8 Dicas para a (semana de) Véspera da Prova

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Caro Colega de TI,

Atendendo a pedidos, hoje vou listar algumas dicas que eu considero fundamentais para a SEMANA de véspera do certame.

- Walter, e porque não dicas para a  NOITE de véspera mesmo?

Por que aí, meu amigo, só Jesus na causa! Contudo, ao final do artigo, ainda sim, darei uma dica fatal para os desesperados de plantão.

1. Regra Geral: Fuja dos Extremos!

Você vai ver que, de uma forma ou de outra, a maioria das dicas seguintes são derivações dessa. Traduzindo, se você detectar que determinada situação vai te levar a algum extremo, seja em qual for a seara, tente evitá-la o mais cedo possível. Estou plenamente ciente de que existem coisas na vida que não podem deixar de ser resolvidas, mas que tal você evitar a véspera da prova para resolvê-las? Portanto, se for possível, adie qualquer extremo para depois da prova. Afinal, extremos raramente são saudáveis.

2. Fuja do Estresse

Como já falei, esta dica é uma decorrência direta da primeira, mas chegou o momento de exemplificar melhor as situações. Sabe aquele problema familiar, ou amoroso, que está pendente em sua vida? Pois é, definitivamente a véspera de prova não é o momento mais indicado para você tentar resolver este bendito problema. Outro exemplo são as famosas discussões nas redes sociais, seja por causa de política, de religião, até mesmo sobre o próprio concurso. Pense assim, aquele “mala” que sempre discute com todo mundo na Internet sempre vai estar lá. E, se não estiver, tenho certeza que inúmeros outros são candidatos a assumirem a posição. Portanto, você tem o poder de escolher a melhor hora de se engajar nesse tipo de disputa. Assim, se o impulso é realmente inevitável, pelo menos deixe para fazer isso depois da prova.

3. Evite a Exaustão

Talvez esse seja o erro mais comum. O candidato acha que estudar “até não aguentar mais” é a solução. Se eu já discordo disso longe da prova, às vésperas da prova considero tal atitude fatal. O estudo ordinário, mesmo sob ritmo forte, nunca pode perder a sustentabilidade, do contrário não vai passar de “fogo-de-palha”. E, como já vimos nas dicas anteriores, à medida que se aproxima a prova, na verdade, o que você deve fazer é desacelerar. Discorda? Explico. Sabe aquelas questões que você até hoje não sabe porque errou na hora da prova, mesmo dominando o assunto? Pois é, existe uma probabilidade muito grande que tenha sido pelo cansaço acumulado, daí a dificuldade de descobrir a verdadeira explicação. Outros sintomas de exaustão são aquelas constantes dores de cabeça, e a frequência em deixar objetos caírem das mãos e em trombar nas coisas.

4. Tente Relaxar

Óbvio não, Walter? Não necessariamente! Evitar o estresse não se traduz automaticamente em relaxamento. Na verdade, sem a condução adequada, a ausência de estresse nesse mundo acelerado em que vivemos pode facilmente descambar para apatia. E não é isso que queremos, não é mesmo? Sendo assim, sugiro que você direcione essa desaceleração colocando em prática algo que realmente gosta. Exemplos são: ouvir uma música, assistir filmes, fazer uma atividade física, passar um tempo com quem você gosta, etc. Antes que me perguntem, segue uma lista recomendada de filmes motivacionais: Rocky, 300, Tropa de Elite, Bruna Surfistinha, Invictus, Dragão A história de Bruce Lee, O Último Dragão. Pode parecer antagônico, mas até na hora de relaxar é necessário ter atenção! Nada de maratona de Netflix e de se arrebentar na academia, ok?

5. Não faça nada que já não tenha feito antes

Se você não é acostumado a beber, afaste a jaca para bem longe do seu pé.

Se você nunca comeu “buchada de bode”, creio que o desejo pode esperar mais um pouco.

Será que é realmente a hora de começar a praticar paraquedismo ou bungee jumping?

Por fim, será que é o momento adequado de você tentar ser o Christian Gray e executar o Helicóptero Sueco?

