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	<title>Profissionais TI - Pra quem respira informação &#187; Software Livre</title>
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	<description>Pra quem respira informação</description>
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		<title>Software livre na educação</title>
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		<pubDate>Mon, 31 Oct 2011 13:04:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rosa.cris</dc:creator>
				<category><![CDATA[Acadêmicos]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
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		<description><![CDATA[Os alunos estão mais exigentes e os professores precisam se adequar a essa nova realidade. Como ferramenta para auxiliar o professor o computador vem sendo introduzido na educação, mas devido ao custo alto dos softwares proprietários, algumas escolas não tem conseguido atingir esse objetivo. Como alternativa ao custo alto do software proprietário esse trabalho apresenta [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Os alunos estão mais exigentes e os professores precisam se adequar a essa nova realidade. Como ferramenta para auxiliar o professor o computador vem sendo introduzido na educação, mas devido ao custo alto dos <em>softwares</em> proprietários, algumas escolas não tem conseguido atingir esse objetivo. Como alternativa ao custo alto do <em>software</em> proprietário esse trabalho apresenta <em>softwares</em> livres educacionais que facilitam a inclusão do computador no meio educacional.</p>
<p style="text-align: justify;">Chamar a atenção de alunos que tem acesso o tempo todo a diversos tipos de informação não é fácil. O modelo educacional onde o professor fala e o aluno ouve e aceita não funciona mais. Hoje, o papel do professor é o de aproveitar o conhecimento já adquirido pelo aluno e mostrar-lhe o caminho para aprimorar e aumentar seu conhecimento.</p>
<p style="text-align: justify;">O computador tornou-se indispensável no meio educacional e desde que utilizado de forma planejada, tem se apresentado a favor de uma educação mais dinâmica, trazendo de volta o interesse do aluno em aprender. O uso de tecnologias possibilita ao professor uma diversidade maior de atividades fazendo com que o aluno desenvolva melhor algumas habilidades como autonomia, resolução de problemas de forma mais próxima da sua realidade, organização de suas informações, habilidade investigativa, entre outras dependendo da faixa etária de cada aluno. Um dos inviabilizadores da implementação do computador nas escolas é a falta de recursos financeiros. Os <em>softwares</em> proprietários encarecem e muito o preço final do computador devido à cobrança de licenças para sua utilização. Na contra mão do problema tem-se os <em>softwares</em> livres que são de acesso gratuito.</p>
<p style="text-align: justify;">O uso do <em>software</em> livre, hoje em dia oferecidos com grande diversidade em língua portuguesa, dispensa gasto com licenças proprietárias e assim, como salienta Silveira (2003 p.41), ao invés de sermos eternos pagadores de <em>royalties</em>, &#8220;tais recursos poderiam ser canalizados para outros fins, como a compra de <em>hardware</em> ou empregados na formação, treinamento e educação digital&#8221;, pois tão importante quanto garantir o acesso as TICs (Tecnologia da Informação e Comunicação) é capacitar as pessoas, em especial, as comunidades mais desfavorecidas para a utilização da tecnologia em favor do exercício da cidadania.</p>
<p style="text-align: justify;">O processo ensino-aprendizagem se dá na interação entre professor e aluno, aluno e aluno e de ambos com o mundo e seus acontecimentos provocando mudanças no indivíduo, podendo ser permanentes ou não. Aprender é o processo de adquirir conhecimento, valores, habilidades e essencialmente do desenvolvimento da capacidade de pensar. Devemos nos preocupar com um sistema educativo muito padronizado, pois este pode produzir sujeitos muito acomodados, desvalorizando a autonomia da criatividade.</p>
<p style="text-align: justify;">Com a mudança do paradigma educacional, aprender tem o significado de ir além da instrução direta podendo acontecer em ambientes virtuais criativos e mais chamativos para o indivíduo. O uso de novas tecnologias como o computador, tem facilitado a vida de professores que já aceitaram essa nova realidade, proporcionando interação e um ensino mais eficaz para a realidade atual.</p>
<p style="text-align: justify;">Os primeiros experimentos do uso do computador na educação começaram na década de 50 logo depois do início de sua comercialização. Pouco tempo depois, Burrhus Frederic Skinner (1904-1990) criou a Máquina de Ensinar. Em 1970 Seymour Papert desenvolveu a Linguagem de Programação Logo. Esses dois experimentos propiciavam ao aluno deixar de lado a preocupação no certo e errado, dando mais importância ao processo como as coisas acontecem e com a solução para os problemas apresentados, deixando o sinônimo de erro como punição, intimidação e frustração de lado, fazendo com que cada aluno aprendesse no seu ritmo sem desestimular aqueles com um pouco mais de dificuldade.</p>
<p style="text-align: justify;">Muitos foram os experimentos e desde os primeiros os professores foram temerosos em relação a adotar essa nova ferramenta que deixa de lado a imagem do professor como detentor do saber e desterritorializa a instituição escolar. As novas tecnologias são importantes, pois ampliam o conceito de aula, espaço e tempo e de comunicação audiovisual, estabelecendo novas referências em relação ao presencial e o virtual, tomando o devido cuidado para que o computador não seja considerado apenas mais um aparato de alto custo não proporcionando uma aprendizagem significativa para o aluno. Cabe lembrar que o computador não é a solução para os diversos problemas da educação e sim, um facilitador, um motivador ao aprendizado, uma ferramenta que veio para somar, através de uma linguagem com a qual os estudantes estão familiarizados.</p>
<p style="text-align: justify;">Com o passar dos anos, a visão dos professores em relação ao uso do computador na educação mudou, os professores estão mais abertos a essa nova situação e os alunos estão mais colaborativos. O uso do computador na escola deve vir acompanhado da reflexão a respeito da necessidade de mudança na forma de geração da aprendizagem.</p>
