Pesquisa revela que riscos cibernéticos ainda não recebem a devida atenção de presidentes e executivos de alto escalão

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Os recentes resultados da pesquisa Carnegie Mellon CyLab Governance 2012 sobre como presidentes e executivos de alto escalão gerenciam riscos  cibernéticos mostram que estes não têm dado a atenção necessária ao assunto. A pesquisa, patrocinada pela RSA, divisão de segurança da EMC, é a terceira realizada peloCyLab Carnegie Mellon e a comparação com os resultados de 2008 e 2010 revelam as recorrentes falhas na governança corporativa.

Baseada na lista Forbes Global 2000, a pesquisa de 2012 representa a primeira análise de governança cibernética de grandes corporações ao redor do mundo. Uma das descobertas mais importantes é que presidentes e altos executivos ainda não estão engajados em atividades chaves de supervisão, tais como definir políticas de alto nível e revisar o orçamento destinado a proteção para minimizar violações e perdas financeiras. Embora existam algumas melhorias nas principais práticas regulares de governança, menos de um terço dos entrevistados indica que seus superiores realizam funções básicas de governança cibernética.

Mesmo com os avanços mostrados na formação do grupo de integrantes dos comitês de risco e equipes organizacionais dentro das empresas, quase metade dos entrevistados disse que suas companhias não possuem pessoas exclusivas nas funções de segurança e privacidade e 58% disseram que os responsáveis não revisam a cobertura do seguro contra riscos cibernéticos.

Recomendações

Para ajudar as empresas a melhorarem a privacidade e a segurança da governança corporativa, as mais avançadas descobertas da pesquisa incluem recomendações para que as companhias realizem atividades de governança, tais como:

  • Estabelecer as prioridades de privacidade e segurança dentro das políticas de alto nível.
  • Revisar funções e responsabilidades de privacidade e segurança e certificar que elas estão nas mãos de profissionais altamente qualificados e que os riscos e as responsabilidades são devidamente divididos com toda a organização.
  • Assegurar um fluxo contínuo de informação para os responsáveis sobre privacidade e riscos, incluindo acidentes cibernéticos e violações.
  • Rever anualmente a verba destinada à segurança e privacidade de TI, separada da verba do CIO.
  • Conduzir revisões anuais do programa de segurança da empresa e a eficácia dos controles, revisar os resultados e garantir a abordagem de lacunas e deficiências.
  • Avaliar a adequação do perfil da cobertura do seguro cibernético contra riscos.

As descobertas avançadas da pesquisa Carnegie Mellon CyLab Governance 2012 estão disponíveis para download. O relatório final do levantamento, que também analisa as diferenças entre Ásia, Europa e América do Norte e entre os setores da indústria, será divulgado em março deste ano.

Para obter mais informações sobre a EMC, visite www.brazil.emc.com/

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