILHA_84B9/image_2.png"><img class="aligncenter" src="http://blogs.technet.com/blogfiles/markuschristen/WindowsLiveWriter/ITStrategiesfromtheFieldALTIMAMILHA_84B9/image_thumb.png" border="0" alt="image" width="329" height="179" /></a></p>
<p style="text-align: left;">Um exemplo deste fenômeno é o remédio que trata a falta de insulina a Diabetes. Desde vários anos existem remédios, na base de insulina não humana, que precisam ser injetados varias vezes por dia. Mas mesmo assim, 25 % da população que vivem com esta doença, sofrem consequências graves, como cegueira. Mas como? Por que alguém precisa sofrer consequências graves se tem remédios?</p>
<p><strong>Os remédios não são adequados? O mercado precisa novas substâncias ? </strong></p>
<p><strong> </strong>A resposta é bem simples e no mesmo tempo chocante. Na criação dos remédios, os cientistas investiram muito tempo na criação das substâncias do remédio, mas ninguém pensava nas pessoas que precisam aplicar este remédio todos os dias. Os cientistas não fecharem o ciclo da inovação, em criar uma forma adequada e fácil de aplicar o remédio. Um exemplo bem claro do <strong>Problema da </strong><strong>ÚLTIMA MILHA </strong><strong>!</strong></p>
<p>Isto significa que 25% dos portadores da doença, por várias causas, não aplicam o remédio por falta de usabilidade. Isto pode gerar um impacto imenso nos custos adicionais no sistema de saúde.</p>
<p>Eu poderia mencionar vários exemplos iguais em todas as áreas existentes no mercado, mas como isto se mapeia para a área de TI?</p>
<p>Um exemplo muito comum na área de TI, são projetos do tipo 90:10. O que é 90:10 ? Os números indicam a percentagem em tempo gastos entre a área de desenvolvimento e infraestrutura. Todos vocês que trabalham na área de infraestrutura conheçam as ligações de sexta-feira: &#8220;<em>Oi, tudo bem? Segunda-feira vai entrar uma nova aplicação, vocês tem um servidor tipo XY?&#8221;</em>.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://blogs.technet.com/blogfiles/markuschristen/WindowsLiveWriter/ITStrategiesfromtheFieldALTIMAMILHA_84B9/image_4.png"><img class="aligncenter" src="http://blogs.technet.com/blogfiles/markuschristen/WindowsLiveWriter/ITStrategiesfromtheFieldALTIMAMILHA_84B9/image_thumb_1.png" border="0" alt="image" width="513" height="117" /></a></p>
<p style="text-align: left;">As fases antes da implementação foram concluídas com sucesso e com todo cuidado, mas a <strong>ÚLTIMA MILHA</strong>, a implementação parece na maioria dos projetos um vacum! Consequência deste comportamento é que as aplicações (Inovação) não geram o retorno desejável, simplesmente por causa da <strong>ÚLTIMA MILHA</strong>.</p>
<p>The Boston (Consulting Company) pesquiso 400 organizações e encontraram uma diminuição de projeto de TI com taxa de sucesso e um aumento na taxa de falhas ao longo dos últimos dois anos.</p>
<ul>
<li>Especificamente, 32% dos projetos de TI foram considerados bem sucedidos, tendo sido concluídos a tempo, dentro do orçamento e com os recursos necessários e funções.</li>
<li>Quase um em cada quatro (24%) de projetos de TI foram considerados falhos, tendo sido cancelados antes de serem concluídos, ou que tenham sido entregues, mas nunca utilizados.</li>
<li>O restante (44%) foram considerados desafio: Eles estavam acabados tarde, sobre o orçamento, ou com menos do que os recursos necessários.</li>
</ul>
<p>Como algumas destas falhas poderiam ser evitados? Na minha visão, a integração entre as áreas de desenvolvimento e infraestrutura precisa ser mais forte. Não pode ser, que eles não se falam entre sim só por causa de problemas emocionais. (Mundo real!)</p>
<p>Todo projeto novo precisa, desde o começo, um recurso das duas áreas, um arquiteto de infraestrutura e soluções. Assim os arquitetos podem garantir a integridade e sustentabilidade da solução em todo ciclo da vida, <strong>fechando a ÚLTIMA MILHA.</strong></p>