<p style="text-align: justify;">Experiências realizadas em países onde as escolas já oferecem aos seus estudantes a tecnologia como facilitadora do ensino indica que o computador graças à internet, tem uma grande capacidade de formar redes, efeito imprescindível também fora do ambiente escolar. Tudo isso incentiva o aluno a desenvolver rapidez de raciocínio, ser humano multitarefa, tomada de decisão de forma mais eficiente, abrir novas dimensões intelectuais e, principalmente desenvolver o trabalho em equipe tão exigido atualmente fora do ambiente escolar.</p>
<p style="text-align: justify;">Nada como ensinar geografia de forma que o aluno possa “sobrevoar” diversos relevos e vegetações do planeta e executar experiências com substâncias tóxicas sem o perigo de explodir o laboratório. Tudo isso o computador propicia a alunos e professores através dos <em>softwares</em> educacionais.</p>
<p style="text-align: justify;">Podem ser considerados <em>softwares</em> educacionais aqueles que foram projetados com base em uma metodologia que os contextualiza no processo de ensino-aprendizagem. O primeiro indício do uso de um <em>software</em> educativo foi em uma máquina para corrigir testes de múltipla escolha criada por Dr. Sidney Pressey em 1924. Nessa máquina, o módulo era apresentado o conteúdo e no final, o aluno deveria responder uma questão em um espaço em branco ou escolher uma resposta correta entre diversas alternativas apresentadas. Se a resposta estivesse correta o aluno passaria para o próximo módulo, caso contrário, o programa forneceria a resposta correta ou o aluno poderia ser convidado a rever o módulo com o objetivo de remediar o processo de ensino. Empresas no início dos anos 60 investiram muito na produção de softwares educacionais com a ideia de revolucionar a educação. O problema é que os computadores nessa época ainda eram muito caros para que as escolas os adquirissem. A disseminação do software educacional somente aconteceu com a chegada dos microcomputadores.</p>
<p style="text-align: justify;">O <em>software</em> educacional somente poderá contribuir como facilitador do processo de ensino-aprendizagem, se alguns fatores forem obedecidos a rigor como metodologia empregada no <em>software</em>, qualidade, se atendem as necessidades e a faixa etária indicativa. Os testes também são muito importantes, pois não devemos simplesmente escolher um software de qualquer tipo que seja somente pela embalagem. O professor deve também se preocupar com o contexto onde este <em>software </em>será utilizado.</p>
<p style="text-align: justify;">O <em>software</em> educacional pode apresentar várias vantagens como aumentar a interação do aluno com o conteúdo apresentado, permitir a individualização na aprendizagem do aluno, estimular e promove a autoestima no aluno, apresentar lições de modo criativo, atrativo e integrado, proporcionar retroalimentação, controle e avaliação imediatos da aprendizagem.</p>
<p style="text-align: justify;">Como principal e mais problemática desvantagem encontramos o custo para aquisição do <em>software</em> proprietário, que são produtos criados por <a href="http://www.profissionaisti.com.br/category/desenvolvimento/">desenvolvedores</a> ou empresas que detêm os direitos sobre o produto onde a cópia, modificação ou redistribuição são de alguma forma proibida pelo seu desenvolvedor ou distribuidor. Para que os itens citados sejam permitidos, faz-se necessário a aquisição de uma licença de alto custo, principal inviabilizador do uso do <em>software</em> educacional. Todos estes custos com o <em>software</em> proprietário acabam inviabilizando o uso do <em>software</em> educacional. Uma alternativa aos <em>softwares</em> proprietários seriam os <em>softwares</em> livres que tem como principal vantagem o custo quase zero.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;">O <em>Software </em>Livre é todo aquele que oferece ao seu usuário a liberdade de utilizá-lo para seu proveito, executando os programas para quaisquer propósitos, copiando, distribuindo, estudando seu funcionamento, modificando, aperfeiçoando e customizando seu código fonte, sem precisar pedir autorização para outrem, de modo que toda a sociedade se beneficie (LAMAS, 2004).</p>
<p style="text-align: justify;">A maior vantagem do uso do <a href="http://www.profissionaisti.com.br/category/software-livre/"><em>software</em> livre</a> na educação é que se faz desnecessário investir em licenças para sua aquisição, futuras atualizações e customizações. Com o investimento que se faz para montar um laboratório de informática com equipamentos utilizando software proprietário é possível montar dois laboratórios de informática. Na educação, o dinheiro economizado com a não atualização forçada do <em>hardware</em> pode ser aplicado de outra forma como, por exemplo, na capacitação dos professores. Máquinas que seriam consideradas obsoletas para se utilizar <em>software</em> proprietário são usadas por usuários de software livre, pois este tipo de software pode ser customizado para um hardware considerado ultrapassado.</p>
<p style="text-align: justify;">Para Silveira e Cassino (2003), o <em>Software</em> Livre representa uma opção pela criação, pela colaboração e pela independência tecnológica e cultural, uma vez que é baseado no princípio do compartilhamento do conhecimento e na solidariedade praticada pela inteligência coletiva conectada na rede mundial de computadores.</p>
<p style="text-align: justify;">Como exemplos de <em>softwares</em> livres educacionais podemos citar o <strong>Edubuntu</strong>, distribuição Linux desenvolvida pela Canonical Ltda. baseada no sistema operacional Ubuntu especificamente para ambientes escolares, o <strong>Gcompris</strong>, coletânea com 80 atividades muito atraente para as crianças, o <strong>KBruch </strong>que apresenta as operações matemáticas de forma bem colorida, o <strong>TkGeomap </strong>que mostra dados geográficos. A lista é muito variada e com certeza dificilmente deixará o professor na mão. A educação deve favorecer a ética e a formação da cidadania. Independentemente de escola pública ou privada. A educação não é mercadoria e não deve ser tratada como tal.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Referências</strong></p>
