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	<title>Profissionais TI - Pra quem respira informação &#187; Mercado</title>
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	<description>Pra quem respira informação</description>
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		<title>Mercado: Está faltando profissionais ou falta algo nesses profissionais?</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Jan 2012 10:15:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiz Castro Junior</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Profissionais]]></category>
		<category><![CDATA[TI]]></category>

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		<description><![CDATA[Muito se fala em falta de profissionais na área de TI, até posso concordar, mas se olharmos mais atentamente podemos perceber que não é bem assim. Profissionais com conhecimento até tem, o maior problema são os profissionais que estão além disso e é o que o mercado procura. Vou ser mais claro&#8230; O mercado está [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Muito se fala em falta de profissionais na área de TI, até posso concordar, mas se olharmos mais atentamente podemos perceber que não é bem assim. Profissionais com conhecimento até tem, o maior problema são os profissionais que estão além disso e é o que o mercado procura.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Vou ser mais claro&#8230;</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O <a href="http://www.profissionaisti.com.br/category/mercado/">mercado</a> está ai para todos, sejamos graduados ou não, certificados ou não, talvez até autodidata &#8211; porque não?</p>
<p style="text-align: justify;">Se levarmos em consideração a quantidade de profissionais que possuem conhecimento técnico já temos uma multidão, se incluirmos os iniciantes, é que esse número aumenta bruscamente. Se tem algo que falta é espaço nas empresas para desenvolverem profissionais iniciantes, o que ao meu ponto de vista é um excelente investimento se souberem filtrar bem na contratação desse pessoal.</p>
<p style="text-align: justify;">Portanto, ao meu ver, o que falta para o mercado são verdadeiros profissionais, que dominam além da teoria ou da técnica. Grandes empresas, agências ou o que for estão procurando perfis de profissionais que não só dominam o conteúdo técnico, mas que também possuem qualidades extracurriculares como, por exemplo, ética, flexibilidade, disponibilidade, conhecimento administrativo e até mesmo &#8211; equilíbrio emocional.</p>
<p style="text-align: justify;">Recentemente estava na concorrência de um projeto de <a href="http://www.profissionaisti.com.br/category/desenvolvimento/">desenvolvimento</a> de um sistema que daria suporte a pesquisas realizadas para empresas clientes de uma organização que entrou em contato comigo, clientes grandes, com ações realizadas para multinacionais. O responsável pelo projeto e eu ficamos mais de três horas discutindo possibilidades e também ele me treinando a visão de como entender qual era o trabalho realizado por eles para essas outras empresas. Feito isso, tínhamos em mente um sistema além do que ele imaginava ser possível, que reduziria o seu trabalho em no mínimo 60%, dando então um leque de opções para fazer desse projeto mais rentável do que seria anteriormente com outras propostas. Até ai, ótimo, porém, precisava encontrar os profissionais certos para desenvolver isso. Como o orçamento era baixo para um sistema complexo, valeria apena optar por freelancer, uma agência sairia mais caro e normalmente se tem uma dificuldade em questão de hierarquia de comando e ética com consultores e gerentes de projetos &#8211; como eu, não são todas &#8211; diga-se de passagem. Por questões de flexibilidade, rapidez e custos comecei a buscar profissionais com conhecimentos avançados em PHP. Era tudo o que eu precisava, alguém competente para realizar esse projeto, estava certo de que encontraria alguém disponível da minha lista de contatos, porém, não foi como imagina &#8211; todos estavam com agendas cheias, então fui para o plano B: buscar profissionais na internet &#8211; claro que o crivo é maior.</p>
<p style="text-align: justify;">Recebi alguns e-mails com Currículos, portfólios e tudo o que interessa, até mesmo aquilo que não interessa &#8211; cheguei a imaginar que seria fácil, porém, não foi.</p>
<p style="text-align: justify;">Consegui garimpar até chegar a 3 profissionais para o projeto, mas precisava decidir por 1, no final restaram 0, mas o que me fez excluir todos? O fato da falta de atendimento e empreendedorismo.</p>
<p style="text-align: justify;">Não consegui encontrar em nenhum a esperteza e a criatividade empreendedora para fazer o pequeno teste que eu propus, um teste tão simples que até não desenvolvedor conseguiria, bastava ter lógica e o mínimo de conhecimento, não precisava se quer desenvolver nada para mostrar aptidão.</p>
<p style="text-align: justify;">Tive casos de pessoas emocionalmente desequilibradas, pessimamente educadas, outros inflexíveis, outros que não conseguiam entender o projeto, outros com valores absurdos que não são praticados nem por grandes desenvolvedores, outros, outros e mais outros tantos que se quer respondiam os e-mails no mesmo dia &#8211; prova de desorganização e desrespeito com o cliente.</p>
<p style="text-align: justify;">Por essa experiência, que não é a primeira, o meu ponto de vista é que: pessoas com conhecimento técnico não faltam, o que falta são profissionais, quando digo profissionais estou levando a entender que o pacote de qualidades completo é o que faz o profissional: ética, flexibilidade, equilíbrio emocional e outras características cada vez mais valiosas e igualmente raras.</p>
<p style="text-align: justify;">Se você está entrando nesse <a href="http://www.profissionaisti.com.br/category/mercado/">mercado</a> aproveite para desenvolver não só conhecimento técnico, mas também toda a competência social e comercial possível, afinal, isso é ser profissional.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Aproveitando&#8230;</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Esse post, além de abrir espaço para uma discussão organizada tem o objetivo de formar uma carteira de contatos com profissionais de algumas áreas.</p>