<p>Lembrando:</p>
<ul>
<li><strong>Não chame o arquiteto de infraestrutura no último dia antes da implementação, ele precisa ser envolvido no projeto de soluções desde o primeiro dia até o fim !</strong></li>
</ul>
<p>O que vocês acham da <strong>ÚLTIMA MILHA</strong>?</p>
<p>Thanks,<br />
<a href="http://twitter.com/MarkusChristen">http://twitter.com/MarkusChristen</a></p>
<p>Referência: <a href="http://blogs.technet.com/markuschristen/archive/2010/02/03/it-strategies-from-the-field-a-ltima-milha.aspx" target="_blank">Blog Markus Christen</a></p>
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		</item>
		<item>
		<title>COBIT &#8211; Um kit de ferramentas para a excelência de TI</title>
		<link>http://www.profissionaisti.com.br/2009/10/cobit-um-kit-de-ferramentas-para-a-excelencia-de-ti/</link>
		<comments>http://www.profissionaisti.com.br/2009/10/cobit-um-kit-de-ferramentas-para-a-excelencia-de-ti/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 06 Oct 2009 12:24:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Emerson Dorow</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Governança de TI]]></category>
		<category><![CDATA[CobIT]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão]]></category>

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		<description><![CDATA[Olá meus caros leitores!! Nas minhas leituras e pesquisas na web, encontrei um artigo muito interessante sobre COBIT, do nosso colega Eduardo Fagundes, falando sobre este framework que é utilizado para governança de TI a um nível mais gerencial, focado nas necessidades do negócio. No Brasil ainda não é muito utilizado, porém, vem ganhando força assim [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá meus caros leitores!!</p>
<p>Nas minhas leituras e pesquisas na  web, encontrei um artigo muito interessante sobre COBIT, do nosso colega  Eduardo Fagundes, falando sobre este framework que é utilizado  para governança de TI a um nível mais gerencial, focado nas necessidades  do negócio. No Brasil ainda não é muito utilizado, porém, vem ganhando  força assim como o <a href="http://www.profissionaisti.com.br/2008/10/conheca-a-itil/">ITIL</a>, e assim como o ITIL, será leitura e entendimento  obrigatório na gestão de TI, e não mais um diferencial.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Leia abaixo o ótimo artigo do Eduardo.</span></p>
<p><strong>Introdução</strong></p>
<p>Atualmente, é impossível imaginar uma empresa sem uma forte área de  		sistemas de informações (TI), para manipular os dados operacionais e  		prover informações gerenciais aos executivos para tomadas de decisões. A  		criação e manutenção de uma infra-estrutura de TI, incluindo  		profissionais especializados requerem altos investimentos. Algumas vezes  		a alta direção da empresa coloca restrições aos investimentos de TI por  		duvidarem dos reais benefícios da tecnologia. Entretanto, a ausência de  		investimentos em TI pode ser o fator chave para o fracasso de um  		empreendimento em mercados cada vez mais competitivos. Por outro lado,  		alguns gestores de TI não possuem habilidade para demonstrar os riscos  		associados ao negócio sem os corretos investimentos em TI. Para melhorar  		o processo de análise de riscos e tomada de decisão é necessário um  		processo estruturado para gerenciar e controlar as iniciativas de TI nas  		empresas, para garantir o retorno de investimentos e adição de melhorias  		nos processos empresariais. Esse novo movimento é conhecido como  		<a href="http://www.profissionaisti.com.br/category/governanca-de-ti/">Governança em TI</a>, ou &#8220;<em>IT Governance</em>&#8220;.</p>
<p>O termo &#8220;<em>IT governance</em>&#8221; é definido como uma estrutura de relações  		e processos que dirige e controla uma organização a fim de atingir seu  		objetivo de adicionar valor ao negócio através do gerenciamento  		balanceado do risco com o retorno do investimento de TI.</p>