<p style="text-align: justify;">LAMAS, M. Software livre ao seu alcance. Rio de Janeiro: Beto Brito, 2004.<br />
SILVEIRA, S. A.; CASSINO (Org.). Software Livre e Inclusão Digital. São Paulo: Conrad Editora do Brasil, 2003.<br />
SILVEIRA, S. A.; CASSINO (Org.). Software Livre e Inclusão Digital. São Paulo: Conrad Editora do Brasil, 2003.</p>
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		<title>Livro: A Revolução do Software Livre</title>
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		<pubDate>Tue, 29 Sep 2009 16:46:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jackson Caset</dc:creator>
				<category><![CDATA[Publicações]]></category>
		<category><![CDATA[Software Livre]]></category>
		<category><![CDATA[Livro]]></category>
		<category><![CDATA[Revolução]]></category>

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		<description><![CDATA[Li hoje no blog do Christiano Anderson que lançaram o livro &#8220;A Revolução do Software Livre&#8221; organizado por Tiago Melo da Comunidade Sol. Um trabalho inédito no Brasil escrito por 10 autores (inclusive um deles é o Cezar Taurion da IBM, colaborador do PTI) que colaboram com a comunidade de software livre no Brasil. Vários assuntos como negócios, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-medium wp-image-4226" style="margin-left: 5px; margin-right: 5px;" title="A Revolução do Software Livre!" src="http://www.profissionaisti.com.br/wp-content/uploads/2009/09/arsl-213x300.png" alt="A Revolução do Software Livre!" width="213" height="300" />Li hoje no blog do <a href="http://christiano.blog.br" target="_blank">Christiano Anderson</a> que lançaram o livro &#8220;<strong>A Revolução do Software Livre</strong>&#8221; organizado por <a href="http://tiagodemelo.info/" target="_blank">Tiago Melo</a> da <a href="http://www.comunidadesol.org/" target="_blank">Comunidade Sol</a>. Um trabalho inédito no Brasil escrito por 10 autores (inclusive um deles é o <a href="http://www.profissionaisti.com.br/author/cezar/">Cezar Taurion</a> da IBM, colaborador do PTI) que colaboram com a comunidade de <strong><a href="http://www.profissionaisti.com.br/category/software-livre/">software livre</a> no Brasil.</strong></p>
<p>Vários assuntos como negócios, filosofia e <a href="http://www.profissionaisti.com.br/category/desenvolvimento/">desenvolvimento </a>são abordados por cada um dos autores. O livro ainda tem o prefácio escrito por Jon &#8220;Maddog&#8221; Hall.</p>
<p>Pelo que li no blog do Christiano ainda não existem informações sobre a venda do <a title="Biblioteca do PTI!" href="http://www.profissionaisti.com.br/category/livros">livro</a>, porém, o mesmo comentou que mantém a todos informados pelo <a href="http://christiano.blog.br" target="_blank">blog </a>ou no <a href="http://twitter.com/dump/" target="_blank">twitter</a>.</p>
<p>Vou ficar atento para manter os visitantes do PTI informados <img src='http://www.profissionaisti.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
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		<title>FusionCharts Free agora também é Open Source</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Sep 2009 14:07:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jackson Caset</dc:creator>
				<category><![CDATA[Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias de TI]]></category>
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		<category><![CDATA[FusionCharts]]></category>

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		<description><![CDATA[Dica rápida e rasteira&#8230; Você que atua no desenvolvimento de aplicações web com certeza já deve ter ouvido algum dia de algum cliente: &#8220;ei, não tem como esses gráficos serem mais animados e bonitos para nossos clientes?&#8221;. Pois é, eu particularmente já ouvi diversos clientes solicitando este tipo de coisa e sempre recorri às bibliotecas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Dica <a href="http://www.profissionaisti.com.br/category/rapidas-e-rasteiras/">rápida e rasteira</a>&#8230;</p>
<p>Você que atua no <a href="http://www.profissionaisti.com.br/category/desenvolvimento/">desenvolvimento</a> de aplicações web com certeza já deve ter ouvido algum dia de algum cliente: &#8220;ei, não tem como esses gráficos serem mais animados e bonitos para nossos clientes?&#8221;.</p>
<p>Pois é, eu particularmente já ouvi diversos clientes solicitando este tipo de coisa e sempre recorri às bibliotecas gratuitas que criam gráficos maravilhosos em Flash e uma delas sempre me chamou muito à atenção por sua beleza, facilidade de implementação e boa documentação: a  FusionCharts.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-3955" title="FusionCharts Free!" src="http://www.profissionaisti.com.br/wp-content/uploads/2009/09/logo_fc.gif" alt="FusionCharts Free!" width="263" height="70" /></p>
<p>A FusionCharts trabalha com leitura de arquivos XML e com passagem de parametros para montar as animações, logo, pode ser integrada com qualquer linguagem de programação: PHP, Javascript, .NET, Java, <a href="http://www.profissionaisti.com.br/tag/python/">Python</a> e outras, inclusive, linguagens Desktop.</p>
<p>A novidade é que agora, além da versão paga e da gratuita que já existiam, a <strong>versão gratuita virou <a href="http://www.profissionaisti.com.br/category/software-livre/">Open Source</a> sob as licenças GPL e MIT</strong>, ou seja, você pode baixar a biblioteca, utilizá-la para qualquer propósito (pessoal e comercial), pode alterar os códigos fontes como achar mais adequado e pode, claro, redistribuir/compartilhar com quem você quiser.</p>
<p>São gráficos de barras, linhas, funil, pizza, com concorrência e muito outros recursos que, agora, podem ser expandidos e melhorados por nós.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-3954" title="Gráficos FusionCharts Free e Open Source!" src="http://www.profissionaisti.com.br/wp-content/uploads/2009/09/graficos-fusion-charts.jpg" alt="Gráficos FusionCharts Free e Open Source!" width="415" height="166" /></p>
