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	<title>Profissionais TI - Pra quem respira informação &#187; Linux</title>
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	<description>Pra quem respira informação</description>
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		<title>WordPress: Erro 404 ao alterar o padrão dos permalinks</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Feb 2012 11:02:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiz Guanabara</dc:creator>
				<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Utilidades]]></category>
		<category><![CDATA[Wordpress]]></category>
		<category><![CDATA[Apache]]></category>
		<category><![CDATA[Linux]]></category>

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		<description><![CDATA[Um problema muito recorrente para quem usa o WordPress é quando resolvemos alterar o padrão dos links permanentes e recebemos um belo erro 404 em todas as páginas do blog. Para evitar este problema precisamos verificar algumas configurações do servidor para que funcione corretamente, além de instalar um plugin para que as páginas antigas não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Um problema muito recorrente para quem usa o WordPress é quando resolvemos alterar o padrão dos links permanentes e recebemos um belo erro 404 em todas as páginas do blog. Para evitar este problema precisamos verificar algumas configurações do servidor para que funcione corretamente, além de instalar um plugin para que as páginas antigas não fiquem inacessíveis pelos links antigos e percam a indexação do google e outros mecanismos de pesquisa.</p>
<h3 style="text-align: justify;">Configurações do Apache:</h3>
<p style="text-align: justify;">Observe a configuração do VirtualHost do apache:</p>
<blockquote><p>$ sudo vi /etc/apache2/sites-available/[seu site]</p></blockquote>
<p style="text-align: justify;">As opções FollowSymLinks e AllowOverride All devem constar na configuração do seu virtualhost:</p>
<blockquote><p>&lt;Directory /var/www/wordpress&gt;<br />
Options Indexes FollowSymLinks MultiViews<br />
AllowOverride All<br />
Order allow,deny<br />
allow from all<br />
&lt;/Directory&gt;</p></blockquote>
<p style="text-align: justify;">Salve e feche o editor de texto.</p>
<h3 style="text-align: justify;">Permissões do arquivo .htaccess:</h3>
<p style="text-align: justify;">Verifique se o arquivo /&#8230;/wordpress/.htaccess existe e se o WordPress pode escrever nele, uma forma simples de descobrir é acessando Painel&gt;Configurações&gt;Links Permanentes e observando se há alguma mensagem do WordPress referente ao .htaccess. Se você ver a mensagem abaixo, significa que seu .htaccess não pode ser escrito:</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.guanabara.eti.br/wp-content/uploads/2012/01/htaccess.png"><img class="aligncenter  wp-image-53" title="htaccess" src="http://www.guanabara.eti.br/wp-content/uploads/2012/01/htaccess-1024x181.png" alt="" width="504" height="109" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Para resolver este problema, altere as permissões do arquivo, o recomendado pelo wordpress é 644:</p>
<blockquote><p>$ sudo chmod 644 .htaccess</p></blockquote>
<p style="text-align: justify;">No entanto, se o WordPress ainda assim exibir a mensagem acima use temporariamente uma permissão maior, como 755. Depois de ajustar as permissões tente alterar o formato dos permalinks e verifique se o WordPress escreveu no arquivo:</p>
<blockquote><p>$ cat .htacess</p></blockquote>
<p style="text-align: justify;">o conteúdo do arquivo deve ser algo assim:</p>
<blockquote><p># BEGIN WordPress<br />
&lt;IfModule mod_rewrite.c&gt;<br />
RewriteEngine On<br />
RewriteBase /<br />
RewriteRule ^index\.php$ &#8211; [L]<br />
RewriteCond %{REQUEST_FILENAME} !-f<br />
RewriteCond %{REQUEST_FILENAME} !-d<br />
RewriteRule . /index.php [L]<br />
&lt;/IfModule&gt;<br />
#END WordPress</p></blockquote>
<p style="text-align: justify;">Note no início do arquivo: &lt;<strong>IfModule mod_rewrite.c</strong>&gt; isto verifica se o módulo do apache <code>mod_rewrite.c</code> está habilitado, se não estiver o apache ignorará os comandos seguintes do arquivo. Para verificar se o módulo está ativado use:</p>
<blockquote><p>$ ls /etc/apache2/mods-enabled/</p></blockquote>
<p style="text-align: justify;">Se <code>rewrite.load</code> não constar na lista, o módulo está desabilitado (estranhamente no Ubuntu, este módulo vem desativado).</p>
<p style="text-align: justify;">Para habilitar o módulo use o comando:</p>
<blockquote><p>$ sudo a2enmod rewrite</p></blockquote>
<p style="text-align: justify;">A partir daqui, você já poderá alterar a estrutura de permalinks que deverá funcionar.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Plugin para migração dos permalinks:</h4>
<p style="text-align: justify;">Se você está mudando os permalinks com conteúdo já publicado, não vai querer que seus antigos links resultem num 404 certo? Sem falar no PageRank, que acabaria indo pelo ralo já que seus antigos links não funcionam mais.</p>
<p style="text-align: justify;">Para resolver o problema, baixe e instale o <a title="Dean's Permalink Migration" href="http://www.deanlee.cn/wordpress/permalinks-migration-plugin/" target="_blank">Dean&#8217;s plugin for permalinks migration</a> que redireciona os links antigos para os novos, sem complicações. =)</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.guanabara.eti.br/wp-content/uploads/2012/01/permalinksmigration.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-59" title="permalinksmigration" src="http://www.guanabara.eti.br/wp-content/uploads/2012/01/permalinksmigration.png" alt="" width="586" height="172" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Para configurar o plugin acesse no painel: Configurações&gt;PermalinksMigration, informe o formato antigo (neste caso está o padrão: /?p=N) e clique em update options, que o plugin já passa a funcionar corretamente, redirecionando os acessos dos links antigos para os novos.</p>
<p style="text-align: justify;">Pronto! A partir de agora seu blog já deve responder tanto pelos links antigos como pelos novos permalinks! Espero ter ajudado! =)</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: <a href="http://www.guanabara.eti.br/wordpress-erro-404-ao-alterar-o-padrao-dos-permalinks/" target="_blank">Blog Luiz Guanabara </a></p>
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		<item>
		<title>Distribuições Linux e seus lançamentos de versões</title>
		<link>http://www.profissionaisti.com.br/2012/02/distribuicoes-linux-e-seus-lancamentos-de-versoes/</link>
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		<pubDate>Wed, 01 Feb 2012 11:33:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sebastião César Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Papinho de TI]]></category>
		<category><![CDATA[Software Livre]]></category>
		<category><![CDATA[Linux]]></category>

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		<description><![CDATA[Optar pela utilização de software livre deveria ser uma das opções ao se comprar qualquer computador, mas sabemos que proporcionar esse tipo de opção confundiria mais do que ajudaria o incauto usuário que procura um computador apenas para &#8220;entrar no Facebook e no MSN&#8221; além, é claro, do lobby existente pelos grandes fabricantes de software [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Optar pela utilização de software livre deveria ser uma das opções ao se comprar qualquer computador, mas sabemos que proporcionar esse tipo de opção confundiria mais do que ajudaria o incauto usuário que procura um computador apenas para &#8220;entrar no Facebook e no MSN&#8221; além, é claro, do lobby existente pelos grandes fabricantes de software para que tal &#8220;disparate&#8221; não aconteça.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas o <a href="http://www.profissionaisti.com.br/category/software-livre/">software livre</a>, em especial as distribuições Linux, poderiam ser bem mais populares caso a comunidade em torno das mesmas não tomasse uma, ou algumas, atitudes bastante equivocadas do meu ponto de vista, me refiro nesse caso mais especificamente ao curtíssimo espaço deixado entre os lançamentos de versão estáveis dos sistemas.</p>
<p style="text-align: justify;">Antes que comece o apedrejamento quero deixar claro que me refiro as duas distros que utilizo com mais frequência: o Fedora (presença constante no meu note) e o Ubuntu (que não sai do meu desktop), apesar de um pouco a frente deixar também minha opinião sobre os releases estáveis do Debian.</p>
<p style="text-align: justify;">Desde sua concepção, tanto o Fedora quanto o <a title="Conheça o Ubuntu Dicas" href="http://www.ubuntudicas.com.br/blog/" target="_blank">Ubuntu</a> mantiveram o ritmo de lançamento de duas versões estáveis por ano o que prova que essa já é uma cultura enraizada na comunidade, que clama por novidades para se distanciar cada vez mais do Windows em termos de design e funcionalidades. Mas para alcançar esses resultados, acredito que intervalos tão curtos entre os lançamentos não seriam indispensáveis, mesmo admitindo que os releases na maioria das vezes estão realmente estáveis. Por outro lado, é bastante irritante poucas semanas depois de atualizar o sistema ver que uma versão Alpha já está disponível e que antes mesmo de você se acostumar com a maioria das funcionalidades uma nova versão já foi lançada. Claro que alguns desses pontos só acontecem quando a nova versão difere bastante da anterior, como no caso do Fedora 14 para 15. Mesmo assim ciclos de lançamento maiores ajudariam os desenvolvedores a implementar e testar um maior número de funcionalidades e facilitaria bastante a vida de usuários menos técnicos que invariavelmente ficam perdidos com tantos números e codinomes.</p>
<p style="text-align: justify;">O Debian, que mantém um ciclo médio de uma versão estável a cada dois anos, cumpre seu papel de forma adequada, visto que é um sistema para servidores, que logicamente pode ser usado em desktops, então seus releases devem ser exaustivamente testados para evitar grandes problemas no futuro. Para distros focadas no usuário final a média de 1 ano entre cada lançamento estável provavelmente conseguiria alinhar de forma adequada os principais itens envolvidos: a atualização constante do sistema, a satisfação do usuário e a manutenção e evolução da <a href="http://www.profissionaisti.com.br/category/qualidade/">qualidade</a> dos releases.</p>
<p style="text-align: justify;">Além disso, o tempo que provavelmente seria poupado poderia ser usado em um ponto que, atualmente, considero o Calcanhar de Aquiles do <a href="http://www.profissionaisti.com.br/category/software-livre/">Software Livre</a> e o principal empecilho para sua adoção em larga escala: uma suíte de escritório.</p>
<p style="text-align: justify;">É inegável que o principal trunfo da Microsoft é o Office, prova disso é que boa parte do faturamento da mesma provém dele. Também é desnecessário lembrar que uma suíte de escritório é indispensável à maioria dos usuários e que as versões livres, apesar da constante evolução, ainda deixam bastante a desejar em uma comparação direta.</p>
<p style="text-align: justify;">Com o aumento do espaço entre os releases estáveis das distribuições o tempo recuperado poderia ser investido na melhoria do LibreOffice, por exemplo, que é a principal suíte de escritório aberta disponível hoje no mercado. Claro que resalvas devem ser feitas, afinal são projetos diferentes, que exigem profissionais e níveis técnicos diferentes, mas é em situações assim que a comunidade de Software Livre precisa mostrar sua força e superar esses empecilhos. No Brasil um passo importante foi dado em 2011 com a extinção da Associação BrOffice.org e os esforços revertidos em prol do LibreOffice, que passou a ser a versão mais indicada para nos brasileiros.</p>
<p style="text-align: justify;">Logicamente existem diversos pontos de vista, também cobertos pela razão, para a manutenção do ritmo de lançamento dessas distros e outras tantas opiniões contrárias e a favor da união da comunidade em um único projeto, levando em consideração aspectos não citados nesse pequeno texto, mas para que se consiga uma evolução mais rápida e consistente em outros projetos esse esforço conjunto parece ser a opção mais razoável e acessível.</p>
<p style="text-align: justify;">Qual sua opinião? Deixe seu comentário.</p>
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		<title>Como se preparar para certificação LPI</title>
		<link>http://www.profissionaisti.com.br/2011/11/como-se-preparar-para-certificacao-lpi/</link>
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		<pubDate>Tue, 08 Nov 2011 16:19:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marta Vuelma</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Certificação]]></category>
		<category><![CDATA[Software Livre]]></category>
		<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[LPI]]></category>

