Expertise do pequeno empresário o coloca à frente de grandes players

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O e-commerce é o incremento para os negócios de muitos pequenos empreendedores, que além de serem fundamentais para a economia nacional, oferecem produtos e serviços diferenciados. Essa expertise no ‘diferente’ é justamente a força da atuação digital perante os grandes varejistas. Atualmente, a participação virtual do pequeno é de cerca de 8%. O faturamento brasileiro de 2011, segundo a e-bit, chegou a R$ 1,5 bilhão dos pouco mais de R$ 18 bilhões arrecadado no total pelo setor.

Os números parecem pequenos; apenas parecem. Todas as projeções indicam para um mercado de e-commerce cada vez mais ascendente ao empresário de pequeno porte. De acordo com Daniel Ribas, coordenador de novos negócios da JET Tecnologia em Comércio Eletrônico, o processo constante de amadurecimento do e-commerce atrai novas empresas às vendas virtuais. O erro de algumas é confrontar o negócio dos grandes players, que ainda são responsáveis por mais da metade das vendas on-line. “o mercado de nicho traz retorno e não é o foco da maioria dos players.”

Plataforma                                                   

A inclusão digital brasileira, entre empresários e consumidores, e o espaço conquistado pelo e-commerce na mídia nacional popularizou o comércio eletrônico, mercado que “agora é dos pequenos e médios”. A plataforma tem um papel funcional na corrida por um espaço no comércio eletrônico. É garantia do retorno do investimento. “Toda operação precisa ter uma base consolidada e que suporte seu crescimento. Isso quer dizer que a plataforma precisa ser parceira no negócio do empreendedor, manter o sistema atualizado, com novas funcionalidades e, principalmente, acompanhar as tendências do mercado e da loja”, explica.

Também o design da loja é outro atributo que faz diferença, em um primeiro momento, para a empresa estabelecer um elo de confiança com o e-consumidor. “Tudo precisa ser pensado, de forma que se evidencie a segurança e também o nicho do empreendedor”, orienta Ribas.

O mercado especializado não é o foco dos grandes players, que podem inclusive comercializar o mesmo produto de uma pequena empresa, mas não com o mesmo conhecimento e atenção. Quanto menor a loja, mais fácil é oferecer informações aprofundadas sobre produtos específicos.

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