Assespro Nacional debate a interatividade na TV Digital em reunião do Ministério das Comunicações

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Atenta aos principais assuntos que rondam o setor de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC), a Assespro Nacional (Associação das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação) participou nessa quarta-feira, dia 17 de agosto, da reunião sobre a inclusão da interatividade no Programa de Incentivos à Indústria de Produção de Televisores, realizado pelo Ministério das Comunicações.

A audiência tinha como principal objetivo debater as questões da obrigatoriedade da utilização do Ginga na inclusão da interatividade no projeto do Sistema Brasileiro de TV Digital.

O Ginga é o Middleware desenvolvido para atuar na TV Digital brasileira. Um middleware para aplicações de TV digital consiste em um software que executa linguagens e bibliotecas de funções, que permitem o desenvolvimento rápido e fácil de aplicações.

Na ocasião, a Assespro Nacional foi representada por Ricardo Masstalerz, colaborador da entidade, que ratificou a importância da adoção do Ginga, porém com a ressalva de que somente esta ação não seria o suficiente para alcançar a interatividade na TV Digital.

“Há necessidade de uma estratégia mais consistente do que simplesmente adotar o Ginga. O setor de TI entende que esta indução pelo governo do uso da interatividade seja fundamental para a geração do mercado. É uma inovação, e adotada com sucesso por TVs Públicas, como em outros países onde a interatividade deu certo”, afirma Masstalerz.

Segundo o presidente da Assespro Nacional, Luís Mário Luchetta, a entidade acompanha as reuniões governamentais sobre a TV Digital desde 2007. “Sempre defendemos que a obrigatoriedade de embarcar o Ginga deve ser feita dentro de uma estratégia mais consistente para o setor de software, criando mecanismos para fomentar um mercado aberto e atrativo do ponto de vista de negócios. Ainda é importante salientar que nos países onde a interatividade na TV Digital aberta deu certo, o Governo teve um papel decisivo utilizando as TVs públicas como indutoras, como na Inglaterra, Itália e Japão”, finaliza.

Fonte: NB Press Comunicação

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