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		<description><![CDATA[Falando sobre certificação Se você parou para ler este texto eu suponho que: deseja obter a certificação LPI está tentando entender por que se fala tanto em certificação (principalmente Linux) já tem esta certificação e está tentando obter um nível mais elevado Mesmo que você não se enquadre em nenhuma das situações acima, de alguma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3 style="text-align: justify;">Falando sobre certificação</h3>
<p style="text-align: justify;">Se você parou para ler este texto eu suponho que:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>deseja obter a certificação LPI</li>
<li>está tentando entender por que se fala tanto em certificação (principalmente Linux)</li>
<li>já tem esta certificação e está tentando obter um nível mais elevado</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Mesmo que você não se enquadre em nenhuma das situações acima, de alguma maneira veio parar aqui, então espero que tire proveito deste documento. O texto é longo mas realmente existem muitos assuntos a tratar. Boa leitura.<img title="More..." src="http://martavuelma.wordpress.com/wp-includes/js/tinymce/plugins/wordpress/img/trans.gif" alt="" /></p>
<p style="text-align: justify;">Antes de mais nada, preciso fazer alguns esclarecimentos.</p>
<p style="text-align: justify;">O que vou expressar aqui são comentários, experiências pessoais, sugestões, conselhos, dicas e ideias que eu usei durante a minha preparação para LPI. São o resultado de um longo tempo de estudo e preparação que poderão abreviar seu caminho para o estudo, já indicando os materiais mais adequados e outros “macetes”. No entanto, nada do que eu digo aqui é “uma verdade incontestável”. Não existem receitas prontas para levá-lo à certificação. Nem nada que alguém disser poderá poupá-lo de muito estudo e prática dos assuntos aprendidos. Por isso, seja realista: se sua intenção é certificar-se, comece a estudar já! E saiba que terá de encarar o processo de preparação com seriedade e disciplina. Se não fizer isso não chegará a lugar algum.</p>
<h3 style="text-align: justify;">Por que as certificações de TI são tão valorizadas?</h3>
<p style="text-align: justify;">Dizer que o mercado de TI é dinâmico, vasto e complexo já virou clichê. Já faz parte da cartilha de qualquer profissional da área. O que realmente tira o sono destas pessoas é uma pergunta simples: como posso provar que realmente tenho conhecimento na área onde estou ou pretendo trabalhar? Toda vez que uma empresa contrata alguém, independente do que está escrito no currículo ou da experiência que este alguém afirma ter, o empregador está assumindo um risco. É possível que tudo dê certo entre os envolvidos neste binômio. Mas pode não ser assim.</p>
<p style="text-align: justify;">Certificação tem a ver com “aumentar a chance de que o profissional corresponda à expectativa técnica da empresa”. Sabemos que o sucesso na carreira depende também de muitos outros fatores pessoais, objetivos, da empresa, etc. A grande questão é que se somos capazes de provar que dominamos um assunto, diminuímos as variáveis ligadas ao insucesso.</p>
<p style="text-align: justify;">E é justamente por isso que a esmagadora maioria de fabricantes de software ou instituições relacionadas criaram as certificações. O objetivo é permitir ao profissional provar o que realmente sabe.</p>
<p style="text-align: justify;">Certificação não é garantia de emprego, fama e retorno financeiro. É um requisito muito desejável (para não dizer obrigatório) que pode diferenciá-lo de tantos outros que estejam competindo pela mesma vaga. É um forte apoio na hora da decisão de quem vai ser contratado. Considere que você é um empresário e está diante de um grupo de técnicos com currículos e experiências muito semelhantes. Mas um deles possui certificação técnica voltada para a atividade que ele irá desenvolver. Quem você contrataria?</p>
<h3 style="text-align: justify;">O que é a LPI?</h3>
<p style="text-align: justify;">O texto do tópico a seguir foi extraído de: <a href="http://www.lpibrasil.com.br/empresa/o_que.php" target="_blank">http://www.lpibrasil.com.br/empresa/o_que.php</a></p>
<p style="text-align: justify;">O <em>Linux Professional Institute</em> &#8211; LPI &#8211; é uma organização sem fins lucrativos, sediada na Califórnia &#8211; USA e constituída em 1999 pela comunidade Linux, e, desde então, desenvolve de forma acessível um programa de certificação em sistemas GNU/Linux reconhecido internacionalmente por empresas, empregadores e profissionais de TI.</p>
<p style="text-align: justify;">A certificação LPI está entre as 10 mais procuradas do mundo por profissionais da área de Tecnologia da Informação, segundo o site Certcities.com, especializado no assunto.</p>
<p style="text-align: justify;">Certificar-se é uma forma de atestar conhecimentos profissionais, ou seja, validar a eficiência de alguém em determinado assunto.<br />
A principal vantagem da LPI sobre outras certificações Linux é a neutralidade de distribuição, pois as provas do LPI são baseadas no <em>Linux Standard Base</em>, um conjunto de normas que mantém a compatibilidade entre as diferentes versões e distribuições do sistema operacional. A certificação LPI é, portanto, independente da distribuição.</p>
<p style="text-align: justify;">O LPI é reconhecido como a primeira organização do mundo a defender e ajudar o uso profissional do Linux, <em>Open Source e <a href="http://www.profissionaisti.com.br/category/software-livre/">Free Software</a></em>. Os exames de certificação do LPI são aplicados em milhares de lugares no mundo, em vários idiomas e com o apoio de empresários, fabricantes e instrutores.</p>
<p style="text-align: justify;">O programa de exames do LPI é aplicado mundialmente por intermédio da Pearson VUE e da Thomson Prometric em seus centros de certificação e está também disponível na forma de exames tradicionais, aplicados em papel.</p>
<h3 style="text-align: justify;">Por onde começar?</h3>
<p style="text-align: justify;">Antes de mais nada, decidir por obter uma certificação significa decidir por adicionar um diferencial ao seu currículo. E Isso requer dedicação e responsabilidade. Sendo assim, estruturar e seguir um plano de estudos é fundamental. Dentro deste plano deve estar definido quando e onde estudar, horários, materiais que serão utilizados, etc. Vou falar em mais detalhes sobre o material mais a frente neste documento.</p>
<p style="text-align: justify;">Considero necessário dizer neste momento que quando estamos nos preparando para um processo como este, estamos também nos aprimorando em nossa área de atuação e adquirindo um grande volume de conhecimento. O que quero dizer com isso é que obter um título de certificação é uma oportunidade de ampliar muito nosso horizonte e não só de passar em uma prova.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>LPI-ID</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Uma etapa importante da preparação para a LPI é a criação do LPI-ID. Esse número é que identificará o candidato todas as vezes que for necessário agendar uma prova ou acessar o site da LPI para verificar o status ou comprovar sua certificação. O LPI-ID pode ser criado aqui: <a href="https://cs.lpi.org/caf/Xamman/register" target="_blank">https://cs.lpi.org/caf/Xamman/register</a>.</p>
<h3 style="text-align: justify;">Onde fazer as provas</h3>
<p style="text-align: justify;">Após isso é importante localizar um centro autorizado VUE ou Prometric na sua cidade ou arredores onde serão realizadas as provas. Nos endereços a seguir você pode pesquisar pelo melhor local: <a href="http://www.vue.com/" target="_blank">http://www.vue.com/</a> e <a href="http://www.prometric.com/" target="_blank">http://www.prometric.com</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">No Brasil, a LPI também oferece oportunidades especiais de realização da prova em eventos específicos, como é o caso do Forum Internacional do Software Livre em Porto Alegre (<a href="http://softwarelivre.org/fisl11" target="_blank">http://softwarelivre.org/fisl11</a>).</p>
<p style="text-align: justify;">O agendamento das provas se dá diretamente no site da VUE ou Prometric. Para fazer o pagamento é necessário possuir um cartão de crédito internacional.</p>
<h3 style="text-align: justify;">Organização dos níveis</h3>
<p style="text-align: justify;">A LPI dispõe atualmente de 3 níveis de certificação, conforme abaixo. Para atingir o nível 2 é necessário possui o nível 1. O mesmo se aplica para o nível 3 que requer os 2 anteriores.</p>
<p style="text-align: justify;">A certificação nível 1 é voltada para uso, configuração e manutenção de uma máquina local conectada à rede. Para obter o LPIC-1 é necessário realizar 2 provas (117-101 e 117-102). Cada prova custa US$ 160,00.</p>
<p style="text-align: justify;">A certificação nível 2 é focada na manutenção e configuração de ambientes de servidor. Para obter o LPIC-2 também é preciso atingir os objetivos em 2 provas (117-201 e 117-202) de igual valor das anteriores.</p>
<p style="text-align: justify;">A certificação de nível 3 é o topo da pirâmide, conhecida como Senior Level Linux Professional . Para obter o LPIC-3 é necessário realizar uma prova base (117-301 – Core, US$ 260,00) e uma ou mais provas de especialidade (LPI-302 &#8211; Mixed Environment, LPI-303 – Security, LPI 304 &#8211; Virtualization and High Availability), cada uma pelo mesmo valor da primeira deste nível. Em breve espera-se que seja divulgada a nova prova LPI 305 &#8211; Mail and Messaging Services. Também existe uma proposta de instituir a LPI-306 – Web Services, mas ainda não há nada definido para esta última.</p>
<h3 style="text-align: justify;">Aplicação das provas</h3>
<p style="text-align: justify;">Para os candidatos que realizam as provas em centros autorizados VUE ou Prometric, as mesmas são realizadas no computador e o resultado é conhecido no momento da finalização do exame. As provas podem ter 60 questões para serem respondidas em 90 minutos ou (como ocorreu comigo na 117-201) 80 questões para 120 minutos. Ao responder cada questão é possível marcar para revisão no final da prova assim como é possível voltar para questões anteriores durante o andamento da prova.</p>
<p style="text-align: justify;">Em situações especiais também são realizadas provas escritas (como no FISL). Mesmo para as pessoas que sentem-se mais à vontade com este tipo de avaliação, o tempo para se conhecer o resultado pode ser desestimulante. Pode levar de 15 a 45 dias para chegar o resultado.</p>
<p style="text-align: justify;">As provas do nível 1 estão disponíveis em português ou inglês. Do nível 2 em diante, somente inglês está disponível.</p>
<p style="text-align: justify;">Existem questões com uma única resposta certa, várias respostas certas, completar e digitar comandos. Sempre que existe mais de uma resposta certa, isso é indicado na questão.</p>
<p style="text-align: justify;">O score mínimo necessário para ser aprovado é 500 pontos. O valor total da prova é 800. As questões tem diferentes pesos conforme o tópico a que se relacionam. Isso tudo pode ser consultado no link informado mais adiante.</p>
<h3 style="text-align: justify;">Material de estudo</h3>
<p style="text-align: justify;">Muito bem, você já decidiu que vai se dedicar ao LPI-1 e trilhar este longo mas recompensador caminho da <a href="http://www.profissionaisti.com.br/certificacoes/">certificação</a>. A próxima dúvida óbvia é por onde começar a estudar. É neste momento que é preciso ter em mente que não existe nenhum material que contenha absolutamente tudo que é preciso estudar para passar nas provas.</p>
<p style="text-align: justify;">Se você espera comprar um livro de 500 ou 1000 páginas que será seu único material de estudo, recomendo rever seus conceitos. É comum encontrarmos em fóruns discussões sem fim sobre este ou aquele título. Críticas muito positivas ou terrivelmente negativas sobre este ou aquele autor. Esqueça isso! O programa de estudo para a LPI pode ser consultado aqui: <a href="http://www.lpi.org/eng/certification" target="_blank">http://www.lpi.org/eng/certification</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">Existem ótimos autores que publicaram livros que representam excelentes roteiros de estudo. Alguns mais completos, outros menos. Mas nenhum deles é definitivo e deve ser acompanhado de outras fontes e muita prática dos tópicos aprendidos.</p>
<p style="text-align: justify;">Possui um computador com Linux para testar os comandos é muito importante. A maioria de nós aprende e fixa muito mais rapidamente aquilo que executa. Também existem aqueles (como eu) que precisam escrever, fazer resumos, desenhos, etc., para gravar melhor. A escolha do método de estudo varia de pessoa para pessoa. O imprescindível é identificar o seu método e praticá-lo.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando você for utilizar material disponível na Internet é preciso ter cuidado se o mesmo está atualizado de acordo com as provas. Por exemplo, as provas atuais são focadas no kernel 2.6.</p>
<p style="text-align: justify;">O mesmo cuidado acima se aplica aos livros. Como o programa da LPI foi reformulado em 2009, é preciso observar a data de publicação dos livros para que atendam este novo programa.</p>
<h3 style="text-align: justify;">Sugestão de material</h3>
<p style="text-align: justify;">Levando em consideração o que foi dito acima, segue uma breve lista de sugestões de material para estudo. Lembre-se: escolha o que lhe for mais interessante e complemente com outras fontes de material alternativo e atualizado.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Livros específicos para certificação</strong></p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Certificação Linux – Uirá Ribeiro – 2ª Edição &#8211; <a href="http://www.certificacaolinux.com.br/" target="_blank">http://www.certificacaolinux.com.br/ </a>(Neste link também existe um simulado para as provas do nível 1 e um mapa mental muito úteis.)</li>
<li>Certificação LPI-1 – Luciano Siqueira – 3ª Edição &#8211; <a href="http://www.linuxnewmedia.com.br/shopping/livro/certificacaeo_lpi_1_3_edicaeo" target="_blank">http://www.linuxnewmedia.com.br/shopping/livro/certificacaeo_lpi_1_3_edicaeo</a></li>
<li>Certificação LPI-2 – Luciano Siqueira – 2ª Edição &#8211; <a href="http://www.linuxnewmedia.com.br/shopping/livro/certificacaeo_lpi_2_2a_edicaeo">http://www.linuxnewmedia.com.br/shopping/livro/certificacaeo_lpi_2_2a_edicaeo</a></li>
<li>LPI Linux Certification in a Nutshell &#8211; Adam Haeder, Stephen Addison Schneiter, Bruno Gomes Pessanha, James Stanger &#8211; 3<sup>rd</sup> Edition &#8211; <a href="http://oreilly.com/catalog/9780596804886/">http://oreilly.com/catalog/9780596804886/</a></li>
<li>LPIC-1: Linux Professional Institute Certification Study Guide: (Exams 101 and 102) &#8211; Roderick W. Smith – 2ª Edition &#8211; <a href="http://www.sybex.com/WileyCDA/SybexTitle/LPIC-1-Linux-Professional-Institute-Certification-Study-Guide-Exams-101-and-102-2nd-Edition.productCd-0470404833.html">http://www.sybex.com/WileyCDA/SybexTitle/LPIC-1-Linux-Professional-Institute-Certification-Study-Guide-Exams-101-and-102-2nd-Edition.productCd-0470404833.html</a></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><strong>Outros títulos complementares e recomendados</strong></p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Linux: o Guia Essencial &#8211; Siever, Weber, Figgins, Love &amp; Robbins – 5º Edição</li>
<li>Linux &#8211; Guia do Administrador do Sistema – Rubem Ferreira &#8211; 2ª Edição</li>
<li>Manual Completo do Linux &#8211; Guia do Administrador &#8211; Evi Nemeth e outros &#8211; 2ª Edição</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><strong>Simulados</strong></p>
<ul style="text-align: justify;">
<li><a href="http://www.testking.com/" target="_blank">http://www.testking.com</a></li>
<li><a href="http://armbrust.eti.br/">http://armbrust.eti.br/</a></li>
<li><a href="http://www.stato.blog.br/wordpress/simulados/open/lpi201/index.html">http://www.stato.blog.br/wordpress/simulados/open/lpi201/index.html</a></li>
<li><a href="http://www.penguintutor.com/certification.php" target="_blank">http://www.penguintutor.com/certification.php</a></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><strong>Sites recomendados</strong></p>
<ul style="text-align: justify;">
<li><a href="http://www.vivaolinux.com.br/">http://www.vivaolinux.com.br</a></li>
<li><a href="http://br-linux.org/">http://br-linux.org/</a></li>
<li><a href="http://www.ibm.com/developerworks/linux/library/l-lpic1-v3-map/index.html">http://www.ibm.com/developerworks/linux/library/l-lpic1-v3-map/index.html</a></li>
<li><a href="http://www.guiafoca.org/">http://www.guiafoca.org/</a></li>
<li><a href="http://www.linuxquestions.org/questions/">http://www.linuxquestions.org/questions/</a></li>
<li><a href="http://searchenterpriselinux.techtarget.com/">http://searchenterpriselinux.techtarget.com/</a></li>
<li><a title="Site do Prof. Uirá Ribeiro sobre Certificação LPI" href="http://www.certificacaolinux.com.br/certificacao.htm" target="_blank">http://www.certificacaolinux.com.br/certificacao.htm</a></li>
</ul>
<h3 style="text-align: justify;">Considerações finais</h3>
<p style="text-align: justify;">A intenção deste documento é auxiliar àqueles que pretendem se certificar em <a href="http://www.profissionaisti.com.br/tag/linux">Linux</a>. Tenho certeza que muitos terão sugestões e inúmeras perguntas vão surgir. Fique à vontade para perguntar e sugerir. Com isso poderei tornar as informações aqui contidas mais úteis e eficazes para todos. Participe e auxilie no aprimoramento deste artigo.</p>
<p style="text-align: justify;">Para finalizar, agradeço a todos os alunos e amigos que já me perguntaram alguma coisa sobre LPI. Foram as perguntas de vocês que me levaram a escrever este texto.</p>
<p style="text-align: justify;">Bons estudos e boa prova!<br />
Marta Vuelma &#8211; <a href="http://twitter.com/MartaVuelma" target="_blank">@MartaVuelma</a></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Artigo publicado em: Meu Blog (<a href="http://martavuelma.wordpress.com" target="_blank">martavuelma.wordpress.com</a>) e <a href="http://www.vivaolinux.com.br" target="_blank">Viva o Linux</a></em></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Usuários e Grupos no Linux</title>
		<link>http://www.profissionaisti.com.br/2011/09/usuarios-e-grupos-no-linux/</link>
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		<pubDate>Mon, 05 Sep 2011 16:48:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ítalo Diego Teotônio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Infraestrutura]]></category>
		<category><![CDATA[Software Livre]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Linux]]></category>

