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	<title>Profissionais TI - Pra quem respira informação &#187; Software</title>
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	<description>Pra quem respira informação</description>
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		<title>Processos de Software &#8211; Produtividade e Padronização no Desenvolvimento</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Jan 2012 11:43:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Amaral</dc:creator>
				<category><![CDATA[Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia de Software]]></category>
		<category><![CDATA[Metodologias]]></category>
		<category><![CDATA[Produtividade]]></category>
		<category><![CDATA[programação]]></category>
		<category><![CDATA[Software]]></category>

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		<description><![CDATA[No artigo anterior sobre Processos de Software e a Qualidade do Produto, foi dito que ter grandes experiências, excelentes conhecimentos técnicos em programação, modelagem de banco de dados, tendências, etc., não são suficientes para gerar um produto de software de qualidade. Tendo em vista todo este otimismo, muitos projetos falham na entrega de suas funcionalidades [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">No artigo anterior sobre <a title="Processo de Software e a Qualidade de Produto" href="http://www.profissionaisti.com.br/2011/11/processo-de-software-e-a-qualidade-de-produto/" target="_blank">Processos de Software e a Qualidade do Produto</a>, foi dito que ter grandes experiências, excelentes conhecimentos técnicos em programação, modelagem de banco de dados, tendências, etc., não são suficientes para gerar um produto de software de qualidade. Tendo em vista todo este otimismo, muitos projetos falham na entrega de suas funcionalidades e até mesmo são interrompidos antes de sua conclusão. Pois extrapolam prazos de entrega, geram custos bem acima do previsto ou cobrado, desmotivação da equipe de desenvolvimento recorrente as correções constantes de falhas, alteração de membros da equipe,  o cliente muda frequentemente de opinião e o principal, a insatisfação dele por ter um produto fora de conformidade.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Então, o que fazer?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A solução estaria então em adotar um <strong>Processo de Software</strong> bem definido. Muitos são os tipos de <strong>processos</strong> e muitas são as necessidades de equipes e das empresas em ter e utilizar um bom <strong>Processo de Software</strong> a fim de adquirir organização e qualidade em seus produtos, respeitando prazos de cronograma, administrando esforços de equipe, obtendo mais produtividade e padronização de desenvolvimento.</p>
<p style="text-align: justify;">Porém, não acredito que exista um único <strong>processo</strong> perfeito para o desenvolvimento de software, ou seja, para adquirir um bom <strong>processo</strong>, deve ser levado em consideração fatores como:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Tipo de software que está desenvolvendo;</li>
<li>Tamanho de equipe (desenvolvedor único, dois desenvolvedores, equipe pequena, equipe com mais de 100 membros);</li>
<li>Infraestrutura;</li>
<li>Capital investido;</li>
<li>Entre outros.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Entre diversos tipos de <strong>Processos de Softwares</strong>, destacam-se os modelos em Cascata (CMMI), Espiral, Iterativos (PU – Processo Unificado) e os <strong>modelos Ágeis</strong> (XP, Scrum).</p>
<p style="text-align: justify;">Mas por que utilizar um <strong>Processo de Software</strong>?</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter" title="Rafael Amaral - Processos de Software" src="http://www.rafaelamaral.com.br/images_gerente/image/rafael-amaral-processos-de-software.jpg" alt="Rafael Amaral - Processos de Software" width="452" height="247" /></p>
<p style="text-align: justify;">Dentre alguns fatores, podemos definir que o <strong>Processo de Software</strong> visa à qualidade do produto como um todo, onde é estabelecida a lógica do domínio da aplicação para o projeto decidindo seu scopo e comprometimento do Patrocinador, levantamento dos requisitos, riscos de projeto, padronização de desenvolvimento, construção do modelo e prototipagem, implementação sistemática de testes, feedback do cliente, revisões técnicas, gerência de configuração, etc. Porém, todo este conjunto (o <strong>Processo</strong>) não basta apenas ser implementado, ou seja, deve-se ter o gerenciamento do <strong>processo</strong> como um todo a fim de garantir que ele esteja sendo executado corretamente por seus envolvidos.</p>
<p style="text-align: justify;">Em outras palavras, o <strong>Processo de Software</strong> não é uma tarefa simples de implementar numa organização. Ele “afeta” diretamente seus envolvidos, no qual em alguns casos, são obrigados a saírem de suas zonas de conforto. O <strong>processo</strong> também confronta a cultura de uma empresa, e todo este conjunto gera uma certa resistência dos envolvidos em colaborar para o sucesso do mesmo.</p>
<p style="text-align: justify;">Meu artigo não é de forma alguma induzir o leitor a optar para um <strong>processo</strong> X ou Y, mas sim avaliar o nível caótico de não se utilizar um <strong>processo</strong> e os benefícios conquistados com sua aplicação.</p>
<p style="text-align: justify;">Particularmente, um dos <strong>modelos</strong> que mais me apego são os <strong>modelos Ágeis</strong>, devido a suas práticas, valores e por serem iterativos.</p>
<p style="text-align: justify;">Os modelos iterativo e evolutivo envolvem a imediata programação e teste de um sistema e considera que o desenvolvimento começa antes que os requisitos tenham sido definidos em detalhes. Evitando assim grandes desgastes e desmotivação na fase inicial.</p>
<p style="text-align: justify;">Nesta abordagem de ciclo de vida, o desenvolvimento é organizado em uma série de mini projetos curtos, de duração fixa chamadas de iterações. O produto de cada um é um sistema parcial, executável, testável e integrável. Cada iteração inclui suas próprias atividades de <a title="A análise de sistemas na construção de softwares" href="http://www.profissionaisti.com.br/2011/10/a-analise-de-sistemas-na-construcao-de-softwares/" target="_blank">análise</a> de requisitos, projeto, implementação e teste. No <strong>modelo Ágil</strong>, os detalhes de requisitos são acrescentados no decorrer do <strong>processo</strong>, utilizando assim, a modelagem na perspectiva de principalmente entender o que foi pedido e não documentar.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao contrário, nos <strong>modelos</strong> em cascatas (ou sequencial), há uma tentativa de definir em detalhes todos ou a maioria dos requisitos antes da programação e também de criar um projeto abrangente, antes da programação. Igualmente, há uma tentativa de definir um plano ou cronograma confiável logo no início. Outro ponto a ser avaliado, é que neste <strong>modelo</strong>, modificações tardias de requisitos não são bem vindas. Deve levar-se em conta que custos de operações aqui são bem mais altos e é um modelo muito burocrático.</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar do meu apego ao <strong>modelo Ágil</strong>, o ideal é que as equipes criem seu próprio <strong>Processo de Software</strong>, olhando na perspectiva de não diminuir o valor de outros métodos e sim, agregando as boas práticas mais comuns que atendam as suas necessidades dentro da sua realidade, não se esquecendo de manter um contínuo amadurecimento do <strong>processo</strong> como um todo.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: <a href="http://www.rafaelamaral.com.br/" target="_blank">Blog Rafael Amaral</a><br />