<p style="text-align: justify;">Com a autorização do pessoal do PTI estou disponibilizando abaixo um formulário para que os interessados em se cadastrarem para futuros projetos em minha gestão possam ser contatados.</p>
<p style="text-align: justify;">Você que é profissional em algumas dessas áreas tem a liberdade de se registrar nesse formulário, ele não te fará receber Spam, notícias ou propagandas, somente um comunicado quando um projeto para a sua área for disponibilizado. Você receberá um e-mail informando o que existe um projeto, o tipo do projeto e se quiser retornar enviando proposta poderemos dar continuidade a comunicação.</p>
<p style="text-align: justify;">Também, essa lista de e-mails cadastrados será particular, não será divulgada, repassada, vendida ou utilizada de outra forma.</p>
<p style="text-align: justify;">Tem um único objetivo, encontrar profissionais que compreendem o que aqui foi dito e que compartilham do mesmo ponto de vista para projetos de parcerias futuras em suas áreas de atuação. Seja em projetos pequenos, médios ou grandes.</p>
<p style="text-align: justify;">Favor preencher a lista na última parte do formulário somente com a área de seu maior domínio, exemplo, se você é programador PHP, mas também trabalha com Social Media &#8211; defina em que área você se considera melhor e escolha essa. No decorrer das conversas a serem realizadas nos trabalhos propostos você poderá fornecer outras informações e outras áreas de atuação.</p>
<p style="text-align: justify;">Seja o mais verdadeiro possível. Afinal, isso também é profissionalismo.</p>
<p style="text-align: justify;">Um forte abraço, sucesso a todos nós.</p>
<hr width="100%" />
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		<title>Tablets geram o maior tráfego móvel do Brasil e são estratégicos no e-commerce</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Dec 2011 11:42:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Talita Macário</dc:creator>
				<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia Móvel]]></category>
		<category><![CDATA[e-commerce]]></category>
		<category><![CDATA[Negócios]]></category>

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		<description><![CDATA[Passado o período de exultação e expectativa sobre o impacto dos tablets no mercado virtual brasileiro, veio a pesquisa que comprova a expressividade desses aparelhos. Segundo a ComScore, eles já respondem por 40% do ainda inexpressivo tráfego (1,3%) gerado pelos dispositivos móveis dos brasileiros. O índice de navegação do Brasil por aparelhos como smartphones e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;" align="center">Passado o período de exultação e expectativa sobre o impacto dos tablets no mercado virtual brasileiro, veio a pesquisa que comprova a expressividade desses aparelhos. Segundo a ComScore, eles já respondem por 40% do ainda inexpressivo tráfego (1,3%) gerado pelos dispositivos móveis dos brasileiros.</p>
<p style="text-align: justify;">O índice de navegação do Brasil por aparelhos como <a href="http://www.profissionaisti.com.br/tag/smartphone/">smartphones</a> e os próprios tablets ainda é o menor de toda Ámerica Latina, mas a propensão é de um crescimento ascendente, o que já deve servir de parâmetro para os varejistas virtuais se adequarem à demanda. “A tendência é o fortalecimento do mobile commerce em todo mundo. No Brasil, há uma popularização de dispositivos móveis que prepara o consumidor para mais essa vertente de mercado”, explica Daniel Ribas, coordenador de novos negócios da JET Tecnologia em Comércio Eletrônico.</p>
<p style="text-align: justify;">Para Ribas, o tablet ainda funciona como um chamariz para todo esse potencial de vendas e reflete no varejo, em geral. “O tablet é o presente preferido deste Natal. As pesquisas apontam para esse comportamento. E toda essa familiarização dos consumidores com as novas tecnologias serve como uma promoção involuntária do e-commerce.”</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Híbrido</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O e-commerce aponta para um crescimento de aproximadamente 26% em 2011, com a soma de cerca de 32 milhões de e-consumidores, de acordo com dados divulgados pela e-bit no 24º Relatório WebShoppers. O potencial de vendas representado pela internet cria variações da forma como ela tradicionalmente é feita. Ou seja, há uma geração de comércio híbrido, que mistura a essência do varejo virtual com as ferramentas que surgiram para potencializar o poder das vendas à distância: por exemplo, o f-commerce, o s-commerce, o m-commerce e, finalmente, o t-commerce, resultado da força com que os tablets chegaram para esse mercado.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Os tablets possuem características que favorecem as compras virtuais, como as telas de polegadas superiores as dos smartphones. Eles também apresentam recursos que ajudam a transformar o processo de compra em algo mais pessoal, divertido, interativo&#8221;, ressalta Daniel Ribas.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao que tudo indica, o <a href="http://www.profissionaisti.com.br/tag/e-commerce/">e-commerce</a> ganhou um representante de peso e que irá crescer proporcionalmente aos investimentos dos varejistas.</p>
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		<title>A importância do BI para o crescimento das empresas</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Dec 2011 19:23:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Profissionais TI</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[BI]]></category>
		<category><![CDATA[Importância]]></category>

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		<description><![CDATA[Muitas empresas ainda não se deram conta de que crescimento e prosperidade estão cada dia mais interligados a duas letras: BI (Business Intelligence). Imprescindíveis para quem quer fazer a diferença, esse sistema, sendo bem utilizado, é capaz de otimizar ações, como o alinhamento de estratégias, o gerenciamento de crises, os planos de expansão, entre outras. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Muitas empresas ainda não se deram conta de que crescimento e prosperidade estão cada dia mais interligados a duas letras: BI (Business Intelligence). Imprescindíveis para quem quer fazer a diferença, esse sistema, sendo bem utilizado, é capaz de otimizar ações, como o alinhamento de estratégias, o gerenciamento de crises, os planos de expansão, entre outras.</p>