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		<description><![CDATA[No Linux, as restrições básicas de acesso são implementadas através de um sistema de permissões simples, porém eficiente, que consiste em um conjunto de três permissões de acesso (ler, gravar e executar) e três grupos (dono, grupo e outros), que combinados podem fazer muita coisa. Usuários Quando falamos em Gerenciamento de usuários no Linux, os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">No Linux, as restrições básicas de acesso são implementadas através de um sistema de permissões simples, porém eficiente, que consiste em um conjunto de três permissões de acesso (<strong>ler, gravar e executar</strong>) e três grupos (<strong>dono, grupo e outros</strong>), que combinados podem fazer muita coisa.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff0000;"><strong>Usuários</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;">Quando falamos em Gerenciamento de usuários no Linux, os dois comandos mais básicos são <strong>adduser </strong>e <strong>passwd,</strong> que permitem, respectivamente, adicionar novos usuários e alterar as senhas de acesso posteriormente.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong># adduser italo</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Cria o usuário italo, onde será pedido algumas informações do mesmo, dentre elas a senha.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong># passwd italo</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Altera a senha do usuário ítalo</p>
<p style="text-align: justify;">Para remover um usuário anteriormente criado utilize o comando <strong>deluser</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong># deluser ítalo</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Este comando remove apenas a conta do usuário, sem apagar seus arquivos no diretório <strong><em>/home</em></strong>, para apagar esses arquivos, utilize o comando com o parâmetro  <strong>&#8211;remove-home</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong># deluser ítalo &#8211;remove-home </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;">Se você quiser bloquear a conta de um usuário, utilize o comando:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong># passwd –l ítalo</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Para desbloquear a conta use:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong># passwd –u ítalo</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;">Os usuários são cadastrados no sistema através do arquivo <strong><em>/etc/passwd</em></strong>. Acessando este arquivo você verá informações referentes aos usuários, tais como:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>italo:x:1001:1001:,,,:/home/ítalo:/bin/bash</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Neste arquivo, cada campo é separado por :. </strong></p>
<ul style="text-align: justify;">
<li><strong>italo – </strong>Nome de Login do usuário</li>
<li><strong>x – </strong>Indica que a senha do usuário está localizada no arquivo /etc/shadow</li>
<li><strong>1001 – </strong>UID do usuário</li>
<li><strong>1001 – </strong>GID do usuário</li>
<li><strong>,,, &#8211; </strong>Informações do usuário, tais como Nome, Telefone. Observe que neste exemplo essas informações não foram preenchidas.</li>
<li><strong>/home/ítalo – </strong>Diretório HOME do usuário.<strong> </strong></li>
<li><strong>/bin/bash &#8211; </strong>Shell do usuário, ou seja, o programa que irá enterpretar os comandos que o usuário executar.<strong> </strong></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">É possível editar as configurações do usuário manualmente através deste arquivo.</p>
<p style="text-align: justify;">No arquivo <strong><em>/etc/shadow</em></strong> são salvas as senhas dos usuários.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff0000;"><strong>Grupos</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;">Além das configurações de usuários, temos as configurações de grupos, que permitem organizar os usuários e definir as permissões de acesso de forma mais genérica.</p>
<p style="text-align: justify;">Para adicionar um grupo, utilizamos o comando <strong>groupadd</strong>, como em:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong># groupadd professores</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Para adicionar os usuários desejados ao grupo, usamos o próprio comando <strong>adduser</strong>, seguido pelo <strong>login</strong> e o <strong>grupo</strong> ao qual ele deve ser adicionado (uma conta de cada vez).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong># adduser ítalo professores</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Para mostrar os grupos a qual o usuário ítalo pertence, use o comando:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong># groups ítalo</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;">As informações sobre os grupos e seus usuários ficam salvas em <strong><em>/etc/group</em></strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Neste arquivo é possível adicionar um usuário a um grupo manualmente, basta colocar uma vírgula seguida do nome do usuário que deseja acrescentar:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>professores:x:1002:ítalo, gabriella</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;">Assim, o usuário <strong>gabriella</strong> agora fará parte do grupo <strong>professores</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Referência: <a href="http://www.hardware.com.br/tutoriais/usuarios-grupos-permissoes/" target="_blank">Guia do Hardware</a><br />
Confira mais em: <a href="http://www.techlivre.com.br" target="_blank">www.techlivre.com.br</a></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Linux &#8211; Sistema de Permissões</title>
		<link>http://www.profissionaisti.com.br/2011/08/linux-sistema-de-permissoes/</link>
		<comments>http://www.profissionaisti.com.br/2011/08/linux-sistema-de-permissoes/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 30 Aug 2011 16:09:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ítalo Diego Teotônio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Software Livre]]></category>
		<category><![CDATA[Utilidades]]></category>
		<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Permissões]]></category>

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		<description><![CDATA[Permissões No Linux, as permissões são agrupadas em três atributos principais: leitura, gravação e execução (no caso de arquivos) ou listagem do conteúdo (no caso das pastas). Eles são representados, respectivamente pelas letras r,w, x. As permissões são definidas de forma separada para o dono, o grupo (que inclui todos os usuários incluídos nele) e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3 style="text-align: justify;">Permissões</h3>
<p style="text-align: justify;">No Linux, as permissões são agrupadas em três atributos principais: leitura, gravação e execução (no caso de arquivos) ou listagem do conteúdo (no caso das pastas). Eles são representados, respectivamente pelas letras r,w, x.</p>
<p style="text-align: justify;">As permissões são definidas de forma separada para o dono, o grupo (que inclui todos os usuários incluídos nele) e para os outros, ou seja, todos os demais usuários do sistema. Em geral, o dono tem acesso completo, o grupo tem permissões variáveis  e os demais apenas podem ler os arquivos, sem fazer qualquer alteração.</p>
<p style="text-align: justify;">A ideia básica da segurança no sistema GNU/Linux é definir o acesso aos arquivos por donos, grupos e outros usuários:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li><strong>Dono</strong> &#8211; É a pessoa que criou o arquivo ou o diretório. Normalmente, somente o dono pode modificar as permissões de acesso do arquivo. As permissões de acesso do dono de um arquivo somente se aplicam ao dono do arquivo/diretório. A identificação do dono também é chamada de <strong>user id (UID).</strong></li>
<li><strong>Grupo</strong> &#8211; Permite que vários usuários diferentes tenham acesso a um mesmo arquivo mesmo não sendo dono daquele arquivo. Por padrão, quando um novo usuário é criado e não especificar nenhum grupo, ele pertencerá ao grupo de mesmo nome do seu usuário. A identificação do grupo é chamada de <strong>GID (group id).</strong> Um usuário pode pertencer a um ou mais grupos. outros</li>
<li><strong>Outros &#8211; </strong>É a categoria de usuários que não são donos ou não pertencem ao grupo do arquivo.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Quanto aos tipos de permissões que se aplicam ao <strong>dono, grupo e outros usuários</strong>, temos 3 permissões básicas:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li><strong>r</strong> &#8211; Permissão de leitura para arquivos. Caso for um diretório, permite listar seu conteúdo (através do comando <em>ls</em>, por exemplo).</li>
<li><strong>w</strong> &#8211; Permissão de gravação para arquivos. Caso for um diretório, permite a gravação de arquivos ou outros diretórios dentro dele. Para que um arquivo/diretório possa ser apagado, é necessário o acesso a gravação.</li>
<li><strong>x</strong> &#8211; Permite executar um arquivo (caso seja um programa executável). Caso seja um diretório, permite que seja acessado através do comando <strong><em>cd</em></strong>.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<h3 style="text-align: justify;">Verificando as Permissões</h3>
<p style="text-align: justify;">As permissões de acesso a um arquivo/diretório podem ser visualizadas com o uso do comando <strong>ls -l</strong>. As 3 letras (rwx) são agrupadas da seguinte forma:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>drwxr-xr&#8211; root root teste</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A primeira letra diz qual é o tipo do arquivo. Caso tiver um <strong>&#8220;d&#8221;</strong> é um diretório, um <strong>&#8220;l&#8221;</strong> um link a um arquivo no sistema, um <strong>&#8220;-&#8221;</strong> quer dizer que é um arquivo comum, etc.</p>
<p style="text-align: justify;">Da segunda a quarta letra <strong>(rwx)</strong> dizem qual é a permissão de acesso ao dono do arquivo. Neste caso root ele tem a permissão de ler (<strong>r &#8211; read), gravar (w &#8211; write) e executar (x &#8211; execute)</strong> o arquivo <strong>computadores</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Da quinta a sétima letra <strong>(r-x)</strong> diz qual é a permissão de acesso ao grupo do arquivo. Neste caso todos os usuários que pertencem ao grupo <strong>root </strong>tem a permissão de <strong>ler (r),</strong> e também <strong>executar (x)</strong> o arquivo <strong>teste</strong>. Lembre-se que quanto um usuário é criado, um grupo com o nome do usuário também é criado. Isso explica o fato do <strong><em>“root root”</em>,</strong> que indica que o arquivo pertence ao <strong><em>usuário root</em></strong> e ao <strong><em>grupo root.</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Da oitava a décima letra <strong>(r&#8211;)</strong> diz qual é a permissão de acesso para os outros usuários. Neste caso todos os usuários que não são donos do arquivo teste tem a permissão somente para <strong>ler (r) </strong>o arquivo.</p>
<p style="text-align: justify;">O primeiro <strong>root </strong>indica o nome do dono do arquivo.</p>
<p style="text-align: justify;">O segundo <strong>root </strong>indica o nome do grupo que o arquivo pertence.</p>
<p style="text-align: justify;">A palavra <strong>teste </strong>indica o nome da pasta.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<h3 style="text-align: justify;">Ajustando as Permissões</h3>
<p style="text-align: justify;">Para ajustar as permissões de acesso de um arquivo/diretório, utilizamos os comandos <strong>chmod</strong> e <strong>chown.</strong> O primeiro permite ajustar as permissões de arquivos e pastas, enquanto o segundo permite transferir a posse, dizendo a qual usuário e a qual grupo determinada pasta ou arquivo pertence.</p>
<p style="text-align: justify;">Para que os <strong>usuários do</strong> <strong>grupo professores</strong> possam alterar o conteúdo da pasta, o primeiro passo é alterar as <strong>permissões</strong>, <strong>transferindo a</strong> <strong>posse do grupo root para o grupo professores</strong>. Nesse caso, não precisamos alterar o dono da pasta, que pode continuar sendo o root.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong># chown –R root:professores teste</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;">O <strong>–R</strong> no exemplo faz com que a alteração seja aplicada de forma recursiva, afetando todos os arquivos e subpastas. Sem ele, a alteração seria aplicada apenas a pasta propriamente dita, mas não ao seu conteúdo. Em seguida, especificamos o <strong>novo dono e o novo grupo</strong>, separados por<strong> </strong>: seguido da <strong>pasta</strong>. Com isso as permissões serão alteradas para:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>drwxr-xr&#8211; root professores teste</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;">Falta agora alterar as permissões de acesso para o grupo, de forma que os usuários possam finalmente escrever na pasta. Para isso, usamos o comando <strong>chmod –R g+rw</strong>, que especifica que o <strong>grupo (g)</strong> terá permissão de <strong>leitura e escruta (+rw):</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>chmod –R g+rw teste</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;">Se você quisesse fazer o oposto, ou seja, remover a permissão de escrita para o grupo, usaria o <strong>chmod –R g-w teste</strong>, se quisesse remover a permissão de leitura para todos os demais usuários usaria o <strong>chmod –R o-r </strong>e, se quisesse abrir as permissões para todo mundo, usaria o <strong>chmod –R ugo+rwx</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Abaixo, segue uma pequena “cola” com os parâmetros:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li><strong>-R:</strong> Recursivo, altera as permissões de todo o conteúdo da pasta, opcional.</li>
<li><strong>u:</strong> Permissões para o dono da pasta (user)</li>
<li><strong>g:</strong> Permissões para o grupo (group)</li>
<li><strong>o:</strong> Permissões para os demais (others)</li>
<li><strong>+:</strong> Adiciona a permissão</li>
<li><strong>-:</strong> Remove a permissão</li>
<li><strong>r:</strong> Permissão de leitura</li>
<li><strong>w:</strong> Permissão de gravação</li>
<li><strong>x:</strong> No caso dos arquivos indica permissão de escrita e, no caso da pasta, permissão para ver o conteúdo.</li>
</ul>
<h3 style="text-align: justify;">Modo Octal</h3>
<p style="text-align: justify;">Ao invés de utilizar os modos de permissão +r, -r, etc, pode ser usado o modo octal para se alterar a permissão de acesso a um arquivo. O modo octal é um conjunto de oito números onde cada número define um tipo de acesso diferente.</p>
<p style="text-align: justify;">O uso de um destes números define a permissão de acesso do dono, grupo ou outros usuários. Um modo fácil de entender como as permissões de acesso octais funcionam, é através da seguinte tabela:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>1 = Executar</li>
<li>2 = Gravar</li>
<li>4 = Ler</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">A soma desses números define as permissões concedidas.</p>
<p style="text-align: justify;">É mais flexível gerenciar permissões de acesso usando o modo octal ao invés do comum, pois você especifica diretamente a permissão do dono, grupo, outros ao invés de gerenciar as permissões de cada um separadamente. Abaixo a lista de permissões de acesso octal:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>0 &#8211; Nenhuma permissão de acesso. Equivalente a -rwx.</li>
<li>1 &#8211; Permissão de execução (x).</li>
<li>2 &#8211; Permissão de gravação (w).</li>
<li>3 &#8211; Permissão de gravação e execução (wx). Equivalente a permissão 2+1</li>
<li>4 &#8211; Permissão de leitura (r).</li>
<li>5 &#8211; Permissão de leitura e execução (rx). Equivalente a permissão 4+1</li>
<li>6 &#8211; Permissão de leitura e gravação (rw). Equivalente a permissão 4+2</li>
<li>7 &#8211; Permissão de leitura, gravação e execução. Equivalente a +rwx (4+2+1).</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Vamos à prática com alguns exemplos:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong># chmod 764 teste</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Os números são interpretados da <strong>direita para a esquerda</strong> como permissão de acesso aos <strong>outros usuários (4), grupo (6), e dono (7).</strong> O exemplo acima faz os <strong>outros usuários</strong> <strong>(4)</strong> terem acesso <strong>somente leitura (r)</strong> ao arquivo teste, o <strong>grupo (6)</strong> ter a permissão de <strong>leitura e gravação (rw)</strong>, e o <strong>dono (7)</strong> ter permissão <strong>de leitura, gravação e execução (rwx)</strong> ao arquivo teste.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong># chmod 40 teste</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O exemplo acima define a permissão de acesso dos <strong>outros usuários (0)</strong> como nenhuma, e define a permissão de acesso do <strong>grupo (4)</strong> <strong>como somente leitura (r).</strong> Note usei somente dois números e então a permissão de acesso do dono do arquivo <strong>não é modificada</strong> (leia as permissões de acesso da direita para a esquerda!).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong># chmod 751 teste</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O exemplo acima define a permissão de acesso dos outros <strong>usuários (1)</strong> para somente <strong>execução (x),</strong> o acesso do <strong>grupo (5)</strong> como <strong>leitura e execução (rx)</strong> e o acesso do <strong>dono (7)</strong> como <strong>leitura, gravação e execução (rwx).</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Referências: <a href="http://focalinux.cipsga.org.br/guia/iniciante/ch-perm.html" target="_blank">Guia Foca GNU/Linux</a> e <a href="http://www.hardware.com.br/tutoriais/usuarios-grupos-permissoes/" target="_blank">Guia do Hardware</a><br />
Confira mais em: <a href="http://www.techlivre.com.br/" target="_blank">www.techlivre.com.br</a></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Microsoft participa de ação para comemorar os 20 anos do Linux</title>
		<link>http://www.profissionaisti.com.br/2011/07/microsoft-participa-de-acao-para-comemorar-os-20-anos-do-linux/</link>
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		<pubDate>Fri, 22 Jul 2011 12:19:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jackson Caset</dc:creator>
				<category><![CDATA[Microsoft]]></category>
		<category><![CDATA[Software Livre]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeos]]></category>
		<category><![CDATA[Linux]]></category>