<p>Para muitas organizações, a informação e a  		tecnologia que suportam o negócio representa o seu mais valioso recurso.  		Além disso, num ambiente de negócios altamente competitivo e dinâmico é  		requerido uma excelente habilidade gerencial, onde TI deve suportar as  		tomadas de decisão de forma rápida, constante e com custos cada vez mais  		baixos.</p>
<p>Não existem dúvidas sobre o benefício da tecnologia aplicada aos  		negócios. Entretanto, para serem bem sucedidas, as organizações devem  		compreender e controlar os riscos associados no uso das novas  		tecnologias. O CobiT (<em>Control Objectives for Information and related  		Technology</em>) é uma ferramenta eficiente para auxiliar o gerenciamento  		e controle das iniciativas de TI nas empresas.</p>
<p><strong>O que é o CobiT?</strong></p>
<p>O CobiT é um guia para a gestão de TI recomendado pelo ISACF (<em>Information  		Systems Audit and Control Foundation</em>, <span style="text-decoration: underline;"><a href="http://www.isaca.org" target="_blank">www.isaca.org</a></span>). O CobiT  		inclui recursos tais como um sumário executivo, um <em>framework</em>,  		controle de objetivos, mapas de auditoria, um conjunto de ferramentas de  		implementação e um guia com técnicas de gerenciamento. As práticas de  		gestão do CobiT são recomendadas pelos peritos em gestão de TI que  		ajudam a otimizar os investimentos de TI e fornecem métricas para  		avaliação dos resultados. O CobiT independe das plataformas de TI  		adotadas nas empresas.</p>
<p>O CobiT é orientado ao negócio. Fornece informações detalhadas para  		gerenciar processos baseados em objetivos de negócios. O CobiT é  		projetado para auxiliar três audiências distintas:</p>
<ul>
<li> Gerentes que necessitam avaliar o risco e  		controlar os investimentos de TI em uma organização.</li>
<li> Usuários que precisam ter garantias de que  		os serviços de TI que dependem os seus produtos e serviços para os  		clientes internos e externos estão sendo bem gerenciados.</li>
<li> Auditores que podem se  		apoiar nas recomendações do CobiT para avaliar o nível da gestão de TI e  		aconselhar o controle interno da organização.</li>
</ul>
<p>O CobiT está dividido em  		quatro domínios:</p>
<ol>
<li> Planejamento e organização.</li>
<li> Aquisição e implementação.</li>
<li> Entrega e suporte.</li>
<li> Monitoração.</li>
</ol>
<div id="attachment_4288" class="wp-caption aligncenter" style="width: 441px"><a href="http://www.profissionaisti.com.br/wp-content/uploads/2009/10/estrutura_cobit.jpg"><img class="size-full wp-image-4288" title="Os quatro domínios do CobiT" src="http://www.profissionaisti.com.br/wp-content/uploads/2009/10/estrutura_cobit.jpg" alt="Figura 1: Os quatro domínios do CobiT" width="431" height="379" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 1: Os quatro domínios do CobiT</p></div>
<p>A figura 1 ilustra a estrutura do CobiT com os quatro domínios, onde  		claramente está ligado aos processos de negócio da organização. Os mapas  		de controle fornecidos pelo CobiT auxiliam os auditores e gerentes a  		manter controles suficientes para garantir o acompanhamento das  		iniciativas de TI e recomendar a implementação de novas práticas, se  		necessário. O ponto central é o gerenciamento da informação com os  		recursos de TI para garantir o negócio da organização.</p>
<p>Cada domínio cobre um conjunto de processos  		para garantir a completa gestão de TI, somando 34 processos:</p>
<p><strong>Planejamento e Organização</strong></p>
<ol>
<li> Define o plano estratégico de TI</li>
<li> Define a arquitetura da informação</li>
<li> Determina a direção tecnológica</li>
<li> Define a organização de TI e seus  			relacionamentos</li>
<li> Gerencia os investimento de TI</li>
<li> Gerencia a comunicação das direções de  			TI</li>