Twitter: <a href="http://twitter.com/#%21/rafaelamaralll" target="_blank">@rafaelamaralll</a></p>
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		<title>Análise de Sistemas &#8211; Casos de Uso</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Jan 2012 10:40:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Amaral</dc:creator>
				<category><![CDATA[Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia de Software]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão]]></category>
		<category><![CDATA[programação]]></category>
		<category><![CDATA[Software]]></category>

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		<description><![CDATA[Desde que iniciei meus estudos em Análise de Sistemas, não consigo imaginar uma situação ao qual não usaria Casos de Uso na construção de software. Pois sem dúvida, podemos defini-los como uma ferramenta essencial na captura de requisitos, no planejamento e no controle de um projeto. Um assunto sempre polêmico, mesmo ainda iniciante nesta área, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Desde que iniciei meus estudos em <a title="Análise de Sistema na Construção de Software" href="http://www.profissionaisti.com.br/2011/10/a-analise-de-sistemas-na-construcao-de-softwares/" target="_blank"><strong>Análise de Sistemas</strong></a>, não consigo imaginar uma situação ao qual não usaria <strong>Casos de Uso</strong> na construção de software. Pois sem dúvida, podemos defini-los como uma ferramenta essencial na captura de <strong>requisitos</strong>, no planejamento e no controle de um projeto.</p>
<p style="text-align: justify;">Um assunto sempre polêmico, mesmo ainda iniciante nesta área, tenho visto algumas definições diversificadas de profissionais (especialistas ou não) sobre o tema.</p>
<p style="text-align: justify;">Alguns definem <strong>Casos de Uso</strong> apenas em sua notação gráfica (os diagramas), porém, <strong>Casos de Uso</strong> vão muito além. <strong>Casos de Uso</strong> são elementos primários no <a href="http://www.profissionaisti.com.br/category/desenvolvimento/">desenvolvimento</a> e planejamento do projeto. Ele facilita o entendimento e a comunicação com o stakeholder, pois <strong>Casos de Uso</strong> representam uma visão externa do sistema e aplicando uma boa técnica na sua utilização, eles são com certeza uma melhor maneira de levantar bons <a href="http://www.profissionaisti.com.br/2011/06/levantamento-de-requisitos-voce-sabe-o-que-e/"><strong>requisitos de sistema</strong></a>. Em outras palavras, <strong>Casos de Uso</strong> descrevem o comportamento do sistema sob diversas condições conforme o sistema responde a uma requisição de um ator primário, no qual este (ator primário) inicia uma interação com o sistema para atingir algum objetivo.</p>
<p style="text-align: justify;">Um formato simples para captura de um <strong>Caso de Uso</strong> consiste na descrição de seu cenário primário como uma sequência de passos numerados e as alternativas como variações naquela sequência.</p>
<p style="text-align: justify;">Existe muita variação no modo como você pode descrever os conteúdos de um <strong>Caso de Uso</strong>, porém, a UML não especifica padrão algum. Mas, acrescente informações sempre que julgar necessárias, principalmente, vendo isto pela perspectiva do risco, ou seja, acrescente detalhes de acordo com o grau de risco, quanto maior o risco, mais detalhes você precisa. Mas, não se desespere em detalhes, ou seja, entre neles aos poucos durante sua elaboração e durante as iterações, vá acrescentando mais detalhes à medida do necessário. Porém, chamo sua atenção para a simplicidade, pois um <strong>Caso de Uso</strong> bem escrito é fácil de ler, porém, aprender a escrever um bom caso de uso é difícil.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas, o que é realmente, um<strong> Caso de Uso</strong>?</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.rafaelamaral.com.br//images_gerente/image/rafael-amaral-casos-de-uso.jpg"><img class="aligncenter" title="Rafael Amaral - Casos de Uso" src="http://www.rafaelamaral.com.br//images_gerente/image/rafael-amaral-casos-de-uso.jpg" alt="Rafael Amaral - Casos de Uso" width="522" height="314" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Um <strong>Caso de Uso</strong> captura um contrato entre os stakeholders de um sistema sobre o seu comportamento. Um <strong>Caso de Uso</strong> descreve o comportamento do sistema sob diversas condições conforme o sistema responde a uma requisição de um ator primário.</p>
<p style="text-align: right;"><em>Alistair Cockburn</em></p>
<p style="text-align: justify;">Uma outra definição mais compreensiva, explico primeiro o que é um cenário.<br />
<strong>Cenário:</strong> é uma sequência de passos que descreve uma interação entre um usuário e um sistema.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Caso de Uso</strong>, então, é um conjunto de cenários amarrados por um objetivo comum de um usuário.</p>
<p style="text-align: right;"><em>Martin Folwer</em></p>
<p style="text-align: justify;">Finalizando, <strong>Casos de Uso</strong> têm uma grande importância na construção de projeto e é um assunto para mais de &#8220;Gigas&#8221;. Sobre diversos aspectos, eles são essenciais em uma infinidade de coisas desde o início ao fim das iterações do projeto. Para iniciantes na área, dedicar-se na leitura de <a href="http://www.linuxmall.com.br/categoria/livros_programacao?afl=pti" target="_blank">bons livros</a> sobre o assunto irá fazer toda a diferença na hora de analisar e/ou dirigir um projeto.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: <a href="http://www.rafaelamaral.com.br/" target="_blank">Blog Rafael Amaral</a><br />
Twitter: <a title="Rafael Amaral no Twitter" href="http://twitter.com/#!/rafaelamaralll" target="_blank">@rafaelamaralll</a></p>
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		<title>Como remover arquivos suspeitos na marra (no Windows)</title>
		<link>http://www.profissionaisti.com.br/2011/12/como-remover-arquivos-suspeitos-na-marra-no-windows/</link>
		<comments>http://www.profissionaisti.com.br/2011/12/como-remover-arquivos-suspeitos-na-marra-no-windows/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 27 Dec 2011 11:37:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>netto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Microsoft]]></category>
		<category><![CDATA[Suporte]]></category>
		<category><![CDATA[Utilidades]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança]]></category>
		<category><![CDATA[Software]]></category>
		<category><![CDATA[Windows]]></category>