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		<description><![CDATA[Pra quem achou o título do texto improvável, vai ter uma surpresa, pois foi isso mesmo que aconteceu. Em comemoração aos 20 anos do Linux, a Linux Foundation criou uma ação (dentre várias outras) solicitando aos usuários que enviassem vídeos falando sobre suas experiências na utilização do sistema. Para a surpresa da comunidade, a Microsoft [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Pra quem achou o título do texto improvável, vai ter uma surpresa, pois foi isso mesmo que aconteceu.</p>
<p style="text-align: justify;">Em comemoração aos 20 anos do Linux, a <strong>Linux Foundation</strong> criou uma ação (dentre várias outras) solicitando aos usuários que enviassem vídeos falando sobre suas experiências na utilização do sistema. Para a surpresa da comunidade, a Microsoft (Alemanha) resolveu contar um pouco sobre sua experiência, o que resultou no vídeo abaixo. Assista e tire suas conclusões.</p>
<p style="text-align: center;"><iframe frameborder="0" height="330" src="http://www.youtube.com/embed/ZA2kqAIOoZM" width="580"></iframe></p>
<p style="text-align: justify;">Acredito que a Microsoft tenha percebido durante os últimos anos que pode compartilhar e adquirir muito conhecimento juntando-se a comunidade do software livre, por isso, a última frase passou de &#8220;Microsoft VS. Linux&#8221; para &#8220;Microsoft E Linux&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Qual a sua opinião?</p>
<p style="text-align: justify;">Visto no <a href="http://www.tecnoblog.net" target="_blank">Tecnoblog</a></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Curso de Shell Script: Módulo #0 &#8211; Comandos Básicos do Linux</title>
		<link>http://www.profissionaisti.com.br/2011/05/curso-de-shell-script-modulo-0-comandos-basicos-do-linux/</link>
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		<pubDate>Tue, 10 May 2011 11:19:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roberto Beraldo Chaiben</dc:creator>
				<category><![CDATA[Básico]]></category>
		<category><![CDATA[Curso Gratuito]]></category>
		<category><![CDATA[Software Livre]]></category>
		<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Shell]]></category>
		<category><![CDATA[Unix]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.profissionaisti.com.br/?p=16925</guid>
		<description><![CDATA[Pretendo escrever uma série de posts sobre Shell Script, para ensinar e consolidar o que sei, além de aprender alguns detalhes a mais. Não adianta querer programar usando Shell sem conhecer os comandos básicos do Linux. Por isso, o primeiro módulo do &#8220;curso&#8221; abordará os comandos básicos do Linux, que são fundamentais para a construção [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Pretendo escrever uma série de posts sobre Shell Script, para ensinar e consolidar o que sei, além de aprender alguns detalhes a mais.</p>
<p style="text-align: justify;">Não adianta querer programar usando Shell sem conhecer os comandos básicos do Linux. Por isso, o primeiro módulo do &#8220;curso&#8221; abordará os comandos básicos do Linux, que são fundamentais para a construção dos scripts.</p>
<p style="text-align: justify;">Vamos analisar apenas alguns comandos, os mais conhecidos e usados, juntamente com algumas de suas opções. A maioria dos comandos permitem o uso de inúmeras opções, não sendo possível abordar todos elas neste texto.</p>
<p style="text-align: justify;">Antes de iniciarmos, vale lembrar que os manuais de todos os comandos podem ser lidos usando o comando <code>man nome_do_comando</code>, por exemplo:</p>

<div class="wp_syntax"><div class="code"><pre class="bash" style="font-family:monospace;">$ <span style="color: #c20cb9; font-weight: bold;">man</span> <span style="color: #7a0874; font-weight: bold;">echo</span></pre></div></div>

<p style="text-align: justify;">A maioria dos comandos também têm a opção -h, ou &#8211;help, que lista os parâmetros aceitos pelo programa.</p>
<p style="text-align: justify;">Os comandos estão ordenados alfabeticamente, sem levar em consideração relevância ou complexidade de utilização.</p>
<h3 style="text-align: justify;">Sumário</h3>
<p style="text-align: justify;"><a href="#cmd_awk">awk</a><br />
<a href="#cmd_cat">cat</a><br />
<a href="#cmd_cd">cd</a><br />
<a href="#cmd_chmod">chmod</a><br />
<a href="#cmd_cut">cut</a><br />
<a href="#cmd_date">date</a><br />
<a href="#cmd_diff">diff</a><br />
<a href="#cmd_echo">echo</a><br />
<a href="#cmd_find">find</a><br />
<a href="#cmd_grep">grep</a><br />
<a href="#cmd_head">head</a><br />
<a href="#cmd_kill">kill</a><br />
<a href="#cmd_ls">ls</a><br />
<a href="#cmd_printf">printf</a><br />
<a href="#cmd_rev">rev</a><br />
<a href="#cmd_scp">scp</a><br />
<a href="#cmd_sed">sed</a><br />
<a href="#cmd_seq">seq</a><br />
<a href="#cmd_sort">sort</a><br />
<a href="#cmd_ssh">ssh</a><br />
<a href="#cmd_tac">tac</a><br />
<a href="#cmd_tail">tail</a><br />
<a href="#cmd_top">top</a></p>
<h3 style="text-align: justify;"><a name="cmd_awk">awk</a></h3>
<p style="text-align: justify;">O AWK é uma linguagem de programação para processamento de textos. Ao lado do comando <a href="#cmd_sed">SED</a>, é capaz de realizar muitos truques.</p>
<p style="text-align: justify;">Um post exclusivo sobre AWK pode ser visto aqui:</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.rberaldo.com.br/blog/tutorial-awk" target="_blank">http://www.rberaldo.com.br/blog/tutorial-awk</a></p>
<h3 style="text-align: justify;"><a name="cmd_cat">cat</a></h3>
<p style="text-align: justify;">Exibe o conteúdo de um arquivo.</p>
<p style="text-align: justify;">Opções:<br />
-n : numera as linhas</p>
<p style="text-align: justify;">Exemplos:</p>

<div class="wp_syntax"><div class="code"><pre class="bash" style="font-family:monospace;">$ <span style="color: #c20cb9; font-weight: bold;">cat</span> <span style="color: #000000; font-weight: bold;">/</span>etc<span style="color: #000000; font-weight: bold;">/</span><span style="color: #c20cb9; font-weight: bold;">hostname</span>
orion</pre></div></div>


<div class="wp_syntax"><div class="code"><pre class="bash" style="font-family:monospace;">$ <span style="color: #c20cb9; font-weight: bold;">cat</span> <span style="color: #660033;">-n</span> <span style="color: #000000; font-weight: bold;">/</span>etc<span style="color: #000000; font-weight: bold;">/</span><span style="color: #c20cb9; font-weight: bold;">hostname</span>
     <span style="color: #000000;">1</span>	orion</pre></div></div>

<h3 style="text-align: justify;"><a name="cmd_cd">cd</a></h3>
<p style="text-align: justify;">Muda o diretório de trabalho, ou seja, entra em um determinado diretório.</p>
<p style="text-align: justify;">Exemplo:</p>

<div class="wp_syntax"><div class="code"><pre class="bash" style="font-family:monospace;">$ <span style="color: #7a0874; font-weight: bold;">cd</span> <span style="color: #000000; font-weight: bold;">/</span>tmp</pre></div></div>


<div class="wp_syntax"><div class="code"><pre class="bash" style="font-family:monospace;">$ <span style="color: #7a0874; font-weight: bold;">cd</span> ~</pre></div></div>

<h3 style="text-align: justify;"><a name="cmd_chmod">chmod</a></h3>
<p style="text-align: justify;">O chmod (<em>change mode</em>) muda as permissões de um arquivo ou diretório. O sistema de permissões em sistemas Unix-Like, como Linux ou Mac OS, é um dos pontos fortes desses sistemas. Porém, infelizmente, poucos usuários realmente sabem usá-lo.</p>
<p style="text-align: justify;">Um post exclusivo ao chmod pode ser lido aqui: <a href="http://www.rberaldo.com.br/blog/chmod-permissoes-em-sistemas-linux-e-unix-like" target="_blank">http://www.rberaldo.com.br/blog/chmod-permissoes-em-sistemas-linux-e-unix-like</a></p>
<h3 style="text-align: justify;"><a name="cmd_cut">cut</a></h3>
<p style="text-align: justify;">Separa trechos ou campos de uma linha, por meio de um delimitador. Também trunca textos, exibindo apenas um número específico de caracteres.</p>
<p style="text-align: justify;">Opções<br />
-d : define o delimitador<br />
-f : define o(s) campo(s) a ser(em) exibido(s)<br />
-c : número do caractere a ser exibido ou intervalo de caracteres</p>
<p style="text-align: justify;">Exemplos:</p>

<div class="wp_syntax"><div class="code"><pre class="bash" style="font-family:monospace;">$ <span style="color: #7a0874; font-weight: bold;">echo</span> <span style="color: #ff0000;">&quot;um:dois:tres:quatro&quot;</span> <span style="color: #000000; font-weight: bold;">|</span> <span style="color: #c20cb9; font-weight: bold;">cut</span> -d: <span style="color: #660033;">-f</span> <span style="color: #000000;">2</span>
dois</pre></div></div>


<div class="wp_syntax"><div class="code"><pre class="bash" style="font-family:monospace;">$ <span style="color: #7a0874; font-weight: bold;">echo</span> <span style="color: #ff0000;">&quot;um:dois:tres:quatro&quot;</span> <span style="color: #000000; font-weight: bold;">|</span> <span style="color: #c20cb9; font-weight: bold;">cut</span> -d: <span style="color: #660033;">-f</span> <span style="color: #000000;">2</span>,<span style="color: #000000;">3</span>
dois:tres</pre></div></div>

<p style="text-align: justify;">Também é possível definir intervalo de valores para a opção -f:</p>

<div class="wp_syntax"><div class="code"><pre class="bash" style="font-family:monospace;">$ <span style="color: #7a0874; font-weight: bold;">echo</span> <span style="color: #ff0000;">&quot;um:dois:tres:quatro&quot;</span> <span style="color: #000000; font-weight: bold;">|</span> <span style="color: #c20cb9; font-weight: bold;">cut</span> -d: <span style="color: #660033;">-f</span> <span style="color: #000000;">1</span>-<span style="color: #000000;">3</span>
um:dois:tres</pre></div></div>


<div class="wp_syntax"><div class="code"><pre class="bash" style="font-family:monospace;">$ <span style="color: #7a0874; font-weight: bold;">echo</span> <span style="color: #ff0000;">&quot;um:dois:tres:quatro&quot;</span> <span style="color: #000000; font-weight: bold;">|</span> <span style="color: #c20cb9; font-weight: bold;">cut</span> -d: <span style="color: #660033;">-f</span> <span style="color: #000000;">2</span>-
dois:tres:quatro</pre></div></div>


