Quatro dicas de como a TI pode tirar proveito da modernização e reuso das aplicações corporativas

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O instituto de pesquisas Gartner divulgou a previsão de que, em 2012, os gastos mundiais com TI (Tecnologia da Informação) terão uma desaceleração de 3,7%. Com isso, os gestores da área de tecnologia nas empresas enfrentarão o desafio de priorizar os projetos que não exijam grandes investimentos, mas tragam valor para o negócio e diferenciais competitivos para a organização. Como consequência, ao longo deste ano, deve crescer o número de iniciativas voltadas à modernização e ao reuso dos softwares e sistemas corporativos.

A Borland – líder em fornecimento de modernização, testes e gerenciamento de aplicações – considera que, dentro desse cenário, o grande desafio dos líderes de TI das organizações em 2012 será modernizar e reescrever aplicações, sem gerar impactos negativos para os negócios. “As empresas precisam tomar cuidado para não gerar riscos ou custos desconhecidos para a operação. Trata-se do pior momento para assumir riscos desnecessários para as corporações”, analisa Kevin Brearley, diretor da linha de produtos para Gestão da Micro Focus.

Com base nessa percepção de que os CIOs e diretores de TI têm o desafio de modernizar os sistemas, mas devem evitar os riscos para as organizações, a Borland preparou uma lista de quatro dicas de como as empresas devem conduzir e analisar a modernização de software e reuso das aplicações para obter os melhores resultados possíveis:

1. Enxergue o ambiente geral das aplicações de TI e determine as principais métricas relacionadas a custos, valor, complexidade e risco. Se o departamento de TI tem a habilidade para entender o atual portfólio de aplicações, ele deixa as áreas de negócio mais confiantes quando forem apresentadas as propostas de modernização pela equipe de tecnologia.

2. Após o mapeamento das aplicações, verifique quais os sistemas que podem ser explorados para trazer mais valor à organização. Todas as aplicações devem ser analisadas sob a ótica da geração de valor para o negócio versus custos operacionais. Isso permite priorizar quais as soluções devem ser modernizadas.

As aplicações que trazem mais valor para o negócio, mas apresentam custos mais altos têm mais impacto nas operações e, portanto, podem gerar melhores resultados com a modernização. Por conta disso, devem ser as primeiras a ser modernizadas, na medida em que permitem uma redução de custos.

3. Defina uma tecnologia adequada para ajudar a suportar a modernização das aplicações. Isso permite reduzir riscos e minimizar problemas durante o processo de mapeamento e modernização dos ambientes.

Com soluções que permitem transferir as aplicações do mainframe para ambientes Windows, por exemplo, pode-se aumentar dramaticamente a capacidade da CPU, eliminar a contenção de recursos e melhorar o tempo de entrega dos projetos.  Além disso, esse movimento pode acelerar o processo de testes e desenvolvimento. Por outro lado, ao realizar o processo de modernização dos sistemas para a plataforma baixa, as empresas tendem a obter uma rápida economia de custos, relacionados à manutenção e software para os mainframes.

4. Revise e revisite constantemente sua lista de prioridades de modernização. Isso porque, na medida em que são realizadas as mudanças, deve-se reanalisar o portfólio, com o intuito de verificar as principais métricas de resultado.

Por fim, os especialistas da Borland destacam que a redução de custos e as melhorias de capacidade proporcionadas pela modernização permitirão que as equipes de TI tenham mais tempo e recursos para inovações, como implementar projetos voltados a atender à demanda por mobilidade.

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