Leitura como uma arma competitiva

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Assim como as alianças empresariais se tornam uma maneira de garantir o poder do mercado entre as empresas parceiras, o conhecimento sobre o negócio, os clientes, as tecnologias e os processos ajudam a qualquer profissional da organização a se destacar no mercado competitivo.

Agora, mais desmaterializado pela revolução digital, o conhecimento se torna disponível e indestrutível, tecendo teias de valor incalculáveis. Na busca de prosperar nessa economia imaterial, as organizações e indivíduos tentam redescobrir novas formas de realizar suas tarefas ou prestar serviços de uma maneira diferenciada dos concorrentes.

Para inovar em uma organização se torna necessário ter uma visão sistêmica dos processos de negócios, muita criatividade e interesse de realizar melhoria contínua nos serviços prestados, mas para que isso ocorra se torna necessário a empresa estar sempre reavaliando o seu tripé formado por pessoas, processos e tecnologia.

Inovação não é uma ciência exata e se fosse assim classificada, talvez se enquadrasse no campo da gestão de riscos, pois, seria necessário conjugar os verbos: conhecer, planejar, agir, auditar, educar, monitorar, aprender e gerenciar. Devido a tantos verbos, inovar poderia ser definida com a arte de estimular o ser humano a promover processos de aprendizado para superar os paradigmas estabelecidos.

Como nós não visualizamos os ganhos gerados pelo cérebro, não somos acostumados a dar valor às idéias. Mas as idéias quando transformadas em redesenho dos processos, produtos, marcas, design, etc possuem valor econômico. Na verdade, quando uma empresa é avaliada por um valor acima do seu valor contábil, esta sendo considerado tanto a marca como seu capital intelectual.

Assim como as atividades profissionais sofrem alterações motivadas por inúmeros aspectos, entre eles inovações tecnológicas, mudanças no perfil dos consumidores, variações na própria profissão, o conhecimento pode ser visto de duas formas: ou domina-se o conteúdo de interesse que o estimula ou se tem conhecimento das fontes de como obtê-lo.

Mas para que de fato isto ocorra, o profissional tem que estar estimulado e lendo constantemente, leitura esta não somente pelos sites do Google, mas consultas a livros técnicos, gerenciais e outros de interesse até conseguir realizar insights, gerando novos serviços ou produtos.

Por esta razão cabe a qualquer pessoa observar e estar atento as mudanças de mercado, a se questionar e a aprender a reaprender. Um livro pode demonstrar vários aspectos interessantes a serem observados e através dos insights da literatura estimular a criatividade e a inovar.

Grato a todos que chegaram até o fim do texto, aceito sugestão de temas para novos textos e debates de reflexão.

Agora como anda sua memória? Você lembra os últimos 3 (três) livros que leu indiferente de ser uma literatura técnica ou não?

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Fernando C. G. D. Guerra

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Mestre em Administração Profissional pela Faculdade de Estudos Administrativos de Minas Gerais (FEAD), Especialista em Gestão Estratégica da Informação pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), MBA em Gestão de Projetos e Graduado em Administração de Sistema de Informação pelo Centro Universitário UNA (UNA).


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