Pesquisa revela dificuldade em administrar grandes volumes de dados

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A Informatica Corporation, fornecedora líder e independente de soluções de software de integração de dados, divulga os resultados de um novo estudo intitulado “Information, Unplugged: 2009 OAUG ResearchLine Survey on Enterprise Application Information Lifecycle Management”, que detalha os enormes desafios enfrentados pelos departamentos de TI por conta do aumento no volume de dados que, hoje, circulam em aplicações empresariais e nos bancos de dados.

O levantamento revela também a necessidade de “um esforço mais focado” para a aplicação de técnicas de gestão do ciclo de vida da informação (ILM – Information Lifecycle Management) em bancos de dados e aplicações, para gerenciar de forma proativa o crescimento dos dados. Juntas, técnicas como arquivamento, segmentação e masking de banco de dados podem contrapor o impacto cada vez mais negativo que o constante aumento de informações tem na performance das aplicações, na disponibilidade dos dados, no custo de TI e na segurança do negócio.

Produzido pela Unisphere Research, que entrevistou mais de 225 membros do Grupo de Usuários de Aplicações Oracle (ou OAUG – Oracle Applications Users Group), o estudo é patrocinado pela Informatica Corporation e expõe a ausência, em muitas companhias, de uma estratégia abrangente para lidar com a “enchente” de informações.

A pesquisa mostra que a maioria das empresas está apenas começando a desenvolver as atitudes necessárias para lidar com estes desafios, e que 35% dos entrevistados, um número surpreendente, ainda não sabem como gerenciar os crescentes volumes de dados nas suas aplicações corporativas.

“O resultado do estudo é um alerta para todos os tipos de corporações”, diz o presidente da OAUG, David Ferguson. “De posse deste feedback, as empresas podem dar o primeiro passo e buscar um caminho de ILM proativo e holístico para gerenciar os terabytes de dados espalhados pela companhia”, completa o executivo.

A pesquisa enfatiza ainda o valor do gerenciamento eficiente dos dados e aplicações quando ele é feito desde o desenvolvimento, testes e fase inicial de produção até o arquivamento e a desativação.

Principais resultados – A maior parte dos entrevistados tenta combater questões de performance com soluções de eficácia limitada, como ajustes no conjunto de aplicações, o que gera retornos menores, e atualização ou expansão dos seus ambientes de hardware, agregando complexidade e custos.

  • 87% dos entrevistados responsabilizam o crescimento dos dados pelos seus problemas de performance.
  • 27% mantêm, atualmente, todos os seus acordos de nível de serviço. Os custos de manutenção são desproporcionais à utilidade da aplicação.
  • Os custos de manutenção são desproporcionais à utilidade da aplicação. A maioria dos entrevistados não tem um método formal para a desativação de aplicações antigas.
  • 42% precisam de um a cinco funcionários em tempo integral para manter uma aplicação antiga.
  • Um em cada sete dos entrevistados ressaltou que há necessidade de um efetivo ainda maior para mantê-las e 14% deles dedicam um décimo do seu orçamento anual de TI para manter aplicações antigas.

Outro alerta apontado pela pesquisa é o uso de cópias integrais de dados de produção em ambientes de desenvolvimento e testes internos, extraterritoriais e terceirizados, uma prática que aumenta tanto o volume de dados quanto o risco para o negócio.

Além disso, o estudo conclui que mais empresas precisam garantir que os dados não contenham identificadores que exponham informações confidenciais sobre clientes e parceiros.

  • 75% fazem até cinco cópias dos dados em produção para fins de não-produção.
  • 78% usam dados reais em produção em ambientes de não-produção.
  • Apenas 31% usam masking para esconder informações confidenciais.

Explosão de dados – O problema do aumento dos dados é agravado por regras e políticas que exigem que tais informações permaneçam acessíveis por longos períodos. Pelo levantamento, 60% mantêm os dados por sete anos ou mais, 16% mantêm inalterados e 66% dizem que os dados arquivados precisam ter disponibilidade imediata de acordo com a necessidade.

O estudo conclui que o arquivamento de bancos de dados continuará a ser um desafio interno e exigirá ferramentas e abordagens apropriadas para lidar com o crescente volume de informações. Isso se deve, em grande parte, ao cada vez maior número de fusões e aquisições, em que as empresas presenciam aumentos dramáticos nas aplicações redundantes e improdutivas mantidas para fins restritos e específicos.

De acordo com Adam Wilson, gerente geral de Gerenciamento de Ciclo de Vida de Informações da Informatica Corporation, dados mantidos de forma inadequada vêm se tornando rapidamente um problema de grandes proporções, com algumas aplicações e bancos de dados corporativos crescendo até 50% ao ano em tamanho. “Até hoje, a maior parte das empresas estava focando apenas no gerenciamento de dados dos seus sistemas de e-mails e arquivos. Agora, precisam também aplicar estes mesmos princípios para o armazenamento estruturado em seus bancos de dados, data warehouses e aplicações corporativas”, destaca o executivo.

Ainda segundo o gerente, empresas que pensam à frente devem considerar a implementação de soluções como arquivamento de bancos de dados, desativação de aplicações, gerenciamento de dados de teste e soluções de data masking para ajudá-las a ter uma vantagem competitiva significativa, ao gastar menos tempo e recursos na manutenção de sistemas existentes, e a ter mais tempo para apoiar iniciativas novas e mais estratégicas.

Fonte: PLANIN Worldcom – Assessoria de Imprensa e Comunicação da Informatica Corporation

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