<p><a href="http://www.fusioncharts.com/free/" target="_blank">Vale a pena baixar e dar uma olhadinha</a> <img src='http://www.profissionaisti.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';-)' class='wp-smiley' /> </p>
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		<title>Revista Espírito Livre edição 4 &#8211; Baixe a sua!</title>
		<link>http://www.profissionaisti.com.br/2009/07/revista-espirito-livre-edicao-4/</link>
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		<pubDate>Sun, 05 Jul 2009 13:06:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jackson Caset</dc:creator>
				<category><![CDATA[Software Livre]]></category>
		<category><![CDATA[Revista]]></category>
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		<description><![CDATA[Com o tema de capa, Jogos e Diversão, a Revista Espírito Livre teve a honra de ter como entrevistados diversos responsáveis por projetos mundialmente conhecidos e já consagrados pela comunidade. Acompanham as entrevistas, matérias que circundam este tema tão discutido, e às vezes até inflamado, afinal, muitos dos leitores que nos estão lendo neste momento [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Com o tema de capa, Jogos e Diversão, a Revista Espírito Livre teve a honra de ter como entrevistados diversos responsáveis por projetos mundialmente conhecidos e já consagrados pela comunidade. Acompanham as entrevistas, matérias que circundam este tema tão discutido, e às vezes até inflamado, afinal, muitos dos leitores que nos estão lendo neste momento ainda utilizam softwares proprietários afim de terem uma plataforma para seus jogos favoritos. Esta edição tenta mostrar que é possível encontrar títulos de qualidade contendo seu código aberto, demonstrando que a qualidade destes aumenta a cada dia, assim como o número de jogos e seus fãs.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.profissionaisti.com.br/wp-content/uploads/2009/07/revista_espiritolivre_004_capa.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3134" title="Revista Espírito Livre 4" src="http://www.profissionaisti.com.br/wp-content/uploads/2009/07/revista_espiritolivre_004_capa.jpg" alt="Revista Espírito Livre 4" width="244" height="324" /></a></p>
<p>As entrevistas desta edição, que são três, revelam um pouco mais sobre John Diamond – criador do Alien Arena, Bernhard Wymann – líder da equipe responsável pelo TORCS e Sami Kyöstilä, criador do Frets on Fire.</p>
<p>A equipe da revista está em constante crescimento tendo desta vez participações de Cristiano Rohli, tratando de um tema que inflama conversas, Cezar Farias estréia uma coluna sobre Inkscape e outras ferramentas gráficas, Gustavo Freitas apresenta o SEM: Search Engine Marketing, Luis Gustavo fala de seu livro sobre Python, entre outros. Por justamente junho ter sido palco de vários eventos de software livre, temos várias matérias e relatos a respeitos destes, como poderão ver. Ari Mendes, Andressa Martins, Alessandro Silva, José Josmadelmo e Vladimir di Fiori, diretamente da Argentina, contribuiram de forma impecável nestes eventos que ocorreram mês passado.</p>
<p>Continuamos com nossa seção de emails, com comentários e sugestões enviados para a redação da revista. Participe! Envie também o seu comentário!</p>
<p>A Revista Espírito Livre trás a relação de ganhadores das três promoções da edição anterior. E uma novidade: novas promoções estão a caminho, como poderão perceber, isto se deve à inclusão de parceiros que estarão conosco ao longo das próximas edições. Basta ficar ligado na revista e no site oficial da revista [<a href="http://revista.espiritolivre.org/" target="_blank">http://revista.espiritolivre.org</a>] para não perder nenhum detalhe.</p>
<p>Nossos agradecimentos a todos aqueles que tornaram e tornam este trabalho possível, inclusive aos que colaboraram com as traduções das entrevista, Andressa Martins, Aécio Pires, Marcelo Tonieto, Juliana Prado, Relsi Hur Maron, etc.</p>
<p>A Revista Espírito Livre, através da colaboração e apoio desta forte equipe, vem crescendo e mostra mais uma vez que chegou para ficar, que entrou no jogo, afim de disponibilizar conteúdo de qualidade, temas relevantes, matérias com o propósito de acrescentar, feita por e para leitores.</p>
<p style="text-align: center;"><strong><a href="http://www.revista.espiritolivre.org/wp-content/plugins/download-monitor/download.php?id=4" target="_blank">Baixe agora mesmo!</a></strong></p>
<p>Por João Fernando Costa Júnior</p>
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		<title>Fundos para software livre com disco de Michael Jackson</title>
		<link>http://www.profissionaisti.com.br/2009/07/fundos-para-software-livre-com-disco-de-michael-jackson/</link>
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		<pubDate>Fri, 03 Jul 2009 23:05:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jackson Caset</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Software Livre]]></category>
		<category><![CDATA[Michael Jackson]]></category>

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		<description><![CDATA[Realmente uma ideia bacana (desde que a arrecadação seja bem aplicada). Parabéns aos idealizadores. A morte de Michael Jackson movimentou sites de leilões na web com todo o tipo de artigos relacionados ao ídolo pop, de discos e pôsteres a supostas mechas de cabelo do astro. Enquanto muitos aproveitaram o momento para fazer dinheiro, dois [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong>Realmente uma ideia bacana (desde que a arrecadação seja bem aplicada).<br />
Parabéns aos idealizadores.</strong></p>
<p>A morte de Michael Jackson movimentou sites de leilões na web com todo o tipo de artigos relacionados ao ídolo pop, de discos e pôsteres a supostas mechas de cabelo do astro. Enquanto muitos aproveitaram o momento para fazer dinheiro, dois jovens de Brasília decidiram tirar algo bom da onda de oportunismo &#8211; e, ao mesmo tempo, criticá-la.</p>
<p>Um compacto de Jackson recebeu assinaturas de gente como Peter Sunde (do portal sueco The Pirate Bay) e Jon Maddog Hall (da Linux International) e está sendo leiloado na web. Todo o dinheiro arrecadado com a venda será doado para a Fundação Software Livre e para o Partido Pirata do Brasil.