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		<description><![CDATA[Como profissional de Helpdesk, algo que realmente me deixa irritado é quando eu não consigo excluir um arquivo suspeito (geralmente biblioteca dll) e o sistema impede a exclusão. Existe um tipo de infecção de sistema que desativa a edição do registro, bloqueia o gerenciador de tarefas (famoso taskmgr &#8211; ctrl+alt+del) e de quebra impede que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Como profissional de Helpdesk, algo que realmente me deixa irritado é quando eu não consigo excluir um arquivo suspeito (geralmente biblioteca dll) e o sistema impede a exclusão.</p>
<p style="text-align: justify;">Existe um tipo de infecção de sistema que desativa a edição do registro, bloqueia o gerenciador de tarefas (famoso taskmgr &#8211; ctrl+alt+del) e de quebra impede que o sistema seja reiniciado no modo seguro, porém, existe uma falha que possibilita quebrar essa resistência.</p>
<p style="text-align: justify;">Neste artigo vamos explicar alguns passos que podem resolver o problema.</p>
<p style="text-align: justify;">Primeira coisa a fazer é identificar o &#8220;chato&#8221;, para isso, clique em INICIAR/EXECUTAR e digite MSCONFIG e clique em OK.</p>
<p style="text-align: justify;">Na aba INICIALIZAÇÃO verifique o caminho do arquivo que deseja excluir. Se já sabe qual é o alvo, esqueça esse passo.</p>
<p style="text-align: justify;">Agora, via comando (INICIAR/EXECUTAR digite CMD e clique em OK), vá para a pasta onde o arquivo-alvo (geralmente C:/USERS/SEUNOME/DADOS DE APLICATIVOS/TEMP ou C:\WINDOWS\SYSTEM32 &#8211; dependendo do seu sistema operacional).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>DICA:</strong> Para se deslocar de uma pasta para outra, use o comando CD NOMEDAPASTA (sempre respeitando a hierarquia, claro! Ex: se eu estou na pasta C:\USERS\MEUUSUARIO e quero ir para a pasta raiz e depois quero ir para a pasta WINDOWS eu posso digitar CD\WINDOWS\SYSTEM32 ou CD\ para ir para a raiz e depois CD WINDOWS/SYSTEM32 para ir para a pasta que eu quero)</p>
<p style="text-align: justify;">Quando estiver na pasta onde está o arquivo que deseja excluir, experimente digitar:</p>
<p style="text-align: justify;">DEL NOMEDOARQUIVO.EXTENSÃO. Ex: DEL FLASHY.EXE</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.profissionaisti.com.br/wp-content/uploads/2011/12/cmd2.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-20549" title="cmd2" src="http://www.profissionaisti.com.br/wp-content/uploads/2011/12/cmd2.png" alt="" width="550" height="279" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Observe que o arquivo não pode ser excluído porque o sistema não o encontrou, porém, ele está oculto, então use o comando DIR/AH e veja que ele existe.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.profissionaisti.com.br/wp-content/uploads/2011/12/cmd.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-20550" title="cmd" src="http://www.profissionaisti.com.br/wp-content/uploads/2011/12/cmd.png" alt="" width="548" height="277" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Para apagá-lo vamos ter que alterar seus atributos e para isso eu uso o comando ATTRIB ESPAÇO -H ESPAÇO -A ESPAÇO -R ESPAÇO -S NOMEDOARQUIVO.EXTENSÃO. Ex: ATTRIB -H -A -R -S FLASHY.EXE</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Atenção:</strong> Troque o termo ESPAÇO por um espaço na hora de digitar o comando, não se esqueça dele!</p>
<p style="text-align: justify;">Agora tente apagar o arquivo&#8230; caso não consiga, vai ter que ser na marra mesmo!</p>
<p style="text-align: justify;">Caso não consiga alterar os atributos do arquivo via comando, vamos pelo menos habilitar no sistema para poder vê-lo, para isto, use o método explorer</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.profissionaisti.com.br/wp-content/uploads/2011/12/arquivos.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-20551" title="arquivos" src="http://www.profissionaisti.com.br/wp-content/uploads/2011/12/arquivos.png" alt="" width="574" height="363" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Baixe e instale o aplicativo <a href="http://www.baixaki.com.br/download/boot-deleter.htm" target="_blank">BOOT DELETER</a>, esse aplicativo vai criar um atalho no menu de contexto (botão direito do mouse) e habilite o aplicativo.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.profissionaisti.com.br/wp-content/uploads/2011/12/bootdeleter.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-20557" title="bootdeleter" src="http://www.profissionaisti.com.br/wp-content/uploads/2011/12/bootdeleter.png" alt="" width="480" height="315" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Feito isso, basta clicar com o botão direito do mouse sobre o arquivo que deseja apagar e escolher a opção DELETE ON REBOOT e reinicie o sistema que o arquivo já era.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.profissionaisti.com.br/wp-content/uploads/2011/12/bootdeleter1.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-20556" title="bootdeleter1" src="http://www.profissionaisti.com.br/wp-content/uploads/2011/12/bootdeleter1.png" alt="" width="568" height="428" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Procure pelo atalho do arquivo no registro do sistema e apague-o, clique em INICIAR/EXECUTAR e digite REGEDIT</p>
<p style="text-align: justify;">Se aparecer uma mensagem como essa</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.profissionaisti.com.br/wp-content/uploads/2011/12/regedit1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-20553" title="regedit1" src="http://www.profissionaisti.com.br/wp-content/uploads/2011/12/regedit1.jpg" alt="" width="292" height="95" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Baixe o aplicativo <a href="http://www.navegarnainternet.com.br/registrim.htm" target="_blank">REGISTRIM</a> e execute-o, depois clique no botão LIBERAR, se estiver em vermelho</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.profissionaisti.com.br/wp-content/uploads/2011/12/registrim.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-20554" title="registrim" src="http://www.profissionaisti.com.br/wp-content/uploads/2011/12/registrim.png" alt="" width="573" height="331" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Depois clique no botão ABRIR O REGEDIT.</p>
<p style="text-align: justify;">Com o REGEDIT aberto, pressione a tecla F3 e digite o nome do arquivo que deseja excluir, apague todas as entradas encontradas.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.profissionaisti.com.br/wp-content/uploads/2011/12/regedit.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-20555" title="regedit" src="http://www.profissionaisti.com.br/wp-content/uploads/2011/12/regedit.png" alt="" width="553" height="344" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Reinicie o sistema e pronto!</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Cinco softwares livres que todo mundo deveria usar</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Dec 2011 11:26:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gabiifonseca</dc:creator>
				<category><![CDATA[Papinho de TI]]></category>
		<category><![CDATA[Software Livre]]></category>
		<category><![CDATA[Utilidades]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Open Source]]></category>
		<category><![CDATA[Software]]></category>