<div class="wp_syntax"><div class="code"><pre class="bash" style="font-family:monospace;">$ <span style="color: #7a0874; font-weight: bold;">echo</span> <span style="color: #ff0000;">&quot;1234567890&quot;</span> <span style="color: #000000; font-weight: bold;">|</span> <span style="color: #c20cb9; font-weight: bold;">cut</span> <span style="color: #660033;">-c</span> <span style="color: #000000;">7</span>
<span style="color: #000000;">7</span></pre></div></div>


<div class="wp_syntax"><div class="code"><pre class="bash" style="font-family:monospace;">$ <span style="color: #7a0874; font-weight: bold;">echo</span> <span style="color: #ff0000;">&quot;1234567890&quot;</span> <span style="color: #000000; font-weight: bold;">|</span> <span style="color: #c20cb9; font-weight: bold;">cut</span> <span style="color: #660033;">-c</span> <span style="color: #000000;">1</span>,<span style="color: #000000;">3</span>,<span style="color: #000000;">5</span>
<span style="color: #000000;">135</span></pre></div></div>


<div class="wp_syntax"><div class="code"><pre class="bash" style="font-family:monospace;">beraldo<span style="color: #000000; font-weight: bold;">@</span>orion:~$ <span style="color: #7a0874; font-weight: bold;">echo</span> <span style="color: #ff0000;">&quot;1234567890&quot;</span> <span style="color: #000000; font-weight: bold;">|</span> <span style="color: #c20cb9; font-weight: bold;">cut</span> <span style="color: #660033;">-c</span> <span style="color: #000000;">1</span>-<span style="color: #000000;">7</span>
<span style="color: #000000;">1234567</span></pre></div></div>


<div class="wp_syntax"><div class="code"><pre class="bash" style="font-family:monospace;">$ <span style="color: #7a0874; font-weight: bold;">echo</span> <span style="color: #ff0000;">&quot;1234567890&quot;</span> <span style="color: #000000; font-weight: bold;">|</span> <span style="color: #c20cb9; font-weight: bold;">cut</span> <span style="color: #660033;">-c</span> <span style="color: #000000;">8</span>-
<span style="color: #000000;">890</span></pre></div></div>


<div class="wp_syntax"><div class="code"><pre class="bash" style="font-family:monospace;">beraldo<span style="color: #000000; font-weight: bold;">@</span>orion:~$ <span style="color: #7a0874; font-weight: bold;">echo</span> <span style="color: #ff0000;">&quot;1234567890&quot;</span> <span style="color: #000000; font-weight: bold;">|</span> <span style="color: #c20cb9; font-weight: bold;">cut</span> <span style="color: #660033;">-c</span> <span style="color: #660033;">-5</span>
<span style="color: #000000;">12345</span></pre></div></div>

<h3 style="text-align: justify;"><a name="cmd_date">date</a></h3>
<p style="text-align: justify;">Mostra a data atual ou uma data específica, com diversas opções para formatação da data.</p>
<p style="text-align: justify;">Opções:<br />
-d : especifica a data (Ex: tomorrow, 5 days ago)<br />
+%? : define o padrão de formatação da data. A lista de opções pode ser lida no manual do comando (<code>man date</code>).</p>
<p style="text-align: justify;">Exemplos:</p>

<div class="wp_syntax"><div class="code"><pre class="bash" style="font-family:monospace;">$ <span style="color: #c20cb9; font-weight: bold;">date</span>
Dom Mai  <span style="color: #000000;">1</span> <span style="color: #000000;">20</span>:05:<span style="color: #000000;">47</span> BRT <span style="color: #000000;">2011</span></pre></div></div>


<div class="wp_syntax"><div class="code"><pre class="bash" style="font-family:monospace;">$ <span style="color: #c20cb9; font-weight: bold;">date</span> <span style="color: #660033;">-d</span> <span style="color: #ff0000;">&quot;yesterday&quot;</span>
Sáb Abr <span style="color: #000000;">30</span> <span style="color: #000000;">20</span>:05:<span style="color: #000000;">59</span> BRT <span style="color: #000000;">2011</span></pre></div></div>


<div class="wp_syntax"><div class="code"><pre class="bash" style="font-family:monospace;">$ <span style="color: #c20cb9; font-weight: bold;">date</span> <span style="color: #660033;">-d</span> <span style="color: #ff0000;">&quot;2 days ago&quot;</span>
Sex Abr <span style="color: #000000;">29</span> <span style="color: #000000;">20</span>:06:<span style="color: #000000;">10</span> BRT <span style="color: #000000;">2011</span></pre></div></div>


<div class="wp_syntax"><div class="code"><pre class="bash" style="font-family:monospace;">beraldo<span style="color: #000000; font-weight: bold;">@</span>orion:~$ <span style="color: #c20cb9; font-weight: bold;">date</span> <span style="color: #660033;">-d</span> <span style="color: #ff0000;">&quot;2 days&quot;</span>
Ter Mai  <span style="color: #000000;">3</span> <span style="color: #000000;">20</span>:06:<span style="color: #000000;">13</span> BRT <span style="color: #000000;">2011</span></pre></div></div>


<div class="wp_syntax"><div class="code"><pre class="bash" style="font-family:monospace;">$ <span style="color: #c20cb9; font-weight: bold;">date</span> +<span style="color: #ff0000;">&quot;%d/%m/%Y&quot;</span>
01<span style="color: #000000; font-weight: bold;">/</span>05<span style="color: #000000; font-weight: bold;">/</span><span style="color: #000000;">2011</span></pre></div></div>


<div class="wp_syntax"><div class="code"><pre class="bash" style="font-family:monospace;">$ <span style="color: #c20cb9; font-weight: bold;">date</span> <span style="color: #660033;">-d</span> <span style="color: #ff0000;">&quot;30 days&quot;</span> +<span style="color: #ff0000;">&quot;Daqui 30 dias será %d/%m/%Y&quot;</span>
Daqui <span style="color: #000000;">30</span> dias será <span style="color: #000000;">31</span><span style="color: #000000; font-weight: bold;">/</span>05<span style="color: #000000; font-weight: bold;">/</span><span style="color: #000000;">2011</span></pre></div></div>

<h3 style="text-align: justify;"><a name="cmd_diff">diff</a></h3>
<p style="text-align: justify;">Exibe as diferenças entre dois arquivos.</p>
<p style="text-align: justify;">Opções:<br />
-i : case-insensitive (indiferente a maiúsculas e minúsculas)<br />
-y : exibe as diferenças lado a lado<br />
-E : ignora diferenças no tamanho do TAB<br />
-B : ignora linhas vazias<br />
-b : ignora quantidade de espaços</p>
<p style="text-align: justify;">Outros comandos semelhantes muito úteis: <code>vimdiff</code> e <code>diff3</code></p>
<p style="text-align: justify;">O comando diff é muito útil para encontrar cópias de trabalhos de faculdade, por exemplo. <img src='http://www.profissionaisti.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_razz.gif' alt=':P' class='wp-smiley' /> </p>
<h3 style="text-align: justify;"><a name="cmd_echo">echo</a></h3>
<p style="text-align: justify;">Exibe um texto na saída padrão.</p>
<p style="text-align: justify;">Opções:<br />
-n : não pula linha no final do texto<br />
-e : interpreta caracteres de escape</p>
<p style="text-align: justify;">Exemplos:</p>

<div class="wp_syntax"><div class="code"><pre class="bash" style="font-family:monospace;">$ <span style="color: #7a0874; font-weight: bold;">echo</span> <span style="color: #ff0000;">&quot;sou <span style="color: #000099; font-weight: bold;">\n</span> um <span style="color: #000099; font-weight: bold;">\n</span> texto&quot;</span>
sou \n um \n texto</pre></div></div>


<div class="wp_syntax"><div class="code"><pre class="bash" style="font-family:monospace;">$ <span style="color: #7a0874; font-weight: bold;">echo</span> <span style="color: #660033;">-e</span> <span style="color: #ff0000;">&quot;sou <span style="color: #000099; font-weight: bold;">\n</span> um <span style="color: #000099; font-weight: bold;">\n</span> texto&quot;</span>
sou
 um
 texto</pre></div></div>

<h3 style="text-align: justify;"><a name="cmd_find">find</a></h3>
<p style="text-align: justify;">Localiza arquivos no sistema de arquivos.</p>
<p style="text-align: justify;">Esse comando possui diversas opções e truques. Por isso, merece um post específico para ele. Um post muito bom sobre o find pode ser encontrado aqui:</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://gerencievocemesmo.com.br/site/?p=56" target="_blank">http://gerencievocemesmo.com.br/site/?p=56</a></p>
<h3 style="text-align: justify;"><a name="cmd_grep">grep</a></h3>
<p style="text-align: justify;">Localiza padrões dentro de um ou mais arquivos. A busca é feita usando Expressões Regulares.</p>
<p style="text-align: justify;">Opções:<br />
-i : case-insensitive<br />
-v : inverte o critério de busca<br />
-r : recursivo, busca em subdiretórios também<br />
-n : mostra, também, o número da linha<br />
-c : conta o número de linhas que casaram com o padrão<br />
-l : exibe só o nome do arquivo onde o padrão foi encontrado<br />
-A N : mostra N linhas após a linha onde o padrão foi encontrado<br />
-B N : mostra N linhas antes da linha onde o padrão foi encontrado<br />
-C N : mostra N linhas antes e depois da linha onde o padrão foi encontrado</p>

<div class="wp_syntax"><div class="code"><pre class="bash" style="font-family:monospace;">$ <span style="color: #c20cb9; font-weight: bold;">seq</span> <span style="color: #000000;">10</span> <span style="color: #000000; font-weight: bold;">|</span> <span style="color: #c20cb9; font-weight: bold;">grep</span> <span style="color: #660033;">-A2</span> <span style="color: #660033;">-B3</span> <span style="color: #ff0000;">&quot;5&quot;</span>
<span style="color: #000000;">2</span>
<span style="color: #000000;">3</span>
<span style="color: #000000;">4</span>
<span style="color: #000000;">5</span>
<span style="color: #000000;">6</span>
<span style="color: #000000;">7</span></pre></div></div>


<div class="wp_syntax"><div class="code"><pre class="bash" style="font-family:monospace;">$ <span style="color: #7a0874; font-weight: bold;">echo</span> <span style="color: #660033;">-e</span> <span style="color: #ff0000;">&quot;olá<span style="color: #000099; font-weight: bold;">\n</span>sou<span style="color: #000099; font-weight: bold;">\n</span>1<span style="color: #000099; font-weight: bold;">\n</span>teste<span style="color: #000099; font-weight: bold;">\n</span>para<span style="color: #000099; font-weight: bold;">\n</span>grep&quot;</span> <span style="color: #000000; font-weight: bold;">|</span> <span style="color: #c20cb9; font-weight: bold;">grep</span> <span style="color: #ff0000;">&quot;^[a-z]&quot;</span>
olá
sou
teste
para
<span style="color: #c20cb9; font-weight: bold;">grep</span></pre></div></div>


<div class="wp_syntax"><div class="code"><pre class="bash" style="font-family:monospace;">$ <span style="color: #7a0874; font-weight: bold;">echo</span> <span style="color: #660033;">-e</span> <span style="color: #ff0000;">&quot;olá<span style="color: #000099; font-weight: bold;">\n</span>sou<span style="color: #000099; font-weight: bold;">\n</span>1<span style="color: #000099; font-weight: bold;">\n</span>teste<span style="color: #000099; font-weight: bold;">\n</span>para<span style="color: #000099; font-weight: bold;">\n</span>grep&quot;</span> <span style="color: #000000; font-weight: bold;">|</span> <span style="color: #c20cb9; font-weight: bold;">grep</span> <span style="color: #660033;">-v</span> <span style="color: #ff0000;">&quot;^[a-z]&quot;</span>
<span style="color: #000000;">1</span></pre></div></div>

<p style="text-align: justify;">Para usar todos os recursos das Expressões Regulares, use <code>egrep</code> em vez de <code>grep</code>, o que permite usar grupos, quantificadores &#8220;+&#8221; e &#8220;{quantificador}&#8221;.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><a name="cmd_head">head</a></h3>
<p style="text-align: justify;">Mostra o início de um arquivo. O limite pode ser estabelecido em número de linhas ou caracteres. É o inverso do comando <code>tail</code>.</p>
<p style="text-align: justify;">Opções:<br />
-n N : exibe as N primeiras linhas<br />
-c N : exibe os N primeiros caracteres</p>
<p style="text-align: justify;">Exemplos:</p>

<div class="wp_syntax"><div class="code"><pre class="bash" style="font-family:monospace;">$ <span style="color: #7a0874; font-weight: bold;">echo</span> <span style="color: #660033;">-e</span> <span style="color: #ff0000;">&quot;olá, sou<span style="color: #000099; font-weight: bold;">\n</span>um teste<span style="color: #000099; font-weight: bold;">\n</span>para o<span style="color: #000099; font-weight: bold;">\n</span>comando head&quot;</span> <span style="color: #000000; font-weight: bold;">|</span> <span style="color: #c20cb9; font-weight: bold;">head</span> <span style="color: #660033;">-n</span> <span style="color: #000000;">2</span>
olá, sou
um teste</pre></div></div>


<div class="wp_syntax"><div class="code"><pre class="bash" style="font-family:monospace;">$ <span style="color: #7a0874; font-weight: bold;">echo</span> <span style="color: #660033;">-e</span> <span style="color: #ff0000;">&quot;ola, sou<span style="color: #000099; font-weight: bold;">\n</span>um teste<span style="color: #000099; font-weight: bold;">\n</span>para o<span style="color: #000099; font-weight: bold;">\n</span>comando head&quot;</span> <span style="color: #000000; font-weight: bold;">|</span> <span style="color: #c20cb9; font-weight: bold;">head</span> <span style="color: #660033;">-c</span> <span style="color: #000000;">7</span>
ola, so</pre></div></div>

<h3 style="text-align: justify;"><a name="cmd_kill">kill</a></h3>
<p style="text-align: justify;">O comando kill &#8220;mata&#8221; processos, ou seja, encerra, ou força o encerramento, de um programa.</p>
<p style="text-align: justify;">Opções:<br />
-9 : força o encerramento da execução de um processo<br />
-1 : mata todos os processos que o usuário pode matar</p>
<p style="text-align: justify;">Exemplos:</p>
<p style="text-align: justify;">Força o encerramento do processo 1234:</p>

