Liderança Situacional – O que é?

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Diante as exigências do mercado, em que exigem-se cada vez mais profissionais com múltiplas competências, os líderes de hoje precisam desempenhar um papel que torne as equipes de trabalho cada vez mais eficientes. Essas equipes de trabalho, bem como seus líderes são fatores de sucesso ou não da organização.

A Liderança Situacional é uma mudança no paradigma no contexto atual. A era do conhecimento é uma crescente a qual demonstra que já não é mais possível manter os padrões até então praticados e que o mundo corporativo busca a cada dia mais a competitividade e a efetividade.

Imagem via Shutterstock

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O líder atual precisa saber visualizar, identificar e diagnosticar as mais complexas situações do dia a dia empresarial, é imprescindível que saiba trabalhar e conduzir equipes, que conheça a área em que atua e a quem possa recorrer em situações adversas.

Em suma, o líder situacional precisa saber reconhecer o nível de maturidade do seu liderado e adequar seu estilo de liderança ao nível de desenvolvimento, fazendo desta característica uma estratégia bastante competitiva, visto que busca extrair o melhor de cada liderado. O papel do líder situacional é contribuir com os colaboradores no que for preciso, seja na direção, no treinamento, no apoio ou nas metas.

A Liderança Situacional, nas organizações, suscita colaboradores e clientes mais satisfeitos, clima organizacional mais harmônico, produtividade e, consequentemente, aumento da lucratividade. Este líder acompanha a evolução de cada profissional e oferece maior ou menor autonomia a estes, incentivando e preparando seus colaboradores para que atuem com autoliderança e empoderamento.

Três são os fatores que tornam a liderança situacional eficaz: compartilhamento de informações, especificação de limites e equipes autodirigidas. O compartilhamento das informações propicia credibilidade à equipe; especificar os limites significa deixar claro ao colaborador até que ponto chegou seu desenvolvimento e o que será a sua responsabilidade; e as equipes autodirigidas permitem que o líder tenha mais tempo para incentivar e capacitar seu time.

A tradução destas ações são colaboradores sentindo-se reconhecidos e apresentando melhores desempenhos, isto reflete na produtividade do negócio e ainda possibilita a dedicação e o maior foco do gestor aos papéis de liderança.

A pergunta que fica é: Qual tipo de líder você é? Ou que tipo de líder você quer se tornar?

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Maria Elena Medeiros Marcos

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PMO | Docente em Gestão | Practitioner em PNL
Acredita que o autoconhecimento é a chave para o desenvolvimento humano.


1 Comentários

Henrique Mata
1

Cara Maria Elena,

Ponto de vista ótimo das organizações. A Liderança não é para todos os gestores, o desenvolvimento das mesmas tem que ser aprendidas a cada situação. Vejo que, em muitos cenários, a própria empresa não colabora com um Gestor que tem essa ideia de Liderança Situacional, Gestão de Pessoas e Competências. Sem a ajuda “de cima”, as vezes nada se adianta. Sou a favor de uma gestão competente e repleta de liderança.

Parabéns pela matéria e uma ótima semana!

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