E-commerce B2B tem volume de transações superior a R$ 1 trilhão

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O comércio eletrônico entre empresas apresenta ano a ano um crescimento expressivo. Até o final de 2011, a soma das transações do B2B (ou Business to Business) brasileiro deve render R$ 1,13 trilhão, resultado 19% maior ao registrado em 2010. Os dados são da empresa de consultoria e-Consulting, que aposta na continuidade do desenvolvimento do segmento, que considera o mais importante do e-commerce.

De fato, a internet contribui para a eficiência das empresas e abre um leque de oportunidades para a expansão dos negócios de todos os envolvidos. De um lado está o fornecedor, que ganha competitividade ao ampliar a atuação geográfica no país. Do outro, o comprador, o cliente empresarial, que descobre um poder maior de barganha. No final, a economia do país é a maior beneficiada.  Para a e-Consulting, o B2B virtual contribui diretamente para a eficiência operacional das empresas.

Entre outros motivos, o fortalecimento das ‘mutações’ do B2B, como B2B2C (Business to Business to Consumer), é que vai estimular o desempenho positivo do setor. Segundo Marcelo F. Silva, gerente de marketing da JET Tecnologia, “o setor caminha progressivamente, de olho nas facilidades e variedades dos e-marketplaces”, explica ele.

Vantagens

Para Silva, o B2B On-line otimiza os processos, reduz custos e garante desempenho elevado às empresas. Empresários atentos aos retornos que as vendas virtuais entre empresas proporcionam continuarão investindo no setor. Mas o setor pede alguns cuidados, muito parecidos com os do comércio eletrônico voltado ao consumidor final.

Um deles é a segurança, primordial para qualquer operação realizada à distância. A estabilidade e o desempenho da página também são itens fundamentais para o B2B On-line, que permite, segundo a e-Consulting, o gerenciamento da informação em práticas transacionais (compra, vendas, estoques, logística, etc). “Vender pela internet é um processo do qual ninguém mais pode se excluir. Para as empresas, é tanto melhor, porque assim elas conseguem uma penetração que antes não seria possível”, opina Marcelo Silva.

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