6. Tente Apenas Revisar

No tocante ao conteúdo, quem já assistiu a alguma de minhas aulas sabe que eu sempre falo dos “resumos da SEMANA de véspera”. Entenda que é um resumo lato sensu, ou seja, podem ser mapas mentais, trechos de uma bibliografia consagrada, fórmulas, etc. O ideal a ser perseguido é que na semana de véspera você se dedique apenas a revisar aquilo que é mais importante, bem como tópicos que você tem dificuldade em reter. Por exemplo, no meu caso, não sei porque eu sempre confundia backup incremental com diferencial. Então, esse era tema certo na minha coletânea de resumos. A coletânea pode ser um caderno do Evernote ou, como prefiro, uma daquelas pastas colecionadoras (físicas). Eu sei que é forte a tentação de querer se matar para estudar os tópicos da ementa que você ainda não conseguiu cobrir. Contudo, tem sido quase um consenso entre os “gurus dos concursos” que, perto da prova, o mais efetivo é tentar fortificar o já assimilado do que sair feito um louco atrás de mais coisa para embaralhar o cérebro.

7. Planeje o dia da Prova

Que tal parar um pouco o estudo e pensar nas táticas para um bom dia de prova? Alguns aspectos sugeridos são:

Sequência de resolução das provas
Você vai começar por interpretação ou por cálculo? E a discursiva, vai elaborar no começo ou no final? Faltado quantos minutos para o final você para passar a limpo a sua redação e o seu gabarito?

Local da Prova
Você já sabe onde é? Lá tem problemas de estacionamento? Onde você vai comer se houver prova pela manhã e pela tarde? Que tal dar uma passada no local de prova antes para ver como ele é na prática?

O que levar para prova
O que é indispensável para a resolução da prova (documentos, cartão de identificação, canetas, etc.)? Existe um padrão para a caneta (tinta preta, material transparente, etc.)? E o que não se pode levar para a prova (celular, relógio digital, etc.)? E o que vai levar para saciar a fome/sede durante a realização da prova (água, biscoito, chocolate, etc.)?

Sobre a viagem (para quem precisa)
Você já conferiu se está tudo certo com a passagem e com o horário do voo? Já sabe como irá chegar no hotel? Já colocou o “kit de sobrevivência do concurseiro viajante” na mala?

Sugiro pensar em outras coisas importantes para o SEU contexto.

8. Dica Fatal para a (noite) de véspera da Prova

E se você é aquele candidato que não estudou nada, mal lembra o nome do cargo e só está vendo esse artigo porque está realmente na noite de véspera da prova, o que fazer? Bom, aí segue abaixo a minha dica fatal para ser decorada o quanto antes, e repetida tantas vezes possível antes de iniciar a prova:

“Tua poderosa mão será minha guia

Onde meus pés falham e o medo me cerca

Tu nunca falhaste e não falharás agora.”

E aí, o que você achou das dicas? Qual seria a SUA dica para a véspera de um concurso? Por favor, deixe nos comentários.

Bons estudos e até o próximo artigo (aceito sugestões)!

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7 Comentários

Reginaldo Rodrigues
1

Dicas preciosas Professor. A última dica pode ser usada por quem estudou também – toda ajuda no dia D é bem vinda. rsrs

Tássia Kalliny
2

Ótimo artigo Walter. Eu particularmente me dou bem estudando na véspera da prova, acho que devido ao fato da minha memoria de curto prazo ser mais eficiente do que a de longo prazo, sempre deixo para estudar regimento interno ou a legislação do órgão dois dias antes da prova, porque querendo ou não, essas matérias não dá para aprender e sim decorar, então quando chega na prova coloco em prática minha memória fotográfica rsrs.

Glaucineide Lima
3

Adorei Walter, mas não é nada fácil fugir do estresse.
Moro em Fortaleza e pretendo fazer a prova do TRE-PE, portanto estava pensando em viajar pela manhã para Recife ou um dia antes.
Qual é a sua opinião?

Walter CunhaWalter Cunha Autor do Post
4

@Glaucineide, por experiência própria, eu sei que não é nada fácil. O cumprimento de todas as dicas são um ideal a ser perseguido, e não pré-requisitos. :)
Quanto a sua dúvida, eu sempre viajava um dia antes. Viajar no dia da prova – normalmente para econmizar uma diária – traz muitos riscos: overbooking, fadiga, atrasos, cancelamertos, etc. Enfim, se algo (Deus a livre) acontecer, você não terá tempo hábil para contornar.
Nós, brasileiros, temos a péssima mania de achar que tudo dar certo é o normal, quando, na verdade, é a exceção.

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