<li> Gerencia os recursos humanos</li>
<li> Assegura o alinhamento de TI com os  			requerimentos externos</li>
<li> Avalia os riscos</li>
<li> Gerencia os projetos</li>
<li> Gerencia a qualidade</li>
</ol>
<p><strong>Aquisição e implementação</strong></p>
<ol>
<li> Identifica as soluções de automação</li>
<li> Adquire e mantém os softwares</li>
<li> Adquire e mantém a infra-estrutura  			tecnológica</li>
<li> Desenvolve e mantém os procedimentos</li>
<li> Instala e certifica softwares</li>
<li> Gerencia as mudanças</li>
</ol>
<p><strong>Entrega e suporte</strong></p>
<ol>
<li> Define e mantém os acordos de níveis  			de serviços (SLA)</li>
<li> Gerencia os serviços de terceiros</li>
<li> Gerencia a performance e capacidade do  			ambiente</li>
<li> Assegura a continuidade dos serviços</li>
<li> Assegura a segurança dos serviços</li>
<li> Identifica e aloca custos</li>
<li> Treina os usuários</li>
<li> Assiste e aconselha os usuários</li>
<li> Gerencia a configuração</li>
<li> Gerencia os problemas e incidentes</li>
<li> Gerencia os dados</li>
<li> Gerencia a infra-estrutura</li>
<li> Gerencia as operações</li>
</ol>
<p><strong>Monitoração</strong></p>
<ol>
<li> Monitora os processos</li>
<li> Analisa a adequação dos controles  			internos</li>
<li> Prove auditorias independentes</li>
<li> Prove segurança independente</li>
</ol>
<p><strong>Desenvolvimento do CobiT</strong></p>
<p>A primeira publicação foi em 1996 enfocando o controle e análise dos  		sistemas de informação. Sua segunda edição em 1998 ampliou a base de  		recursos adicionando o guia prático de implementação e execução. A  		edição atual, já coordenada pelo IT Governance Institute, introduz as  		recomendações de gerenciamento de ambientes de TI dentro do modelo de  		maturidade de governança.</p>
<p>O CobiT recebe um conjunto de contribuições de várias empresas e  		organismos internacionais, entre eles:</p>
<ul>
<li> Padrões técnicos da ISO, EDIFACT, etc.</li>
<li> Os códigos de conduta emitidos pelo  		Conselho de Europa, OECD, ISACA, etc.</li>
<li> Critérios de qualificação  		para TI e processos: ITSEC, TCSEC, ISO 9000, SPICE, TickIT, etc.</li>
<li> Padrões profissionais para controle  		internos e auditoria: COSO, IFAC, AICPA, CICA, ISACA, IIA, PCIE, GAO,  		etc.</li>
<li> Práticas e exigências dos fóruns da  		indústria (ESF, I4) e das plataformas recomendadas pelos governos (IBAG,  		NIST, DTI), etc.</li>
<li> Exigências das indústrias emergentes como  		operação bancária, comércio eletrônico e engenharia de software.</li>
</ul>
<p><strong>Benefícios do CobiT</strong></p>
<p>Na era da dependência eletrônica dos negócios e da tecnologia, as  		organizações devem demonstrar controles crescentes em segurança. Cada  		organização deve compreender seu próprio desempenho e deve medir seu  		progresso. O <em>benchmarking </em>com outras organizações deve fazer  		parte da estratégia da empresa para conseguir a melhor competitividade  		em TI. As recomendações de gerenciamento do CobiT com orientação no  		modelo de maturidade em governança auxiliam os gerentes de TI no  		cumprimento de seus objetivos alinhados com os objetivos da organização.</p>
<p>Os guidelines de gerenciamento do CobiT focam na gerência por  		desempenho usando os princípios do <em>balanced scorecard</em>. Seus  		indicadores chaves identificam e medem os resultados dos processos,  		avaliando seu desempenho e alinhamento com os objetivos dos negócios da  		organização.</p>
<p><strong>Ferramentas de Gerenciamento do CobiT</strong></p>
<p>Os modelos de maturidade de governança são  		usados para o controle dos processos de TI e fornecem um método  		eficiente para classificar o estágio da organização de TI. A governança  		de TI e seus processos com o objetivo de adicionar valor ao negócio  		através do balanceamento do risco e returno do investimento podem ser  		classificados da seguinte forma:</p>