<p style="text-align: justify;">O conceito surgiu há 12 anos, mas tem ganhado importância nos últimos cinco, pela sua capacidade de planejamento e de gerar conhecimento. No contexto atual, em que as companhias competem globalmente, esta habilidade de aprender com os próprios erros e corrigi-los a tempo, se torna um instrumento de importante valor. Com sofisticados relatórios em mãos é possível, por exemplo, descobrir o comportamento dos clientes que ligam para os call centers. Tendo a capacidade de unir situações tão abrangentes é possível visualizar melhor o cenário e traçar uma estratégia mais consistente.</p>
<p style="text-align: justify;">A ferramenta também pode reduzir os custos dos processos, tornando-os mais rentáveis. Isso sem contar que, com ela, a empresa provavelmente se tornará mais ágil na tomada de decisões. Esse mundo de possibilidades que se abre é consequência das informações obtidas pelas corporações, especialmente se forem novidades no mercado.</p>
<p style="text-align: justify;">De posse desses dados, os empresários têm a possibilidade de projetar rapidamente centenas de estimativas para subsidiarem seus projetos e programas de novos negócios. As chances de acerto crescem substancialmente, pois os cenários tornam-se muito mais completos e transparentes para descobrir quais são as próximas tendências.</p>
<p style="text-align: justify;">Ou seja, a inteligência de mercado funcionando como matéria-prima principal para o crescimento empresarial. Mas é preciso fazer algumas considerações, que são fundamentais para o BI funcionar. A principal é a qualificação do quadro profissional, a <em>expertise</em>humana. Sem ela, o sistema é um verdadeiro “elefante branco”. Se não houver pessoas que compreendam e analisem os dados para transformá-los em conhecimento, perde-se uma oportunidade de levar inovação para a empresa.</p>
<p style="text-align: justify;">Outro fator é a necessidade de haver um planejamento eficaz, que dê sustentação durante todo o processo. É preciso uma coleta de dados sistemática durante um período de, em média, cinco anos.</p>
<p style="text-align: justify;">Muitas companhias ainda têm resistência ao BI, pelo fato de os resultados não serem imediatos. O retorno apresentado é de médio a longo prazo e o investimento pode ser considerado alto. No entanto, aquelas que quiserem alcançar o diferencial competitivo, devem buscar a inovação. Sem BI, e sem inteligência humana, poucas serão bem-sucedidas nesse aspecto.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Por Francisco Casella é Manager da Informatica Corporation e Professor do MBA Executivo da Fundação Álvares Penteado (FAAP).<br />
</em></p>
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		<title>O Top 10 das linguages de programação</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Dec 2011 17:49:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gabiifonseca</dc:creator>
				<category><![CDATA[Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[programação]]></category>

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		<description><![CDATA[Listar linguagens de programação é fácil &#8211; só o Wikipédia tem mais de 600 entradas, mas ordená-las por popularidade é uma tarefa difícil. Você não pode chegar em cada programador e olhar em qual linguagem ele está desenvolvendo para fazer uma lista. Assim, temos que usar algumas técnicas. O primeiro passo seria realizar uma busca [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Listar linguagens de programação é fácil &#8211; só o Wikipédia tem mais de 600 entradas, mas ordená-las por popularidade é uma tarefa difícil. Você não pode chegar em cada programador e olhar em qual linguagem ele está desenvolvendo para fazer uma lista. Assim, temos que usar algumas técnicas.</p>
<p style="text-align: justify;">O primeiro passo seria realizar uma busca na web para ter como base alguns parâmetros. A partir daí podemos lançar perguntas: Quais são as linguagens mais utilizadas no mercado hoje? Em quais delas os programadores da &#8220;elite&#8221; estão desenvolvendo? Nos chats e fóruns, qual é o tema que está sendo mais destacado? O qual estável é esse linguagem? Nas livrarias é fácil encontrar livros &#8211; ou até artigos, sobre ela?</p>
<p style="text-align: justify;">Os dados apresentados aqui vem em grande parte da <a title="TIOBE" href="http://www.tiobe.com/" target="_blank">TIOBE</a>, uma empresa &#8211; ou comunidade &#8211; especializada em pesquisas sobre <a href="http://www.profissionaisti.com.br/tag/software">softwares</a> e que está localizada na Holanda. Essa comunidade lança dados mensalmente em uma espécie de ranking sobre as linguagens mais populares. Dados da <a title="Langs Pop" href="http://langpop.com/" target="_blank"><em>Welton&#8217;s LangsPop.com</em></a>, que mostram resultados de pesquisas individuais, também foram utilizados.</p>
<p style="text-align: justify;">Como caso geral, as linguagens que tem sem mostrado mais populares pela TIOBE não são necessariamente as mais comentadas online pelo desenvolvedores ou as que tem mais material publicado (o C++ é uma exceção!). Uma das linguagens mais procuradas pelos empregadores é o <a href="http://www.treinaweb.com.br/curso/php-avancado/" target="_blank">PHP</a>, usado no desenvolvimento web, e o SQL, utilizado nas queries dos bancos de dados (sem surpresas até aqui!).</p>
<p style="text-align: justify;">O que é realmente interessante é observar o crescimento do Javascript para a construção de aplicativos baseados em Web que conectam o usuário a bancos de dados &#8211; como o Gmail. Na verdade uma das razões para o crescimento do uso do Javascript é a criação da ferramenta V8 Javascript, pela Google, que é um repositório de código de download para o motor JavaScript do Chrome, programado em C + +.</p>