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		<description><![CDATA[Por que pagar por programas (ou usar métodos ilícitos!) se existem alternativas gratuitas em que podemos trabalhar tão bem quanto? Quando formato uma máquina para amigos ou parentes sempre instalo alguns programas que uso e recomendo para todos. Esses programas certamente serão usados pelos usuário e basicamente se enquandram em duas categorias: A primeira é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Por que pagar por programas (ou usar métodos ilícitos!) se existem alternativas gratuitas em que podemos trabalhar tão bem quanto?</p>
<p style="text-align: justify;">Quando formato uma máquina para amigos ou parentes sempre instalo alguns programas que uso e recomendo para todos. Esses programas certamente serão usados pelos usuário e basicamente se enquandram em duas categorias: A primeira é a dos softwares baseados em um outro famoso no mercado. Contudo, prefiro os que serão citados pela sua facilidade de uso ou ferramentas extras (além do fato de serem gratuitos, é claro!). A segunda categoria enquadra programas com recursos claramente inferiores às versões comerciais, mas que são mais do que adequadas para o uso diário de quem não é um profissional da área, ou seja, quando não é necessário realmente investir em algo profissional, uma ferramenta para &#8220;quebrar um galho&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Os cinco programas que recomendo são:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>1. VLC Media Player<br />
</strong></p>
<p style="text-align: justify;">No topo da minha lista coloco o  <a href="http://www.videolan.org/vlc/" target="_blank">VLC media player</a>. Esse player toca praticamente todos os formatos de vídeos e audio. Se o VLC não roda um vídeo, então nenhum outro programa vai rodar! Esse software é uma resposta para todos aqueles erros do Media Player sobre codecs não encontrados e outros erros. E o melhor: o VLC não só toca todos os formatos, como faz isso bem! É um dos programas mais bacanas que você instalará na sua máquina, seja ela um Windows, Linux ou Mac. Vale a pena!</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>2. Irfanview</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O próximo da lista é um visualizador de imagens e pequeno editor, o <strong></strong> <a href="http://www.irfanview.com/" target="_blank">Irfanview</a>. Definitivamente o melhor visualizador atual! Mas certifique-se de baixar os plugins. Você poderá ler tudo, desde arquivos .TXT, arquivos antigos da Kodak de formato .kdc e formatos da Adobe. Ele poderá até tocar uma grande quantidade de formatos de vídeos e músicas. Contudo, é melhor instala-lo antes do VLC, para que os arquivos de vídeo e áudio sejam abertos primeiro pelo VLC que é próprio para isso. Esse programa também lhe permite fazer pequenas alterações em fotos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>3. ImgBurn</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Para aqueles que gostam de trabalhar com imagens ISO e precisam criar essas imagens de um jeito fácil e simples, o <a href="http://www.imgburn.com/" target="_blank">ImgBurn</a> é o utilitário que você precisa. Esse é um tipo de programa que você não sabe que precisa até que comece a barixar ou upar aquivos ISO. Esse programa lhe permite trabalhar de maneira simples e faz a maioria das configurações automaticamente, sem com qe você precise se preocupar.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>4. OpenOffice</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Se você não pode pagar por uma versão do Microsoft Office, o <a href="http://www.OpenOffice.org" target="_blank">Open Office</a> lhe servirá bem. Esse pacote sofreu uma série de melhorias e atualmente uso-o para me ajudar na escrita de vários de meus artigos. Realmente fiquei impressionado com a série de recursos e funcionalidades que foram adicionados e tenho certeza que a maioria dos que estão aqui lendo essa coluna também ficariam. O seu processador de textos é tão bom quanto o da <a href="http://www.profissionaisti.com.br/category/microsoft/">Microsoft</a> e eu só adicionaria uma observação para o trabalho com planilhas, que não são assim tão boas para se trabalhar com quantidades abusivas de dados &#8211; mas como poucos utilizam tantos dados em seus computadores pessoais, isso não é um grande problema.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>5. Audacity</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Finalmente, o último, mas não menos importante, software a ser recomendado, é o  <a href="http://audacity.sourceforge.net/" target="_blank">Audacity</a>, um editor de sons. Seja você um amador ou profissional e já precisou de trabalhar um som &#8211; para corta-lo ou fazer outro tipo de alteração simples, que não necessite um programa profissional, utilize esse programa! Ele é simples e fácil de usar e leva apenas alguns minutos para realizar alterações. Funciona em todas as plataformas e é pequeno, podendo ser baixado em situações de emergência.</p>
<p style="text-align: justify;">E você, usa algum programa dessa lista? Adicionaria algum? Comente!</p>
<p style="text-align: right;"><em>Texto traduzido com adaptações de <a href="http://www.pcmag.com/article2/0,2817,2383066,00.asp?obref=obinsite" target="_blank">PCMAG</a>.</em></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Qual a diferença entre UX (experiência do usuário) e usabilidade?</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Dec 2011 11:15:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gabriel Oliveira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Utilidades]]></category>
		<category><![CDATA[Software]]></category>
		<category><![CDATA[Usabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[User Experience (UX)]]></category>
		<category><![CDATA[Web]]></category>

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		<description><![CDATA[As pessoas de vez em quando perguntam: &#8220;qual a diferença entre experiência do usuário (UX) e usabilidade?&#8221;. Tentarei explicar emprestando a hierarquia de necessidades de Maslow. Vamos assumir que o usuário de qualquer software tenha 3 tipos hierárquicos de necessidades: 1. O software precisa funcionar &#8211; deve ser funcional. Essa é a necessidade mais básica [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">As pessoas de vez em quando perguntam: &#8220;qual a diferença entre experiência do usuário (UX) e usabilidade?&#8221;. Tentarei explicar emprestando a <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Maslow%27s_hierarchy_of_needs" target="_blank">hierarquia de necessidades de Maslow</a>.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.profissionaisti.com.br/wp-content/uploads/2011/12/1.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-20484" title="usabilidade" src="http://www.profissionaisti.com.br/wp-content/uploads/2011/12/1.png" alt="" width="571" height="401" /></a>Vamos assumir que o usuário de qualquer software tenha 3 tipos hierárquicos de necessidades:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>1.</strong> O software precisa funcionar &#8211; deve ser <strong>funcional</strong>. Essa é a necessidade mais básica do usuário.</p>