<blockquote><p>0 Inexistente<br />
1 Inicial / Ad Hoc<br />
2 Repetitivo mas intuitivo<br />
3 Processos definidos<br />
4 Processos gerenciáveis e medidos<br />
5 Processo otimizados</p></blockquote>
<p>Essa abordagem é derivada do modelo de maturidade para  		desenvolvimento de software, <em>Capability Maturity Model for Software</em> (SW-CMM), proposto pelo <em>Software Engineering Institute</em> (SEI). A partir desses níveis, foi desenvolvido para cada um dos 34  		processos do CobiT um roteiro:</p>
<ul>
<li> Onde a organização está hoje</li>
<li> O atual estágio de  		desenvolvimento da industria (<em>best-in-class</em>)</li>
<li> O atual estágio dos padrões internacionais</li>
<li> Aonde a organização quer chegar</li>
</ul>
<p>Os fatores críticos de sucesso definem os  		desafios mais importantes ou ações de gerenciamento que devem ser  		adotadas para colocar sobre controle a gestão de TI. São definidas as  		ações mais importantes do ponto de vista do que fazer a nível  		estratégico, técnico, organizacional e de processo.</p>
<p>Os indicadores de objetivos definem como  		serão mensurados os progressos das ações para atingir os objetivos da  		organização, usualmente expressos nos seguintes termos:</p>
<ul>
<li> Disponibilidade das informações  		necessárias para suportar as necessidades de negócios</li>
<li> Riscos de falta de integridade e  		confidencialidade das informações</li>
<li> Confirmação de confiabilidade, efetividade  		e conformidade das informações.</li>
<li> Eficiência nos custos dos processos e  		operações</li>
</ul>
<p>Indicadores de desempenho definem medidas  		para determinar como os processos de TI estão sendo executados e se eles  		permitem atingir os objetivos planejados; são os indicadores que definem  		se os objetivos serão atingidos ou não; são os indicadores que avaliam  		as boas práticas e habilidades de TI.</p>
<p><strong>Mais informações</strong></p>
<p>Muitas informações do CobiT são padrões abertos e disponíveis  		gratuitamente para download no site do <em>IT Governance Institue’s</em> <a href="http://www.itgi.org/">www.itgovernance.org</a> ou no site do <em>Information System Audit &amp; Control Association</em> <span style="text-decoration: underline;"><a href="http://www.isaca.org/"> www.isaca.org</a></span>.</p>
<p>Referência: <a href="http://www.efagundes.com/Artigos/COBIT.htm" target="_blank">http://www.efagundes.com/Artigos/COBIT.htm</a></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>ITIL: Entrega de Serviços</title>
		<link>http://www.profissionaisti.com.br/2009/07/itil-entrega-de-servicos/</link>
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		<pubDate>Wed, 22 Jul 2009 11:59:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Emerson Dorow</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Governança de TI]]></category>
		<category><![CDATA[ITIL]]></category>
		<category><![CDATA[Entrega Serviços]]></category>

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		<description><![CDATA[Continuando nossos posts, iremos entrar nos processos do ITIL menos operacionais e mais efetivamente de Gestão. Imagine a situação: Seu cliente está com o servidor parado, o gerenciamento de incidentes já investigou tudo o que pôde para resolvero incidente, mas sem sucesso. O Gerenciamento de problemas foi envolvido na questão, e pelo jeito a solução [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a title="ITIL: Gerenciamento de Liberação!" href="http://www.profissionaisti.com.br/2009/07/itil-gerenciamento-de-liberacao/">Continuando nossos  posts</a>, iremos entrar nos processos do ITIL menos operacionais e mais  efetivamente de Gestão.</p>
