Hierarquia é protocolo?

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Que todas as empresas seguem um nível hierárquico todos nós sabemos, porém, o que realmente se define por esse nível?

Existe o ditado que diz “a corda sempre arrebenta do lado mais fraco” e isso não é mentira, ainda mais quando tratamos de corporativismo. Vamos, através desse pequeno texto, levantar uma questão que influência diretamente na produtividade dos profissionais: o reconhecimento.

Primeiramente analisemos um fato considerado “normal” no interior da maioria das organizações: a contratação de pessoal externo para exercer funções a nível de coordenação e gestão.

Teorias motivacionais já comprovaram que o ser humano precisa ser reconhecido no que faz para que possa entrar em um ciclo de auto-motivação e consequentemente aumento de produção. Não existindo motivação a consequente queda de produção é certa.

Em um quadro onde profissionais se dedicam com o intuito de angariarem novas experiências e cargos, como se sentem eles sabendo que o nível acima é preenchido por membros externos? E as possibilidades de ascensão, onde ficam? Ainda não bastasse, existe ai uma incoerência na cobrança de responsabilidades, onde erros de profissionais da camada mais baixa da pirâmide são vistos e tratados prontamente, as vezes sendo eles responsáveis diretos por atividades que deveriam ser revistas e aprovadas pelo seu superior direto. E a hierarquia, onde fica? Somente para definir o status financeiro ou cases de sucesso?

Na pratica é assim que funciona: atividade de sucesso = gestor eficiente, fracasso = equipe incompetente.

Acho que todos devem ser cobrados e reconhecidos de acordo com seu nível hierárquico, precisamos ponderar a pressão exercida sobre a equipe e visualizar o gestor como um escudo, seja em momentos de sucesso ou fracasso, que cada um assuma seu papel de acordo com o grau de confiança nele depositado. Se é gestor, então responda pela equipe, assuma seu papel.

Em um próximo post, ainda no quesito reconhecimento, abordaremos a disparidade existente na questão salarial.

“A motivação é individual e temporal, ninguém motiva ninguém! É possível criar condições e disponibilizar ferramentas que favoreçam a auto-motivação do indivíduo”

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Carlos Eduardo Bier

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Olá, meu nome é Carlos Eduardo Bier, sou programador, analista e consultor. Atualmente, mantenho um projeto chamado GoToAnt e atuo como Gerente de Tecnologia na empresa EBTS - Empresa Brasileira de Treinamento e Simulação.

Sou especialista no desenvolvimento de aplicações Desktop e Web, sendo certificado na ferramenta Delphi.Net. Porém, devido a instabilidades comerciais da ferramenta, estou atuando fortemente no desenvolvimento de aplicações utilizando Visual Studio e a linguagem C#, voltandos a web 2.0 com Silverlight. Quanto a metodologias de desenvolvimento, procuro estar constantemente evoluindo e mesclando métodos e estratégias para atingir resultados altamente satisfatórios a meus clientes.

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