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	<title>Profissionais TI - Pra quem respira informação &#187; TI</title>
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	<description>Pra quem respira informação</description>
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		<title>Gestão de pessoas: errar é comum para as empresas nesse mundo em constante processo de transição de gerações</title>
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		<pubDate>Fri, 10 Feb 2012 11:28:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiz Castro Junior</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
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		<description><![CDATA[Sabe aqueles momentos que um sinal amarelo fica acesso em nossa cabeça avisando para ter cuidado e mesmo assim cometemos erros repetidas vezes? É disso que quero tratar hoje, infelizmente, por mais óbvio que pareça, continuamos errando em coisas básicas. Uma frase que ouvi de uma pessoa muito sábia e que levo comigo cairia perfeitamente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Sabe aqueles momentos que um sinal amarelo fica acesso em nossa cabeça avisando para ter cuidado e mesmo assim cometemos erros repetidas vezes? É disso que quero tratar hoje, infelizmente, por mais óbvio que pareça, continuamos errando em coisas básicas.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma frase que ouvi de uma pessoa muito sábia e que levo comigo cairia perfeitamente no tema: &#8220;Um pedido de desculpas ou um xingamento no momento do erro não ameniza em nada a consequência do erro&#8221; – Isso é pura verdade, enfrentar os desafios que surgem depois do erro não é o que devemos evitar, mas sim o próprio erro.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Vamos aos erros na Gestão de pessoas</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Eu preferi colocar esse como um dos piores problemas a serem geridos dentro da empresa pelo fato de que quando se trata de relações humanas, é algo complexo de acertar o ponto ideal. Veja:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Se você é rude, logo tem inimizades.</li>
<li>Se você é simpático demais, logo é taxado como trouxa.</li>
<li>Se você é liberal, fica como sendo imaturo.</li>
<li>Se você é centralizador, fica como tendo um gestão 1985.</li>
</ul>
<div style="text-align: justify;">
<p>Mas isso é só o começo, porque se você observar os quatro modelos tenho certeza que a maioria vai preferir ser o simpático, afinal aparentar trouxa não quer dizer que é trouxa e é mais fácil de provar o contrário, mesmo assim no momento extremo de simpatia você abre espaço para os puxa-sacos de plantão, sem querer permite que se instale um ambiente de confusão, afinal de contas em ambientes onde existem puxa-sacos nunca se tem uma qualidade de vivencia profissional.</p>
<p>Logo você opta por ser liberal, afinal imaturidade se prova o contrário com o tempo, &#8220;sou jovem – porque não tentar ser liberal?&#8221;, mas existe o &#8220;porém&#8221;…  Ao ser liberal você está se posicionando de forma irreversível, ou seja, caso algum erro de gestão de pessoas aconteça e você tente assumir o controle com rédeas mais curtas o caos se instaura definitivamente. A liberdade excessiva dá espaço a libertinagem, uma coisa que não tem nada a ver com liberdade. Cuidado, porque tentar aplicar uma gestão geração ‘Y’ nem sempre dá certo. Mesmo com a geração ‘Y’ &#8211; na verdade diria que principalmente com ela – a falta de regras e ansiedade são características negativas que anulam qualquer outra positiva que tenha essa geração – eu faço parte dessa, mas não me considero “Y”.</p>
<p>Restando dois modelos, por eliminação creio que iríamos para o modelo centralizador, afinal, melhor ser antiquado do que rude não é mesmo? Em uma era onde ser social é um fator de qualidade emocional e muito valioso acabamos por recusar a antipatia – o que não é errado. Mesmo assim o centralizador acaba por enfrentar problemas inversos do liberal, acaba por criar para si toda uma atenção desnecessária e uma carga de responsabilidade enorme.Se no modelo anterior a responsabilidade era coisa nula, neste a responsabilidade é visível e completamente imutável, já que centraliza em uma ou um pequeno grupo de pessoas. Além de ter que se responsabilizar por tudo, tanto fracasso como o sucesso, a gestão centralizadora inibe o processo criativo, não permite a inovação e tão pouco dá espaço para o real crescimento profissional, isso tudo leva a alta rotatividade de funcionários. Para empresas é um grande volume de dinheiro jogado fora com treinamentos e despesas pós quebra de contrato e também desacelera o <a href="http://www.profissionaisti.com.br/category/desenvolvimento/">desenvolvimento</a> de projetos e serviços pelo fato de que peças indispensáveis são facilmente removidas pela concorrência que oferece melhores condições de trabalho, ou seja, seus funcionários sempre terão em mente a possibilidade de ir para outra empresa.</p>
<p>Restou-nos a Gestão Rude, antipática, inflexível. Pode até não ser centralizadora, porém, é visivelmente pelo motivo de gerar riqueza para empresa e não pelo fato de amadurecer o profissionalismo dos funcionários, é a gestão que deixa claro: &#8220;Você é pago para gerar valor e riqueza para a empresa, porém, é descartável&#8221;. É o modelo de gestão que afronta, que desencoraja, que menospreza, que suga a vitalidade da equipe e essa por fim acaba também indo embora com uma velocidade muito superior a qualquer outro modelo frágil de gestão. Afinal, ninguém gosta de trabalhar para um idiota – lembrando um livro que ainda não li, mas me causa curiosidade pelo título.</p>
<p>Parece infantil falar de um tema tão lógico, parece até mesmo que é uma falta de respeito com o tempo de vocês ao lerem até aqui, porém não é. Veja que se você refletir bem muitas das características desses modelos aqui apresentados estão no seu modelo de gestão.</p>
<p>Vale sempre se perguntar – Será que eu estou conseguindo fazer o meu trabalho como gestor, trabalho esse que é inspirar, dar atenção, nortear, dar qualidade para o trabalho, qualidade para realização do trabalho, enfim, será que estou extraindo da minha equipe a melhor performance sem sugar a vitalidade dos mesmos?</p>
<p>Eu já tive a oportunidade de estar na gestão de equipes, confesso que já passei de rude a centralizador e dali para simpático, mas consegui acordar antes de ter que passar pelo pesadelo de ser liberal, o que aconteceu é que percebi que o problema não era a equipe, era eu. As &#8220;laranjas podres&#8221; eu poderia retirar a qualquer momento, porém, eu não mudava e novamente acontecia a mesma coisa, a questão é que sempre falta uma moderação. Viver de gestões de extremos não adianta em nada, ou você consegue ter uma equipe desmotivada ou uma equipe exausta. A equipe, por melhor e mais graduada que seja, tende a seguir o mesmo caminho da gestão – os extremos.</p>
<p>A melhor forma de gestão é a moderação, seja rude para cobrar resultados, ser rígido apenas nas metas, deixar claro onde tem que ser melhorado e o que tem que ser feito para atingir os resultados. Seja simpático para motivar, dizer bom dia do menor posto de trabalho até seu diretor ou seu gerente, não importa quem seja, sempre terá na ponta da língua coisas boas para falar de você se você permite que essas pessoas percebam seus pontos fortes, logo centralize apenas as informações que são de um grau de importância superior, permita acesso a dados que possam nortear o trabalho dos demais, inspire e seja positivo ao receber novas propostas, ideias, inovações, dê espaço e invista em ideias diferentes geradas pelos seus funcionários. Seja liberal para os momentos de lazer, conversas, alimentação – com a rigidez das metas que já comentei acima isso faz com que não vire libertinagem, somente uma liberdade gostosa para o melhor aproveitamento do dia de trabalho. Por fim, seja capaz de unir todas essas pessoas de forma que sintam-se importantes.</p>
<p>O nome do cargo não vale nada se a pessoa não tem a honra de fazer jus a ele, ser gerente não quer dizer que você tem o respeito da sua equipe, pelo contrário, quantos de nós por várias vezes já viu uma equipe contra seu gerente? Muitos, por isso a melhor forma de ser reconhecido como gerente, como gestor, é deixar o crachá de lado e arregaçar a manga, faça parte do trabalho, inspire, dê pausas no meio do trabalho para jogar conversa fora (de forma controlada, é claro), crie um vinculo a ponto de que mesmo sem o crachá todos te reconheçam como líder nato e não somente como alguém a ser tirado do posto.</p>
<p>A coisa mais triste é ser respeitado somente pela idade, pelo posto, pela cara feia, por medo, enfim, não ser respeitado pela honra, pela ética, pela capacidade de inspirar.</p>
<p>Lidar com pessoas não é fácil, porque a resposta nem sempre está na frente dos olhos, mas atrás deles – Se você mudar para melhor, sua equipe mudará com você.</p>
<p>Sucesso a todos, um forte abraço.</p>
<p>Aproveite para comentar e incluir sua experiência. O post foi criado para uma boa discussão organizada de opiniões, afim de aumentar a qualidade do conteúdo como também amadurecimento da ideia.</p>
</div>
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		<title>Hierarquia é protocolo?</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Feb 2012 15:05:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos Eduardo Bier</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
