Concurso Público: Diário de Concurseiro

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Caro Aluno,

Venho apresentar-lhe hoje uma ferramenta que foi fundamental durante o meu período mais intenso de concurseiro, o qual se estendeu do concurso da Polícia Federal em 2004 até o da CGU em 2008. A referida ferramenta é o DIÁRIO DE CONCURSEIRO.

O registro em diários tem sido uma ferramenta consensual na humanidade quando se trata de evitar no futuro os mesmo erros já cometidos. Diários de Guerra, Diários de Bordo, Livro do Fiscal, Plano de Projeto, Lições Aprendidas, dentre outros, são exemplo conhecidos desta eficiente técnica.

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Como nos exemplos, a negligência em relação a erros do passado nos leva, por óbvio, a repetir os mesmos e resultados insuficientes nos Concursos. Ou seja, ficamos fadados a nunca evoluir, e, por consequência, a permanecer assistindo de fora vendo “a fila andar”. E não preciso lembrá-lo do quão frustrante é a sensação, uma vez que nós já passamos por isso, não é mesmo?

Porém, uma vez identificado o problema – a repetição dos erros – o que vai nos diferenciar na luta pela vaga é a nossa atitude em relação a ele. Vamos resolvê-lo ou não? Sim, é claro que vamos! Mas logo vem a próxima pergunta: com o auxílio de qual ferramenta?

À época que cheguei a essa dúvida, depois de analisar a História (ciência pela qual sou apaixonado), decidi-me pelo método de registro (e revisão) em diário, e batizei a ferramenta de Diário de Concurseiro! Nesta vertente, a ideia não seria escrever textos abstratos iniciados por “Meu querido diário…”, mas, sim, proceder registros curtos e sóbrios sobre os principais erros que cometi nas provas e sua mitigação.

O método uma vez adotado começou surtir efeitos quase que instantâneos: os erros ficavam sempre presentes em meu pensamento e eu já não me permitia cometê-los. A mitigação se automatizou! Para tanto, eu revisava o meu Diário do Concurseiro semanalmente, especialmente ao me decidir prestar determinado concurso e nas semanas imediatamente anteriores à prova.

O “segredo” é manter o diário sempre atualizado, por isso, optei por ser um arquivo de Word: cru, simples, nada rebuscado. Afinal, o conteúdo das anotações era o que interessava. Incluí novas entradas a cada concurso de que participei. E, como estou hoje na CGU, permito-me dizer que funcionou!

E, para não dizer que é só “conversa de pescador”, disponibilizei ao final deste post meu arquivo original do Diário do Concurseiro! É claro, que, como em qualquer metodologia, vocês terão que adaptá-lo à sua realidade, mas a ideia será sempre a mesma: evoluir na fila!

Baixe o arquivo clicando aqui!

Tmj!

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1 Comentários

Priscilla Valença
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Excelente proposta, Professor! Farei um diário também, agora vejo os erros que venho repetindo nas provas. Obrigada pela dica!!

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