<p>Imagine a situação: Seu cliente está com  o servidor parado, o gerenciamento de incidentes já investigou tudo  o que pôde para resolvero incidente, mas sem sucesso. O <a title="Gestão de Problemas!" href="http://www.profissionaisti.com.br/2009/03/gestao-de-problemas/">Gerenciamento  de problemas</a> foi envolvido na questão, e pelo jeito a solução para  o problema (causa desconhecida) irá demorar. Seu Service Desk está  passando por incopetente perante o cliente (seja interno ou externo)  devido a demora em colocar o serviço no ar. Dias atrás, a equipe de  TI já havia avisado por telefone (sem registros) a um dos diretores  da empresa, que aquele servidor X poderia parar, e que a organização  não tem contingência para suprir a falha&#8230;mas ele &#8220;não deu bola&#8221;.</p>
<p align="justify">Qual o erro?</p>
<p align="justify">Diria que vários.  Com certeza o processo de Suporte a Serviços foi feito corretamente,  porque estava bem estruturado: Ponto único de contato (Service Desk),  base de conhecimento e etc. E porque então todo este <em>stress</em>?</p>
<p align="justify">A falta do Gerenciamento  da Entrega de Serviços.</p>
<p align="justify">Em um processo de entrega  de serviços, o tempo para resolução de problemas, substituição  de hardware, e o tempo que o cliente poderia ficar &#8220;parado&#8221;, estariam  descritos em uma espécie de contrato ou &#8220;Acordo de Nível de Serviços&#8221;,  comumente chamado de SLA. A partir deste &#8220;Acordo&#8221;,  o Gerenciamento  de Disponibilidade iria suportar o processo que cuida deste &#8220;contrato&#8221; (<a title="Central de Serviços - ITIL!" href="http://www.profissionaisti.com.br/2008/11/central-de-servicos-itil/">Gerenciamento  de Nível de Serviços</a>) com informações para que a disponibilidade  que o cliente precisa sejam alcançadas, e com isso estimar o valor(Gerenciamento  Financeiro) que será necessário investir para ter a disponibilidade  desejada. O gerenciamento de capacidade iria suportar estes dois processos  com informações sobre a capacidade de utilização do ambiente atual  e tendências futuras.</p>
<p align="justify">É fácil ás vezes  querermos uma disponibilidade de 100% dos nossos sistemas, mas de fato,  qual o custo disto? O investimento para alcançar os 100% de disponibilidade,  se justifica ?</p>
<p align="justify">O Gerenciamento da  Entrega de Serviços vem justamente para documentar e fazer valer o  que foi acordado entre a organização e a TI, de modo que a TI possa  entregar o que a organização precisa dentro do tempo necessário e  com o melhor custo, e estar efetivamente alinhada ao negócio.</p>
<p>A entrega de serviços  é formada pelos seguintes processos:</p>
<ul type="DISC">
<li>Gerenciamento    do Nível de Serviços</li>
<li>Gerenciamento    Financeiro para Serviços em TI</li>
<li>Gerenciamento    da Capacidade</li>
<li>Gerenciamento    da Disponibilidade</li>
<li>Gerenciamento    da Continuidade dos Serviços em TI</li>
<li>Gerenciamento    da Segurança (com referência ao livro Gerenciamento da Segurança)</li>
</ul>
<p align="justify">Os quais entraremos  em maiores detalhes nos próximos posts.</p>
<p>Um grande abraço!</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Parte 3 &#8211; Perfil do CIO: uma equação!</title>
		<link>http://www.profissionaisti.com.br/2009/06/parte-3-perfil-do-cio-uma-equacao/</link>
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		<pubDate>Tue, 30 Jun 2009 10:00:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Miriam Vasco</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Governança de TI]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[CIO]]></category>
		<category><![CDATA[Perfil]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.profissionaisti.com.br/?p=2997</guid>
