Profissão em TI: Perito Forense Computacional

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Pericia forense é uma área em franca expansão. A cada dia aparecem novos tipos de crimes que necessitam de pessoal qualificado e em constante atualização para a realização de coleta de evidencias, preservação e análise de informações, afim de encontrar vestígios que possam esclarecer como aconteceu e quem realizou determinado crime.

Segundo o dicionário Aurélio (2009), “perito é uma pessoa sábia erudita, é sabedor ou especialista em determinado assunto; experto. E em termos jurídico é aquele nomeado judicialmente para exame ou vistoria.”

Atualmente existem diversos meios que podem auxiliar o perito na realização do processo de análise. Com uma maior acessibilidade e evolução tecnológica, tornou-se mais rápida e precisa a análise feita, pois, evidencias em casos que antes eram impossíveis de se analisar (ex: DNA), hoje são constantemente realizados, mesmo nos casos onde as evidências de crime são reduzidas.

No Brasil, para se tornar um perito forense é necessário prestar concurso, sendo requisito o diploma de curso superior, pois para fazer uma analise forense é necessário seguir o Decreto-Lei nº 3.689, de 3 de outubro 1941 que em seu artigo 159 prevê que “O exame de corpo de delito e outras perícias serão realizados por perito oficial, portador de diploma de curso superior. (Redação dada pela Lei nº 11.690, de 2008)”.

Complementando, o citado Decreto-Lei no seu artigo 159, parágrafo 1º, afirma que: “Na falta de perito oficial, o exame será realizado por 2 (duas) pessoas idôneas, portadoras de diploma de curso superior preferencialmente na área específica, dentre as que tiverem habilitação técnica relacionada com a natureza do exame.” (Redação dada pela Lei nº 11.690, de 2008).

Pericia Forense Computacional

Antes, no âmbito de pericia forense, não existia o papel de perito na área da informática, mas com o advento da tecnologia, sempre em crescimento, os crimes passaram a se relacionar com a tecnologia. Ou seja, cada vez mais crimes ligados ao meio digital surgiram, gerando consequentemente a necessidade de se criar uma área específica para lidar com esse processo de informações digital, sendo instituída a área de pericia forense computacional.

A área da informática está sempre em expansão e com essa evolução tecnológica os crimes ligados ao meio digital também evoluíram e se expandiram com a mesma velocidade. Nesse mesmo seguimento, a análise forense foi se aprimorando e criando meios para a melhor compreensão dos dados coletados, das técnicas de coleta desses dados de forma a apresentar uma melhor explicação das informações recolhidas. Complementando, Vargas (2007) afirma que “Para trabalhar com forense computacional é bom ter, não somente, uma visão superficial e sim uma visão mais profunda das armas reais e das armas hipotéticas possíveis, permitindo supor o que pode ter acontecido estar acontecendo ou vir a acontecer.”

Um perito forense computacional atua em casos de crimes digitais, tais como: vazamento de fotos (Carolina Dickmann, Scarlett Johansson e outros), roubo de informações confidenciais, roubo de dinheiro e etc.

Atenção! Acima você leu um resumo de trabalho acadêmico. Para saber mais sobre o assunto, leia o trabalho na íntegra clicando aqui.

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3 Comentários

Felipe G. Rodrigues
1

Olá amigo. Estou utilizando este material como referência num trabalho acadêmico. Você poderia me passar o seu nome completo por gentileza, para que possamos referenciar o conteúdo de modo correto? Obrigado!

Tiago
2

Boa tarde amigo, o link com o trabalho completo está quebrado, teria como você disponibilizar o mesmo novamente para estudarmos? Desde já agradeço pela atenção.

Juliana
3

Boa noite, gostaria de saber se vc tem o contato de algum perito digital especialista em programas tipo S-tools, hide and reveal, estefanografias…
Obrigada.

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