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		<description><![CDATA[Que todas as empresas seguem um nível hierárquico todos nós sabemos, porém, o que realmente se define por esse nível? Existe o ditado que diz &#8220;a corda sempre arrebenta do lado mais fraco&#8221; e isso não é mentira, ainda mais quando tratamos de corporativismo. Vamos, através desse pequeno texto, levantar uma questão que influência diretamente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="alignright size-full wp-image-20928" style="margin-left: 5px; margin-right: 5px;" title="hierarquia-equipe" src="http://www.profissionaisti.com.br/wp-content/uploads/2012/02/hierarquia-equipe.jpg" alt="" width="234" height="243" />Que todas as empresas seguem um nível hierárquico todos nós sabemos, porém, o que realmente se define por esse nível?</p>
<p style="text-align: justify;">Existe o ditado que diz &#8220;a corda sempre arrebenta do lado mais fraco&#8221; e isso não é mentira, ainda mais quando tratamos de corporativismo. Vamos, através desse pequeno texto, levantar uma questão que influência diretamente na produtividade dos profissionais: o reconhecimento.</p>
<p style="text-align: justify;">Primeiramente analisemos um fato considerado &#8220;normal&#8221; no interior da maioria das organizações: a contratação de pessoal externo para exercer funções a nível de coordenação e gestão.</p>
<p style="text-align: justify;">Teorias motivacionais já comprovaram que o ser humano precisa ser reconhecido no que faz para que possa entrar em um ciclo de auto-motivação e consequentemente aumento de produção. Não existindo motivação a consequente queda de produção é certa.</p>
<p style="text-align: justify;">Em um quadro onde profissionais se dedicam com o intuito de angariarem novas experiências e cargos, como se sentem eles sabendo que o nível acima é preenchido por membros externos? E as possibilidades de ascensão, onde ficam? Ainda não bastasse, existe ai uma incoerência na cobrança de responsabilidades, onde erros de profissionais da camada mais baixa da pirâmide são vistos e tratados prontamente, as vezes sendo eles responsáveis diretos por atividades que deveriam ser revistas e aprovadas pelo seu superior direto. E a hierarquia, onde fica? Somente para definir o status financeiro ou cases de sucesso?</p>
<p style="text-align: justify;">Na pratica é assim que funciona: <span style="text-decoration: underline;">atividade de sucesso = gestor eficiente, fracasso = equipe incompetente.</span></p>
<p style="text-align: justify;">Acho que todos devem ser cobrados e reconhecidos de acordo com seu nível hierárquico, precisamos ponderar a pressão exercida sobre a equipe e visualizar o gestor como um escudo, seja em momentos de sucesso ou fracasso, que cada um assuma seu papel de acordo com o grau de confiança nele depositado. Se é gestor, então responda pela equipe, assuma seu papel.</p>
<p style="text-align: justify;">Em um próximo post, ainda no quesito reconhecimento, abordaremos a disparidade existente na questão salarial.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>&#8220;A motivação é individual e temporal, ninguém motiva ninguém! É possível criar condições e disponibilizar ferramentas que favoreçam a auto-motivação do indivíduo&#8221;</em></p>
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		<title>Quais os segmentos de mercado que serão destaque para os negócios em TI em 2012</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Feb 2012 17:48:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Profissionais TI</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
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		<description><![CDATA[E mais uma vez os relógios chegaram à meia noite de 31 de dezembro, assim, psicologicamente começamos um novo período e tecnicamente um novo ano. Esse truque do tempo para renovação das coisas está presente na vida do ser humano, seja pela existência do dia e da noite, do relógio de 12 horas, do calendário [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">E mais uma vez os relógios chegaram à meia noite de 31 de dezembro, assim, psicologicamente começamos um novo período e tecnicamente um novo ano.</p>
<p style="text-align: justify;">Esse truque do tempo para renovação das coisas está presente na vida do ser humano, seja pela existência do dia e da noite, do relógio de 12 horas, do calendário de dias, da semana, mês e ano.</p>
<p style="text-align: justify;">Desta forma, se espera que a vida seja renovada continuamente e assim as tarefas, metas e soluções aos problemas sejam parte de um ciclo que começa e termina após cada período, mesmo que o período seja de milésimos de segundos de um simples pensamento.</p>
<p style="text-align: justify;">Dias atrás estava observando a capa de uma conhecida publicação em revista de  circulação nacional, voltada ao segmento econômico/financeiro que dizia: “2011: O ano que não terminou”. Aquilo me chamou a atenção, pois todo ano sempre termina em 31/12, então, fui entender o que estavam dizendo.</p>
<p style="text-align: justify;">A notícia da capa referia-se ao problema da dívida soberana dos países da comunidade econômica européia, seus déficits monumentais e a incapacidade dos países da Zona do Euro em resolver o problema, que teve forte agravamento no início de 2011 e mesmo assim permaneceu se arrastando de forma bastante indefinida em 2012.</p>
<p style="text-align: justify;">Com essa indefinição entramos em 2012 com falta de previsibilidade. Esta condição é ruim para planejar os negócios de todos os segmentos da economia, em todas as regiões globalizadas do mundo e assim, temos uma situação “ímpar” a ser conduzida. Definir metas que provavelmente serão modificadas durante o ano, dependendo do rumo das reuniões e acordos a serem realizadas entre os países da União Européia, e que ditarão as regras do jogo, mesmo depois dele já ter começado.</p>
<h3 style="text-align: justify;">E o Brasil, como fica em meio a tudo isso?</h3>
<p style="text-align: justify;">Apesar de estarmos totalmente ligados aos acontecimentos das principais economias do mundo e estarmos neste momento desacelerando o ritmo de crescimento, sem ainda saber ao certo o piso da desaceleração, acredito que após um primeiro trimestre bastante incerto, assim que houver demonstração do rumo das principais economias do planeta, voltaremos a ser alvo de direcionamento dos investidores, e assim, voltaremos a nos surpreender com a dinâmica dos negócios em TI, fundamentais para o aumento da produtividade das pessoas e empresas.</p>
<p style="text-align: justify;">Neste cenário, baseado em informações e pesquisa realizada pelo IT DATA para a Abradisti no final de 2011, coloco a seguir segmentos que serão destaque em 2012:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Governo</strong>:</p>
<p style="text-align: justify;">2011 foi o primeiro ano de mandato das esferas federais e estaduais. Normalmente os investimentos em TI são postergados, principalmente em infraestrutura de TI. As aquisições de PCs, servidores, impressão, rede, etc, este ano foram bem abaixo em relação ao ano de 2010. Haverá um crescimento moderado nos investimentos em TI em 2012.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Prestação de serviços</strong>:</p>
<p style="text-align: justify;">O segmento de serviços, excluindo-se as empresas prestadoras de serviços financeiros e as de utilidades, conta com cerca de 2,1 milhões de empresas no Brasil, representando 57% do PIB brasileiro e constituindo o segmento que mais emprega no país, com aproximadamente 14,1 milhões de trabalhadores. Menos de três mil empresas deste segmento possuem mais de 500 funcionários. 99,5% possuem menos de 100 funcionários. O segmento de serviços é o que mais investe em TI, representando 24% do total. O IT Data estima que haverá um crescimento de 12% nos investimentos em 2012.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Indústria:</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Cerca de 45% das empresas inseridas nas 500 Maiores da Exame são do segmento industrial. O aumento dos investimentos em TI da indústria foi de apenas 6% em 2011, bem abaixo da média de outros segmentos. A desvalorização do Real é tida como fundamental para a recuperação da competitividade das empresas e aumento de exportações.</p>
<p style="text-align: justify;">Havia 537.650 empresas deste segmento em 2005. Cinco anos depois, houve uma queda significativa de 16%, apesar de todo aquecimento da economia brasileira. As maiores quedas vieram dos setores de calçados, têxtil, bens de capital e eletroeletrônico.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Finanças:</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O setor financeiro no Brasil é composto por 155 bancos, sendo 130 múltiplos e 25 comerciais. Ao todo, estes bancos possuem 20.088 agências espalhadas em todo o território nacional. Eles geram mais de 450 mil empregos diretos. Cinco bancos (Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, Santander, Itaú e Bradesco) representam 80% dos investimentos em TI do setor.</p>
<p style="text-align: justify;">Outro setor importante no segmento financeiro é o de seguros, que emprega 60 mil pessoas. Há também o mesmo tipo de concentração neste setor; Itaú e Bradesco representam boa parte dos investimentos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Comércio:</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O segmento faturou R$ 1,6 trilhão em 2010, com crescimento de 11% em comparação ao ano anterior. Foi o quarto maior crescimento mundial. A maioria das empresas do comércio varejista é de pequeno porte. Apenas 0,4% possuem mais de 100 funcionários. Apenas 1.472 empresas possuem mais de 500 funcionários.</p>