<p style="text-align: justify;">E temos também o Objective-C, que é base para os aplicativos <a href="http://www.treinaweb.com.br/curso/ios-iphone-ipad-basico/" target="_blank">iOS</a>, mas que mal aparecia no Top 40 da TIOBE em 2008. Mas desde então, sua popularidade deu um salto, já que hoje as pessoas estão consumindo mais aplicativos no iPhone e iPad.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://eufacoprogramas.com/wp-content/uploads/2011/12/linguagens-de-programa%C3%A7%C3%A3o-mais-populares.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1461" title="linguagens de programação mais populares" src="http://eufacoprogramas.com/wp-content/uploads/2011/12/linguagens-de-programa%C3%A7%C3%A3o-mais-populares.jpg" alt="linguagens de programação mais populares" width="573" height="426" /></a></p>
<p style="text-align: right;"><span style="color: #888888;"><em>Com informações da publicação Spectrum.iee.org, Outubro-2011 (Pág. 68).</em></span></p>
<p style="text-align: right;"><em>Publicado originalmente em <a title="O top 10 das linguages de programação" href="http://eufacoprogramas.com/desenvolvimento/o-top-10-das-linguages-de-programacao/" target="_blank">Eu Faço Programas</a></em>.</p>
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		<title>As revendas &#8220;mais do mesmo&#8221;: a cadeia de fornecimento de TI e a profissionalização</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Nov 2011 23:41:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Profissionais TI</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Papinho de TI]]></category>
		<category><![CDATA[brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Revendas]]></category>
		<category><![CDATA[TI]]></category>

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		<description><![CDATA[Vem se tornando cada vez mais comum encontrarmos por solitários profissionais que têm uma pequena empresa e vendem de forma independente produtos de tecnologia da informação, além de ainda prestar serviços. Esse profissional detentor de um CNPJ, que achata as margens de lucro e fatura diretamente, é a figura exata da “revenda de mais do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Vem se tornando cada vez mais comum encontrarmos por solitários profissionais que têm uma pequena empresa e vendem de forma independente produtos de tecnologia da informação, além de ainda prestar serviços. Esse profissional detentor de um CNPJ, que achata as margens de lucro e fatura diretamente, é a figura exata da “revenda de mais do mesmo”. Ou seja, aquela revenda que vende produtos como “commodities”, faz sempre a mesma coisa e não consegue (ou não quer) agregar nada além do preço, não atendendo plenamente as aspirações do consumidor final, seja ele empresa ou pessoa física.</p>
<p style="text-align: justify;">Porém, antes de falar um pouco sobre o futuro desse perfil de empresas e a importância das revendas proverem um diferencial competitivo no mercado, é preciso explicar um pouco sobre como surgiu essa tendência de revenda de um homem só.</p>
<p style="text-align: justify;">Esse canal surgiu por conta da própria evolução do mercado. O varejo passou a pressionar muito o revendedor, e muitos profissionais passaram a ver como uma oportunidade obter lucro direto em cima de produtos padronizados. No entanto, essa margem de lucro chega a ser muito apertada, não garantindo a sustentabilidade econômica da empresa.</p>
<p style="text-align: justify;">Os revendedores devem identificar o foco, conhecer o cliente. Entender que ele vende um produto de qualidade, um diferencial, conhecimento e valor agregado. Quem vende preço é o varejo. Revendedor vende serviço, pós-venda e acima de tudo, confiança. É ele que vai até o cliente resolver qualquer problema. O revendedor é a força técnica, muito além de ser apenas um canal de vendas. Além de tudo, devem se preocupar seriamente com questões fiscais, tributárias e outros aspectos ligados a gestão, como ter bons gestores e profissionais treinados.</p>
<p style="text-align: justify;">Para fundamentar a necessidade e a importância de não “commoditizar” os produtos, a pesquisa realizada pela consultoria de tecnologia da informação IT Data, aponta que a previsão de crescimento de faturamento das revendas para 2011 é de 18% para aquelas que agregam valor ao produto, e de apenas 5% para aquelas que simplesmente vendem, ou seja, repassam o produto ao usuário e nada mais. Além disso, um estudo realizado pela mesma consultoria em conjunto com a Abradisti (Associação Brasileiras dos Distribuidores de TI) revela que nos últimos cinco anos, 47% das revendas do país fecharam.</p>
<p style="text-align: justify;">Com isso, apesar de acompanharmos a realidade da &#8220;revenda mais do mesmo&#8221;, a tendência é que ocorra uma redução ou até fusão desses canais. Em um cenário mais pessimista, até mesmo a extinção de muitas. Trabalhar com volume é uma questão do distribuidor e não da revenda, o papel do revendedor não deve ser esse. É preciso prestar bom serviço, ser o amparo técnico do cliente e garantir o papel fundamental, que é de provedor de serviço de T.I – o produto vai junto, já devidamente orçado, parametrizado e instalado. É verdade que muitos clientes vêem preço e nada mais, mas é essencial que a revenda não fuja do seu foco.<br />
Muitos podem pensar que as “revendas mais do mesmo” pode achatar as margens e ganhar em preço no curto prazo, mas em médio e longo tempo quem não se sustenta são elas. Neste momento, não haverá mais saída.</p>
<p style="text-align: justify;"><em><strong>Bruno Coelho</strong> é gerente de marketing da AGIS, uma das maiores distribuidoras de informática do país.</em></p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Gerente de Projetos ou Gerente de Vaidades?</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Nov 2011 11:12:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Guerra Fernando C. G. D.</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Gerência de Projetos]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Projetos]]></category>

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		<description><![CDATA[Durante todos os dias recebo &#8220;milhões&#8221; de propostas sobre cursos de gestão de projetos, já realizei alguns através do EAD (ensino a distância) e presenciais, mas no dia a dia ao me deparar com a prática observo que por mais que existam treinamentos e cursos, muitas das pessoas certificadas acabam entregando os resultados sem avaliar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Durante todos os dias recebo &#8220;milhões&#8221; de propostas sobre cursos de gestão de projetos, já realizei alguns através do EAD (ensino a distância) e presenciais, mas no dia a dia ao me deparar com a prática observo que por mais que existam treinamentos e cursos, muitas das pessoas certificadas acabam entregando os resultados sem avaliar corretamente os riscos envolvidos no projeto devido à sua vaidade de saber mais que os outros, o que em alguns casos acaba por gerar problemas para outras áreas.</p>
