Especialista responde 5 questões críticas sobre a aquisição de soluções de armazenamento

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Para quem tem dúvidas sobre armazenamento de dados à base de virtualização, o especialista Hunter Hagewood, da Nevoa Networks, alerta para considerações que não podem faltar na hora de comprar storage.

De acordo com pesquisa da consultoria IDC, a venda de sistemas de armazenamento no Brasil cresceu 13%, isso apenas no último trimestre de 2009. Os negócios giraram em torno de US$ 90 milhões, como afirma o estudo “Brazil Quarterly Disk Storage Systems Tracker”, do IDC. Os setores de governo, serviços, petróleo, finanças e telecomunicações foram os principais compradores da tecnologia.

Esses dados mostram que cada vez mais, as empresas estão investindo em sistemas de armazenamento de dados. Uma das razões que levam as organizações à procura da plataforma é a organização das informações, o aproveitamento de espaço, como consequência para a redução de custos. Mas antes de adquirir uma nova solução é preciso questionar como a solução proposta vai atender a mudanças relacionadas ao seu uso. Para isso, Hunter Hagewood, diretor de negócios da Nevoa Networks, empresa especializada em sistemas de armazenamento virtualizados, responde às dúvidas que devem ser abordadas antes da compra da tecnologia.

Uma das perguntas mais frequentes para se adquirir soluções de storage é se há necessidade de migrar os dados na hora de expandir a capacidade de recursos existentes. “Muitas soluções têm ferramentas muito boas para integrar hardware novo ao sistema já implantado. O problema é que poucas conseguem realizar esta integração sem impactar a disponibilidade dos dados já gravados”, afirma Hunter. “Uma migração tem que ser agendada, isso demora muito e deve ser feita duas vezes, o que acaba aumentando a possibilidade de corrupção”, completa.

Segundo Hunter, a compra de componentes de um software de gerenciamento de dados exige, na maior parte das vezes, que esses sejam da mesma marca. “Muitas vezes o sistema precisa de certos componentes de hardware que não são padrões para outras marcas”. Para ele, o software representa até 50% do preço da solução, um detalhe que não é esclarecido no momento da aquisição da plataforma. “A razão disso é mais questão de negócio do que técnico, os fabricantes não querem que o consumidor compre outras marcas”, esclarece.

Outra dúvida é sobre qual a quantidade mínima de discos que o fabricante vende. Para o especialista, é considerado boa prática ter discos de reposição disponíveis em caso de falha. O problema é a exigência de ter que comprar no mínimo um conjunto de oito a doze discos. Isso pode representar um investimento significante que acaba passando a maior parte do tempo ocioso. “Acontece que isso não favorece você e nem seu orçamento, especialmente se os discos precisam ser idênticos, ou pior, tem uma interface proprietária”, diz Hagewood.

A manutenção básica de um sistema de virtualização pode ser feita pela equipe técnica da própria empresa, sem perda da garantia?  Hunter responde: “Por quanto tempo você pode ficar esperando a chegada de um pente de memória? Fonte? Placa de rede? Cooler? Tudo bem que a solução é de última geração, mas tem coisas que sua equipe deveria poder fazer sem prejudicar a garantia”, explica o diretor de negócios da Nevoa Networks.

Para o especialista, hoje as empresas de qualquer porte têm que encarar o mesmo problema: como administrar a demanda continua de capacidade de armazenamento. “Esta tendência leva administradores a ter que avaliar soluções de storage de portes e com funcionalidades que eles não estão acostumados. Como são sistemas mais complexos a apresentam tecnologias sofisticados, é peciso fazer uma leitura assídua dos impactos a longo prazo”.

Fonte: Link Portal da Comunicação – www.linkportal.com.br

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