<div class="wp_syntax"><div class="code"><pre class="bash" style="font-family:monospace;">$ <span style="color: #c20cb9; font-weight: bold;">kill</span> <span style="color: #660033;">-9</span> <span style="color: #000000;">1234</span></pre></div></div>

<p style="text-align: justify;">Encerra a sessão do usuário, ou seja, força o encerramento de todos os seus processos:</p>

<div class="wp_syntax"><div class="code"><pre class="bash" style="font-family:monospace;">$ <span style="color: #c20cb9; font-weight: bold;">kill</span> <span style="color: #660033;">-1</span> <span style="color: #660033;">-9</span></pre></div></div>

<p style="text-align: justify;">Os IDs dos processos (PID &#8211; Process ID) podem ser encontrados usando o comando ps, que é o gerenciador de processos. Com as opções &#8220;ux&#8221;, listam-se os processos do usuário. Com grep podemos filtrar a saída pelo processo desejado:</p>

<div class="wp_syntax"><div class="code"><pre class="bash" style="font-family:monospace;">$ <span style="color: #c20cb9; font-weight: bold;">ps</span> ux <span style="color: #000000; font-weight: bold;">|</span> <span style="color: #c20cb9; font-weight: bold;">grep</span> skype
beraldo   <span style="color: #000000;">2267</span>  <span style="color: #000000;">1.0</span>  <span style="color: #000000;">2.0</span> <span style="color: #000000;">281508</span> <span style="color: #000000;">82968</span> ?        Sl   09:<span style="color: #000000;">58</span>   <span style="color: #000000;">0</span>:<span style="color: #000000;">41</span> skype
beraldo   <span style="color: #000000;">5672</span>  <span style="color: #000000;">0.0</span>  <span style="color: #000000;">0.0</span>  <span style="color: #000000;">10128</span>   <span style="color: #000000;">848</span> pts<span style="color: #000000; font-weight: bold;">/</span><span style="color: #000000;">0</span>    S+   <span style="color: #000000;">11</span>:04   <span style="color: #000000;">0</span>:00 <span style="color: #c20cb9; font-weight: bold;">grep</span> <span style="color: #660033;">--color</span>=auto skype</pre></div></div>

<p style="text-align: justify;">O skype é o processo 2267. Para forçar seu encerramento, fazemos:</p>

<div class="wp_syntax"><div class="code"><pre class="bash" style="font-family:monospace;">$ <span style="color: #c20cb9; font-weight: bold;">kill</span> <span style="color: #660033;">-9</span> <span style="color: #000000;">2267</span></pre></div></div>

<p style="text-align: justify;">Como lição de casa, vale ler os manuais dos comandos killall e pkill. <img src='http://www.profissionaisti.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<h3 style="text-align: justify;"><a name="cmd_ls">ls</a></h3>
<p style="text-align: justify;">Lista o conteúdo de um diretório.</p>
<p style="text-align: justify;">Opções:<br />
-a : lista arquivos e diretórios ocultos<br />
-l : mostra diversos atributos dos arquivos e diretórios, como data de criação, dono, permissões etc<br />
-R : lista o conteúdo recursivamente</p>
<p style="text-align: justify;">Exemplos:</p>

<div class="wp_syntax"><div class="code"><pre class="bash" style="font-family:monospace;">$ <span style="color: #c20cb9; font-weight: bold;">ls</span></pre></div></div>


<div class="wp_syntax"><div class="code"><pre class="bash" style="font-family:monospace;">$ <span style="color: #c20cb9; font-weight: bold;">ls</span> <span style="color: #660033;">-a</span></pre></div></div>


<div class="wp_syntax"><div class="code"><pre class="bash" style="font-family:monospace;">$ <span style="color: #c20cb9; font-weight: bold;">ls</span> <span style="color: #660033;">-l</span></pre></div></div>


<div class="wp_syntax"><div class="code"><pre class="bash" style="font-family:monospace;">$ <span style="color: #c20cb9; font-weight: bold;">ls</span> <span style="color: #660033;">-la</span></pre></div></div>


<div class="wp_syntax"><div class="code"><pre class="bash" style="font-family:monospace;">$ <span style="color: #c20cb9; font-weight: bold;">ls</span> <span style="color: #660033;">-laR</span></pre></div></div>

<h3 style="text-align: justify;"><a name="cmd_printf">printf</a></h3>
<p style="text-align: justify;">Exibe um texto na tela, com várias opções de formatação, semelhante à função <code>printf()</code>, da linguagem C.</p>
<p style="text-align: justify;">As opções de formatação são praticamente as mesmas da linguagem C. A lista completa pode ser vista no manual (<code>man printf</code>).</p>
<p style="text-align: justify;">Exemplos:</p>

<div class="wp_syntax"><div class="code"><pre class="bash" style="font-family:monospace;">$ <span style="color: #7a0874; font-weight: bold;">printf</span> <span style="color: #ff0000;">&quot;%x<span style="color: #000099; font-weight: bold;">\n</span>&quot;</span> <span style="color: #000000;">15</span>
f</pre></div></div>


<div class="wp_syntax"><div class="code"><pre class="bash" style="font-family:monospace;">$ <span style="color: #7a0874; font-weight: bold;">printf</span> <span style="color: #ff0000;">&quot;%o<span style="color: #000099; font-weight: bold;">\n</span>&quot;</span> <span style="color: #000000;">7</span>
<span style="color: #000000;">7</span></pre></div></div>


<div class="wp_syntax"><div class="code"><pre class="bash" style="font-family:monospace;">$ <span style="color: #7a0874; font-weight: bold;">printf</span> <span style="color: #ff0000;">&quot;%o<span style="color: #000099; font-weight: bold;">\n</span>&quot;</span> <span style="color: #000000;">8</span>
<span style="color: #000000;">10</span></pre></div></div>


<div class="wp_syntax"><div class="code"><pre class="bash" style="font-family:monospace;">$ <span style="color: #7a0874; font-weight: bold;">printf</span> <span style="color: #ff0000;">&quot;%05d<span style="color: #000099; font-weight: bold;">\n</span>&quot;</span> <span style="color: #000000;">70</span>
00070</pre></div></div>


<div class="wp_syntax"><div class="code"><pre class="bash" style="font-family:monospace;">$ <span style="color: #7a0874; font-weight: bold;">printf</span> <span style="color: #ff0000;">&quot;%.2f<span style="color: #000099; font-weight: bold;">\n</span>&quot;</span> <span style="color: #000000;">70</span>
<span style="color: #000000;">70</span>,00</pre></div></div>

<h3 style="text-align: justify;"><a name="cmd_rev">rev</a></h3>
<p style="text-align: justify;">Esse comando inverte uma string.</p>
<p style="text-align: justify;">Exemplos:</p>

<div class="wp_syntax"><div class="code"><pre class="bash" style="font-family:monospace;">$ <span style="color: #7a0874; font-weight: bold;">echo</span> <span style="color: #ff0000;">&quot;texto&quot;</span> <span style="color: #000000; font-weight: bold;">|</span> <span style="color: #c20cb9; font-weight: bold;">rev</span>
otxet</pre></div></div>


<div class="wp_syntax"><div class="code"><pre class="bash" style="font-family:monospace;">$ <span style="color: #7a0874; font-weight: bold;">echo</span> <span style="color: #ff0000;">&quot;duh&quot;</span> <span style="color: #000000; font-weight: bold;">|</span> <span style="color: #c20cb9; font-weight: bold;">rev</span>
hud</pre></div></div>

<h3 style="text-align: justify;"><a name="cmd_scp">scp</a></h3>
<p style="text-align: justify;">Copia arquivos e diretórios via <a href="#cmd_ssh">ssh</a>, ou seja, cópia segura entre máquinas remotas.</p>
<p style="text-align: justify;">Opções:<br />
-r : cópia recursiva</p>
<p style="text-align: justify;">Sintaxe:</p>

<div class="wp_syntax"><div class="code"><pre class="bash" style="font-family:monospace;">$ <span style="color: #c20cb9; font-weight: bold;">scp</span> <span style="color: #7a0874; font-weight: bold;">&#91;</span>opções<span style="color: #7a0874; font-weight: bold;">&#93;</span> maquina:origem destino
$ <span style="color: #c20cb9; font-weight: bold;">scp</span> <span style="color: #7a0874; font-weight: bold;">&#91;</span>opções<span style="color: #7a0874; font-weight: bold;">&#93;</span> origem maquina:destino</pre></div></div>

<p style="text-align: justify;">Exemplos:</p>

<div class="wp_syntax"><div class="code"><pre class="bash" style="font-family:monospace;">$ <span style="color: #c20cb9; font-weight: bold;">scp</span> 192.168.0.100:~<span style="color: #000000; font-weight: bold;">/</span>arquivo.txt .</pre></div></div>


<div class="wp_syntax"><div class="code"><pre class="bash" style="font-family:monospace;">$ <span style="color: #c20cb9; font-weight: bold;">scp</span> arquivo.txt 192.168.0.102:~</pre></div></div>

<h3 style="text-align: justify;"><a name="cmd_sed">sed</a></h3>
<p style="text-align: justify;">Linguagem para edição de arquivos e textos. Veja um post exclusivo a ela aqui: <a href="http://www.rberaldo.com.br/blog/o-comando-sed-do-linux/">http://www.rberaldo.com.br/blog/o-comando-sed-do-linux/</a></p>
<h3 style="text-align: justify;"><a name="cmd_seq">seq</a></h3>
<p style="text-align: justify;">Exibe uma sequência de números.</p>
<p style="text-align: justify;">Opções:<br />
-s : separador (padrão &#8220;\n&#8221;)<br />
-f : formato (padrão &#8220;%g&#8221;)</p>
<p style="text-align: justify;">Exemplos:</p>

<div class="wp_syntax"><div class="code"><pre class="bash" style="font-family:monospace;">$ <span style="color: #c20cb9; font-weight: bold;">seq</span> <span style="color: #000000;">3</span>
<span style="color: #000000;">1</span>
<span style="color: #000000;">2</span>
<span style="color: #000000;">3</span></pre></div></div>


<div class="wp_syntax"><div class="code"><pre class="bash" style="font-family:monospace;">$ <span style="color: #c20cb9; font-weight: bold;">seq</span> <span style="color: #000000;">3</span> <span style="color: #000000;">5</span>
<span style="color: #000000;">3</span>
<span style="color: #000000;">4</span>
<span style="color: #000000;">5</span></pre></div></div>


<div class="wp_syntax"><div class="code"><pre class="bash" style="font-family:monospace;">$ <span style="color: #c20cb9; font-weight: bold;">seq</span> <span style="color: #000000;">3</span> <span style="color: #000000;">2</span> <span style="color: #000000;">10</span>
<span style="color: #000000;">3</span>
<span style="color: #000000;">5</span>
<span style="color: #000000;">7</span>
<span style="color: #000000;">9</span></pre></div></div>


<div class="wp_syntax"><div class="code"><pre class="bash" style="font-family:monospace;">$ <span style="color: #c20cb9; font-weight: bold;">seq</span> <span style="color: #000000;">10</span> <span style="color: #660033;">-2</span> <span style="color: #000000;">0</span>
<span style="color: #000000;">10</span>
<span style="color: #000000;">8</span>
<span style="color: #000000;">6</span>
<span style="color: #000000;">4</span>
<span style="color: #000000;">2</span>
<span style="color: #000000;">0</span></pre></div></div>


<div class="wp_syntax"><div class="code"><pre class="bash" style="font-family:monospace;">$ <span style="color: #c20cb9; font-weight: bold;">seq</span> -s, <span style="color: #000000;">10</span> <span style="color: #660033;">-2</span> <span style="color: #000000;">0</span>
<span style="color: #000000;">10</span>,<span style="color: #000000;">8</span>,<span style="color: #000000;">6</span>,<span style="color: #000000;">4</span>,<span style="color: #000000;">2</span>,<span style="color: #000000;">0</span></pre></div></div>


<div class="wp_syntax"><div class="code"><pre class="bash" style="font-family:monospace;">$ <span style="color: #c20cb9; font-weight: bold;">seq</span> -s, <span style="color: #660033;">-f</span><span style="color: #ff0000;">&quot;%04g&quot;</span> <span style="color: #000000;">10</span> <span style="color: #660033;">-2</span> <span style="color: #000000;">0</span>
0010,0008,0006,0004,0002,0000</pre></div></div>

<h3 style="text-align: justify;"><a name="cmd_sort">sort</a></h3>
<p style="text-align: justify;">Ordena linhas de um texto, alfabética ou numericamente.</p>
<p style="text-align: justify;">Opções:<br />
-n : ordena numericamente<br />
-r : ordena inversamente (de Z para A e de 9 para 1)<br />
-f : case-insensitive<br />
-k N : ordena pela coluna N do texto<br />
-t : separador de coluna para a opção -k (padrão TAB)<br />
-o : define um arquivo para a saída do comando</p>
<p style="text-align: justify;">Exemplos:</p>

<div class="wp_syntax"><div class="code"><pre class="bash" style="font-family:monospace;">$ <span style="color: #7a0874; font-weight: bold;">echo</span> <span style="color: #660033;">-e</span> <span style="color: #ff0000;">&quot;um<span style="color: #000099; font-weight: bold;">\n</span>dois<span style="color: #000099; font-weight: bold;">\n</span>tres<span style="color: #000099; font-weight: bold;">\n</span>quatro&quot;</span> <span style="color: #000000; font-weight: bold;">|</span> <span style="color: #c20cb9; font-weight: bold;">sort</span>
dois
quatro
tres
um</pre></div></div>


<div class="wp_syntax"><div class="code"><pre class="bash" style="font-family:monospace;">$ <span style="color: #7a0874; font-weight: bold;">echo</span> <span style="color: #660033;">-e</span> <span style="color: #ff0000;">&quot;um<span style="color: #000099; font-weight: bold;">\t</span>dois<span style="color: #000099; font-weight: bold;">\n</span>tres<span style="color: #000099; font-weight: bold;">\t</span>quatro&quot;</span> <span style="color: #000000; font-weight: bold;">|</span> <span style="color: #c20cb9; font-weight: bold;">sort</span> <span style="color: #660033;">-k</span> <span style="color: #000000;">2</span>
um	dois
tres	quatro</pre></div></div>