<p style="text-align: justify;">O número de novos estabelecimentos comerciais vem crescendo a uma taxa de 5% ao ano nos últimos cinco anos. A única exceção são os supermercados, onde está havendo um aumento de concentração.</p>
<p style="text-align: justify;">A estimativa do IT Data é que os investimentos em TI no segmento comércio crescerão 15% em 2011 e há excelentes perspectivas para 2012.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Óleo, gás e mineração</strong>:</p>
<p style="text-align: justify;">Os investimentos em TI deste segmento vêm crescendo acima da média do mercado nos últimos cinco anos, mas ele não é representativo no total do mercado (4%). Este é um segmento com enorme concentração em empresas como Petrobrás, Vale do Rio Doce, Votorantim, etc.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Agrobusines:</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O segmento emprega 18 milhões de pessoas, mas apenas 3,2 milhões são permanentes. Isto explica porque, apesar de ser tão importante para o país, o segmento é pouco representativo nos investimentos em TI, apenas 2% do total.</p>
<p style="text-align: justify;">O agronegócio tem participação de mais de 50% do PIB de estados como</p>
<p style="text-align: justify;">Goiás, Mato Grosso e Santa Catarina.</p>
<p style="text-align: justify;">Com o aumento de consumo de alimentos em países como a China e Índia, os preços dos alimentos só tendem a crescer. Isto já foi visto em 2010 e 2011 e a tendência é de um maior aumento em 2012, devido às mudanças climáticas e desastres naturais de alguns países produtores de alimentos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Utilidades:</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O segmento de utilidades é formado por empresas de saneamento básico, limpeza urbana,  geração e distribuição de energia.</p>
<p style="text-align: justify;">Este segmento representa 3% dos investimentos em TI, mas é o que mais vem crescendo nos últimos cinco anos, com taxa média de 15%. O principal setor deste segmento são as empresas de geração e distribuição de energia.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Segmento Doméstico:</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A situação econômica brasileira está favorável para o consumo das pessoas físicas. O desemprego no Brasil ficou em 5,8% em outubro, menor taxa desde 2002, caracterizando o que os economistas chamam de pleno emprego. A renda média do brasileiro está estabilizada nos últimos meses em R$1.607,00.</p>
<p style="text-align: justify;">O IBGE divulgou que o número de residências com PCs saltou de 10% em</p>
<p style="text-align: justify;">2000 para 38,3% em 2010. A IT Data estima que este percentual atingirá 41% ao final de 2011.</p>
<p style="text-align: justify;">O segmento doméstico ou pessoa física vem experimentando um aumento de compras de produtos de tecnologia nos últimos sete anos devido a queda constante dos preços dos produtos tecnológicos. Em 2011, este segmento representou 62% das compras de PCs e 92% dos tablets.</p>
<p style="text-align: justify;">A IT Data estima que as pessoas físicas gastarão 14,7 bilhões com TI m 2011 e a previsão para 2012 é de aumento de 13%.</p>
<p style="text-align: justify;">Diante disso, a perspectiva média de crescimento do mercado de TI no Brasil para 2012 situa-se entre 7% e 10%, o que certamente ficará acima da média mundial, demonstrando mais uma vez grande oportunidade ao canal de distribuição para a continuidade do desenvolvimento dos negócios no país e assim afirmar ainda mais sua importância e relevância para o setor.</p>
<p style="text-align: justify;">Para aproveitar a oportunidade que se desenha, distribuidores e revendedores precisam seguir investindo fortemente em capacitação de suas equipes e aproveitar o momento de incerteza do primeiro trimestre para se preparar para demanda dos próximos trimestres e então fechar o ano de 2012 com prosperidade e fôlego para os próximos anos.</p>
<p style="text-align: justify;">Fechando assim o ciclo do tempo com a certeza da tarefa cumprida e a visão clara dos ciclos que virão.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>por <strong>Marco Antonio Chiquie</strong>: Diretor da ABRADISTI, Associação Brasileira de Distribuidores de TI</em></p>
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		<title>Boa gestão da informação é fundamental para o sucesso do seu negócio</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Feb 2012 15:30:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Profissionais TI</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gestão do Conhecimento]]></category>
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		<description><![CDATA[Considero informação a matéria-prima da qual se extrai o conhecimento. A informação e o conhecimento podem ser considerados as chaves da produtividade e da competitividade. Podemos definir qualidade das informações como o grau em que elas são consideradas confiáveis, independentemente da fonte da qual tenham sido extraídas. Você precisa ter o conjunto de informações disponíveis, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Considero informação a matéria-prima da qual se extrai o conhecimento. A informação e o conhecimento podem ser considerados as chaves da produtividade e da competitividade.</p>
<p style="text-align: justify;">Podemos definir qualidade das informações como o grau em que elas são consideradas confiáveis, independentemente da fonte da qual tenham sido extraídas. Você precisa ter o conjunto de informações disponíveis, na hora certa, no lugar certo, para que as pessoas certas as usem para tomar decisões eficazes, administrar e gerar negócios, atender os clientes e alcançar os objetivos da empresa. Uma gestão moderna exige que essa tomada de decisão seja baseada em informação altamente qualificada e confiável, assim como qualquer boa estratégia.</p>
<p style="text-align: justify;">Considero dados como fatos de interesse para seu negócio. Quando esses fatos são colocados em contexto, tornam-se informações.</p>
<p style="text-align: justify;">Para uma boa gestão e logística da informação dentro da empresa, há a necessidade de investimento em TI. Todos os departamentos de uma empresa devem trabalhar com as mesmas informações e dados, sem  a ocorrência de divergência na análise de um relatório.</p>
<p style="text-align: justify;">Não importa o estágio em que sua empresa se encontre, para uma boa gestão da informação, é primordial o investimento na qualidade desses dados assim como nas necessidades mais importantes do seu negócio.</p>
<p style="text-align: justify;">Um sintoma de que sua empresa está com problemas na <a href="http://www.profissionaisti.com.br/category/qualidade/">qualidade</a> de dados é o alto índice de mensagens devolvidas ou de contatos inválidos quando você faz campanhas de marketing via e-mail, mala direta e call center.</p>
<p style="text-align: justify;">Para detectar um problema de qualidade de informação, verifique se sua equipe está desperdiçando muito tempo discutindo qual relatório está correto (quando os números deveriam bater, mas isso não acontece). Como já citei acima, é essencial que todos os departamentos de uma empresa trabalhem com as mesmas informações e dados para evitar esse tipo de problema.</p>
<p style="text-align: justify;">Não importa qual seja a finalidade de sua organização – com ou sem fins lucrativos, uma agência governamental, uma instituição de caridade, uma instituição de ensino, ou relacionada à saúde –, todas essas ideias se aplicam a ela, porque toda organização depende de informações de qualidade para alcançar seus objetivos e cumprir seus compromissos. Se a sua empresa está preocupada com a <a href="http://www.profissionaisti.com.br/category/qualidade/">qualidade</a> dos dados, comece o quanto antes!</p>
<p style="text-align: justify;"><em>por <strong>Lincoln Morato</strong>: Coordenador de marketing e novos negócios da ZipCode.</em></p>
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		<title>Alguns dos mais famosos erros de softwares da história</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Jan 2012 11:40:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gabiifonseca</dc:creator>
				<category><![CDATA[Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[História]]></category>
		<category><![CDATA[Curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[Sistemas]]></category>
		<category><![CDATA[TI]]></category>

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		<description><![CDATA[Erros de software custam, só para a  economia dos EUA, cerca de  60 milhões dólares anualmente em retrabalho, perda de produtividade e danos reais. Todos nós sabemos o quanto erros nos programas podem ser irritantes, mas certas falhas de software também podem  ser caras, embaraçosas, destrutivas e mortais. Confira os famosos &#8220;desastres&#8221; que aconteceram no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Erros de software custam, só para a  economia dos EUA, cerca de  60 milhões dólares anualmente em retrabalho, perda de produtividade e danos reais. Todos nós sabemos o quanto erros nos programas podem ser irritantes, mas certas falhas de software também podem  ser caras, embaraçosas, destrutivas e mortais. Confira os famosos &#8220;desastres&#8221; que aconteceram no mundo do <a href="http://www.profissionaisti.com.br/tag/software">software </a>nos últimos anos,  em ordem cronológica:</p>