</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.profissionaisti.com.br/wp-content/uploads/2009/07/1255723-2122-ga.jpg"><img class="size-full wp-image-3126 aligncenter" title="Álbum de Jackson!" src="http://www.profissionaisti.com.br/wp-content/uploads/2009/07/1255723-2122-ga.jpg" alt="Álbum de Jackson!" width="399" height="258" /></a></p>
<p>A campanha foi idealizada por Paulo Rená e Rodrigo Canalli durante o 10º Fórum Internacional do Software Livre, em Porto Alegre, e quer chamar atenção para a controvérsia jurídica em torno do The Pirate Bay, questionando o sentido do termo &#8220;pirataria&#8221;. Por isso buscaram autógrafos de pessoas centrais na luta pelo software livre e pela cultura livre, que estavam presentes no evento.</p>
<p><strong>Boa sorte, Michael</strong><br />
Além de Sunde e Maddog, também assinaram o disco Mark Suman (Mozilla Foundation), Seth Schoen (Electronic Frontier Foundation), Elizabeth Stark (Free Culture), Jacob Appelbaum (TOR Project) e o cineasta Simon Klose.</p>
<p>&#8220;Isto é uma cópia&#8221;, escreveu Sunde. No canto superior esquerdo, Maddog Hall escreveu carinhosamente &#8220;Boa sorte Michael, onde quer que você esteja&#8221;.</p>
<p><strong>Do Mercado Público para o Mercado Livre</strong><br />
A ideia da campanha &#8220;Pirateando Jackson/Michael Livre&#8221; surgiu em um fim de tarde no Mercado Público de Porto Alegre, quando os dois jovens de Brasília descansavam depois de um dia de atividades no fisl10. &#8220;Quando li no celular a notícia de que itens ligados a Michael Jackson já custavam milhões na internet, Rodrigo anunciou: &#8220;vamos fazer um experimento!&#8217;&#8221;, conta Rená.</p>
<p>No próprio Mercado Público, compraram o compacto usado por R$ 5. No dia seguinte, compraram canetas coloridas e começaram a coletar assinaturas, registrando tudo em vídeo.</p>
<p>Convencer os colaboradores não foi tão fácil. Maddog Hall negou duas vezes antes de ceder à insistência dos jovens. Já Richard Stallman, da Free Software Foundation &#8211; que receberá metade do dinheiro arrecadado &#8211; não quis assinar e foi enfático ao dizer que não concorda com a iniciativa, segundo Rená.</p>
<p><strong>Michael Livre</strong><br />
O compacto em vinil, do início da década de 80, traz quatro músicas de Michael Jackson &#8211; Thriller, Billie Jean, Beat It e Human Nature &#8211; e está em perfeito estado, segundo Rená e Canalli.</p>
<p>Vídeos gravados durante o fisl 10 garantem a autenticidade das assinaturas, e podem ser vistos no blog Hiperfície pelo atalho <a href="http://tiny.cc/LLy9l" target="_blank">http://tiny.cc/LLy9l</a>. O blog também traz mais informações sobre a campanha e o link para quem quiser fazer suas ofertas pelo disco.</p>
<p>O leilão será encerrado no dia 10 de julho, aniversário de um ano do retorno do projeto de lei dos cibercrimes (também conhecido como Lei Azeredo) do Senado para a Câmara dos Deputados. Até o fechamento desta notícia, o preço do compacto estava em R$ 32.</p>
<p>Fonte: <a href="http://tecnologia.terra.com.br/interna/0,,OI3857152-EI4802,00-Disco+de+Michael+Jackson+arrecada+fundos+para+software+livre.html" target="_blank">Terra Tecnologia</a></p>
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		<title>Empreendedorismo Livre</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Jun 2009 15:00:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Klaibson Ribeiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Software Livre]]></category>
		<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Linux]]></category>

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		<description><![CDATA[Já falei para vocês que meu primeiro contato com software livre foi no ano de 2006 com um Live CD do Ubuntu que ganhei de um amigo meu. Mas o que percebo que até agora nesses anos todos, não mudou muito foi como comercializamos produtos/serviços relacionados ao software livre. O pessoal que está no movimento [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Já falei para vocês que meu primeiro contato com software livre foi no ano de 2006 com um Live CD do <a title="Atualizando o Ubuntu da versão 8.10 para 9.04!" href="http://www.profissionaisti.com.br/2009/04/atualizando-o-ubuntu-da-versao-810-para-904/">Ubuntu</a> que ganhei de um amigo meu. Mas o que percebo que até agora nesses anos todos, não mudou muito foi como comercializamos produtos/serviços relacionados ao software livre.</p>
<p>O pessoal que está no movimento <a title="Conteúdos relacionados a Software Livre!" href="http://www.profissionaisti.com.br/category/software-livre/">software livre</a> está acima da média em relação aos demais usuários de informática, em relação aos conhecimentos técnicos, mas algo que vejo que ainda é falho ainda é a questão comercial, não sabemos vender nosso peixe. Não temos <em>feeling</em> para isso. Isso é muito prejudicial, pois temos que começar a formar além de pessoas que tenham a paixão pelo software livre, pessoas que sabem explicar numa linguagem simples como funcionam nossos aplicativos.</p>
<p>Ah, mais os vendedores são <em>pernósticos</em>, estão apenas preocupados com eles mesmos e querem nos empurrar qualquer coisa, sim, ainda existem vendedores que agem desse forma, mas os vendedores do novo milênio tem um foco totalmente diferente, que é buscar soluções ao cliente. Na venda moderna, o vendedor é o que menos fala, ouvi atentamente o cliente e depois apresenta a solução que se adequá ao bolso e a ocasião. Para mudar essa visão, sugiro que faça cursos de vendas, cursos de oratória, de teatro para amadores, pois muitas pessoas no movimentos são excelentes programadores, mas não sabem falar em público.</p>
<p>Muitos vão dizer que o cliente quer qualidade, claro que o cliente quer qualidade, mas temos que pensar em formas de dizer a ele que temos um produto melhor que o do concorrente e não fazemos isso da forma correta. Atacamos a <a title="Conteúdos relacionados a Microsoft!" href="http://www.profissionaisti.com.br/category/microsoft/">Microsoft</a> parecendo político em período de campanha, ou seja, atacando o candidato oponente e este ato não passa credibilidade para nós. O pessoal da Microsoft, Adobe, Corel e outras, sequer eles falam da gente, apenas focam em vender seus produtos (devem ter uma lábia muito boa, pois para convencer alguém a pagar R$ 550,00 por licença de software, do que usar um software que pode ser utilizado gratuitamente).</p>