<div class="wp_syntax"><div class="code"><pre class="bash" style="font-family:monospace;">$ <span style="color: #7a0874; font-weight: bold;">echo</span> <span style="color: #660033;">-e</span> <span style="color: #ff0000;">&quot;um<span style="color: #000099; font-weight: bold;">\t</span>dois<span style="color: #000099; font-weight: bold;">\n</span>tres<span style="color: #000099; font-weight: bold;">\t</span>quatro&quot;</span> <span style="color: #000000; font-weight: bold;">|</span> <span style="color: #c20cb9; font-weight: bold;">sort</span> <span style="color: #660033;">-k</span> <span style="color: #000000;">2</span> <span style="color: #660033;">-r</span>
tres	quatro
um	dois</pre></div></div>


<div class="wp_syntax"><div class="code"><pre class="bash" style="font-family:monospace;">$ <span style="color: #7a0874; font-weight: bold;">echo</span> <span style="color: #660033;">-e</span> <span style="color: #ff0000;">&quot;1<span style="color: #000099; font-weight: bold;">\n</span>10<span style="color: #000099; font-weight: bold;">\n</span>100<span style="color: #000099; font-weight: bold;">\n</span>2<span style="color: #000099; font-weight: bold;">\n</span>20<span style="color: #000099; font-weight: bold;">\n</span>200&quot;</span> <span style="color: #000000; font-weight: bold;">|</span> <span style="color: #c20cb9; font-weight: bold;">sort</span>
<span style="color: #000000;">1</span>
<span style="color: #000000;">10</span>
<span style="color: #000000;">100</span>
<span style="color: #000000;">2</span>
<span style="color: #000000;">20</span>
<span style="color: #000000;">200</span></pre></div></div>


<div class="wp_syntax"><div class="code"><pre class="bash" style="font-family:monospace;">$ <span style="color: #7a0874; font-weight: bold;">echo</span> <span style="color: #660033;">-e</span> <span style="color: #ff0000;">&quot;1<span style="color: #000099; font-weight: bold;">\n</span>10<span style="color: #000099; font-weight: bold;">\n</span>100<span style="color: #000099; font-weight: bold;">\n</span>2<span style="color: #000099; font-weight: bold;">\n</span>20<span style="color: #000099; font-weight: bold;">\n</span>200&quot;</span> <span style="color: #000000; font-weight: bold;">|</span> <span style="color: #c20cb9; font-weight: bold;">sort</span> <span style="color: #660033;">-n</span>
<span style="color: #000000;">1</span>
<span style="color: #000000;">2</span>
<span style="color: #000000;">10</span>
<span style="color: #000000;">20</span>
<span style="color: #000000;">100</span>
<span style="color: #000000;">200</span></pre></div></div>

<h3 style="text-align: justify;"><a name="cmd_ssh">ssh</a></h3>
<p style="text-align: justify;">O SSH (Secure Shell) realiza acesso remoto a outras máquinas Linux. Um post exclusivo a SSH pode ser lido aqui:</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.rberaldo.com.br/blog/usando-o-ssh" target="_blank">http://www.rberaldo.com.br/blog/usando-o-ssh</a></p>
<h3 style="text-align: justify;"><a name="cmd_tac">tac</a></h3>
<p style="text-align: justify;">Inverso do comando <code>cat</code>. Exibe o conteúdo de um arquivo do fim para o início.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><a name="cmd_tail">tail</a></h3>
<p style="text-align: justify;">Exibe o fim de um texto, exatamente o oposto do comando <code>head</code></p>
<p style="text-align: justify;">Opções:<br />
-n N : número de linhas a exibir<br />
-c N : número de caracteres a exibir</p>
<p style="text-align: justify;">Exemplos semelhantes ao do comando <code><a href="#cmd_head">head</a></code>.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><a name="cmd_top">top</a></h3>
<p style="text-align: justify;">O comando top exibe os processos atualmente em execução. É semelhante ao ps, citado na seção do comando <a href="#cmd_kill">kill</a>, mas atualiza-se automaticamente, além de possuir várias opções de ordenação.</p>
<p style="text-align: justify;">Exemplo:</p>

<div class="wp_syntax"><div class="code"><pre class="bash" style="font-family:monospace;">$ top</pre></div></div>

<p style="text-align: justify;">O comando &#8220;htop&#8221; é mais completo e <em>user-friendly</em>, mas normalmente não vem instalado nas distros Linux. É possível instalá-lo via gerenciador de pacotes. Por exemplo, em sistemas baseados em Debian:</p>

<div class="wp_syntax"><div class="code"><pre class="bash" style="font-family:monospace;"><span style="color: #666666; font-style: italic;"># apt-get install htop</span></pre></div></div>

<p style="text-align: justify;">Fonte: <a href="http://www.rberaldo.com.br/blog/curso-shell-script-comandos-basicos-linux" target="_blank">http://www.rberaldo.com.br/blog/curso-shell-script-comandos-basicos-linux</a></p>
<p style="text-align: justify;">Siga-me no Twitter: <a href="http://www.twitter.com/rberaldo" target="_blank">@rberaldo</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.profissionaisti.com.br/2011/05/curso-de-shell-script-modulo-0-comandos-basicos-do-linux/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>RAID via Software no Debian 6 &#8220;Squeeze&#8221;</title>
		<link>http://www.profissionaisti.com.br/2011/04/raid-via-software-no-debian-6-squeeze/</link>
		<comments>http://www.profissionaisti.com.br/2011/04/raid-via-software-no-debian-6-squeeze/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 18 Apr 2011 11:32:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Douglas V. Barone</dc:creator>
				<category><![CDATA[Infraestrutura]]></category>
		<category><![CDATA[Software Livre]]></category>
		<category><![CDATA[Debian]]></category>
		<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[RAID]]></category>
		<category><![CDATA[squeeze]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.profissionaisti.com.br/?p=15857</guid>
		<description><![CDATA[Este é um passo-a-passo de um exemplo de configuração RAID básica para que você possa adaptar à sua necessidade. Se você já sabe o básico sobre RAID, vá em frente, se não aconselho que leia algo sobre. Algumas referências boas: RAID &#8211; Wikipédia RAID &#8211; GdH Os modos de operação &#8211; GdH Para demonstrar este [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Este é um passo-a-passo de um exemplo de configuração RAID básica para que você possa adaptar à sua necessidade. Se você já sabe o básico sobre RAID, vá em frente, se não aconselho que leia algo sobre. Algumas referências boas:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/RAID" target="_blank">RAID &#8211; Wikipédia</a></li>
<li><a href="http://www.gdhpress.com.br/hardware/leia/index.php?p=cap5-21" target="_blank">RAID &#8211; GdH</a></li>
<li><a href="http://www.gdhpress.com.br/hardware/leia/index.php?p=cap5-22" target="_blank">Os modos de operação &#8211; GdH</a></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Para demonstrar este exemplo, usei uma máquina virtual (usando <a href="http://www.virtualbox.org/" target="_blank">VirtualBox</a>) com três unidades de disco rígido de 8.6GB cada e partindo do princípio que os discos não tem nenhuma tabela de partição. Não vou explicar todos os passos da instalação, mas somente a fase de particionamento e montagem.  A configuração de particionamento que queremos fazer é:</p>
<p style="text-align: justify;"><code>[/boot] (RAID1 100MB)<br />
[/    ]    (RAID0 9GB  )<br />
[/home] (RAID0 16GB )<br />
[swap ] (RAID0 768MB)</code></p>
<p style="text-align: justify;">O ponto de montagem<code> /boot </code>deve usar RAID1 (espelhamento) obrigatoriamente, uma vez que os gerenciadores de boot (Grub e Lilo) não suportam bem partições em RAID0.  Usando RAID0 para a partição do sistema &#8220;<code>/</code>&#8220;, para a partição de troca &#8220;<code>swap</code>&#8221; e para a partição de dados pessoais &#8220;<code>/home</code>&#8221; implicará em uma resposta mais rápida. Caso você queria maior confiabilidade para a partição de dados, por exemplo, use RAID1. E lembre-se que existem os outros tipos de RAID que podem ser usados de acordo com o que você precisa.  Inicie a instalação e siga os passos até chegar na tela de particionamento. Escolha &#8220;Manual&#8221;:</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://teclealgo.files.wordpress.com/2011/03/01.png"></a><a href="http://teclealgo.files.wordpress.com/2011/03/01.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-284" title="01" src="http://teclealgo.files.wordpress.com/2011/03/01.png" alt="" width="550" height="265" /></a> Serão mostrados os discos rígidos instalados no computador</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://teclealgo.files.wordpress.com/2011/03/02.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-285" title="02" src="http://teclealgo.files.wordpress.com/2011/03/02.png" alt="" width="554" height="255" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Teclando &#8220;Enter&#8221; será perguntado se você deseja criar uma nova tabela de particionamento, responda sim. Repita esse passo para todos os dipositivos:</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://teclealgo.files.wordpress.com/2011/03/03.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-286" title="03" src="http://teclealgo.files.wordpress.com/2011/03/03.png" alt="" width="530" height="165" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">O esquema deverá ficar assim:</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://teclealgo.files.wordpress.com/2011/03/04.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-287" title="04" src="http://teclealgo.files.wordpress.com/2011/03/04.png" alt="" width="549" height="303" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Agora temos os discos prontos para receber as partições. Normalmente, em discos que já foram usados uma vez, este último passo é desnecessário, bastando apagar as partições existentes.</p>
<p style="text-align: justify;">Agora criaremos as partições que serão responsáveis pelo ponto de montagem <code>/boot</code>. Para isso, selecione ESPAÇO LIVRE no primeiro disco e tecle &#8220;Enter&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://teclealgo.files.wordpress.com/2011/03/05.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-288" title="05" src="http://teclealgo.files.wordpress.com/2011/03/05.png" alt="" width="440" height="202" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Selecione &#8220;Criar uma nova partição&#8221; e tecle &#8220;Enter&#8221;. Como o ponto de montagem <code>/boot </code>deverá ter 100MB usando RAID1 é necessário criar uma partição de 100MB em cada disco, uma vez que o RAID1 não soma as partições como no RAID0.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://teclealgo.files.wordpress.com/2011/03/06.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-289" title="06" src="http://teclealgo.files.wordpress.com/2011/03/06.png" alt="" width="533" height="181" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Será perguntado o tipo de partição. Normalmente isto não influencia no sistema RAID, desde que seja igual em todos os discos. Neste caso escolheremos &#8220;Primária&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://teclealgo.files.wordpress.com/2011/03/07.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-290" title="07" src="http://teclealgo.files.wordpress.com/2011/03/07.png" alt="" width="319" height="197" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Será perguntado a localização da partição em relação ao espaço livre. Neste caso, no início.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://teclealgo.files.wordpress.com/2011/03/08.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-291" title="08" src="http://teclealgo.files.wordpress.com/2011/03/08.png" alt="" width="547" height="177" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Na tela seguinte é a de configuração da partição. Em &#8220;Usar como:&#8221; selecione &#8220;Sistema de arquivos com &#8216;journaling&#8217; ext3&#8243;. Na realidade, o sistema de arquivos neste ponto acaba sendo irrelevante, mais adiante você verá por quê. Em &#8220;Ponto de montagem&#8221; selecione &#8220;Não montar&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://teclealgo.files.wordpress.com/2011/03/09b.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-293" title="09b" src="http://teclealgo.files.wordpress.com/2011/03/09b.png" alt="" width="571" height="347" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Ficando assim:</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://teclealgo.files.wordpress.com/2011/03/09.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-292" title="09" src="http://teclealgo.files.wordpress.com/2011/03/09.png" alt="" width="547" height="293" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Se você não está familiarizado com RAID deve estar se perguntando o por quê de selecionar &#8220;nenhum&#8221; em vez de &#8220;<code>/boot</code>&#8221; para o ponto de montagem. A resposta é simples: esta partição não será o ponto de montagem <code>/boot</code>, mas sim uma das partições do array RAID que será o ponto de montagem <code>/boot</code>.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://teclealgo.files.wordpress.com/2011/03/10.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-294" title="10" src="http://teclealgo.files.wordpress.com/2011/03/10.png" alt="" width="544" height="322" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Repita estes passos para todos os discos. Feito isso, criaremos as outras partições. Em cada disco crie uma partição de 3GB no começo do disco, que fará parte do array do ponto de montagem &#8220;<code>/</code>&#8220;,  uma partição de 256MB no final do disco, que fará parte do array do ponto de montagem &#8220;<code>swap</code>&#8220;, e o restante do espaço livre para o ponto de montagem &#8220;<code>/home</code>&#8220;. Ficando assim:</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://teclealgo.files.wordpress.com/2011/03/11.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-295" title="11" src="http://teclealgo.files.wordpress.com/2011/03/11.png" alt="" width="548" height="393" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Agora vá em &#8220;Configurar RAID via software&#8221; e tecle &#8220;Enter&#8221;. A seguinte tela será mostrada:</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://teclealgo.files.wordpress.com/2011/03/12.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-296" title="12" src="http://teclealgo.files.wordpress.com/2011/03/12.png" alt="" width="532" height="392" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Selecione &#8220;Sim&#8221; e tecle &#8220;Enter&#8221;. As mudanças serão feitas nos discos e o particionador irá re-ler o esquema de particionamento. Logo após, será mostrada a tela de particionamento novamente. Vá em &#8220;Configurar RAID via software&#8221;. Na tela que aparecer, vá em &#8220;Criar dispositivo MD&#8221;:</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://teclealgo.files.wordpress.com/2011/03/13.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-297" title="13" src="http://teclealgo.files.wordpress.com/2011/03/13.png" alt="" width="535" height="201" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Vamos configurar o volume que será responsável pelo ponto de montagem &#8220;/boot&#8221;, usando RAID1:</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://teclealgo.files.wordpress.com/2011/03/14.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-298" title="14" src="http://teclealgo.files.wordpress.com/2011/03/14.png" alt="" width="493" height="201" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Logo após, serão perguntadas as quantidades de dispositivos ativos e reservas. Não convém explicar esta configuração agora, para melhores esclarecimentos veja as referências do começo deste post.</p>
<p style="text-align: justify;">Como temos 3 discos, vamos usar os 3 como ativos e nenhum como reserva, já que a partição de boot, normalmente, não recebe tanta carga de trabalho como as demais.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://teclealgo.files.wordpress.com/2011/03/15.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-299" title="15" src="http://teclealgo.files.wordpress.com/2011/03/15.png" alt="" width="514" height="205" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://teclealgo.files.wordpress.com/2011/03/15.png"></a><a href="http://teclealgo.files.wordpress.com/2011/03/16.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-300" title="16" src="http://teclealgo.files.wordpress.com/2011/03/16.png" alt="" width="507" height="180" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">O próximo passo é escolher as partições que serão usadas por este &#8220;novo&#8221; volume. Neste caso, serão as primeiras de cada disco:</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://teclealgo.files.wordpress.com/2011/03/17.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-301" title="17" src="http://teclealgo.files.wordpress.com/2011/03/17.png" alt="" width="540" height="307" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Para finalizar, o particionador precisará modificar aquelas partições que criamos no início, e lhe pedirá confirmação para isto, responda &#8220;sim&#8221;:</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://teclealgo.files.wordpress.com/2011/03/18.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-302" title="18" src="http://teclealgo.files.wordpress.com/2011/03/18.png" alt="" width="533" height="231" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Repita os passos anteriores para criar novos dispositivos MD, mas agora com as outras partições, escolhendo RAID0 e as respectivas partições.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://teclealgo.files.wordpress.com/2011/03/19.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-303" title="19" src="http://teclealgo.files.wordpress.com/2011/03/19.png" alt="" width="498" height="196" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://teclealgo.files.wordpress.com/2011/03/20.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-304" title="20" src="http://teclealgo.files.wordpress.com/2011/03/20.png" alt="" width="545" height="248" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://teclealgo.files.wordpress.com/2011/03/21.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-305" title="21" src="http://teclealgo.files.wordpress.com/2011/03/21.png" alt="" width="536" height="237" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Depois de que todos os dispositivos MD tiverem sido criados, finalize:</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://teclealgo.files.wordpress.com/2011/03/22.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-306" title="22" src="http://teclealgo.files.wordpress.com/2011/03/22.png" alt="" width="533" height="192" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">O esquema agora ficou assim:</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://teclealgo.files.wordpress.com/2011/03/23.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-307" title="23" src="http://teclealgo.files.wordpress.com/2011/03/23.png" alt="" width="550" height="396" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Note que o primeiro tem apenas o tamanho da partição sozinha por ser RAID1, enquanto as demais somam as capacidades por serem RAID0. O próximo passo é configurar estes novos volumes com seus respectivos sistemas de arquivos e pontos de montagem. Neste caso, ext3 para a partição de boot, ext4 para a partição de sistema e para a partição de dados e, por fim, a área de troca &#8220;swap&#8221;. Acompanhe a configuração do primeiro (boot):</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://teclealgo.files.wordpress.com/2011/03/24.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-308" title="24" src="http://teclealgo.files.wordpress.com/2011/03/24.png" alt="" width="550" height="204" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://teclealgo.files.wordpress.com/2011/03/25.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-309" title="25" src="http://teclealgo.files.wordpress.com/2011/03/25.png" alt="" width="564" height="339" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://teclealgo.files.wordpress.com/2011/03/26.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-310" title="26" src="http://teclealgo.files.wordpress.com/2011/03/26.png" alt="" width="550" height="270" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Ficando desta maneira:</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://teclealgo.files.wordpress.com/2011/03/27.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-311" title="27" src="http://teclealgo.files.wordpress.com/2011/03/27.png" alt="" width="550" height="394" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Configure os demais:</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://teclealgo.files.wordpress.com/2011/03/28.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-312" title="28" src="http://teclealgo.files.wordpress.com/2011/03/28.png" alt="" width="549" height="399" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Finalize:</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://teclealgo.files.wordpress.com/2011/03/29.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-313" title="29" src="http://teclealgo.files.wordpress.com/2011/03/29.png" alt="" width="547" height="400" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://teclealgo.files.wordpress.com/2011/03/30.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-314" title="30" src="http://teclealgo.files.wordpress.com/2011/03/30.png" alt="" width="539" height="277" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Assim que o particionador terminar de fazer as mudanças, a instalação continuará:</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://teclealgo.files.wordpress.com/2011/03/31.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-315" title="31" src="http://teclealgo.files.wordpress.com/2011/03/31.png" alt="" width="550" height="113" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Bem, é isto! Como eu disse, é apenas um exemplo pra quem ainda se perde na hora de criar os arrays. Adapte essas informações à sua realidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: Blog <a href="http://teclealgo.wordpress.com/2011/03/04/raid-via-software-no-debian-6-squeeze/" target="_blank">TecleAlgo</a></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Criando Vms no ambiente de cloud computing da Amazon AWS EC2</title>
		<link>http://www.profissionaisti.com.br/2011/03/criando-vms-no-ambiente-de-cloud-computing-da-amazon-aws-ec2/</link>
		<comments>http://www.profissionaisti.com.br/2011/03/criando-vms-no-ambiente-de-cloud-computing-da-amazon-aws-ec2/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 22 Mar 2011 17:01:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Duarte</dc:creator>
				<category><![CDATA[Computação em nuvem]]></category>
		<category><![CDATA[Infraestrutura]]></category>
		<category><![CDATA[TI Verde]]></category>
		<category><![CDATA[Amazon]]></category>
		<category><![CDATA[Cloud Computing]]></category>
		<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Virtualização]]></category>
		<category><![CDATA[XEN]]></category>

