2012, um ano ainda melhor para o varejo eletrônico

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O ano de 2011 foi o ano do e-commerce, sob vários aspectos. Passada a febre das compras coletivas, a grande responsável pelo crescimento percentual de 40% registrado em 2010, o setor se estabeleceu entre os cerca de 32 milhões de e-consumidores, amadureceu, principalmente diante do desafio de realizar com eficácia as entregas de final de ano, e se tornou uma atividade social.

Socializar, inclusive, deve ser a principal realidade do comércio eletrônico em 2012. Os varejistas virtuais estarão mais atentos a esse mercado e por isso, a aposta é um investimento maciço para a estabilização do chamado social commerce. Além de ser desejada pelo cliente, a compra compartilhada, comentada e opinativa aumenta as probabilidades de se fechar muitos negócios.

Para Marcelo F. Silva, gerente de marketing da JET Tecnologia em Comércio Eletrônico, 2011 foi o ano base para as empresas se preparem para a tecnologia das vendas sociais. “Esse foi um período embrionário para esse setor, que vai crescer muito.”

A popularização do comércio eletrônico, nos diversos formatos paralelos de vendas pela internet, também forçou os empresários a enxergarem que não há necessariamente um produto específico para o e-commerce. Tudo pode ser comercializado à distância, principalmente quando o consumidor se sente privilegiado, com melhores preços na comparação com o mercado físico, e com uma tecnologia atraente.

Em uma entrevista para o Blog da JET Tecnologia, a diretora da e-bit, Cristina Rother, afirmou que além das redes sociais, os dispositivos móveis serão ainda mais comuns como um meio de finalizar as compras pela internet. Outra tendência apontada pela executiva é a da expansão do mercado para as lojas de nicho, será então o momento de pequenos varejistas investirem na modalidade de vendas.

A movimentação do mercado está garantida em 2012 e o e-commerce como conhecemos terá uma nova ‘cara’. A principal mudança será na postura do próprio consumidor, que de passivo se tornará um agente ativo de compras. O cenário será configurado por “usuários e clientes que influenciam na decisão do outro pela compra de um produto ou serviço. Isso já acontece, mas vai se tornar muito mais forte”. É assim que finaliza Silva, o que traduzido quer dizer: se prepare, porque se 2011 foi bom, 2012 será muito melhor.

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