<p style="text-align: justify;">Certificar-se que o software funciona é um pré-requisito para uma boa usabilidade e uma boa experiência do usuário.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>2.</strong> O software deve ser <strong>fácil de usar</strong>. Ao longo da última década, websites tem se tornado &#8220;user-friendly&#8221; graças a conceitos de usabilidade (veja <a href="http://www.useit.com/" target="_blank">Jakob Neilsen</a>), competitividade e outros pontos fundamentais.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando um software atua como ferramenta e não possui nenhum competidor, então os usuários irão tolerar baixa usabilidade, desde que seja funcional. Porém, quando existem outras escolhas no mercado, usuários passarão a usar a que for mais fácil usar. A usabilidade se preocupa com o quão <strong>intuitivo e fácil um software ou website é para o usuário.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.profissionaisti.com.br/wp-content/uploads/2011/12/2.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-20485" title="UX" src="http://www.profissionaisti.com.br/wp-content/uploads/2011/12/2.png" alt="" width="571" height="401" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>3.</strong> O software precisa ser <strong>prazeroso</strong>. Num último quesito para escolher entre softwares ou websites, aquele que oferecer uma interação alegre e agradável ganha.</p>
<p style="text-align: justify;">Steve Jobs reconheceu isso. Donald Norman, pioneiro na usabilidade reconheceu isso também em seu livro <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Emotional_Design" target="_blank">Emotional Design</a>. Norman argumenta que softwares se apresentaram mais efetivos quando se mostram esteticamente mais apelativos, ou quando estabelecem uma conexão emocional com o software ou website. Como ele mesmo diz: &#8220;coisas atrativas funcionam melhor&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>UX se preocupa com o design, com a usabilidade e</strong><strong> por fim com o engajamento emocional dos usuários.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">user journeys.com</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Testes de software &#8211; As principais técnicas e porque realizar</title>
		<link>http://www.profissionaisti.com.br/2011/11/testes-de-software-as-principais-tecnicas-e-porque-realizar/</link>
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		<pubDate>Tue, 29 Nov 2011 20:57:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gabiifonseca</dc:creator>
				<category><![CDATA[Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia de Software]]></category>
		<category><![CDATA[programação]]></category>
		<category><![CDATA[Software]]></category>
		<category><![CDATA[Testes]]></category>

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		<description><![CDATA[A etapa de testes no processo de desenvolvimento de software ainda é vista com olhos ruins por muita gente. Na verdade, isso existe pelo conflito de interesses: os desenvolvedores de um lado, querendo mostrar que o seu programa é isento de falhas, e a equipe de QA do outro, buscando a qualquer custo encontrar falhas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A etapa de testes no processo de <a href="http://www.profissionaisti.com.br/category/desenvolvimento/">desenvolvimento</a> de software ainda é vista com olhos ruins por muita gente. Na verdade, isso existe pelo conflito de interesses: os desenvolvedores de um lado, querendo mostrar que o seu programa é isento de falhas, e a equipe de QA do outro, buscando a qualquer custo encontrar falhas no sistema.</p>
<p style="text-align: justify;">Mesmo que de certa forma tenhamos que trabalhar esses conflitos, é importante ter outra equipe que teste o que foi desenvolvido. Como já disseram por aí, &#8220;não existe filho feio para a mãe&#8221;, e o programador tem um tendência natural a achar que tudo que desenvolveu está perfeito.</p>
<p style="text-align: justify;">Contudo trabalhar com somente com uma equipe pode não resolver todos os problemas. Ainda que essa seja boa o suficiente para cumprir o seu papel, o usuário é o verdadeiro <em>tester</em>, já que é quem usará o programa no dia-a-dia. Com a ideia do usuário como <em>tester</em> surgem dois conceitos, chamados de <em>Teste Alfa</em> e <em>Teste Beta</em>.</p>
<p style="text-align: justify;">O<strong><em> Teste Alfa</em>  </strong>é aquele realizado no ambiente do desenvolvedor, mas pelo usuário final do programa. Já o <em><strong>Teste Beta </strong></em>é realizado no ambiente do cliente, sem a presença do desenvolvedor, aonde o próprio cliente relata quais são erros observados que serão posteriormente corrigidos.</p>
<p style="text-align: justify;">Os testes de software podem ainda ser classificados quanto a  técnica utilizada. Dentre eles os principais são:</p>
<ul>
<li style="text-align: justify;"><em><strong>Teste Caixa Branca: </strong></em>São os testes estruturais, baseando-se na estrutura e procedimentos utilizados no programa, analisando os laços, condições de <em>if/else. </em>Através do código (ou algoritmo) são analisados casos a busca de erros.<em><strong><br />
</strong></em></li>
<li style="text-align: justify;"><strong><em>Teste Caixa Preta</em></strong>: O teste caixa preta baseia na especificação de interface do programa, observando-se entradas e saídas, ou seja, se a saída produzida realmente condiz com a saída esperada, em relação ao que foi inserido como dado de entrada.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Existe ainda a <em><strong>Técnica Baseada em Erros</strong></em>, que se baseiam na inclusão de erros propositais (artificiais) como forma de revelar erros existentes previamente (naturais).</p>
<p style="text-align: justify;">Por fim, lembre-se: bons testes de <a href="http://www.profissionaisti.com.br/tag/software">software</a> são aqueles que apresentam maior probabilidade de revelar erros ainda não descobertos!</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Adoção de SaaS (Cloud Computing) em ambiente corporativo</title>
		<link>http://www.profissionaisti.com.br/2011/11/adocao-de-saas-cloud-computing-em-ambiente-corporativo/</link>
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		<pubDate>Tue, 29 Nov 2011 20:46:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renan Borges Pereira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Acadêmicos]]></category>
		<category><![CDATA[Computação em nuvem]]></category>
		<category><![CDATA[Cloud Computing]]></category>
		<category><![CDATA[SaaS]]></category>
		<category><![CDATA[Serviço]]></category>
		<category><![CDATA[Software]]></category>

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		<description><![CDATA[Introdução O modelo de software como um serviço (SaaS) baseado em SOA vem se disseminando e ganhando espaço cada vez mais nos ambientes corporativos. O objetivo deste artigo é demonstrar quais os benefícios e os fatores que devem ser levados em consideração pelas empresas ao terem a intenção de adotar um software baseado no modelo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3 style="text-align: justify;">Introdução</h3>
<p style="text-align: justify;">O modelo de <em>software</em> como um serviço (SaaS) baseado em SOA vem se disseminando e ganhando espaço cada vez mais nos ambientes corporativos. O objetivo deste artigo é demonstrar quais os benefícios e os fatores que devem ser levados em consideração pelas empresas ao terem a intenção de adotar um <em>software</em> baseado no modelo de computação em nuvem o SaaS <em>(Software-as-a-Service)</em> ou na tradução livre, Software como Serviço.</p>