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		<description><![CDATA[O serviço EC2 permite rodar aplicações no ambiente de nuvem da Amazon. Os servidores virtuais do EC2 são máquinas virtuais Linux que rodam em cima de uma plataforma de virtualização Xen.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Olá pessoal!</p>
<p style="text-align: justify;">Meu nome é Eduardo e no meu primeiro post por aqui fiz um vídeo dos passos de como criar uma máquina virtual no ambiente de cloud computing da Amazom AWS EC2.</p>
<p style="text-align: justify;">O serviço EC2 permite rodar aplicações no <a href="http://www.profissionaisti.com.br/2010/02/cloud-computing-google-ou-amazon/">ambiente de nuvem da Amazon</a>. Os servidores virtuais do EC2 são máquinas virtuais Linux que rodam em cima de uma plataforma de <a href="http://www.profissionaisti.com.br/2011/01/virtualizacao-xen-tutorial-mao-na-massa/">virtualização Xen</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">Recentemente, a Amazon também permitiu que as máquinas virtuais sejam imagens do OpenSolaris, mas a maioria continua sendo Linux. Estas máquinas podem ser servidores de 32 ou 64 bits, baseados em equivalentes a processadores de 1.7GHz, Opteron ou Xeon.</p>
<p style="text-align: justify;">Funciona de uma forma bem simples: o usuário, de posse de uma conta na Amazon, cria uma AMI (Amazon Machine Image) contendo aplicações e bibliotecas de programas e componentes. Pode usar também imagens template, pré-configuradas e disponibilizadas pela Amazon.</p>
<p style="text-align: justify;">O fato é que uma pequena empresa pode começar a operar aplicações em poucos minutos, configurando seu ambiente virtual de forma bem rápida e simplificada.</p>
<p style="text-align: justify;">Após criada essa máquina ela pode ser usada para executar aplicações na nuvem, lançamento de novos aplicativos e testes de programas existentes.</p>
<p style="text-align: justify;">Confiram o vídeo abaixo:</p>
<p style="text-align: center;">
<object style="width: 520px; height: 428px;" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="520" height="428" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/ojRdXrFudP4" /><embed style="width: 520px; height: 428px;" type="application/x-shockwave-flash" width="520" height="428" src="http://www.youtube.com/v/ojRdXrFudP4"></embed></object>
</p>
<p style="text-align: justify;">Esse serviço é pago somente pelo o que usamos, mais informações de preços acessem <a href="http://www.amazon.com/aws" target="_blank"> www.amazon.com/aws</a></p>
<p style="text-align: justify;">Obrigado,</p>
<p style="text-align: justify;">Eduardo Duarte<br />
eduardo_83@msn.com<br />
Twitter:@duarteedu</p>
<p style="text-align: justify;">Referêcia:<br />
<a href="http://www.amazon.com/aws" target="_blank">www.amazon.com/aws</a> acessado em 10 de Março de 2011<strong><br />
Taurion, Cezar</strong>. 2009 “Cloud Computing, computação em nuvem:Transformando o mendo da TI” 206p, capitulo 16: Alguns provedores de serviços de Computação em Nuvem, pag 147&#8243;Amazon&#8221;.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.profissionaisti.com.br/2011/03/criando-vms-no-ambiente-de-cloud-computing-da-amazon-aws-ec2/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>CHMOD: Permissões em Sistemas Linux e Unix-Like</title>
		<link>http://www.profissionaisti.com.br/2011/02/chmod-permissoes-em-sistemas-linux-e-unix-like/</link>
		<comments>http://www.profissionaisti.com.br/2011/02/chmod-permissoes-em-sistemas-linux-e-unix-like/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 24 Feb 2011 11:51:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roberto Beraldo Chaiben</dc:creator>
				<category><![CDATA[Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança]]></category>
		<category><![CDATA[Software Livre]]></category>
		<category><![CDATA[chmod]]></category>
		<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Mac]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.profissionaisti.com.br/?p=15659</guid>
		<description><![CDATA[Descrição do sistema de permissão (chmod) usado em sistemas Linux e Unix-Like, como MAC OS e FreeBSD]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Sistemas Operacionais <em>Unix-Like</em>, como o Linux, permitem restringir acesso a arquivos por meio do sistema de permissões. Como tudo em Linux é tratado como arquivo, as permissões são válidas para arquivos, diretórios, dispositivos de entrada/saída etc.</p>
<p style="text-align: justify;">Não somente usuários Linux devem conhecer o sistema de permissões. Desenvolvedores que programam sistemas que rodarão em plataforma Linux devem conhecer o sistema de permissões também. É muito comum vermos programadores PHP falando &#8220;dê chmod  777, que resolve o problema de permissão&#8221;. Isso não é solução, é apenas o começo de um possível problema &#8211; e grave &#8211; futuro.</p>
<h3 style="text-align: justify;">Dono, Grupo e Outros</h3>
<p style="text-align: justify;">As permissões estão divididas em três níveis: permissões para o <strong>dono</strong> do arquivo, permissões para o <strong>grupo</strong> ao qual pertence o dono do arquivo e permissões para os <strong>outros</strong> usuários.</p>
<p style="text-align: justify;">É por isso que sempre são mostrados três números, como <strong>755</strong>, <strong>644</strong> ou três grupos de letras, como <strong>rwxr-xr-x</strong> ou <strong>rw-r&#8211;r&#8211;</strong>. Cada grupo corresponde a um nível de permissão.</p>
<p style="text-align: justify;">O primeiro conjunto corresponde às permissões do dono do arquivo. O segundo, do grupo ao qual pertence o dono do arquivo. E o terceiro, ao outros usuários.</p>
<h3 style="text-align: justify;">Divisão dos bits da permissão</h3>
<p style="text-align: justify;">Cada conjunto citado acima corresponde a três bits. Com três bits, é possível formar oito combinações:</p>
<p style="text-align: justify;">000 = 0<br />
 001 = 1<br />
 010 = 2<br />
 011 = 3<br />
 100 = 4<br />
 101 = 5<br />
 110 = 6<br />
 111 = 7</p>
<p style="text-align: justify;">O primeiro bits corresponde a permissão de leitura (<em>read</em>). O segundo corresponde à permissão de escrita (<em>write</em>). O terceiro, à de execução (<em>execution</em>). Sendo assim, podemos reescrever as combinações acima da seguinte forma:</p>
<pre style="text-align: justify;">000 = --- = 0 = nenhuma permissão
001 = --x = 1 = somente permissão de execução
010 = -w- = 2 = somente permissão de escrita
011 = -wx = 3 = somente permissões de escrita e execução
100 = r-- = 4 = somente permissão de leitura
101 = r-x = 5 = somente permissões de leitura e execução
110 = rw- = 6 = somente permissões de leitura e escrita
111 = rwx = 7 = permissões de leitura, escrita e execução (acesso total)
</pre>
<h3 style="text-align: justify;">Leitura, Escrita e Execução</h3>
<p style="text-align: justify;">Vamos esclarecer o que significa ter permissão de leitura, escrita e execução em arquivos e diretórios.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Arquivos</h4>
<ul>
<li>Permissão de escrita em arquivo significa poder modificar o conteúdo do arquivo.</li>
<li>Permissão de leitura de arquivo significa poder acessar (ler) o conteúdo do arquivo.</li>
<li>Permissão de execução de arquivo significa poder executar o arquivo no terminal de comandos (shell).</li>
</ul>
<h4 style="text-align: justify;">Diretórios</h4>
<ul>
<li>Permissão de escrita em diretórios significa poder criar arquivos no diretório. Além disso, permissão de escrita possibilita a remoção de arquivos existentes, assim como a modificação das permissões dos arquivos desse diretório.</li>
<li>Permissão de leitura de diretórios significa poder acessar (ler) o conteúdo do diretório, ou seja, fazer a listagem do conteúdo do diretório.</li>
<li>Permissão de execução em diretórios significa poder entrar no diretório, seja por meio do comando <code>cd</code> ou acessando via URL no navegador.</li>
</ul>
<h3 style="text-align: justify;">Os riscos da permissão 777</h3>
<p style="text-align: justify;">Permissão 777 significa acesso total. Se um diretório tem permissão 777, qualquer usuário pode mexer naquele diretório, inserindo ou removendo arquivos, além de poder mudar as permissões deles. Qualquer usuário pode inserir um script ou programa executável malicioso, dar permissão de execução e executá-lo quando quiser. Imagine isso ocorrendo em um servidor de hospedagem! É um risco enorme! É por isso que sempre insisto: nunca use permissão 777.</p>
<p style="text-align: justify;">É muito comum vermos &#8220;programadores&#8221; PHP postando dúvidas em fóruns falando que estão recebendo mensagem de erro de permissão. Aí alguém responde &#8220;dá chmod 777&#8243;. <strong>Nunca façam isso</strong>!</p>
<p style="text-align: justify;">O correto é verificar o dono do arquivo e definir as permissões adequadas. Normalmente usa-se 755 para diretórios e 644 para arquivos não executáveis, como é o caso do PHP rodando em servidores WEB.</p>
<p style="text-align: justify;">Abraços,</p>
<p style="text-align: justify;">Beraldo<br />
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