<p>Para modificar este panorama, estava pensando em ideias de empreendimentos livres, além de realizar processos de migração, a primeira ideia seria montar uma franquia, como o Bob Blues, Contém 1 Grama, Akakia, Boticário, enfim, com produtos relacionados ao movimento (camisetas, chaveiros, mouse pad, venda de cd´s com várias versões do Linux e agregados), claro que temos isso na internet, mas além das lojas virtuais penso em montar uma cadeia de lojas, uma por estado que esteja focada na venda desse material, mesmo que não tem nada a ver com <a title="Conteúdos relacionados a Software Livre!" href="http://www.profissionaisti.com.br/category/software-livre/">software livre</a>, entraria em nossas lojas e levaria alguma coisa para &#8220;aquele&#8221; sobrinho aficionado em informática.</p>
<p>Outra ideia de empreendimento livre é criação de escolas livres, ou seja, escolas focadas totalmente em cursos de Software Livre, cursos presenciais ou na modalidade Ead (ensino à distância) ou venda de cursos em cd´s, mas juntar isso tudo num único site ou escola presencial.</p>
<p>Continuando, estava pensando na criação da Oficina Livre. Como será essa oficina: o empresário compra computadores usados ou aceita doações, dependendo o caso, revisa este computador, faz uma limpeza, instala aquelas versões de linux leves (como Damn Small Linux, Slax e muLinux) e os coloque para revenda, claro que, junto você pode vender um plano de assistência técnica. Falei PC´s, mas como a onda agora são os notebooks, pode ser feito a mesma coisa com eles e revendê-los com uma <a title="As 10 distribuições Linux preferidas nos últimos 3 meses!" href="http://www.profissionaisti.com.br/2009/05/as-10-distribuicoes-linux-preferidas-nos-ultimos-3-meses/">distribuição de Linux</a> e vendendo o plano de assistência.</p>
<p>Como podemos ver, existem inúmeras possibilidades de ganhar dinheiro como <a title="Conteúdos relacionados a Software Livre!" href="http://www.profissionaisti.com.br/category/software-livre/">software livre</a> e não apenas lidando com migração. Claro que as possibilidades são infinitas, apenas levantei alguns pontos para o seu espírito empreendedor seja despertado e possamos cada vez mais alcançar mais usuários nas empresas e pessoas leigas.</p>
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		<title>Introdução à informática com software livre</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Jun 2009 22:57:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Klaibson Ribeiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Informática]]></category>
		<category><![CDATA[migração]]></category>
		<category><![CDATA[Software Livre]]></category>

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		<description><![CDATA[Desde pequeno tive fascínio pelos computadores, via nas revistas que vinham para nossa escola e enciclopédias quando fazíamos trabalhos. Meu primeiro curso foi no ano de 1995, numa parceria entre a escola estadual e a escola de informática de uma cidade vizinha, lembro que tivemos aulas no auditório da escola. As aulas eram ainda no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Desde pequeno tive fascínio pelos computadores, via nas revistas que vinham para nossa escola e enciclopédias quando fazíamos trabalhos. Meu primeiro curso foi no ano de 1995, numa parceria entre a escola estadual e a escola de informática de uma cidade vizinha, lembro que tivemos aulas no auditório da escola. As aulas eram ainda no MS-DOS e nos gravávamos as aulas nos disquetes de 8 polegadas, aqueles com buraco no meio.</p>
<p>Fiquei um pouco frustado, depois que fiz o curso e o pessoal da escola foi embora sem dar os nossos certificados. Mas fiquei vidrado nos computadores.</p>
<p>Um ano depois minha mãe matriculou eu e meu irmão em outra escola, que era da nossa cidade e poderíamos usufruir do Windows 95, aquela tecla gráfica, nossa, foi muito bom usar o mouse e os joguinhos. Me ensinaram a gravar um disquete e trabalhar nas planilhas e editores de texto.</p>
<p>Por que eu entrei nesse papo? Por que já se passaram 13 anos desde quando aprendi informática e as escolas continuam ensinando as mesmas coisas, o mesmo sistema operacional e aplicativos para escritório. Naquela época, nem se sonhava que existisse <a title="Conteúdos relacionados a Software Livre!" href="http://www.profissionaisti.com.br/category/software-livre/">software livre</a> ou muito menos outros sistemas operacionais ou aplicativos para escritório. Hoje temos uma variedade de aplicativos e sistemas operacionais mas ainda se insiste em ensinar as mesmas coisas.</p>
<p>Conversando com diretores de escolas e coordenadores pedagógicos, questionei por que não dão aos alunos a alternativa de escolherem? As escolas alegam que não tem demanda para aplicativos livres como Linux e BrOffice/OpenOffice. Pois as empresas são resistentes as mudanças. Conversando com empresários pergunto por que eles não migram suas plataformas para aplicativos livres? Eles questionam que não sabem como fazer, que não tem assistência e que as escolas de informática não ensinam os cursos regularmente e quando os cursos são in-company, são muito caros, inviabilizando a migração. Então, de quem é a culpa?</p>
<p>Acredito que todos estão sofrendo com aquilo que chamamos de Lei da Inércia1 (se está parado, permanece parado, e se está em movimento, permanece em movimento e a sua velocidade se mantém constante). Ou seja, sempre fizemos isso e deu certo, porque vamos mudar?</p>
<p>Para quebrar paradigmas, estava pensando em criar uma escola que ministrasse conteúdos totalmente livres: Linux, BrOffice.Org, Joomla, <a title="Lua, &quot;gol de placa&quot; brasileiro | Profissionais TI!" href="http://www.profissionaisti.com.br/2009/01/lua-gol-de-placa-brasileiro/">Lua</a>, Ruby, enfim, coisas que geralmente não vimos nas escolas de informática e nem nas escolas técnicas.</p>
<p>Claro que teremos que ter uma abordagem diferente do que temos atualmente, firmar uma parceria com as lojas que vendem computadores populares, aqueles que vem com Linux, por exemplo, a pessoa compra o computador e ganha um curso de Linux de graça, para que ela não precisa formatar a máquina e colocar Windows <a title="Por que você ainda usa software pirata?" href="http://www.profissionaisti.com.br/2009/05/por-que-voce-ainda-usa-software-pirata/">pirata</a>. Também temos que explicar que uso de software pirata é crime e que vários órgãos públicos estão migrando para esta plataforma livre.</p>
