Além da importância humana em TI

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Motivado pela leitura de um artigo na HSM, entitulado “A importância humana em TI” resolvi arrolar a respeito da importância que percebo nas relações comerciais diretamente ligadas em Tecnologia da Informação.

Recapitulando, a TI (Tecnologia da Informação), de forma bastante resumida, pode fornecer dois tipos de benfeitorias para as corporações, sendo:

  1. Automatização de Processos
  2. Fornecer subsídios (conhecimento) para decisões inteligentes (?)

Do item 1, pode-se dizer que desde os primórdios da Computação se utiliza com intensa frequência portanto não há o que exaurir a respeito.

Do item 2 há considerações importantes já que conhecimento é informação. Parafraseando:

A informação é um patrimônio, é algo de valor. Não se trata de um monte de bytes aglomerados, mas sim de um conjunto de dados classificados e organizados de forma que uma pessoa ou uma empresa possa tirar proveito.

Lembre-se: de que vale um amontoado de informações, que podem inclusive ser qualificadas por inúmeros sistemas de BI (Business intelligence), se não for uma PESSOA a responsável por aproveitar este conhecimento? Creio que pouco, muito pouco (nada?).

Bem, voltando ao presente real e imediato: outsourcing parece ser uma realidade e por mais que processos (ITIL, COBIT, PMBoK, etc…) otimizem e aprimorem a performance sem a devida importância e reconhecimento às pessoas nada fará sentido.

Há inúmeras abordagens a este assunto, incluindo no artigo que motivou este post: “…uma equipe bem formada tecnicamente, treinada, qualificada e, constantemente, atualizada é tão indispensável quanto ter profissionais observadores e sensíveis às necessidades dos seus clientes.

Indo além, o ‘camarada’ Welch (o Jack), relata que:

Subestimamos os talentos e subutilizamos as aptidões de nosso pessoal. Nossa maior tarefa consiste, basicamente, em redifinir nosso relacionamento com os empregados. O objetivo é construir um lugar em que as pessoas desfrutem de liberdade criativa, onde desenvolvam um verdadeiro senso de realização – um lugar que fomente o melhor de cada um.

Agora pare e pense, se eu te questionasse uma empresa, de TI, claro, onde você, talvez, encontrasse esta ‘realização’ que imagem viria a sua cabeça? A logo abaixo?

Talvez, talvez… mas tudo bem, de fato algumas pessoas relatam que o Google é o protótipo da organização do século XXI. Eis os motivos:

  1. Se sua organização ideal fosse uma que se preocupasse em obter novas idéias e produtos de seus funcionários, então ela encorajaria bastante seu pessoal a gastar uma parte do tempo com inovação.
  2. Você estaria ciente de que existiriam pequenas barreiras para encontrar inovações nos dias de hoje e deixaria os próprios clientes decidirem quais delas seriam de fato úteis a eles.
  3. Se essa organização ideal se importasse com produtividade, você proveria uma gama de serviços, na maior parte gratuitos, para que seus funcionários pudessem se focar apenas no trabalho deles. Um desses serviços, por exemplo, seria prover uma alimentação atrativa e de alta qualidade na cafeteria, de forma que eles não se distrairiam procurando por locais para se alimentar.

Eis que, finita esta pequena narração, a única certeza que permanece é que muito além da importância ser humana ela deve ser encarada como parte do DNA da empresa e não será uma gama de ‘treinamentos’ que farão alguma diferença, isso posso garantir.

Abraços e até a próxima!

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Marco Aurélio Neuwiem

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Marco Aurélio Neuwiem é brasileiro com cidadania polonesa e tem trabalhado há 15 anos com tecnologia da informação no Brasil. Já foi desenvolvedor, analista, gerente de projetos e vendedor. Atualmente se dedica a projetos de inovação que façam Santa Catarina ser referência em Tecnologia da Informação.

Saiba mais em: http://about.me/neuwiem


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