<h3>1. Problemas no Mariner (1962)</h3>
<p><strong>Custo:</strong> 18,5 milhões dólares</p>
<p><strong>Desastre:</strong> Mariner, um foguete com uma sonda espacial para Vênus, foi desviado de seu percurso de voo logo após o lançamento. O controle da missão destruiu o foguete 293 segundos após a decolagem.</p>
<p><strong>Causa:</strong> Um programador, ao passar para o computador uma fórmula que haviam lhe entregado escrita manualmente, se esqueceu de uma barra. Sem ela, o software tratava variações normais de velocidade como se fossem sérios problemas, causando falhas por tentativas de correções que acabaram por enviar o foguete fora do curso.</p>
<h3 style="text-align: justify;">2. Hartford Coliseu Desmorona (1978)</h3>
<p><strong>Custo:</strong> 70 milhões de dólares, além de outros danos de 20 milhões para a economia local</p>
<p><strong>Desastre:</strong> Poucas horas depois de milhares de fãs deixarem o Coliseu Hartford, o teto de treliça de aço desabou sob o peso da neve molhada.</p>
<p><strong>Causa:</strong> O programador do software CAD, utilizado para projetar o coliseu, incorretamente assumiu que o suporte do telhado de aço enfrentaria apenas compressão natural. Mas quando um dos suportes inesperadamente recebeu um bloco de neve, este desencadeou uma reação em cadeia que derrubou o telhado de outras seções como dominós.</p>
<h3>3.  CIA distribue gás aos soviéticos (1982)</h3>
<p id="in_post_ad_middle_1" style="text-align: justify;"><ins></ins><ins id="aswift_2_anchor"></ins><strong>Custo:</strong> Milhões de dólares e danos significativos a economia soviética</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Desastre:</strong> O software de controle se descontrolou e produziu uma intensa pressão no gasoduto Trans-Siberian, resultando na maior explosão não-nuclear da história.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Causa:</strong> CIA operatives allegedly planted a bug in a Canadian computer system purchased by the Soviets to control their gas pipelines.  The purchase was part of a strategic Soviet plan to steal or covertly obtain sensitive U.S. technology.  When the CIA discovered the purchase, they sabotaged the software so that it would pass Soviet inspection but fail in operation.</p>
<h3>4.  3ª Guerra Mundial (Quase!) (1983)</h3>
<p style="text-align: justify;"><strong>Custo:</strong> Quase toda a humanidade</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Desastre:</strong> O sistema de alerta precoce soviético falsamente indicou que os Estados Unidos tinham lançado cinco mísseis balísticos. Felizmente, o oficial de serviço soviético tinha uma &#8220;sensação esquisita no estômago&#8221; e fundamentalmente, se os EUA estavam realmente atacando, eles lançariam mais de cinco mísseis, por isso ele relatou o aparente ataque como um alarme falso.</p>
<p><strong>Causa:</strong> Um bug no software soviético falhou ao detectar reflexos solares como falsos mísseis.</p>
<h3>5.  Máquina medicinal mata (1985)</h3>
<p style="text-align: justify;"><strong>Custo:</strong> Três mortos e três seriamente feridos</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Desastre:</strong> A máquina de radiação canadense Therac-25 irradiou doses letais em pacientes.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Causa:</strong> Por causa de um bug sutil chamado de &#8220;<em>condição de corrida</em>&#8220;, um técnico acidentalmente configurou o  Therac-25 de modo que o feixe de elétrons seria como um fogo de alta potência.</p>
<h3>6.  Crash na Wall Street (1987)</h3>
<p style="text-align: justify;"><strong>Custo:</strong> $500 bilhões em um dia</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Desastre:</strong> Em 19 de outubro de 1987, o índice Dow Jones  caiu 508 pontos, perdendo 22,6% de seu valor total.  Esta foi a maior perda que Wall Street já sofreu em um único dia.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Causa:</strong> Um mercado em grande alta foi interrompido por uma série de investigações conduzidas pela SEC  e por outras forças do mercado. Como os investidores fugiram de ações investigadas, um número muito grande de ordens de venda foram gerados pelos computadores, quebrando sistemas e deixando os investidores efetivamente cegos.</p>
<h3><strong>7.  Linhas da AT&amp;T  &#8220;morrem&#8221; (1990)</strong></h3>
<p><strong>Custo:</strong> 75 milhões de ligações perdidas e 200 reservas aéreas perdidas</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Desatre:</strong> Um switch dos 114 centros de swiches da AT&amp;T sofreu um problema mecanico que fez com que todo o seu centro fosse desligado. Quando o seu centro voltou a ativa, enviou uma mensagem aos outros, o que causou o desligamento dos outros centros e deixou a empresa parada por 9 horas.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Causa:</strong> Uma única linha de código em uma atualização de software implementada para acelerar chamadas causou um efeito cascata que desligou a rede.</p>
<h3>8.  Patriot Acaba com Soldados (1991)</h3>
<p><strong>Custo:</strong> 28 soldados mortos e 100 feridos.</p>
<p><strong>Desastre:</strong> Durante a primeira Guerra do Golfo, um sistema (Patriot) americano de mísseis na Arábia Saudita falhou ao interceptar um míssel vindo do Iraque. O míssel destruiu acampamentos americanos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Causa:</strong> Um erro de arredondamento no software calculou incorretamente o tempo, fazendo com que o sistema Patriot ignorasse os mísseis Scud de entrada.</p>
<h3>9.  Pentium Falha em uma Divisão Longa (1993)</h3>
<p><strong>Custo:</strong> $475 milhões e a credibilidade de uma empresa</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Desastre: </strong>O altamente promovido Pentium, da Intel, ocasionalmente cometeu erros ao dividir números de ponto flutuante em um intervalo específico. Por exemplo, dividindo 4195835.0/3145727.0 obteve 1,33374 ao invés de 1,33382, um erro de 0,006%. Embora o bug afetasse apenas alguns usuários, se tornou um pesadelo nas relações públicas. Com uma estimativa de 5 milhões de chips defeituosos em circulação, a Intel se ofereceu para substituir os chips Pentium apenas para os consumidores que poderiam provar que eles precisavam de alta precisão. Contudo a Intel acabou substituindo os chips de qualquer um que reclamou.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Causa:</strong> O divisor na unidade de ponto flutuante do Pentium tinha uma tabela de divisão falha, faltando cerca de cinco mil entradas, resultando nestes erros de arredondamento.</p>
<h3>10.  Ariane Rocket Goes Boom (1996)</h3>
<p><strong>Custo:</strong> $500 milhões</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Desastre:</strong> Ariane 5, o mais novo foguete da Europa não-tripulado, foi intencionalmente destruído segundos após seu lançamento em seu vôo inaugural. Também f0ram destruídos  quatro satélites científicos para estudar como o campo magnético da Terra interage com os ventos solares.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Causa:</strong> O desligamento ocorreu quando o computador de orientação tentou converter a velocidade do foguete de 64-bits para um formato de 16 bits. O número era muito grande, o que resultou em erro de estouro. Quando o sistema de orientação desligou, o controle passou para uma unidade idêntica redundante, que também falhou porque nele estava correndo o mesmo algoritmo.</p>
<h3>11.  Skynet Traz o Dia do Juízo Final (1997)</h3>
<p><strong>Custo:</strong> 6 bilhões de mortos e quase a destruição de toda a civilização humana e ecossistemas terrestres (ficção).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Desatre: </strong>Alguns operadores, na tentativa de desligar a Skynet (rede mundial de computadores), acabam fazendo a empresa responder disparando mísseis nucleares dos EUA à Rússia, iniciando uma guerra nuclear global a qual o que ficou conhecida como Dia do Juízo Final (29 de agosto de 1997).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Cause: </strong>Cyberdyne, o principal fabricante de armas, instalou a tecnologia Skynet em todos os equipamentos militares, incluindo bombardeiros e sistemas de defesa antimísseis. A tecnologia Skynet formava uma rede contínua e efetivamente removia recursos humanos de defesa estratégica. Eventualmente o Skynet se tornou consciente, foi ameaçado quando o homem tentou colocá-lo offline, procurou sobreviver, e revidou com uma guerra nuclear.</p>
<h3>12.  Estudo Desastroso (1999)</h3>
<p><strong>Custo:</strong> Credibilidade da ciência</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Desastre:</strong> Neste caso, o software utilizado para analisar os desastres tinha um desastre próprio. O jornal <em>The New England Journal of Medicin</em>e relatou aumento das taxas de suicídio depois de graves desastres naturais. Infelizmente, estes resultados mostraram-se incorretos.</p>
<p><strong>Causa: </strong> Um erro no programa mostrava a taxa de suicídios por ano como o dobro do seu valor real, o que foi suficiente para inutilizar toda a pesquisa.</p>
<h3>13.  Passaportes britânicos para lugar nenhum (1999)</h3>
<p><strong>Custo:</strong> £12.6 millões</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Desastre:</strong> A agência de passaportes do Reino Unido implementou um sistema da Siemens que falhou ao emitir documentos para meio milhão de cidadãos britânicos. A agência teve que pagar milhões ao governo para compensar a raiva da população.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Causa:</strong> A Agência lançou seu novo sistema sem testá-lo de forma adequada ou treinar seus funcionários. Ao mesmo tempo, uma mudança na lei exigia que todos os menores de 16 anos viajando ao exterior deveriam obter um passaporte, resultando em um aumento enorme na procura de passaportes, o que sobrecarregou o sistema .</p>
