Por que migrar seu ERP para a nuvem?

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Quando falamos em um software de gestão empresarial (ERP), muitos o comparam a turbinas de avião, ao motor de um carro ou, até mesmo, ao coração. Mas o que realmente sabemos é que ele é vital para que a empresa tenha o controle nas mãos e a visibilidade necessária para seu crescimento.

Mas um ponto nesse sistema é extremamente importante: a estabilidade e robustez da solução. Imagine o caos que seria se as turbinas do avião parassem durante o voo? E se o carro travasse em pleno movimento? Sem falarmos no susto de quando, repentinamente, o coração de alguém para de bater, mesmo retornando segundos depois.

Eis que aparece o advento do cloud computing para levar essa estabilidade necessária, com flexibilidade, escalabilidade e, acima de tudo, agilidade e praticidade em todos os momentos. Além dos já conhecidos benefícios, como a não necessidade de investir em infraestrutura física e redução de custos, a união da nuvem e do ERP também soluciona uma série de desafios de TI. São eles:

- Foco no core business: Com a nuvem, enquanto os fornecedores estão concentrados em manter o ERP operacional, a TI pode trabalhar em novas soluções para crescimento do negócio.

- Simplicidade, integração e automação: O ERP na nuvem utiliza processos de manutenção automatizados e permite a integração com soluções específicas da empresa, hospedadas em nuvens públicas ou em plataformas privadas.

- Padronização e consolidação dos ativos de TI: Por fim, com o EPR atuando em cloud computing, a empresa adota padrões de arquitetura de hardware, software e segurança, que simplificam a operação da TI, maximizando sua produtividade.

- Alinhamento constante da TI com as necessidades do negócio: Ao atuar em cloud, a tecnologia proporciona elasticidade na infraestrutura e flexibilidade para adoção de novos módulos do ERP, que suportam o crescimento do negócio ao longo do tempo.

- Aumento do lucro: Ao investir boa parte do tempo em soluções que têm foco no crescimento do negócio, a TI contribui para o aumento da lucratividade da empresa. A redução do custo de propriedade é um fator adicional de contribuição.

Todos esses desafios em TI foram levantados pela IDC, uma das maiores consultorias de tecnologia da informação do mundo. Todas as questões foram facilmente respondidas pela união das duas soluções. Agora, cabe apenas a você, gestor: está na hora de levar seu ERP para a nuvem?

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Oscar Pinto da Luz

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Presidente da MPL Corporate Software, empresa de TI especializada em soluções de gestão empresarial, líder de mercado em implantações da solução Oracle JD Edwards no Brasil com nível Gold Partner no programa de parcerias da Oracle, e oferece o ERP-in-the-Cloud, unindo a tecnologia da Oracle com a nuvem da Amazon Web Services.


2 Comentários

Samuel
1

E nessas considerações todas, alguém levou em conta que os dados ficam espalhados em nós desconhecidos? que todas as informações dos seus empregados, empresa, vendas etc, ficam acessíveis em diferentes localidades que o gestor desconhece? Não menciono nem a camada de segurança adicional que precisaria colocar no ERP. E se alguém fala em criptografia, considerou o custo de criptografar e decriptografar em todas as operações feitas?
Talvez nesse artigo a abordagem correta fosse “… para a nuvem corporativa”, e entenda esse último conceito como uma nuvem criada e mantida dentro do próprio domínio da empresa. É preciso lembrar que modinhas são modinhas e negócios são negócios.

José Nepomoceno
2

O artigo aborda uma realidade. Além dos desafios abordados temos os custos envolvidos.

O custo de manutenção de um datacenter na própria empresa é muito alto. Todos os anos são necessários investimentos em atualizações de licenças de sistemas operacionais para os servidores, cal de acesso, banco de dados, sistema de backup, sistemas de segurança, etc.

Temos ainda custos envolvendo aumento da capacidade dos servidores e storage, como memória, espaço em disco, processadores, etc. E ainda o custo com profissionais de TI, como DBA, Analistas e programadores, etc.

Sobre o comentário do Samuel, lembro muitas empresas já estão trabalhando com o conceito de Cloud para sua infraestrutura (Iaas) e muitas outras com sistemas em nuvem (Saas). Sobre a questão de segurança abordada, quero lembrar que as principais informações sobre nossas empresas já estão na nuvem.
Informações financeiras – Internet banking
Informações da empresa – NFe de produto e serviço, Sped, e-social, Bloco K, dentre outros.
Informações de clientes – CRM

Quando falamos de integração da cadeia de abastecimento, o que muitas empresas já fazem, mas a maioria busca fazer, não há como fugir da integração on-line e informações em nuvem.

Sobre a segurança da informação, não tenho dúvidas que as informações em nuvem estão muito mais seguras nos datacenters externos de nível global.

Como todo novo conceito ou modelo de gestão há uma certa insegurança sobre sua adoção no início, mas logo esta insegurança de transforma em necessidade de acompanhar a movimentação do mercado e não perder competitividade. Assim aconteceu com os sistemas de CRM, BI, ente outros. Hoje a grande maioria das empresas não abrem mão destas ferramentas.

Terceirizamos nossos estoques, nossa logística, nossa mão de obra…e com certeza devemos terceirizar nossa TI. Porque comprar equipamentos, softwares e sistemas de gestão se podemos utilizá-los como serviço?

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