<p style="text-align: justify;">É impressionante como algumas pessoas se envaidecem pela função ou cargo que atua e esquecem que o trabalho de GP é ser um maestro e não um gerador de problemas, que para realizar as entregas nos prazos estabelecidos a pessoa tem que ter humildade, saber escutar e ter mais do que somente à técnica ou <a href="http://www.profissionaisti.com.br/category/metodologias/">metodologia</a> de projetos.</p>
<p style="text-align: justify;">O GP deve aprimorar seu lado interpessoal tanto quanto as habilidades técnicas necessárias para poderem gerir um projeto, pois cabe a ele envolver todos os membros da equipe. Sem o apoio das pessoas os projetos falham. Se observar a literatura sobre o assunto a grande maioria dos problemas está relacionado à <a title="Comunicação em Gerenciamento de Projetos – Fundamental para obtenção de resultados" href="http://www.profissionaisti.com.br/2011/04/comunicacao-em-gerenciamento-de-projetos-fundamental-para-obtencao-de-resultados/">comunicação</a>, ou seja, ouvir e comunicar, comunicar e ouvir.</p>
<p style="text-align: justify;">Um líder deve instigar os envolvidos e saber tirar o melhor de cada membro da equipe, não pode jamais ficar envaidecido pela sua função, ele deve colher e avaliar as diversas variáveis internas e externas existentes sobre seu projeto em conjunto com sua equipe para tentar amenizar possíveis riscos. O trabalho em equipe serve para gerar um aprendizado coletivo onde a limitação é visão de um e superada com o apoio das percepções dos integrantes, onde o impossível se torna possível.</p>
<p style="text-align: justify;">Um maestro não dita somente regras, ele ocupa a posição de líder e têm como obrigação ajudar, apoiar, aprender, ensinar e encontrar alternativas com sua equipe a se superarem e realizar as entregas conforme o ESCOPO. As entregas do ESCOPO são sua obrigação, mas para que elas sejam realizadas conforme a tríade (escopo, tempo e custo) o GP deve ocupar o mesmo degrau dos seus aliados e não estar em um pedestal acima.</p>
<p style="text-align: justify;">Afinal o GP jamais deve esquecer que o insucesso do projeto significa o fracasso somente dele, pois ele é o Líder, mas o sucesso do projeto representa o &#8220;Sucesso da Equipe&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">E você, o que vem encontrando no seu dia a dia, Gerente de Projetos ou Gerente de Vaidades?</p>
<p style="text-align: justify;">Obrigado aos que chegaram até o final deste texto.</p>
<p style="text-align: justify;">Deixe seu comentário! Aceito recomendações para continuar o debate em textos futuros.</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Dados Abertos Governamentais: uma oportunidade para desenvolvedores com uma boa idéia</title>
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		<pubDate>Thu, 10 Nov 2011 16:07:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Guerra Fernando C. G. D.</dc:creator>
				<category><![CDATA[Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Governo]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Negócios]]></category>

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		<description><![CDATA[Destacar-se no mercado globalizado se tornou um desafio a todo profissional indiferente da sua área de atuação. É cada vez mais comum encontrarmos profissionais com múltiplas formações acadêmicas para se diferenciar dos concorrentes &#8211; o mercado de trabalho passa a exigir especialistas com uma visão sistêmica. Mas somente as formações acadêmicas não são suficientes aos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Destacar-se no mercado globalizado se tornou um desafio a todo profissional indiferente da sua área de atuação. É cada vez mais comum encontrarmos profissionais com múltiplas formações acadêmicas para se diferenciar dos concorrentes &#8211; o mercado de trabalho passa a exigir especialistas com uma visão sistêmica.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas somente as formações acadêmicas não são suficientes aos profissionais, existe algo mais que deve ser trabalhado para se destacar, neste caso o foco seria o poder de observação e criatividade, mapear uma carência e atendê-la.</p>
<p style="text-align: justify;">Da mesma maneira que a Internet contribui para acirrar o mercado globalizado, ela também cria um <a href="http://www.profissionaisti.com.br/2011/06/ti-na-australia-um-mar-de-oportunidades-e-de-dinheiro/">mar de oportunidades </a>para qualquer cidadão com uma boa idéia se destacar e ser reconhecido pelas suas idéias. Cabe ao cidadão/desenvolvedor aproveitar este novo nicho ou oportunidade para se diferenciar no mercado, tornando-se, talvez em longo prazo, até uma referência de uma das áreas governamentais.</p>
<h3 style="text-align: justify;">Mas o que são os dados abertos governamentais?</h3>
<p style="text-align: justify;">Na definição de Cecconi (2010), &#8220;Dados Abertos Governamentais não são apenas a publicação de tabelas de dados legíveis apenas por pessoas, mas sim a publicação das informações do setor público na Web, compartilhadas em formato bruto e aberto, compreensíveis logicamente, de modo a permitir sua reutilização em aplicações digitais desenvolvidas pela sociedade&#8221;. [1]</p>
<h3 style="text-align: justify;">O que posso fazer com estes dados + informações?</h3>
<p style="text-align: justify;">Podem-se criar novos serviços de informações com os dados e disponibilizá-los ao cidadão em um blog ou portal como mais um serviço de consulta.</p>
<h3 style="text-align: justify;">O que eu cidadão / desenvolvedor ganho com isso?</h3>
<ul>
<li>Destaque pela sua criatividade;</li>
<li>Ser visto ou reconhecido pela sua inovação, afinal os dados sempre estiveram disponíveis na web, mas foi somente você cidadão / desenvolvedor que encontrou uma nova utilidade para os dados.</li>
<li>Pode se tornar uma referência em longo prazo se atuar sempre no mesmo nicho de atuação;</li>