<p>Outra coisa que percebo no movimento software livre, principalmente para os usuários avançados de Linux, uma certa soberba e acredito que isso tem que ser mudado se quisermos atrair novos usuários. Pois participando dos fóruns, vejo que perguntas são ignoradas ou quando são respondidas é feito com vontade de tripudiar a pessoa que perguntou, taxando-a de ignorante. Todos nós somos ignorantes em alguma área e se estamos participando de fóruns é por que queremos aprender e não para sermos alvo de chacota.</p>
<p>Mas temos motivos para comemorar. As iniciativas dos governos estaduais de implantar software livre nas escolas públicas, a crise internacional está ajudando, pois empresas estão buscando alternativas para atualizarem seus softwares sem trocar de máquinas e os eventos de <a title="Conteúdos relacionados a Software Livre!" href="http://www.profissionaisti.com.br/category/software-livre/">software livre</a> que atraem cada vez mais pessoas e empresas.</p>
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		<title>Revista Espírito Livre edição 3 &#8211; Baixe já!</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Jun 2009 15:11:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jackson Caset</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Software Livre]]></category>
		<category><![CDATA[Revista]]></category>

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		<description><![CDATA[Foi lançada a edição de número 3 da Revista Espírito Livre! Mal completamos um mês desde a edição n° 2 e já está saindo outra… Esperamos continuar com a regularidade de disponibilizar as novas edições entre a primeira e a segunda semana de cada mês. Com o tema de capa, Wiki e os novos modelos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-medium wp-image-2585" title="Revista Espírito Livre 3!" src="http://www.profissionaisti.com.br/wp-content/uploads/2009/06/revista_espiritolivre_003_capa-223x300.jpg" alt="Revista Espírito Livre 3!" width="223" height="300" />Foi lançada a edição de número 3 da Revista Espírito Livre! Mal completamos um mês desde a edição n° 2 e já está saindo outra… Esperamos continuar com a regularidade de disponibilizar as novas edições entre a primeira e a segunda semana de cada mês.</p>
<p>Com o tema de capa, Wiki e os novos modelos de construção de conhecimento, tivemos a colaboração de uma galera bacana que agregou ainda mais à publicação, como vocês poderão ver.</p>
<p>Então não perca tempo e <a href="http://www.revista.espiritolivre.org/wp-content/plugins/download-monitor/download.php?id=3" target="_blank">baixe já a sua</a>!</p>
<p><strong>Fonte:</strong><br />
João Fernando Costa Júnior<br />
Coordenador GUBrO-ES &#8211; Grupo de Usuários de BrOffice.org do ES / Iniciativa Espírito Livre / Equipe Bestlinux</p>
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		<title>Profissional Livre</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Jun 2009 19:14:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Klaibson Ribeiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Software Livre]]></category>
		<category><![CDATA[Tendências]]></category>
		<category><![CDATA[profissional]]></category>
		<category><![CDATA[software gratuito.]]></category>

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		<description><![CDATA[Desde quando conheci o movimento software livre em 2007 e usar os softwares de fato na metade de 2008, muita gente me questiona, por que você fez isso? Até parece que cometi um crime ou realizei cirurgia para troca de sexo. Mas na verdade, como todo mundo está habituado a usar os aplicativos Office para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Desde quando conheci o movimento software livre em 2007 e usar os softwares de fato na metade de 2008, muita gente me questiona, por que você fez isso?</p>
<p>Até parece que cometi um crime ou realizei cirurgia para troca de sexo. Mas na verdade, como todo mundo está habituado a usar os aplicativos Office para escritório e Windows como sistema operacional, realizar uma mudança, mesmo sendo na área de informática, ainda levanta suspeitas.</p>
<p>Enquanto eu fazia o curso de manutenção de micro computadores, depois de montarmos as máquinas, um aluno questionou por que a máquina não estava com o windows? O instrutor disse que tínhamos que instalar algum sistema operacional nela, na cabeça desse aluno, depois de montar a máquina, o sistema operacional vinha junto com as peças.</p>
<p>Me questionam sempre: como é possível ganhar dinheiro com software livre? Oras, existem diversas maneiras de ganhar dinheiro como software livre e vou enumerar algumas:</p>
<ul>
<li>Programador;</li>
<li>Escritor;</li>
<li>Instrutor;</li>
<li>Palestrante;</li>
<li>Elaborando revistas;</li>
<li>Sendo dono de escola;</li>
<li>Migração de software proprietário para software livre;</li>
</ul>
<p>Existem tantas outras possibilidades que se eu fosse citar aqui, poderia escrever um livro. Muita gente pensa que software livre é a mesma coisa que software gratuito, não é e vou mostrar agora as diferenças entre esses e outros termos, segundo o site  a Wikipedia.</p>
<p><strong>Software proprietário ou não livre</strong> é aquele cuja cópia, redistribuição ou modificação são em alguma medida restritos pelo seu criador ou distribuidor.</p>
<p><strong>Software Livre:</strong> Um software é considerado como livre quando atende aos quatro tipos de liberdade para os usuários do software definidas pela Free Software Foundation:</p>
<ol>
<li>A liberdade para executar o programa, para qualquer propósito (liberdade nº 0);</li>
<li>A liberdade de estudar como o programa funciona, e adaptá-lo para as suas necessidades (liberdade nº 1). Acesso ao código-fonte é um pré-requisito para esta liberdade;</li>
<li>A liberdade de redistribuir, inclusive vender, cópias de modo que você possa ajudar ao seu próximo (liberdade nº 2);</li>
<li>A liberdade de modificar o programa, e liberar estas modificações, de modo que toda a comunidade se beneficie (liberdade nº 3). Acesso ao código-fonte é um pré-requisito para esta liberdade;</li>
</ol>
<p><strong>Software gratuito ou freeware</strong> é qualquer programa de computador cuja utilização não implica no pagamento de licenças de uso ou royalties.</p>
<p><strong>Shareware</strong> é um programa de computador disponibilizado gratuitamente, porém com algum tipo de limitação.</p>
<p>Como podemos ver, existem licenças de softwares para todos os gostos, para aqueles que desejam apenas demonstrar seu produto como aqueles que acreditam que software pode ser amarrado por uma licença.</p>