<h3>14.  Bug do Milênio (1999)</h3>
<p><strong>Custo:</strong> $500 bilhões</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Desastre: </strong>O desastre de um homem é a fortuna de outro, como demonstra o Bug do Milênio. Empresas gastaram bilhões com programadores para corrigir uma falha no software legado. Embora nenhum falha significativa ocorreu, a preparação para o Bug do Milênio teve um custo significativo e impacto no tempo em todas as indústrias que usam a tecnologia computacional.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Causa:</strong> Para economizar espaço de armazenamento de computador, softwares legados muitas vezes armazenavam anos para datas com números de dois dígitos, como 99 para 1999. Esses softwares também interpretavam 00 para significar 1900, em vez de 2000, por isso, quando o ano de 2000 veio, bugs apareceriam.</p>
<h3>15.  Tratamento de Cancêr Mortal (2000)</h3>
<p><strong>Custo:</strong> 8 pessoas mortas e 20 seriamente feridas</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Desastre:</strong> O software de radiação da empresa Multidate calculou mal a dosagem de radiação que deveria ser enviada, expondo pacientes a níveis fatais de radiação. Os físicos que foram indicados para checar as máquinas foram condenados a morte.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Causa:</strong> O software calculava a dosagem de radiação baseando-se na ordem de entrada dos dados, e algumas vezes enviava o dobro da dose do que deveria.</p>
<h3>16.  EDS Drops Child Support (2004)</h3>
<p style="text-align: justify;"><strong>Custo:</strong> £539 milhões (e a conta ainda cresce!)</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Desastre:</strong> A grande empresa de serviços EDA desenvolveu um sistema para o Centro de Suporte à Crianças do Reino Unido (CSA) que acidentalmente pagou a mais 1.9 milhões de pessoas, recebeu em menos de 700.000 casos, registrando uma lista incansável de erros.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Causa:</strong>A EDS apresentou um sistema de TI complexo e grande demais para o CSA, ao mesmo tempo em que tentava reestruturar a agência.</p>
<h3>17. Desatre no FBI (2005)</h3>
<p style="text-align: justify;"><strong>Custo:</strong> $105 milhões jogados fora!</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Desastre:</strong> O FBI desistiu da revisão de um sistema após quatro anos de esforço. O projeto Arquivo Virtual foi um maciço sistema de software integrado para agentes compartilharem arquivos de casos e outras informações.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Causa:</strong> Má gestão e uma tentativa de construir um projeto de longo prazo sobre tecnologia ultrapassada, resultou em um sistema complexo e inutilizável.</p>
<p style="text-align: right;"><em>Traduzido e adaptado de <a title="20 famosos desastres de software" href="http://www.devtopics.com/20-famous-software-disasters/" target="_blank">DevTopics</a>.</em></p>
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		<title>Aumentando a produtividade em reuniões</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Jan 2012 10:39:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nino Albano</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dia-a-Dia]]></category>
		<category><![CDATA[Governança de TI]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Produtividade]]></category>
		<category><![CDATA[Reunião]]></category>
		<category><![CDATA[TI]]></category>

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		<description><![CDATA[Quem nunca participou de uma daquelas reuniões infindáveis, chatas e que geralmente terminam com a impressão comum de que foi uma tremenda perda de tempo? Espero estar errado e gostaria mesmo que alguém contestasse minha próxima colocação. Acho que na área de TI a maioria das reuniões são assim. Ainda vou mais longe, a impressão [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Quem nunca participou de uma daquelas reuniões infindáveis, chatas e que geralmente terminam com a impressão comum de que foi uma tremenda perda de tempo? Espero estar errado e gostaria mesmo que alguém contestasse minha próxima colocação. Acho que na área de TI a maioria das reuniões são assim. Ainda vou mais longe, a impressão que tenho é que usamos a maior parte das reuniões para nos justificar sobre alguma coisa que não saiu como deveria.</p>
<p style="text-align: justify;">Participamos de uma área vital para qualquer empresa. Mesmo os menores negócios, como uma lojinha de bairro, tem maiores chances de atingir o sucesso se tiver pelo menos uma página na internet. Isso mostra a importância da TI, que nos dias de hoje até se confunde com o próprio marketing, quando o assunto são as mídias eletrônicas e as redes sociais.</p>
<p style="text-align: justify;">Conversei com um amigo que abriu um pequeno restaurante ha pouco mais de um ano. E ha 04 meses ele criou uma página na internet e colocou o restaurante nas redes sociais. O projeto lhe custou R$ 4.500,00, mas no primeiro mês aumentou o número de clientes em 41%, passando para 59% no segundo e 73% a partir do terceiro, e ele ainda tem boas perspectivas para os próximos. Com o aumento no faturamento, ele pagou o projeto em 35 dias e aumentou consideravelmente seu lucro. Agora ele está investindo em um sistema que fará a administração completa do restaurante, e diz:</p>
<p style="text-align: justify;"><em>&#8220;Quero que a minha empresa seja reconhecida pela qualidade do produto que forneço e pela organização de todo o processo;. Não imagino como conseguir isso sem o auxilio dos computadores. Para mim, investir em TI é a formula para o sucesso&#8221;</em></p>
<p style="text-align: justify;">Deveríamos ter a mesma percepção em qualquer negócio. Seja um pequeno restaurante ou uma multi-nacional bilionária, a maneira mais simples de apresentar o valor da TI como ativo estratégico para o negócio, é definindo como cada projeto auxilia no crescimento da empresa, e para isso precisamos nos preparar para responder algumas perguntas básicas, como:</p>
<ol style="text-align: justify;">
<li>Por que o projeto deve ser feito? (Ponto de vista do negócio)</li>
<li>Que processos primários ele auxiliará?</li>
<li>Como ele auxiliará?</li>
<li>Quais são os benefícios financeiros que ele trará? (Pense em lucratividade* e rentabilidade**)</li>
<li>Quais são os benefícios não financeiros? (operacional, tático ou estratégico)</li>
<li>Quais os riscos envolvidos?</li>
<li>Como prover a mudança de maneira controlada e segura?</li>
</ol>
<p style="text-align: justify;">Um projeto de TI nunca deve começar pela infraestrutura necessária para prover um resultado, que é a nossa visão comum, ele deve se basear nos planos da empresa, na forma com que ela definiu sua visão e missão, e nas metas que estabeleceu para seu crescimento.</p>
<p style="text-align: justify;">Ninguém quer saber sobre o melhor servidor do mundo, ou sobre o novo sistema operacional, ou ainda sobre uma tecnologia maravilhosa de armazenamento de dados. As empresas estão dispostas a investir em quaisquer formas de otimização dos seus resultados, mas elas precisam da <a href="http://www.profissionaisti.com.br/category/seguranca/">segurança</a> de que o investimento é certo e trará benefícios.</p>
<p style="text-align: justify;">É justamente por isso que nossas reuniões não são 100% produtivas. Passamos muito tempo discutindo questões técnicas que não estão alinhadas necessariamente com o que nossos clientes esperam. Com isso, deixamos de priorizar de maneira adequada as nossas atividades e passamos a tocar o operacional da TI como se fosse nosso &#8220;assunto principal&#8221;. É quando acontece a ruptura entre a percepção do cliente e o valor que nós apresentamos.</p>
<p style="text-align: justify;">Então, quero deixar algumas dicas para aumentar a eficiência de nossas reuniões:</p>
<ol style="text-align: justify;">
<li>As reuniões mais produtivas tem no máximo 60 minutos.</li>
<li>Convide apenas quem realmente precisa estar na reunião. (qualquer stakeholder que julgar necessário)</li>
<li>Procure não envolver seu corpo operacional em mais de uma reunião por dia.</li>
<li>Convoque reuniões com antecedência e use um meio adequado para agendamento e comunicação.</li>
<li>Só vá para uma reunião com a pauta da discussão. Preferencialmente antecipe essa pauta aos convidados.</li>
<li>Evite dispersões em relação a pauta, durante a reunião.</li>
<li>Faça com que todos os convidados se manifestem.</li>
<li>Defina as responsabilidades de cada um e crie conexões entre elas (processos)</li>
<li>Auxilie cada participante a priorizar ou reorganizar suas atividades de acordo com a estratégia do negócio.</li>
<li>Feche a reunião explicando a importância do projeto e apresentando a todos respostas para as sete questões apresentadas nesse texto.</li>
</ol>
<p style="text-align: justify;">Acredito que dessa forma, você conduzirá os projetos de TI por um caminho mais agradável ao <a href="http://www.profissionaisti.com.br/tag/negocios">negócio</a> e mudará a cultura de nossos profissionais, da base absolutamente operacional, para conceitos mais estratégicos. A partir desse ponto, a gestão de serviços e a <a href="http://www.profissionaisti.com.br/category/governanca-de-ti/">governança de TI</a>, serão assuntos bem mais simples para todos.</p>