<li>É talvez o mais importante, pode demonstrar como qualquer cidadão pode contribuir para melhorar os serviços fornecidos pelo governo.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Afinal, o trabalho coletivo tem mais poder que a atividade individual, a contribuição de cada insight gera uma nova idéia que contribui ou não a inovar.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Se você acredita que pode contribuir está certo, mas se pensa que nada pode agregar, também tem razão, afinal é você que limita seu sucesso.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Agora pense como um desenvolvedor/cidadão pode contribuir?</p>
<p style="text-align: justify;">Segue um link de referência para refletir e conhecer mais sobre esta nova oportunidade &#8211; <a href="http://www.brasilaberto.org/" target="_blank">http://www.brasilaberto.org/</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">Obrigado aos que chegaram até o final deste texto.</p>
<p style="text-align: justify;">Deixe seu comentário! Aceito recomendações para continuar o debate em textos futuros.</p>
<p style="text-align: justify;">Um abraço e até a próxima.</p>
<p style="text-align: justify;">[1] Disponível em <a href="http://www.nic.br/imprensa/clipping/2010/midia528.htm" target="_blank">http://www.nic.br/imprensa/clipping/2010/midia528.htm</a>. Acesso em: 08 nov 2011 <strong></strong></p>
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		<title>Você sabe como se joga xadrez?</title>
		<link>http://www.profissionaisti.com.br/2011/10/voce-sabe-como-se-joga-xadrez/</link>
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		<pubDate>Wed, 26 Oct 2011 16:55:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Guerra Fernando C. G. D.</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão]]></category>

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		<description><![CDATA[Olá leitores, seguem minhas considerações sobre o jogo de xadrez. Todo jogo possui regras básicas para poder divertir, no xadrez ou nas empresas existe um conjunto de leis e regras a seguir que governam a prática do jogo mercadológico. Assim como as origens do xadrez não são claras, ao atuarmos dentro de uma empresa também [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Olá leitores, seguem minhas considerações sobre o jogo de xadrez.</p>
<p style="text-align: justify;">Todo jogo possui regras básicas para poder divertir, no xadrez ou nas empresas existe um conjunto de leis e regras a seguir que governam a prática do jogo mercadológico. Assim como as origens do xadrez não são claras, ao atuarmos dentro de uma empresa também não sabemos como as peças movem, às vezes até imaginamos saber, mas quando pensamos entender a movimentação das peças surgem jogadas não planejadas que nos surpreendem.</p>
<p style="text-align: justify;">A única certeza existente é que as regras continuam mudando para deixar o jogo mais dinâmico. Regras estas, que mudam de lugar (empresa) para lugar (empresa), devido a várias jogadas (no ambiente interno: líderes com interesses pessoais ao invés de interesse coletivo; mudanças externas: mudanças impostas pelo governo ou rivais, etc).</p>
<p style="text-align: justify;">Na verdade existem muitas jogadas, e é nosso trabalho aprendermos com a experiência e saber antecipá-las para não sermos mais um peão caído no tabuleiro.</p>
<p style="text-align: justify;">O xadrez é um jogo de empresas em um tabuleiro globalizado, composto de peças (pessoas capacitadas) distribuídas entre seus rivais (concorrentes). Cada peça (pessoa) possui sua finalidade e regras distintas para se movimentar. No xadrez o objetivo principal do jogo é dar o xeque-mate, ou seja, apertar o concorrente, pressionar a marca ou “Rei” rival até capturá-lo neste mercado competitivo ou exterminá-lo. Mas necessariamente o jogo não se encerra com o xeque-mate – pois os rivais podem pedir para sair caso acreditem que vão perder. Além disso, neste jogo competitivo entre as empresa existe algumas formas do jogo terminar de uma maneira lucrativa, ou seja, como diria o Zagallo um empate &#8220;sempre é um bom resultado&#8221;, pois pode ser observado como uma parceria. Uma parceria significa um jogo de ganha-ganha ou trabalho coletivo onde ambos saem lucrando e ninguém sai exterminado do jogo, ou seja, do mercado.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Mas se todos ganham quem perde?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">No xadrez sabemos que, segundo a Wikipédia: &#8220;Além do movimento básico das peças, as regras também governam o equipamento usado, o controle de tempo, a conduta e ética dos jogadores, acomodações para jogadores com necessidades especiais, o registro dos lances usando notação de xadrez, bem como procedimentos para lidar com irregularidades que porventura ocorram durante uma partida&#8221;.<br />
O xadrez é um jogo estratégico onde cada jogada deve ser avaliada com calma e se for mal planejada pode gerar complicações, desta forma todas as empresas possuem formas diferentes de jogar, por esta razão torna-se importante conhecer mais sobre cultura organizacional.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo Fleury e Fischer (1996), duas respeitadas estudiosas sobre o tema, definem cultura organizacional com uma dimensão política:</p>
<p style="text-align: justify;"><em>“A cultura organizacional é concebida como um conjunto de valores e pressupostos básicos expressos em elementos simbólicos, que em sua capacidade de ordenar, atribuir significações, construir a identidade organizacional, tanto agem como elemento de comunicação e consenso, como ocultam e instrumentalizam as relações de dominação”. (FLEURY e FISCHER, 1996, p.22)</em></p>
<p style="text-align: justify;">Desta maneira vale seguir a recomendação de Durham quando ele recomenda que:</p>
<p style="text-align: justify;"><em>“É importante investigar de que modo grupos, categorias ou segmentos sociais constroem e utilizam um referencial simbólico, que lhes permite definir seus interesses específicos, construir uma identidade coletiva, identificar inimigos e aliados, marcando as diferenças em relação a uns e dissimulando-as em relação a outros.” (DURHAM, 1984, p.87)</em></p>