		<description><![CDATA[Leia primeira e a segunda parte desta série que aborda O Perfil do CIO. 2) a psicologia Pode ser confundida com RH, com o feminino, e talvez a mulher tenha esse sentido mais apurado por instinto maternal, mas é fundamental para &#8220;tratar&#8221; pessoas e entender que as mesmas pessoas são os funcionários / profissionais. O [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Leia <a title="Parte 1 - O Perfil do CIO: uma equação!" href="http://www.profissionaisti.com.br/2009/06/o-perfil-do-cio-uma-equacao-parte-1/">primeira</a> e a <a title="Parte 2 - O Perfil do CIO: uma equação!" href="http://www.profissionaisti.com.br/2009/06/parte-2-o-perfil-do-cio-uma-equacao/">segunda</a> parte desta série que aborda O Perfil do CIO.</p>
<p>2) <strong>a psicologia</strong></p>
<p>Pode ser confundida com RH, com o feminino, e talvez a mulher tenha esse sentido mais apurado por instinto maternal, mas é fundamental para &#8220;tratar&#8221; pessoas e entender que as mesmas pessoas são os funcionários / profissionais.</p>
<p>O que isso quer dizer?</p>
<p>Quer dizer que antes de enxergar um profissional na sua frente, perceba um ser humano. Fácil não?</p>
<p>Não, não é fácil.</p>
<p>Mas NUNCA esqueça, são PESSOAS que fazem sua estratégia construir ou destruir! Fracassar ou ter Sucesso!</p>
<p>E por último, falando da mulher profissional, e considerando que a mulher tenha na sua natureza atributos naturais um pouco mais desenvolvidos que o homem como, mais conciliadora, matriarcal e colaborativa, que atributos ela traz na bagagem como CIO?</p>
<p>Eu apostaria num atributo da natureza intrínseca da mulher, que vem do seu âmago, que realmente tem um peso considerável: &#8220;O cuidado&#8221;</p>
<p>E o que é &#8220;cuidado&#8221;?</p>
<p>Mulheres tem habilidades que interessa nunca revelar.<br />
Mulheres são dotadas de coragem e fibra extraordinária, e sendo assim, podem ser meigas e misteriosas ao mesmo tempo. É um dom natural que inclui amor incondicional e sacrifícios, os mesmos que ela dedica sem qualquer hesitação aos filhos, à familia.</p>
<p>Mulheres são &#8220;forjadas&#8221; no dia a dia da batalha!<br />
E ainda, como dizia Coco Chanel, Visionário é quem sabe interpretar os desejos mais profundos das pessoas, não importa o sexo.</p>
<p>Concluindo, uma boa dose de NEXO, os nexialistas, aqueles que buscam as respostas para as questões e apresentam soluções inéditas e INTEGRADAS. O Integrador.</p>
<p>Sem esquecer do CIO homem ou CIO mulher, mulheres e homens convivem todos os dias nas organizações.</p>
<p>O importante é saber dosar e OUSAR.</p>
<p>Se uma empresa incentiva e motiva pessoas, retém talentos, agrega pela polêmica (divergências é sangue para uma organização sadia e duradoura) e apoia a Integração, o trabalho do CIO é entender e buscar a melhor tecnologia, suportar as demandas da empresa com o melhor time (pode ser interno, externo, ou misto) e o melhor orçamento. Para isso, respeitando sempre a Maturidade de TI x A Cultura da Organização.</p>
<p>O que vemos também é que há muita, muita tecnologia, porém a maximização do uso é deficiente. Há sem dúvida, desperdício de funcionalidades, pessoas e dinheiro.</p>
<p>E lembre-se, CIO não é função fim, é função meio. Estamos na adolescência dos Sistemas de Informação. Paradigmas serão quebrados e a ERA Pós Tesarac está chegando, com a transformação de modelos econômicos e sociais já fortemente abalados.</p>
<p>Se tentássemos fazer uma equação do que é necessário para o melhor Perfil de um CIO:</p>
<p><strong><em>CIO = Visão + Ousadia + Coragem e Nexo = Integrador<br />
CIO tem que ter Conteúdo, Comunicar, Interagir e Integrar!<br />
Um Evangelista!</em></strong></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Parte 1 &#8211; O Perfil do CIO: uma equação!</title>
		<link>http://www.profissionaisti.com.br/2009/06/o-perfil-do-cio-uma-equacao-parte-1/</link>
		<comments>http://www.profissionaisti.com.br/2009/06/o-perfil-do-cio-uma-equacao-parte-1/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2009 11:50:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Miriam Vasco</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Governança de TI]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[CIO]]></category>