<h3 style="text-align: justify;">Software como um serviço (SaaS)<strong> </strong></h3>
<p style="text-align: justify;">SaaS é uma solução de <em>software</em> disponibilizada através da internet e oferecida como um serviço sem a necessidade do cliente manter uma infraestrutura local para rodar esta solução. O provedor disponibiliza uma solução de <em>software</em> e o cliente irá consumir esse <em>software</em> como se fosse um serviço pagando somente por aquilo que consumir [1].</p>
<p style="text-align: justify;">SaaS pode ser comparado a uma simples compra de passagens áreas. O cliente compra sua passagem e viaja com a aeronave da empresa aérea; ele não precisa ter posse de uma aeronave e arcar com os imensos custos [2]. SaaS parte do mesmo princípio, pois ao invés do cliente ter toda uma infraestrutura, espaço físico e pessoal capacitado para rodar uma aplicação em servidores de sua empresa, ele pode consumir esse serviço através de provedores que disponibilizam o serviço, ou seja, ele estará consumindo uma solução de <em>software</em> como um serviço através da internet.</p>
<p style="text-align: justify;">Para melhor entendimento é necessário conhecer o significado de <em>on-premises softwares, </em>que são <em>softwares</em> que rodam localmente, ou seja, são os softwares comercializados atualmente com o modelo de pagamento por licenciamento.</p>
<p style="text-align: justify;">Após conhecer o conceito de SaaS, a seguir, é demonstrado um levantamento para adoção de SaaS em empresas levando em consideração suas principais vantagens,  desafios e análises que devem ser realizadas.</p>
<h3 style="text-align: justify;">Benefícios na adoção de software como um serviço<strong></strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Alguns benefícios começam a ser demonstrados na prática com o uso de SaaS, podemos analisar seguindo Alguns conceitos definidos por Taurion:</p>
<p><strong>Simplificação do gerenciamento dos aplicativos</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O gerenciamento dos aplicativos, ao decorrer do tempo de utilização do modelo SaaS, começa a ter simplicidade, pois instalações, upgrades e manutenções ficam por conta dos provedores de SaaS, o que muitas vezes no modelo de <em>on-premises softwares</em> representam de 30% a 40% do custo inicial da aquisição do software.</p>
<p><strong>Redução do investimento em capital</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Empresas que estão passando por crises financeiras ou escassez de crédito tendem a manter seu caixa o mais intacto possível. O modelo SaaS é atraente neste ponto de vista, pois reduz o investimento em capital e troca pelo investimento operacional. Ao invés da empresa ter que manter toda a infraestrutura para rodar suas aplicações ela pode somente pagar pelo serviço e ter suas aplicações rodando nas nuvens.</p>
<p><strong>Velocidade de implementação</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A velocidade de implementação de SaaS é extremamente mais rápida do que as dos <em>on-premises softwares</em>, pois atividades como instalações e  configurações deixam de existir, também a usabilidade é mais intuitiva e simples.</p>
<p><strong>Possibilitar que a área de TI se concentre em apoiar o negocio final da empresa</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Como as manutenções, instalações e <em>upgrades</em> dos softwares ficarão por conta do provedor a área de TI, a empresa cliente não precisa despender tempo com isso, dando uma eficácia de dedicação maior para o negocio final da empresa.</p>
<p><strong>Acesso às novas funcionalidades de forma rápida e sem o oneroso processo atual de instalar novas versões.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Muitas empresas não atualizam suas versões de <a href="http://www.profissionaisti.com.br/tag/software/">softwares</a> e acabam por não usufruírem das novas funcionalidades, tudo isso porque o processo atual de atualização despende muito tempo, além de novas taxas de upgrade. Com SaaS as atualizações são de responsabilidade do provedor, com isso as atualizações de softwares baseados em SaaS são feitas de forma eficaz e ágil.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.profissionaisti.com.br/wp-content/uploads/2011/11/Adoção-de-SaaS-Cloud-Computing-em-ambiente-corporativo.pdf" target="_blank">Confira aqui o artigo acadêmico completo no formato PDF.</a></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Processo de Software e a Qualidade de Produto</title>
		<link>http://www.profissionaisti.com.br/2011/11/processo-de-software-e-a-qualidade-de-produto/</link>
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		<pubDate>Tue, 29 Nov 2011 11:01:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Amaral</dc:creator>
				<category><![CDATA[Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia de Software]]></category>
		<category><![CDATA[Qualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Software]]></category>

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		<description><![CDATA[Quando aprendemos a programar, tão pouco imaginamos o quanto é extenso o mundo de Processo de Software ou tão pouco sabemos que ele existe. Em alguns casos, quando somos apenas &#8220;meros&#8221; programadores, o fato de dominar uma linguagem em si e ter uma excelente lógica de programação, nos passa uma falsa segurança de achar que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Quando aprendemos a programar, tão pouco imaginamos o quanto é extenso o mundo de <strong>Processo de Software</strong> ou tão pouco sabemos que ele existe. Em alguns casos, quando somos apenas &#8220;meros&#8221; programadores, o fato de dominar uma linguagem em si e ter uma excelente lógica de programação, nos passa uma falsa segurança de achar que são suficientemente únicos para gerar um <strong>produto de “qualidade”</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Acredito que todo bom programador já deve ter tido sua fase de modo “REC”, no qual já inicia o <a href="http://www.profissionaisti.com.br/category/desenvolvimento/">desenvolvimento</a> do código enquanto o cliente “expõe” suas ideias.</p>
<p style="text-align: justify;">No final, os resultados são sempre os mesmos. Frustrações! Produto gerado sem conformidades com o que realmente o cliente precisa, gastos excessivos com manutenções e correções, etc. Contudo, isso não quer dizer que o programador é ruim. Apenas faltou o emprego de um <strong>Processo de Software</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas o que é afinal, um <strong>Processo de Software</strong>?</p>
<p style="text-align: justify;">Um <strong>Processo Software</strong> é um conjunto de atividades, parcialmente ordenadas com a finalidade de obter um <strong>produto de software</strong> e é considerado um dos principais mecanismos para se obter um <strong>software de qualidade</strong>. <em>(Wikipédia)</em></p>