<p style="text-align: justify;">Assim, se faz importante conhecer e avaliar formas de controle e liberdade proposta sobre uma reflexão de nossas ilusões.</p>
<p>Porque, para Freitas (2007) a conceituação de cultura pelos seus elementos revela-se envolvente e rica em detalhes que muitas vezes nos passa despercebidos pelo cotidiano organizacional.</p>
<p>Robbins (2002, p.500), ressalta que &#8220;o valor compartilhado da cultura organizacional a torna um instrumento poderoso para orientar e modelar o comportamento&#8221;.</p>
<p>Modelar o comportamento é nada mais do que controlar socialmente a maneira de agir dos indivíduos da organização, que sem percebermos nos transformamos simplesmente em peças de um jogo empresarial. Desta forma fica a questão, será possuímos o controle de algo ou somos seduzidos e estimulados por nada mais que nossas próprias ilusões?</p>
<p style="text-align: justify;">Obrigado aos que chegaram até o final deste texto. Deixe seu comentário! Aceito recomendações para continuar o debate em textos futuros.</p>
<p style="text-align: justify;">Um abraço e até a próxima.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>O que realmente pode mudar com o Windows 8</title>
		<link>http://www.profissionaisti.com.br/2011/10/o-que-realmente-pode-mudar-com-o-windows-8/</link>
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		<pubDate>Wed, 19 Oct 2011 10:41:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Profissionais TI</dc:creator>
				<category><![CDATA[Microsoft]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Papinho de TI]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[TI]]></category>
		<category><![CDATA[Windows]]></category>

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		<description><![CDATA[Não sei se posso mais me considerar um &#8220;hard user&#8221;. Parece que hoje esta expressão denomina melhor essa geração que utiliza o computador para acordar, dormir e todo o resto, do que aqueles que são entusiastas e utilizam o PC como ferramenta de trabalho. Não é nenhuma novidade que a tecnologia está cada vez mais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.profissionaisti.com.br/wp-content/uploads/2011/07/Windows-8-logo-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-18134 alignright" style="margin-left: 5px; margin-right: 5px;" title="Windows 8!" src="http://www.profissionaisti.com.br/wp-content/uploads/2011/07/Windows-8-logo-1-300x264.jpg" alt="" width="240" height="211" /></a>Não sei se posso mais me considerar um &#8220;hard user&#8221;. Parece que hoje esta expressão denomina melhor essa geração que utiliza o computador para acordar, dormir e todo o resto, do que aqueles que são entusiastas e utilizam o PC como ferramenta de trabalho.</p>
<p style="text-align: justify;">Não é nenhuma novidade que a tecnologia está cada vez mais complexa para os experientes e extremamente clara e linear para os novatos. A verdade é que a velocidade com que as tecnologias estão evoluindo está muito mais rápida do que já imaginávamos que poderia ficar.</p>
<p style="text-align: justify;">A Microsoft liberou a pouco uma versão chamada “Development preview” (ou versão do desenvolvedor) de seu poderoso sistema operacional Windows 8. Não entendi ao certo o motivo para criação desta expectativa no usuário final.</p>
<p style="text-align: justify;">Anteriormente, quando os usuários tinham acesso a uma versão “Beta” ou de testes, era selecionado um público restrito e não saiam por aí distribuindo cópias para obter milhares de opiniões que não poderiam ser processadas. Principalmente neste momento em que acabaram de anunciar que finalmente o número de usuários do Windows 7 acabou de superar os de Windows XP.</p>
<p style="text-align: justify;">Se isso vai incentivar os usuários a adotarem o Windows 7 ou esperar a nova versão do Windows 8, não sei dizer, mas que as esperanças para continuidade do Windows 7 acabam por aqui acabam. Mas como disse o presidente da divisão do Windows e Windows Live, Steven Sinofsky, na Microsoft eles não ficam apenas empolgados, eles ficam superempolgados.</p>
<p style="text-align: justify;">Embarcando nesta empolgação, e aproveitando os grandes benefícios da virtualização, consegui fazer a instalação do Windows 8. Em poucos minutos, e antes mesmo de pedir qualquer configuração adicional, o sistema mostra uma interface para você fazer logon em uma conta do Windows Live e, a partir daí, já coloca sua foto no perfil de logon do usuário.</p>
<p style="text-align: justify;">Claramente, a <a href="http://www.profissionaisti.com.br/category/microsoft/">Microsoft</a> pretende fazer com que os usuários guardem suas informações na nuvem e, muito em breve, bastará você efetuar logon em uma máquina com este sistema e ela já estará inteiramente personalizada ao seu gosto, com suas preferências de cores, papel de parede, músicas, filmes, atalhos, discos virtuais etc.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas a grande novidade está na mudança radical do famoso botão Iniciar, que, pela primeira vez, ao ser clicado não listará em um menu lateral os programas que você tem instalados e sim trará a tona a nova interface denominada METRO. Assim, ao efetuar logon, esta tela já vem preenchida com uma série de molduras lado a lado, com diferentes desenhos e tamanhos, algumas até dinâmicas, trazendo informações variadas. Parece uma cortina que sobrepõe ao antigo desktop, onde ficavam pairando os ícones.</p>
<p style="text-align: justify;">Essa mudança é importantíssima para o Windows neste momento, já que o sistema deverá funcionar em desktops, tablets e celulares, e a Microsoft está perdendo significativamente para a Apple e para o Google, com os sistemas iOS e Android, e é aqui que está o grande motivo para não perderem tempo em lançar o <a href="http://www.profissionaisti.com.br/2011/09/instalacao-do-windows-8/">Windows 8</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">O sistema parece ter incorporado uma interface dos novos videogames que entendem apenas os gestos das mãos e movimentos corporais, e está completamente preparado para funcionar apenas com o toque dos dedos. Os próprios desenvolvedores afirmam que depois de passar pela experiência de manusear o sistema via “touch screen” o usuário não vai mais gostar de utilizar mouse e teclado.</p>