<p style="text-align: justify;">É isso ai!!</p>
<p style="text-align: justify;">Grande abraço</p>
<p style="text-align: justify;"><em>* &#8211; Lucratividade: Percentual de ganho obtido sobre as vendas realizadas.</em><br />
<em> ** &#8211; Rentabilidade: Percentual de remuneração do capital investido na empresa</em></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Carreiras abaladas pelo preconceito</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Jan 2012 10:31:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gabiifonseca</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Mulher]]></category>
		<category><![CDATA[TI]]></category>

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		<description><![CDATA[Catarina tinha 16 anos quando decidiu se inscrever em um curso técnico de programação. Curiosa, ela tinha vontade de aprender a fazer os códigos que a permitiriam se comunicar com os amigos na Internet. Já fazia as alterações em seu blog por ela mesma, de maneira autodidata, procurando informações em fóruns especializados. Gostou tanto que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Catarina tinha 16 anos quando decidiu se inscrever<a href="http://eufacoprogramas.com/wp-content/uploads/2011/08/HomemMulher_thumb31.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-1104" style="margin-left: 5px; margin-right: 5px;" title="HomemMulher_thumb[31]" src="http://eufacoprogramas.com/wp-content/uploads/2011/08/HomemMulher_thumb31.jpg" alt="" width="270" height="342" /></a> em um curso técnico de programação. Curiosa, ela tinha vontade de aprender a fazer os códigos que a permitiriam se comunicar com os amigos na Internet. Já fazia as alterações em seu blog por ela mesma, de maneira autodidata, procurando informações em fóruns especializados. Gostou tanto que decidiu ir além.</p>
<p>No primeiro dia de aula tomou um susto. Eram ela mais uns 15 homens. Nenhuma outra mulher. Não achou que isso fosse um problema e continuou, até que o professor anunciou que os três melhores alunos daquela escola concorreriam a uma viagem, com tudo pago, para fazer um curso de programação em São Paulo, em uma das melhores escolas do país. Ela era do interior de Santa Catarina e sabia que aquela oportunidade poderia mudar o seu futuro. Tirou a maior nota nas primeiras provas e foi aí que sua vida mudou.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando chegava para as aulas, ela não conseguia ligar seu computador. Quase todos os dias, tinha que reformatá-lo ou trocar alguma peça do hardware. O estranho era que isso só acontecia com ela, em uma sala de 16 alunos. Reclamou com o professor, que disse que tudo não passava de uma brincadeira de moleques. Chateada, mas disposta a continuar estudando, Catarina continuou a frequentar as aulas. Até o dia em que o bullying se tornou verbal. Os meninos insinuavam que ela tirava nota máxima porque mantinha relações sexuais com o professor – o que não era verdade – ou diziam que aquele curso não era feito para mulheres. Ela denunciou os ataques à direção da escola, que nada fez, pois diziam que aquilo não passava de uma brincadeira de moleques.</p>
<p style="text-align: justify;">Com o tempo, Catarina deixou de frequentar as aulas e ia à escola apenas para fazer as provas. Estudava em casa, pelas apostilas, e seu rendimento caiu um pouco. Ainda assim, ficou entre os três melhores. Eufórica, foi perguntar na secretaria quando é que ela iria para São Paulo fazer o curso de <a href="http://www.profissionaisti.com.br/tag/programacao/">programação</a>. Foi informada de que ela não iria. Os professores decidiram que dar sua vaga a outra pessoa, um rapaz, porque consideravam que ela não levava aquilo ali a sério e deveria deixar a vaga para quem realmente quisesse trabalhar na área.</p>
<p style="text-align: justify;">Um ano depois, ela prestou vestibular para Física, porque &#8220;pelo menos poderia ser professora&#8221; e agora, aos 23 anos, desenvolve programas de computador para as pesquisas que seus colegas de faculdade realizam no laboratório. Sonha em trabalhar no setor, mas não vai tentar. Ela tem medo de sofrer, de novo, toda aquela humilhação.</p>
<p style="text-align: justify;">A história de Catarina, apesar de limite, não é a única que revela a discriminação, muitas vezes velada, que as mulheres sofrem nas <a href="http://www.profissionaisti.com.br/category/carreira/">carreiras</a> relacionadas ao setor de TI. Paula, 28 anos, analista de sistemas, me contou que quando assumiu a chefia de um dos projetos da empresa em que trabalhava, um de seus colegas também insinuou que ela só conseguiu a promoção porque dormia com o chefe. E lhe dizia, todos os dias, que ela não tinha competência para realizar aquele &#8220;tipo&#8221; de trabalho. Pior. Ele não parou aí. Chefe de uma equipe de 13 homens, Paula teve um perfil falso criado em uma rede de relacionamentos com fotos que ela havia feito quando adolescente para uma campanha publicitária. No perfil, constava uma série de frases que davam a entender que ela tinha uma vida promíscua e um desejo insaciável.</p>
<p style="text-align: justify;">Tanto Catarina quanto Paula tiveram suas competências apagadas pelo acionamento de suas sexualidades. Em ambos os casos, os colegas homens duvidaram de suas capacidades ou as diminuíram insinuando que só conquistavam a nota boa ou a promoção pelo uso do truque da sedução. Reduziram as profissionais a um papel que é tido pelo senso comum como vulgar (e aqui, destaco que este é um julgamento do senso comum, pois considero que é premissa de ambos os sexos viver a sua sexualidade da maneira como bem entenderem), trazendo as supostas experiências sexuais das duas como fator explicativo de seu sucesso.</p>
<p style="text-align: justify;">A pressão e o estresse vividos pelas duas personagens desse post não são, infelizmente, casos isolados. Estão presentes no cotidiano do mercado de trabalho e não devem ser tratados como brincadeiras sem consequência. Uma terceira história, da Larissa, acabou pior. As piadas, as insinuações, o assédio foram tantos que ela não aguentou. Pediu demissão e está há quatro anos sem trabalhar na área, fazendo tratamento psicológico. Ela duvida da sua capacidade de trabalhar na área e tem síndrome do pânico quando chega perto da antiga empresa. Seus parentes e ex-colegas, acham que ela exagerou, que é frescura. Mas ela não aguentava mais o cotidiano de opressão.</p>
<p style="text-align: justify;">Assedio moral é <strong>CRIME</strong> e deve ser denunciado e enfrentado (Saiba mais aqui: <a href="http://www.assediomoral.org/" target="_blank">http://</a><a href="http://www.assediomoral.org/" target="_blank">www.assediomoral.org/</a>). Às mulheres que atuam com TI e sofrem discriminação, o recado é que as capacidades dos homens e das mulheres não são inatas. Não nascemos com disposição à área de humanas ou exatas. Desenvolvemos esse interesse ao longo de nossas vidas e isso depende do contato que tivemos com essas disciplinas na escola, com exemplos de pessoas na família e nos círculos de amizade, com o estímulo dos pais, o contato com tecnologias etc. Nossas habilidades e capacidades desenvolvemos com muito estudo, treinamento e prática.</p>
<p style="text-align: right;">Por <a href="http://twitter.com/#!/pesquisati" target="_blank">Bárbara Castro</a> postado originalmente em <a href="http://www.mulheresnatecnologia.org/index.php?option=com_content&amp;view=article&amp;id=190%3Acarreiras-abaladas-pelo-preconceito&amp;catid=43%3Aartigos&amp;Itemid=97" target="_blank">Mulheres na Tecnologia</a></p>
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		<title>Salary Survey 2011 &#8211; Pesquisa Salarial de Nível Global</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Jan 2012 15:15:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Eduardo Slompo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[Emprego]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Salário]]></category>
		<category><![CDATA[TI]]></category>

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		<description><![CDATA[Em Novembro passado a Robert Walters, uma das líderes globais em recrutamento, divulgou o Salary Survey 2011, uma pesquisa salarial de nível global que abrange várias áreas de atuação (vendas, finanças, RH, marketing, contabilidade, IT&#8230;) e é um ótimo termômetro pra gente saber se nosso salário está alinhado com a média na região e também [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Em Novembro passado a <a href="http://www.robertwalters.com/" target="_blank"><span style="text-decoration: underline;">Robert Walters</span></a>, uma das líderes globais em recrutamento, divulgou o Salary Survey 2011, uma pesquisa salarial de nível global que abrange várias áreas de atuação (vendas, finanças, RH, marketing, contabilidade, IT&#8230;) e é um ótimo termômetro pra gente saber se nosso salário está alinhado com a média na região e também pra comparar com profissionais da mesma área em outras regiões do globo.</p>
<p style="text-align: justify;">O Survey é extremamente detalhado e abrangente, e abre um leque imenso de possibilidades de análise. Os únicos pontos negativos ficam por conta da ausência do Canadá e de apenas 10 páginas dedicadas aos EUA, cobrindo apenas New York.</p>