<p>Outra vantagem em ser profissional que lida com software livre, é termos a sensação de estar no filme Matrix, onde somos as cabeças que pensam diferente e que fazem as coisas acontecerem contra um universo que faz apenas aquilo que foi programado.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Por que você ainda usa software pirata?</title>
		<link>http://www.profissionaisti.com.br/2009/05/por-que-voce-ainda-usa-software-pirata/</link>
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		<pubDate>Tue, 26 May 2009 15:33:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Klaibson Ribeiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Software Livre]]></category>
		<category><![CDATA[Tendências]]></category>
		<category><![CDATA[Software]]></category>
		<category><![CDATA[Software Pirata]]></category>

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		<description><![CDATA[Desde pequeno, quando fiz meu primeiro curso de computação até agora, sempre me deparei com um problema que aparentemente não tem solução: a pirataria de software, ou seja, uso indevido de sistemas de computadores por pessoas comuns ou empresas sem pagar por sua licença. Para quem não sabe, quase todos os softwares comerciais tem algo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-medium wp-image-2471" style="margin-left: 3px; margin-right: 3px;" title="Software Livre - Liberte-se!" src="http://www.profissionaisti.com.br/wp-content/uploads/2009/05/ilustracaosoftlivre-281x300.gif" alt="Software Livre - Liberte-se!" width="225" height="240" />Desde pequeno, quando fiz meu primeiro curso de computação até agora, sempre me deparei com um problema que aparentemente não tem solução: a pirataria de software, ou seja, uso indevido de sistemas de computadores por pessoas comuns ou empresas sem pagar por sua licença.</p>
<p>Para quem não sabe, quase todos os softwares comerciais tem algo que chamamos de licença, ou seja, para que ele funcione na sua máquina, você precisa de uma chave, como se fosse um aluguel de apartamento, onde você usa por um tempo e depois tem que devolver as chaves. Ah, mas daí eu posso usar esse mesmo programa em todas as minhas máquinas? Também não, cada licença tem que ser usada em no máximo 3 computadores.</p>
<p>Dependendo do software que você quer comprar legalmente, pode custar até R$ 2.000,00 por licença. Agora imagine um usuário doméstico que comprou um computador por R$ 1.000,00 e tem que gastar R$ 2.000,00 em um único programa, não entra na cabeça. Mesmo as empresas que compram em quantidade, no máximo obtêm descontos de 50%.</p>
<p>Por essas e outras que mais de 90% dos computadores no Brasil trabalham com algum tipo de software pirata. Índice alto e é essa pirataria que ajuda a financiar o tráfico de drogas, de armas, assalto em beira de estradas e outras desgraças.</p>
<p>Mas será que existe solução para isso? Claro que existe! A única coisa que ainda não se deu um jeito foi para a morte. Estou falando do <a title="Conteúdos relacionados a Software Livre!" href="http://www.profissionaisti.com.br/category/software-livre/">software livre</a>. Já escuto alguém dizendo&#8230; Não acredito que ele vai me falar do &#8220;maldito&#8221; Linux ou da &#8220;porcaria&#8221; do BrOffice.Org.</p>
<p>Ora, existem inúmeras vantagens em se utilizar o <a title="Conteúdos relacionados a Software Livre!" href="http://www.profissionaisti.com.br/category/software-livre/">software livre</a> em relação ao <a title="Conteúdos relacionados a Microsoft!" href="http://www.profissionaisti.com.br/tag/windows/">software proprietário</a>. Cito algumas abaixo:</p>
<ul>
<li>Você não paga por ele;</li>
<li>Como é grátis, você pode copiar e distribuir para seus amigos, parentes e vizinhos sem estar infringindo qualquer regra;</li>
<li>Funções bem similares aos softwares tradicionais;</li>
<li>entre outras</li>
</ul>
<p>Como em qualquer mudança, existem pessoas que tem essa resistência em relação a ela, ou seja, prefere fazer as coisas como sempre fez, às vezes, preferindo ficar fora da lei, usando o software pirata, do que migrar seus softwares para software livre.</p>
<p>Mas tem coisas que não entendo: como ainda existem pessoas/empresas que preferem pagar por uma coisa que elas podem obter de forma gratuita com o mesmo resultado?</p>
<p>Vou lhes contar uma situação que ocorreu na escola algum tempo atrás. Uma pessoa entrou em contato conosco por que queria aprender Linux, conversei com o diretor e ele autorizou a <a title="Atualizando o Ubuntu da versão 8.10 para 9.04" href="http://www.profissionaisti.com.br/2009/04/atualizando-o-ubuntu-da-versao-810-para-904/">instalação numa das máquinas</a>, mas quando instalei, esqueci de colocar o boot preferencial no Windows. Passaram-se os dias, eu usando a máquina, agora em Linux para minhas atividades, mas durante as aulas dos outros instrutores ela ficava de lado. Um dia estava conversando os instrutores e perguntei por que eles não usavam aquela máquina. Eles me responderam: Não sabemos usar Linux! Mas eu disse, também tem Windows, e ele contra-argumentou. Não sei fazer! Pensei, que instrutor de informática é esse? Ofereci-me para capacitar os instrutores da unidade, mas ninguém se habilitou a aprender. Outros professores também reclamaram e me restou a opção do LiveCd, rodando o sistema operacional sem a instalação.</p>
<p>Agora penso, se os professores, que devem ser a fonte do saber, estavam batendo cabeça, imagine o usuário comum? Muito se fala em crise (acredito que crise esteja apenas na cabeça das pessoas ou é desculpa para elas não trabalharem) e algumas empresas, precisando cortar custos, estão migrando seus softwares para softwares livre.<br />
Dentre as principais vantagens (note que não é apenas preço), é a estabilidade do sistema, praticamente a inexistência de vírus para Linux, o software não onera a máquina, ou seja, boa parte dos softwares tradicionais quando se troca de aplicativo ou sistema operacional tenho que trocar junto a máquina (vide Windows Vista) e para quem é programador, o código-fonte está disponível para adaptar a necessidade da empresa e uma grande equipe de suporte na internet.</p>
<p>Como podemos ver <a title="Conteúdos relacionados a Software Livre!" href="http://www.profissionaisti.com.br/category/software-livre/">software livre</a> não é aquele bicho de sete cabeças que a maioria pensa e muitos usam softwares livres sem saber. O Mozilla é um ótimo exemplo para isso e muito dos sistemas operacionais para celulares é <a title="Conteúdos relacionados a Linux!" href="http://www.profissionaisti.com.br/tag/linux/">Linux</a>.</p>
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