		<category><![CDATA[Perfil]]></category>

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		<description><![CDATA[Olá pessoal, Vamos falar um pouco sobre o tão &#8220;discutido&#8221; atualmente: Perfil do CIO, e na segunda e terceira parte do artigo, apresentar uma &#8220;equação&#8221;. Geralmente, o que se procura para compor um bom Perfil para um CIO inclui ou considera: Formação: Graduação em Ciência da computação ou Engenharia de software ou Sistemas de informação. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá pessoal,</p>
<p>Vamos falar um pouco sobre o tão &#8220;discutido&#8221; atualmente: <em><strong>Perfil do CIO</strong></em>, e na segunda e terceira parte do artigo, apresentar uma <em><strong>&#8220;equação&#8221;.</strong></em></p>
<p>Geralmente, o que se procura para compor um bom Perfil para um CIO inclui ou considera:</p>
<ul>
<li><strong>Formação:</strong> Graduação em Ciência da computação ou Engenharia de software ou Sistemas de informação. E um MBA numa escola renomada.</li>
<li><strong>Qualificações e Habilidades:</strong> capacidade de liderança, conhecimento do negócio e estratégia, muito mais do que habilidades técnicas.</li>
</ul>
<p>Se todas essas principais exigências, já não podem ser consideradas pouca coisa, imagine num mundo globalizado onde alguém advindo do mundo da tecnologia tenha também que gerar resultados, enfrentar crises, dificuldades, problemas de comunicação, relacionamento, fazer parte do board da empresa e <a title="Papinho de TI: Alinhando TI aos negócios!" href="http://www.profissionaisti.com.br/2009/05/papinho-de-ti-alinhando-ti-aos-negocios/">Alinhar TI ao Negócio</a>. Como?</p>
<p>O que é esse tal de <em><strong>Valor de TI para o negócio?</strong></em> Porque se fala tanto em <em><strong>MBA?</strong></em><br />
Fico me perguntando, que negócio é esse que inventaram e falam em &#8220;<a title="Papinho de TI: Alinhando TI aos negócios!" href="http://www.profissionaisti.com.br/2009/05/papinho-de-ti-alinhando-ti-aos-negocios/">Alinhar TI ao Negócio</a>&#8220;?</p>
<p>Li numa matéria outro dia, e quero me solidarizar com esse pensamento:</p>
<p>&#8220;Curiosamente os cursos de graduação e os MBA&#8217;s de TI ainda apregoam o &#8220;alinhamento&#8221; da TI aos negócios. Se admitimos que alinhar é preciso, <em><strong>admitimos igualmente que andamos em descompasso com a área de negócios</strong></em> e essa é uma equação perversa para a TI que precisa envidar esforços vigorosos para entender o que está se passando e o que dela é esperado&#8221;.</p>
<p>Lembrar que não é o CIO, nem tampouco a área de TI, que define <em><strong>o destino ou as diretrizes da organização,</strong></em> mas sim é suporte, apoio à essas decisões, cabendo a TI a busca da melhor tecnologia e gerir o ambiente para atender as <em><strong>&#8220;Demandas do Negócio&#8221;.</strong></em></p>
<p>E o quem é esse <em><strong>novo CIO </strong></em>que se procura?</p>
<p>Se estão falando no novo CIO, um perfil mais moderno, e considerando que o CIO não necessariamente precise conhecer as técnicas de TI, mas sim ser um estrategista e deixar a tecnologia para o CTO, o que então esse novo CIO precisa incorporar?</p>
<p>E porque também alguns afirmam que <em><strong>CIO mulher </strong></em>tem mais sucesso no exercício da função?</p>
<p>Levando em consideração que a natureza masculina e feminina tem diferenças viscerais, podemos dizer que sim, porque se complementam, porém eu digo que mais <em><strong>dois ingredientes </strong></em>estão sendo esquecidos, e que podem ser masculino ou feminino.</p>
<p>Vamos tentar, resumidamente, responder essas questões, tão discutidas todos o dias nas mais diversas mídias especializadas no <strong>próximo post, aguarde!</strong></p>
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