<p style="text-align: justify;">A verdade é que ainda é muito cedo para dizer sobre os rumos que esta versão irá tomar, apesar das mudanças significativas nos aplicativos de base, como Internet Explorer 10, acesso remoto e virtualização com hyper-V. Sabemos que a Microsoft sabe distinguir o mercado corporativo do usuário doméstico e algumas versões serão formatadas para cada tipo de usuário, resta mesmo saber se empolgação dos desenvolvedores de aplicativos para esta plataforma irá saciar o enorme apetite com que andam os usuários.</p>
<p style="text-align: justify;"><em><strong>Humberto A. Izabela</strong> possui 20 anos de experiência na área de tecnologia da informação, sendo dez deles focados na informatização de pequena e médias empresas. Criador do software Empresário, trabalhou na informatização, consultoria e suporte para mais de 30 mil empresas junto com o SEBRAE-SP, MG e PR e também com a Federação do Comércio de São Paulo. Atualmente, é diretor da Promisys Soluções em Informática – produtora do Software de gestão ERP EASINESS é também Especialistas para pequenas e médias empresas pela Microsoft e Silver Solution Advisor pela Citrix.</em></p>
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		<title>Outsourcing de Impressão: agregar valor aos negócios é preciso</title>
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		<pubDate>Tue, 18 Oct 2011 21:02:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jackson Caset</dc:creator>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Outsourcing]]></category>
		<category><![CDATA[Papinho de TI]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Outsourcing de impressão]]></category>
		<category><![CDATA[TI]]></category>

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		<description><![CDATA[Assim como em todas as áreas de TI, o mercado de impressão está cada vez mais repleto de opções: sejam players, equipamentos ou modelos. Mas como se destacar neste segmento e, principalmente, o que proporcionar de diferente aos clientes? A resposta é traduzir em serviços as necessidades de impressão, ou seja, buscar atividades que agreguem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Assim como em todas as áreas de TI, o mercado de impressão está cada vez mais repleto de opções: sejam players, equipamentos ou modelos. Mas como se destacar neste segmento e, principalmente, o que proporcionar de diferente aos clientes?</p>
<p style="text-align: justify;">A resposta é traduzir em serviços as necessidades de impressão, ou seja, buscar atividades que agreguem valor aos negócios de forma que as escolhas não se resumam ao preço, mas sim no bom monitoramento de impressões combinado, consequentemente, com custos ideais e viáveis.</p>
<p style="text-align: justify;">Diante desta nova necessidade do mercado é que os provedores de serviços de impressão gerenciada (outsourcing de impressão) se vêm cada vez mais desafiados. Os profissionais devem entender quais são as expectativas do cliente e superá-las.</p>
<p style="text-align: justify;">O bom gerenciamento do outsourcing de impressão dependerá da capacidade de administrar os ativos, visando atender a um determinado SLA (service level agreement) e ainda converter as soluções baseadas em software, hardware e recursos de mão de obra estratégica em otimização de custos.</p>
<p style="text-align: justify;">Com isso, as alternativas devem ir “Além da impressão”, permitindo o acesso a novas tecnologias, com o objetivo de aumentar a capacidade de crescimento da empresa. Os provedores de impressão gerenciada, também conhecida como Managed Print Service ou MPS, serão bem sucedidos ao se atentarem às seguintes necessidades:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Garantir o crescimento sustentado das organizações com soluções que evitem o aumento de despesas. Pagar pouco pelo que não se usa é pagar muito!</li>
<li>Monitorar estrategicamente o serviço, evitando possíveis falhas para que as atividades tenham qualidade, sem interrupções.</li>
<li>Ter a garantia de escalabilidade e atendimento ao crescimento do negócio, com atualização e disponibilidade dos serviços, sem necessariamente aumentar o capital imobilizado. O cliente que utiliza as soluções precisa aumentar ou reduzir gastos para se adequar à realidade de seu setor, porém, sem alterar seus ativos de TI. Com isso, o outsourcing de impressão deve responder aos reajustes do mercado, ponto fundamental para a organização ter liquidez e reagir às oscilações de mercado.</li>
<li>Garantir que a mão de obra terceirizada não se torne um “corpo estranho” ao negócio do cliente, permitindo, assim, que o quadro de funcionários do cliente se identifique com as soluções de impressão gerenciada. A troca de profissionais impacta negativamente nas expectativas de negócios diante do abandono de postos e perda do know-how das operações que estavam sendo trabalhadas.</li>
<li>Disponibilizar relatórios detalhados sobre a performance dos serviços de impressão, para que o cliente possa acompanhar o andamento das ações, identificar possíveis desvios e planejar atividades.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Mediante a criação desta nova visão baseada em benefícios e soluções personalizadas, o outsourcing de impressão oferece três fatores importantes e atuais: sustentabilidade para reduzir o consumo de energia e de suprimentos de impressão; segurança nas impressões realizadas por pessoas autenticadas; e produtividade para planejar manutenções preventivas, selecionar qual o produto mais indicado para o cliente e investir em treinamento de profissionais, que saibam aproveitar todos os recursos que as práticas de impressão oferecem.</p>
<p style="text-align: justify;">Portanto, o gerenciamento não se restringe aos recursos tecnológicos, mas também à gestão e ao planejamento que sai das quatro paredes dos provedores de serviços e chega até os profissionais “residentes” alocados com os clientes. Se bem realizado, todos ganham com o serviço de outsourcing, tanto a empresa provedora quanto as companhias, que visualizam os ganhos a partir da implementação e detalhamento dos projetos.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>*Alexandre Lessa é supervisor de serviços de impressão gerenciados da OKI, fabricante e provedor de soluções de impressão.</em></p>
]]></content:encoded>
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