<p style="text-align: justify;">Nesse post vou analisar o Survey do ponto de vista de um profissional de IT, mais especificamente um <a href="http://www.profissionaisti.com.br/category/desenvolvimento/">desenvolvedor de software</a>, que é a minha área. Se você é de outra área e quer dar uma analisada no Survey, vá em frente, eu recomendo: <a href="http://content.yudu.com/A1qzb3/WaltersSalary2011/resources/index.htm?referrerUrl=http%3A%2F%2Fwww.robertwalters.com.au%2Fcareer-advice%2Fsalary-survey.html" target="_blank"><span style="text-decoration: underline;">SALARY SURVEY 2011</span></a>.</p>
<p style="text-align: justify;">O foco maior dessa análise é fazer uma comparação dos salários em diferentes <strong>cidades dentro da <a title="TI na Austrália: um mar de oportunidades (e de dinheiro!)" href="http://www.profissionaisti.com.br/2011/06/ti-na-australia-um-mar-de-oportunidades-e-de-dinheiro/">Austrália</a> (Brisbane, Melbourne, Perth e Sydney)</strong>, mas também vou gastar um tempinho mostrando algumas<strong> cidades economicante representativas ao redor do mundo como Londres, Dublin, Tokyo e Shanghai</strong>. É claro que uma análise salarial deve ser sempre relativa e levar em consideração o custo de vida e a carga tributária de cada local, mas isso já seria demais pra um post só&#8230;</p>
<h3 style="text-align: justify;">CIDADES AUSTRALIANAS</h3>
<p style="text-align: justify;">Em <span style="text-decoration: underline;"><strong>Perth</strong></span> (página 196), a menor e mais tranquila dentre as quatro cidades analisadas (1,6 milhão de habitantes), um Software Developer está tirando entre 55 e 125 mil dólares anuais trabalhando como Permanent (<em>o equivalente ao CLT no Brasil</em>) e de 45 a 90 dólares por hora trabalhando como Contractor (<em>o equivalente ao PJ no Brasil</em>).</p>
<p style="text-align: justify;">Em <span style="text-decoration: underline;"><strong>Brisbane</strong></span><strong> </strong> (página 172) um ponto interessante: mesmo sendo uma cidade maior que Perth (2 milhões de habitantes), os salários pra TI são menores: 50 a 95 mil dólares anuais como Permanent e 50 a 90 dólares por hora como Contractor.</p>
<p style="text-align: justify;">Vamos agora para as duas principais cidades do país. Começando por <strong><span style="text-decoration: underline;">Melbourne</span></strong> (página 186), a variação do salário de um Permanent é de 70 a 130 mil anuais, enquanto um Contractor recebe de 40 a 95 por hora. Está melhor que Brisbane mas praticamente igual a Perth.</p>
<p style="text-align: justify;">Já em <span style="text-decoration: underline;"><strong>Sydney</strong></span> (página 209), a principal cidade australiana em termos econômicos, um Permanent tira de 60 a 130 mil anuais e um Contractor tira de 50 a 90 por hora. Resumo da história: tá na mesma que Melbourne e Perth.</p>
<p style="text-align: justify;">A grande diferença é quando analisamos a área de <strong><span style="text-decoration: underline;">TI em bancos</span></strong> (página 207), que é onde se ganha mais dinheiro: Sydney oferece salários de 100 a 130 mil anuais pra um Permanent e de 80 a 105 por hora pra um Contractor, valores que dificilmente serão batidos em algum outro lugar do país.</p>
<h3 style="text-align: justify;">OUTRAS CIDADES DO MUNDO</h3>
<p style="text-align: justify;">Separei algumas cidades ao redor do mundo com fatos interessantes quando o assunto é <a href="http://www.profissionaisti.com.br/tag/salario/">salário em TI</a>:</p>
<p style="text-align: justify;">Em <span style="text-decoration: underline;"><strong>Londres</strong></span> (página 33) um Java Developer tá fazendo de 45 a 70 mil libras anuais como Permanent e de 37 a 50 por hora como Contractor. O curioso é que lá esses são os <strong>mesmos valores de um Project Manager!</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Em <strong><span style="text-decoration: underline;">Dublin</span></strong> (página 76) a faixa é de 40 a 60 mil euros anuais pra Permanent e de 20 a 30 por hora pra Contractor. Interessante notar que mesmo Irlanda e Inglaterra sendo <strong>dois países pertencentes ao Reino Unido, os salários são muito melhores em Londres</strong>(sem contar que a libra vale mais que o euro).Vamos agora pra <strong><span style="text-decoration: underline;">Shanghai</span></strong> (página 238), onde o salário de um Software Developer vai de 100 a 500 mil yuans por ano, o que significa uma <strong>variação de 400% entre o menor e o maior salários!</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Pra finalizar, não posso deixar de fora <strong><span style="text-decoration: underline;">Tokyo</span></strong> (página 300), que apesar de chamar atenção pelos salários na casa dos milhões de ienes, quando fazemos a conversão da moeda (1 dólar = 77 ienes) percebemos que são salários normais: 6 a 9 milhões de ienes pra um Senior Software Developer.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="text-decoration: underline;">É SÓ O COMEÇO&#8230; </span> </strong>Como eu disse no começo do post, daria pra passar horas analisando os números do Survey e fazendo as mais variadas análises e comparações.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma possibilidade de análise interessante que o Survey proporciona é a de comparação dos salários de 2011 com os de 2010. Não cheguei a olhar, mas seria interessante pra tentar caçar possíveis efeitos da pequena crise econômica de 2011, que começou na Grécia e atualmente está por toda a Europa, sobre cada área de atuação em específico.</p>
<p style="text-align: justify;">Outras possíveis análises: que tal comparar os salários de São Paulo com os do resto do mundo? Ou então as diferenças entre um Analista, um Gerente e um Diretor em uma determinada área?</p>
<p style="text-align: justify;">As possibilidades são inúmeras. E você, qual análise vai fazer? Desafio você leitor a vasculhar o Survey em busca de análises curiosas e interessantes e postar aqui como comentário. O Survey tá aí, é só abrir e se divertir com os números. <img src='http://www.profissionaisti.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </p>
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		<title>ERP: problema ou solução</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Jan 2012 14:43:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Profissionais TI</dc:creator>
				<category><![CDATA[Governança de TI]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Papinho de TI]]></category>
		<category><![CDATA[ERP]]></category>
		<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[TI]]></category>

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		<description><![CDATA[Mensurar o valor de uma ferramenta de gestão empresarial é uma tarefa difícil e depende de diversos fatores. Mas, com certeza, é possível verificar quando o sistema está trazendo mais problemas que soluções. Integração das informações e otimização dos processos são alguns dos benefícios que as empresas buscam na hora de adotar um Enterprise Resource [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Mensurar o valor de uma ferramenta de gestão empresarial é uma tarefa difícil e depende de diversos fatores. Mas, com certeza, é possível verificar quando o sistema está trazendo mais problemas que soluções. Integração das informações e otimização dos processos são alguns dos benefícios que as empresas buscam na hora de adotar um <a href="http://www.profissionaisti.com.br/tag/erp/">Enterprise Resource Planning</a> – o ERP. Por isso, a escolha da solução e da empresa prestadora do serviço é uma tarefa que deve seguir a diversos critérios de avaliação.</p>
<p style="text-align: justify;">Manter-se competitivo sem um sistema eficiente é uma missão quase impossível e cada vez mais as organizações têm se dado conta disto. Tanto que os investimentos em softwares de gestão têm crescido. Projeções da e-Consulting apontam que em 2011 o setor deve registrar crescimento de 14,2%, movimentando R$ 2,04 bilhões. A demanda das empresas por ERPs e a expansão dos serviços oferecidos são os principais fatores que resultam no bom desempenho do setor, segundo a consultoria.</p>
<p style="text-align: justify;">Qualquer produto ou serviço que oferece mais custos do que benefícios deve ser reavaliado e com o ERP não é diferente. Este é um sistema que requer investimentos e as vantagens são mais bem percebidas a médio e longo prazo, mas avaliar algumas questões pode ajudar a evitar problemas. Primeiro é preciso ficar claro que não existem ERPs bons ou ruins, e sim sistemas que atendem ou não as necessidades da empresa.</p>
<p style="text-align: justify;">Partindo deste princípio, antes de investir em um sistema de gestão empresarial, é necessário avaliar quais são as reais demandas da organização. Iniciar a implantação de um sistema sem um bom planejamento é uma das principais causas do fracasso do projeto. Um bom começo é definir as estratégias da empresa para os próximos anos – por exemplo, se há previsão de abertura de filiais, se haverá lançamento de novos produtos, etc. Outro fator importante é perceber se a fornecedora de ERP terá capacidade e condições de corresponder com rapidez as dinâmicas mudanças que ocorrem nas empresas</p>
<p style="text-align: justify;">Estas informações são fundamentais na hora de determinar o que é, ou não, importante no sistema. Desta forma, mesmo que algumas funções não sejam liberadas no início da implantação da solução, quando as mudanças acontecerem, o ERP terá que acompanhar a evolução da empresa e na velocidade necessária. Para que nenhuma ação seja ‘esquecida’, a definição das estratégias e das funcionalidades do sistema deve ser feita por representantes de todos os setores que utilizarão a solução.</p>
