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Gestão Financeira em Serviços de TI

Por | 13 de janeiro de 2010 | Governança de TI Comente!

NIVELAMENTO DE CONCEITOS

Como qualquer outra área de negócio, a TI exige as mesmas condições para a efetiva Gestão Financeira, ou seja, de Análise específica, de um Planejamento adequado, de uma Organização das ações, de um Controle dos gastos e novamente de uma Análise dos Resultados para então recomeçar o ciclo financeiro da TI.

Os elementos fundamentais também não mudam. O estudo do Ambiente, a definição do Patrocinador ou Investidor e a identificação dos Ativos devem estar consonantes para promover a otimização da tomada de decisão, alinhando da estratégia de TI ao o Plano de Negócio da Empresa.

Assim feito, a formalização das finanças proporcionará:

  • Redução dos Custos dos Serviços;
  • Gestão Eficaz da Demanda;
  • Redução dos Riscos Operacionais;
  • Redução do Tempo de Atendimento;
  • Melhoria na Qualidade dos Serviços;
  • Total suporte às Áreas de Negócio.

Vale lembrar que exceto na condição em que a TI é o próprio negócio da empresa, todas as demais situações colocam a TI como suporte do negócio, ou seja, a instituição TI passa a existir em razão do negócio, portanto é salutar concluir que, servindo ao negócio, a TI passa a ter clientes ao invés de usuários como normalmente é conhecido. Tendo então que satisfazer a necessidade dos clientes, buscando a excelência na prestação de serviços, com qualquer empresa de serviço, nada mais natural do que considerar o cliente como fonte principal de receita dos Serviços de TI.

Caberá aqui a primeira quebra de paradigma: Transformar os Serviços de TI num catálogo de bens consumíveis e precificados.

Olhando por esse prisma, o conceito de intra-empreendedorismo vem à tona, tornando claro o entendimento da necessidade da TI pela Gestão eficaz de suas finanças, com intuito de sobrevivência competitiva e perenidade.

Desta maneira, a sinergia estabelecida entra TI e seus clientes, faz com que o corpo Diretivo e Estratégico de uma companhia, passe a perceber a TI pela sua real agregação de valor e não mais como uma mera conta no centro de custos.

ESTRUTURAÇÃO DE UM PLANEJAMETO FINANCEIRO DE TI

Análise de Negócio (TI)

  • Índice de disponibilidade
  • Índice de consumo dos serviços
  • Plano de Continuidade de Negócio (BCP – Business Continuity Plan)
  • SLA (Service Level Agreement) – Acordo de Níveis de Serviço
  • Compliance – Conformidade com normas legais, políticas e diretrizes.
  • Plano de Segurança da Informação
  • Catálogo de Serviços

Planejamento Financeiro

  • Responsabilidades e atribuições
  • Estruturação da oferta
  • Entendimento da demanda
  • Plano orçamentário
  • Plano de Investimentos
  • Plano de resposta aos riscos
  • TCO (total cost of ownership) – Custo Total de Propriedade

Formação e Definição do Preço

  • Elementos de Custeio
  • Elementos de formação do preço
  • Importância do consumidor e da concorrência na formação do preço
  • Incidência tributária
  • Apuração das despesas fixas e variáveis
  • Margem de Contribuição.

Principais controles

  • O Fluxo de Caixa
  • Análise do Fluxo de caixa e determinação do Giro
  • Apuração dos resultados
  • Lucratividade e Rentabilidade
  • ROI e Payback
  • TIR – Taxa Interna de Retorno
  • Break Even (Ponto de Equilíbrio)

Análise Financeira

  • Indicadores de Performance
  • Indicadores de Estrutura de Capital
  • Indicadores de Liquidez
  • Indicadores de Retorno
  • Indicadores de Atividade
  • Avaliação de Capital de Giro
  • Indicadores de Crescimento Sustentável

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