.NET no Vale do Itajaí, por que não migrar?

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A princípio, para esclarecimento geral, este texto refere-se a migração de sistemas atuais que implementam .Net 1.0 e 1.1 para seus “updates” e não migração de outras linguagens de programação para .Net. Cada linguagem é específica para certos contextos, seria arrogante julgarmos qual linguagem é a melhor de todas, pois não há.

Nos dias de hoje, a tecnologia atingiu níveis extraordinários em todos os pontos. E a economia é um deles, tanto que entre as cinco empresas que possuem o maior produto interno bruto, três são da área de informática. A líder absoluta é a Microsoft com 84,6 bilhões de dólares, quase cinco vezes mais que o Google, segundo colocado. Tal empresa, na era em que vivemos, onde software vale mais que hardware, criou em 1999, uma idéia que unia interoperabilidade, facilidade, desempenho de aplicação, e abstração com o uso da orientação a objeto : Microsoft .NET Framework.

A idéia de Framework orientado a objeto denomina-se um conjunto de classes com objetivos de reutilização de design, o qual supre a necessidade de uma arquitetura em um domínio de certo software.

O Microsoft .Net Framework em termos de usabilidade, anda crescendo em média, 6% ao mês desde o início do primeiro Framework, o 1.0. Após tal versão, as versões 1.1, 2.0, 3.0 e 3.5 foram lançadas e bem aceitas no mercado. Porém, problemas relacionados à compatibilidade foram surgindo perante versões.

A medida que as empresas foram aderindo a tecnologia .Net, a Microsoft percebendo tal crescimento não parou na produção do Framework, a qual é programado 99% em C#. Tal linguagem se dissipou e hoje é uma das potências. O grande problema nascia quando testes internos na própria Microsoft foram constatando elementos deprecados/obsoletos em seu código fonte, e certamente atualizados em versões sucessoras, ou seja, os novos frameworks, além de diversas outras qualidades, possuem um grau elevadíssimo de tratamento de falhas. A produtividade foi outra que se pode dizer, evoluiu exponencialmente.

Se são tantas as vantagens, porque não atualizar a “fortaleza do código fonte”? As dúvidas existem e motivos, muitas vezes mal formulados acompanham tal teoria sobre não evoluir.

O problema é, na real, uma questão didática.

É de se esperar que o mercado careça de especialistas no assunto, pois é uma tecnologia nova. Se as empresas necessitam de lucro para sobreviver, não há motivos para não adotar o que a empresa mais rica do planeta tem a nos oferecer em suas novas versões, pois de dinheiro, infelizmente ela entende.

E é por toda essa confusão na era informática que deveria ter sido fazendeiro, assim como meu pai me disse.

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Marcelo Bernart Schmidt

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Programador .NET certificado MCP, MCTS F2.0, MCTS F3.5 e MCTS W2.0 nas linguagens VB.Net e C#.Net. Tem como hobbie ministrar cursos de programação em C# e orientação a objeto. O pai de Marcelo gostaria que ele fosse fazendeiro, fato ao qual não se concretizou. Marcelo ainda sente remorso do conselho do pai ao ver um programa com problemas de compilação.


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