<p style="text-align: justify;">Então, tudo que precisamos para gerar um <strong>produto de software</strong> <strong>de <a href="http://www.profissionaisti.com.br/category/qualidade/">qualidade</a></strong> é um bom <strong>Processo de Software</strong> que se adapte a realidade de uma empresa. Porém, não basta “apenas” implementá-lo, ou seja, deve-se ter o gerenciamento do processo como um todo a fim de garantir que ele seja executado corretamente entre os envolvidos, ou caso contrário, o caos tomará conta de tudo trazendo o resultado inverso do que se esperava.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao implementar o processo, você poderá encontrar algumas pedras pelo caminho. Implementar um processo confronta diretamente a cultura da empresa, resistência e falta de cooperação dos envolvidos, falta de estrutura, de pessoal qualificado, etc. Porém, é como a maioria das coisas, que no início, é muito complicado e trabalhoso.</p>
<p style="text-align: justify;">Como vimos na definição, o <strong>Processo de Software</strong> visa à qualidade do <strong>produto de software</strong>. Mas como podemos definir esta qualidade?</p>
<p style="text-align: justify;">Este conceito pode ser considerado como um processo sistemático que focaliza todas as etapas e artefatos produzidos com o objetivo de garantir a conformidade de processos e produtos especificados, prevenindo e eliminando defeitos.</p>
<p style="text-align: justify;">Em outras palavras, a <strong>qualidade de software</strong> é estar em conformidade com requisitos funcionais e de desempenho explicitamente declarados de desenvolvimento, que devem ser claramente documentados e as características implícitas que são esperadas de todo o software desenvolvido.</p>
<p style="text-align: justify;">Para que isso seja possível, as fases do processo devem ser bem elaboradas e trabalhadas, efetuando devidas revisões para uma contínua melhoria e amadurecimento do processo e de seus artefatos. Um exemplo de modelo, podemos citar como fases: Concepção, Elaboração, Construção e Transição, no qual é feito um estudo de viabilidade, coletas de casos de uso, <a href="http://www.profissionaisti.com.br/2011/10/a-analise-de-sistemas-na-construcao-de-softwares/" target="_blank">análise de requisitos</a>, modelagem, desenvolvimento, revisões, etc.</p>
<p style="text-align: justify;">Outra característica importante de um <strong>Processo de Software</strong> é que ele visa à diminuição de falhas, ou seja, elaborar de forma sistemática Casos de Teste a fim de identificar e corrigir erros já na fase inicial do projeto. Corrigir erros no início do projeto é bem mais barato do que depois de entregue. Em outras palavras, entregar um<strong> produto de software</strong> sem falhas garante a confiabilidade, eficiência e integridade do produto.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas, por que utilizar um <strong>Processo de Software</strong>?</p>
<p style="text-align: justify;">Dentre os fatos acima e muitos outros, posso citar também que:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Mais de 30% dos projetos são cancelados antes de serem finalizados.</li>
<li>Mais de 70% dos projetos falham nas entregas das funcionalidades.</li>
<li>Os custos extrapolam em mais de 180% do orçamento inicial.</li>
<li>Os prazos excedem em mais de 200% os cronogramas originais.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Existem alguns modelos de <strong>Processos de Software</strong>, como os modelos em Cascata (CMMI), Espiral, Ciclo de Vida, Ágeis (SCRUM, XP), etc.</p>
<p style="text-align: justify;">Para escolher o modelo ideal, é preciso conhecer um pouco sobre cada um deles e ver qual se adapta melhor à realidade da empresa, levando em consideração fatores como: investimento, tamanho de equipe, pessoal qualificado, entre outros.</p>
<p style="text-align: justify;">Sem dúvidas, podemos definir que o <strong>Processo de Software</strong> amadurece a equipe e a visão sobre o desenvolvimento como um todo, garantindo um <strong>produto de software</strong> com qualidade e de consequência, a satisfação do cliente.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: <a href="http://www.rafaelamaral.com.br/" target="_blank">Blog Rafael Amaral</a><br />
Twitter: @rafaelamaralll</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Como as indústrias podem reduzir custos com sistemas de gestão</title>
		<link>http://www.profissionaisti.com.br/2011/11/como-as-industrias-podem-reduzir-custos-com-sistemas-de-gestao/</link>
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		<pubDate>Tue, 22 Nov 2011 14:40:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Profissionais TI</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[ERP]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão]]></category>
		<category><![CDATA[Indústrias]]></category>
		<category><![CDATA[Software]]></category>

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		<description><![CDATA[O Brasil está passando por mudanças políticas, econômicas e sociais. Estas transformações são causadas, principalmente, pela estabilidade que o país apresentou nos últimos dez anos. O que, sem dúvida, chamou a atenção de investidores de fora do país. Alguns sociólogos, economistas e cientistas políticos, acreditam ser a grande chance do Brasil se consolidar como potência [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O Brasil está passando por mudanças políticas, econômicas e sociais. Estas transformações são causadas, principalmente, pela estabilidade que o país apresentou nos últimos dez anos. O que, sem dúvida, chamou a atenção de investidores de fora do país.</p>
<p style="text-align: justify;">Alguns sociólogos, economistas e cientistas políticos, acreditam ser a grande chance do Brasil se consolidar como potência mundial e, principalmente, fazer grandes mudanças e reformas, como a política – tão desejada por todos. Falam até de uma nova revolução industrial. Talvez o termo seja muito ‘pesado’, mas que a indústria tem pela frente boas oportunidades e que, mais uma vez, será o “motor” das grandes mudanças do país, é fato.</p>
<p style="text-align: justify;">Para os industriários, a oportunidade traz consigo, como sempre, grandes desafios: o custo Brasil é um lastro que tira a velocidade do crescimento, além dos produtores internacionais interessados no mercado brasileiro, a equalização de recursos, as condições entre os concorrentes e a competitividade, que nunca foi tão acirrada. Mediante este cenário, pensamos: ainda há como ter algum diferencial? Como minha empresa pode reduzir seus custos para ter uma margem maior ou até mesmo preços menores do que os concorrentes?</p>
<p style="text-align: justify;">Parte da resposta está na organização e modernização da gestão. Hoje, o próprio governo se modernizou para aumentar suas “vendas” (ano após ano a arrecadação de tributos só aumenta). O governo eletrônico é uma realidade e já atinge a todos, desde a gigante indústria multinacional instalada no país até a pequena fresadora de “fundo de quintal”. Não há como qualquer tipo de negócio sobreviver hoje sem a ajuda da tecnologia e sem processos enxutos.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas, quando falamos de indústrias, estar tecnologicamente atualizado é ainda mais vital. Temos cases de empresas que antes de adotar softwares de gerenciamento possuíam mais de 5 mil itens de estoque cadastrados e, depois de um projeto de otimização, conseguiram reduzir em 70% a quantidade de produtos para gerenciar, o que ocasionou aumento da receita e diminuição dos custos de produção e estoque.</p>