<p style="text-align: justify;">Como deve acontecer na contratação de qualquer produto, busque empresas experientes e com um bom histórico de atuação. A implementação de um ERP é um processo complexo, relativamente longo e que pode demandar mudanças no plano inicial. Por isso, avalie bem a empresa que será contratada. Além disso, mais do que contratar uma prestadora de serviços, opte por realizar uma boa parceria. Assim, é possível passar pela implantação com o mínimo de conflitos.</p>
<p style="text-align: justify;">Outra questão que precisa ser analisada com cautela é a forma como será feito o atendimento e o suporte. Estes são tópicos que demandam muitas reclamações. A maior parte das prestadoras de serviço cobra por visita, o que faz com que o cliente evite solicitar o serviço para poupar gastos extras. Por isso, opte por empresas que oferecem um plano mensal de contratação, assim haverá atendimento sempre que necessário e sem custos adicionais.</p>
<p style="text-align: justify;">Como em qualquer serviço, não há como obter garantias de que não haverá nenhum problema com o software implantado. A escolha do <a title="Como as indústrias podem reduzir custos com sistemas de gestão" href="http://www.profissionaisti.com.br/2011/11/como-as-industrias-podem-reduzir-custos-com-sistemas-de-gestao/http://www.profissionaisti.com.br/2011/11/como-as-industrias-podem-reduzir-custos-com-sistemas-de-gestao/">ERP</a> deve ser pensada a médio e longo prazo e não apenas visando as necessidades atuais da organização. Mas com planejamento, análise das funcionalidades e da evolução do sistema, certamente a probabilidade da ferramenta de gestão empresarial oferecer mais soluções do que problemas é bem maior.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>por <strong>Paulo Silas</strong> &#8211; Gerente de Relacionamento da SEND – desenvolvedora de soluções tecnológicas para gestão empresarial.</em></p>
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		<title>Mercado: Está faltando profissionais ou falta algo nesses profissionais?</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Jan 2012 10:15:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiz Castro Junior</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Profissionais]]></category>
		<category><![CDATA[TI]]></category>

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		<description><![CDATA[Muito se fala em falta de profissionais na área de TI, até posso concordar, mas se olharmos mais atentamente podemos perceber que não é bem assim. Profissionais com conhecimento até tem, o maior problema são os profissionais que estão além disso e é o que o mercado procura. Vou ser mais claro&#8230; O mercado está [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Muito se fala em falta de profissionais na área de TI, até posso concordar, mas se olharmos mais atentamente podemos perceber que não é bem assim. Profissionais com conhecimento até tem, o maior problema são os profissionais que estão além disso e é o que o mercado procura.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Vou ser mais claro&#8230;</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O <a href="http://www.profissionaisti.com.br/category/mercado/">mercado</a> está ai para todos, sejamos graduados ou não, certificados ou não, talvez até autodidata &#8211; porque não?</p>
<p style="text-align: justify;">Se levarmos em consideração a quantidade de profissionais que possuem conhecimento técnico já temos uma multidão, se incluirmos os iniciantes, é que esse número aumenta bruscamente. Se tem algo que falta é espaço nas empresas para desenvolverem profissionais iniciantes, o que ao meu ponto de vista é um excelente investimento se souberem filtrar bem na contratação desse pessoal.</p>
<p style="text-align: justify;">Portanto, ao meu ver, o que falta para o mercado são verdadeiros profissionais, que dominam além da teoria ou da técnica. Grandes empresas, agências ou o que for estão procurando perfis de profissionais que não só dominam o conteúdo técnico, mas que também possuem qualidades extracurriculares como, por exemplo, ética, flexibilidade, disponibilidade, conhecimento administrativo e até mesmo &#8211; equilíbrio emocional.</p>
<p style="text-align: justify;">Recentemente estava na concorrência de um projeto de <a href="http://www.profissionaisti.com.br/category/desenvolvimento/">desenvolvimento</a> de um sistema que daria suporte a pesquisas realizadas para empresas clientes de uma organização que entrou em contato comigo, clientes grandes, com ações realizadas para multinacionais. O responsável pelo projeto e eu ficamos mais de três horas discutindo possibilidades e também ele me treinando a visão de como entender qual era o trabalho realizado por eles para essas outras empresas. Feito isso, tínhamos em mente um sistema além do que ele imaginava ser possível, que reduziria o seu trabalho em no mínimo 60%, dando então um leque de opções para fazer desse projeto mais rentável do que seria anteriormente com outras propostas. Até ai, ótimo, porém, precisava encontrar os profissionais certos para desenvolver isso. Como o orçamento era baixo para um sistema complexo, valeria apena optar por freelancer, uma agência sairia mais caro e normalmente se tem uma dificuldade em questão de hierarquia de comando e ética com consultores e gerentes de projetos &#8211; como eu, não são todas &#8211; diga-se de passagem. Por questões de flexibilidade, rapidez e custos comecei a buscar profissionais com conhecimentos avançados em PHP. Era tudo o que eu precisava, alguém competente para realizar esse projeto, estava certo de que encontraria alguém disponível da minha lista de contatos, porém, não foi como imagina &#8211; todos estavam com agendas cheias, então fui para o plano B: buscar profissionais na internet &#8211; claro que o crivo é maior.</p>
<p style="text-align: justify;">Recebi alguns e-mails com Currículos, portfólios e tudo o que interessa, até mesmo aquilo que não interessa &#8211; cheguei a imaginar que seria fácil, porém, não foi.</p>
<p style="text-align: justify;">Consegui garimpar até chegar a 3 profissionais para o projeto, mas precisava decidir por 1, no final restaram 0, mas o que me fez excluir todos? O fato da falta de atendimento e empreendedorismo.</p>
<p style="text-align: justify;">Não consegui encontrar em nenhum a esperteza e a criatividade empreendedora para fazer o pequeno teste que eu propus, um teste tão simples que até não desenvolvedor conseguiria, bastava ter lógica e o mínimo de conhecimento, não precisava se quer desenvolver nada para mostrar aptidão.</p>
<p style="text-align: justify;">Tive casos de pessoas emocionalmente desequilibradas, pessimamente educadas, outros inflexíveis, outros que não conseguiam entender o projeto, outros com valores absurdos que não são praticados nem por grandes desenvolvedores, outros, outros e mais outros tantos que se quer respondiam os e-mails no mesmo dia &#8211; prova de desorganização e desrespeito com o cliente.</p>
<p style="text-align: justify;">Por essa experiência, que não é a primeira, o meu ponto de vista é que: pessoas com conhecimento técnico não faltam, o que falta são profissionais, quando digo profissionais estou levando a entender que o pacote de qualidades completo é o que faz o profissional: ética, flexibilidade, equilíbrio emocional e outras características cada vez mais valiosas e igualmente raras.</p>
<p style="text-align: justify;">Se você está entrando nesse <a href="http://www.profissionaisti.com.br/category/mercado/">mercado</a> aproveite para desenvolver não só conhecimento técnico, mas também toda a competência social e comercial possível, afinal, isso é ser profissional.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Aproveitando&#8230;</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Esse post, além de abrir espaço para uma discussão organizada tem o objetivo de formar uma carteira de contatos com profissionais de algumas áreas.</p>
<p style="text-align: justify;">Com a autorização do pessoal do PTI estou disponibilizando abaixo um formulário para que os interessados em se cadastrarem para futuros projetos em minha gestão possam ser contatados.</p>
<p style="text-align: justify;">Você que é profissional em algumas dessas áreas tem a liberdade de se registrar nesse formulário, ele não te fará receber Spam, notícias ou propagandas, somente um comunicado quando um projeto para a sua área for disponibilizado. Você receberá um e-mail informando o que existe um projeto, o tipo do projeto e se quiser retornar enviando proposta poderemos dar continuidade a comunicação.</p>
<p style="text-align: justify;">Também, essa lista de e-mails cadastrados será particular, não será divulgada, repassada, vendida ou utilizada de outra forma.</p>
<p style="text-align: justify;">Tem um único objetivo, encontrar profissionais que compreendem o que aqui foi dito e que compartilham do mesmo ponto de vista para projetos de parcerias futuras em suas áreas de atuação. Seja em projetos pequenos, médios ou grandes.</p>
<p style="text-align: justify;">Favor preencher a lista na última parte do formulário somente com a área de seu maior domínio, exemplo, se você é programador PHP, mas também trabalha com Social Media &#8211; defina em que área você se considera melhor e escolha essa. No decorrer das conversas a serem realizadas nos trabalhos propostos você poderá fornecer outras informações e outras áreas de atuação.</p>
<p style="text-align: justify;">Seja o mais verdadeiro possível. Afinal, isso também é profissionalismo.</p>
<p style="text-align: justify;">Um forte abraço, sucesso a todos nós.</p>
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