<p style="text-align: justify;">Há também casos em que o controle do estoque informava apenas que tinham X peças de determinado produto, porém, não fornecia dados como cores e tamanhos, o que ou a obrigava a produzir desnecessariamente para atender a um pedido, ou às vezes, confiando no feeling, perdiam tais pedidos para a concorrência por não ter como entregar.</p>
<p style="text-align: justify;">Além dessas situações, há ainda as obrigações impostas às indústrias – seja por órgãos reguladores e fiscalizadores ou por certificadoras de qualidade – que devem ser atendidas. É impossível, por exemplo, manter a rastreabilidade da matéria-prima sem um efetivo controle de lotes e um sistema que gerencie isso, ou, então, encontrar o melhor corte para aproveitamento máximo e diminuição da perda de uma bobina de metal.</p>
<p style="text-align: justify;">Claro que não há fórmula mágica para o sucesso e justificar porque uma mesma solução de TI traz melhores resultados na empresa A e não na empresa B, sem levantar como hipótese que a única diferença são os processos, é inevitável. Por isso, além de escolher corretamente a solução a ser implantada, é fundamental a dedicação e participação do corpo diretivo no processo; isso aumenta consideravelmente a chance de êxito no projeto.</p>
<p style="text-align: justify;">Há ainda a dificuldade em mensurar o ROI sobre a implantação de um ERP e de uma consultoria de processos, pois são muitas as variáveis. Mas nesses exemplos de cases citados, se o retorno financeiro não fosse efetivamente sentido, só o tempo ganho seria evidente e, como diz o ditado, ‘tempo é dinheiro’. E há diferencial mais competitivo do que fazer a mesma coisa que seu concorrente em menor tempo, com mais eficiência e qualidade?</p>
<p style="text-align: justify;">Como exemplo de que a tecnologia é imprescindível para os negócios, convido-os a acessar o site do projeto Brasil ID (<a href="http://www.brasil-id.org.br/" target="_blank">http://www.brasil-id.org.br/</a>) e a assistir ao vídeo institucional: <a href="http://bit.ly/v571y5" target="_blank">http://bit.ly/v571y5</a>. Trata-se de algo pioneiro em todo o mundo para identificação de transportes, e, apesar de ainda estar em caráter piloto, com certeza chegará a todas as indústrias em poucos anos.</p>
<p style="text-align: justify;"><em><strong>Marcelo A. Rezende</strong> – Diretor Comercial da Promisys – empresa especializada em TI que oferece sistema de gestão, infraestrutura e serviços para pequenas e médias empresas.</em></p>
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		<title>Desenvolvimento de Software: Custo da Qualidade</title>
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		<pubDate>Thu, 10 Nov 2011 18:39:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tocchetto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia de Software]]></category>
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		<description><![CDATA[Segundo a American Society for Quality a qualidade é o &#8220;grau até o qual um conjunto de características inerentes satisfaz as necessidades&#8221;. No contexto de qualidade temos duas visões: Visão do Produtor: a qualidade do produto está totalmente relacionada com os requisitos estabelecidos. Visão do Cliente: a qualidade está relacionada a “adequação ao uso” ou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Segundo a <em>American Society for Quality</em> a qualidade é o &#8220;grau até o qual um conjunto de características inerentes satisfaz as necessidades&#8221;. No contexto de qualidade temos duas visões:</p>
<ul>
<li><strong>Visão do Produtor:</strong> a qualidade do produto está totalmente relacionada com os requisitos estabelecidos.</li>
<li><strong>Visão do Cliente:</strong> a qualidade está relacionada a “adequação ao uso” ou as necessidades do usuário.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Os times destinados a trabalhar neste meio devem encurtar o <em>gap</em> existente nestas duas visões. Para tal objetivo trabalha-se na Garantia da Qualidade e o Controle da Qualidade.</p>
<p style="text-align: justify;">A Garantia da Qualidade são todas as atividades com o intuito de prover uma confiança adequada para os produtos e serviços de acordo com os requisitos especificados. O time da Garantia da Qualidade deve definir políticas e seguir modelos para desenvolver de forma contínua melhorias no processo de desenvolvimento. <a href="http://www.profissionaisti.com.br/category/metodologias/">Metodologias de desenvolvimento</a>, estimativa do processo, processos de manutenção, processos de definição de requisitos, processos de teste, padrões de desenvolvimento, treinamentos, documentação são exemplos de ações que um time de garantia pode realizar. Lembre-se que a qualidade do produto está relacionada a qualidade do processo.</p>
<p style="text-align: justify;">Todo o trabalho e/ou ações que são produzidos na Garantia da Qualidade devem ser controlados. Com este objetivo definimos atividades para o processo de Controle da Qualidade. O foco do Controle da Qualidade é identificar defeitos nos produtos ou artefatos produzidos. <a href="http://www.treinaweb.com.br/curso/teste-de-software-basico" target="_blank">Teste de software</a> é uma atividade do Controle da Qualidade. A atividade de teste pode ser incluída em todas as fases do desenvolvimento de <a href="http://www.profissionaisti.com.br/2011/10/o-que-e-e-como-funciona-uma-fabrica-de-software/">software</a>, através de inspeções, revisões e execução de casos de teste.</p>
<p style="text-align: justify;">Todas estas atividades têm um custo associado, sendo que, para que possamos calcular o custo da qualidade devemos considerar três elementos: o custo da falha, o custo da prevenção e o custo da avaliação, sendo cada um deles apresentados abaixo:</p>
<ul>
<li><strong>Custo da falha:</strong> custos associados com produtos defeituosos entregues ao cliente. Podemos associar a este custo os reparos, a utilização da equipe de help desk, bem como, os danos causados por um defeito.</li>
<li><strong>Custos da prevenção:</strong> são todos os custos associados com atividades que objetivam evitar defeitos. Podemos citar treinamentos, definição de métodos e procedimentos e aquisição de ferramentas. Observe que praticamente todas as atividades do time de Garantia da Qualidade estão associadas a este custo.</li>
<li><strong>Custo da avaliação:</strong> por fim, são todos os custos associados com a detecção de defeitos. Neste elemento podemos citar as atividades de teste de software, tempo gasto na automação de scripts de teste, revisões e inspeções.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Obviamente que o custo irá variar de uma organização para outra considerando a atividade que cada uma delas está disposta a fazer. A equipe de Garantia da Qualidade deve ser a responsável por identificar os custos destes três elementos, bem como, prover ações para minimizar o custo da falha.</p>
<p style="text-align: justify;">Normalmente as organizações focam no custo de avaliação, porém, se o investimento for maior na prevenção ao longo do tempo o custo da falha e da avaliação tende a diminuir.</p>
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